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Surge da escuridão o novo modismo em prédios de igrejas

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Igreja-Batista-da-Lagoinha- DEPOIS - PRETO

Igreja da Lagoinha: antes e depois com a tonalidade escura

Com prédios pintados de negro, a novidade agora nas igrejas é a discrição. Então, para que isso seja real, nada melhor que dar um tom de negrura, numa flagrante filosofia da obscuridade, tendo em vista as culturas, a tradição, os costumes e o determinante ponto de vista bíblico.

ARGUMENTAÇÃO

Os argumentos são plausíveis, ao menos do ponto de vista meramente humano:

1- As pessoas se igualam, pois todas ficam meio que no anonimato, tipo ‘escondidas’ no escuro.

2- A atenção não se dispersa e passa a ser inteiramente voltada ao palestrante, ao púlpito.

3- Melhora a definição de gravação de imagens.

4- Não há julgamento estético, pois a pessoa pode estar totalmente ou parcialmente vestida, feia ou bonita, apresentável ou não, tatuada, com piercing ou com a pele limpa etc, que não fará diferença na escuridão….

5- Seria mais ou menos a mesma filosofia do uso da caveira, a indicar que todos devem ser iguais, como as caveiras. Ninguém é melhor que ninguém, todos são caveiras!

Bem, são argumentos fortes e que não podemos ignorar, porém, penso que o mais alto de todos seria mesmo o modismo, o ser diferente, mais atraente.

Seria uma resposta ao crescimento de novos modelos propostos pelo avanço e adaptação antropológica, ‘um modo de autoconhecimento que é a identidade, diferenciando os grupos em função de suas idiossincrasias e adaptação em ambientes distintos. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Antropologia.

CONCEITOS DO NEGRO

Os conceitos desse tipo de imagem estão associados à morte, mistério, medo e desconhecido. ‘…é a ausência de toda a cor ou luz e, em todo o mundo, está associado ao mal. É a cor do mistério, da penitência, da condenação, da angústia e representa o submundo.

‘Na Astrologia, o negro simboliza Saturno, numa referência ao deus Saturno, que é a divindade grega da velhice e da morte’. Também ‘No Yin Yang o encontro do preto e do branco representa a união de energias opostas’.

Ainda no meio místico, o negro também é visto como representação negativa. Em ‘O verdadeiro significado da cor…’, a explicação sobre as características dessa cor, lança para a ideia de ‘ser a mais escura de todas as tonalidades existentes. Assim, o seu sentido vem justamente desse fato e pode ser entendido como alguns sentimentos negativos. É o caso do medo, tristeza, morte ou solidão”. Ela produz ainda ‘a melancolia e tristeza, pois é essa sensação que temos quando estamos em ambientes escuros”. Fontes:

https://www.astrocentro.com.br/blog/bem-estar/significado-cor-preta/https://www.dicionariodesimbolos.com.br/cor-preta/ – (http://www.portaldomarketing.net.br/o-significado-das-cores-o-preto-em-propaganda-publicidade-e-marketing/

‘VIVA A SOCIEDADE ALTERNATIVA’

Essa busca vem desde a sociedade alternativa, da oposição ou contracultura que marcou o século 20, por meio das transformações políticas e culturais. O movimento hippie (Woodstock, 1960), atacou a forma tradicional e conservadora das famílias.

Derivado de hipster, termo usado para o movimento de ativistas negros, a ação recebeu a alavanca de artistas e músicos.

Deu-se início à contestação, liberação geral e amor livre, anarquia, viagens psicodélicas/coloridas, pelo uso do LSD, do transe para a desassociação da realidade e uma nova proposta de visão de mundo, saindo da hierarquia patriarcal, mas também retrocedendo aos rudimentos homossexuais gregos da misoginia. Foi um tipo de jornada do êxtase, para a diluição de si mesmo, em busca de uma forma alternativa, desvinculada de tudo quanto existia, existiu ou que se propõe.

A ARTE CRÍTICA

Ao escrever sobre Steve Jobs, o célebre inventor digital, Arnaldo Jabor, em Steve Jobs criou uma ‘ciência alegre’, diz o seguinte: “Steve Jobs, filho da contracultura, da arte crítica, de Dylan e Picasso, do LSD que o ‘descaractizou’, criou uma espécie de filosofia prática, ‘de mercado’, indutiva, para além de explicações genéricas, de grandes narrativas universais”, e ainda: “Ele nos ensinou a transgressão contra uma sociedade conformista e obediente… Pense diferente! Meus computadores são para os rebeldes, loucos e desajustados”. A Cidade, C-3, 11 out. 2011.

Avanços se seguiram e nos anos setentas, chegou-se à realidade da flexibilização das regras, e a cultura da “esculhambação nunca foi tão grande”, diz a manchete do caderno Ilustrada, Folha de São Paulo (31/7/91).

A Folha continua afirmando: “mas é certo que, a partir dos anos 70, instaurou-se – (…) –, uma cultura do mau gosto, da violência estética, de selvageria texana. A breguice deixou de ser ingênua e marginal”.

E ainda, “…Vive-se numa situação em que o malfeito, o precário, o propositadamente ruim e grosseiro e o lixo são canais legítimos da expressão… Esta sociedade em que vivemos parece impelir tudo à brutalidade e à esculhambação”.

SHOW DE MUDANÇAS

Todos os ingredientes desse tipo de culto, propostos em sua maioria por cantores que se tornaram pastores, como paredes escuras, canhões e telões de led e jatos de fumaça, chega ao ápice por meio do ‘estilo de luminosidade psicodélica e altamente chapante, que causa a seus observadores a sensação de FPS. Muito utilizada em Raves para agravar os efeitos de drogas como LSD e Ecstasy’. Seu funcionamento piscante leva você também a piscar sucessivamente, com a luz estrobofóbica.

NA REAL: OS MELHORES EFEITOS

Entretanto…, para a comunicação eficiente e transmissão e captação em um auditório/culto, segundo especialistas a cor deve ser a mais clara possível. As explicações estão na ciência, em especial a fisiologia humana, no que diz respeito à atenção e consequente aproveitamento.

Algumas empresas estabelecem ambientes de trabalho e/ou palestras com excelência no que diz respeito à claridade, luminosidade. Paredes são pintadas de um branco mais reluzente possível, luzes claras ao máximo e forro igualmente claro.

