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Posts Tagged ‘eleição’

J W 2
Pr. Wellington Junior ao lado de seu mentor e pai, pr. José Wellington B. da Costa
Por meio de reforma de sentença,  o juiz Thomaz de Souza e Melo, do Rio de Janeiro, reconheceu como legal o último pleito da CGADB e homologou a posse da diretoria eleita.

A decisão ocorreu ontem, dia 28 e, portanto, reconhece José Wellington Junior como presidente.

Na decisão, ao mudar a anterior, o juiz diz ‘Reconhecer a validade do pleito realizado’ (dia 9 de abril) ‘autorizando a posse dos eleitos para os cargos da mesa diretora e conselho fiscal, de acordo com o cronograma estabelecido pela própria entidade’.

Pastor Samuel Câmara declarou que ainda não havia se reunido com advogados, mas que está em paz, ‘ante a decisão judicial’ e que haverá recurso da decisão.

OS FATOS

As acusações, que chegaram a cancelar a eleição, por determinação judicial, suspendendo os efeitos da eleição, vão desde inscritos ilegalmente, elementos estranhos, vícios, abusos, a desrespeito às normas, incluindo as dos próprios estatutos da entidade.

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Nestes dias de calor, provocado pela militância partidária da eleição da CGADB, convivemos muito com o que estabeleci no título: A paixão.

Digo isso porque ouvi e ouço muitas bobagens, falácias, verdadeiros pecados, resquícios da tentativa de desconstrução de uma pessoa. Em geral das que possam nos ameaçar com a sua sombra.

Pessoas fazem isso de forma impensada, mecânica, ‘na pilha’, sob indução ou por interesses cegantes, por meio de uma manobra de sublimação. Tudo isto sem preocupar-se com diretrizes que norteiam paradigmas do Reino, sob o fundamento do Amor (Leiamos 1Corintios 13).

Nos discursos destrutivos, promove-se um verdadeiro canibalismo eclesiástico, maléfico e irresponsável (redundância), por meio de ideologias próprias, a criar grupos exclusivos e supostamente mais puros ou santos.

Esse tipo de destruição de oponente, muito comum no mundo, em especial no setor político, tem como busca a consagração do ator principal, e elevação de seu interessado e autor. Com a estigmatização do oponente, essa estratégia pode matar, ao atingir a autoestima do outro.

Noto pessoas até, à primeira vista, sem essa maldade, embora tão fortemente influenciadas, que ficam cegas e agridem amigos, irmãos…, sem noção! Incendeiam florestas! Não comentam fatos, ocorrências, atitudes, filosofias, sistemas…, mas pessoas.

PRA QUEM EU DEVO TORCER?!

Essa torcida – uniformizada pelo discurso e condão de seita -, não percebe que os personagens são peças do mesmo jogo, ovelhas do mesmo aprisco e que buscam a mesma coisa. Falam sem conhecimento de causa, sob a influência de quem tem o poder da neurolinguística, da persuasão, como se estivessem hipnotizados.

Esse alguém com qualificações admiráveis, o que lhe dá credibilidade, por seu ponto de vista, é a outra face da mesma porta: Com mais ou menos brilho, mais ou menos rústica, com mais ou menos abertura…, mas só muda a face. Os batentes são os mesmos!

Porém, se notarmos bem, sem paixões, estamos todos dentro do mesmo barco, e o timão é a bandeira de todos. Mas não somos todos ‘coríntias’, embora devêssemos ser Fiéis. Perdoe-me, mesmo não tendo santo, time, equipe ou ídolo de estimação, o trocadilho é pertinente.

SEM PIRATARIA

Não se engane. Todos portam o mesmo e ameaçador cajado! Mas se o barco afundar todos afogaremos! Somente Um não nos deixará afogar: O Único Mestre, e temos de estar juntos a Sua mesa ou pereceremos!

A Glória a nos envolver só se efetiva se conseguirmos viver em Corpo, ‘para que sejam um, como Nós Somos Um’ (…), para que sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a Mim…’ (Jo 17.22-23).

Penso que as duas bases seguintes nos identificam como CRISTÃOS, seguidores de Cristo:
– Negar a si mesmo, e
– Perdoar.
A primeira, difícil de fazer; a segunda, quase impossível de dizer!; são as chancelas de todo filho de Deus; sem atalhos!

