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Archive for janeiro \25\UTC 2009

 

“Deus provavelmente não existe. Agora, pare de se preocupar e aproveite a vida”. Este é o slogan de uma grande campanha, com anúncios em ônibus e metrôs da capital britânica, que pretende estimular os ateus a saírem do armário.

 

A idéia começou com um certo tom de brincadeira, quando a comediante Ariane Sherine (foto) sugeriu que um “ônibus ateu” circulasse pela cidade como contrapartida às propagandas religiosas que condenavam os não-cristãos ao inferno.

 

Ela começou a coletar doações para a campanha com a meta de arrecadar 6 mil libras, o equivalente a R$ 20 mil. Nem ela acreditou quando, em menos de dois dias, a conta do banco já registrava 87 mil libras.

 

A modesta campanha planejada para os ônibus londrinos se transformou em um mega esforço publicitário de mais de 135 mil libras, com anúncios extras no metrô – citando ateus famosos como a atriz Katharine Hepburn e a poetisa Emily Dickinson – e mensagens em telas eletrônicas no centro da cidade.

 

Alguns teólogos elogiaram a iniciativa dizendo que o slogan encoraja as pessoas a pensarem sobre a existência de Deus e pode dar início a discussões interessantes em torno das religiões, mas há quem diga que a coisa boa dos ateus era justamente que eles não tentavam convencer ninguém de sua não-crença.

 

Agora, eles teriam se igualado aos pregadores religiosos…

Fonte: BBC Brasil.com 

http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/london/

 

Meu comentário

Além da importância que se dá à necessidade de aguçar a mente e decidir de forma racional e inteligente se realmente existe ou não um Criador, a anunciação ateísta (graças a Deus) leva a refletir sobre a importância, legalidade e aceitação de seu inverso – a pregação da Palavra (o Verbo Eterno). Graças a Deus!

 

Por outro lado, nota-se que a essência humana sofre um golpe destrutivo (se não existe/isse Deus), conforme o apelo da jovem, noviça e marginal filósofa: “Pare de se preocupar e aproveite a vida”. Há um apelo claro a libertinagem e anarquismo, posturas de vida que batem de frente aos ensinos bíblicos, que pregam a liberdade com equilíbrio e respeito e a submissão às autoridades constituídas – as hierarquias, conforme preceitos judaico-cristãos. O historiador Tonby dissera que grandes impérios ruíram não por força de grandes exércitos inimigos, mas por causa da degradação moral.

 

Com a experiência das posturas das sociedades contemporâneas, tendo em vista as transformações vividas, chegamos facilmente à conclusão de que a proposta do ateísmo é, por ironia, maléfica. Graças a Deus!

 

Por fim, a frase mata toda a pretensão ateísta quando lança a dúvida: Provavelmente! Esta eterna dúvida põe mais lenha na fogueira das cruéis dúvidas, que devem esmagar as emoções dos que se dizem ateus – um verdadeiro pesadelo, graças a Deus!

 

O Criador existe em si mesmo. Quer creiamos; quer queiramos ou não, não importa, Ele simplesmente É!

 

 

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A Comissão Eleitoral comunicou a desistência de candidatos a cargos eletivos na Mesa Diretora e Conselho Fiscal da CGADB:

2º SECRETÁRIO
Nº  27   –    PASTOR ISRAEL SODRÉ

1º TESOUREIRO
Nº  39   –    LOURIVAL MACHADO

CONSELHO FISCAL – REGIÃO SUDESTE
Nº  49   –    ADÃO A. ARAÚJO

www.cgadb.com.br

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Lei da Rolha

O Estado brasileiro permanece a insistir e criar leis para viabilizar aspectos de uma filosofia essencialmente político-partidária. Essa interferência revela um fenômeno de uma época de intervenção do Estado nas atividades humanas e ainda de ascensão de governos tiranos.

O Governo teima em cercear a liberdade conquistada a duras penas pela sociedade brasileira. Tentou emplacar um plebiscito com a finalidade de monitorar o Judiciário e também investiu contra a mídia, com o objetivo claro de mantê-la sob rédea curta. O atual Governo é o que mais criticou a mídia, mesmo fazendo parte de um grupo de esquerda, que domina as redações. Bem por isso, foi e é o mais badalado e poupado pelos mesmos grupos, por incrível que possa parecer.

Para entender esse fenômeno de flagrante discrepância é só lembrar o fato de os amantes do comandante Fidel, que o idolatram, mesmo com a postura de um homem declaradamente tirano e transgressor dos direitos básicos humanos, por meio da ditadura cubana, que fuzilou milhares.  

