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Archive for agosto \31\UTC 2011

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Ao contrário dos impérios até então em alta, a Nova Aliança entre Deus e os homens revela o Reino divino entre os homens, a partir do advento de Cristo: “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós” e “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”, Lc 17.21 e Rm 14.17.

Os crentes, muitos alijados pelos sistemas de domínios, do crescimento humano e da visibilidade social, sentiram-se prestigiados pelo Senhor – o Adonai (hb) na Velha Aliança, portanto restrito aos judeus; e Kurios (gr), o Senhor de tudo e todos. Embora profetizado na Velha Aliança, conforme os profetas, como Isaías 53, agora mostrado pelo Cristo, como o Pai (Mt 6.9).

Com a Igreja, embora seja revelada por indicar o próprio Reino de Deus na Terra, surgem os meios de correção de discrepâncias impostas por domínios e impérios, formas de escravização humana. Nota-se essa filosofia no alinhamento imposto pelo Senhor da Igreja: “E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um”, Jo 17.20-22.

Alinha-se também a esse propósito apóstolo Paulo, quando exorta a que se apare os excessos excludentes, para que todos sejam nivelados em representação social: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”, Rm 12.10. Note que Paulo não diz respeito ao templo espiritual de Efésios 2.21-22: “No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor. No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito”, mas às questões temporais.

Quando o apóstolo fala aos romanos, tenta eliminar o problema existente por causa da disputa entre judeus e gentios. Os judeus, de volta a Roma, após terem sido expulsos pelo imperador, queriam dominar a igreja. Então Paulo, em Romanos 12.10, enfatiza que o amor fraterno (de philia) entre os cristãos deveria eliminar fronteiras, etnias, classes sociais e cidadanias temporais. O original afirma que os cristãos deveriam amar como se fossem gerados pelo mesmo ventre, isto é, consanguíneos.

Além disso, as honras também devem acompanhar o mesmo respeito e amor recíprocos. Vê-se esse ensino, quando o apóstolo dos gentios enfatiza a questão do alinhamento da honra. Ninguém deve ser tão honrado a ponto de humilhar o seu próprio irmão (Rm 12.10).

Com tudo isso, a Nova Aliança não deixa a desejar à Velha, quanto à questão tratada pelos profetas, com respeito aos pobres e oprimidos. Para manter a pompa palaciana, os reis impunham duras penas ao povo, sob forma de impostos e muita opressão sobre os produtores, atingindo também e especialmente trabalhadores.

Os reinos em Israel ocorreram justamente a partir da opressão de Roboão, mais injusto quanto ao peso dos impostos, para manter o luxo palaciano, que seu pai Salomão. Isto provocou revolta e por fim a consolidação da dissidência – Reino Sul (Judá), com capital em Jerusalém e Norte (Israel), com a capital em Samaria.   

Simplicidade da revelação de Cristo

Conforme modelo da Igreja do Senhor – o verdadeiro Corpo de Cristo – expresso tanto pelo Senhor, quanto pelo apóstolo Paulo, não há brechas para cismas, pois não estão inseridos nele estruturas e poderes temporais. Hoje temos tudo isso em função da interferência humana e daí o gosto e busca desenfreada pelo poder temporal.

Nem mesmo templos – construções humanas – existiam na Igreja Primitiva. Tais construções ocorreram por volta do início do terceiro século. Sua importância está na Velha Aliança: “Porque vale mais um dia nos teus átrios do que mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios”, Sl 84.10. Na Nova, os verdadeiros adoradores não dependem dos tais, mas da comunhão e da constituição de si próprio como templo divino, conforme Efésios 2.21-22, expresso acima, 1Pedro 2.5 e ensino do Senhor, que já preconizava tal forma de adoração na Igreja, ao dialogar com a mulher samaritana: “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem”, Jo 4.23.

