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GILBERTO GONÇALVES MALAFAIA

APÓS RECEBER JESUS SUA FAMÍLIA SE CONVERTEU PELO SEU TESTEMUNHO

GILBERTO MALAFAIAPr. Gilberto com a esposa e filho, pastor Silas

 

Através de um artigo escrito no jornal Mensageiro da Paz levou Gilberto Malafaia a conversão a Cristo. Em seguida, ele buscou o aprimoramento na Palavra de Deus e, depois, o Senhor o chamou para o ministério. Suas convicções fizeram com que também buscasse o aprimoramento de outros obreiros, por meio do ensino da Palavra. Para isso, enfrentou dificuldades para implantar, com missionário Lawrence Olson, o Instituo Bíblico Pentecostal (IBP). Com persistência venceu a luta.

O jornal de 1939, que o levou a Cristo estava entre os livros de um amigo. Nele Gilberto encontrou o artigo assinado pelo missionário sueco Nils Kastberg, com chamada na capa: “Queres tu, ó homem roubar a Deus?” O texto o levou primeiramente a ser fiel ao dízimo. Depois lhe aguçou o desejo de ouvir o Evangelho, na AD em São Cristovão (Grande Rio), a partir do convite de um amigo, mas sua conversão de seu na AD em Madureira, na época liderada pelo pastor Paulo Leivas Macalão.

Ele aconselha os obreiros iniciantes a buscarem conhecimento sem deixar a unção espiritual, para que alcance a estatura de testemunha fiel.

Partiu para a Eternidade no dia 12 de janeiro de 2016, às 9h, em sua casa, aos 95 anos, no Rio de Janeiro, onde sempre morou e depois de 67 anos de casamento.

Preparação e convicção

Baiano de Castro Alves, Gilberto Malafaia era oficial da reserva da Marinha do Brasil casou-se com a professora e psicóloga, conhecida por suas preleções por todo o Brasil, Albertina Lima Malafaia. Da união nasceram cinco filhos, dos quais dois são pastores: Samuel e Silas Malafaia, conhecido em todo o Brasil e fundador e proprietário da Editora Central Gospel.

Como presbítero na igreja em Madureira, passou a perceber sua chamada ao ministério, mas não dizia a ninguém. Sentia em sua alma uma vocação especial. A partir de então passou a se aprimorar. Foi para um seminário batista, mas para aprender a manusear a Bíblia. Lá eu fiz o curso de Teologia com o intuito exclusivo de me aprimorar no conhecimento das Escrituras. Ainda bacharelou-se em Pedagogia, com especialização em Administração Escolar, pela Universidade Gama Filho.

De Madureira foi para a Penha, onde a sua chamada fora confirmada pelo Senhor. Mas o seu início foi justamente em Madureira, onde dirigiu uma congregação. Depois voltou para o templo-central, quando então teve muitas oportunidades para pregar a Palavra. O Senhor já havia dado-lhe da sua graça, percebida pela notoriedade de levar toda a sua família à conversão a Cristo Jesus. Em 3 meses, em torno de 12 membros de sua família renderam-se aos pés do Senhor. Após sofrer a repulsa de familiares, todos católicos romanos, sua mãe, Maria Anunciação Malafaia, foi a primeira, em 1941, a ir a Cristo. No dia em que ela se converteu mais 3 ou 4 irmãos também se decidiram por Cristo, entre eles Carlos e Moisés Malafaia, conhecidos pastores da AD do ministério Madureira.

Pastor Gilberto Malafaia sempre se mostrou participativo e impetuoso nas convenções da denominação. Jamais deixou de ocupar o microfone para deixar, de forma evidente, suas convicções. Sua história ministerial se efetivou na AD em Jacarepaguá, bairro do Rio de Janeiro.

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Ao receber email do pastor Silas Malafaia, dando conta da votação no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre família e relação homoafetiva, hoje (4 de maio), escrevi um resumo sobre o assunto. Em seguida, enviei o texto aos ministros, a partir dos endereços enviados pelo pastor Sostenes Cavalcante, assessor de Silas Malafaia.

