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Povo disputa espaço para registrar captura de Lula gigante

Com a ‘anormalidade brasileira’ da prisão de um ex-presidente, aumentada por ser um notório líder de esquerda, o país tende a encontrar o caminho das normas, das regras, da normalidade.

Grupos soltaram fogos de artifício e comemoraram de forma ácida o fato. O homem que ascendeu como um rojão, desceu vergonhosamente como foguete!

ESPERANÇA DE BANCÁRIOS OU DE BANQUEIROS?

Ele tornou-se a esperança dos miseráveis, descamisados e dos sem-nada, dos injustiçados. Porém, ao seu lado juntaram-se também os visionários, que perceberam no metalúrgico Luís Inácio da Silva uma oportunidade única de chegar onde queriam. O terreno estava sulcado, fertilizado, preparado. Era só jogar a semente!

Lula subiu e as duas frentes lutaram para ganhar seus respectivos lauréis: Mais espaço, garantias, igualdade e justiça; mais poder, dinheiro, riquezas e glórias! O segundo venceu e arrastou Lula, em vez de ser arrastado por ele! Não foi por falta de tentativas: de calar a imprensa, censurar o Judiciário, desarmar as polícias, aparelhar o Estado, destruir bases, tidas como conservadoras…

Em vez de ganhar quem estava sentado no banco da praça, à espera de uma oportunidade, ganhou os que estavam fumando charuto cubano, sentados dentro do Banco na praça!

SEM CARRAPATICIDAS

Ninguém que sobe ao poder compromissado com ideologias e partidos poderá vencer seus comprometimentos e patrocinadores. A galinha dá o ovo, e a vaca o leite para a festa, mas depois vão querer comer o bêicon do porco!

LULA PROTAGONIZOU DUAS VIRADAS!

Se Lula foi a virada de um sistema política para outro, ao se eleger presidente do Brasil, essa prisão torna-se símbolo da virada de outro círculo ao país.

Lógico que sua prisão pode ser vista como injusta pelos seguidores daquele primeiro Lula, que não mais existe. Aquele era plebeu, este Lula preso é elite.

Ainda ‘injusta’ porque ficaram para trás Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Michel Temer, Aécio Neves, José Serra, Romero Jucá, Renan Calheiros, José Dirceu, Antonio Palocci… Permanecem presos o ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, e o troféu sexagenário Paulo Maluf. A maioria dos nomes acima são ligados a Lula, ao PT ou teve alguma ligação com os dois.

DAS BASES ECLESIAIS DA IGREJA CATÓLICA À QUEDA DOS DOIS

Por outro lado, Lula foi o mentor de todos. O ideário do PT-Lula era fazer do Brasil o que queriam Che Guevara e Fidel Castro, com respeito à América Latina, mas ‘foram traídos’ pelo fascínio do poder e detonaram Cuba.

Fizeram o mesmo os dois da Venezuela. Chaves abriu as portas para a podridão de Maduro. A história se repete dentro de uma sistemática, radical e falida ideologia. Na Albânia, o Partido do Trabalho da Albânia (Partia e Punes), também conhecido como Partido Comunista da Albânia, igualmente levou o país à miséria. Restava ainda o então recém-criado Fórum de São Paulo.

RELIGIÃO E POLÍTICA, A ESTRATÉGIA DE CONSTANTINO SE REPETE

Das bases eclesiais da Igreja Católica Romana, com a chamada Teologia da Libertação e preferência pelos pobres, nasce o PT em 1980, com filiação estrondosa, graças ao apoio da própria Igreja Católica Romana, conforme o escritor espanhol Luís Mir.

Base semelhante também foi criada pelo visionário e controverso Constantino. Após lutas ele alcançou a liderança do império romano e, posteriormente, da Igreja, por força de sua função, impondo tolerâncias a cristãos, convocações e liderança de concílios, nomeações de bispos, e ainda estabeleceu Roma como matriz de todas as igrejas, nascendo daí a denominação ‘Romana’, em oposição à natureza da Igreja, Jerusalém!