Todo o mobiliário também não deve ser madeirado e aproximar-se ao máximo da claridade, sem deixar que cores mórbidas estejam à mostra, como forma de manter a pessoa longe de qualquer possibilidade de sonolência, sob constante empatia.

Do lado científico está a produção do hormônio do sono, denominada Melatonina, que só é fabricado após o metabolismo fazer a leitura do ambiente, que deve estar completamente sem luz, portanto escuro. É quando há redução de hiperatividade, déficit de atenção e sonolência, pois o sono reduz o gasto de energia.

O QUE A BÍBLIA DIZ

Obvio que não estamos falando em Igreja – o Corpo de Cristo -, mas em prédios que abrigam reuniões periódicas de igrejas. Também não se fala em templo. O templo (do Espírito Santo) é o crente. Portanto, não há uma regra sobre a cor desses prédios, mesmo porque a igreja só conheceu tais prédios quase que dois séculos depois de seu início. Templo é algo próprio de religiões não-cristãs e até da religião judaica, mas pouco tem que ver conosco, pois somos igreja e templo de Deus, como pessoa.

Com a consagração de templos, como morada divina, terceirizamos a necessidade de sermos consagrados e projetamos tal consagração ao espaço físico, a um lugar: templo, casa (de Deus), púlpito, monte etc, quando nós mesmos devemos acomodar, dar lugar a ação divina, ao sagrado: sermos consagrados (a Ele).

Porém, nas Escrituras o claro está associado ao puro, à glória. Não propriamente a cor, pois ela jamais pode dar a dimensão da santidade divina e sua glória, mas o aspecto da própria santidade na pessoa, em forma de luz, brilho. Isto indica clareza de propósitos, de decisão e compromisso:

‘O seu resplendor é como a luz; raios brilhantes saem da sua mão, e o … será a tua luz para sempre, e o teu Deus será a tua glória e teu esplendor eternamente’, Hc 3.4.

‘O seu resplendor é como a luz; raios brilhantes saem da sua mão, e o … será a tua luz para sempre, e o teu Deus será a tua glória e teu esplendor eternamente’, 2Sm 22.13.

‘Então um dos anciãos me perguntou: “Quem são estes que estão vestidos de branco, e de onde vieram?’, Ap 7.13.

‘Ainda que os seus pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve’, Cr 13-14.

Por outro lado, o negro nada tem que ver com a cor preta, mas indica justamente a ausência de luz: ‘E a luz resplandece nas trevas…’, Jo 1.5.

É como o frio, que só existe em função da ausência de calor. É a ausência do bem em oposição ao mal: ‘Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!’, Is 5.20. Indica separação de Deus: ‘Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes’, Mt 25.30. Portanto, a Bíblia não trata de cores, mas de luz e trevas.

PRETO E NEGRO

Usei a descrição negra em vez de preta, em função da forma mais aceitável quanto à cor de pele: preta, em oposição ao branco, como até preferem afrodescendentes. Negro é pejorativo já que tudo que é ruim tem essa descrição, como buraco-negro, magia-negra etc.

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Por meio da própria ação norteada por espíritos, o médium de Goiás pode alegar que as mulheres não tiveram relações com ele propriamente, mas com as entidades incorporadas nele, mesmo com o atrativo da personalização do atendimento, que além do próprio ocultismo também é secreto.

Embora condenado pelo cristianismo, por meio de sua regra mor, a Bíblia, especificamente pelo SENHOR Jesus, esses espíritos são denominados por suas esferas de ação. Dentre eles está o conhecido no meio como Pomba-Gira, que atuaria no desvirtuamento sexual, chamado pela Bíblia como ‘outro sexo’, adultério, pedofilia, abusos, necrofilias etc.

Seriam os tais guias espirituais, ligando a pessoa, através de marca própria, a tal egrégora, um tipo de DNA espiritualista. Segundo gurus e magos, essa entidade absorve ou emitem energias. É mais ou menos como dita a física quântica teórica, em que a pessoa absorve energias ruins de falas, ambientes, músicas etc.

SOBRENATURAL ASSOMBRA

Fatos envolvendo o depoimento do espírita apontam claramente para o sobrenatural: Escrivão quebra o braço, o filtro (fio de extensão) explode e causa gritos de susto, medo e queima frigobar, enquanto computador altera comandos aleatoriamente. A oitiva teve de ser transferida para Goiânia. (www.noticiasgospel.com.br).

Dentro dessa mesma teoria, um criminoso, por seu advogado, alegou justamente essa orientação espiritual para suas mortes sequenciais, impiedosas e implacáveis (Tribunal de Juri/Catanduva-SP, assassinato de Marisônia, 1988).

EVOLUÇÃO DOS ESPÍRITOS

Com o francês Allan Kardec veio o que justificaria intervenções como as atuais. Ele criou a teoria do periscópio, a indicar que o corpo material possue elo com o espiritual ou alma (para o espiritismo é um só elemento – dicotomia).

Então, doenças e certas disfunções seriam impregnações deixadas de reencarnações passadas no tal periscópio.

FONTES EQUIVOCADAS

Além das controvérsias de Abadânia, médiuns famosos no Brasil tiveram mortes estranhas: Zé Arigó, Edvaldo de Oliveira, Oscar Wilde, Waldemar Golvin morreram de trágicos acidentes de automobilísticos; Carmine Mirabelli, de atropelamento; Edson Queiroz, assassinado a facadas; e Gilberto Arruda foi vítima de espancamento. Chico Xavier, que começou recebendo espírito de traquinagem, ‘também era homossexual’
(Revista Lada A, em matéria que envolve o médium Gasparetto).

INCONGRUÊNCIAS

Por sua autoridade, especificamente nas questões espirituais, as Sagradas Escrituras tratam do tema. Refuta a questão da divisão entre espíritos bons e ruins, na esfera das consultas, afirmando que de uma mesma fonte não pode jorrar água doce e salgada.

Também os que morrem não mais tem ligação com os vivos, conforme o SENHOR ensina na questão da morte do mendigo Lázaro e o homem rico (Lc 16.19-31), e que não teriam maior crédito que os Escritos Sagrados (v31).

O mesmo diz respeito à suposta aparição de Samuel (1Sm 28), não sustentada pelo exame cuidadoso e responsável da hermenêutica bíblica.

