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Archive for the ‘Comentários’ Category

Esta notícia já era para eu ter publicado. Mas, confesso, não acreditei ser verdadeira. Deixei para comprovar a veracidade para, depois, publicar. Tanto que não se viu o destaque merecido na mídia.

corte-europeia

Para fortalecer o crédito e como ironia também, tomei ainda o texto do G1 (do grupo O Globo), distribuído pela France Press, sob o título: ‘Convenção Europeia dos Direitos Humanos não inclui casamento gay’ e o subtítulo: ‘Tribunal plurinacional rejeitou recurso interposto por casal austríaco. Corte considerou que não há consenso entre estados membros’.

Segundo o texto, a Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), a Corte de Estrasburgo, localizada na França e líder mundial dos Direitos Humanos, ‘não consagra o direito ao casamento homossexual’.

UNANIMIDADE

Foi a resposta emitida pelo tribunal, ao rejeitar ‘recurso apresentado por dois homossexuais austríacos que querem se unir em matrimônio’. Os 47 juízes (dos 47 países) foram unânimes em afirmar que não existe direito ao casamento homossexual.

Os dois homens, Horst Michael Schalk, 48 anos, e Johann Franz Kopf, 50, residentes em Viena, apresentaram recurso à corte. Os insistem na questão desde 2002, sem obterem sucesso sobre esse eventual casamento, em seu país. Eles apresentaram recursos até chegar à instituição plurinacional, que não lhes deu razão.

ARGUMENTO DA DISCRIMINAÇÃO

Em nova tentativa durante uma audiência, destacando a lei civil (de 1/1/2010), que não lhes permite a adoção, alegaram discriminação, mas também a corte não lhes deu razão.

Quanto ao princípio da não-discriminação, o Tribunal também acrescentou que não existe qualquer discriminação, já que “os Estados são livres de reservar o casamento apenas a casais heterossexuais.

FUNDAMENTAÇÃO

Para a sentença, considerou-se informações socioculturais, com base na ordem natural, senso comum, relatórios científicos e, claro, no direito positivo. Com referência principalmente e este último, a sentença baseou-se no artigo 12 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, equivalente aos artigos dos Tratados de Direitos Humanos, como no caso do 17 do Pacto de San José e nº 23, do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.

Na Resolução, o Tribunal decidiu que a noção de família não só contempla ‘o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher’, mas também que não devem ser impostas a governos a ‘obrigação de abrir o casamento a pessoas do mesmo sexo’.

Para destacar essa posição, o tribunal afirmou não haver ‘consenso entre os Estados membros do Conselho da Europa sobre o tema do casamento homossexual’.

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CEU

Como introdução de meu comentário do livro de Gênesis, publico este artigo, como forma de ajudar na interpretação do primeiro livro das Sagradas Escrituras (e da Bíblia). Estes nomes referem-se ao Velho Testamento e é o nome dado pelos judeus; o segundo, a Bíblia, ao todo, Velha e Nova Aliança, preestabelecido pelos seguidores de Cristo.

Gênesis não somente fala, mas é o livro do Princípio de todas as coisas – o Começo, o Início. Sua narrativa segue uma estrutura de texto conforme cultura da época e, portanto, não pode ser analisado sob a ótica do homem pós-moderno. A escrita, a narração e sequência de fatos não seguem, necessariamente, a mesma ótica do homem contemporâneo.

Então não é passivo de crítica ou de ter suas teses ratificadas sob o prisma atual. É preciso conhecer e ter em mãos a licença da escrita literária e poética daquele momento, para, somente depois, tecer críticas e pensar em supostas doutrinas expostas nele.

Caso do apóstolo Paulo 

Sem sair dessa linha, temos o caso do apóstolo Paulo exposto em ao menos quatro narrativas diferentes. Para os críticos, teólogos liberais e céticos ou pessoas menos avisadas, o erro é um fato indiscutível, mas à luz da crítica histórica não há divergências senão o uso de estilo literário, de acordo com o interesse de quem discursava, considerando a quem o discurso fora endereçado.

Os textos ‘divergentes’ e referentes ao apóstolo Paulo estão em:

1) Atos 9.7 e 22.7 – somente Saulo caiu por terra;

2) Atos 26.7 – no discurso a Agripa, Paulo fala que todos caíram;

3) Atos 9.7 – todos ficaram mudos, depois de ouvirem a voz, mas sem ver ninguém;

4) Atos 22.9 – todos viram a luz, mas não ouviram a voz.

As primeiras considerações (do meu livro Pontos Difíceis de Entender-CPAD).

A explicação para as aparentes divergências aparece na construção gramatical.

No caso de Atos 9.7 o grego liga-se ao genitivo – “Caso de declinação de certas línguas, que representa, por via de regra, complemento possessivo, limitativo, e algumas vezes circunstancial”.1

Em Atos 22.9, tem que ver com o acusativo.

Atos 22.9 fala em ouvir a voz e entender o que se diz, enquanto a outra forma indica ouvir o som da voz, sem entender o que se diz ou o sentido da declaração.

Gênero literário

Por outro lado, quando se lê as três narrativas da conversão de Paulo deve-se levar “em consideração a diferença metodológica de se fazer história da Antiguidade e a forma usada na Pós-moderna. Não podemos julgar a historiografia antiga a partir de pressupostos pós-modernos. Deve-se notar que desde Túcidides, no século 4 aC, era anotado o que seu herói podia ou até deveria ter falado, e não o que o ouviríamos dizer se seu discurso tivesse sido gravado2. O historiador se sentia livre para escolher a maneira de transmitir as fontes que possuía em mãos, de acordo com seus interesses teológicos e ideológicos. O próprio gênero literário conhecido como vitae (vida no latim), comum aos historiadores como Suêtônio, Fílon, Filóstrates, que escreveu a vida de Apolônio de Tiana, e que se parece muito com a estrutura literária dos escritos de Lucas, não se preocupa com os fatos em si, mas com o quê, segundo seu autor, deveria ser dito ou feito; tudo dentro de seus interesses e ideologias.

Conquanto, as diferenças entre os capítulos 9, 22 e 26 de Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas, fazem parte do gênero literário e da maneira de relatar os discursos de qualquer historiador da época.

Portanto, o estilo literário usado por Lucas leva em conta a transmissão da mensagem, a considerar a circunstância do enunciado, conforme o objetivo de indicar o fato histórico (“limitativo e circunstancial”), isto é, a quem se fala e o que é interessante ou mais importante falar.

