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Archive for abril \25\UTC 2013

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As tratativas sobre homossexualismo querem de forma imposta alterar a natureza dos seres, características dos gêneros, a fisiologia e a psique humana.

Tal perversão sempre existiu, porém, jamais foi tão maquiavélica. A partir da estratégia de apelo à linguagem do gênero cria-se o engodo, para levar a discussão, a partir de vocábulos, tirando do centro da discussão a própria característica do ser.

Sobre isto escreve o padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, em A linguagem de gênero – Uma perigosa terminologia que se está disseminando. Ele trata do livro do advogado argentino Jorge Scala El género como herramienta de poder sobre a perigosa e destrutiva “ideologia de gênero”.

Lodi fala dos termos cunhados pelo que ele chama de ‘cultura da morte’. São vocábulos bem assimilados por representantes de praticamente todos os segmentos sociais, mesmo os contrários a tal desvario ideológico e quase religioso.

De forma tanto inadvertida quanto inocente tomam desigualdade de gênero, homofobia, homossexualismo, homossexuais e heterossexuais, planejamento familiar, com vistas ao aborto, como linguagem de inclusão em seus discursos, nem sempre percebendo a artimanha.

Desconstrução

Segundo Jorge Scala, o jogo de palavras dessa ideologia não é inocente, pois conforme a ‘ideologia de gênero’ não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos e mesmo construído pode ser desconstruído. Penso ser alusão ao filósofo franco-judaico, Jacques Derridá.

Essa tentativa de desconstrução dos papéis e personalidade de cada gênero, bem definidos desde a conceição humana, ocorre desde o Éden.

Quando o Senhor disse ao homem, que se alterasse aquilo que Ele determinara, quanto ao conhecimento do bem e do mal, morreria, o Inimigo tentou desconstruir o que o Criador falara e alterar o rumo do humano. E conseguiu.

Com uma frase afirmativa, embora não verdadeira, a Serpente engodou a mulher, ao tentar desconstruir o que o Senhor dissera. O certamente não morrereis contrapôs o certamente morrerás! Mas o humano morreu!

Preterindo o principal

O jogo de palavras diz respeito à desconstrução dos gêneros. Enquanto a questão principal fica de fora, discute-se o próprio homossexualismo, adoção de crianças por pares homossexuais, profissionalização da prostituição, pedofilia e sua aceitação, igualdade de gênero, opção sexual, saúde sexual, distribuição de preservativos, cartilhas de orientação sexual (iniciação sexual precoce), homofobia, aborto…

Querem desconstruir todos os muros, as paredes divisórias e sabiamente delineadas pela Criação. 

Dentre o jogo de palavras, a perder de vista o foco principal, está à disparidade criada a partir da definição heterosexual (de heteros, no grego, diferente). Criou-se o termo como centro de discussão das demais anomalias sexuais, sem levar em conta a existência, de fato, de macho e fêmea, fora das anomalias.

Lodi toma Scala para mostrar o engodo do uso de palavras. O vocábulo inventado a partir do grego heteros, para patentear quem não é e que contrapõe ao homossexual, seria o mesmo que afirmar que alguém ‘não é leproso’ ou ‘não é diabético’, tomando as definições expressas por Lodi.

O termo serve para levar à discussão a outro campo, ardilosamente criado e cheio de munição para derrotar qualquer oposição, no terreno fértil e minado.

Ora, essa tentativa de manipulação mágica, não pode matar a verdade, a realidade, a natureza, a psique humana, a fisiologia… O próprio dicionário (Aurélio) afirma que natureza é a “Força ativa que estabeleceu e conserva a ordem natural de tudo quanto existe; Índole do indivíduo; temperamento, caráter; Espécie, qualidade; As partes genitais do homem ou da mulher (especialmente as do homem) – filosoficamente: Essência; O mundo visível, em oposição às idéias, sentimentos, emoções, etc.”

Se o homossexualismo agride a própria natureza dos seres, como não agrediria os próprios seres? Não há outro sentido de análise do humano. Até mesmo a antropologia não mostra outro caminho.

Mesmo que alterem as linguagens, atropelem as leis, ampliem-se as militâncias e a eclesiofobia, o macho vai continuar sendo macho e a fêmea, idem, tanto entre o humano quanto na natureza, como um todo, com exceção das anomalias.