Em todos os casos, Jesus confronta tais espíritos expulsando-os, sem esboçar qualquer possibilidade de contato, consulta ou familiaridade.

Em toda a Sagrada Escritura há condenação para a necromância e qualquer outro tipo de acesso a espíritos, seja de mortos ou de decaídos. Fala sobre consulta a ‘espírito de feiticeira’ (1Sm 28.8), e o profeta messiânico Isaías (8.19) é contundente quanto à incoerência ao indagar: ‘A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?’, mostrando a coerência: ‘E não recorrerá um povo ao seu Deus?’ (Espírito).

Dentre todas as evidências cristãs, o maior e mais evidente está em 2Coríntios 11: ‘E não é maravilha porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz’. A passagem alcança os envolvidos: ‘… o fim dos quais será conforme as suas obras’ (v15)

CRISTÃOS IMUNES?

‘Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência’, 1Tm 4.1-2.

MINHAS VIVÊNCIAS

Na Teologia não só estudamos a História da Igreja, mas também as religiões. Pondo-a em prática, por meio das experiências diárias e empoderações aprendemos a teleologia.

CAMPO FÉRTIL

De pais católicos romanos vivi toda a mística religiosa do sincretismo entre a igreja católica e o espiritismo. Meu pai lia Allan Kardec, e cheguei a frequentar centro espírita com minha mãe, antes de sua conversão cristã, por conta de traquinagens de espírito em minha casa.

Depois de certo tempo, um de meus irmãos passou a frequentar centro espírita, tipo umbanda. De vez em quando, minha casa virava um centro de horror dantesco. Esse pobre irmão era submetido a cenas humilhantes e não menos horripilantes por incorporações.

Sem saber o que fazer e por ignorância, a única saída era chamar um certo ‘guru’ do segmento, que passava a torturá-lo com as místicas palmas-de-são-jorge, como se o espírito estivesse sendo subjugado. Esse mesmo espírito dizia, por meu saudoso irmão, que ele era o seu cavalo.

Meu irmão teve uma existência tribulosa. Enveredou-se no mundo das drogas e acabou morrendo de forma trágica. Pouco pudemos fazer por ele. Naquela época, ainda éramos neófitos na Fé cristã.

CHARLATANISMO

Quando atuei em um dos maiores jornais do interior, acompanhei um caso de cirurgia espiritual. Embora fosse cristão, meu editor se dizia ateu, e o diretor de Redação espírita tive a liberdade de escrever o que realmente vi.

Havia testemunhado um caso típico de charlatanismo, ao menos naquelas circunstâncias. O ‘operado’ gemia de dor, sob o risco desinforme da unha da médium. Nos intervalos do risco assimétrico nas costas, em direção à coluna vertebral e os gemidos de desespero, ela passava água oxigenada que, misturada ao sangue, formava um líquido de cor assemelhada a pus, justamente a ‘deixa’ para ela vaticinar: Olha como a infecção está saindo!

SEM FRONTEIRAS

Expulsão de espíritos sempre foi uma prática comum na Igreja, antes mesmo de sua fundação por Cristo.

Em uma delas que participei, a pobre mulher carregava uma agulha espetada ao corpo: era para furar os olhos e não mais ver o espírito amedrontador, que se apresentava a ela, tipo gnomo, cabelos espetados, um verdadeiro monstrinho! Foi de arrepiar. Ele foi expulso e, caso não fosse a levaria a furar os próprios olhos.

Décadas depois estive na África do Sul. Pude visitar uma mulher com o missionário local. Ela havia sido liberta de possessão. Falei com ela e a descrição do espírito era a mesma da mulher do interior de São Paulo.

FAKE OU VERDADEIRO?!

Existem sim ações por intervenções espirituais, pois o espírito trafega acima da matéria, mas existem linhas tênues entre o que é sabotagem humana, ação da própria mente, como por sugestionamento, ação realmente espiritual e, por fim, o domicílio: Se o Espírito do Altíssimo ou o Espírito que caiu do Alto!?

DISTINÇÃO

Para determinar o certo ou errado, antes é preciso conhecer e experimentar o verdadeiro.

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‘SE O SAL FOR INSÍPIDO, PARA NADA MAIS PRESTA’

Sinto-me triste, estapafúrdio e quase genuflexo, diante de pessoa que tanto gosto, a defender o indefensável. A se meter com partido notadamente nefasto, a fazer vistas grossas ao execrável, com passos largos e mente leniente, como se caminhasse em direção a um abismo, sem que ouça os gritos de alerta sobre o iminente perigo.

Parece trafegar esse lodaçal incólume, com a fechadura da mente fechada e a chave emperrada. Estou exausto de tanto mostrar-lhe a realidade do ponto de vista humano, intelectual, moral, ético e, até espiritual, mas parece-me que os gritos vão se perdendo e ele escuta, mas não ouve, não consegue processar o sentido das palavras, a concatenar as ideias elencadas.

Posta-se tal qual os companheiros do apóstolo Paulo, por ocasião e seu encontro com o SENHOR e sua subsequente cegueira, até que as escamas caíram-lhe dos olhos. Todos ouviram um barulho, mas somente o apóstolo ‘copiou’ a mensagem.

Fica claro que ainda hoje, o SENHOR fala por revelação, mas não a todos, a deixar outros caminhando como ‘automatus’, como querem.

Chegam à insolência da tentativa de provar o improvável, negar o fato, criar factóides, acusar de seus próprios crimes, negar a verdade, desdenhar o Sagrado, sem medir esforços para justificar os maus, por causa do fim preestabelecido.

Usam todos os ‘ismos’, em especial o Ativismo (empoderam); o Pluralismo (incluem tudo e todos, em um verdadeiro vale tudo); o Hedonismo (irrompem contra Deus, a Criação e à própria natureza, abominando a dualidade macho e fêmea, e criando dezenas de – outras – classificações); o Humanismo (o homem e não Deus em primeiro lugar); o Relativismo (excluem o Absoluto divino, como a Verdade etc); e ainda tentam o último engodo, o Vitimismo.