Esfriado o assunto, agora o Governo volta à cena com o mesmo intuito, e quer aprovar nova Lei da Imprensa. 

A lei de censura à imprensa (Lei da Rolha) volta à cena e retrata a base da cultura brasileira, e como dizia meu professor de seminário João de Oliveira, “onde há mais lei, há mais pecado”. 

A cultura brasileira teve início com o descobrimento português em 1500 e com ele o catolicismo romano, que manteve dominantes sua identidade medieval com caracterísicas indulgente, inquisitória e intolerante, indica ….

(…) “Antonio Cândido, com quem FHC aprendeu algo, lembrava há dois anos, em entrevista à Folha, que o Brasil tem um déficit crônico de pensamento radical continuado e relevante, e que há um curioso radicalismo esporádico infiltrado em autores liberais, e até conservadores, a exemplo de Nabuco e Gilberto Freire.”

Frouxo, inorgânico e descomprometido em suas causas, o radicalismo à brasileira parece levar tanto a posições de direita quanto de esquerda, nos dois casos com pouca ênfase. Nunca tivemos na cultura ou na política, a densidade histórica que, para o bem ou para o mal, frutificou na Rússia a partir do século 19”. (Fernando de Barros e Silva, Opinião – Os russos e os nossos ´radicais`, FSP, A 2 – 16/1/02).

 

Iguais tratados de forma diferente

Cada profissional seja qual for a profissão ou atividade é, antes de tudo, um cidadão e como tal está submetido às leis que regem as relações, já descritas nas normas da Constituição e no Código Civil brasileiros.

Quanto mais normas impostas mais sinal de queda do respeito ou da própria ética. Além disso, tais intervenções levam o homem a relaxar sua ética e passa a justificar sua ação irresponsável ou agressiva ao semelhante, com base nessas mesmas normas. É a “perfeita forma” de relaxar a Lei moral, que é o “Princípio que deve guiar a ação humana com o fim de dotá-la de caráter moral. Segundo Kant, há uma única lei moral, que assim se enuncia: ‘Atue sempre como se a regra de conduta de cada vez adotada devesse tornar-se um princípio universal válido’”.

A questão de adoção de um código de ética próprio, retalhado para cada atividade humana, também soa como hipocrisia, pois as pessoas devem seguir uma regra única, em que a reciprocidade seja a base comum do relacionamento.

A ética setorizada torna-se sinônimo de hipocrisia. O que pode ser viável é o estabelecimento de regras de comportamento com relação à alteração ou mudança de ambientação, como o trabalho com mulheres, por exemplo, mas ética profissional emana da boa e saudável formação do ser, produto do meio, de uma cultura.

Portanto, além de intervenção descarada, com claras intenções alheias ao interesse democrático, a imposição de leis lança o homem para a caverna e nem sempre diz respeito à evolução humana.

A filosofia de impor leis à medida que elas se tornam necessárias, em função de transformações sociológicas, é combater efeitos e se esquecer das causas. Esse método desprestigia a educação e revela um homem cada vez mais selvagem, afinal somos seres inteligentes e não astuto.

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Em entrevista à revista Cristianismo Hoje* (dezembro 2008/janeiro 2009) pastor Ronaldo Didini, ex-Universal e Internacional da Graça, hoje na Igreja Mundial do Poder de Deus, atualmente “… um detrator da teologia da prosperidade, que, segundo ele, é um câncer que está consumindo a Igreja brasileira. ‘E muitos pastores a defendem abertamente em rede nacional. É o que existe de pior na televisão do país”’.

“(…) Fiquei assustado com o que fez o pastor Marcos Feliciano em seu programa. Ao mesmo tempo em que pregava o Evangelho, ele anunciava terrenos para as pessoas comprarem em prestações, dizendo que Deus abençoaria aquela compra. Isso ultrapassa o limite. (…) Feliciano ultrapassou a barreira ética. Para mim, isso é o que existe de mais vulgar na teologia da prosperidade. (…) A teologia da prosperidade é um câncer no segmento evangélico (…). Porque ele é demoníaca”.

“(…) Os pregadores da prosperidade não têm contato com o povo e não enxergam isso, porque são pobres, cegos, miseráveis e estão nus. O homem não tem que ditar regras a Deis e dizer a ele como e a que horas fazer o milagre. Minha crítica a essa teologia é que ela proclama aquilo que é terreno e não o que é sagrado, sobrenatural…”.

