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Archive for julho \20\UTC 2012

“E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer”, Ap 6.2.

Este arqueiro sentado em um cavalo branco tem produzido muitas discussões sobre o real significado do mesmo, bem como do cavalo e sua respectiva cor.

Em função da coroa recebida e da cor do cavalo – branca – a indicar pureza, muitos pensam ser Cristo o cavaleiro.

Mas existem outras interpretações a indicar:

– Um momento específico;

– Que não são pessoas e seres, mas figuras;

– É símbolo do engano, por indicar Cristo, enquanto que, na verdade, não o seria;

– E um comentário católico romano arrisca, como possibilidade, o emprego a uma época específica, por aproximar-se do retrato dos partos, exímios arqueiros e que impuseram tremendas derrotas aos romanos, em especial no ano 62dC (Comentário Bíblico, vol. 3, Evangelhos e Atos, Cartas e Apocalipse, 3ª edição, set-2001, Edições Loyola, São Paulo, 1999).

Coroas

A ideia do uso de coroa na Antiguidade se restringia a louros (glórias de vitórias), a pessoas que sobrepunha, na visão de então, as capacidades, os limites humanos, com vitórias gloriosas. Eram pessoas admiradas e ovacionadas pelo povo como heróis e semideuses. O título Herodes deriva-se do grego héros (herói), equivalente a semideus.

Depois, com as vitórias de generais romanos, estes, elevados a imperadores, passaram a buscar essa identidade e se auto-proclamavam deuses. Chegaram a construir templos a sua adoração, com a ideia de invencíveis e eternos.

Em 29aC, um templo ao imperador chegou a ser erguido na cidade de Pérgamo, corroborando para a fama de cidade onde estava o “trono de Satanás” (v13). O templo de Augusto e de Roma juntava-se ao grandioso altar de Júpiter, tido como o salvador, pois foi o patrono da vitória na invasão dos celtas em 278aC.

Historicamente, a coroa é sinal de reconhecimento público, de glórias militares e recompensas, como apóstolo Paulo mostra em 1Coríntios 9:

“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. E todo aquele que luta de tudo se abstém; eles o fazem para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, uma incorruptível. Pois eu assim corro, não como a coisa incerta; assim combato, não como batendo no ar. Antes subjugo o meu corpo, e o reduzo à servidão, para que, pregando aos outros, eu mesmo não venha de alguma maneira a ficar reprovado”, 24-27.

Era o reconhecimento para feitos extraordinários e não comuns, portanto, quase um deus! Por isso, a palavra stephanos tem o mesmo sufixo (com variável) de Theophania, que indica a manifestação de brilho, esplendor, mais o prefixo Theos (Deus), pois a coroa seria para homens-deuses!

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Coroa – Diademas (História da Indumentária-blogspot.com.br) 

Cavalo Branco

No mundo contemporâneo não existia o uso de coroa como conhecemos e com o significado moderno. Talvez tenha sido introduzida por Constantino, por volta do ano 312dC, quando ele vence como imperador romano, inicialmente uma tiara.

Os reis antigos são conhecidos por seus tronos, vestes e cetro. As coroas passaram a ser difundidas na Idade Média.

Nem só a coroa (stephanos), mas a cor branca também figurava como símbolo de triunfo. “Quando um general Romano celebrava um triunfo, isto é, quando ele desfilava pelas ruas de Roma com os seus exércitos e os seus prisioneiros e os seus despojos depois de alguma grande vitória, o seu carro era puxado por cavalos brancos, pois eles eram os símbolos da vitória”, afirma William Barclay, The Revelation of John (A Revelação de João), Volume 2, 2ª edição, Filadélfia 1960, pag. 4; citado por Carl Olof Jonsson e Wolfgang Herbst.

Havia o pensamento místico de bons presságios em função do uso de coroas na saída à guerra, antes do combate, como antecipação à vitória.

O texto

Algumas questões devem-se levar em conta quando se tenta interpretar o texto. O primeiro ponto é que o próprio Jesus – O Cordeiro – é quem desata os Selos e permite que os cavaleiros ‘saiam’ à batalha, pois somente Ele tem poder para abrir e desatar os selos. Foi o conforto a João:

“E vi na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, selado com sete selos. E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos?

E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele. E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele. E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos. E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra. E veio, e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono.

E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos.

E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; e para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra. E olhei, e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono, e dos animais, e dos anciãos; e era o número deles milhões de milhões, e milhares de milhares, que com grande voz diziam: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e ações de graças.

E ouvi toda a criatura que está no céu, e na terra, e debaixo da terra, e que está no mar, e a todas as coisas que neles há, dizer: Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro, sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre. E os quatro animais diziam: Amém. E os vinte e quatro anciãos prostraram-se, e adoraram ao que vive para todo o sempre”, Ap 5.