Mesmo sem pátria, empunham bandeira, cor e hino próprios. A religião é o próprio partido, uma verdadeira seita, com inclusive recolhimento de 10% de contribuição dos camaradas, a atuar com a máxima hipócrita de Judas, negando a oferta sagrada e ‘dando-a aos pobres’, dando a César o que é de Deus…

As leis são próprias, pois cuidam ‘em mudar os tempos, e a lei’ (cf Daniel 7.25), e criam outros seres humanos por leis, como imposição da quebra de gênero.

Enfim, se dão muito bem ‘com a grande desonra infligida para um julgamento público’, a ignomínia, e o execrável é o seu memorável deleite.

Portanto, não lhes seria difícil se misturarem com a multidão à moda Adélio, em busca de sua justiça esquizofrênica, e optar pelo ‘filho do pai’ errado (Bar’abás), desdenhando o Messias da Bíblia (oportuno né?!), o verdadeiro Bar Abbas – Filho do Pai.

Por que até religiosos, que se dizem fiéis – note que Adélio carrega também no nome ‘Bispo’ e ‘Oliveira’, essencialmente bíblicos – traem a razão e a lógica da Fé cristã?! Pela mesma razão dos companheiros de Paulo, pois somente a um grupo seletivo (escolhido) é dado saber os mistérios do Reino de Deus, enquanto outros, mesmo vendo ‘não percebam, ouçam, e não entendam’ (Mc 4.11-12; Lc 18.34).

Não existe comprometimento, alinhamento da Igreja ou de sua liderança, mas a opção (única), para impedir o pior. Bolsonaro pode não ser ‘o cara’; mas estamos diante do exercício da dualidade entre o melhor e o pior.

A Igreja sabe muito bem do que são capazes, pois já foi vítima dos mesmos em várias ocasiões, inclusive com o mesmo nome, como na Albânia, com o Partido dos Trabalhadores da Albânia, o Partia e Punës, que destroçou o país. Também na Europa, com a União Soviética, muitos pastores foram presos, torturados e mortos. Comunidades inteiras fugiram deixando tudo para trás. E não se esqueça, o partido de Hitler, que dominou durante exatos 14 anos, foi o PARTIDO nacional socialista DOS TRABALHADORES (o Nazi).

Não se trata aqui da suposta ação de envolvimento com determinado candidato, como já enfatizei, nem da perda do peso da crítica, por proximidade ou filiação político-partidária, mas de portar-se como sal e luz.

Neste caso, o sal deve evitar o apodrecimento da carne (humana) e arder nas feridas ou será considerado insípido, imprestável. Enquanto a luz serve para alumiar o caminho aos perdidos, vendados ou sob ilusão mediática.

Esses dois elementos, que simbolizam o crente, conforme parábola proposta pelo SENHOR, se encaixam perfeitamente na exortação do apóstolo Tiago, que escreve sobre a postura do cristão, a figurar como exemplo, para servir de referência, influenciando a sociedade de forma tão intensa, a ponto de mudar comportamentos.

Evitemos o apodrecimento social por meio de atitudes, sem cairmos no engodo de mensagem fabricadas em série, com o intuito de inibir a ação da Igreja.

Já alertava pastor Martin Luther King: ‘O que mais me incomoda não é a ação dos maus, mas o silêncio dos bons’ (contextualizado).

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EVANGÉLICOS SERIAM OS VILÕES POR CALAREM UM PARTIDO CORRUPTOR?!

Temos ditos teólogos, que levantam a voz para a sutil defesa da bandeira vermelha, distantes do vermelho sacrifical de Cristo. Não medem esforço para críticas a pastores e evangélicos em geral, por declararem abertamente a preferência pelo militar da reserva, capitão Bolsonaro.

Nem todos são tanto Bolsonaro quanto opositores à quebra de paradigmas básicos, morais e éticos de uma sociedade, de uma nação, uma pátria.

DES-ALINHAMENTO?!

Falam de alinhamento a preceitos bíblicos-cristãos, sob crítica a princípios militares, a partir da repressão à tentativa de tomada do país pela guerrilha e imposição do regime comunista em 64.

Realçam as ditas torturas nos quartéis e presídios, na épica guerrilha encabeçada por jovens guerrilheiros, treinados em países comunistas, como em Cuba.

Eles investiam contra quartéis, assaltavam bancos, impunham o medo, por meio de atos terroristas, como as Farcs e tantas outras guerrilhas, como o Sendero Luminoso no Peru, onde pastores, igrejas e cristãos (evangélicos) foram presos, seguestrados, torturados e mortos. Ouvi testemunhos assustadores em Arequipa.

CAMINHOS ESCOLHIDOS

Houve, portanto, uma disputa de poder, por meio de guerra cruel e armada, com baixas nos dois lados. Os ataques foram contra as instituições, símbolos e estruturas nacionais.

‘Talvez o grito da crise da razão iluminista, que criou o conhecimento para eliminar pessoas’ (Hanna Arendt). Está contido na ideia de que o conhecimento pode ser técnico, mas o exercício do pensamento dá sentido ao próprio ser, o ego. Não posso ser absoluto, para fazer o que acho que está certo.

RESTABELECIMENTO DA ORDEM

Depois de vencer aos ataques, as Forças Armadas dominou a situação e assumiu o poder político-administrativo
do país – caminho óbvio -, até à
normalização democrática, para ceder à eleição presidencial direta.

Caso a guerrilha vencesse, seria seguida de perseguições e milhares de mortes pelo pelotão de fuzilamento, como ocorreu em Cuba – óbvio também.

Os perdedores não se deram por vencidos e, no poder, usaram-no para anistias com pomposas e infames reparações financeiras, pois ‘os valores são rapidamente trocados na experiência do totalitarismo’ (idem).
Não foram vítimas, mas parte de um dos lados de uma guerra armada.

O LIBERALISMO

Esses teólogos, por sua escolha de lado, a esquerda (socialismo, redundância para comunismo), justamente o regime repressor, tirano, ditador e cruel contra a Igreja, seus pregadores e missionários pelo mundo, com prisões, torturas e mortes, realçadas pela crueldade. Portanto são liberais, isto é, não crêem na atualidade das doutrinas básicas cristãs, descreditando sua autoridade e relatativizando tudo.

EXEMPLO DE GUERRILHA
E CRIMES NA BÍBLIA

Temos no Novo Testamento o registro de crime de guerrilha partidária, com escolha clara por um dos dois lados.