A questão da liberdade humana faz parte do mais ‘sagrado’ direito, mas a contrariar a própria natureza, traspassa o bom senso e o equilíbrio do ser enquanto racional. A física e a biologia humanas não oferecem o mínimo de estruturas, meios e condições para que o conceito de família se concretize na relação homoafetiva.

Conceito de pai e mãe, par gerador de seres consanguíneos – isto é, nascidos do ventre -, e de compleição composta de todos os ítens necessários para a formação social humana, sempre foi aceito e mantido e, com isso, manteve-se o equilíbrio social.

Todas as sociedades que adotaram relacionamentos homossexual, ainda que encobertos pelo poder e pela filosofia, como os romanos e os gregos sucumbiram, pois não existem fundamentos e nenhuma possibilidade de sustentação para tal.

Mesmo que haja o reconhecimento de direito, pela aproximação associativa, não há como se estabelecer família a partir da união de pessoas do mesmo sexo.

O homem quando tem sua compleição distanciada da natureza, torna-se em um outro elemento, não contemplado tanto pela natureza do próprio ser quanto pelos conceitos adotados pelas sociedades em toda a história humana.

Os cromossomos masculinos e femininos são diferentes, a compleição, a estrutura física e biológica…, enfim, existe uma perfeição na relação homem x mulher, macho e fêmea, e alterar os rumos da própria natureza humana, é uma arte que nem mesmo o divino Criador estabelecera!

Tal proposta só poderia existir a partir do pressuposto da formação de seres-deuses, isto é, extra-humanos.

Daí a sábia e racional indicação da Contituição federal que, em seu artigo 226, indica a composição de família, a partir da união entre macho e fêmea:

“A família, a base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§3º. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.

 

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Campo Grande (MS) foi escolhida para sediar a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que ocorrerá de 7 a 9 de setembro. A reunião vai definir a ocupação do cargo de 1º vice-presidente da CGADB, em vacância desde a renúncia do pastor Silas Malafaia, dia 17.

A extraordinária, marcada após reunião da mesa diretora, hoje na CGADB, vai definir se o cargo em vacância será ocupado e como – se haverá ou não nova eleição para o mesmo. Na mesma reunião, a mesa definiu a próxima Assembleia Geral Ordinária, marcada para abril do próximo ano, em Cuiabá.

Renúncia e motivos

“Minha renúncia ao cargo de vice-presidente e o meu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil devem-se ao fato de eu ter assumido, repentinamente, o pastorado da Igreja Assembleia de Deus Penha (RJ), que passou a denominar-se Assembléia de Deus Vitória em Cristo…”, declarou pastor Silas Malafaia, mas ainda ressaltou que “… tal decisão deve-se também a assuntos de ordem interna dos membros da CGADB”, conforme ‘notificação extrajudicial’ registrada em cartório e enviada ao presidente da instituição no dia 14.

No documento, pastor Silas diz que desde 2008 tem chamado a atenção para o “descalabro financeiro vigente na CGABB” e que formulou “diversas denúncias, as quais foram integralmente reafirmadas no Plenário da Convenção… no ano de 2009”.

Pastor Silas afirma também que, “…passados tantos anos, é com extremo pesar e o mais sincero desalento que, consternado, me vejo forçado a renunciar ao cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB e a formular meu pedido de desligamento da mesma”, e ainda, “Necessário se faz destacar que tão penosas atitudes têm como um dos motivos principais os desmandos administrativos, que fazem com que a CGABB tenha hoje seu nome ‘negativado’ junto aos órgãos de proteção ao crédito, padecendo até mesmo da suspensão de cheques para as contas bancárias da mesma e esteja, atualmente, com diversos tributos em aberto e não pagos…”, declara, ressaltando que “diversas e graves irregularidades, as quais depõem contra a CGABB e que não podem ser toleradas”.