BASE SÓLIDA

Homens com ideários, seriedade e firmeza nas propostas do partido, como o católico praticante Plínio Arruda Sampaio abraçaram a proposta. Mas, a partir das denúncias de corruPTções (neologismo que criei pós denúncias), como o Mensalão, o partido enfrentou o esvaziamento de idealistas-fundadores, como o próprio Plínio Arruda, Heloísa Helena, Babá, Bicudo, Marina da Silva, Gabeira, Cristovam Buarque…

AVANÇOS QUE NÃO CHEGARAM A FECHAR O CÍRCULO

Alguma coisa foi feita em termos sociais? Lógico que sim! O acesso às universidades foi um salto monumental. A aceleração na construção de casas populares também. Tivemos ainda alguns marcos de progresso, mas com a ausência de gestão, aliada à gana por dinheiro fácil, patenteada pela corrupção estão apodrecendo. Foram bilhões jogados ao lixo, mas que deram start aos saqueadores do país.

Empresas públicas ampliaram a visão na questão de humanização, com salários melhorados e ganhos com assistência e serviços a funcionários. Porém, sempre com a ideia de aparelhamento, pois o PT empregou milhares no Governo federal, em todos os cantos e estatais. Parece-me que a busca principal era ganhar o poder, sem a parte seguinte do plano!

O TEMOR CONTINUA!

Agora, o vice do PT, Temer, que representa a mesma moeda, somente com mudança de lado, quer ‘aparelhar’ as estatais para entregar à administração privada, já sob encomenda, como ocorre na Caixa Federal, que está sendo aparelhada por ‘encomenda’ de pacote fechado a banqueiros. Vide a Previdência Social!

De tudo isto, a prisão de Lula soa ao sofrido povo, mesmo aos que não conseguem compreender o seu significado, como um troféu. E um ilhós da Operação Lava Jato, que em seus três anos, já repatriou mais de R$ 10 bilhões, efetivou cerca de 200 prisões, mais de 300 processos, e quase 100 condenações. O que ainda emperra esse progresso de limpeza moral e equidade, para o estrangulamento do colarinho branco é justamente quem deveria puxar a fila: O Supremo!

Seus ministros são colocados lá por meio de uma remanescente e arcaica parte do sistema de coronelismo, portanto sem a polidez exigida, dotados de bazófias, com raras exceções. São batráquios preparados a fio, justamente com a função precípua (até conforme o ordenamento jurídico) de depois retribuir os favores ao padrinho.

Mesmo adiante de tantas contrariedades, Moro praticou a equidade, cujo significado busca tratar cada indivíduo conforme sua natureza (do crime), a corporificar o eflúvio de novos tempos.

Equidade é um termo de uso relativamente novo, a partir da Constituição de 1988, das aberturas (para ideários de esquerda) e fechaduras (aos da denominada direita, do conservadorismo).

A partir de 88, o termo carrega a ideia que o Estado deve garantir o direito ou acesso igualitário a todos. Então, nota-se que as atuais circunstâncias fizeram jus à nova Constituição, em especial pela bravura do juiz Moro e procuradores federais, pois agora nem só os PPPs são presos, mas os de colarinhos brancos também, incluindo os PTs!

Aliás, o PT não deve reclamar, pois defende a misoginia, impõe a igualdade de gêneros e, se a prisão de Lula não é normal, estando fora da norma, da regra, e irregular, seria então um substantivo de dois gêneros: ‘anormal’.

CONTRA LULA OU PELO BRASIL?!

Ninguém deve comemorar a desgraça alheia, mas igualmente precisa manter a fechadura da razão aberta, sem se deixar enlouquecer pela emoção liberada pelos impulsos, tornando prisioneiro da irracionalidade, a perder princípios que nos oferecem dimensões da realidade, e ações repulsivas à momice.