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CGADB - Res SC e WJr

A eleição da CGADB ainda não acabou.  De fato e de direito nem começou, pois estava e permanece sob sentença judicial (sub judice).

Temos um resultado à margem da legalidade e, portanto, da Lei, sem efeito prático ou legal. A liminar que estabeceu o cancelamento da eleição permanece em pleno vigor.

Quando ela for julgada, creio que no bojo da própria ação – o seu núcleo agora é recorrente (o fato dizia respeito à eleição do dia 9) -, entendo que não terá em suas peças a eleição em si, que legal e juridicamente inexiste. Como se diz no meio, ‘O que não está nos autos, não está no mundo’.

Por outro lado, existiu deliberadas desobediências e obstruções à Justiça, agravadas pela execução da eleição:

1) As inscrições fraudulentas foram reinseridas e validadas;
2) O interventor nomeado pela Justiça foi impedido de acesso;
3) A eleição foi mantida, mesmo após cancelamento;
4) Os IPs reduzidos a 5, foram abertos, quase que pontualmente a 1.000! (?);

O segundo fato enumerado acima ocasionou o registro de Boletim de Ocorrência, e ciência ao juiz competente.

Enfim houve má fé e busca unilateral, à revelia, e peitou-se de forma notória a Justiça, como se estivessem acima de tudo e de todos.

PROBABILIDADES

1) A eleição deverá ser considerada nula, e outra convocada pela Justiça, com o devido interventor;

2) A participação de Wellington Júnior, que está sub judice, poderá ser questionada, pois é parte diretamente interessada tanto pessoalmente quanto da CGADB, e sua participação na questão da desobediência é óbvia;

3) Caso Wellington Júnior participe dessa possível eleição, a ser convocada pela Justiça, teríamos o seguinte quadro:
A) Cerca de 21 mil votos válidos, desta vez sem os 10.479 inaptos.
B) Caso todos votem (e não somente 74% como ocorreu), Wellington Júnior ganharia, pois Samuel Câmara teve 8 mil, menos da metade;
C) Mas, mantendo-se os mesmos percentuais ou a proximidade deles, chegando a cerca de 15 mil votos computados, Samuel Câmara venceria com seus 8.141, contra 7.455 de Wellington Júnior.

CANDIDATO PATROCINADO

Nota-se ainda que o patrocínio da CGADB à causa de Wellington Júnior, em meu ponto de vista é ilegal, pois ele não é e nem representa a mesma. Portanto, deveria responsabilizar-se por seus atos e não estar sob a tutela da instituição.

SECULARIZAÇÃO

Mesmo se desconsiderarmos o candidato concorrente direto, não há como, de boa fé e consciência limpa, sem considerar a ética e equidade cristãs, aceitar tal postura incongruente.

Por outro lado, embora fosse desnecessário evocar a dualidade entre o profano e o sagrado, e mostrar-se piegas, fica evidente esse clamor.

NADA DE FÉ, NADA DE GRAÇA…

Não há de se dizer em cristianismo, Biblia,  Fé, Oração etc, o que seria blasfêmia, se nem ao menos nos preocupamos em postarmos acima do terrenal, temporal, e nos revestirmos do celestial!

Não existe Céu Infernal nem tampouco Inferno Celestial; pé em duas canoas; o tão criticado por nós e famigerado Relativismo, e ainda a Contextualização, apetrechos da Teologia Liberal. Temos de seguir ao menos a Teleologia!

Todo esse interesse demonstrado nada tem que ver com a Igreja, edificação do Corpo de Cristo, mas com coisas fisicas, humanas, temporais e poder de barganha, a retratar o abismo que separa o Rico e o Lázaro!

OUTRA POSSIBILIDADE

Por fim, cito o desabafo de um colega: ‘Espera-se um advogado veementemente crédulo no Direito, mas, cá neste país, cuja prática do ‘jeitinho’ é brasileiro, e a corrupção legitimada no profano e no ‘sagrado’, titubear ou coxear, passa a ser tido como ‘cautela, prudência e caldo de galinha’.

