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Archive for julho \20\UTC 2015

‘Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém’, Mt 6.9-13.

Oração consiste no contato expontâneo, por meio do diálogo, entre o homem e Deus. Diferente de reza, pois está segue norma do monólogo e não expressa sentimento expontâneo e pessoal.

Como comunicação (com o Criador), para ser eficaz, deve ser estruturada com
1) Começo (Introdução);
2) Meio (Corpo, Pedido, Estrutura);
3) Fim (Conclusão).

Ela deve ser realizada em Nome de Jesus, conforme o próprio SENHOR ensinara (Jo 14.13-14,6);

Segundo a vontade divina (1Jo 5.14);

Tem auxílio do Espírito (Rm 8.26);

VIGIAR
Deve ser precedida pela vigilância: ‘Vigiai e orai’ (Mt 24.41). Vigiai (do grego gregoreo, indica ‘um imperativo presente e denota uma vigília constante no tempo atual’ (Bíblia de Estudo Pentecostal, comentário de rodapé).

ESTRUTURA

Embora a oração possa ser classificada de Súplica (Rogo, Deprecação); Intercessão; Ação (e não ações) de Graças, suas estruturas mantém-se.
Oração de Súplica, Clamor (krazo, gr) é um grito alto, associado a um grito de guerra.

JESUS NOS ENSINA

Primeira parte
ALINHAMENTO ESPIRITUAL
1) ‘Pai
2) Nosso,
3) que está nos Céus,
4) santificado
4) seja o teu Nome’.

DEUS É PAI
No tempo de Jesus, a definição de pai tinha abrangência muito maior e de mais importância.
Pai era o chefe do clã, como Abraão.

NOSSO
Meu e Seu e não somente mEU!
É desejo Dele que todos sejam salvos para que possa tornar-se Pai de todos, por direito em Cristo (Jo 1.11-12).

NOS CÉUS
Ele está acima de todos, incluindo a ideia de domínio, isto é, SENHOR de tudo e de todos.

SANTIFICADO
Ele é Santo, pois o seu Caráter, representado naquilo que Ele é ou representa, explícito em Seu Nome, é santo (Is 6.3).
Aliás, SENHOR, Aquele que detém o domínio de tudo, é o Seu Nome (Is 42.8).

VENHA O TEU REINO
Aqui conclui-se a primeira parte da oração, totalmente de cunho espiritual e a nossa opinião (doxologia) sobre Ele. Quem Ele é para nós.
Equivale dizer que o Reino divino deve estar dentro de cada crente e cada um dentro do Reino, completando a suprir todas as necessidades espirituais (Buscai primeiro o Reino de Deus… as demais ‘coisas’… Mt 6.33), com
SEJA FEITA A TUA VONTADE
TANTO NA TERRA COMO NO CÉU (Domínio tanto temporal e humano – na Terra -, quanto no campo espiritual – nos céus.
Se o Reino estiver em nós, teremos Paz em sua completude: Alegria, Esperança, Amor, Graça (como unção, poder), Saúde e prosperidade, isto é, a Salvação total e completa.

Segunda Parte
PROVISÃO HUMANA
5) o pão nosso
6) de cada dia
7) dá-nos hoje

Nossa preocupação deve se ater à provisão diária, sem inquietação (Mt 6.34).

8) Perdoa as nossas dívidas
9) assim como nós perdoamos
10) aos nossos devedores.
O perdão é algo de essência na vida do crente. Não há como ter equilíbrio espiritual sem perdoar. Veja Mateus 5.23-25. O perdão parte de quem foi magoado, atingido, denegrido… (Rm 15.1).
Sem essa de ‘liberar perdão’, pois é algo espírita que diz de alguém que estaria numa fase de encarnação, preso, à espera dessa liberação de perdão!

Terceira parte
LIVRAMENTO
11) E não nos induzas à tentação
12) mas livra-nos do mal’.
Somos tentados por nossas fraquezas e por artimanhas de cunho espirituais. Não temos nenhuma condição de vencer o Reino das Trevas. Precisamos de livramentos por Ele (Ef 6.13).

Quarta Parte
DOXOLOGIA

Glorificação final, a nossa confissão do domínio divino: manifestação da nossa opinião de que é o SENHOR para nós. Nossa plena confiança Nele!

13) porque teu é o Reino,
14) e o poder,
15) e a Glória,
16) para sempre. Amém!’