Concluo com o que o sábio ‘presidente’ de Israel dissera, há cerca de 3 mil anos: ‘Quando o governo é formado de homens justos e honestos o povo vive feliz, mas quando os líderes de uma nação são maus e desonestos o povo chora de tristeza’, Pv 29.3.

Aqui não é o Céu para queremos a perfeição, nem por isto precisa ser o Inferno! Equilíbrio é o melhor caminho. Como os extremos não constituem as melhores escolhas, resta-nos saber como e onde está o centro!

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Em sua terra natal, Garanhuns (PE), o presidente Luís Inácio da Silva blasfemou ao afirmar que seu “corpo estaria mais arrebentado que o corpo de Jesus Cristo depois de tantas chibatadas”.

Sem demonstrar nenhum constrangimento falou dos escândalos que envolveram o seu Governo quando afirmou que a elite política quis dar golpe em seu governo durante o Mensalão em 2005. Além de envolver seus principais assessores e membros de seu partido, o Mensalão mostrou uma das formas de desvio de riquezas para a formação de uma nova elite no país, justamente membros de seu grupo.

Seus jargões típicos de ditadores, como “Tem gente que tem vergonha de se aproximar de você. Mas nessa campanha a gente não quer só ganhar eleição, mas amadurecer politicamente”, Lula explorou a distância do povo das verdades políticas, da informação e de objetivos de políticos aproveitadores.

Convicto da impunidade que grassa este país, pela inserção de juízes liberais no Supremo, grande parte por sua indicação, Lula abusou: “Meu querido companheiro Severino, a elite da câmara elegeu você presidente para você fazer o jogo sujo que ela queria, mas não tinha coragem de fazer que era pedir meu impeachment em 2005”.

Comparou-se ainda a Getúlio, Jango e chamou Dilma de ‘galega’, para ele “barbaramente torturada. Não existe nada mais grave que o ser humano possa fazer com o outro do que torturar. Vocês sabem porque Jesus Cristo foi torturado”.

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A briga entre a Rede Globo e a Record já está rendendo além das fronteiras de seus programas abusivos. Para espetar a Record a Globo vai aproveitar para alfinetar todos os cristãos (evangélicos). Segundo a Folha (Em série, Globo “brinca” com desvio de dízimo, 19/8/2009, Matheus Magente, da Agência Folha, em Salvador), a tevê vai lançar em novembro, um seriado em que um marginal torna-se pastor e desvia dízimos de (sua) igreja. Ao serem indagados sobre o momento tão oportuno, os envolvidos dizem ser mera coincidência. Aí é achar que todo mundo é ignorante.

Trailer

“A Globo deu início, em Salvador, às filmagens do seriado Ó Paí, Ó, que traz, entre os personagens da temporada, um pastor que desvia dízimos de evangélicos em seu benefício. As gravações, iniciadas na semana passada, acontecem em meio a uma guerra com a Record, após extensas reportagens sobre denúncia acatada pela Justiça envolvendo a Igreja Universal do Reino de Deus.

Depois de ter virado evangélico na última temporada, o personagem Queixão, interpretado por Matheus Nachtergaele, decide fundar a Igreja Evangélica do Tremor Divino. O nome faz referência à ameaça de desabamento do cortiço onde os personagens vivem, tema desta segunda temporada.

De acordo com o roteiro assinado por Guel Arraes, João Falcão e Adriana Falcão, o malandro Queixão, que se tornou o pastor Moisés, passa a desviar parte dos dízimos pagos pelos fiéis em benefício próprio”’.

Objetivos claros

Ora, pelo calor das acusações entre as duas emissoras, ficam claros os motivos e os objetivos. Com medo da campanha de evangélicos solidários à Igreja Universal, que já iniciaram boicote à programação global, a declaração da tevê é explicitamente esfarrapada.