Macho & fêmea

Na Criação o Senhor fez o Adão (Adam), no hebraico ish e depois a fêmea, Eva, literalmente ‘mãe de vida’, ishah. Os dois formam o humano – o homem. Só por eles há procriação. O próprio Criador diz: Enchei a terra!

A genitália de cada um é própria e completamente definida a partir de um design perfeito para o acasalamento (casal). Internamente, tais aparelhos são compostos de sistemas prontos para a produção, a partir da semente, do sêmen fecundante, e do orifício sexual feminino, com fim à ovulação, cada um por sua ordem e polaridade sexual.

Os dois sistemas não mantêm igualdade, mas são compostos de pólos diferentes e que, portanto, naturalmente, se atraem.

Ordem cromossômica

Também de forma resumida, tem-se outra informação preciosa, imposta pela própria natureza dos seres, e que chamarei de segundo ponto, justamente a parte fisiológica.

Após a conceição, o ser humano tem características quanto ao seu gênero já preestabelecidas. Ainda informe, o feto já se define como macho ou fêmea. Por meio do cromossomo X, sabe-se que o bebê é, e forma natural, científica, definitiva e concreta, mulher, feminina, fêmea.

No caso de macho, menino, masculino, a identidade cromossômica é XY. Tais especificidades não podem ser alteradas por vocábulos, leis, greves, militância, agressões… É macho ou fêmea (sem outro, terceiro ou pretenso sexo). Ou é fêmea (feminino) ou é macho (masculino).

Natureza

Por fim, como terceiro ponto de definição do humano, quanto ao sexo, temos a própria natureza. Não se tem notícia de qualquer elo histórico de macho que não seja macho e fêmea que não o seja também. Até mamão define-se bem!

Na sociologia, na antropologia, ciências recentes, mesmo com todas as tentativas de manipulação, como na questão das ‘criação por disciplina’ dos novos conceitos de família, não se pode determinar a alteração da natureza.

Na psicologia

Também a pisque carrega a gene sexual. Existem características e reações, analisadas pela psicologia, em especial a psicanálise, próprias e bem delineadas de meninas e de meninas, inclusive no que se diz respeito a traumas.

Segundo conceitos psicológicos, toda criança em condições normais e usuais, permanece sexualmente normal. Porém, se orientada por sedutores poderá ser atraída por perversões.

A questão da existência de gêneros – masculino e feminino – à criança é algo normal, comum e aceito sem nenhuma barreira, pois esse não é o objeto de sua investigação, senão de onde veio.

Complexo de Édipo

O Complexo de Édipo, proposto por Freud e assimilado por Carl Jung (Complexo de Electra), ocorre justamente pela diferença de sexos, na chamada segunda infância, quando a criança fixa sua atenção na pessoa de sexo oposto.

Ele é universal e compreende todos os seres humanos. “Uma vez que o ser humano não pode ser concebido sem um pai ou uma mãe (…). Na identificação positiva, o menino identifica-se com o pai e a menina com a mãe” (Complexo de Édipo, Wilkipédia).

O mesmo espírito

Sobre essa desconstrução, conforme Derridá (1962), com a tentativa de desmontagem dos elementos da escrita, por interditar certas condutas, antecipa-se Daniel, mais de 500 anos antes de Cristo, ao tratar indicar características do Anticristo: “Não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao amor das mulheres, sobre tudo se engrandecerá” (11.27).

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Os eleitos da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), maior concílio cristão evangélico do Brasil, que ocorreu em Brasília, no Parque da Cidade Sara Kubitschek, de 8 a 12 de abril. No dia 11, das 8 às 17.  

Foram inscritos 24 mil ministros, cerca de 70% do total de membros da CGADB. Desse total, somente 70% compareceram, ou seja, 17 mil.

Os eleitos, suas respectivas regiões e convenção regional, bem como a chapa, seguem abaixo, com nomes iniciados pelo número correspondente à chapa: 1-pastor José Wellington e 2-pastor Samuel Câmara.

Da mesa diretora, somente pastor Jonas Francisco, eleito 5º secretário (Sudeste), estava ligado ao grupo 2. Já no conselho fiscal – que fiscalizará as contas tanto da CGADB quanto da CAPD, editora da denominação, pertencem ao grupo de Samuel Câmara.

PRESIDÊNCIA

José Wellington (Pres/Confradesp, São Paulo-SP)

Pastor José Wellington é o presidente que mais permanece na presidência da CGADB desde sua fundação, com 25 anos, desde 1988.