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No Programa Vitória em Cristo de hoje pela manhã, pastor Silas Malafaia anunciou a sua renúncia à primeira vice-presidência e seu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB). Pastor Silas chamou a atenção a desmandos, casos de muita seriedade, limitando-se à expressão “coisas de arrepiar o cabelo”.

Ele insinuou ainda a estruturação de uma nova entidade em nível de CGADB, quando mostrou as instalações da Central Gospel. Ainda neste ano, o renomado tele-evangelista realizou grande concentração em Águas de Lindóia, denominada Escola de Líderes da Associação Vitória em Cristo (Eslavec), quando congregou milhares de pastores, tanto da AD quanto de outras denominações cristãs evangélicas.

Assembleia de Deus Vitória em Cristo é o nome que as igrejas ligadas ao pastor Silas passarão a usar. Mesmo que não tivesse a intenção de fundar um novo órgão convencional, pastor Malafaia teria o apelo de inúmeros pastores amigos e que seguem a mesma filosofia eclesiástica e, que, portanto, corroborarão para que o projeto se concretize.

Quem assume a 1ª vice-presidência?

Quanto ao cargo da 1ª vice-presidência da CGADB, renunciado por Silas Malafaia, ainda não há definição quanto à sua ocupação. Os Estatutos da CGADB não estabelecem a ocupação do cargo pelo segundo mais votado, no caso, pastor Oscar Moura, do Espírito Santo.

O 2º vice-presidente, que também poderia ser convocado para assumir a 1ª vice-presidência é do Sul, enquanto o cargo deve ser ocupado por um ministro-membro e eleito do Sudeste. Portanto, tudo indica que o cargo ficará em vacância. Fora disso, outra solução seria convocar uma assembleia geral extraordinária (AGE), para alteração dos estatutos ou expor o fato para discussão e possível aprovação pelo plenário. Contudo não seria um bom momento para tal.

Atualizado em 18/05/2010 às 22h10.

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As críticas foram transmitidas pelo próprio pastor Samuel Câmara, em seu programa semanal na RedeTV, no sábado, dia 13 de junho. Elas realçaram as discussões realizadas durante as eleições da CGADB, em abril.

  

Para justificar sua crítica, tornando fatos internos da CGADB expostos a membros da denominação e também ao mundo secular, pastor Samuel disse que a CGADB não é igreja, mas uma organização de filiação de pastores e evangelistas da AD, assim como categorias profissionais seculares, a exemplo de associações e sindicatos. 

 

A crítica mais contundente diz respeito à devolução de cheques sem fundos, emitidos pela CGADB. O assunto foi exposto pelo pastor Silas Malafaia, atual primeiro-vice-presidente da CGADB, durante a Convenção em abril. Lá, após a exposição do assunto, o tesoureiro da CGADB, pastor Jonas, foi convidado pelo presidente a defender-se das acusações, mas se perdeu e não teve sucesso. Com isso acabou não reeleito, condição que fora atribuída por muitos em função da explicação aquém do esperado. 

 

Porém, após análise do caso por uma comissão, indicada pelo presidente, o próprio pastor Silas Malafaia, da chapa do pastor Samuel Câmara, sugeriu a aprovação das contas, o que aconteceu.

 

A Nota esclarece fatos, que não foram explicados pelo pastor Samuel, e acabam clareando alguns pontos que ficaram obscuros em sua fala.  

NOTA DE ESCLARECIMENTO

O presidente da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB, no exercício de suas atribuições estatutárias;

Considerando o ofensivo pronunciamento do membro Samuel Câmara, levado ao ar em programa televisivo no dia 13 de junho de 2009, oportunidade em que suscitou inverídicas suspeitas sobre a lisura das assembleias gerais da CGADB e respectivos procedimentos eleitorais, que ensejaram a reforma dos Estatutos e a reeleição de Membros da Mesa Diretora, estendendo seus ataques à atual e às anteriores administrações da entidade;

Considerando que o pronunciamento do membro Samuel Câmara denigre, direta ou indiretamente, a imagem, a honra e a dignidade da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB, assim como de seus dirigentes e todos os membros convencionais;

