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Archive for janeiro \29\UTC 2008

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Na matéria O humor afasta doenças, que trata a alegria como remédio para melhorar o sistema imunológico das pessoas, as jornalistas Karina Pastore e Cristina Poles, da Veja, páginas 98 a 101 (11/7/01), enfocam alguns fatos concretos de progresso da cura, por meio de um tratamento muito simples, retratado pela Bíblia há centenas de anos, desde Neemias (420aC) a Paulo (62dC), passando por Salomão (970aC) que diz: “O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate”, 15.13. 

         

A matéria mostra o progresso da cura de crianças após receberem a visita dos “doutores da alegria” – palhaços que vão aos hospitais para fazer crianças rirem, e com isso, obter melhora.

 “(…) Agora, a medicina estuda a importância do bom humor e dos sentimentos positivos na prevenção de determinadas doenças e até mesmo como fator de recuperação de pessoas vitimadas por moléstias graves. (…)”, afirma a matéria.

“Pesquisas recentes comprovam que boas risadas (…) podem ter o efeito de uma sessão de ginástica. Protegem o coração, aliviam o stress, fortalecem o sistema imunológico, facilitam a digestão e limpam os pulmões.” O grifo é nosso.

“(…) ´Quando rimos, rimos com o corpo todo´, define o psiquiatra americano Willian Fry, da Universidade Stanford, especialista no assunto. Um dos seus maiores efeitos é reduzir a liberação de hormônios associados ao stress, o cortisol e a adrenalina. Em excesso, essas substâncias enfraquecem as defesas do organismo e elevam a pressão arterial, criando o cenário para o desenvolvimento de infecções e para um infarto.”

 “(…) Outra prova de que manter-se intelectualmente ativo desde a juventude é uma maneira de evitar doenças cerebrais. Uma atividade mental mais intensa robustece as conexões entre os neurônios e forma novas redes entre eles. Quando mais densa e maior for essa trama, mas saudável é o cérebro“As investigações sobre as contribuições do humor para a saúde são relativamente novas… Elas têm pouco mais de duas décadas.” 

“A fisiologia do bom humor

O impacto da risada sobre o corpo humano”

Coração                                                                        

“O ritmo cardíaco se acelera (…) Quando o coração pulsa com mais rigor, mais sangue passa a circular pelo organismo. Com isso aumenta a oxigenação dos tecidos.” 

Pulmões

“Durante uma risada, aumenta a absorção de oxigênio pelos pulmões. (…) Com maior ventilação pulmonar, o excesso de dióxido de carbono e vapores residuais são eliminados, promovendo uma faxina nos pulmões.” 

Músculos abdominais

“(…) Esses movimentos funcionam como uma espécie de massagem para o sistema gastrintestinal, o que melhora a digestão.” 

Vasos sangüíneos

“Com maior bombeamento de sangue promovido pelo coração, os vasos sangüíneos se dilatam, o que leva a uma baixa da pressão arterial.” 

Sistema imunológico

“… os níveis do stress baixam. Com menos cortisol e adrenalina circulando no organismo, o sistema imunológico se fortalece. Produzidas nos gânglios linfáticos e na medula óssea, as células de defesa do organismo não só aumentam em quantidade como também se tornam mais ativas.”

Veja o que a ciência humana descobriu! Mas tudo isso você já sabia, ou pelo menos deveria saber. Mas se não sabia, com certeza sentia os efeitos do bem-estar, e a partir de agora já pode agradecer, pelo que sabe e por tudo o que já recebeu dos Céus sem que percebesse!

Não se trata de novidades humanas como a propalada unção do riso – e como um vento já passou, graças a Deus – mas uma realidade vivida por cristãos desde o início da Igreja em função do gozo que brota na alma e jorra para a vida eterna, como disse o Senhor: “Quem crer em mim como diz as Escrituras, rios de água viva fluirão de seu ventre”.

E mais uma vez a Bíblia tem razão e sai à frente, porque “… o coração alegre tem um banquete contínuo” e “O espírito do homem aliviará a sua enfermidade, mas ao espírito abatido, quem o levantará?”, Pv 15.15; 18.14.