Trata da opção entre o Filho do Pai, Jesus Cristo e pelo também ‘filho do pai’, no aramaico, Bar-Abbas. ‘E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte’, Mc 15.7.

No julgamento de JC pelo governo romano da Província da Judeia, Pôncio Pilatos, o povo ignora o seu Messias e opta cegamente por Barrabás, natural de Yafo, sul da Judeia, provável membro do partido dos Zelotes. Também é identificado como salteador e/ou assassino.

Essa organização política atacava legiões do exército romano. Barrabás foi preso após um ataque desses, em Cafarnaum, em que um soldado fora morto, conforme o texto sagrado: ‘E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte’, Mc 15.7.

REINO E NÃO IMPÉRIO

Não obstante Israel ser uma nação teocrática, e o judaísmo até tomado como adjetivo pátrio, a Bíblia silencia quanto a ação exacerbada de Barrabás, e não o toma como herói. E olha que antes dele, os heróis Judeus Martelos, os Macabeus, fizeram o mesmo, por meio da tática de guerrilha.

Isso porque o SENHOR veio para anunciar o Reino de Deus – ‘o meu Reino não é deste mundo’ – e não um império, e mostrar que aquilo que tem viés espiritual precisa ser vencido por ação igualmente espiritual. Também condenar as obras do mal e a suposta justiça que Barrabás estaria buscando, associando-se à morte, por meio de uma atividade à margem da sociedade.

Considera-se ainda os romanos como corretivo usado por Deus para condenar o pecado nacional e provocar a conversão ou volta dos israelitas a Ele, mas ‘o príncipe deste século, cegou-lhes a visão’.

Os teólogos da época, toda a classe sacerdotal, com escribas, saduceus e fariseus, e raríssimas exceções, estavam tão secularizados, que também não conseguiram separar o profano do sagrado e tornaram-se partidários, provocando dissensões, heresias, a suscetibilidade e enfraquecimento da nação, levando o povo, como consequência, ao sofrimento extremo.

JUSTIÇA FRAUDADA

Então, a premissa equivocada deles, não poderia ser concluída com sucesso. O extremo chegou a tentar eliminar Aquele que parecia apoiar os dominadores de Roma, ‘parecia’, pois a sua realidade, embora sob realces quase inquestionáveis, nem sempre é a mesma divina, uma vez que coisas que enlouquecem, aprisionam a razão

Não havia como condenar Jesus, o Cristo, não obstante uma série de acusações mentirosas apresentadas, como verdadeiros fake news, pelos religiosos, de antemão, condenados pelo SENHOR. Porém, o vulgo, insuflado por sacerdotes e opositores à atualidade sagrada, ignorantemente, clamavam contra o Messias judeu.

Esse mesmo populacho, ignorante e sem as devidas informações, privilégios das classes sacerdotais, que os incitava, aceita o (falso) ‘filho do pai’ e rejeitam, por maioria absoluta, o verdadeiro Filho do Pai, o Ungido, Enviado, Cristo.

Faltou ao povo líderes para levá-lo ao conhecimento e escapar do vaticínio: ‘Eis que o meu povo está sendo arruinado porque lhe falta conhecimento da Palavra. Porquanto fostes negligentes no ensino…’, Os 4.6. Eles estavam justamente com ausência de orientação, aio, guia, como ovelhas sem pastor, sob uma pedagogia sem ‘pai’, equivocada e sem aprendizagem.

Hanna fala do holocausto hitleriano e alerta sobre a troca do obedecer pelo apoiar, como meio de antever a justificativa do ‘eu não sabia’.

Finalmente sofreram as duras consequências de suas escolhas, empurrados até ao reduto montanhoso de Massada, onde foram massacrados pelos romanos, após destruição total de seu centro sagrado, o Templo de Jerusalém, a própria pátria, e serem desterrados. Nos encombros do monte no deserto da Judeia, hoje eles fazem o juramento:
– Massada, nunca mais!

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Povo disputa espaço para registrar captura de Lula gigante

Com a ‘anormalidade brasileira’ da prisão de um ex-presidente, aumentada por ser um notório líder de esquerda, o país tende a encontrar o caminho das normas, das regras, da normalidade.

Grupos soltaram fogos de artifício e comemoraram de forma ácida o fato. O homem que ascendeu como um rojão, desceu vergonhosamente como foguete!

ESPERANÇA DE BANCÁRIOS OU DE BANQUEIROS?

Ele tornou-se a esperança dos miseráveis, descamisados e dos sem-nada, dos injustiçados. Porém, ao seu lado juntaram-se também os visionários, que perceberam no metalúrgico Luís Inácio da Silva uma oportunidade única de chegar onde queriam. O terreno estava sulcado, fertilizado, preparado. Era só jogar a semente!

Lula subiu e as duas frentes lutaram para ganhar seus respectivos lauréis: Mais espaço, garantias, igualdade e justiça; mais poder, dinheiro, riquezas e glórias! O segundo venceu e arrastou Lula, em vez de ser arrastado por ele! Não foi por falta de tentativas: de calar a imprensa, censurar o Judiciário, desarmar as polícias, aparelhar o Estado, destruir bases, tidas como conservadoras…

Em vez de ganhar quem estava sentado no banco da praça, à espera de uma oportunidade, ganhou os que estavam fumando charuto cubano, sentados dentro do Banco na praça!

SEM CARRAPATICIDAS

Ninguém que sobe ao poder compromissado com ideologias e partidos poderá vencer seus comprometimentos e patrocinadores. A galinha dá o ovo, e a vaca o leite para a festa, mas depois vão querer comer o bêicon do porco!

LULA PROTAGONIZOU DUAS VIRADAS!

Se Lula foi a virada de um sistema política para outro, ao se eleger presidente do Brasil, essa prisão torna-se símbolo da virada de outro círculo ao país.

Lógico que sua prisão pode ser vista como injusta pelos seguidores daquele primeiro Lula, que não mais existe. Aquele era plebeu, este Lula preso é elite.

Ainda ‘injusta’ porque ficaram para trás Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Michel Temer, Aécio Neves, José Serra, Romero Jucá, Renan Calheiros, José Dirceu, Antonio Palocci… Permanecem presos o ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, e o troféu sexagenário Paulo Maluf. A maioria dos nomes acima são ligados a Lula, ao PT ou teve alguma ligação com os dois.