Por outro lado, uma terceira via seria a maquiavélica tentativa de desviar a atenção do “Caso Sarney”, que desgasta exaustivamente o governo petista, tirando-o do foco da mídia. O caso Iurd/Record já estava vencido e veio à tona novamente, anos depois… Estranho não?!

Existem outros leques que se ajeitam sob o mesmo teto e, portanto, premiados, como a incômoda questão do crescimento dos evangélicos e a perda de espaço pela religião majoritária. Desacreditada, desgastada e acomodada, a denominação tida como cristã ganha pelo alinhamento, contemplado pela intercessão religiosa de elevá-la de volta à igreja oficial no Brasil. Sob as trevas da obscuridade, que remonta da Idade Média, Lula esteve com o papa para arquitetar o resgate desse retrocesso anti-democrático. Ganha por meio das bases eclesiais, que se confunde aos ideários petistas e que juntos emolduram o apelo pós-moderno. Não é só a Globo que não gosta de perder.

É oportuno lembrar a Globo e a sociedade em geral que a Igreja Universal do Reino de Deus, a Record e o bispo Edir Macedo, não representam o povo cristão e que os cristãos evangélicos não lêem a mesma cartilha. Há um respeito pelos fiéis da Iurd, fiéis ao Senhor, que se traduz em comunhão, mas isso não atinge a organização e restringe-se em termos de organismo vivo – a comunhão do Corpo de Cristo, pois Igreja não é templo, prédios suntuosos, ideia clássica implícita no judaísmo, mas corpo. O historiador hebreu Josefo afirmara que o brilho do ouro empregado no teto do Templo, atraia os peregrinos à distância.

Novamente o ter e o ser em teatro

Vem por aí uma grande perseguição. Temos o prelúdio no atual Governo, que reproduz o que a mente milenar já implantou mundo afora. A situação engrossa quando nas nossas atitudes e ações que não condizem com aquilo que pregamos ou que deveríamos pregar, por assimilarmos tão bem o ter, a moeda de troca lançada a partir do período industrial, da moda, do capitalismo selvagem, da necessidade de consumo, tudo em detrimento ao ser.

Hoje, mais do que nunca, temos de pregar com a nossa vida, mostrar as sementes de virtudes, os prodígios e maravilhas e abandonar a filosofia do Mancebo Rico, que nos domina tanto, e assumir a de Jeremias ou a de João Batista.

Podemos até ter, mas sem deixar que a supremacia do ser dê lugar além do merecido (ou necessário) ao ter. E se algum dia, pudermos ouvir a voz de Deus, e não somente um eco meio diante, convocando-nos a abandonar tudo (vender tudo e distribuir aos pobres) e segui-lo, aí sim estaremos salvos. Caso contrário, vamos continuar apanhando das Globos da vida, dando-lhe ainda Ibope, e depois dizer como o profeta: “Ainda não estamos salvos!”

Se você não é Universal, não seja também Global! Se boicotar a Globo – o que já deveríamos ter feito há muito tempo –, boicote também a Record, por motivos semelhantes: apoio a todos os tipos que evocam a degradação moral.

Enquanto o homem natural (secular em oposição ao sagrado) diz que para ter conhecimento das coisas escondidas precisa de bola de cristal, daqui pra frente os cristãos terão de contar com uma bola de fogo, conforme foi com Moisés no deserto (e não à moda neo), pois as coisas se estreitam em volume, espaço e velocidade cada vez maiores: só nos resta o estouro!
− A Volta de Cristo!
“Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que neles há, se queimarão”, 2Pd 3.10.

Ilustração: inconfidencial.com.br

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A cara-de-pau dos homens “honrados”, que deveriam esboçar valores senis, é a mostra da pior das definições do vocábulo, indicativo para senador: decrépito – “coisa em ruína”. Causa-me asco ver a própria mídia divulgar como algo comum, os vergonhosos acordos, conchavos, negociatas políticas do toma-lá-dá-cá. Verdadeira novela para público romano pós-moderno. Epa! Nós não somos romanos, só latinos (com ene e não eme… Bom, mesmo que fosse, diz o ditado: “Cachorro que late não morde!). 