A exemplo de teólogos, que na Idade Média discutiam a Bíblia batendo o charuto no cinzeiro, comemorar um vitória assim, com cerveja ou com guaraná não faz a menor diferença!

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ATUALIZADO- Por determinação da Justiça do Rio, a eleição da mesa diretora da CGADB foi cancelada.  Desde ontem, o interventor já havia sido impedido e registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia e comunicou o juiz de Careiro (MA), estabelecido pelo Superior Tribunal de Justiça como centro de todas as ações, como Foro competente.

Todas as determinações da Justiça foram descumpridas, inclusive a do cancelamento das 10.479 inscrições irregulares, após provas substanciais, embora tivessem conhecimento por meio de carta precatória de intimação, expedida por Careiro (MA), e mantida pelo juiz Thomas Souza, do Foro Regional de Madureira. A única liminar que ele não manteve foi a de exclusão do nome de Wellington Junior, que concorreria sob judice.

Até agora o interventor foi nomeado somente para gerir as questões, que dizem respeito à eleição – substituir a Comissão Eleitoral –, porém, uma intervenção geral não estaria descartada, tendo em vista o enfrentamento e jogo de braço diante das decisões judiciais.

Abaixo o despacho do juiz, cancelando a eleição, diante dos fatos.

CGABD - CANCELAMENTO

INSCRIÇÃO FRAUDULENTA

Uma das inscrições fraudulentas (fac simile abaixo) já teve o registro de voto. Trata-se do missionário Reginaldo de Deus Pereira, atualmente membro da Igreja AD em Rio Cumprido, Grande Rio, presidida pelo pastor Davi Nobre Rocha, que acaba de declarar a ilegalidade e colocar-se à disposição, para comprovação, junto do pastor inscrito à revelia.

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COMISSÃO ELEITORAL

Presidente e vice da Comissão Eleitoral, promotores de Justiça Antônio Lorenzete (RN), e Wilson Brandão (PA), respectivamente, ontem (sab,8abr), durante abertura do Processo Eleitoral (foto abaixo).
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Finalmente chegou-se a um final esperado pelos autores das ações, que requeriam o cumprimento dos Estatutos da CGADB, a transparência e lisura na eleição.

Amanhã, domingo, dia 9, todos os cerca de 20 mil inscritos, excluídos os irregulares, poderão eleger, com segurança e sem aparente ameaça de fraude, o novo presidente da CGADB.

Nessa eleição haverá a garantia de uma disputa justa, de acesso a direitos iguais, e de todas as demais garantias, tanto do ponto de vista do que determina a ética cristã, quanto à democracia humana.

Leiam as decisões finais determinadas ontem, após as 18h, pelo juízo de Madureira (RJ):

  • O STJ determinou a concentração de todas as 14 ações, distribuídas em várias comarcas brasileiras, no Foro de Madureira (RJ), sob a titularidade do juiz Thomaz Souza.
  • O mesmo juiz manteve as intervenções de bloqueios de contas judiciais.
  • Determinação de prisão da advogada da empresa contratada pela CGADB, para a votação via online, a Scytl, em caso de desobediência ou obstrução de Justiça.
  • Multas pecuniárias.
  • Cancelamentos das 10.479 inscrições. Irregulares.
  • Auditoria do sistema.
  • Nomeação do interventor judicial, advogado do Rio de Janeiro, Márcio José Oliveira da Costa, homônimo do secretário-executivo da CGADB. O interventor assumiu ontem todo o processo eleitoral.
  • Consequente afastamento da Comissão Eleitoral (de todos os seus membros), e não interferência da Comissão Jurídica.
  • Manteve Wellington Júnior como candidato à presidência da CGADB. Ele estava suspenso por liminar. Portanto, todas as liminares que o impedia de concorrer foram revogadas, até julgamento final da ação (sub judice). Todas as demais foram mantidas, conforme lista de 2 a 8.