Considerando que, de acordo com as normas estatutárias, cabe ao presidente da Mesa Diretora o direito de defesa, em Juízo e fora dele, da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB);

O BEM DA VERDADE e por meio do Mensageiro da Paz (a nota ainda será publicada), vem prestar os seguintes esclarecimentos, a todos quantos possam interessar:

REFORMA DOS ESTATUTOS

1) As reformas do Estatuto Social da CGADB, algumas delas por proposta do próprio convencional Samuel Câmara, se deram por imperiosa necessidade de sua adequação aos ditames do Novo Código Civil (Lei nº 10406/2002) assim como à realidade da própria CGADB, sendo a penúltima realizada na cidade Maceió (AL). A última reforma (AGE de Porto Alegre-RS), foi efetivada principalmente para permitir a eleição eletrônica, que foi inaugurada com sucesso na AGO de Vitória, Estado do Espírito Santo, mediante a utilização de urnas eletrônicas cedidas pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral daquele acolhedor Estado, sendo, inegavelmente, uma grande vitória e profundo avanço, dado o expressivo número de eleitores que participam das AGOs.

DO PROCEDIMENTO ELEITORAL 

2) Todos os procedimentos eleitorais da CGADB, sem qualquer exceção, sempre foram realizados às claras e de forma democrática, e sem manipulação, com inteira observância das disposições legais e estatutárias. Todos os convencionais tiveram plena liberdade para se inscrever como candidatos aos cargos eletivos. Prova disto que o próprio denunciante Samuel Câmara vem participando de sucessivas eleições, como candidato, tendo sido eleito, inclusive, como 1º vice-presidente da Convenção Geral, biênio de 2005/2007, afora outras funções eletivas que exerceu junto à Mesa Diretora, fatos que jamais poderá negar mesmo porque estão registrados nos anais da Convenção Geral. A reeleição do pastor José Wellington Bezerra da Costa, como presidente, e a eleição dos demais membros da Convenção Geral, a par da estrita observância das disposições estatutárias, devem ser tributados ao livre e consciente exercício do direito de voto dos convencionais que compareceram às sessões da Assembléia Geral, a exemplo dos respeitáveis votos atribuídos ao denunciante Samuel Câmara, restando-lhe apenas a lamúria de sua mal conduzida campanha. Duvidar da lisura, da condução e do resultado das eleições, como o fez deliberadamente o denunciante, equivale a subestimar a própria inteligência dos convencionais que participaram do certame. 

3) Quanto às inscrições de convencionais, principalmente daqueles que participaram da última eleição, são infundadas as denúncias propaladas pelo membro Samuel Câmara, a exemplos dos demais fatos que ele veiculou em programa de televisão. Inicialmente, convém esclarecer que as inscrições foram acompanhadas pelo próprio convencional Samuel Câmara e seus assessores, tendo resultado na confecção de um relatório subscrito por ele (Samuel Câmara) e pelos membros da Comissão Eleitoral. E é oportuno informar que as impugnações do denunciante foram examinadas e rejeitadas pela Comissão Eleitoral, por ausência de qualquer irregularidade. Não era verdadeira a alegação de falta ou intempestividade de pagamento das taxas de inscrições ou de anuidades envolvendo 1.626 inscrições. Todas foram pagas a tempo e modo, cumprindo ressaltar que alguns convencionais, residentes na cidade do Rio de Janeiro, efetuaram os respectivos pagamentos no dia 21 de janeiro de 2009, porque o dia 20 de janeiro de 2009, último dia de prazo, foi FERIADO na cidade do Rio de Janeiro e, de acordo com o artigo 132, § 1º, do Código Civil, “Se o dia do vencimento cair em feriado, considerar-se-á prorrogado o prazo até o seguinte dia útil”. E nada melhor do que cumprir a Lei, como sempre foi do feitio dos membros da Convenção Geral, cuidado que o denunciante demonstrou não possuir. Por outro lado, o denunciante insinua que 1.300 convencionais compareceram somente no dia da votação, mas não estariam inscritos no prazo do edital. Mais uma inverdade pronunciada pelo membro Samuel Câmara. Todos os 1.300 convencionais estavam inscritos. Por sua vez, não se pode censurar os convencionais que optaram por comparecer ao local de votação somente no dia da eleição, visto que a participação dos atos correlatos ao pleito é de livre iniciativa de cada convencional. Curioso que o denunciante Samuel Câmara, deliberadamente, deixou de mencionar os convencionais que ele apresentou às vésperas da eleição, e, portanto, fora do prazo regimental, os quais foram inscritos em cumprimento de decisões judiciais provisórias proferidas em ações que eles ajuizaram contra a CGADB perante a Comarca de SERRA, Estado do Espírito Santo.