Viu como precisei escrever pouco. Hoje é fácil anunciar a Palavra. Os sinais estão por todas as partes e a própria ciência comprova a veracidade bíblica. Nós é que temos sido fracos. Entretanto, “… não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” e, então, “Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos”, Fp 4.4.

Este artigo poderá ser reproduzido por completo ou em partes, quando citada a fonte

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Tomo a indagação de Jesus aos soldados que o buscavam para prendê-lo, no Monte das Oliveiras, para falar da corrida impelente pela paz no mundo atual, e a divergência entre a Paz advinda dos Céus e a paz que o homem produz. Esta é a paz da “Ausência de lutas, violências ou perturbações sociais; tranqüilidade pública; concórdia, harmonia.” (Aurélio).

Portanto, a paz que procede de Deus e a paz que o mundo almeja são bem distintas. Isso fica claro quando buscamos seus significados na etimologia das palavras que traduzem-nas. A acepção de paz muda de acordo com a cultura onde seu significado-histórico passou a ser domínio da referida civilização.

Pax romana, por exemplo, indicava a pausa das campanhas de guerra, do avanço por novas conquistas do império. A ausência de campanhas de guerras promovia a pax romana. Dentro das áreas dominadas pelo império, as legiões romanas jamais admitiam ataque à pax romana. Mas o porco, símbolo da pax na Galiléia – insígnia da 10ª Legião romana – representava impureza e perseguição aos judeus.

Para os gregos, o significado de paz estava na palavra eirene que indicava harmonia nas relações entre os homens, ausência de incômodo, sentimento de amizade entre as pessoas ou ainda uma forte sensação de descanso.

Dos romanos, a idéia que se tem é que a pax atingia o homem a partir do estereótipo – a ausência de batalha. Era a tranqüilidade exterior mantida pelo poderio militar. Os gregos descansavam o psiquê durante o tempo de eirene.

Aos judeus não existia paz fora de sua essência conforme estabelece as Escrituras Sagradas. Ela não ocorre sem a efetivação da paz espiritual que tem papel fundamental dentro da concepção tricotomista que forma a complexidade humana – espírito, alma e corpo.

A palavra hebraica shalom significa primeiramente inteireza, paz completa, em tudo (kalokleros), que aparece como sõteria (salvação), na Septuaginta. Então a pessoa que possui shalom tem paz a partir do espírito, o interior – de dentro para fora.

Shalom Adonai completou-se com a obra redentora do Soteros – o Salvador, preconizada na promessa de Gênesis 3.15, pois quando Jesus transmite as últimas instruções aos discípulos fala de sua paz dizendo: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração e nem se atemorize”, Jo 14.27. Jesus enfatizou duas coisas: 1) a minha paz; 2) não é igual a do mundo.

Ora, a concepção da paz do ponto de vista judaico, que se efetiva entre os seguidores de Cristo, é abrangente e tem a idéia de inteireza, completamente, salvação, pois nela estão contidos a graça, a saúde, o amor, a prosperidade, a esperança, o descanso (na fé), e a alegria.

Portanto, se o homem quer shalom, deve passar por sõteria – a salvação que só Cristo tem, enquanto pax é efêmera, pois outra batalha poderá vir depois.

O sumo sacerdote Caifás, nomeado junto ao governo de César Tibério para manter a paz, tanto a romana quanto a do Templo, prendeu Jesus porque o Senhor da Paz (Adonai Shalom) passou a ser interpretado como ameaça à pax romana. Depois Ele foi “trocado” por Barrabás.

Os homens continuam atrás de Barrabás – filho (bar) do pai (abba). É possível que Barrabás tenha sido um opositor ao domínio imperialista de Roma, daí a opção por ele, enquanto o verdadeiro Filho do Pai – Jesus Cristo, fora rejeitado.

A pergunta ainda paira no ar, desde o momento em que foram prender Jesus: “A quem buscais?” Quando Jesus ouviu a resposta completou: “Sou Eu”. Ao confessar seu atributo divino os guardas caíram. E assim ocorre até hoje. O homem cai, mas não se prostra diante de Adonai Shalom! e ainda opta por Barrabás.