Por ele importa que o fato de interesse central seja mostrado e se deixa de lado outras informações que não somam àquilo que se pretende mostrar, de acordo com o que se julga essencial para o momento.

Ponto de vista

Na narrativa de Gênesis somos tentados a interpretar o texto à luz da cultura da nossa época. Sempre quando não consideramos as leis da hermenêutica e da exegese pecamos na interpretação.

Fato clássico está na interpretação do capítulo 1, entre os versos 1 e 2: “No Princípio criou Deus os Céus e a Terra. E a Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”.

Segundo a chamada Teoria de Gap (brecha, espaço ou buraco), o texto indica a ocorrência milhares de anos entre os dois versos. Isto daria espaço (brecha) para inserir a suposta destruição da primeira Criação, outra teoria chamada de Dilúvio de Satanás. Para isso tomam Isaías 14.12-23 e Ezequiel 28.11-19. Porém, não existe nenhuma condição oferecida pelas leis de interpretação, a ponto de chegarmos a tais conclusões.

O que temos nos primeiros versos de Gênesis 1 é a uma narrativa sequencial e lógica para a época, sem interrupção. Não seria inteligente, para mostrar a disparidade, interpretar uma obra literária de milhares de anos atrás, por meio de técnicas ou estilos atuais.

Entra nela, além de outros seres, outro homem – um tipo elo perdido –, que dizem ser o homem pré-adâmico, com existência compreendida entre a ‘primeira Criação’ e o ‘nosso’ Adão, que seria o segundo homem.

FONTES: 1) FERREIRA, Ebenézer Soares, Dificuldades Bíblicas e Outros Estudos, da União Brasileira de Escritores – Seção de Campos; Sociedade Brasileira de Romanistas; Academia Evangélica de Letras; The American Schols of Oriental Research – Casa Publicadora Batista (Edição do Autor, Campos, Rio de Janeiro, 1965); 2) ZUURMOND, R. Procurais o Jesus Histórico?, pág. 65.

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APOSTOLOS

A primeira menção de batismo, após João Batista, é o de Jesus (Mt 3). A pregação de João alcançava moradores de Jerusalém, Judéia e redondezas do Jordão (v5), mas também, com a formação de discípulos, a tendência foi óbvia: expansão desse batismo para outras regiões, pois os discípulos de João também batizavam.

Seu batismo alcançava desde a população de judeus em geral, os leigos, quanto a líderes religiosos (v7).

Percebe-se que esse mesmo batismo foi praticado pelos discípulos de Jesus e absorvido pelo novo rito instituído  por Jesus (Mt 28; At 1.5s; Rm 6.4s).

A menção indireta, mas a indicar a possibilidade de os discípulos terem sido batizados está em João 4.1-2.

Este é o caminho natural de todo discipulado. Torna-se discípulo e, depois, forma outros, usando o mesmo processo pelo qual foi submetido.

Também em 3.22 temos a menção dos discípulos batizando, portanto a sugerir que eles passaram determinado tempo batizando na Judéia.

Também não fica claro o tipo de batismo, mas parece indicar à semelhança do de João.

 Exemplo que envolveu apóstolo Paulo

Apóstolo Paulo, inserido como um dos 12 e como Apóstolo dos Gentios foi batizado por Ananias (At 9.18) e reforça a ideia do batismo dos demais.

Há ainda a defesa de que os discípulos foram batizados pelo SENHOR no Cenáculo, por meio do Espírito  Santo. Há um paralelo entre o acesso à unção do Espírito Santo e a capacitação discipular por meio do batismo.

Quando apóstolo Paulo depara com  discípulos em Efésios, que não conheciam o Espírito Santo, após saber que eram  batizados por João, os rebatiza (único rebatismo mencionado) em nome de Jesus e, então, eles foram cheios do Espírito Santo.

Outra menção que argumenta a possibilidade de os apóstolos terem sido batizados está no fato descrito pelo texto do discurso entre Jesus e João, segundo Crisóstomo: ‘Eu sou o que o que deve ser batizado por ti’, e que, então, depois de ser batizado, o SENHOR o batizado também. Este fato está descrito em livro apócrifo.

Concluindo podemos afirmar que há indicação indireta de batismo dos discípulos, porém, não existem provas diretas, pois não temos menção nos Evangelhos do batismo em águas dos apóstolos, embora fique subentendido terem sido batizados.

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FINAL DE TODAS AS COISAS

Subsídio para a ESCOLA DOMINICAL

Futuro e o Arrebatamento

Desta vez tomamos uma parte de um capítulo do livro FRONTEIRA FINAL-CPAD, para ilustrar este assunto tão glorioso.

TEXTO BÍBLICO

“Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois, nós os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras”, 1Ts 4.16-18.

Esse glorioso dia ocorrerá de forma inesperada para muitos. O recrudescimento de crenças espúrias e da incredulidade humana atinge os que vivem à margem da fé e os que não desfrutam dos resultados de uma vida de comunhão com o SENHOR. Entretanto, para os fiéis, será um dia que soará desde o amanhecer como o momento mais esperado. O mesmo Espírito, que está no crente, dará a este um ouvido afinado com as intenções divinas e disponíveis ao soar da Trombeta, e então acontecerá o que no latim significa raptus (Arrebatamento). Este evento ocorrerá num átomo de tempo, “num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados”, 1Co 15.52.

Neste capítulo, o apóstolo fala da Ressurreição e Arrebatamento quando assumiremos a imagem de Deus, perdida na queda do homem (15.44-58). Após transformados seremos iguais a anjos – filhos de Deus e da ressurreição (Lc 20.35-36). Somente a mancha do pecado poderá impedir que sejamos revestidos da imortalidade por meio da transformação em corpo espiritual no Arrebatamento.

As mudanças registradas no mundo, a maioria com efeitos irreparáveis e irreversíveis, em especial no que diz respeito à degradação do meio ambiente e da moralidade humana, pedem que levantemos os “olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa”, Jo 4.35.

O resgate do homem transformado por meio do Arrebatamento ou Ressurreição reflete a vitória divina e a derrota do Diabo. Como ser espiritual o homem passará a ser (único) no SENHOR, como o próprio Jesus disse: – Eu e o Pai somos um. O homem transformado por Cristo receberá os atributos eternidade e incorruptibilidade, partes da essência divina, sem obstante ser Deus ou igual a Ele.