“(…) Uma coisa é enxergar, e outra é mudar, se for preciso sair do sistema, quando ele se torna mais poderoso que a Bíblia”.

“(…) A teologia da prosperidade me fez um mal tremendo”.

“(…) No fim das contas, vejo que muitas ramificações poderiam ser evitadas se houvesse menos vaidade humana e mais compromisso com a videira verdadeira que é Cristo”.

“(…) Por isso, posso exercer com liberdade minha vocação. Aliás, esse foi o motivo por que saí da Graça. Comecei a me sentir um funcionário da igreja, sem aquele algo, sem um desafio. Eu tinha o mais alto salário, carro à disposição, liberdade para pregar em qualquer lugar; todos os pastores da Graça me tratavam muito bem, eu era sempre recebido com festa. Mas não me sentia bem como executiva, com tarefas meramente burocráticas dentro de uma organização. Resolvi sair. Hoje, aprendi a lição”.

“(…) quando participei de um congresso da Assembléia de Deus portuguesa, é que não há comunhão entre a Assembléia de Deus brasileira e a de lá. O pastor Joel (filho do José Wellington [presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil], esteve presente também. As lideranças portuguesas não aceitam os pastores brasileiros que são enviados para lá. Como o Brasil se tornou um exportador de missionários, maior é a rejeição. No mundo inteiro, especialmente na Europa, igrejas com lideranças brasileiras atraem apenas público brasileiro. As únicas exceções são trabalhos com negros, que são imigrantes também vindos de lugares como Cabo Verde, Quênia, Jamaica, Nigéria”.

 

*Cristianismo Hoje, A teologia da prosperidade é demoníaca (Marcos Couto), dezembro 2008/janeiro 2009, edição 8, ano 2, páginas 56-58, www.cristianismohoje.com.br

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Homem de ministério comprovado pelo Senhor e dinâmico, pastor José Perozin, líder da AD em São José do Rio Preto (SP), partiu para a Eternidade no último dia 4, por volta das 13h, vitimado de infarto fulminante.

No culto de passagem do ano, segundo informações de um membro da igreja, o líder disse que na Ceia seguinte (dia 17 de janeiro), “um de nós não vai estar aqui”. Sua profecia indicava a passagem para Eternidade de um dos obreiros presentes, sem saber que ele seria o escolhido pelo Senhor.

Pastor Perozin (como era conhecido) estava em São Sebastião, litoral paulista, em descanso, por recomendação médica, em função de distúrbio de sua pressão. Seu médico teria insistido para que tirasse uns dias de descanso. Ele retomaria as funções na igreja no dia 6 – terça-feira.

Cuidadoso, de bom conhecimento bíblico, ensinador e zeloso, pastor Perozin possuía algumas peculiaridades. Entre elas, primar pela boa música na igreja, som bem equilibrado, construção de belos templos, de boas e funcionais instalações (a igreja possui cadeiras almofadadas). O templo anterior, derrubado para dar lugar ao atual e maior, já era muito belo. Era ótimo administrador e de fé admirável, fincada na oração e no seu jeito simples de ser.

Toda a bancada da igreja fora construída em uma oficina montada na área do templo, onde se podia vê-lo trabalhando na construção. Também atuava como advogado e ainda possuía brevê.

Não cansava de agradecer ao Senhor pelo filho Philip David Lamosa Perozin, sempre visto como uma grande bênção do Senhor, ao lado de sua esposa Claudete de Jesus Lamosa Perozin.

Dentre suas atividades fora enviado como missionário a Tegucigalpa, capital de Honduras, em 1978, onde plantou uma igreja. Seu amor por Missões permaneceu e, já em Rio Preto, depois de sair de Franca, em junho de 1991, enviou o casal Luceli-pastor Paulo Mesquita, com a filha Evely. Lá o casal teve o filho Paulo Augusto, onde permaneceu por oito anos.

Com 61 anos de idade e levado ao ministério em 7 de maio de 1975, pastor Perozin foi  pastor-auxiliar em Mauá, Grande SP, pastoreou a AD em Franca, quando em 1985, mudou-se para Rio Preto, enquanto pastor Edinho, então pastor em Rio Preto, mudou-se para Franca. Filha de Catanduva, a AD em Rio Preto foi a primeira igreja naquela região. Anteriormente liderada pelo simpático pastor Rolim.

Com certeza a igreja sentirá a ausência desse valoroso obreiro do Senhor, contudo, “Preciosa é à vista do SENHOR a morte dos seus santos” (Sl 116.15).

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