Qual é a paz que buscais?

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capa_dengue1.jpg Doenças e pestes assustam o homem moderno. Há pouco tempo uma epidemia de gripe ameaçou a Rússia. Mulheres andavam de máscaras para evitar a doença. A supergripe assolou a Inglaterra, Estados Unidos e Israel. A Iugoslávia registrou pelo menos 130 mil casos (O Globo, 17/1/2000).

O mau da vaca louca (encefalopatia espongiforme bovina), apareceu na Inglaterra em 1986. Rebanhos inteiros foram sacrificados por conta da doença, causando grandes prejuízos em várias partes do mundo, em especial na Europa.

Os custos para a erradicação de doenças e pragas acabam afetando a economia. Os Estados Unidos, por exemplo, gastam US$ 100 bilhões por ano no diagnóstico e tratamento de câncer, segundo o médico José Aristodemo Pinotti (Folha de São Paulo, 14/1/2000).

Mas o crente tem um verdadeiro manual de uso do comprovado e eficiente escudo invisível – o salmo 91. Ele mostra como se bloqueia todas as setas atiradas contra a vida do servo do Senhor, funcionando como barreira.

É uma arma da qual precisamos para manter o equilíbrio espiritual, neste mundo em total descontrole. Nele vivenciamos sinais clássicos do fim dos tempos. O Senhor indicou, como sinal do fim, a ascendência de pragas.

Entretanto, a poderosa arma contra “potestades do ar” não discrimina o tipo de seta – se aguda, de ferro, ou de qualquer outro tipo de matéria. Mas de uma coisa sabemos, é arma de livramento eficaz – “mostrarei a minha salvação”. 

Ele coloca o crente escondido numa caverna, vista – pela fé – como uma abóbada. Era mais ou menos assim o mundo antes do Dilúvio. Esse invólucro – “…à sombra do Onipotente” –  protegia o homem de pestes. Com sua destruição, o homem passou a viver menos, após o Dilúvio.

Podemos deduzir que a proteção explícita no salmo é total e completa – abrange o lado espiritual, mas também não deixa o físico descoberto – “Ele te livrará da peste perniciosa”. Isso se dá pela Verdade – que é a própria Palavra ou Verbo. Verbo (o Logos) é o centro da comunicação divina. Na comunicação humana é também o elemento principal duma oração, pois sem ele a oração não passa de uma frase, que nada diz.

O poder expresso no salmo também não se realiza sem a oração, e esta não se efetiva sem o Verbo. Então, no Verbo está a força do salmo. Não é tão-somente falar ou dizer que acredita.

Conhecimento não se traduz por gritos frenéticos de palavras de ordem, por inscrições explícitas, adesivos colados em veículos, ou porque falamos ser. É experiência, testemunho de vida, amizade com Deus. Aí sim, revestido pela força do Verbo, você o confessa e as coisas que nele estão escritas se realizam. 

Escudo dá-nos uma visão de amparo, proteção e defesa, mas pode ser ainda, segundo Aurélio, um tipo de “pêlo que recobre a epiderme das folhas de certas plantas”.

E é disso que precisamos justamente agora quando um insignificante inseto tem derrubado muita gente, levando alguns à morte, por meio de uma também insignificante seta. Trata-se do mosquito Aedes aegipty – o Mosquito da Dengue. Ele tem hábitos diurnos – pica durante o dia, mas o salmo diz: “não temerás seta que voe de dia”.

Nele vemos certa semelhança com a praga enviada pelo próprio Deus, aos homens que lutam contra Jerusalém, cidade que pode ser representada em metáfora como desígnios divinos. É uma praga para todos quantos se viram contra o Senhor: “… a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca”, Zc 14.12.

O Aedes é um mosquito que se reproduz como uma semente. O seu ovo pode suportar uma seca de mais de um ano, e, após, com a chuva, dar vida à larva. É realmente uma praga, coisa de sujeira, de Terceiro Mundo, mas não para perturbar cidadão do Céu.

Por isso, ela pode ser ferida pela Palavra do Senhor, a partir do crente: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”, 2Cr 7.14.  

