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Comentários inclusivos ao da LB/CPAD, Lição 11 (15/3/2020).

Texto básico: 1Ts 1.1-10

A Carta (1Tessolonicenses) destina-se a ser lida pela assembleia de crentes em Tessalônica, reuniões realizadas nas casas, pois os templos só aparecem no final do segundo século.

Observe que no texto-base aparece a Trindade Divina:
O Pai e o Filho – v1,3, e o
Espírito – v5-6. Não é coincidência, mas faz parte do contexto da apologia do apóstolo Paulo.

CULTURA E COSTUMES

Na lição anterior, em boa sequência, temos a cultura humana. No tempo do apóstolo, a sociedade era dividida em duas instituições básicas: Governo e Família. As demais conhecidas e que formavam a cultura humana: economia, religião, e ensino (que chamamos Educação) estavam nelas inseridas.

Os valores culturais básicos eram:

Honra e Vergonha (evoluídos para costumes).

A divergência e a não assimilação da cultura do mundo pelos cristãos (cf Rm 12.1-2) está em Atos 16.21, em que os romanos reclamam dessa nova visão:
‘E nos expõem costumes que nos não é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos’.

O FILHO DO PECADO

O Criador teve um Filho (de Deus), o Cristo; o Diabo imitará o SENHOR, com o seu Filho – o Anticristo.

A segunda Carta à Igreja em Tessalônica se faz necessária, pois os crentes param tudo, se mostram confusos quanto à Volta do SENHOR e Arrebatamento da Igreja, conforme 1Ts 4.13-18.

Alguns já andavam de forma desordenada, e nem mais trabalhavam, como quem ‘larga a rede’ definitivamente, pois a vida de Fé não teria mais significado (3.11). Não haveria (mais) Arrebatamento!

Havia uma fala a indicar que Jesus já teria vindo. Na mesma época, havia uma informação filosófica que influenciava muito a cultura dos povos.

Naquela época a cultura grega havia dominado o mundo de então (e até hoje sofremos sua influência). Observe-se que uma das bases dessa cultura era o homossexualismo.

PALCO PREPARADO

Essas controvérsias figuram como essência para o preparo do caminho do Inimigo. Sua base é a mentira.

O Homem do Pecado deverá concentrar toda a representação humana, em todos os segmentos sócio-cultural, econômico e espiritualista. Este agrupa todo sentimento, desejo e vazio da religiosidade humana.

Portanto, ela deverá ser um homem enigmático, envolto em mistério, místico, contextualizado, de notável capacidade

Também inteligente, com propostas concretas e soluções dos principais problemas do mundo, especialmente a questão financeira, hoje fadada ao colapso. Também deverá ter notoriedade na articulação político-administrativa e grande capacidade de empoderação.

METAS

Com o seu espírito já operando no mundo (1Jo 2.18; 4.5-6; 2Ts 1.7), seu propósito será minimizar a atuação de toda e qualquer representação divina, como Israel, uma das provas incontestável da existência divina, e a Igreja, o Corpo de Cristo e a revelação do Reino de Deus aos homens.

FORMAS

Suas formas estão fincadas no desvirtuamento doutrinário. Se a Doutrina (Regras Básicas de Crenças e Fundamentos da Fé) da Igreja for descaracterizada os crentes ficarão sem norte.

Um dos caminhos está nos modismos, na assimilação e semelhança (nem precisa ser igual) das práticas do mundo.

ATAQUES À IGREJA PRIMITIVA

Durante o tempo do apóstolo Paulo até os Pais da Igreja, a assembleia dos crentes sofreu ataques de algumas frentes, dentre elas:

1- Epicureus: Não acreditavam na imortalidade. E devia-se viver para a felicidade, o agora, com base no impulso dos sentidos, pela satisfação pelo prazer refinado, e sem sofrimento – um tipo de Hedonismo (At 17.18).

2- Estoicos: Adeptos ao Materialismo. Ensinavam que o conhecimento deixa o homem virtuoso e o capacita a viver em harmonia com a natureza, pois tudo era regido por processos naturais, a partir de um mesmo domínio universal, dando razão ao destino. O ‘tudo pelo prazer’ também fazia parte dessa filosofia, registrada em Atos 17.

3- Monarquismo: Atacava a divindade de Cristo. Diziam seus adeptos que Jesus não era divino, e que recebera poder espiritual por ocasião do batismo nas águas do Rio Jordão, por João Batista.