1º Vice-presidência (Sul)

1) Ubiratan Batista Job (Pres/Cieapadergs, Porto Alegre).

2º Vice-presidência (Centro-Oeste)

1) Sebastião Rodrigues de Souza (Pres/Comademat, Cuiabá).

3º Vice-presidência (Norte)

1) Gilberto Marques de Souza (Pres/Comieadepa,Ananindeua-Belém-PA)

4º Vice-presidência (Nordeste)

1) José Antonio dos Santos (Pres/Comadal, Maceió-AL)

5º Vice-presidência (Sudeste)

1) Temóteo Ramos de Oliveira (Pres/Confraderj, Benfica, Rio de Janeiro-RJ)

1º Secretário (Sul)

1)Perci Fontoura (Umuarama, Paraná)

2º Secretário (Centro-Oeste)

1) Antonio Dionizio da Silva (Pres/Comadems, Campo Grande-MS)

3º Secretário (Norte)

1) Pedro Abreu de Lima (Pres/Ceimadac, Rio Branco, Acre)

 4º Secretário (Nordeste)

1) Roberto José dos Santos (Pres/Comadalpe, Abreu e Lima, Recife)

5º Secretário (Sudeste)

2) Jonas Francisco de Paula (Pres/Comaderj, Paracambi-RJ)

1º Tesoureiro (Sudeste)

2) Ivan Pereira Bastos (Pres/Confrateres, Cariacica, Espírito Santo)

2º Tesoureiro (Sudeste)

2) Álvaro Alén Sanches (Pres/Comadetrim, Uberlândia-MG)

CONSELHO FISCAL

1ª Região (Sul)

2) Jerônimo dos Santos, pastor da AD em Cachoeirinha (RS) e membro do Conselho Consultivo da Cieapadersgs

2ª Região (Centro-Oeste)

2) Geovani Neres Leandro da Cruz, pastor da Assembleia de Deus Ágape, em Luziânia, Goiás

3ª Região (Norte)

2) Jediel Lima, Palmas-TO (Filho Pedro Lima, pres/Ciadseta-TO)

4ª Região (Nordeste)

2) Antonio José Dias Ribeiro, 2º vice-presidente da AD em Imperatriz (MA), presidida pelo pastor Raul Cavalcante

5ª Região (Sudeste)

2) Luiz Cezar Mariano Silva (Ceader, Duque de Caxias-RJ)

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Uma mega estrutura que em quase nada glorificou ao Senhor, senão à exaltação humana, viu-se na 41ª CGADB, em Brasília (8-12), conforme retratou em manchete o Mensageiro da Paz (9abr13): ‘Apoteose’, literalmente ‘elevar alguém ao status de divindade, endeusamento, em função de circunstância especial’.

O personalismo (artigo postado dia 13: O uso excessivo de epônimos e a supersimplificação da história) retrata muito bem o fato.

Tudo isso pôde ser visto em Brasília, com tentáculos estendidos por diversos locais, tanto internamente quanto fora do parque. Outdoors, vídeos na rede interna de tevê do aeroporto e placas em ‘vê’ invertido, à imitação da política secular. Naquele momento, não dava para perceber a diferença entre o sagrado e o profano.

Com o sagrado em baixa, o profano deu um show de marketing e de muito dinheiro empregado, desassociado à simplicidade do Evangelho de Cristo.

Valores temporais e efêmeros

Ao ver toda a parafernália erguida e o volume extraordinário investido, mais de uma dezena de milhão empregado, sem quebra de dúvida, um pastor piedoso e visivelmente angustiado com o registro, não teve dúvida:

– Dê-me todo esse dinheiro e farei um estardalhaço na seara do Inimigo!

Pior! Não há esperança de serem demovidos desse sentimento, a retratar 1Coríntios 11.19. A arrogância é característica dos que promovem heresias, fábulas e engenhos humanos. As heresias (haireseis, no grego) são difundidas por partidários dentro da igreja. Estes pregam dissensão (divisão), em colisão com os aprovados ou convertidos.

Vimos um show de marketing, com vistas ao temporal, inclusive com atitudes grotescas, bárbaras e, portanto, reprováveis.

Toda essa capacidade de manipulação de opinião e de assimetria ideológica, por força das ações epônimas, deveria ser canalizada pró-Reino e mudar a glória humana em glória divina!

