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Círculo de Oração Estrela da Manhã em seu 31º aniversário

Com manifestações espirituais, o 31º Aniversário do Círculo de Oração Estrela da Manhã da AD em Vila Albertina, em Ribeirão Preto (SP) registrou momentos de glória, pela presença do Senhor nos cultos realizados nos dias 20 a 22 de agosto. A programação começou no sábado – 20 – com exposição da Palavra pela irmã Anailda da Silva, da congregação do bairro Vista Alegre, em Ribeirão Preto.

História dos letos em Varpa

No domingo pela manhã, irmã Maria de Lourdes Ferreira Santana, esposa do pastor-presidente da AD do Campo de Ribeirão Preto, Antônio Silva Santana contou seu testemunho. Como remanescente dos letos, comunidade fundada pelos próprios letos, a 9km de Varpa, região de Tupã (SP), imigrantes de países comunistas, fugidos da perseguição e sofrimento, a partir do terror implantado pelo sistema comunista.

A história de irmã Lourdes (foto), embora sofrida e triste – até hoje arrancando-lhe lágrimas sempre quando recorda-a –, tem o contraste da beleza. Desde os 9 anos, ela passou a conviver com os letos. Isso ocorreu por causa da morte de sua mãe. Não demorou muito para seu pai também partir para a eternidade, ao ser morto, misteriosamente, à beira de um rio.

As crianças daquele casal ficaram à mercê de um novo lar e, pior, foram separados e adotados por casais diferentes. Irmã Lourdes fora adotada por um casal de letos, muito rígidos. Sua mãe de criação, Emília Padkan criou-a com seus três irmãos e outros quatro filhos biológicos.

Quando ela estava com 12 anos de idade, a família mudou-se para Ruy Barbosa e, com 16, para São Paulo. Depois, para a cidade de Paraguaçu Paulista (SP), onde conheceu o baiano, pastor Antônio Silva Santana.

Após décadas, já em Ribeirão Preto (SP), irmã Lourdes passou a sentir saudade de seu irmãozinho – como o vira pela última vez. Com ajuda de seus filhos, voltou à região em busca de informações, até chegar a Jandira (SP), onde encontrou seu irmão, Pedro Alves Ferreira. Enquanto ela se mantinha distante, após entrevista com um dos filhos e confirmação – era realmente o seu irmão –, ocorreu o emocionante reencontro, regado de lágrimas e de alegria.

Todo o sofrimento não tirou a fraternidade de irmã Lourdes, mulher fiel, sábia e discreta, soube dar a sua cooperação ao marido e pastor, como a mulher que edifica a sua casa.

Volta do Senhor

No culto da noite, irmã Janice Santana Rosa (foto acima) exortou a igreja sobre a proximidade da Volta do Senhor. Com base no tema da festa (“Olhai, vigiai e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo”, Mc 13.33).

Todos se alegraram pela ação do Espírito com a exposição da Palavra sobre os sinais da proximidade do Retorno de Cristo.

Pastor Isaías Fontes pregou na segunda-feira, no último dia, quando o Senhor coroou de êxito o final da festa. O Senhor destacou algumas pessoas para falar e alertar sobre questões pessoais, além de levar a igreja a buscar mais de sua presença, para uma vida mais espiritual.

Pastor Isaías ora por irmãs, após interceder por pessoas que receberam Jesus, enquanto Junior Moreira canta ao Senhor

Participações

Congregações da cidade de Ribeirão Preto abrilhantaram o evento com a participação de Círculos de Oração e obreiros: Jardim Jandaia (Pr. Augusto), Ipiranga (Pb. José Antônio); Parque dos Pinos (Pr. José João Ferreira); Vila Augusta (Pb. Amauri José de Souza); Jardim Presidente Dutra; Maria Casa Grande (Pr. Edmar Ribeiro); Campos Elísios (Pb. Francisco Sidraque da Silva); Quintino I (Pr. Paulo Sarafim), todos acompanhados de obreiros.

Segundo pastor Santana, presidente da Igreja, a manifestação das irmãs por meio dos Círculos de Oração de todo o campo, constinui-se em verdadeiro apoio à obra do Senhor, com sinais gloriosos que declaram a bondade divina.