 DO CADASTRO E DO REGISTRO DE CONVENÇÃO

4) Sob o enfoque deste tópico, também carece de veracidade a denúncia do membro Samuel Câmara. Nenhum convencional pode ignorar que o cadastramento e o registro de convenções são atos de competência da Mesa Diretora, a teor do artigo 39, III, do Estatuto Social, submisso a homologação da Assembleia Geral. A inscrição da entidade convencional que o denunciante mencionou em programa de televisão preencheu todos os requisitos do Estatuto da CGADB, especialmente quanto ao prazo de seis meses anteriores a data da AGO. Bem por isso que seus membros concretizaram suas inscrições no prazo do edital da última eleição, mediante o pagamento dos respectivos valores, tudo a demonstrar a inveracidade das afirmações do denunciante.

DA ÚLTIMA ELEIÇÃO

5) A eleição levada a efeito durante a AGO em Vitória-ES, como dito acima, foi a primeira mediante processo eletrônico, com urnas eletrônicas cedidas pelo Egrégio Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Espírito Santo. Todos os atos que a precederam, regulados no Estatuto Social e Regimento Interno da CGADB, foram rigorosamente cumpridos e fiscalizados, inclusive acompanhados pelo denunciante, ora pessoalmente, ora por seus representantes. Como se isso não bastasse, convém salientar que o próprio Tribunal cedente das urnas designou seus técnicos, que, diligentemente, acompanharam todos os procedimentos, culminando com a apuração e proclamação dos resultados. Como prova inequívoca da transparência, da oportunidade e lisura do pleito, mesários, escrutinadores, secretários, presidentes de mesas e fiscais foram indicados e recrutados pelos candidatos a presidente, até mesmo para a lacração das urnas, o que concorreu para o equilíbrio, a igualdade e a verdade dos resultados. Portanto, quando o denunciante se refere a suspeição e manipulação das eleições e seu resultado, em verdade o faz como ato de desespero, sem medir as consequências de suas inverídicas afirmações, sem a preocupação de atingir a honra, a imagem e a dignidade de consagrados servos de Deus, que, com dedicação e desvelo, cuidam de imensos rebanhos do Senhor da Seara.

 DAS DELIBERAÇÕES DO PLENÁRIO

6) A respeito das deliberações do Plenário, o denunciante Samuel Câmara demonstra estar desinformado quanto ao que dispõe o artigo 21 do Regimento Interno, que regulamenta a forma de aferir a votação de matérias submetidas a debate em plenário. Conferindo o Regimento da CGADB, é inegável que a conduta do presidente do conclave se ateve rigorosamente ao que determina o mandamento estatutário e regimental, não sendo verdadeira, portanto, a afirmação do denunciante sobre suposta conduta diversa do presidente da Mesa.