Acesso para votação (obtenção de senha eletrônica), para posterior voto: http://www.eleicoescgadb.org.br

CGADB - despecho Mdureira

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Editora CPAD da qual Wellington Junior é o presidente do Conselho Administrativo, segundo cargo mais disputado na CGADB

Com a ação de membros de CGADB, o juiz da comarca de Corumbá de Goiás, anulou a candidatura de José Wellington Junior à presidência da CGADB, e ainda afastou Antonio Lorenzetti da presidência da Comissão Eleitoral. Ele entendeu que Lorenzetti, como promotor de Justiça, não poderia ocupar a função, por suas atribuições.

Em seu despacho, o juiz justifica que ‘não foram observadas as determinações contidas no Edital de Convocação para a 43ª AGO da CGADB e o Edital Eleitoral”.

Conforme artigo 11 do Estatuto Social da CGABD, que preestabelece que ‘não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificavelmente da AGO e os diretores da CPAD’.

No parágrafo único está preestabelecido: Diretores da CPAD são impedidos de ocupar cargos aos órgãos da CGADB’.

FATOS

Em 17 de outubro de 2016, a Comissão Eleitoral, em ofício encaminhado a José Wellington Junior, o presidente Antonio Carlos Lorenzetti, avisa-o sobre a nulidade de sua candidatura. Ele cita o artigo acima e afirma: ‘Desse modo, vossa senhoria, está impedido de se candidatar-se a qualquer cargo da mesa diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação de vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta, ensejando o cancelamento imediato do registro’.

Por sua vez, o juiz também observa certa tentativa de acomodar a situação pela Comissão Eleitoral, quando diz: ‘Cumpre ressaltar que a Comissão Eleitoral ao admitir a candidatura de Pr. José Wellington Bezerra da Costa Junior à presidência da CGADB não atentou ao fato do mesmo não ter se desincompatibilizado do atual cargo que ocupa junto a CPAD.’

Por fim, observa que a pretensão do autor da ação é louvável, ‘pois busca junto ao Judiciário corrigir erro grave no Processo Eleitoral ao Cargo de Presidente da CGADB’ e que não resta dúvidas quanto à nulidade da candidatura.

MAQUEAMENTO

No dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral, José Wellington Junior envia ofício ao vice-presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, Kemuel Pinheiro Sotero e solicita ‘Licença do Cargo de Presidente do Conselho Administrativo da CPAD’.

Esta solicitação, embora não de forma de descompatibilização, como determina o Estatuto, é tardia e soa como tentativa de driblar a situação.

Foi feita no dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral; e, terceiro, porque é recorrente e tardia, pois embora datada de 18 de outubro, solicita “Licença” de ’02.08.16 a 10.04.2017’; terceiro, com o licenciamento José Wellington Junior permaneceria com o cargo garantido, sem a renúncia e ainda, permaneceu com vínculos, a ganhar o prestígio.

PESO DO CARGO

Esse cargo de presidente do Conselho Administrativo da CPAD, editora de abrangência nacional e internacional, é o segundo da CGADB mais desejado, perdendo somente para a Presidência da CGADB.

Com o domínio das atribuições, mesmo que extraoficial geral prestígio, decorrente das ações e influência da editora junto aos membros da CGADB, portanto eleitores.

TROPEÇO DA COMISSÃO ELEITORAL

Por sua vez, a Comissão Eleitoral não poderia ter acatado o registro da candidatura de José Wellington Junior. O ofício que alerta para a ausência de descompatibilização é posterior ao registro de candidatura, e colide com a exigência do próprio Edital Eleitoral, conforme seu artigo 15:

‘O REGISTRO de candidato inelegível ou que não atenta às condições de elegibilidade será indeferido, ainda que não tenha havido impugnação, sendo comunicado imediatamente ao interessado’ (o grifo é nosso).

DECISÃO

Diante de todos os fatos, que maculam o processo eleitoral e as provas de que está ‘eivado de vícios’, o autor Efraim Soares de Moura buscou corrigi-lo, por meio dessa ação.

Em sua decisão, o juiz determina a ”‘nulidade absoluta, ensejando cancelamento imediato do registro’, haja vista que descumpriu determinação contida no Edital mencionado…’”

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Os atuais 70 deputados federais cristãos ganharam o aumento de 17% do total dos 513 federais, que representam todos os Estados brasileiros. Com isso, a Frente Parlamentar Evangélica passa de 70 para 88. A FPE pretendia chegar a 30% de aumento.