4- Arianismo: Também em ataque à divindade de Jesus, dizia que Jesus era uma criatura do próprio Deus.

5- Docetismo: Dizia que Jesus apenas parecia ser humano (docetismo deriva-se do grego ‘dokeo’, parecer), e que, na verdade, Jesus era um tipo de espírito.

6- Doutrina Nestoriana: Que Jesus possuía além das duas naturezas (humana e divina), também duas pessoas em um só corpo.

7- Doutrina Eutiquiana: Indicava que Jesus Cristo possuía apenas uma natureza, uma vez que sua divindade havia absorvida a sua humanidade.

APOLOGIA

A durante o Concílio de Calcedônia, em 451, definiu-se que Jesus (seu nome humano) Cristo (seu nome divino) – vale salientar -, é verdadeiramente humano e verdadeiramente Deus, com duas naturezas inconfundíveis e imutáveis, cada uma com seus próprios atributos.

Conforme nota-se, a afirmação está de acordo com João 1.1: ‘E o Verbo se fez carne’, com o cumprimento de Gênesis 3.15 (Hb 2.14-18). Pr. Mesquita.

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TODOS VIEMOS DE EVA

Após pesquisa científica mostrou-se que o DNA mitocondrial
ou mtDNA é um composto orgânico presente nas mitocôndrias, e passado maioritariamente de mãe para filho na grande maioria dos organismos multicelulares. Isto ocorre porque durante a fecundação as mitocôndrias do espermatozoide são degradadas, restando somente as mitocôndrias do óvulo (Wikipédia), isto é, somente da mulher).

Ele está presente em todos os seres humanos, a partir somente da mulher, e figura como informação genética repassada de geração a geração e estabelecendo um link ou ligação, em cadeia ou sequência existencial humana.

Na década de 80, a geneticista Rebecca L. Cann, de Burlington, Iowa, professora do Departamento de Biologia Celular e Molecular da University of Hawaii at Manoa, realizou uma pesquisa envolvendo etnias de várias partes do mundo. Dentre todos, o levantamento atingiu indígenas, aborígenes e esquimós.

O resultado mostrou que todos os seres humanos vivos são geneticamente descendentes de uma única mãe, que viveu há 6 mil anos.

Após comparar o DNA dos pesquisados descobriu-se que todos os seres humanos, independente de grupos, etnias, nações ou línguas, procedem de uma única mulher. Por isto o estudo levou o nome de Eva Mitocondrial.

Sua pesquisa alinha justamente ao que a Bíblia sempre afirmou: Todos descendemos de uma única mulher: Eva, conforme Gênesis 2.18-25; 5.1-2; 10.32; 9.25-27, que ainda indica as etnias existentes hoje na Terra, a partir de

1- Sem – os semitas (supremacia religiosa, de onde saíram as três principais religiões do mundo: judaísmo, cristianismo, e o islamismo;

2- Cão – os camitas (os povos mais sofridos, incluindo Etiópia, Somália, Líbia, possivelmente assírios, cananeus e egípcios, dentre outros (sejam submetidos aos demais); e

3- Jafé – os jafetistas, os indo-europeus, com supremacia sócio econômica (‘alargue Deus a Jafé’).

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“No princípio criou Deus os céus e a Terra” (Gn 1.1).

Este texto no hebraico é formado de sete palavras: “Beréshit bara Elohins ét hashamains veét haarès”. Ele deixa claro que o SENHOR é o Criador de todas as coisas e que “Nada do que se fez foi feito senão segundo a sua vontade”.

A simplicidade da revelação divina esbarra na complicação humana quando esta tenta desvendar o inescrutável. Cria-se caminhos que acabam destruídos pela própria inconsistência, como a cadeia de hominídeos. Peças chaves dessa fábula já caíram por terra. Foi o toque sutil na primeira peça, que acaba por desencadear a queda de todas as demais – o efeito dominó.

Para entendermos a origem de todas as coisas, podemos tomar como base peças que são criadas pelo homem, como as que são feitas de madeira. Ela teve como causa a própria árvore, embora passou a ter forma totalmente diferente, como uma mesa, por exemplo. A conclusão é que a mesa não passa de um efeito, enquanto a árvore/madeira figura como causa. Sem a madeira não haveria a mesa. A mesma ideia está no silogismo da Criação: Nós somos o efeito; Deus é a causa; logo, Deus é a Verdade.