DAS BASES ECLESIAIS DA IGREJA CATÓLICA À QUEDA DOS DOIS

Por outro lado, Lula foi o mentor de todos. O ideário do PT-Lula era fazer do Brasil o que queriam Che Guevara e Fidel Castro, com respeito à América Latina, mas ‘foram traídos’ pelo fascínio do poder e detonaram Cuba.

Fizeram o mesmo os dois da Venezuela. Chaves abriu as portas para a podridão de Maduro. A história se repete dentro de uma sistemática, radical e falida ideologia. Na Albânia, o Partido do Trabalho da Albânia (Partia e Punes), também conhecido como Partido Comunista da Albânia, igualmente levou o país à miséria. Restava ainda o então recém-criado Fórum de São Paulo.

RELIGIÃO E POLÍTICA, A ESTRATÉGIA DE CONSTANTINO SE REPETE

Das bases eclesiais da Igreja Católica Romana, com a chamada Teologia da Libertação e preferência pelos pobres, nasce o PT em 1980, com filiação estrondosa, graças ao apoio da própria Igreja Católica Romana, conforme o escritor espanhol Luís Mir.

Base semelhante também foi criada pelo visionário e controverso Constantino. Após lutas ele alcançou a liderança do império romano e, posteriormente, da Igreja, por força de sua função, impondo tolerâncias a cristãos, convocações e liderança de concílios, nomeações de bispos, e ainda estabeleceu Roma como matriz de todas as igrejas, nascendo daí a denominação ‘Romana’, em oposição à natureza da Igreja, Jerusalém!

BASE SÓLIDA

Homens com ideários, seriedade e firmeza nas propostas do partido, como o católico praticante Plínio Arruda Sampaio abraçaram a proposta. Mas, a partir das denúncias de corruPTções (neologismo que criei pós denúncias), como o Mensalão, o partido enfrentou o esvaziamento de idealistas-fundadores, como o próprio Plínio Arruda, Heloísa Helena, Babá, Bicudo, Marina da Silva, Gabeira, Cristovam Buarque…

AVANÇOS QUE NÃO CHEGARAM A FECHAR O CÍRCULO

Alguma coisa foi feita em termos sociais? Lógico que sim! O acesso às universidades foi um salto monumental. A aceleração na construção de casas populares também. Tivemos ainda alguns marcos de progresso, mas com a ausência de gestão, aliada à gana por dinheiro fácil, patenteada pela corrupção estão apodrecendo. Foram bilhões jogados ao lixo, mas que deram start aos saqueadores do país.

Empresas públicas ampliaram a visão na questão de humanização, com salários melhorados e ganhos com assistência e serviços a funcionários. Porém, sempre com a ideia de aparelhamento, pois o PT empregou milhares no Governo federal, em todos os cantos e estatais. Parece-me que a busca principal era ganhar o poder, sem a parte seguinte do plano!

O TEMOR CONTINUA!

Agora, o vice do PT, Temer, que representa a mesma moeda, somente com mudança de lado, quer ‘aparelhar’ as estatais para entregar à administração privada, já sob encomenda, como ocorre na Caixa Federal, que está sendo aparelhada por ‘encomenda’ de pacote fechado a banqueiros. Vide a Previdência Social!

De tudo isto, a prisão de Lula soa ao sofrido povo, mesmo aos que não conseguem compreender o seu significado, como um troféu. E um ilhós da Operação Lava Jato, que em seus três anos, já repatriou mais de R$ 10 bilhões, efetivou cerca de 200 prisões, mais de 300 processos, e quase 100 condenações. O que ainda emperra esse progresso de limpeza moral e equidade, para o estrangulamento do colarinho branco é justamente quem deveria puxar a fila: O Supremo!

Seus ministros são colocados lá por meio de uma remanescente e arcaica parte do sistema de coronelismo, portanto sem a polidez exigida, dotados de bazófias, com raras exceções. São batráquios preparados a fio, justamente com a função precípua (até conforme o ordenamento jurídico) de depois retribuir os favores ao padrinho.

Mesmo adiante de tantas contrariedades, Moro praticou a equidade, cujo significado busca tratar cada indivíduo conforme sua natureza (do crime), a corporificar o eflúvio de novos tempos.

Equidade é um termo de uso relativamente novo, a partir da Constituição de 1988, das aberturas (para ideários de esquerda) e fechaduras (aos da denominada direita, do conservadorismo).

A partir de 88, o termo carrega a ideia que o Estado deve garantir o direito ou acesso igualitário a todos. Então, nota-se que as atuais circunstâncias fizeram jus à nova Constituição, em especial pela bravura do juiz Moro e procuradores federais, pois agora nem só os PPPs são presos, mas os de colarinhos brancos também, incluindo os PTs!

Aliás, o PT não deve reclamar, pois defende a misoginia, impõe a igualdade de gêneros e, se a prisão de Lula não é normal, estando fora da norma, da regra, e irregular, seria então um substantivo de dois gêneros: ‘anormal’.

CONTRA LULA OU PELO BRASIL?!

Ninguém deve comemorar a desgraça alheia, mas igualmente precisa manter a fechadura da razão aberta, sem se deixar enlouquecer pela emoção liberada pelos impulsos, tornando prisioneiro da irracionalidade, a perder princípios que nos oferecem dimensões da realidade, e ações repulsivas à momice.

Concluo com o que o sábio ‘presidente’ de Israel dissera, há cerca de 3 mil anos: ‘Quando o governo é formado de homens justos e honestos o povo vive feliz, mas quando os líderes de uma nação são maus e desonestos o povo chora de tristeza’, Pv 29.3.

Aqui não é o Céu para queremos a perfeição, nem por isto precisa ser o Inferno! Equilíbrio é o melhor caminho. Como os extremos não constituem as melhores escolhas, resta-nos saber como e onde está o centro!

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PUBLICO CRENTE

Com o artigo intrigante Essa gente incômoda (Veja, 29/set/17), o jornalista J. R. Guzzo teria atacado os cristãos (evangélicos). Não pude escrever este artigo antes, mas insisti hoje, em função das inúmeras contradições na interpretação de seu texto, composto de sutilezas e ironias, imperceptíveis a muitos.