Ao alcançar esta fase, o homem estará apto a habitar ao lado do divino, como consequência do reflexo do crescimento (para baixo), quando a carne chega ao pó, se desfaz e permite que o espiritual se evidencie. É o processo de humilhação da carne em busca do equilíbrio dado pelo espírito. Por meio de um processo de decomposição do barro, dá-se início ao nascimento de outra essência dentro daquele mesmo ser, com a mesma imagem e semelhança, mas não igual. Aí temos o espelho do exemplo da semente que apóstolo Paulo evoca. Ela morre ao germinar, e dá forma a outra vida.

O método progressivo divino (“A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”, Pv 4.18), caminho à Ressurreição ou Arrebatamento, é comentado pelo apóstolo Paulo em Filipenses 3: “Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte; para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dos mortos. Não que já tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Pelo que todos quantos já somos perfeitos sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa doutra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo… Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”, 3.10-16, 20-21.

Nisso se efetivará a redenção do corpo (Rm 8.23) espiritual, semeado no corpo material (Semeia-se na terra e esta dá um novo corpo – a planta) – 1Co 15.44. Os salvos estão selados para esse dia (Ef 4.30).

Para que pudéssemos alcançar tamanha graça, o Senhor mostrou-se por meio do que denominamos de o Primeiro Retrato, registrado em Isaías 53 (“Não tinha parecer nem formosura”). Essa figura foi registrada em sua obra expiatória, que envolve desde sua preparação (manifestação em carne); a rejeição dos judeus (Jo 1.11); seu julgamento pelo homem; a crucificação; morte; ressurreição e glorificação.

VISÃO EQUIVOCADA

A segunda carta aos tessalonicences foi escrita em função da má interpretação da primeira. Os tessalonicences pensavam que Jesus estava para chegar e pararam suas atividades esperando tão-somente a Volta do SENHOR.

Apóstolo Paulo exorta àquela igreja para não deixar-se influenciar, movendo sua posição por meio de fábulas humanas, tomando cuidado com o ‘espírito opositor’, que se opõe a tudo que vem do SENHOR (2Ts 2.1-11).

A COLHEITA DIVINA

Arrebatamento é um termo equivalente à colheita. Quando o fruto amadurece está pronto para ser arrancado, colhido, cortado, tirado da terra. O SENHOR falou disso em João 4.35: “… Levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa”.

A melhor tradução conforme entendemos seria: “os campos brancos”, visto ser o retrato de uma plantação pronta para a colheita. É hora da colheita.

O fruto deve estar no ponto, como se usa na linguagem do campo – nem verde, nem maduro demais. Se o homem é pó, terra, carne, e Deus essencialmente espiritual deve buscar essa essência se quiser unir-se a Ele, se envolvendo no processo de depuração.

Deve despir-se do que é essencialmente humano, carne, pó. O terroso – aquele que é feito da terra – Adão pendeu mais para a matéria-prima, perdendo o equilíbrio, formando um segundo ser. Não mais foi o homem do Jardim do Éden. Ele se corrompera. E mais, a partir da “mãe da vida” – Eva.

Como consequência o homem foi expulso do local onde estava para não transmitir sua contaminação. Foi tirado do Paraíso para ser submetido a um processo de descontaminação.

O SENHOR preparou o resgate do homem, tirando-o da limitação carnal para colocá-lo acima de qualquer perigo de queda, em qualquer circunstância ou tempo.

Esse resgate reflete a vitória divina e a derrota do Diabo. Isto se dá por meio do Arrebatamento ou Ressurreição dos salvos, a partir do arrependimento.

VEREDA DO JUSTO

Provérbio fala da vida crescente do cristão. Seguindo a santificação ele chega à estatura de varão perfeito: “A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”, Pv 4.18

O método progressivo divino, caminho à Ressurreição ou Arrebatamento é comentado pelo apóstolo Paulo em Filipenses 3:

“Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte; para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dos mortos. Não que já tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Pelo que todos quantos já somos perfeitos sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa doutra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo… Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”, 3.10-16, 20-21.

CONFISSÃO

Crer no arrebatamento não é somente falar dele ou dizer que nele cremos. A Palavra fala de sua existência com exemplos ou testemunhos de homens que foram arrebatados.

Equivale dizer que devemos nos aproximar do SENHOR para receber a revelação de seus mistérios e não pensar que a palavra mistério é para falarmos quando não compreendemos o que está acontecendo, como se ela fosse um poço de coisas não compreendidas. O cristão deve ter discernimento de espírito. A presença do Espírito Santo em sua vida o faz sentir espiritual.

Tiago fala de uma série de coisas que nos faz carnais. Veja Tiago 4.1-12. As paixões carnais nos leva à Teologia da Prosperidade. Buscamos coisas para o nosso deleite pessoal. Por isso Tiago diz: “Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites”, 4.3. Leia o contexto.

Nem sempre desejamos partir deste mundo. Às vezes, tentamos enganar a nós mesmos dizendo que desejamos o Arrebatamento. Não é incomum observar crentes que ao saírem de uma crise de doença, gritam um tremendo “graças a Deus”, “ufa!” ou um “até que enfim escapei!” Lançam com isso a ideia de uma Eternidade não seria tão desejável!

CONVICÇÃO

Que convicção temos do Arrebatamento ou da Vida após esta existência humana? Só os que têm uma vida plena com o Senhor, regada de provas (e vitórias, obviamente) podem dar a resposta.

Para subir ao Céu precisamos antes descer, “sentir as nossas misérias”, lamentar, chorar e converter o nosso riso em pranto e o gozo em tristeza (Tg 4.9-10).

Apóstolo João, por exemplo, quando fala da ressurreição dá mais ênfase que à declaração do Reino de Deus, e prova mostrando a ressurreição de Lázaro. João fala com convicção. Seu texto faz parte daquilo que ele viu, testemunhou e sentiu. Por isso a Bíblia diz que a nossa pregação deve estar misturada com a fé.

Devemos falar e evidenciar aquilo que falamos. Viver e crer naquilo que pregamos. Quando João fala da Vida Eterna, dá a ideia de uma coisa futura, mas também insere a questão da eternidade divina, da qual devemos nos apossar, vivendo desde já sua realidade.

Esta convicção nos dá outro sinal – o de sentirmos como um peixe fora da água. Quando vivenciamos o bem futuro, sentimos que não somos deste mundo – como o SENHOR também confessou não ser – e passamos a desejar o Céu – a Eternidade, sair o mais breve possível daqui.