Embora as casas de oração e demais estruturas não devessem atrair tanto, elas não precisam ser excluída e deveriam constituir-se barreiras ultrapassáveis. Porém, muitos não conseguem passar dessa prova, se enroscam, perdem o alvo da soberana vocação e se embrenham por caminhos que levam a impérios tomados a força e não ao Reino do amor.

As estruturas humanas acumulam poderes terrenais e atraem o homem desejoso de domínios, como se retrata hoje. Não fosse isso, muitos estariam no anonimato e não poucos buscariam outros meios para se verem em evidência, na contramão da proposta de João Batista: “É necessário que ele cresça e que eu diminua”, Jo 3.30, com o resultado refletido na sociedade: “Porque Herodes temia a João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa mente o ouvia”, Mc 6.20.

Em João 17 vemos que não existe Igreja sem Corpo – a comunhão. Mas nessa unidade (um), só possível com a renúncia do ego humano, a divindade acaba expressada pelo próprio Cristo. Ele é somente visto quando todos são reduzidos a zero no sentido temporal – mas não no espiritual (de novo gerados, cf 1Pd 1.23), que ressurge do nada para ser um em Cristo.

Objetividade da revelação de Cristo

Um quinto de toda a Bíblia ou o equivalente a um quarto do total usado para a revelação da Velha Aliança é o suficiente para a revelação do Criador em Cristo. E mais, o espaço de tempo também é infinitivamente menor e chega a um século: desde o nascimento de Jesus Cristo, entre 4 e 6aC até à morte do último dos apóstolos, João, por volta do ano 96dC.

Isto porque os apóstolos foram constituídos únicos como estrutura e guardiões da doutrina da Igreja: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”; “E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém”; “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina”; “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro”, At 2.42; 16.4; Ef 2.20; Ap 21.14.

No mundo, mas fora de seu sistema dominante

Ergue-se então, pela Eclésia (chamados para fora – do mundo –, eklêsia no grego, de ek, fora de; kaleo, convocar, chamar), com a ideia intrínseca de “tirados para fora”, com vistas ao Arrebatamento (tirados com força, com grande ímpeto, arrancados), um grupo unificado de variados povos, línguas, culturas e nações, sob o domínio da língua determinante da cultura e do mercado da época – o grego.

“É um grego fácil, claro e temperado pelo uso da linguagem falada, adequado à inteligência até das camadas mais humildes da sociedade, às quais era dirigida, com certa predileção, a nova mensagem da salvação evangélica” (Novo Testamento, tradução dos textos originais, com notas, dirigido pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma, ©1967 by Edições Paulinas – São Paulo).

Eklesia conta com mais de cem referências no Novo Testamento, conforme traduz a Septuaginta, para indicar a assembleia ou congregação dos santos (em Cristo), como faz questão de especificar apóstolo Paulo, diferenciando-os dos demais santos (separados) de diversas religiões da época (Ef 1.1).

A contemporaneidade da Unidade

Assembleia ou congregação só pode existir por meio da unidade, expressa por Cristo, como prova da essência espiritual sobre a existência temporal, a indicar a presença do próprio Cristo no meio da mesma. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim”, Jo 17.23.

Essa unidade deve ter a mesma identidade e semelhança à do Pai, Filho e Espírito Santo – a Triunidade. Três Pessoas em uma única essência e atributos. Com isso, a Igreja não só se revela como um só Corpo – o Corpo de Cristo – como também a própria divindade nela, pelo milagre da unidade e não somente união.

A Glória divina, dada por Cristo à Igreja, pode perfeitamente provocar a ascensão da essência carnal para o espiritual. Essa mesma revelação de cunho espiritual leva o homem à renúncia, ao despojamento dos limites humanos.

Equivale à necessidade de desintegralização da carne para a integralização ao Espírito. Assim forma-se um só Corpo em Cristo, pois a unidade não é coisa de discurso, mas essência tomada por revelação aos que não param na chamada, mas seguem como também escolhidos e, portanto, confirmados como eleitos.