DO RELATÓRIO DA COMISSÃO ESPECIAL

7) As inverídicas afirmações do membro Samuel Câmara a respeito de gastos, encargos e compromissos financeiros da CGADB, principalmente no que se refere ao período de 2007 a 2008, comportam os seguintes esclarecimentos:

a) Como é do conhecimento de todos os membros convencionais, a CGADB tem vários órgãos que exercem atividades em sua estrutura administrativa, tais como: Mesa Diretora, Conselho Fiscal, Conselho de Ética, Comissão Jurídica, dentre outros. Todos os convencionais que integram esses órgãos, exercem suas atividades sem remuneração de qualquer espécie, cabendo à CGADB os custos de deslocamentos, hospedagem e alimentação dos de seus membros, quando no desempenho de suas atribuições estatutárias. Aliás, o próprio denunciante Samuel Câmara, enquanto integrante de órgãos da CGADB, também recebeu o mesmo tratamento, sem que desembolsasse, de si próprio, ou da igreja que preside, qualquer valor para cobrir suas despesas no desempenho de atividades estatutárias. Ao contrário do que insinuou o denunciante, todos os valores indicados no relatório da Comissão Especial nomeada são decorrentes de intensas e exaustivas atividades dos membros que integram os diferentes órgãos da CGADB, realizadas em diferentes regiões do país, sempre no interesse da entidade, como os convencionais tiveram a oportunidade de verificar e comprovar na última AGO. Não merecem credibilidade, portanto, as gratuitas afirmações do denunciante, mesmo porque desprovidas de qualquer prova em sentido contrário.

b) Quanto às dividas fiscais apontadas (INSS e FGTS), convém ressaltar que é absolutamente inverídica a informação da existência de “apropriação indébita” de valores descontados dos empregados da CGADB. O relatório da Comissão Especial nomeada dá conta de que os valores descontados de salários foram quitados. Logo não procedem as afirmações do denunciante. Quanto ao saldo apontado como objeto de parcelamento junto ao órgão governamental competente, aguarda-se deferimento de requerimento formulado em estrita observância das normas legais.

c) Com relação aos compromissos assumidos, é oportuno esclarecer que as finanças da CGADB são alimentadas pelas anuidades e taxas de inscrições dos membros convencionais de sorte que, em razão da ausência de provisão de fundos de vários cheques recebidos de convencionais, a entidade teve momentânea dificuldade para saldar seus compromissos, mas, conforme consta do relatório da Comissão Especial, os títulos de créditos mencionados pelo denunciante foram resgatados. Por não ser de seu interesse, o denunciante omitiu, propositadamente, o parecer final da aludida comissão, que não foi por ele contestado em plenário, onde está expresso que: “Diante dos fatos analisados e dos comentários citados, somos de parecer de que os relatórios financeiros de 2007 e 2008, apresentados pela CGADB, sejam aprovados, com a incorporação deste relatório e documentos, com atendimento as recomendações aqui constantes, em especial com o preparado das demonstrações financeiras em conformidade com os princípios contábeis geralmente aceitos. De igual modo, esta comissão considerando os aspectos envolvidos e a documentação apresentada, conclui que, tendo em vista a matéria discutida, não se identifica nenhum elemento evidenciador de improbidade administrativa.” Deve ser destacado que a Comissão Especial em referência foi composta por convencionais dotados de formação técnica adequada, e com a participação de representante do denunciante Samuel Câmara. O parecer acima parcialmente transcrito foi submetido à discussão e apreciação do plenário, tendo sido APROVADO POR UNANIMIDADE pelos convencionais, dentre eles o próprio denunciante Samuel Câmara.

DA DOCUMENTAÇÃO PARA A INSCRIÇÃO

8 No que se refere aos documentos de inscrição dos candidatos, o pronunciamento do membro Samuel Câmara, igualmente, está permeado de inverdades. De todos os que se candidataram aos mais diversos cargos eletivos da CGADB, foi exigida a documentação regimentalmente determinada, conforme dispõe o artigo 41 e seguintes do Regimento Interno, com prazos de impugnações. Por outro lado, é absolutamente inverídica a afirmação de que o subscritor da presente teria presidido sessão da Comissão Eleitoral, até porque os membros daquele órgão, que atuaram com total independência, jamais permitiriam a ingerência de terceiros em seu funcionamento. É lamentável observar, mas o denunciante, propositadamente, confunde a pessoa física dos candidatos com a pessoa jurídica da CGADB.