Não seria o próprio Cordeiro a coroar a si próprio!

Segundo, “foi-lhe dada uma coroa” (stephanos), enquanto Jesus usa diademas, coroa totalmente diferente. Derivada do grego, diadema é literalmente ‘amarrar em volta’, justamente a coroa usada por Jesus em 19.12:

“E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel e Verdadeiro; e julga e peleja com justiça. E os seus olhos eram como chama de fogo; e sobre a sua cabeça havia muitos diademas; e tinha um nome escrito, que ninguém sabia senão ele mesmo. E estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus. E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos, e vestidos de linho fino, branco e puro. E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro; e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo-Poderoso. E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores”, 11-16.

Portanto, em vez de coroa (stephanos), o Senhor usa diademas, como o Dragão, que em suas pretensões tenta igualar-se a Deus, conforme Apocalipse 12.3 e 13.1.

Além de símbolo de nobreza, diadema é um ornato circular em ouro e pedras precisas, usadas para cingir a cabeça de soberanos.

No texto “veio conquistando e para conquistar” – em outra versão: “e saiu vitorioso, e para vencer” –, no grego, ‘para vencer’ é nikao, a indicar obter vitória e que aparece outra vez somente em Romanos 8.37, com respeito aos crentes em Cristo:

“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”.

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TEXTO BÍBLICO  “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”, Mt 28.19-20.

Batismo forma, com a Ceia do Senhor, as duas Ordenanças, que o Senhor preestabeleceu à Igreja. Ele indica a iniciação do crente nas fileiras cristãs. Ele é símbolo de sepultamento, da morte do velho homem e também do renascimento do novo ser em Cristo – da semente humana, para a semente espiritual: – “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” e “Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos”, Rm 6.4 eCl 2.12.

E sobre a semente plantada pelo renascimento do Espírito no homem, para britar no homem a Vida de Cristo, está escrito, que a semente é a Palavra, conforme Lucas 8.11 e como Paulo esclarece:

“Assim também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor. Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual. Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu”, 1Co 15.42-47.

Ilustração do batismo

A indústria de lã e as diversas cores de tecidos oferecidas faziam de Sardes o orgulho da região. A tintura de roupa, usada como um costume entre os gregos ilustra o termo batismo, que é mergulhar a peça na tintura e tirá-la já transformada em outra cor. Daí a definição de batismo, do grego baptismós e significa mergulho, imersão. A tintura preparada servia para mudar o aspecto do tecido.

PEDOBATISMO – O Batismo de Crianças

Não se tem na história da Igreja, conforme a Bíblia, o registro de batismo de criança. Temos o de batismo de homens e mulheres, portanto adultos, mas não há relato de crianças, conforme Atos 8.12: “Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres”.

A discussão sobre o batismo de criança teve início no tempo dos Pais da Igreja – após a era Apostólica (que foi até João, por volta de 96dC). Orígenes (185-254dC) defendia essa prática, mas Tertuliano (160-220dC) era contra e dizia:

– Deixe, portanto, que venham depois de mais crescidos, e então poderão aprender a ser ensinado quando devem vir, deixe-os tornar-se cristãos quando tiverem a capacidade de conhecer a Cristo.

O batismo constitui-se sinal exterior de conversão, mas também a declaração pública do compromisso da pessoa como membro do Corpo de Cristo – a Igreja.

A contrariedade quanto ao batismo de criança está também em Marcos 16.16, que indica decisão: “quem crer e for batizado…”. Portanto uma criança não toma decisão, muito menos um bebê.

BATISMO POR IMERSÃO

Por outro lado, o batismo por aspersão é prática do catolicismo romano e seguido por algumas igrejas protestantes (tradicionais).

Teriam como base o Didaquê, um pequeno compêndio de instruções cristãs, mais para apostila que propriamente livro, conforme visão atual de sua possível composição foi usado até a composição da Bíblia Sagrada, com o cânon do Novo Testamento, no século 4.

Até então só existia as Sagradas Escrituras, nome do Velho Testamento aos judeus, enquanto Bíblia Sagrada corresponde ao nome usado por cristãos. Até então a Igreja usava as cartas e epístolas, que eram trocadas entre as igrejas.

O Didaquê indicava que o batismo:

                     – Só era realizado após ministração dos ensinamentos e em nome da Trindade;

                     – Em água corrente e fria (de preferência). Em rio por causa do símbolo da dispersão do pecado,  levado (por símbolo) pelas águas e também por causa de a água de  rio ser fria, quando o batizando levaria um choque, simbolizando a mudança de vida.

                     – A instrução (discipulado) durava provavelmente anos;

                    – Quando ia se batizar o candidato deveria jejuar, assim como os irmãos que participavam da ordenança, também era aconselhado a fazer o mesmo;

                    – Devia ser antecipado por uma vigília de oração;

                     – E no dia, o candidato era entrevistado e teria de dar provas de sua fé.