Igreja do Senhor Jesus Cristo e igrejas

Igreja é o termo usado pelo Senhor, quando trata de sua edificação – sobre a Rocha – o próprio Cristo da confissão de Pedro e não no Pedro da confissão, conforme Mateus 16.16-18: “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”.

Rocha, Pedra Principal ou Pedra de Esquina sempre se refere a Cristo, conforme se vê desde Deuteronômio a 1Pedro: “E, engordando-se Jesurum, deu coices (engordaste-te, engrossaste-te, e de gordura te cobriste) e deixou a Deus, que o fez, e desprezou a Rocha da sua salvação”; “Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado”; “E se lembravam de que Deus era a sua rocha, e o Deus Altíssimo o seu Redentor”; “Não vos assombreis, nem temais; porventura desde então não vo-lo fiz ouvir, e não vo-lo anunciei? Porque vós sois as minhas testemunhas. Porventura há outro Deus fora de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça”; “E uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados”, Dt 32.15; Sl 62.6; 78.35; Is 44.8 e 1Pd 2.8.

Bases da identidade da Igreja Católica Apostólica Romana se confrontam com as doutrinas básicas da Igreja de Cristo. Essa igreja divide sua composição em duas: do clérigo, como grupo especial e formador da unidade e leigos, classe separada. Por outro lado, toda e qualquer ação divina, em favor dos homens, só pode ser efetivado por meio da própria igreja, através de seus sacramentos.

A Reforma Protestante serviu para eliminar tais empecilhos e ‘limpar’ o caminho do homem ao Criador. Sem a necessidade da interferência de um sacerdote católico romano, Lutero mostrou que todo homem pode ser constituído por Deus como membro do Corpo de Cristo e seu próprio sacerdote, sem intermediário – o sacerdócio universal: “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”, 1Pd 2.5.

Isto ocorre a partir do que o próprio apóstolo Pedro denomina de novamente gerado de semente incorruptível: “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre”, 1Pd 1.23.

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Círculo de Oração Estrela da Manhã em seu 31º aniversário

Com manifestações espirituais, o 31º Aniversário do Círculo de Oração Estrela da Manhã da AD em Vila Albertina, em Ribeirão Preto (SP) registrou momentos de glória, pela presença do Senhor nos cultos realizados nos dias 20 a 22 de agosto. A programação começou no sábado – 20 – com exposição da Palavra pela irmã Anailda da Silva, da congregação do bairro Vista Alegre, em Ribeirão Preto.

História dos letos em Varpa

No domingo pela manhã, irmã Maria de Lourdes Ferreira Santana, esposa do pastor-presidente da AD do Campo de Ribeirão Preto, Antônio Silva Santana contou seu testemunho. Como remanescente dos letos, comunidade fundada pelos próprios letos, a 9km de Varpa, região de Tupã (SP), imigrantes de países comunistas, fugidos da perseguição e sofrimento, a partir do terror implantado pelo sistema comunista.

A história de irmã Lourdes (foto), embora sofrida e triste – até hoje arrancando-lhe lágrimas sempre quando recorda-a –, tem o contraste da beleza. Desde os 9 anos, ela passou a conviver com os letos. Isso ocorreu por causa da morte de sua mãe. Não demorou muito para seu pai também partir para a eternidade, ao ser morto, misteriosamente, à beira de um rio.

As crianças daquele casal ficaram à mercê de um novo lar e, pior, foram separados e adotados por casais diferentes. Irmã Lourdes fora adotada por um casal de letos, muito rígidos. Sua mãe de criação, Emília Padkan criou-a com seus três irmãos e outros quatro filhos biológicos.

Quando ela estava com 12 anos de idade, a família mudou-se para Ruy Barbosa e, com 16, para São Paulo. Depois, para a cidade de Paraguaçu Paulista (SP), onde conheceu o baiano, pastor Antônio Silva Santana.