Como diz Paulo em Romanos, 17.24,26: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo SENHOR do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens… E de um só fez toda a geração dos homens, para habitar sobre a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação”. Ainda o profeta messiânico Isaías diz: “Buscai no livro do SENHOR, e lede. Nenhuma destas coisas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a minha própria boca o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará”, 34.16. A despeito de tudo isso a plena confiança no Criador é o bastante para crermos em suas obras, pois “Pela fé, entendemos que os mundos (universo), pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”, Hb 11.3

Cremos que o SENHOR estabeleceu as coisa pela ordenança de sua boca: “Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu”, Sl 33.9.

No processo do método do filósofo e matemático René Descartes (1596-1650), nascido a 31 de maio de 1596, em Turena (França), fundador da filosofia moderna, o cogito ergo sum (penso logo existo) é o resultado da dúvida metódica que alcança a verdades inquestionáveis. Assim, o “penso logo existo” é uma certeza inequívoca de onde parte todas as outras certezas. 

É a filosofia da causa e efeito que esclarece a penso logo existo e não o contrário. Assim, a ideia de Deus (Infinito, Todo-Poderoso) não poderia ser adquirida em nenhum lugar, pois de onde extrairíamos uma ideia como está se é tudo é limitado? Desta forma, Descarte acreditava, e provou com seu método, que se cogitamos um Ser com esses atributos é causa desde mesmo Ser.  

Narrativa da Criação

Embora o versículo 2 afirma que “a terra era sem forma e vazia…”, o que nos leva, às vezes, à ideia que existe uma grande separação entre os versículos 1 e 2, Isaías afirma: “Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR e não há outro”, 45.18 (o grifo é meu).

(…). Na verdade, a interpretação mais provável é de que está implícita entre os versos 1 e 2 a narrativa natural da Criação. Desde o primeiro versículo até o último está contida a Criação de todas as coisas, numa sequência natural e sem interrupção. No primeiro versículo está a

  1. A Criação do tempo (“no Princípio”);
  2. da energia (“criou Deus”);
  3. do espaço (“céus”);
  4. matéria (‘Terra”).

Seguimos acima a ordem sequencial do relato bíblico, mas a energia foi a primeira coisa a ser criada por Deus. E tudo fora criado para funcionar, manter-se e girar em torno do próprio Criador ou Dele depender. Ele é a própria fonte dessa energia, da Luz, do tempo… 

O versículo 2, indica a presença de uma poeira cósmica (“sem forma e vazia”). A Terra não tinha o formato que se nota depois (o globo terrestre). Os versículos 1 e 2 indicam a preparação do cenário da Criação. Já nos versos seguintes, até o quinto, após a criação da luz, temos o globo e a órbita terrestres.

Na Idade Média, Galileu foi ameaçado pela Igreja Católica Apostólica Romana porque dizia que a Terra era redonda. Sua tese contrariava a filosofia defendida pelo clero, que dizia ser a Terra em forma de uma mesa.

O desconhecimento bíblico ameaçava pessoas justamente pela ignorância, uma vez que a Bíblia já afirma, há mais de 700 anos antes de Jesus, a forma terrestre: “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra…”, Is 40.22.

Criar do nada

A palavra bara no hebraico significa “criar do nada” (infinitivo). Já no português, crear figura como expressão filosófica diferenciando o “criar do nada” do criar “do que já existe”, conforme Hubert Rhoden. Neste caso a tradução seria: “No princípio creou Deus os céus e a terra”.

Podemos tomar os termos criar e crear, no português, como sinônimos do hebraico ashah e bara. Então, Deus fez o mundo do nada (bara) e formou o homem do pó da terra – o boneco –, portanto, a partir da terra que já existia. Neste caso não foi do nada, mas da terra. A expressão para este caso seria ashah. Mas quando Deus assopra nas narinas do homem e este é feito alma vivente passa a ser do nada (bara ou creado).

Alguns acham que nesta explicação reside a teoria evolucionista. Isto é, o boneco teria evoluído e se transformado em homem (ser vivente). Acontece, porém, que não houve a mutação pretendida. Primeiro: enquanto boneco, barro, o homem não existia ou qualquer outra forma de vida. Era apenas terra, pó. Não houve evolução de seres. Não havia vida no boneco de barro. Era inanimado e assim permaneceu até que Deus assopra-lhe o vento da vida. Como dizia Einstein: “Deus não joga dados”.  