9) Finalmente, destaca o subscritor desta nota, em nome da Mesa Diretora e todos os demais órgãos da CGADB, que não é cabível, por impertinente, a ressuscitação de questões exaustivamente debatidas e já decididas, soberanamente, pelos membros convencionais, não sendo demais acrescentar que as denúncias do membro Samuel Câmara configuram comportamentos espiritualmente reprováveis, cabendo ao Senhor da Seara avaliá-las segundo seus santos propósitos e juízos. Bom seria que o precioso espaço do programa de televisão fosse utilizado pelo membro Samuel Câmara para a propagação do Santo Evangelho, porque é com esse magno propósito que ele foi consagrado ao Ministério da Palavra. 

Fraternalmente, em Cristo Jesus, Senhor Nosso
Rio de Janeiro, 18 de junho de 2009

JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA
Pastor-presidente

FONTE: http://prjosewellington.blogspot.com 

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Eleição da Convenção Geral foi inédita

 

Além de inédita por suas peculiaridades, todas as urnas da eleição da nova mesa diretora e do Conselho Fiscal CGADB, funcionaram com perfeição. Segundo o técnico da TRE-ES, Alfredo Andrade, chefe da Seção de Voto Informatizado, das 180 somente uma urna teve de ser substituída, mas por causa de carga de bateria. O problema foi detectado em função de corte do fornecimento de energia elétrica. A substituição não alterou o processo e a votação permaneceu inalterada.

 

Inscritos e aptos

 

Dos 17.218 inscritos, incluindo 373 ministros da Ciadseta, que conseguiram votar por meio de liminar da Justiça, 4.339 não votaram.

 

No dia anterior, 11.386 já haviam sido credenciados e receberam pastas. No dia 23 – da votação – foram 12.879.

 

Apuração

 

Havia muita tensão entre os presentes que acompanhavam a apuração. Ainda no início, algumas vezes pastor Samuel chegara a ter vantagem de até 200 votos. Mas não demorou muito para que pastor José Wellington tomasse a dianteira e não mais perder.

 

Pastor Oscar Moura também passara à frente de pastor Silas Malafaia, assim como ocorrera com outros cargos. No final a vantagem foi aparecendo. A média de diferença oscilou entre 1.000 e 700 votos para a maioria dos cargos disputados.

 

Além de toda a assistência e acompanhamento do TRE, as pessoas da mesa de apuração possuíam condições ideais para a função. Dentre elas estavam juízes de Direito e promotores de Justiça. Pastor Wagner Gaby, ao lado de seus pares da Comissão Eleitoral, mais uma vez, conduziu o pleito com denodo.

 

Filas só pela manhã

 

Somente pela insistência de alguns obreiros, que gostam de votar pela manhã, registrou-se um pequeno transtorno em função de aglomeração em um único horário. No entanto, logo após o almoço, já não mais havia filas.

 

Um dos locais de votação ainda com fila

Um dos locais de votação ainda com fila

 

Quando votei, por exemplo, por volta das 14h, assim que almocei, fui para a minha seção e deparei-me com somente uma pessoa a minha frente. As demais seções apresentavam a mesma situação.

 

Convencionais votaram em duas urnas

Convencionais votaram em duas urnas

 

Apuração

 

A apuração, iniciada por volta das 19h foi concluída uma hora depois. Todos os cargos tiveram apuração simultânea e mostrada em telões. Um telão mostrava o resultado na sala de apurações e outro, preenchia a ansiedade dos que ficaram do lado de fora.

 

Estrutura

 

Toda a estrutura montada no local atendeu perfeitamente os ministros. Para isso, o Pavilhão de Exposições de Carapina, em Serra, Grande Vitória, onde ocorreu o evento, recebeu adaptações, para dar o suporte necessário.

 

Na área de inscrições, por exemplo, foram instalados nada menos que 100 guichês, todos com atendimento.

 

Os 100 guichês lançam para a idéia da grandeza e do ineditismo do evento.

Os 100 guichês lançam para a idéia da grandeza e do ineditismo do evento.