Mas para aqueles que desejam ter o gozo do Arrebatamento (sem provar a morte, como Paulo afirma: “Nem todos provaremos a morte”), resta à consagração, com meditação na Palavra e oração, e a evangelização para que a contagem dos salvos seja completada.

Mundo une-se contra Igreja – a Eclesiofobia!

Quando rejeitamos o mundo e sua concupiscência, também passamos a sofrer perseguições, como forasteiros, estrangeiros, pessoas em terras estranhas (1Pd 2.11). Nossos direitos passam a não ser mais iguais. Somos rejeitados. Isso é muito comum para um cidadão de uma pátria distante.

Não estamos tão distantes dessa realidade. As imposições mundanas, que querem nos empurrar goela-abaixo, analisadas em Os Sinais da Vinda do SENHOR, deixa isso muito claro!

Assim foi com o SENHOR. Os judeus não o aceitavam como seu líder ou rei, e muito menos os romanos que não queriam ver um novo líder ser levantado para provocar uma insurreição do povo contra César. Então, os dois reinos inimigos – judeus e romanos – se uniram para a morte do SENHOR.

Herodes e Pilatos, que não se falavam, voltaram a ter amizade. O tema: Morte do SENHOR provocou uma festa e a amizade entre inimigos. Sua morte foi um grande alívio para aqueles dois reinos da época.

Assim também estamos nós, que caminhamos na contramão do mundo e do Inimigo, atrapalhando suas ações. Se de um lado percebemos a aproximação da Volta do SENHOR, aproximando-nos mais Dele, a rejeição, por sua vez, aumenta. Então, quando arrebatados, daremos alívio e motivo de festa aos homens naturais ou carnais.

TEMPO ABREVIADO

Hoje podemos perceber que o tempo está sendo abreviado. Cremos nisso. O tempo está correndo. A Palavra diz que se Deus não abreviasse os dias, nenhuma carne se salvaria (Mt 24.22). Isso está acontecendo “por causa dos escolhidos”.

Veja que nesta passagem o SENHOR está falando de acontecimentos futuros, do fim. E logo na sequência, fala de como será o arrebatamento dos escolhidos: “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até ao ocidente, assim será também a vida do Filho do homem” (Mt 24.27).

SINAIS

Cremos que vamos perceber a aproximação pouco antes do Arrebatamento do Corpo de Cristo – a verdadeira Igreja. A brisa do Espírito deve soprar, num ato repentino e, em seguida, ocorrerá o grande acontecimento para os fiéis.

Assim como os pássaros cantam quando a chuva se aproxima, penso que haveremos de sentir a aproximação da Volta do Senhor. Nem todo o olho o verá, mas somente os salvos.

Atualmente os filhos do Reino já sentem as mudanças no comportamento humano. O homem vai perdendo sua identidade, se misturando cada vez mais com o pecado, se envolvendo cada vez mais nas estratégias do Diabo, de forma gradativa, pois o Diabo não tem pressa. Lúcifer tentou eliminar o homem, desde a Criação, fazendo-o corromper e sua doutrina diz que o homem é pior que um animal, não obstante ter sido o homem criado à imagem e semelhança divinas.

A Bíblia diz que Deus fez o homem perfeito, “mas ele buscou muitas invenções”. Os avanços provocam o homem a buscar mudanças tentando mudar tudo o que é natural. Se o homem não permanecer como Deus o fez, como poderá ser transformado? Tudo isso aponta para a brevidade da Vinda do SENHOR à Igreja.

Estamos vivendo momentos semelhantes àquele antes do Dilúvio e ao que precedeu a destruição de Sodoma e Gomorra. É perfeitamente assimilável afirmar que o mundo de hoje esteja pior que a tais épocas.

AMÉM!

“E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida… Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus”, Ap 22.17, 20.

Uma vez ouvi um pastor, já velho, dizer que pedia para que o Senhor demorasse mais porque sua filha estava fora da Igreja. Conforme o que confessara, ele hesitava em dizer o Amém, no sentido que a Palavra estabelece, conforme o texto bíblico acima. E amém significa que concordamos com uma verdade dita, expressa, escrita. É uma expressão de aprovação ou confirmação daquilo que foi falado.

A Bíblia manda que entreguemos nossos caminhos ao SENHOR e Nele confiemos, descansando em sua providência (Sl 37.4-5,7).

Cuidado

Quando se trata do espiritual temos a tendência de especular. Ora espiritualizamos o carnal, ora materializamos o espiritual. Conjeturamos ideias, muitas notadamente longe do racional, que dirá do espiritual. A verdade é que quando mais tentamos, mais falhamos porque o que é carne não pode perscrutar o espiritual. Os olhos humanos não podem enxergar e nem poderia entender o espiritual.

Só podemos ver o espiritual sendo espirituais. Portanto, resta-nos andar pelas beiradas, com muito cuidado e temor até ‘chegarmos à estatura de varão perfeito’, ao ponto de sermos colhidos porque não mais compatibilizaremos com este mundo. Por ora, alcançamos o conhecimento somente daquilo que nos é revelado (Dt 29.29).

Todo o cuidado é pouco uma vez que nem sempre (e nem todos) conhecemos o que é da mente e o que é do espírito. Segundo a Bíblia, somente a Palavra conhece esta divisão. Precisamos distinguir o que é emoção e o que é comoção espiritual.

O que vem de Deus é real e não místico, utópico ou sombra. Essa realidade deve ser compreendida no espírito à medida que vamos recebendo a revelação do Senhor, conforme o texto de Efésios 4.13: “Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”.

Quando alcançarmos tal estágio de vida de fé, sem dúvida chegaremos compreender aquilo que hoje temos dificuldade de assimilação. É difícil explicar a transformação do corpo carnal em corpo de glória, porque as coisas espirituais são discernidas espiritualmente, conforme 1Coríntios 2.13, uma vez que “o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo”, 1Co 2.14-16.

NOVO CORPO

O exemplo mais próximo foi dado pelo apóstolo Paulo, em 1Coríntios 15. E um exemplo de aproximação daquilo que Paulo é a germinação de uma semente.

Pegue uma semente e coloque-a para germinar. Quando nascer uma planta, a semente não mais existirá. Um corpo dará lugar a outro.

Você notará, neste exemplo, que a planta vai crescer para o lado da luz – buscando a luz –, como a oliveira faz deixando seu tronco todo retorcido porque ela vai se movendo de acordo com a direção da luz.

Interessante também notar ainda que a oliveira para dar bons frutos, precisa ser podada e enxertada. O primeiro corpo é cortado, mantendo a estrutura, e outro é enxertado para que os frutos sejam aproveitados.