Seja você também um Moisés (tirado das águas), sem dengo, e lute contra essa praga, eliminando-a de seu convívio. Se o homem tem a Ciência, nós temos o conhecimento do Deus que tem domínio sobre as pragas. “…pô-lo-ei num alto retiro, porque conheceu o meu nome”. Eli-el!

       

Este artigo poderá ser reproduzidos por completo ou em partes, quando citada a fonte.                      

         

*Foto: http://www.senac.br/dengue/imagens/capa_dengue.jpg 

 

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Não se sabe o dia nem a hora da Volta do Senhor, entretanto Jesus alertou a Igreja para que ficasse atenta aos sinais dos tempos. Embora presenciamos momentos dos “tempos difíceis” ou “selvagens”, fazemos parte de uma geração privilegiada. Estamos dentro de uma época de suma importância para a Igreja de Cristo. 

Os sinais são tantos que não mais alertamos para aquilo que acontece ao nosso redor, talvez dormindo o sono da incredulidade, desprevenidos como as cinco virgens loucas, que tinham lamparinas e azeite, mas não mantinham a reserva necessária para as bodas. Suas lâmpadas eram intermitentes. Nesta parábola, a Palavra alerta para o momento inesperado, quando o Noivo virá – “Ouve-se um grito: aí vem o noivo!”

 A Bíblia fala disso alertando que o Senhor virá na hora em que não estaríamos pensando, e ainda diz: “Porventura quando o Senhor vier achará fé na terra?”.  

Tentamos reproduzir alguma coisa, que segundo vemos, aproxima de toda essa realidade, com fortes sinais da brevidade da Volta do Senhor. Vemos isso nas declarações, matérias publicadas em jornais e revistas, opiniões e textos bíblicos. Tudo nos mostra que Cristo já volta. 

Quando se agravou a incidência de acontecimentos no mundo, que podiam ser catalogados como sinais dos últimos tempos, pregava-se muito sobre Volta do Senhor. Hoje as igrejas buscam a contextualização. Esta parece até palavra de ordem. A declaração, com o ímpeto da época, Jesus vem breve!, já não causa o mesmo efeito de outrora.

Temas-sinais do fim 

Os temas que refletem os últimos tempos se perdem de vista, especialmente se dermos uma olhadela para trás, há pouco mais de duas décadas, mais precisamente no início da década dos sessentas. Logo em seguida, implantou-se no mundo a Revolução Cultural, com os Beatles, os hyppies, o apogeu do rock, das drogas… Os filhos das gerações de 60 e 70 – a época dos hippies e beatles geraram os pais liberais de hoje. 

Os líderes mundiais perderam as rédeas, aliás, onde estão grandes nomes? O mundo clama por um líder, como tínhamos décadas atrás, não é mesmo? Um dos remanescentes na política brasileira, Mário Covas, é prova desse clamor. Milhares de pessoas foram prestar as últimas homenagens no velório do governador paulista. O homem tem necessidade de reverenciar ícones.      

Alguns temas chamam a minha atenção para a corrida de sinais:

1. Falência do sistema financeiro;

2. Globalização;

3. O homem já pede por um líder mundial – governo único (A Estátua de Nabucodonossor dá sinais de retorno);

4. A Figueira já brotou, em 5 de maio de 1948;

5. Degradação – Sodoma e Gomorra estariam desatualizadas hoje;

6. A tevê leva a degradação moral aos lares;

7. O homem se coisifica;

8. Terremotos – um sinal que já não tem tanto valor;

9. Catástrofes – furacões, tufões, vulcões, maremotos, enchentes, tempestades…

10. Superaquecimento – O mundo já registra mortes por causa do calor;

11. Espiritismo e satanismo avançam;

12. Explosão de conhecimento – A multiplicação da ciência;  

13. Fome em vários lugares… 

Troca de valores

“Árvores doentes: Remédio verde”. Este foi o título usado pelo jornal O Globo, 20/10/00, página 17/Rio (com foto), para noticiar o cuidado especial que uma árvore recebeu… “uma das frondosas árvores da Praia do Botafogo infectadas por fungos, bactérias ou cupins; e medicada por um técnico de Fundação Parques e Jardins da Prefeitura. O tratamento fitossanitário inclui o descascamento e a aplicação de remédios por dentro do caule”.