Irmã Madalena, líder do Círculo de Oração local, agracedeu ao Senhor e pode testificar da resposta das orações, realizadas na antecipação do evento. Pastor Mesquita, dirigente da congregação, disse que o Senhor honrou a igreja com sua notável e gloriosa presença.

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Obra de fé consome toneladas de material e muita energia para, futuramente, ser o local para a manifestação da Água da Vida; pastor Santana mostra dinâmica do Reino, ‘com passos firmes’ na Palavra (à direita)

Semeando a Palavra – A 5km do centro da cidade, o templo iniciado em janeiro de 2003, tem 90m (um quarteirão) de diâmetro, estacionamento para mil veículos e capacidade para 12 mil pessoas. Somente na cobertura foram empregados 350 mil quilos (350 toneladas) de estrutura metálica, com investimento na ordem de R$ 3,5 milhões, conforme informações, do mestre-de-obras, pastor Vitor Borges.

Arquibancadas (laje de assento) pré-fabricadas são montadas em blocos (painéis), com o peso de 2.325k cada, que, em linha reta, chegaria a 4,600m e mais 60km em fio de protensão. Cada viga (jacaré) de sustentação de cada vão da arquibancada, no total de 89, pesa 10 toneladas, no total de 845 toneladas.

A largura da parte mais alta chega a 8,5 x 4,20m na parte mais baixa, com 6m em média. O total é de 33 vãos desses e o total chega a 650 peças, com o peso médio de 1m3 de concreto. As 650 peças perfazem o total de 1.625 toneladas. E soma-se a isso as passarelas que chegam a 118m3 ou 296 toneladas.

Toneladas de cimento, ferro e pregos

Foram usados até julho, 19.299 sacas de cimento, trabalhou-se 18.716 dias, e investido o total de 2.727m3 de concreto e 98 mil kg de ferro, 1,3 mil quilos de arame e 688k de pregos.

Visto por satélite

Por suas gigantescas dimensões, o Grande Templo, localizado à Avenida Andrea Matarazzo (Via Norte), no Parque Industrial (Tanquinho), pode ser visto por satélite pelo Google Earth, opção satélite – insira: avenida andrea matarazzo, ribeirao preto, sp, e siga o trajeto da mesma, sentido São Paulo, até chegar ao templo. Você verá a abóbada prateada, do lado direito da avenida, e, se clicar nela, terá ampliada a sua imagem.

Sistema de captação de água pluvial

Politicamente correto, o templo contará com sistema ecológico e de proteção ao Meio Ambiente, por meio da captação da água da chuva. Segundo o líder da Região Eclesiástica de Ribeirão Preto, pastor Antônio Santana, “queremos realizar algo que venha glorificar ao Senhor e, por isso, vamos caminhar de forma a não postar-se na contramão da proteção do ecossistema. Daí o nosso interesse de aproveitar as dimensões da estrutura da cobertura e usá-la para a captação de água pluvial”.

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Uma carreta com capacidade para 25 toneladas partiu para o Rio de Janeiro, ontem (26), com doações de Ribeirão Preto (SP). Os produtos foram arrecadados pela Assembleia de Deus, com matriz à Rua Álvares de Azevedo, na Vila Tibério. Todos quantos trabalharam na coordenação da campanha, arrecadação e no carregamento do caminhão estavam visivelmente sensibilizados. O pastor da Igreja, Antônio Silva Santana, disse que a igreja permanece a cumprir o seu papel, com demonstração de amor fraternal, como ocorre desde a Igreja Primitiva, em Jerusalém.

 

Pastor Santana se envolveu e até mesmo no carregamento do caminhão

A Campanha SOS Rio de Janeiro – Doações para as Vítimas da Catástrofe na Região Serrana – envolveu toda a igreja da região eclesiástica de Ribeirão Preto, que compreende a Grande Ribeirão Preto, cidades vizinhas e parte de Minas Gerais. A igreja em Sertãozinho arrecadou três caminhões e de São Sebastião do Paraíso (MG), um.

O pastor-presidente fez o apelo e a igreja toda aderiu. Mas não foram somente fiéis da Assembleia, que aderiram à campanha. Segundo pastor Santana, amigos, familiares, comerciantes, empresários e até a Polícia Militar se envolveram na campanha.