Dos três maiores colégios eleitorais, São Paulo, o primeiro, elegeu 17; Rio, o terceiro, 14, seguidos do Paraná, com oito. São Paulo teve o primeiro e o terceiro mais votado, Celso Russomano, com mais de 1,5 milhão e pastor Marco Feliciano, com 398 mil votos.

Os destaques de outras candidaturas de cristãos (evangélicos) ficam por conta de Marina da Silva, membro e muito ativa na AD L-Sul, do Distrito Federal e do presbiteriano e ex-governador do Rio, Antony Garotinho, que perdeu a disputa para o Governo do Estado do Rio. Disputa o segundo turno, o senador Marcelo Crivella, membro da Universal e apoiador da reeleição do Governo federal petista.

Talvez Marina tenha pecado por sua insistência na aproximação de Lula, seu partido e buscas, juntando-se suas indefinições e demora de reação.

Conforme o quadro para 2015, os partidos com maior representatividade são de tendência de esquerda, como o PT-70; PMDB-66 (embora não seja, mas acompanha orientações do Governo petista); PSDB-54; PSD-37; seguidos do PP-36 e PR-34.

Os eleitos de cada Estado

Segue as listas dos cinco primeiros eleitos dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.

SÃO PAULO

Celso Russomano (PRB), apresentador de programa de tevê, Universal, o primeiro, com 1.524.561 votos.

Marco Feliciano (PSC), 398.087 votos, Catedral do Avivamento

Jorge Tadeu Mudalém (DEM), 178.771, eng. Civil, Internacional da Graça

Bruna Furlan (PSDB), 178.608, bel. em Direito, Congregação Cristã no Brasil

Jeferson Campos (PSD), 160.790, Quadrangular

Lista dos demais cristãos eleitos, fora de ordem de número de votos

– Paulo Freire (PR)

É pastor da AD em Campinas, ligada ao Belenzinho (Grande São Paulo), que tem como pastor José Wellington Bezerra da Costa, seu pai. É também presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Paulo Freire é ainda presidente do Conselho de Doutrina da CGABD, do de Política e ainda mantém liderança reconhecida entre seus pares-parlamentares e permanece até o próximo ano presidente da Frente Parlamentar Evangélica. Teve expressiva votação, com mais de 100 mil votos.

– Gilberto Nascimento (PSC) é advogado, delegado de Polícia e membro da Assembleia de Deus ligada ao Ministério Nacional (Madureira) e de bom acesso em todas elas, portanto, conhecido em todo o Estado de São Paulo.

– Edinho Araujo (PMDB), presbiteriano e natural de Santa Fé do Sul, foi deputado estadual por várias vezes por São José do Rio Preto, onde também foi prefeito. É presbiteriano.

José Olimpio (PP), empresário em membro da Igreja Mundial. Foi um dos seis mais votados, com 154,5 mil votos.

Eduardo Bolsonaro (PSC), escrivão da Polícia Federal, Batista

Antônio Bulhões (PRB), Universal

Marcelo Squasoni (PRB)

Roberto Alves (PRB), Universal

Roberto de Lucena (PV), O Brasil para Cristo

Vinicius Carvalho (PRB), advogado, Universal

Sérgio Reis (PRB), cantor sertanejo, Universal

Luis Lauro Filho, Igreja Nazareno de Campinas

RIO DE JANEIRO

Clarissa Garotinho (PR), 335.081 mil, jornalista, Metodista

Eduardo Cunha (PMDB), 232.708, empresário, Sara Nossa Terra

Sóstenes Cavalcante (PSD), 104.897, Assembleia Vitória em Cristo

Washington Reis (PMDB), 103.190, Nova Vida

Rosangela Gomes (PRB), 102.896, bel em Direito, Universal

Clarissa mostrou-se atuante como vereadora no Rio. É filha do ex-governador Garotinho, que se destacou por sua definição como cristão (evangélico).

Sóstenes Cavalcante foi missionário na Argentina com seu pai, enviados pela Assembleia de Deus carioca. De volta, destacou-se a partir de seu engajamento na campanha pela eleição do pastor Samuel Câmara à presidência da CGADB. Depois passou a assessorar pastor Silas Malafaia, de quem recebeu apoio.