Também não houve progresso, como tentam alguns, para dar sustentação inicial à Teoria Evolucionista, entre as quais dizem que o homem aperfeiçoou a fala no decorrer do tempo. O homem foi feito alma vivente – um ser vivente, com Eva. Este nome significa “mãe de vida”.

O homem foi feito corpo, com todas as propriedades que temos hoje; alma (que compreende as emoções – sentimento, pensamento, entendimento e vontade) e espírito (o sopro da vida).

 “E foi a tarde e a manhã: o dia primeiro…”

Na luta para descobrir o fundamento do mundo – o que tem deixado cientistas intrigados –, a aproximação do relato bíblico acaba sendo facilmente perceptível.

A teoria do grupo de cientistas denominado Boomerang, que possui um sofisticado telescópio com o mesmo nome, estuda “o brilho emitido pela detonação que deu origem ao Universo… No início dos tempos, essa luz primordial era um farol cegante, mas só continua a cintilar no espaço extremamente esmaecida.”

Essa teoria aponta para a Bíblia. Ela diz que o Senhor criou uma grande luz: O Senhor disse: “Haja luz. E houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas”, Gn 1.3-4.

Embora denominada Dia, a luz criada pelo Senhor não é a mesma que temos hoje, irradiada pelo sol, pois este foi criado depois, no quarto dia.

(…). Enquanto alguns tentam convencer que o mundo foi formado em bilhões de anos, a Bíblia deixa claro que tudo ocorria logo após a fala divina. “E fez Deus a expansão, e fez separação entre águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi”, Gn 1.7.

(…). Mas a sequência criacionista, ocorre com grandes feitos a partir da Criação do cosmo. “No princípio criou Deus os céus e a terra”, Gn 1.1. Depois se registra a escuridão (v2) quando então o SENHOR diz: “Haja luz”. É uma segunda etapa (mesmo que sequencial ou não) da Criação. E assim vai até o sexto dia. Do primeiro ao quarto dia, o SENHOR cria o Cosmos (no grego ordem) ou põe o mundo em ordem:

1) A luz;

2) O firmamento;

3) a terra seca;

4) As luminares.

Em seguida, estabelece a vida com a criação dos animais e do homem – o Adam (o terroso) e Eva (mãe de vida).

A sequência de dias na Criação

O SENHOR é a própria fonte de toda a energia. E Ele fez tudo para sujeitar-se a Ele e sofrer sua influência. Portanto, a ordem dos acontecimentos não altera a grandeza da obra divina, mas somente aponta para a dependência do Criador, como Aquele que sustenta todas as coisas, conforme Hebreus 2.8: “Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas, agora, ainda não vamos que todas as coisas lhe estejam sujeita”. A Bíblia informa: “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos: ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tendas para neles habitar”, Is 40.22.

O Sol e a Lua também foram criados depois do primeiro, segundo e terceiro dias. Como poderia isso ocorrer se o Sol e a Lua foram justamente criados para governar entre dia e noite? A resposta é idêntica. A luz não necessita de corpo celeste para fazer-se presente. Ela é energia, e Deus é a fonte de toda a energia.

A idade da Terra

“Desde a antiguidade fundaste a terra; e os céus são obras das tuas mãos” (Sl 102.25).

Segundo pesquisas em rochas encontradas na Groelândia, cientistas chegaram à conclusão de uma proposta de que a Terra teria entre 4,5 e 4,6 milhões de anos. Essa informação figura apenas como uma teoria, como a própria Teoria da Evolução – o mesmo que hipótese.

A realidade é que existem algumas informações científicas e reais, que não permitem essa idade tão extensa assim. Entretanto, tudo indica que é uma tentativa de arrumar tempo e encaixar a Teoria da Evolução, que precisa de muito tempo para justificar seus ciclos evolutivos.

Algumas informações científicas e comprovadas derrubam por terra essa pretensão. Uma delas diz respeito ao campo magnético que existe sobre a Terra. Essa força vem perdendo sua influência no decorrer do tempo, tanto que, se a Terra tivesse a idade defendida por evolucionistas, a força do campo magnético seria tão imensa – ou em 10 mil anos atrás –, que teria transformado a Terra em um plasma – gás rarefeito com elétrons e íons positivos livres, mas cuja carga espacial é nula.