 

Várias dependências da igreja foram usadas para armazenar os produtos doados

As doações estão sendo encaminhadas para áreas específicas em Nova Friburgo, com acompanhamento de equipes locais, contatadas anteriormente. Na semana passada, um grupo esteve no local e levou, em uma van, 2 mil quilos de produtos. Todo o cuidado fora tomado para que a ajuda chegue diretamente às pessoas necessitadas.

 

Jovem da igreja que se envolveu na campanha

A mesma equipe acompanha a carreta e, igualmente, fará contato com coordenadores da distribuição em Nova Friburgo. Além disso, desde a arrecadação, o transporte e distribuição serão documentados em vídeos, fotos e textos.

 

Pastor Santana, coordenadores e grupo que ajudou a carregar a carreta em frente ao templo-central

Lista de produtos

Foram contabilizados 9 mil litros de água mineral em garrafas pet; 800 caixas-kits de roupas para adultos, adolescentes e infantis, tanto feminino quanto masculino, todos separados por faixa etária e sexo; 160 cestas básicas; 300 caixas com 24 unidades cada uma de biscoito Wafer; 4 fardos de arroz com pacotes de 5 quilos; 7 fardos de 20 unidades cada de óleo de cozinha; 30 fardos de 24 unidades cada de papel higiênico; 14 caixas de 24 unidades cada de leite em pó Ninho; 25 caixas de fraldas descartáveis de vários tamanhos; 15 caixas de 12 unidades cada uma de caixas de leite; 8 caixas com 20 unidades cada de macarrão; 4 caixas de achocolatado; 8 caixas de velas; 10 caixas com 6 unidades em cada uma de água sanitária;  30 kits para limpeza (com vários produtos); 5 caixas com 24 unidades cada uma de detergente; 1 televisão; 1 geladeira; 1 máquina de lavar roupa; 3 camas; 3 colchões para solteiro, 2 para casal e 2 para bebê;  10 vassouras; 8 rodos; 6 pás de lixo; 10 baldes de plástico.

“Graças a Deus fomos bem-sucedidos. O povo atendeu com muito carinho, ao sentirem a dor do povo fluminense e cada um fez o que pode, para amenizar a dor das vítimas da tragédia”, ressaltou pastor Santana.

O transporte dos produtos está sendo efetivado gratuitamente por uma carreta da Lealdade Transportes.

CORREÇÃO – Erramos na informação acima, pois o transporte fora custeado pela própria igreja e não fora realizada gratuitamente.

 

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São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais… e inúmeros outros locais no mundo estão submersos em águas. As serras fluminenses estão derretendo-se sobre moradores em áreas de risco. Chuvas castigam várias partes do mundo em resposta à invasão do homem a áreas de preservação ambiental e por causa da tentativa de destruição da natureza.

O homem caminha na contramão de Deus. Soma-se ao sofrimento desses moradores e de famílias que perderam entes-queridos – mais de 500 somente no Rio –, a falta de interesse dos governos. Para se ter ideia, quase um ano após o desastre que marcou época, em abril de 2010, com grande intensidade no Morro do Bumba, em Niterói (mais de uma dezena de morros registraram deslizamentos, com mais de uma centena de mortes), muitos locais estão do mesmo jeito.

Hoje, se você for aos locais verá as marcas dos deslizamentos, alguns dos quais se mantêm como estavam no dia da tragédia. A Rodovia Amaral Peixoto, continuação da Alameda (saída da Ponte Rio-Niterói) e caminho para a Região dos Lagos – à beira-mar –, ainda se mantém em uma única pista, em alguns locais de Niterói e São Gonçalo.

Mapeamento de áreas de risco do Rio e desocupação das mesmas são assuntos de vários anos, mas sem iniciativa séria ou ação responsável. Só permanecem no calendário de governos, ano após ano. E olha que, tanto essas questões quanto as soluções dos problemas, como drenagem das encostas, são de obrigação dos governos.

A ocupação desenfreada de áreas de risco também é apoiada por políticos, deputados e vereadores. Fato sabido de todos no Rio. Locais que há 10 anos eram tomados de vegetação, hoje têm retrato alterado pela ocupação de barracos.