Washington Reis foi membro da AD em Xerém (Pr. Lourival Machado), município do qual foi também prefeito, mas transferiu-se para a Igreja Nova Vida.

Arolde de Oliveira (PSD), membro da Igreja Batista e dono de uma das emissoras de rádio mais influentes no Rio, em especial entre cristãos, a 93FM e da gravadora MK. É pai da cantora Marina de Oliveira e sempre foi ligado ao Governo do Estado, atuando como secretário.

– Áureo (SD), empresário, Metodista

– Benedita da Silva (PT), presbiteriana e militante histórica do PT, foi senadora e governadora do Rio.

– Ezequiel Teixeira (SD), ex-assembleiano implantou a igreja-comunidade Projeto Vida Nova de Irajá, cognominada de ‘a Igreja com Cara de Leão’, bastante difundida no Grande Rio.

– Francisco Floriano (PR)

– Marcos Soares (PR)

– Roberto Sales (PRB), administrador, Universal

– Cabo Cacioli (PSOL), Bombeiro Militar, Batista

– Altineu Cartes (PR), produtor agropecuarista, Assembleia de Deus

PARANÁ

Christiane Yared (PTN), 200.344, Catedral do Reino de Deus

Idekazu Takayama (PSC), 192.952, Assembleia de Deus

Delegado Francischini (SD), 169.569, delegado de Polícia Federal, Assembleia de Deus

Marcelo Belinati (PP), 132.817, médico, Assembleia de Deus

Sandro Alex (PPS), 116.909, empresário e advogado, Batista

Idekazu Takayama (PSC), 192.952, Assembleia de Deus, é ex-seminarista do Instituto Bíblico das Assembleia de Deus (Ibad)-Pindamonhangaba-SP, enviado pela AD em Curitiba (saudoso pastor José Pimentel), destacou-se como pregador em todo o Brasil. Depois de eleito deputado estadual, deixou o calor de suas prédicas para dedicar-se mais à vida parlamentar.

Toninho Wandscheer (PT), empresário imobiliário, Assembleia de Deus

MINAIS GERAIS

Weliton Prado (PT), 196.098, bel em Filosofia, Assembleia de Deus

George Hilton (PRB), 146.732, radialista, Universal

Stefano Aguiar (PSB), 144.163, administrador de Empresas, Qaudrangular

Leonardo Quintão (PMDB), 118.170, empresário, Presbiteriana

Lincoln Portela (PR), 98.834, radialista, Batista Nacional

ACRE

Alan Rick (PRB), jornalista, Assembleia de Deus

ALAGOAS

João Caldas (SD), empresário, Igreja da Graça

AMAPÁ

André Abdon (PRB), Assembleia de Deus

AMAZONAS

Silas Câmara (PSD), da Assembleia de Deus em Manaus e irmão do pastor Samuel Câmara, líder reconhecido no Brasil. Destacou-e com 166.281 votos e foi o segundo mais votado.

Hissa Abraão (PPS), empresária, Aliança Evangelizadora

André Abdom (PRB), empresário, Assembleia de Deus

BAHIA

Erivelton Santana (PSC), Assembleia de Deus

Irmão Lázaro (PSC), músico, Batista

Márcio Marinho (PRB), Universal

Sérgio Brito (PSB), empresário e servidor Público Federal, Batista

Tia Eron (PRB), Universal

CEARÁ

Ronaldo Martins (PRB), radialista e acadêmico em Direito, Universal

ESPÍRITO SANTO

Manato (SD), médico, Cristã Maranata

Sérgio Vidigal (PDT), médico, Batista

Max Filho (PSDB), servidor Público Federal, Presbiteriana da Glória

GOIÁS

Fábio Souza (PSDB), Fonte da Vida

João Campos (PSDB), delegado de Polícia, Assembleia de Deus

MARANHÃO

Cleber Verde (PSDB), professor-servidor Público Federal, Congregação Cristã No Brasil

Eliziane Gama (PPS), jornalista, Assembleia de Deus

MATO GROSSO

Victório Galli Filho (PSC), professor de Ensino Superior, Assembleia de Deus

Fábio Garcia (PSB), empresário, Sara Nossa Terra

MATO GROSSO DO SUL

Embora não tenha elegido nenhum cristão evangélico, conforme informações que temos, registramos a participação na disputa eleitoral do vereador Elizeu Dionizio que, pela primeira vez disputou eleição fora do município, após ser eleito vereador, com destaque, já em sua primeira disputa.