Em primeiro momento, em função das constantes perseguições e incompreensões sofridas pela igreja, por uma sociedade liberal, progressista e tão hedonista, portanto distante das bases cristãs, o artigo soou como intolerante.

Porém, busquei primeiro a identidade do jornalista e pude perceber que suas críticas não estão tão distantes dos conceitos judaicos-cristãos. Em novembro de 2012, Guzzo se viu envolvido em uma polêmica, em torno do artigo Parada gay, cabra e espinafre, também na Veja, cujo teor foi considerado homofóbico. Ele foi questionado por um militante gay da Câmara Federal, que o chama de imbecil. Aí é preciso analisar quem fala de quem!

Percebe-se então, que o seu discurso não indica o que em primeiro momento vê-se, sem uma análise mais debruçada sobre o texto. Se dissesse aquilo que muitos pensaram, o autor se mostraria incoerente, prática observada e detestável no meio jornalístico.

Em seu texto, ele assume o sujeito da crítica, mas a analisar a situação relativa ao crescimento dos Evangélicos e a reação do segmento social, que “se acha” dominadora e dona da razão. Sua conclusão mostra a realidade: O crescimento cristão incomoda muita gente! Ninguém ignora tudo isto.

Sua direção é perceptível no início de seu texto, quando ele diz que a dita elite, descrita por uma lista de adjetivos, tem a esquerda entronizada em seu meio. Também afirma que a mídia, sob forte influência da esquerda, não produz nada que diz respeito a evangélicos, sem alinhavar algo ruim e ameaçador.

No artigo temos o retrato da situação sociológica da posição dos cristãos evangélicos, diante de ricos, poderosos, e os chamados intelectuais, incomodados com o crescimento dessa Fé. Nesse antro representativo está a esquerda, o comunismo gramscismo-maquiavélico.

Toda essa tentativa de castração faz parte de uma suposta liberdade religiosa, enquanto a pluralidade faz-se presente entre os próprios cristãos evangélicos, a tornar-se um verdadeiro calcanhar de Aquiles à vida libertina desses intelectuais do fabianismo.

Agora, a crítica!

Por outro lado, admitimos que essa Boa-Notícia, o Evangelho do Reino, atrai muito mais os desesperançosos e envolve os pequenos, esquecidos, pobres e marginalizados pela sociedade. Esta realidade está de acordo com o texto dito pelo SENHOR: “Graças te dou, ó Pai, SENHOR do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25).

Também concordamos com o joio em meio ao trigo, sem que haja lei ou força, que o possa separá-lo conforme frisa o autor e antecipado por Jesus (Mt 13.36-43). Esse incômodo, representado pelos oportunistas de forma disfarçada ou abertamente, destros em simonia, já preconizados pela Palavra (“cuidando que a piedade seja causa de ganho”, 1Tm 6.5), é crítica universal entre nós cristãos, não é mesmo?!

Sei que pessoas do clero e leigos se apressaram em responder à suposta crítica, mas por força da pressão que incorremos a cada dia. O título do texto sugere isto, mas forma o gancho jornalístico, técnica para levar à leitura – e deu certo!

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TATUAGEM presos

Alguns exemplos de tatuagens e suas mensagens/significados entre presidiários

Existe uma única passagem direta na Bíblia acerca da  tatuagem. Está em Levítico 19.28: ‘Não fareis tatuagem em vós’.

A primeira parte do versículo trata do rito de luto. Entre os pagãos consistia em incisões e cortes pelo corpo, a constituir manifestação violenta e sentimento de dor. Indicava o desespero diante da morte do parente do morto (21.5 e Dt 14.1).

Apóstolo Paulo faz essa referência de forma indireta e exorta os cristãos a não serem ‘ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não tem esperança’, 1Ts 4.13.

Embora possa parecer que a tatuagem diz respeito à primeira parte do versículo e restrita ao rito de luto, a tradução do hebraico (abaixo) deixa claro existir duas e distintas proibições:

‘Não dareis arranhão em vossa carne por um ser. Não colocareis sobre vós nem inscrição nem tatuagem’.

Dentro do mesmo tema, o texto se estende a outra circunstância totalmente nova, mas semelhante quanto a ação de marcar o corpo, não obstante ser outro caso. Os povos vizinhos de Israel marcavam a pele com os nomes ou símbolos de seus deuses (Dt 14.2).

Cristãos não seguem a Lei. Ela foi dada a Israel com especificidades e propósito, para o nascimento do Messias, mas nem tudo da Lei foi ab-rogado, como, por exemplo, os Mandamentos.

Consideremos ainda o princípio, a origem, objetivos e significados, para chegarmos à aceitação, proibição ou não de incisões de marcas no corpo humano, e se convém ou não (1Co 6.12).

MOTIVAÇÃO

A tatuagem tem vários significados e motivações. Pode indicar autoafirmação, demonstração de independência, pertencimento, membro de facção e/ou de grupos criminosos, presos e suas respectivas áreas de atuação, e ainda rebeldia.

Pode ainda apontar timidez, encobrir falhas, desejo de ser notado, distinção, N.A. (Necessidade de Aparecer), sentido de ser único e/ou exclusivo, ‘poder’…

CORPO SEPARADO (DOS DEMAIS)

Mesmo sem fazer alusão direta ao tema, a Bíblia incentiva o cristão a manter o corpo como santo:  ‘Apresente o seu corpo como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus’, em um culto capitaneado pela razão (Rm 12.1). Santo, além da indicação comum, com a noção  de ‘separado’ (para uma atividade específica), no hebraico significa ‘inteiramente outro’ (kadoshi).

Com o princípio de ‘marcar, manchar’, e a ideia de alterar a natureza, para moldar ou destacar-se, por meio da modificação do corpo, a tatuagem também foi condenada pelo catolicismo romano, com forte perseguição na Idade Média.

MODISMO, PERSONALISMO OU FALTA DE PERSONALIDADE?!

Destacada no presente século, por artistas e jogadores de futebol, as tatuagens só eram usadas, até o século passado, portanto há poucas décadas, para indicar marginais.