Caso queira experimentar, pegue uma semente (de preferência de feijão) e coloque-a em um pires ou prato, envolvendo-a em uma mecha de algodão. Em seguida, embebede-a em água. Após alguns dias, você terá a figura da transformação de nosso corpo no Arrebatamento: um corpo dará lugar a outro.

Poderá notar também que a semente murcha, quebrada ou que tenha sofrido qualquer alteração em seu estado natural, não germinará e apodrecerá, mesmo estando na água ou em solo fértil.

Se o homem não manter seu estado natural, se pervertendo indo atrás das abominações humanas, será dominado pela carne não alcançando a misericórdia divina (veja Oséias 11.5).

“Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita pôr mãos, eterna, nos céus. E por isso também gememos, desejando ser revestidos da nossa habitação, que é do céu; se, todavia, estando vestidos, não formos achados nus. Porque também nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos carregados: não porque queremos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida… Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo, para habitar com o Senhor”, 2Co 5.1-4,8.

(mais…)

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FINAL DE TODAS AS COISAS

Subsídio para a ESCOLA DOMINICAL

Jesus Cristo deixou vários sermões de alerta quanto a Sua Volta. O texto em estudo está em Lucas 17.24-3:

“Porque, como o relâmpago ilumina desde uma extremidade inferior do céu até à outra extremidade, assim será também o Filho do homem no seu dia. Mas primeiro convém que ele padeça muito, e seja reprovado por esta geração. E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem. Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos. Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: Comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do homem se há de manifestar”.

ACIMA DE QUALQUER DÚVIDA

Fica claro que a promessa de Volta ao mundo, para resgatar a Sua Igreja foi dita por quem já demonstrou com clareza o caráter de Sua Palavra.

Por exemplo, há mais de 50 profecias no Velho Testamento, que falam da volta de Israel à sua Terra, portanto já cumpridas. Uma delas refere-se ao ‘vale de ossos secos’ (Ez 37), justamente como Israel estava representado do ano 70 a 1947!

A língua hebraica foi restaurada em 1948, depois de milênios fora do sistema oficial e de ter sido superado pelo latim, com o advento do Império Romano, e pela universalização do grego!

“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”, Mt 24.35 (Is 40.8). Aleluia!

“Pois, gostariam de saber o que me sustentou ao longo de todos os anos de exílio entre pessoas cuja língua não entendia e cuja atitude para comigo era sempre incerta e frequentemente hostil? Foi isto: ‘Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século’ Sobre essas palavras arrisquei tudo, e elas nunca falharam. É a palavra de um Cavalheiro da mais estrita e sagrada honra”. David Livingstone, citação do livro O pastor Pentecostal (CPAD), Unidade 1 – Prioridades na vida do pastor (Pregação expositiva, George O. Wood).

REPENTINAMENTE

“Quem é esta que sobe do deserto, como colunas de fumo, perfumada de mirra, de incenso, e de toda a sorte de pós aromáticos?”, Ct 3.6.

A Volta do SENHOR Jesus se dará de forma repentina, pois é designada Arrebatamento. Este vocábulo indica ação repentina e ‘tirar com força, arrancar, levar, desprender, raptar’ e ainda a ação de veemência, e impetuoso’.

Note então que não será algo a demonstrar ação esperada, mas repentina, como rapto, isto é, com força, poder.

Por trás de uma piscada ou de um relâmpago há sempre um motivo. Pense nisto!, pois o Arrebatamento da Igreja (com inicial maiúscula, por ser único), ocorrerá num piscar de olhos, como ocorre um relâmpago.

TRÊS FRENTES DE SINAIS

Três grandes frentes de sinais estão à nossa vista e no contexto de nossos dias:

  1. ISRAEL. O SENHOR disse para ficarmos de olho na Figueira (Israel), em especial quando iniciasse o seu período de broto (depois nascem flores, seguida dos frutos e, finalmente, a colheita):‘Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão’, Mt 24.32.

Israel voltou depois de 2000 mil anos em dispersão pelo mundo, a partir da Diáspora imposta pelo Império Romano no ano 70. Em 1948 foi declarado nação. Portanto, a Figueira já brotou!

2. A IGREJA. Temos muito para comentar sobre a Igreja do SENHOR da atualidade. Além dos modismos, como Teologia da Prosperidade; Confissão Positiva (eu declaro, eu não aceito, eu profetizo, eu abençoo etc); a auto-consagração, lustração do ego, com nomenclaturas absurdas e fora do contexto do ministério cristão; os shows, os ídolos, a glamour; os ministros-executivos; a atração desenfreada pelo sistema político etc, são registros claros da fragilidade doutrinal, em oposição ao legalismo, que, em detrimento da doutrina e da ética, muitas vezes, toma espaço e cria uma espécie de ‘egocentrismo da (falsa) perfeição’.

Todos são cristãos!?

“Grande número de cristãos acredita que a unidade visível do Corpo de Cristo diante do mundo é muito mais importante do que a verdade doutrinária”, e “Se a doutrina bíblica não é o padrão final, então onde traçar os limites do que é ou não é cristão? O que fica então, no final, é apenas uma compreensão falsa ou superficial do cristianismo e é isso (e a teologia errada) que promove divisão entre os cristãos” (John Ankerberg, Os Fatos Sobre o Movimento, citado Obra Missionária Chamada da Meia Noite, 1996).

Dessas doutrinas loucas, divorciadas da racionalidade de Romanos 12, escrito para impor limites no embate entre gentios e judeus, na disputa de poder na Igreja em Roma, surgem os falsos Cristos (enviados de Deus), líderes que se autodenominam eleitos e cheios de jeitos e trejeitos, a brindarem com a simonia.

3. O MUNDO. Os sinais são incontáveis e não mais distantes e ocorridos em determinados e específicos lugares. Estão por todas as partes, incluindo o seu ambiente, a sua cidade, o seu lugarejo.

Os costumes e hábitos humanos mudaram; tentam mudar até mesmo a natureza dos seres criados, como no caso do Casamento, da Família, dos Gêneros humanos (macho e fêmea), incluindo o crescimento desenfreado e jamais registrado na história humana, do Homossexualismo.

Temos isto muito claro no Brasil, como advento da política da Esquerda, em especial com o partido do Governo federal. Eles são determinantes para que tais sistemas e padrões sejam alterados.

Pense nisto: Eles querem eliminar toda a influência à sociedade humana, da crença em um Ser Eterno, Deus, Criador, bases da cultura judaico-cristã.