A oração não deve ser repetição escrita, como o Pai Nosso, pois seria reza (repetição), mas ter essa estrutura exposta, essas partes, com começo, meio e fim, estruturada, com início e final em enlevo espiritual, exaltação ao SENHOR.
Depois o espiritual e, por fim o pedido daquilo que é temporal.

Mais oração, mais poder; menos oração, menos poder!
Ore!

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A sociedade relativista, por seus ‘intelectuais’, quer nos arrebatar do nosso eixo diretivo, para um sistema em que, paradigmas a ditar parâmetros éticos, sejam aviltados para algo totalmente novo, total e completamente fora de eixo.

Querem nos inserir à nova aldeia global, tendo como parte o incentivo da Fundação Ford, em que parâmetros naturais de comportamento ético, em especial os de origem judaico-cristãos sejam olvidados, incluindo todo tipo de dualidade bíblica e cartesiana, como retrato da sandice humana.

Recusam nossa recusa e não aceitam o que aceitamos!

Sua intolerância é, na verdade, não nos tolerar e nosso princípio de Verdade agride visceralmente sua mentira!

Embora fazem questão de desprezar o espiritual, transitam sob a alucinação de um ar de fumaça mítica, em estradas desprovidas de luz, sinais e indicações de rumos.

Seu caminho é uma linha reta e sem obstáculos, para fazer jus à filosofia anarquista do amor livre, protagonizado por Woodstok, retratado na promiscuidade, na pedofilia…, enfim, sem barreiras morais e éticas, como preconiza o amor-livre.

Neste, todos os freios éticos, morais e até da natureza humana, são desrespeitados para a relação sexual sem limites, seja com pai, mãe, filhos, parentes, maior ou menor etc.

Porém, a realidade é constituída de pare, olhe e escute! Estamos nessa; eles naquela!

Como se engalfinhar em um gosto pelo sem sal e sem açúcar; da exaltação à cafajestice; ao brega; à violência institucionalizada no espirrar de sangue, a alimentar o sentimento da mente humana dominante; do narcisismo contemporâneo e ‘disfarçado’ de selfee; do atualizado culto ao corpo da academia espartana, em oposição à do pensamento; do irracional amor ao animal e fragrante desdém às relações humanas!?

Depois correm atrás do rabo, por criar monstros dominados por psicoses, traumas e modelos seriais, como dita Kahlil Gibran: “Do sofrimento surgiram as almas mais fortes,as personalidades mais marcantes estão cobertas de cicatrizes”.

INTOLERÂNCIA

Tolerância no contexto lockeano, “era defendida no caso dos não conformistas religiosos. Nunca foi entendida, no entanto, para expressar – muito menos para sancionar – comportamentos moralmente questionáveis. Considere, no entanto, a evolução de um conceito. O que era uma virtude pública em seu estado anterior torna-se um vício se, quando cessa de se importar com a verdade, ignora o bem comum e desdenha os valores que sustentam uma comunidade. A cultura da ‘tolerância’ na qual hoje nos encontramos é uma cultura em que as pessoas não acreditam em nada, não tem um conceito claro do certo e do errado e são notadamente indiferentes a essa situação precária. Como resultado dessa transmutação, a ‘tolerância’ torna-se indistinguível de um relativismo intolerante. O desafio a ser enfrentado pelas pessoas de fé é aprender como purificar a tolerância para que permaneça uma virtude, sem sucumbir às forças centrípetas do relativismo e do espírito da era'” (J. Daryl Charles citado em A intolerância da tolerância, D.A. Carson, Editora Cultura Cristã).

‘Estamos’ criando novas deformações, a exemplo dos monstros (gigantes) de Gênesis 6, que transgrediram sua própria natureza e se corromperam. E passaram ‘a tomar’ mulheres para si, como se as dominassem, talvez sob encanto de sua valentia, pois tornaram-se famosos:

‘…e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. (…) … estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. (…). E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito’, Gn 6.2,4-7.

Alguma semelhança com o mundo atual? Mesmo não sendo igual, essa semelhança também no leva ao passo seguinte: a destruição!

Embora entre os homens há um conluio, um acordo, sem cavalheiros, da sentença eterna não há como esquivar-se:

‘E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;
Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.
E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades’, Jd 6-8.

Estes mesmos foram exemplarmente condenados pelo Criador e postos como exemplo ao mundo:

‘Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; e condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente’, 2Pd 2.4-6.

Não embarco nessa! Estou no vivo Eu Sou e não simplesmente a passear pela efêmera existência humana. Não estou pertencente a esse mundo, pois sou Igreja, literalmente ‘tirados para fora’.

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