Enquanto isso o povo mantém o ‘equilíbrio’, como verdadeiros malabaristas, para aceitar tamanha imoralidade – se bem que está mais para palhaço da corte. O coronel Sarney, desde os militares no poder – odiados pela esquerda governista –, é o retrato do enguiço político, entrelaçado ao PT, à moda das serpentes do deus esculápio. Quem sabe eram cobras PíTons. Os objetivos das cobras se repetem: levar o povo à queda no paraíso chamado Brasil. 

Congresso Nacional (foto: ©Câmara dos Deputados)

Congresso Nacional (foto: ©Câmara dos Deputados)

O Mercante, opa, desculpe-me, o Mercadante, homem de quem se pensava possuir reservas de uma boa formação e referencial, acaba de escancarar que não é bem assim, e desdisse o que disse, na maior cara-lavada. Aí está o circo: o pão é o Bolsa Família, o César é Lula, com inclusive a semelhança de perseguir cristãos, ao atacar seus princípios basilares e éticos. 

Falando nisso, a dona Dilma, candidata ao Governo do PT deu piti. Ela mostrou a cara, àquela antiga, à La’marca guerrilha, e saiu aos gritos com o colega de Governo. Cheio de medo, o homem não quer mais voltar ao trabalho. 

Forças da serpente do mal 

Em entrevista a Boris Casoy (Passando a Limpo, SBT, 26/11/00), o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, ao falar das empresas que rejeitam candidatos mais velhos, explicou que isso “tem a ver com a nossa cultura que é ruim”, e que as dificuldades do país são de ordem social ou moral, pois “a sociedade cansou da falta de ética”. O que é isso? Pergunta-se hoje… talvez é-ti-tica, jamais conceitos básicos de moral, do  bem e ao mal, que norteiam a conduta de um povo. 

FHC mostra ainda outra afirmação de Weber: O político lida com “forças demoníacas”, conforme definiam os primeiros cristãos que “sabiam muito bem que o mundo é governado pelos demônios e quem se dedica à política, ou seja, ao poder e força como um meio, faz um contrato com as potências diabólicas…” (Max Weber, A política como vocação?, citado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em seu livro A arte da política – a história que vi, Civilização Brasileira, 2006, RJ). 

Ruy Barbosa ainda fala 

“A falta de justiça, senhores senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. A sua grande vergonha diante do estrangeiro é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais. 

Rui Barbosa (foto: ABL)

Rui Barbosa (foto: ABL)

A injustiça, senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas. 

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. (Discurso de Ruy Barbosa proferido em 1914 no Senado). 

Luz a Sal da Terra 

Como a Igreja reage diante dessa realidade? Alheia, passiva, inerte? Embora não dê para traçar paralelos entre tais circunstâncias e a ação dos profetas, quando condenam líderes de Israel, pois não somos uma nação judaica e tampouco semelhante a ela, podemos tomar exemplos de empregos de rejeição de obras das trevas. 

Porém, aos que querem obter força entre políticos, temos um exemplo bíblico, perfeitamente aplicável hoje: “…Herodes temia a João Batista, sabendo que era varão justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa vontade o ouvia” (Mc 6.20). 

Luz e sal da Terra 

Rev. Martin Luther King Jr.

Rev. Martin Luther King Jr.

A ação da Igreja com relação ao mundo é a de luz e sal. Luz inibe as trevas e o sal afasta o homem do apodrecimento moral, de tornar-se imprestável. Como dizia pastor Martin Luther King: “O que me preocupa não é o avanço dos fortes, mas o silêncio dos justos”. 

A preservação da candura da ética é marca inegociável da posição da Igreja do Senhor, conforme Romanos 13.12-14: “A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos pois as obras das trevas, e revistamo-nos das armas da luz. Andemos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidade, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…”. 

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