Vários costumes e sistemas socioculturais partem da cultura judaico-cristã, como:

– FAMILIA (constituída de pai, mãe e filhos);

– CASAMENTO (de acasalamento, obviamente entre macho e fêmea, assim como ocorre no reino animal; não se conhece outro, pois não existe);

– Menino e menina (querem mudar a definição desse tipo de gêneros nas escolas);

– Domingo (de domínio – isto é, SENHOR, Aquele ou Quem domina –, então, literalmente Dia do SENHOR. É o sétimo dia da semana, quando o SENHOR descansou da Criação, portanto, é o dia de descanso.

– HOMEM (No sentido da palavra indica todo o ser humano, mas está implícito ser macho e fêmea, conforme Gênesis 1.27: “E criou Deus o homem… macho e fêmea os criou”, dentre outros padrões da própria natureza humana, a indicar a Criação divina.

Além disto, temos fatos interessantes que foram ditados por iniciativa cristã, na questão do direito, como: Proteção ao Idoso; à Criança; à Mulher; Pai e Mãe; direitos trabalhistas; abolição da escravatura (pelo inglês protestante William Wilberforce. Depois de sua campanha contra, o Parlamento Inglês, aprovou o fim da escravatura em 25 de marco de 1807, e forçou o mundo a acabar com a mesma) etc.

Caso eles consigam somente retirar a ideia de um Ser Supremo, SENHOR e Criador terão o seu intento garantido, pois tudo o que está acima, cairia por terra e seria implantado um Estado mundial de libertinagem, promiscuidade e, então, a ideia de Guevara: Se há governo sou contra!: a Anarquia. Neste sistema está implícito o amor livre (sem respeitar idade ou grau de parentesco, por mais próximo que possa ser incluindo pai e mãe!

O ALERTA DOS PÓLOS

Volto ao subsídio desse Estudo Bíblico para a Escola Dominical, que diz respeito ao estado de alerta da Igreja, pois sua Volta será repentina.

Insiro também tópico ALERTA DOS POLOS, de meu livro sobre Escatologia, editado pela CPAD: FRONTEIRA FINAL.

“Sob o título O Alerta dos Pólos, repetido neste capítulo, a revista Veja (abril/2007) publicou matéria especial sobre o degelo nos pólos. Até parecia uma revista evangélica, clamando ao arrependimento, conforme conclama Joel. O destaque foi nas mesmas proporções dos estragos verificados nas calotas polares: “…estragos causados pelo aquecimento global. A notícia não é boa: as calotas polares estão no limite da resistência”.

A Veja fala em grito de agonia e diz que as mudanças ocorrem com mais rapidez e intensidade que se pode sentir em qualquer outra região do planeta. “No Ártico, o ritmo da elevação da temperatura na atmosfera é o dobro da média global”.

A previsão de seu desaparecimento fica a seis anos mais próximos de nós que a prevista em 2005, conforme inserimos no início deste capítulo, ou seja, de 2066 para 2060. Parece longe demais, mas a considerar a idade da Terra, seja do ponto de vista da Criação, e muito mais do da Evolução, é muitíssimo pouco tempo. Equivale a uma existência, uma geração. “A calota gelada do Oceano Ártico deve desaparecer totalmente durante o verão a partir de 2060. Na escala geológica, meio século é um piscar de olhos”.

Embora a grande conseqüência deverá ser colhida por nossas crianças, a influência desse perda ainda hoje pode ser registrada em todo o mundo, pois não passa de um reflexo do desequilíbrio climático do planeta todo, e não somente dos pólos e para os pólos, pois, devido a baixa temperatura, eles acabam influenciando a temperatura global com um clima equilibrado. Com o degelo, várias cidades deverão sumir do mapa do mundo, prevêem os cientistas.

Para se ter idéia da preocupação com o que está ocorrendo nos pólos, onde se vê ursos branquinhos, parecendo àqueles grandalhões de pelúcia, farejando lixo, conforme mostra a revista, 66 países se envolveram em pesquisas. Serão investidos US$ 1,5 bilhão para patrocinar mais de 200 projetos, com dedicação de 10 mil cientistas.

Tudo isso por causa de um fato: aquecimento global. E o que a Bíblia diz: “E será a luz da lua como a luz do sol, e a luz do sol sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que o Senhor ligar a quebradura do seu povo, e curar a chaga da sua ferida”, Is 30.26.

Para estudar a questão a mostrar caminhos, foi criado o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática da ONU, sob a abreviatura IPCC. Um dos relatórios indica o Ártico como principal alvo do aquecimento global, por causa da elevação da temperatura acima da média mundial. As reações não serão nada boas. Segundo disse Veja o cientista oceanógrafo norte-americano Paul Berkman, da Universidade da Califórnia, “As regiões polares são como gigantes adormecidos: seu despertar será sentido com violência em toda a parte”.

Não seria melhor o homem começar o estudo a partir de outro ponto de partida? Não seria o pecado do homem a principal causa? Sim! E todo mundo fala disso, mas ninguém tem a ousadia de decidir pelo Caminho que realmente resolverá a situação. E o que a Bíblia diz novamente?: “E os homens foram abrasados com grandes colores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória”, Ap 16.8-9.

Aumento do nível dos oceanos

A cada ano que passa os oceanos estão ganhando 3mm em seu nível, em função da água que sai do derretimento das geleiras polares. Do total de degelo, somente a Groelândia e a Antártida respondem com 30% da elevação dos níveis marítimos.

Agora a tentativa dos glaciologistas é ainda mais alarmante. Segundo a revista, eles estão estudando esses gigantes de gelo, que funcionam como imensos reservatórios de água, prontos a liberá-la a qualquer momento, na tentativa de saber quando essa liberação chegará a ser medida em metros, na elevação do nível dos mares.

No quadro de comparação de emissão de CO² na atmosfera, do glaciologista Jefferson Cardia Simões, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e divulgado pela Veja, “O manto de gelo da Antártida se acumulou em camadas sucessivas à razão média de 5cm por ano”. Ele informa que a camada de mais de 3 mil metros é perfurada para medir a concentração de amostras de ar no decorrer do tempo. Assim, pode-se chegar à conclusão sobre a emissão de gases no decorrer dos anos, medindo a presença da poluição em cada camada correspondente.

O efeito estufa mostrou-se alarmante quando a concentração de gases na atmosfera, somou-se à emissão natural, os produzidos por erupções vulcânicas e pelo avanço tecnológico.