Eram exclusivas de presídios, a indicar o tipo de crime praticado: Tráfico (três pontos a formar um triângulo); Furto (quadrado formado por quatro pontos); Estupro (dois pontos horizontais na mão, entre o polegar e indicador); Matador de policial (caveira com punhal cravado); Proteção, violentado ou estuprador (Sra. Aparecida); Homossexual (pinta no rosto, São Sebastião ou borboleta, que ainda indica fuga ou liberdade)…

MENSAGEM

Tatuagem é um ícone, um meio de comunicação, assim como a fala e a escrita, sempre com uma mensagem implícita de caráter/personalidade, revelação e/ou de suposta libertação de traumas…, mas sempre a revelar alguma coisa ou o por quê.

Os astecas, dentre outros povos místicos usavam carrancas, para espantar e expulsar males. Animais podiam indicar poder. Fatos misticos podiam estar em árvores e flores, sol, lua, olho (de Orus)…, como no antigo Egito, com seus símbolos místicos e figuras de seus deuses gravadas.

Nesse meio existe muita tradição religiosa de cunho espírita, portanto, a indicar entidades e tradições  espirituais, com principados e potestades.

ARREPENDIMENTO
Em geral, a tatuagem é buscada durante a adolescência ou em fase etária próxima. É momento de buscas e demonstrações de independência, autoestima etc. Porém, é de domínio geral que, essa fase não é permanente, mas passageira e de arrependimentos do que se fez e não se fez.

Então, é bom lembrar que a tatuagem é  permanente e não contempla o arrependimento de uma figura que se tornará cansativa, não mais ligada a pessoa, do que não mais estará em voga, fora de moda etc.

Também deve-se ponderar quanto a gravação de foto de namorada, nomes e figuras, que poderão sofrer apelo de  alterações com o decorrer do tempo. Ainda poderá ficar fora do design do corpo, com mais ou menos volume (peso); pele envelhecida, com ou sem rugas, a alterar o visual com o passar do tempo.

Já convivi com pessoa que daria tudo para retirar tatuagens por causa da discriminação, em especial na hora de buscar um emprego, por exemplo. Neste caso, existe uma saída: a remoção da mesma. Mas o custo da cirurgia plástica é alto e causa dor. Existem informações de pessoas que se arrependem depois de velhas.

PESQUISA x MOTIVAÇÃO

Entre aqueles que possuem uma tatuagem, a maioria afirma não ter se arrependido de fazê-la (86%) e três em cada dez dizem que ter uma tatuagem os faz sentir mais sexys (30%), rebeldes (25%), saudáveis (9%), inteligentes (8%) e, finalmente, mais atléticos (5%) (The Harris Poll, 2012).

Entre os que não se tatuam, as opiniões são as seguintes: ‘Pelo menos dois em cada cinco dizem que as pessoas com tatuagens são menos atraentes (45%) ou sexys (39%). Um quarto diz que as pessoas com tatuagens são menos inteligentes (27%), possuem menor grau de saúde (25%) e de espiritualidade (25%). E, para finalizar, metade das pessoas sem uma tatuagem afirma sentir as pessoas com tatuagens como sendo mais rebeldes (50%) (The Harris Poll, 2012)’.

TATUAGEM monstro

Em geral as tatuagens são regidas, com fins específicos, pelas forças ocultistas. Estas são conhecidas por líderes desse meio como egrégoras. Esta definição derivada do grego significa ‘velar, vigiar’, a contemplar força espiritual formada pela soma de energias mentais e emocionais, como resultado da junção ou ajuntamento de duas ou mais pessoas.

Neste caso, cada tatuagem tem a orientação de guias espirituais e respectivo significado, ligando a pessoa, através da marca, a tal egrégora, por um DNA espiritualista, como forma de absorver energias, afirmam seus gurus e magos.

Algumas tatuagens tem a função própria de atrair entidades espirituais, sob influência do mundo astral, com propósitos específicos. No mundo espiritual há regências por autoridades, sob domínios de principados, como no caso do divino (leia Daniel 10.2-6,13-21). O SENHOR rege a todos, como ‘Deus dos espíritos’ (Nm 16.22).

Essa dominação aponta para o risco de mostrar-se fora de autoridade espiritual, apontando ao apelo de necessária consulta antes de se tomar decisões duvidosas, para não por-se sob outros domínios (leia Romanos 13.1-2 e Hebreus 13.7; 13.17).

De igual forma existem ícones de guias espirituais na umbamba, candomblé, e outros segmentos espiritualistas, alguns destacados por seriados e por  pessoas famosas, provenientes da Índia, dos celtas, vikings, filosofias espiritualistas orientais…

CASOS DE PÂNICO

Existem casos de pânico sofrido em função de figuras tatuadas no corpo, com registros dessa aflição, provocada pela Síndrome do Pânico. A pessoa sente-se perseguida pela própria figura tatuada em seu corpo ou por alguma coisa não identificada, e entra em aflitivo desespero.

FOCO BÍBLICO

Na Bíblia o direcionamento é direto e o texto, que trata da tatuagem ou marcas no corpo, é distinto do contexto imediatamente anterior, que fala do suplício funeral.

TRADUÇÕES

As traduções não são unânimes em termos de igualdade frasal, mas sempre com a mesma indicação, a lançar luz sobre o texto, mais clara que outra.

‘Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. EU SOU o SENHOR’ (grifo meu). João Ferreira de Almeida, ERC, SBB, 1969.

Na Bíblia de Jerusalém (Nova edição, revista, Paulus): ‘Não fareis incisões no corpo por algum morto e não fareis nenhuma tatuagem’. EU SOU Ihvweh’ (grifo meu).

No hebraico, maior autoridade de tradução, as duas sentenças estão separados por frases distintas e ponto-final – Chouraque, André 1917. Titulo: Ele Clama… (Levítico). IV. Serie. -: A primeira diz de cortes, incisões ou arranhões; a segunda sobre ‘inscrição’ e ‘tatuagem’ (Lv 19.28).

DECISÃO

Tatuagem, a exemplo de tantos outros modismos, não tem apoio nos referencias cristãos, senão negativo. Não soma e é, no mínimo, uma atitude duvidosa do ponto de vista de sua aprovação, além de risco nas questões de relacionamento psicossocial.

Entretanto, como cada um dará conta de si mesmo, por sermos dotados de inteligência, poder de decisão, e fiscalizados pela própria consciência (leia Romanos 2.11-15), naquilo em que não há regras determinantes, no ponto de vista pessoal, torna-se iniciativa de foro íntimo. Tenho dito!

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