Determinadas leis rígidas protegem árvores e animais, mas o mesmo não tem acontecido com relação ao homem, numa flagrante inversão de valores. ONGs estão em todo o mundo atentas aos mais diferentes direitos da fauna e da flora. 

Por outro lado, existem uma forte tendência entre mulheres, que buscam a independência e tentam ser iguais ao homem (aqui grifo e enalteço a conscientização do valor da mulher). A família sofre conseqüência, especialmente a criança, que se torna agressiva. Nos Estados Unidos escolas e creches estão dando comprimidos para acalmar as crianças e amenizar a agressão entre elas.  

O consumismo arranca o homem do contentamento e o leva para o egoísmo e inquietação.A gana de estar em destaque faz com que o homem atravesse suas pre�prias barreiras e agrida o próximo, enquanto mulheres se transformam em mero produto e se coisifica. 

A televisão faz a cultura e modela a educação dos filhos, nivelando sempre por baixo, expondo o sexo e banalizando-o, enquanto o ridículo se expõe. Os próprios governos institucionalizam a liberdade sexual com a distribuição oficial de preservativos, sem dizer das seringas descartáveis para que se droguem, “com segurança”. 

Declarações sobre o fim do mundo 

Simultaneamente aos acontecimentos, o homem fala o que sente e já fala no fim do mundo. Isso não traduz nenhum tipo de sentimento religioso, mas de expressão natural daquilo que se tem ou se vê. 

Estima-se que 10 milhões de norte-americanos acham que a hora está próxima. 

Eu acho que o mundo vai acabar e espero que seja pela vontade de Deus, mas acho que a cada dia nos sobra menos tempo”, Caspar Weinberger, ex-secretário de Defesa dos EUA.

“Necessidade de cooperação no sentido de redirecionar nossos hábitos e costumes para que entremos no século 21 juntos como os pioneiros do no mundo”, professora Célia Regina Zaduski, presidente Nacional da FMPM.

É tempo de Teshuvá (arrependimento e reencontro). Neste caso arrebatamento significa livramento. Leia Lamentações de Jeremias 5. 

“Eis que venho sem demora, guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa” (o teu lugar). 

Este artigo poderá ser reproduzido por completo ou em partes, quando citada a fonte.

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Na última semana, o gerente de Produção da CPAD, Ruy Bergsten, já estava com o miolo do livro impresso e costurado, conforme se vê na foto de Solmar Garcia (Jornalismo da Casa).    

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A capa do livro em impressão e análise no sistema computadorizado da impressora Speedymaster da gráfica/CPAD, na semana passada.  

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A capa já impressa. Só restam o tratamento final, dobra, encadernação ao miolo e refile (aparo das pontas da capa e do miolo), tudo feito em uma única máquina, também na CPAD (Fotos: Solmar Garcia/Jornalismo-CPAD).

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Homem reza em meio a escombros das casas destruäas pelo Sidr, em Bangladesh
da Folha Online

As catástrofes em 2007 ligadas ao clima, como inundações, secas, tempestades e ondas de calor, fizeram mais vítimas principalmente na Ásia, de acordo com um relatório publicado nesta sexta-feira por um centro de pesquisas colaborador da ONU.

As inundações, que representaram a grande maioria das catástrofes climáticas, mataram 8.382 pessoas em 2007, ou seja, muito mais que a média dos sete anos precedentes (5.407 mortes), segundo o Centro de Pesquisa sobre Epidemiologia dos Desastres (Cred, na sigla em inglês) da Universidade católica de Louvain (Bélgica).

As catástrofes naturais em geral –climáticas, mas também terremotos, etc– fizeram no total 16.517 mortes no ano passado, menos que em 2006 (21.342 mortes). O número de pessoas atingidas, em contrapartida, aumentou consideravelmente, sendo quase 200 milhões contra 135 milhões em 2006, de acordo com o estudo anual do Cred.