Teses científicas

Cientista Kent Hovind, autor da série de vídeos Creation Science Evangelism, afirma, com 12 teses científicas, que o mundo não tem além de 6 mil anos, conforme a estrutura exposta na história bíblica.

Suas teses, publicadas pela revista Chamada da Meia Noite não só derrubam como mostram que a Teoria da Evolução não tem nenhum fundamento científico e figura tão-somente como uma religião.

1) Tese da População

Desde os primeiros registros, o aumento populacional do mundo se mantém estável. Se partirmos dos atuais 6 bilhões de habitantes, e fizermos os cálculos retroativos, chegaremos ao número de 4,4 mil anos. É justamente o tempo necessário para a respectiva multiplicação a partir dos oito sobreviventes do Dilúvio, até chegar aos atuais 6 bilhões. Mas se o homem já estivesse na Terra por milhões de anos, como procura provar algumas teorias, os números seriam outros. O número mínimo seria de 150 mil pessoas por quilômetro quadrado.

2) Tese dos planetas

Com os planetas perdem calor, se tivessem sido formados há milhões de anos, não mais possuiriam a temperatura interior atualmente conhecida pela Astronomia. O exemplo deixado pelo doutor Kent Hovind é que se deixarmos uma xícara de café parada durante o período de 400 anos, perderia todo o seu calor próprio.

3) Tese de Saturno

O planeta Saturno perde seus anéis, porque estes se afastam lentamente. Caso este planeta tivesse milhões de anos, o material que forma os anéis já teria se desagregado há muito tempo.

4) Tese da poeira cósmica na Lua

Passados 10 mil anos, a poeira cósmica na Lua teria alcançado em torno de 3cm de espessura, contra os cerca de 1,5cm que os astronautas encontraram. Este é o exato número para o período de 6 mil anos.

5) Idade da Lua

Como a Lua se afasta lentamente da Terra, fosse ela muito velha, como se tenta provar, no seu início teria estado tão próxima da Terra, que teria provocado marés extremamente altas, o suficiente para afogar toda a vida terrestre, duas vezes por dia.

6) Tese dos cometas

Os cometas perdem massa contínua e constantemente, durante sua viagem pelo espaço. Qualquer um deles, que estivesse viajando pelo Universo por mais de 10 mil anos, já teria se desintegrado há muito tempo.

7) Tese do campo magnético

A cada período que passa, o campo magnético da Terra torna-se mais fraco. Caso a Terra fosse tão velha, de acordo com a velocidade de sua redução, hoje não haveria mais nenhum magnetismo no planeta.

8) Tese da rotação da Terra

Com o aumento de um milésimo de segundo por dia, a velocidade da rotação da Terra – com base nos cálculos dos anos impostos pelos evolucionistas –, chegaria a incrível rapidez que as forças centrífugas resultantes jogariam a Terra para fora de sua órbita.

9) Tese do petróleo

O petróleo no subsolo da Terra encontra-se sob enorme pressão. Mas as rochas petrolíferas são porosas. Se o petróleo se encontrasse ali há milhões de anos, a pressão teria desaparecido há muito tempo.

10) Tese dos vegetais

Os vegetais mais antigos existem na Terra, sequoias e recifes de corais, têm idade máxima de “apenas” 4,5 mil anos. Mas por que não há árvores mais velhas, se a Terra já existem há bilhões de anos?

11) Tese da salinidade nos mares

O teor de sal nos mares, atualmente de 3,8%, deveria ser muito mais elevado. Considerando a atual taxa de salinidade, pode-se calcular que o sal chegou aos mares há aproximadamente 6 mil anos.

12) Tese das estalactites

Estalactites em cavernas são usadas pelos evolucionistas como prova da idade avançada da Terra. No subterrâneo do Memorial de Lincoln, porém, existem estalactites que cresceram mais de um metro em menos de 100 anos.

Estalactite é formado por “Precipitado mineral, alongado, que se forma nos tetos das cavernas ou dos subterrâneos.”

A Lua

A Lua se afasta da Terra 3,8cm por ano. Se pudesse a teoria de milhões de anos ser verdadeira, a Lua teria afastado tanto da Terra que teria provocado marés altas e ou baixas, suficientes para destruir o mundo.

Pressão da Lua

A água dos oceanos afasta a Lua, por ocasionar uma pequena diferença do eixo entre a Terra e Lua – em linha reta – que se distorce em função da massa líquida, que acaba se mostrando fora do eixo e causando uma pequena diferença.