Eles mesmos garantem aos seus currais, no mais amplo sentido da palavra, a construção de ruelas, postes de energia elétrica e iluminação pública, sob a inércia e vistas grossas do Estado.

Ora, como poderiam, por iniciativa própria, não aceitar a proposta de morar em locais de risco, se não têm opção. E mais: quando são tirados à força, são colocados em locais degradantes em termos de respeito e dignidade humana, onde permanecem até que se cansem ou arrumem outro local, voltando ao primeiro estágio.

Alocar essa população em locais com o mínimo de dignidade é papel dos governantes. Parte do exagero da cobrança de impostos, com índices altíssimos e únicos em todo o mundo, deveria ser usada para isso.

Os bancos ‘sociais’ e até mesmo os privados, que recebem benefícios incontáveis do Governo federal, inclusive protegidos como instituições, deveriam investir em ação social. Ao menos era esse mecanismo que se esperava dos governos que se dizem de esquerda. Mas, em vez disso, registrou-se o maior crescimento e riqueza na história dessas instituições.

Cadê Deus?

“Não tem jeito. Cenas trágicas se repetem no Rio e minha pergunta nunca se cala: Cadê Deus?”, indaga a professora Cláudia Nunes, em seu artigo, sob o título acima (Comunicando, hause órgão da Universidade Cândido Mendes, do Rio, Ano II, n. 23, 27 de julho a 2 de agosto de 2009).

A filha do pregador norte-americano Billy Graham, Anne, em entrevista no Early Show, respondeu à pergunta de Jane Clayson:

– Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro e outras tantas coisas horríveis?

Anne Graham respondeu: ‘Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos, temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, creio que Ele calmamente nos deixou.

Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?’

Ela passou a enumerar as alterações do curso da história norte-americana:

– Creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), queixou-se de que era impróprio se fazer oração nas escolas norte-americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas… A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

Depois o doutor Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: ‘Um perito nesse assunto deve saber o que está falando’. E então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia disciplinar os alunos…

Então alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar.

Foi dito também que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: ‘Está bem!’

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. E nós dissemos: ‘Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso’.

Depois outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios… Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!

Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:

– ‘Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?’

A resposta Dele foi a seguinte:

– ‘Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!’ Portanto Deus está onde o colocamos!

Esta é a resposta ao título Cadê Deus?

Existimos hoje em meio a um verdadeiro Salve-se quem puder!, Entretanto, o Senhor Jesus permanece a dizer: Salvarei todos quantos quiserem! (cf Mt 11.28-10), pois “… se o… povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”, 2Cr 7.14.

Doações a desabrigados e produtos necessários

As igrejas evangélicas se mobilizam para o recebimento de donativos. A AD em Ribeirão Preto e região, liderada pelo pastor Antônio Santana, está se mobilizando para a arrecadação de produtos.

Quem pretende fazer doações devem estar atento a produtos que, em geral, não são doados. A lista abaixo é a mesma que elaboramos com o grupo do Projeto Crescer (AD em Fonseca, Niterói-RJ, pastor Celso Brasil), por ocasião do desastre em abril, em Niterói.

– Água Mineral

– Escova de dente, absorvente, sabonete e pasta de dente, xampu, escova de cabelo/pente.

– Roupas íntimas femininas

– Legumes, frutas e alho 

– Carnes de vaca e frango

– Embutidos (salsicha e linguiça)

– Manteiga ou margarina

– Óleo de cozinha

– Produtos para alimentação de bebês, como Mucilon, leite e chocolate em pó…

– Fraldas descartáveis e Hipoglós

– Saco de lixo

Oração por todos

Em geral os templos evangélicos são oferecidos para atendimento e posto de arrecadação de doações.

O templo da AD em Teresópolis (pastor Israel Couto) está servindo de IML. A AD em São José do Vale do Rio Preto, liderada pelo pastor Júlio, e que todo ano realizada encontro nacional de missões, também deve estar servindo de centro de recebimento e distribuição.

Pastor Geremias Couto, que mora em Teresópolis, pede oração para que o Senhor amenize a dor dos que perderam familiares, parentes e casas e pertences. O mesmo faz pastor Walter Azevedo, que, embora more em Garça (SP), nasceu em Teresópolis.

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