QUEM NEUTRALIZA TAIS AÇÕES?

A Luz e o Sal da Terra!

Abaixo publico um esboço sobre o significado do sal, conforme importância indicada pelo SENHOR.

VÓS SOIS O SAL DA TERRA

Mc 9.50

No contexto, o livro de Marcos lança para o fato de os discípulos estarem em dificuldade, e por isso expõe preocupações:

  • Sentimento de Ambição entre eles –v33-37

Ser o maior é o mesmo que ser o primeiro

  • Inveja e intolerância – v38-41
  • Escândalo – v 42-48

I – O sal natural tem Mistura (impuro)

  1. A) o sal retirado do Mar Morto era natural, pois mantinha em sua composição outros minerais, por isso era considerado impuro.
  2. a) Natural = sem preparo
  3. b) O cloreto de sódio sofre a umidade que o torna imprestável
  4. c) “Não presta” = ‘tolo’, ‘louco’
  5. d) Imprestável para o Reino

Ref: Lc 14.34-35 (Se degenerar n mais presta).

  • Perde o caráter de sal.
  • Perde as características de discípulo

II – Valor do Sal

  1. O sal melhora a qualidade da existência humana e a preserva da degeneração/destruição
  2. Sabor e poder de preservação (da corrupção)
  3. O discípulo se esmorecer, fracassar torna-se inútil ao Reino
  4. Perde o sabor gradualmente – não se nota até que seja tarde demais.

– Quem tem ouvidos ouça…

III – Seu emprego no Velho Testamento

  1. Nos sacrifícios (de manjares – cereais) – Lv 2.13

No de animais – sacerdotes espalhavam sal – Ez 43.24

  1. Usado na purificação – 2Re 2.19,21

(abolir a morte e a esterilização da água/profeta Eliseu)

  1. Como especiaria – Ed 6.9
  2. Elemento purificador após o parto – Ez 16.4

IV – Sua Importância

  1. Essencial e indispensável à sobrevivência humana
  2. Usado em operações de compra e venda
  3. Como salário (derivado do latim) – Legiões romanas recebiam sal como parte do salário – depois Soldo
  4. Via Salária (Via que dava acesso do produto à sede do Império Romano)
  5. Na Idade Média estradas foram construídas para escoar a produção de sal, dado a sua importância
  6. Figurava como sinal de nobreza – mesa com saleiro de prata maciça era usado como referência de lugar à mesa
  7. Os crentes sentarão à mesa com os Patriarcas e Apóstolos

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Com o resultado da eleição da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), alguns indicativos podem ser vistos, além dos próprios números. O prometido apoio dos dois grupos não teve 100% em Brasília. Isto traiu a confiança na vitória, em especial do pastor Samuel Câmara, obviamente.

Sua base perfazia o total de pouco mais de 11 mil, enquanto do pastor José Wellington anunciava 14 mil. As contas não batem, pois os inscritos não passavam de 24,2 mil, porém, aproximam. Nas minhas contas, mais realistas, considerando o grupo de apoio de pastor Samuel, totalizei 7.970 votos, isto é, dos 11 mil, os que realmente estariam presentes para dar o seu voto.

Menos 30%

Ocorre que, não obstante as inscrições serem reais, a presença deixou a desejar. A desistência aumentou de 25% na última eleição em Vitória, para os 30% atuais. Dos 24,2 mil compareceram somente 17 mil e, desses, 328 não compareceram às urnas, baixando o número para 16,6 mil votaram. Com isto, o índice de votantes desceu ainda mais, menos 31%.

Mesmo assim, o tempo preestabelecido – das 8 às 17h – não foi suficiente. Às 17h, muitos ainda permaneciam em filas, quando receberam senhas. As urnas foram abertas às 20h34, mas a contagem dos votos demorou ainda mais. Fiquei até o final da contagem e da emissão do relatório final (de mídia, sozinho), próximo das 5h30 da madrugada do dia 12.

Depois de considerar a desistência da eleição anterior, fiz a previsão de presença: 17 mil. Na pior hipótese, entre 16 e 19 mil. Cheguei perto dos números reais.

Outros números

A previsão do grupo de pastor José Wellington, no dia anterior à eleição, segundo o ministro Joabe (Maceió) era bem realista: 8 mil para José Wellington e 6 mil para Samuel Câmara. A diferença em percentual permaneceu praticamente a mesma, somente os números finais mudaram: 9 mil a 7,4 mil.

Parece que os números se alteraram no dia 11 – da eleição –, pois até o dia 10, os indicavam 14 mil presentes. Pastor Samuel mantinha 5 mil instalados em suas gigantescas tendas armados no local.

Resultados e os mais votados

Os números-resultados revelam alguns segredos. Pastor José Wellington recebeu 55% dos votos e, somente 751 a mais que pastor Temóteo Ramos, 5º vice; 801 a mais que pastor Jerônimo dos Santos, Conselho Fiscal (Sul); e 881 acima da votação recebida pelo pastor Antonio Dionizio (2º secretário-Centro Oeste), os três mais votados.

Eles formaram o grupo do vice, secretário e conselheiro mais votado e teve mais votos que pastor Samuel Câmara: 7.407 contra 8.252, 8.202 e 8.122, respectivamente.

Brancos e nulos: 26.7 mil

Os brancos e nulos também realçam as contas. Foram 21.218 brancos e 5.493 nulos, totalizando 26.7 mil. Os números foram multiplicados pela disputa de 41 nomes a 18 cargos.

A representatividade do Nordeste contou com dois nomes fortes: José Neco-Alagoas e Pedro Damasceno-Maranhão e, por isso, creio, teve um índice alto de abstinência: 1.117 brancos e 268 nulos.

Com a maior diferença (8.252 de pastor Temóteo contra 6.897 de pastor Eliel), os dois do Rio (Confraderj e Ceader), registraram 1.396 brancos e 310 nulos.

Os brancos somados para a 5ª secretária foram de 2.065, com três candidatos e disputa entre Jonas Francisco (6.932) e Isaías Coimbra (6.141), os dois do Rio, Confraderj e Ceader, respectivamente.

Na disputa pelo cargo de conselheiro-Sudeste (Luiz Mariano-Ceader-RJ e vencedor-6.278; Edson Vicente-6.163; e Samuel Rodrigues-Ciadspel-SP- 1.986) os votos em branco chegaram a 1.675 e nulos 349. Um número a menos (1.676), foram os brancos para 4º secretário.