O cálculo aceitável sobre a idade da Terra varia entre 10 e 13 mil anos, com certeza menos de 120 mil anos, porque só se registrou até hoje duas supernovas, que correspondem a menos de 120 mil anos.

O cálculo apresentado pela Bíblia é de 6 mil anos, e, segundo os judeus, considerando o tempo a partir da Criação, conforme a Torá, são 5.760 anos (set/2005).

A Teoria da Evolução é inconsistente

Com a queda de algumas teorias, que serviram para construir, também derrubaram a Cadeia de hominídeos denominada homo sapiens. Provou-se que o Homem de Neardenthal, que faz parte dessa cadeia evolutiva, não passa de um mito, a partir da falsificação de um fóssil. Teria sido ossos de um ser humano com má formação óssea. O Homem de Nebraska foi “construído” a partir de um dente, além de fraudes com o uso da técnica de envelhecimento artificial.

“Cada novo golpe de pá nos rincões da África Oriental costuma exumar mais um candidato a fóssil revolucionário, sem falar na proverbial falta de consenso entre lumpers (os cientistas que enfatizam a unidade da linhagem hominídea e juntam vários espécimes numa espécie só) e splitters (os que acham que pequenas diferenças anatômicas já são o suficiente para criar uma nova espécie)”, escreve Reinaldo José Lopes.

Alguns cientistas têm apresentado argumentos científicos que derrubam as teorias da evolução como a dos ossos do homem e do macaco, do sangue, dos artelhos e tantas outras.

A Teoria da Evolução é, no mínimo, inconsistente. Em nenhum momento da História do mundo pôde-se ver um homem-meio-macaco ou um macaco-meio-homem, ou de qualquer outro animal sob semelhante mutação. Jamais a Ciência encontrou provas concretas que pudessem provar tal mutação. O que se tem até hoje não passa de especulação (MESQUITA, Antônio – Pontos Difíceis de Entender-CPAD, 1ª edição 2006, CPAD, Rio de Janeiro-RJ).

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Existem algumas ações humanas e blasfêmias, contra as quais não temos como lutar ou evitar. Temos de sofre-las.

Por outro lado sabemos que o SENHOR jamais é ou pode ser atingido por tamanha pequenez humana.

As tentativas de redução nem mesmo atingem o lado humano Dele, apresentado como Jesus – Salvador -, imagine o divino, Cristo – Ungido, Messias, Enviado (divino).

SEU NOME

Menos ainda o seu caráter divino, patenteado pelo Nome SENHOR, embora alguns o tratam (em cânticos) como ‘você’, pronome de tratamento, que deve ser dirigido de superior a inferior, nunca ao contrário.

Mesmo questionado por muitos sobre a sua autoridade e equidade, o ministro do STF, Marco Aurélio Mello repreende advogada após ser chamado de “você” (nov/19).

É uma adaptação de Vossa Mercê dos escravos, e específico do Brasil, com emprego direto a empregado. Eles não faziam a menor ideia da importância desse tratamento.

‘Portanto, eis que lhes farei conhecer, desta vez lhes farei conhecer a minha mão e o meu poder, e saberão que o meu nome é SENHOR, Jr 16.21 (Is 54.5).

OS JESUZES QUE SE TEM POR AÍ

Apóstolo Paulo antecipou-se à tais manifestações, que vão desde as figuras e ‘retratos’ de Jesus a tentativas de impingir-lhe redução.

‘Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofreríeis’, 2Co 11.4.

VISÃO RETRATADA POR DAVI E SALOMÃO

Tanto em Cantares 5.10-16 quanto no Salmo 45, vemos a figura de um ser extraordinário, supremo e acima dos mortais, a retratar a formosura do SENHOR.

‘O meu coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor.
Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre.
Cinge a tua espada à coxa, ó valente, com a tua glória e a tua majestade. E neste teu esplendor cavalga prosperamente, por causa da verdade, da mansidão e da justiça; e a tua destra te ensinará coisas terríveis. (…). Todas as tuas vestes cheiram a mirra e aloés e cássia, desde os palácios de marfim de onde te alegram’ (Sl 45).

O SENHOR NA CRUZ

Visto na cruz pelo profeta messiânico Isaías, 740aC, Jesus mostrou-se esvaziado de sua Glória (cf Filipenses 5.7-11), no Holocausto (literalmente ‘todo queimado) de nossa Redenção: ‘Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos’.