Com atuação eficaz e reconhecida na Câmara de Vereadores de Campo Grande, o jovem Elizeu promete obter carreira política brilhante, pois chegou a quase 40 mil votos. Elizeu é filho do pastor Antonio Dionizio, homem empreendedor, dinâmico e de evidente liderança nacional entre as Assembleias de Deus no Brasil, além de diretor da CGADB e presidente da ADM no Estado do Mato Grosso do Sul.

Já o médico Antônio Cruz, proprietário de um hospital em Campo Grande, chegou à suplência, com 34 mil votos.

PERNAMBUCO

Francisco Eurico (PSD). Reeleito o expressivo segundo lugar do Estado, com 233.797, pastor Eurico recebeu este nome como justa homenagem a um reconhecido missionário sueco, muito respeitado no Brasil, saúdo pastor Eurico Bergsten e que teve efetiva participação nos fundamentos doutrinários da AD pernambucana.

Eurico foi o segundo mais votado e tem representatividade reconhecida, conforme sua expressiva votação. Pastor Eurico, embora perseguido, a partir de uma suposta agressão verbal a apresentadora Xuxa (e que recebe críticas de sua postura, com relação a sua exposição. Ele é membro da AD em Recife e tem o apoio do pastor Ailton Alves.

– Anderson Ferreira (PR)

DISTRITO FEDERAL

Ronaldo Fonseca (PROS) Foi pastor da AD em Jaboticabal (SP) e é pastor da Assembleia de Deus em Taguatinga (DF) e membro da Comissão Política da CGADB.

PARÁ

Julia Marinho (PSC)

Josué Bengston (PTB), Quadrangular

PIAUÍ

Rejane Dias (PT)

RIO GRANDE DO SUL

Carlos Gomes (PRB)

Onyx Lorensoni (DEM), Luterana

Ronaldo Nogueira (PTB), Assembleia de Deus

RIO GRANDE DO NORTE

Antônio Jácome (PMDB) é médico, foi vice-governador do Estado e é  membro da Assembleia de Deus em Natal.

RONDÔNIA

Marcos Rogério (PDT), Assembleia de Deus

Nilton Capixaba (PTB), Assembleia de Deus

RORAIMA

Carlos Andrade (PHS)

Johnathan de Jesus (PRB), Universal

SANTA CATARINA

Geovana de Sá (PSDB)

SERGIPE

Laércio Oliveira (SD)

Pastor Jony (PRB)

TOCANTINS

César Halum (PRB).

Leitura: Busca por mudança 

Com a evolução da presença de evangélicos, em oposição ao aumento substancial da abstenção do eleitor, e ainda considerando o distanciamento de membros do partido governista entre os cristãos (evangélicos), tem-se a seguinte leitura: engrossamento da lista dos que querem mudança.

Tudo isso diz respeito à atuação necessária para conter sistemas políticos liberais e progressistas, com notória tendência anarquista, sem nem mesmo escamotear a agressiva tentativa de desconstrução de bases sociais, como a família e de preceitos morais.

As propostas dessas filosofias humanistas – o homem em primeiro lugar – são buscadas como verdadeira obsessão e os cristãos não podem atuar de forma omissa ou passiva, sob o risco do pecado de comissão e omissão. Todos devem atuar com altruísmo, para irradiar luz aos homens.

Some-se a essa arquitetura de mente milenar e não menos tinhosa, a queda de toda e qualquer postura ética, em especial de tudo que procede do dualismo bem e mal, certo e errado (e de todo dualismo), com a clara busca pela destruição de limites elementares para a convivência boa, saudável e respeitosa entre os homens.

Correção e informação

Obs: Caso você tenha informações de outros evangélicos que não constam na lista acima, ou notar alguma informação desencontrada envie-nos, por favor, por meio do email: mesquita.jornalismo@gmail.com

 O mesmo vale para governador-cristão eleito.

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