Após décadas, já em Ribeirão Preto (SP), irmã Lourdes passou a sentir saudade de seu irmãozinho – como o vira pela última vez. Com ajuda de seus filhos, voltou à região em busca de informações, até chegar a Jandira (SP), onde encontrou seu irmão, Pedro Alves Ferreira. Enquanto ela se mantinha distante, após entrevista com um dos filhos e confirmação – era realmente o seu irmão –, ocorreu o emocionante reencontro, regado de lágrimas e de alegria.

Todo o sofrimento não tirou a fraternidade de irmã Lourdes, mulher fiel, sábia e discreta, soube dar a sua cooperação ao marido e pastor, como a mulher que edifica a sua casa.

Volta do Senhor

No culto da noite, irmã Janice Santana Rosa (foto acima) exortou a igreja sobre a proximidade da Volta do Senhor. Com base no tema da festa (“Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo”, Mc 13.33).

Todos se alegraram pela ação do Espírito com a exposição da Palavra sobre os sinais da proximidade do Retorno de Cristo.

Pastor Isaías Fontes pregou na segunda-feira, no último dia, quando o Senhor coroou de êxito o final da festa. O Senhor destacou algumas pessoas para falar e alertar sobre questões pessoais, além de levar a igreja a buscar mais de sua presença, para uma vida mais espiritual.

Pastor Isaías ora por irmãs, após interceder por pessoas que receberam Jesus, enquanto Junior Moreira canta ao Senhor

Participações

Congregações da cidade de Ribeirão Preto abrilhantaram o evento com a participação de Círculos de Oração e obreiros: Jardim Jandaia (Pr. Augusto), Ipiranga (Pb. José Antônio); Parque dos Pinos (Pr. José João Ferreira); Vila Augusta (Pb. Amauri José de Souza); Jardim Presidente Dutra; Maria Casa Grande (Pr. Edmar Ribeiro); Campos Elísios (Pb. Francisco Sidraque da Silva); Quintino I (Pr. Paulo Sarafim), todos acompanhados de obreiros.

Segundo pastor Santana, presidente da Igreja, a manifestação das irmãs por meio dos Círculos de Oração de todo o campo, constinui-se em verdadeiro apoio à obra do Senhor, com sinais gloriosos que declaram a bondade divina.

Irmã Madalena, líder do Círculo de Oração local, agracedeu ao Senhor e pode testificar da resposta das orações, realizadas na antecipação do evento. Pastor Mesquita, dirigente da congregação, disse que o Senhor honrou a igreja com sua notável e gloriosa presença.

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Mais uma congregação fora aberta pela AD em Ribeirão Preto, presidida pelo pastor Antônio Santana. O novo templo foi instalado em um salão, no centro de Porto Ferreira (SP), em frente à Fepasa. A inauguração ocorreu no dia 28 (quinta-feira), com o primeiro culto e posse do pastor Carlos Ferreira. Obreiros de várias congregações prestigiaram o evento.

Bastante ativo, pastor Santana inaugura novo templo em Porto Ferreira, região de Ribeirão Preto

Totalmente reformado, o salão recebeu cadeiras novas e confortáveis, boa iluminação, dentre outras melhorias, tornando o local bem aconchegante. Pastor Santana deu posse ao pastor Carlos e orou por toda a sua família.

Exército de 318

Batizandos formam  número suficiente para uma  nova igreja

No domingo seguinte, 318 novos membros desceram às águas batismais no tanque do templo-central, em Ribeirão Preto. Este é o segundo batismo do ano. Em fevereiro foram mais de 300 e a previsão aponta para mais de mil novos membros até o final do ano. Durante o batismo, ao som da banda e do coral houve manifestação de contentamento pela presença espiritual.

Pastores na Comadetrin

Neste sábado, vários ministros acompanharão pastor Santana em viagem para Uberlândia, onde participarão da Escola Bíblica da nova convenção a que se filiaram – a Comadetrim, presidida pelo pastor Álvaro Sanches.

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