A VISÃO DO SENHOR EM GLÓRIA

Quando o SENHOR se manifestar, não virá como o Filho do homem, mas como Deus, SENHOR (que ou quem tem o domínio, dono, chefe, proprietário…).

‘E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro; E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro.
E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas.
E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.
E eu, quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno’, Apocalipse 1.12-18 (19.11-16).

AOS HOMENS BLASFEMOS

Estes versículos traz-nos conforto quanto aos que, sem temor, se levantam contra o SENHOR, por meio de blasfemas, porém, note suas reações diante da glória manifestada no SENHOR:

‘E os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
E diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos do rosto daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; Porque é vindo o grande dia da sua ira; e quem poderá subsistir?’, Ap 6.15-17.

‘para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai’, Fp 5.10-11.

Soli Deo gloria!

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Embora a lição 6: ‘A Rebeldia de Saul e a Rejeição de Deus’ – 10/11/19, CPAD, II, 1., nas duas últimas linhas, diga: ‘Note que foi um amalequita que ‘afirmou ter matado‘ Saul”‘ (grifo meu), cf 2Sm 1.1-10.

Deve-se entender que o autor da LB não está afirmando, mas usa o texto para contribuir com o que diz no contexto, e com a ironia a envolver justamente um amalequita. Ele teve o cuidado de usar o pressuposto da dúvida, que grifei acima: ‘afirmou ter matado‘.

As duas outras duas passagens predominam quando ‘afirmam’ que Saul se matou (2Sm 31.1-6; 1Cr 10.4-14).

Considere-se ainda que o texto permanece no convencional ao falar de um suposto assassino, que ‘disse’ ter assassinado o rei.

DESENCONTROS

Percebe-se alguns desencontros:
1- Sobre o amalequita não se tem informação sobre sua arma ou se estava armado;
2- Estava ocasionalmente: ‘Cheguei por acaso à montanha de Gilboa’ (2Sm 1.6);
3- Deve ter inventado a história, para impressionar Davi, como se Saul fosse o obstáculo ao trono a Davi, e ganhar recompensa;
4- Como inimigo de Israel, o amalequita não poderia estar no campo de batalha com Saul;
6- Poderia o amalequita estar no campo de batalha para saquear soldados mortos (Andrews Stud Bible).

IRONIA

Por ironia, Saul perdeu o trono justamente por não ter dizimado os amalaquitas (1Sm 14.47-48; 15.3), e 18 dias, e não no dia seguinte, da profecia do pseudo Samuel, conforme 1Samuel 28.18 (Bíblia Shedd).

MORRE POR DESCONHECIMENTO

Se o amalequita soubesse do respeito que havia em Israel por um ungido, não estenderia “a mão para matar o ungido do Senhor”, gabando-se desse ato. Ele acaba condenado por suas próprias palavras, pois o Davi ordena a sua execução.

É ainda ‘irônico que Saul tenha perdido seu reino por não ter aniquilado totalmente os amalequitas e, agora, alguém, que se diz amalequita, morre por ter afirmado que destruiu Saul’ (Bible Knowledge Commentary).

COMO TERIA SIDO?

Os dois textos bíblicos (1Sm 31.1-6 e 1Cr 10.4-14) atribuem à Bíblia a afirmação definida sobre a morte de Saul, lançando-se sobre a sua espada.

No caso de 2Samuel 31.1-10, a narrativa é exclusiva do amalequita, e parece deixar essa afirmação como uma história à parte e fora do contexto, como não verdadeira.

De certeza tem-se ‘a violação do cadáver ao pegar a coroa e o bracelete’, embora ‘tenha entregue a coroa e o bracelete a Davi para granjear o seu favor’ (Bíblia Shedd).

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LIÇÃO BÍBLICA/CPAD 2, 13/outubro/2019 – Subsídio: Origens

Os pais de Samuel – Elcana (Elqaná) e Ana (Haná) moravam em Ramataim-Zofim, nas Montanhas de Efraim. Não obstante Elcana morar entre a Tribo de Efraim era descendente de Corá, portanto coatita, da Tribo de Levi.

Entre Ramataim-Zofim e Siló a distância era de aproximadamente 25-30km. A peregrinação para o sacrifício era anual, e contava com a participação de Elcana e Ana.

GENEALOGIA DE ELCANA

A genealogia parte de
1-Efraim > Zufe > Toú > Eliú > Jeorão > ELCANA.