Vimos pessoas preparadas, mas não prontas para o Reino (cf Rm 1.15), que não se assemelham ao apóstolo Paulo, modelo a ser seguido, imitado.

Interessante que, ao defender o seu apostolado, Paulo diz que é colocado como último da fila e espetáculo ao mundo: “Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens”, 1Co 4.9.

O apóstolo retrata a posição dos aprisionados pelos impérios, como o Romano, levados pelos exércitos para prestar o espetáculo na entrada triunfal dos generais e seu exército, de volta, com o prêmio da conquista. Após o exército, em último lugar, seguiam os cativos a oferecer festa – o espetáculo – aos cidadãos do império triunfante, que os agrediam e atiravam-lhe pedras.

Esperança de mudança

Causou-me ainda mais asco, a incapacidade de fazer alguma coisa que pudesse mudar essa fotografia. Senti-me impotente e ridicularizado, fora do contexto e desprezível, por não fazer parte desse lado cruel e profano.

Este sentimento cresceu ainda mais quando chamei atenção de um sujeito da família de um dos candidatos, por causa de escândalo causado por sua deprimente ação. Recebi como resposta um brado agressivo e não menos animalesco, a reclamar votos.

Inocentemente pensei que minha intervenção levaria o sujeito a refletir sobre seus atos, que, naquele momento, assemelhou-o a um verdadeiro ser irracional.

Des-comunhão

Presenciamos a ausência da koinonia (comunhão), base da indicação da presença do Corpo e a imitação do pior contexto de Corinto, conforme análise paulina: “Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior. Porque antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio. E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós”, 1Co 11.17-19.

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Com o resultado da eleição da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), alguns indicativos podem ser vistos, além dos próprios números. O prometido apoio dos dois grupos não teve 100% em Brasília. Isto traiu a confiança na vitória, em especial do pastor Samuel Câmara, obviamente.

Sua base perfazia o total de pouco mais de 11 mil, enquanto do pastor José Wellington anunciava 14 mil. As contas não batem, pois os inscritos não passavam de 24,2 mil, porém, aproximam. Nas minhas contas, mais realistas, considerando o grupo de apoio de pastor Samuel, totalizei 7.970 votos, isto é, dos 11 mil, os que realmente estariam presentes para dar o seu voto.

Menos 30%

Ocorre que, não obstante as inscrições serem reais, a presença deixou a desejar. A desistência aumentou de 25% na última eleição em Vitória, para os 30% atuais. Dos 24,2 mil compareceram somente 17 mil e, desses, 328 não compareceram às urnas, baixando o número para 16,6 mil votaram. Com isto, o índice de votantes desceu ainda mais, menos 31%.

Mesmo assim, o tempo preestabelecido – das 8 às 17h – não foi suficiente. Às 17h, muitos ainda permaneciam em filas, quando receberam senhas. As urnas foram abertas às 20h34, mas a contagem dos votos demorou ainda mais. Fiquei até o final da contagem e da emissão do relatório final (de mídia, sozinho), próximo das 5h30 da madrugada do dia 12.

Depois de considerar a desistência da eleição anterior, fiz a previsão de presença: 17 mil. Na pior hipótese, entre 16 e 19 mil. Cheguei perto dos números reais.

Outros números

A previsão do grupo de pastor José Wellington, no dia anterior à eleição, segundo o ministro Joabe (Maceió) era bem realista: 8 mil para José Wellington e 6 mil para Samuel Câmara. A diferença em percentual permaneceu praticamente a mesma, somente os números finais mudaram: 9 mil a 7,4 mil.

Parece que os números se alteraram no dia 11 – da eleição –, pois até o dia 10, os indicavam 14 mil presentes. Pastor Samuel mantinha 5 mil instalados em suas gigantescas tendas armados no local.

Resultados e os mais votados

Os números-resultados revelam alguns segredos. Pastor José Wellington recebeu 55% dos votos e, somente 751 a mais que pastor Temóteo Ramos, 5º vice; 801 a mais que pastor Jerônimo dos Santos, Conselho Fiscal (Sul); e 881 acima da votação recebida pelo pastor Antonio Dionizio (2º secretário-Centro Oeste), os três mais votados.

Eles formaram o grupo do vice, secretário e conselheiro mais votado e teve mais votos que pastor Samuel Câmara: 7.407 contra 8.252, 8.202 e 8.122, respectivamente.