 

Havia instalação para Achados e Perdidos, Centro de Atendimento ao Ministro (CAM), que registrou demanda acima do esperado, além de outros pontos de apoio.

 

Todos os espaços construídos receberam adaptações para a realização da CGADB

Todos os espaços construídos receberam adaptações para a realização da CGADB

Do lado de fora, dezenas de barracas e quiosques ofereciam desde pastel a livros e Bíblias. Do lado de dentro somente havia restaurantes oficiais. O local das refeições também era gigantesco.

 

O lado de fora do pavilhão de Carapina ficou colorido com dezenas de barracas e quiosques

O lado de fora do pavilhão de Carapina ficou colorido com dezenas de barracas e quiosques

 

Credenciamento da mídia

 

Quase uma centena de profissionais da mídia foi credenciada. Dentre todos estavam fotógrafos, jornalistas, radialistas, blogueiros e repórteres webs. Todos tiveram acesso à gravação, com exceção de gravação contínua das plenárias.

 

Sala do Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB

Sala do Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB

 

A RBN teve ainda autorização do Conselho de Comunicação da CGADB para instalar um veículo link no centro do local, para transmissões ao vivo. Foi o maior número de profissionais credenciados pelo Conselho.

 

Veículo do link da Rede Boas Novas

Veículo do link da Rede Boas Novas

 

 

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Comissão vai analisar contas e plenário aprova nova Convenção fluminense

 

Mais uma Convenção regional foi reconhecida e aprovada pelo plenário convencional. Também uma comissão foi nomeada pelo presidente pastor José Wellington, para analisar possíveis embates das contas da CGADB. Amanhã (22/4) as contas da CPAD serão apreciadas.

 

 

Assembleia aprovou mais uma convenção estadual

Assembleia aprova mais uma convenção estadual

 

 

Com cerca de 15 mil ministros-membros, a 39ª Convenção Geral das Assembléias de Deus em sua reunião ordinária de ontem (21/4), discutiu as contas de 2008 da própria entidade e aprovou a nova Convenção regional fluminense. A nova representação de ministros, a Ceaderj, tem pouco mais de 300 ministros-membros. Para eliminar dúvidas quanto à aprovação pela maioria, pastor José Wellington solicitou a manifestação de favoráveis e contrários, quatro vezes. O grupo de apoio à chapa CGADB pra Todos, encabeçada pelo pastor Samuel Câmara, candidato à presidência, postado estrategicamente à frente do plenário, formavam um “paredão”, que lançava para a idéia de maioria, por causa da dimensão e profundidade do local.

 

 

Pastor Silas Malafaia contestou relatório financeiro da Convenção

Pastor Silas Malafaia contesta relatório financeiro da Convenção

 

 

O relatório foi apresentado, mas houve a solicitação para que a apresentação fosse efetivada pelo 1º tesoureiro, pastor Jonas Francisco de Paula. Pastor José Wellington solicitou então a presença ao microfone do tesoureiro, que passou a fazer suas explicações. Mesmo assim, diante da insistência de as contas terem falhas, não obstante o Conselho Fiscal já tê-la provado, pastor José Wellington usou sua prerrogativa para indicar uma comissão que analisará, em separado, e depois apresentar relatório ao plenário para aprovação. Alguns questionaram o pastor Silas Malafaia, que apresentou tais falhas, por ele ser o 2º. tesoureiro da própria mesa diretora.

 

 

Pastor José Wellington recorre aos estatutos durante as discussões

Pastor José Wellington recorre aos estatutos durante as discussões

 

 

Mesmo sob forte pressão, orquestrada pela chapa CGADB pra Todos, pastor Wellington conduziu com notável domínio as plenárias.

 

Cultos

 

Pregou a Palavra pela manhã, no devocional, pastor Hidekazu Takayama (PR), e à noite, pastor Daniel Silva (AL).

 

Novamente à noite, milhares de crentes da Grande Vitória lotaram o enorme pavilhão do Parque de Exposições de Carapina, em Serra, Grande Vitória. 

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