Jeorão foi o último juiz de Israel (do Tempo dos Juízes), e avô de Samuel (1Sm 1.1; 1Cr 6.33-38; 6.26. Elcana pode ser identificado como como Zofaí).

ÉPOCA E HISTÓRIA

A história de Samuel (‘o que é de Deus’) ocorre por volta do século 12aC, período que vai até o Cativeiro Babilônico em 586aC.

Começa com o desejo de Ana de ter um filho. Ela era desprezada pela rival Penina (Pinhá), fértil e com filhos, mas Ana era cortejada pelo marido.

Ana promete consagrar o filho a ‘nazir’ (nazireu) o filho: Não tomar vinho, nem bebida alcoólica, e não cortar o cabelo. Nasce o filho especial e temente a Deus (1Sm 1.3; Lc 1.5-6).

SILÓ

O santuário de Siló (Shilô) foi a capital de Israel e centro de adoração, antes de Jerusalém. Lá foi instalado o Tabernáculo, durante todo o Período dos Juízes, que durou 369 anos. Foi tomada pelos filisteus.

Foi destruída por um incêndio em 1050aC, conforme Avital Selah, diretor do Sítio Arqueólogico de Tel Siló.

Hoje na mesma região está a cidade de Rosh Ha’auim.

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Pastor Samuel Câmara, após ser vencido em eleição controversa, desfilia-se da CGADB e forma a Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB)

Talvez seja o remédio necessário, embora amargo à própria denominação, pois mostra justamente o inverso daquilo que preconizou o SENHOR sobre a unidade, efetiva marca de Sua presença na Igreja (Jo 17.21-23) .

Às favas a afirmação do SENHOR ‘dei-lhes a glória que a Mim me deste’ (v22) e o ‘santifica-os’ (ser inteiramente ‘outro’)… A glória do homem mostra-se, nessas circunstâncias, mediática e mais atraente!

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Penso que era justamente isto que muitos almejavam. Este caminho é o prenúncio da instalação de um tipo adaptado de monarquia religiosa, com o risco de papismo e distorção do significado de Igreja e respectivos segmentos.

Pastor Samuel Câmara não foi o primeiro, mas segue Madureira, São Cristóvão, Santos, Silas Malafaia…, e não será o último.

Todo o trabalho dos pioneiros vai sendo jogado pelo ralo, sem constrangimentos, enquanto o ‘amar o inimigo’ se efetiva, mas na mesma base da prece de Alziro Zarur (Legião da Boa Vontade), que entendia que deveria, então, rezar pelo Diabo – o Inimigo!

Na versão contextualizada das Sagradas Letras, como fizeram outros, para adaptar a Bíblia as
suas condições, com versão própria, hoje, se puderem tiram-lhe a capa também e não dão um passo junto, pois o ‘Não temos ouro e prata, mas levanta e anda’, adaptou-se perfeitamente ao ‘Não temos o levanta e anda, mas temos o ouro e a prata’!

DIAS DE OBSCURIDADE

Os dias estão mais curtos – com 16h e não mais 24 -, pela elevação da pulsação da Terra, segundo Schumann, cientista alemão -, e podemos perceber claramente que, se ‘os dias não fossem abreviados nenhuma carne se salvaria’ (Mt 24.22).

Esse fato – e respectivas causas e efeitos – corroboram à profecia a apressar o grande o glorioso Dia!
Tem algo positivo nisso tudo!(?).

CARNE, SANGUE E MÚSCULOS

Um orgulho hercúleo e jogos de interesses pessoais sobrepõem ao singular fruto do Espírito, amor, paz, longanimidade, mansidão, temperança. Enquanto a pluralidade da carne e suas obras, como inimizade, porfias, emulações, ira (deusa), pelejas, dissensões, heresias (partidarismo), de Gálatas 5.19-22, combinado com 6.7, são preferidas e, aquele, preterido.

Os que estão na carne nem tentem comemorar, sob a afirmação: O ‘inimigo’ foi derrotado, pois, na verdade, o ‘Inimigo’ está sendo exaltado!

‘Nas coisas essenciais, UNIDADE. Nas coisas não essenciais, LIBERDADE. Em todas as coisas, CARIDADE’ (AMOR)
(Agostinho).

Com relutância, tristeza, choro e dor na alma, num antagonismo de alegria, pois ‘Tudo nos mostra que Cristo já Volta. Breve Jesus Voltará!’

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