Como vemos em Atos 8.38, tem-se a ideia clara de que o batismo era realizado por imersão: “E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou”.

O batismo católico romano se efetiva pelo derramar água sobre a cabeça e tem efeitos especiais, que fogem à orientação ou doutrina bíblica, pois indica 1) adoção (algo que ocorre quando a pessoa recebe Jesus Cristo: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome”, Jo 1.12; 2) a pessoa é incorporada a Igreja e 3) transforma o batizando em herdeiro do Reino, além de santificá-lo, transformação efetivada pela Palavra.

BATISMO IMPLICA CONVERSÃO

Diferente da Velha Aliança com Moisés, em que a ligação ocorria pela circuncisão, na Aliança de Cristo a ligação ao Corpo (a Igreja) ocorre por meio do batismo – prova da firmeza da crença e fé em Cristo: “Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos”, Cl 2.12.

IDADE PARA O BATISMO

Aceita-se a Idade de Iniciação do Senhor (no Templo entre doutores da Lei: “E, tendo ele já 12 anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa (…) … o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os”, Lc 2.42,46, como a mínima para o batismo.

Essa idade tem que ver com o término da fase de criança para a de adolescente, enquanto os judeus adotam a idade de 13 anos, quando o menino é circuncidado

BATISMO É O SÍMBOLO DO INGRESSO AO CORPO – A IGREJA

“Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito”, 1Co 12.13.

É sinal de início da vida cristã e de forma pública a igreja se reúne e dá testemunho e recebe com amor o novo membro, além de indicar o ingresso à comunhão com o Corpo, por meio da Ceia.

Ilustração da purificação para a comunhão

Entre os essênios havia um cerimonial de purificação que consistia no acesso a um tanque de água, provido de escada, em que o membro da comunidade usava para banhar-se como forma de purificação.

Todas as vezes que iam para a refeição – sempre em comunidade –, antes acessavam ao tanque para a purificação. Só depois então sentavam, em comunhão e comiam juntos. Quem se achava impuro, não podia banhar-se e, por consequência, não podia sentar à mesa e ficava sem a refeição.

Ministração do mesmo

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Irmãos na AD em Arequipa (Peru) aguardam para serem batizados no tanque batismal dentro do templo (3 junho 2012) 

Segundo pastor Antonio Torres Galvão, em seu artigo A doutrina dos batismos (1a quinzena de janeiro de 1937, pág. 5), conforme já citado, reflete a tradição bíblica, histórica e assembleiana ao afirmar ser o batismo cristão descrito em Mateus 28.19, ser “o rito de iniciação na Igreja de Cristo. Foi instituído pelo próprio Salvador. É de caráter universal, como o é toda a doutrina de Jesus, e é administrado pelos “bispos”, “anciãos” ou “presbíteros”, aos convertidos ao Senhor…”.

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As Regiões com menor percentual de evangélicos em relação à população são o Nordeste e Sul, conforme o Censo 2010. Segundo o mesmo, a Assembleia de Deus permanece como a maior denominação cristã no Brasil. Durante o período de 2000 a 2010, os dois últimos censos do IBGE a Assembleia de Deus cresceu de 8,4 milhões para 12,3 milhões, enquanto a Universal perdera 300 mil. A Igreja Católica Apostólica Romana também segue caindo.

Os cristãos (evangélicos) somavam em 2010, 15,4% da população, mas com o novo Censo, em 2010 já somavam 22,2%.

Em Mato Grosso do Sul

Muitos pentecostais inseridos nos evangélicos não determinados, mas dos pentecostais nominados, mais de 30% são da Assembleia de Deus que se destaca também por ser a denominação evangélica com maior quantidade de membros e percentual, com quase 5% da população total. Em Campo Grande a Assembleia tem 5,55%.

Mais de 50% dos evangélicos são pentecostais e, destes, 30% são da Assembleia de Deus.

Os números de MS

População – 2.449.024

Católicos – 1.455.323            – 59,4%

Evangélicos – 648.931           – 26,49%

Pentecostais – 372.398           – 15,20%

Assembleianos – 117.846      – 4,81%

Batistas – 65.563                    – 2,67%

Congregação Cristã – 46.821 – 1,91%

Universal – 28.313                 – 1,15%

Deus é amor – 27.655

Quadrangular – 26.628

Estados

– Rondônia tem o maior índice de cristãos, com 35%, contra 49,2% de católicos;

– São Paulo tem 23% (21% na capital);

– Espírito Santo tem 33%;

– Rio tem 29,2% (capital: 23,2%) e Queimados 45,5% (27,9% de católicos romanos);

– Pará tem 26,7%.