Composição da mesa diretora

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As dezenas de seções eleitorais com cédulas que levavam até 4 minutos para conclusão do voto

Embora tenha vencido a presidência, pastor José Wellington não levou todos os principais cargos. Interessante que os eleitores votaram em duas cédulas-urnas: 1: presidente (1), vices (5) e secretários (5). Na cédula-urna 2: 1º e 2º tesoureiros (entre 5 candidatos); e 5 conselheiros (entre 12 candidatos).

A cédula 1 foi vencida, inteiramente, pelo grupo de pastor José Wellington; a cédula 2, foi vendida por membros do grupo do pastor Samuel Câmara, também completamente. Todos estes juraram fidelidade, isto é, de não mudar de posição e não aderir à política de pastor José Wellington, em documento assinado por todos.

Auditoria de contas

Com essa posição, eles pretendem analisar possíveis falhas discutidas em plenário, concernentes às contas da CGADB-CPAD. Para que não haja imposição ‘partidárias’, emoção acima da razão e ainda para não postergar e assumir culpas por omissão, segundo um dos tesoureiros-eleitos, deverão contratar uma empresa de auditoria independente para análise das contas.

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“E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse (Este primeiro alistamento foi feito sendo Quirino presidente da Síria). E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. E subiu também José da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém (porque era da casa e família de Davi), a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem”.

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Pôr do sol no pantanal sul-mato-grossense (Foto que tirei durante gravação para o Programa Movimento Pentecostal) – Corumbá ao Paraguai

Com a queda do homem, a partir de Adão e Eva, nossos primeiros pais e criados pelo Senhor, o próprio Criador prometeu dar-nos uma saída para o pecado, gerador da morte. Ele prometera levantar o Salvador da semente da mulher. Assim como o Inimigo derrotou o humano, o mesmo humano (Cristo em forma humana) destruiria o sistema de domínio do mal – o reino diabólico.

A promessa se estabelecera em Gênesis 3.16: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” e a declaração da libertação está revelada em João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más” (até o verso 19).

Jesus Cristo – o Messias dos judeus – é anunciado pelos profetas do Velho Testamento. O mais enfático é Isaías, que viveu por volta de 740aC. Isaías chega a enfatizar o sofrimento do Senhor na cruz, em seu capítulo 53:

“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca”.

Da linhagem de Judá

E Jesus nasce em Belém da Judéia, pois era descendente da linhagem de Davi – da região de Judá – de onde deveria nascer o Messias, conforme anunciado pelos profetas. Embora seus pais morassem na desprezível Galiléia, taxada pejorativamente de Galiléia das Nações ou dos Gentios, por causa da mistura de etnias, eram descendentes da Tribo de Judá e, no alistamento, imposto por Roma, tiveram de descer a Jerusalém, capital da Judéia. Lá, na vizinha cidade de Belém, nasce Jesus.

Com o alistamento, não mais havia vagas nas estalagens de Belém. As estalagens – como o próprio nome indica – eram um tipo de hotel, usado por viajantes. Como na época o transporte era por meio de cavalos, as estalagens contavam com local próprio para descanso e troca de cavalos, em especial por mensageiros – um tipo de correio.

Foi o local oferecido aos pais de Jesus – Miriam (o latinizado Maria) e José. Miriam era uma jovem, possivelmente com os seus máximos 16 anos, uma jovem-mulher e santa. Tanto ela quanto José pertenciam à linhagem de Judá.

O menino cresce ao lado do pai, um carpinteiro, mas, aos 12 anos, pouco antes de entrar para a fase adulta e de responsabilidade sócio-religiosa, que ocorre aos judeus aos 13 anos, é visto entre os mestres, os doutores da Lei (daí procede o termo tão usado hoje por especialistas em determinados segmentos) falando ‘dos negócios de meu Pai’, pois quando os pais o encontram, recebem essa resposta:

“E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. Ora, todos os anos iam seus pais a Jerusalém à festa da páscoa; e, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe.

Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos; e, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele. E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os. E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas. E quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu ansiosos te procurávamos. E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

E eles não compreenderam as palavras que lhes dizia. E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito. E sua mãe guardava no seu coração todas estas coisas. E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lucas 2.39-52).

Seu Nome

Ele recebeu o nome de Jesus (Salvador), o seu nome humano e Cristo, o nome divino, que significa Ungido ou Enviado por Deus (Messias). Porém, seu nome completo é Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor e Salvador, iniciais que, no grego, formam o acróstico – Ictus (o grego não tem jota, por isto inicia-se com ‘i’.  Ictus é peixe no grego, daí o símbolo-ícone usado pela Igreja primeva, inclusive como desenho de identificação, durante as perseguições.

Portanto o Senhor foi “Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor”, Rm 1.4.

Formosura e glória

Embora a visão de Isaías 53 ser muito forte e por isso mesmo levar-nos a pensar em sua representação física, como identidade perene – sem parecer nem formosura –, essa visão indica o momento durante o sofrimento na cruz, pois o Senhor manteve todas as características de um homem perfeito tanto pela santidade de Miriam e respectiva descendência, quanto pela semente do Espírito – o Unigênito do Pai (único do gênero).

Por fim, o retrato Dele à Igreja, por revelação em glória, está descrito em  Apocalipse 1.12-18:

“E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; e no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; e os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; e o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno”.

 FELIZ NATAL

Em especial nos dias natalinos, tende-se a misturar mercado, marketing, consumismo, culminando em uma comemoração ambivalente. Entretanto, é importante não esquecer que o Filho do Criador nasceu e ‘habitou entre nós’ (Jo 1.14): construiu uma segura casa e nos convida a habitarmos nela.

Dentro dessa metáfora, está o fato de a cultura oriental manter o seu convidado em plena segurança, sem importar-se com o custo disso. No caso de Jesus Cristo, para dar-nos plena e eterna segurança, o custo foi a sua própria vida, pois “O castigo que nos traz a Paz estava sobre Ele” (profeta Isaías).

Para entender a sua mensagem, nem sempre clara nas palavras humanas, a ação criadora do ‘Haja luz’, ilumina a compreensão humana pela própria excelência de sua revelação. Com isto, os nossos efêmeros passos brilharão, até que haja abundância de conhecimento, para a experiência de uma vida próspera e acima do factual.

Portanto, a revelação de sua grandeza reduz a existência humana a uma semente, para que uma nova Vida de sublimidade possa brotar.

Nele!

Mesquita, Antônio

Ministro do Evangelho de Cristo

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