Sobre este total, a grande maioria (164 milhões) foi vítima de inundações, sendo metade na China durante as cheias dos meses de junho e julho, afirmou a diretora do Cred, Debarati Guha-Sapir. Entre 2000 e 2006, cerca de 95 milhões de pessoas foram atingidas por inundações.

Sem citar os efeitos da mudança climática, Guha-Sapir assinalou que os fenômenos meteorológicos matam cada vez mais: as tempestades provocaram 5.970 mortes no ano passado contra 3.127 em média desde o início da década.

Este aumento de vítimas parece também estar ligado ao crescimento sem planejamento nos grandes países emergentes da Ásia.

“Está diretamente relacionado com as políticas de desenvolvimento ou com a ausência delas”, declarou a diretora do centro. No futuro, “a China e a Índia vão certamente sofrer um aumento” das inundações, acrescentou.

No ano passado, as dez catástrofes mais mortíferas estavam ligadas ao clima, exceto uma –o tremor de terra de agosto no Peru (519 mortes).

Bangladesh sofreu as duas catástrofes mais graves, com o ciclone Sidr em novembro (4.234 mortes) e as inundações do verão (1.110 mortes).

A Ásia, portanto, foi de longe a área mais atingida pelas catástrofes. O continente sofreu oito dos dez acontecimentos mais graves, sendo os outros dois no Peru e na Hungria, que foi vítima de uma onda de calor que matou 500 pessoas.

Os Estados Unidos sofreram o maior número de catástrofes naturais (22), na frente da China (20) e da Índia (18).

Com France Presse

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u365009.shtml

*Foto: Air Abdullah/Efe (extraída do FolhaOnline)

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ISABEL SACO
da Efe, em Genebra

Relatório apresentado nesta sexta-feira pela ONU (Organização das Nações Unidas) indica que a freqüência dos desastres naturais relacionados à mudança climática está aumentando. O documento compara a média atual com a média registrada entre os anos de 2000 e 2006.

Das 197 milhões de vítimas por desastres naturais, 164 milhões foram por inundações.

A Ásia foi o continente mais afetado pelas catástrofes naturais, sendo cenário de oito dos dez maiores desastres do ano passado –incluindo seis inundações.

As inundações foram os únicos desastres que aumentaram de maneira significativa, registrando-se 206 só no ano passado. Nos últimos sete anos a média foi de 172.

O país mais afetado por mortes foi Bangladesh, com mais de 5.000, seguido da Índia (1.103), Coréia do Norte (610), China (535) e Peru (519), segundo o relatório, que foi elaborado pelo Cred (Centro de Pesquisa da Epidemiologia dos Desastres), organismo que tem sede na Bélgica.

A região asiática concentrou 74% das mortes, seguida do continente americano, com 12% — afetado pelo terremoto que sacudiu o Peru em agosto do ano passado e pelas tempestades tropicais no Caribe –informou o diretor do Cred, Debarati Guha-Sapir.

O número de vítimas mortais, no entanto, foi menor em 2007 –16.517 mortos– diante da média de 73.931 registrada entre 2000 e 2006.

Os EUA, com 22 catástrofes naturais em 2007, foi o país mais afetado, seguido da China (20), Índia (18), Filipinas (16) e Indonésia (15).

O especialista afirmou que o impacto das mudanças climáticas na incidência de catástrofes naturais é provado pelo aumento de inundações, furacões e tempestades tropicais, claramente influenciadas pelo fenômeno planetário.

“A tendência atual é consistente com os prognósticos do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), e a Ásia e a África do Oeste já estão sofrendo inundações mais severas e seguidas”, comentou, ao se referir à equipe de cientistas que estudam o fenômeno por encomenda da ONU.

Guha-Sapir também disse que existe a possibilidade de doenças infecciosas –como dengue e leptospirose, transmitidas, respectivamente, por mosquitos e ratos– se expandirem nos próximos cinco anos, conforme aumenta a incidência das enchentes. De acordo com ele, é possível que estas doenças cheguem, inclusive, à Europa e aos EUA.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u364978.shtml

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