Os números do Brasil

Total de Cristãos Evangélicos – 42.275.440;

Pentecostais – 25.370.484;

Assembleianos – 12.314.410;

Protestantes (Missão) – 7.686.827;

Outras de origem pentecostal – 5.267.029;

Batistas – 3.723.853;

Congregação Cristã – 2.289.634;

Universal – 1.873.243;

Quadrangular (Cruzada) – 1.808.343;

Adventista – 1.561.071;

Luteranos – 999.498;

Presbiteriana – 921.209;

Deus é Amor – 845.383;

Igreja Maranata – 356.021;

Metodista – 340.938;

O Brasil para Cristo – 196.665;

Comunidade Evangélica – 180.130;

Casa da Bênção – 125.550;

Congregacionais – 109.591;

Nova Vida – 90.568.

Os sem religiões somam 15.335.510; sem religião determinada 9.218.129; que se dizem ateus, 615.096; religiões orientais 155.951 (Fonte: IBGE – Censo 2010).

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ATUALIZADO em 3julho – Permanecem inalterados os índices de crescimento dos cristãos no Brasil e queda dos católicos romanos, segundo resultado do Censo Demográfico 2010, divulgado agora pelo IBGE, com base na população de 190.732.694 (nov/10). O Censo mostra também o crescimento da diversidade dos grupos religiosos no Brasil.

“A proporção de católicos seguiu a tendência de redução observada nas duas décadas anteriores, embora tenha permanecido majoritária”, diz o IBGE. São três vertentes católicas – a romana, com a maioria; a ortodoxa, da divisão desta primeira e com 131 mil seguidores; e a Católica Apostólica Brasileira, com 560 mil. Os católicos eram 91% em 1870; 73% em 2000 e 64% em 2010.

Assembleia de Deus em Campo Grande (MS)

Segundo o resultado do Censo, “o crescimento da população evangélica, passou de 15,4% em 2000 para 22,2% em 2010”. Destes 42.275.440, 30% são assembleianos e quase 50% do total de pentecostais também são da Assembleia de Deus, ou seja, 12.314.410 membros.

No Censo de 2000, a Assembleia de Deus estava com 8,4 milhões e em 2010, com 12,3 milhões, enquanto a Universal perdeu 300 mil, no mesmo período, segundo o IBGE.

Portanto depois do próprio número de evangélicos – 42 milhões – seguem os assembleianos, com 12 milhões. Entre estes dois números, estão os sem religião, com 15 milhões.

Dos que se declararam evangélicos, 60,0% eram de origem pentecostal; 18,5% de protestantes (tradicionais), chamados de Missão; e 21,8% de evangélicos não determinados.

A pesquisa indica também o aumento do total de espíritas, com 3.848.876 (sem contar o candomblé e a macumba, também espíritas, que somam quase 1 milhão, ou seja 996 mil), dos que se declararam sem religião – 15.335.510.

    Os números

  1. Total de Cristãos Evangélicos – 42.275.440;
  2. Pentecostais – 25.370.484;
  3. Assembleianos – 12.314.410;
  4. Protestantes (Missão) – 7.686.827;
  5. Outras de origem pentecostal – 5.267.029;
  6. Batistas – 3.723.853;
  7. Congregação Cristã – 2.289.634;
  8. Universal – 1.873.243;
  9. Quadrangular (Cruzada) – 1.808.343;
  10. Adventista – 1.561.071;
  11. Luteranos – 999.498;
  12. Presbiteriana – 921.209;
  13. Deus é Amor – 845.383;
  14. Igreja Maranata – 356.021;
  15. Metodista – 340.938;
  16. O Brasil para Cristo – 196.665;
  17. Comunidade Evangélica – 180.130;
  18. Casa da Bênção – 125.550;
  19. Congregacionais – 109.591;
  20. Nova Vida – 90.568.
  21. Os sem religiões somam 15.335.510; sem religião determinada 9.218.129; que se dizem ateus, 615.096; religiões orientais 155.951.

O Estado com mais cristãos é Rondônia, com 35%, contra 49,2% de católicos romanos Queimados, município da Baixada Fluminense, tem 45,5% de cristãos e 27,9% de católicos romanos. São Paulo tem 23,9%, o Rio tem 29,2%, Espírito Santo, 33% e o Pará, 26,7% de cristãos (evangélicos).

Cor e raça

O IBGE permanece a pecar no tratamento étnico (de origem) da população, com os termos já definidos cientificamente como controversos e carregados de preconceito, como raça e cor preta: “A investigação sobre cor ou raça revelou que mais da metade da população declarou-se parda ou preta…”.

Quanto à cor da pele humana convencionou-se já o tratamento de afro-descendente e quanto o vocábulo raça, que assimila o homem à origem animal (raça de cavalo, de cachorro, de víboras…), reduzindo-o à teoria da evolução, quando nota-se em toda a sua história, que o homem é um ser único.

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