Brancos e nulos: 26.7 mil

Os brancos e nulos também realçam as contas. Foram 21.218 brancos e 5.493 nulos, totalizando 26.7 mil. Os números foram multiplicados pela disputa de 41 nomes a 18 cargos.

A representatividade do Nordeste contou com dois nomes fortes: José Neco-Alagoas e Pedro Damasceno-Maranhão e, por isso, creio, teve um índice alto de abstinência: 1.117 brancos e 268 nulos.

Com a maior diferença (8.252 de pastor Temóteo contra 6.897 de pastor Eliel), os dois do Rio (Confraderj e Ceader), registraram 1.396 brancos e 310 nulos.

Os brancos somados para a 5ª secretária foram de 2.065, com três candidatos e disputa entre Jonas Francisco (6.932) e Isaías Coimbra (6.141), os dois do Rio, Confraderj e Ceader, respectivamente.

Na disputa pelo cargo de conselheiro-Sudeste (Luiz Mariano-Ceader-RJ e vencedor-6.278; Edson Vicente-6.163; e Samuel Rodrigues-Ciadspel-SP- 1.986) os votos em branco chegaram a 1.675 e nulos 349. Um número a menos (1.676), foram os brancos para 4º secretário.

Composição da mesa diretora

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As dezenas de seções eleitorais com cédulas que levavam até 4 minutos para conclusão do voto

Embora tenha vencido a presidência, pastor José Wellington não levou todos os principais cargos. Interessante que os eleitores votaram em duas cédulas-urnas: 1: presidente (1), vices (5) e secretários (5). Na cédula-urna 2: 1º e 2º tesoureiros (entre 5 candidatos); e 5 conselheiros (entre 12 candidatos).

A cédula 1 foi vencida, inteiramente, pelo grupo de pastor José Wellington; a cédula 2, foi vendida por membros do grupo do pastor Samuel Câmara, também completamente. Todos estes juraram fidelidade, isto é, de não mudar de posição e não aderir à política de pastor José Wellington, em documento assinado por todos.

Auditoria de contas

Com essa posição, eles pretendem analisar possíveis falhas discutidas em plenário, concernentes às contas da CGADB-CPAD. Para que não haja imposição ‘partidárias’, emoção acima da razão e ainda para não postergar e assumir culpas por omissão, segundo um dos tesoureiros-eleitos, deverão contratar uma empresa de auditoria independente para análise das contas.

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Imperador romano Júlio César

Imperador romano Júlio César

Personalismo é o culto que incorre em sérios riscos de condenar a história e seus momentos (zeitgeist), definição do filósofo alemão, Hegel. Rotula-se nomes de pessoas como responsáveis por períodos de grande avanço ou de descobertas históricas (epônimo), como se tais pessoas fossem determinantes.

Porém, o uso excessivo de epônimos pode levar ao descuido de não analisar a história como se deve. Segundo conceito psicológico a presença de epônimos – o personalismo – ocorre por limitação da cognição, o processo de conhecimento, percepção e juízo. 

Ao magnificar a pessoa, o epônimo elege personagens e as coloca acima de todos, produzindo também a linha divisória, enquanto coloca as demais em plano inferior, por meio de um tipo de elevação heróica. Esse endeusamento tem que ver com o próprio termo herói, de heros (Herodes) a indicar semi-deus.

Em vez de considerar o momento histórico, o clima propício, eleva-se o homem, sem levar em conta que, se um não fizer, outra fará. Neste último caso, não se enaltece a pessoa, mas o momento.

O excesso de epônimos não considera os fatores contextuais que deram origem a suas ideias e subestima as complexidades dos fatos históricos.

Se a biografia é importante para a história, esta é seguramente muito mais importante que a biografia. Isto porque a história atrelada a uma pessoa fixa-se no momento e não na construção constante até se chegar ao clima que se instala a ponto de favorecer tal biografia. Esta não existiria sem aquela.

Na história personalística vê-se nas ações da pessoa importância preponderante na construção da história, enquanto esta enfatiza o clima oportuno, do ponto de vista do conhecimento e tendências da época em questão.

Grande Homem

Antes denominada de teoria do Grande Homem em que seus atos produzem representação de evidência heroica, também produz ações maléficas. Indica ainda que sem tais indivíduos a história seria diferente e os períodos históricos são associados a tais elementos.

O apelo intuitivo e não racional é uma indicação dessa identidade. Uma das evidências dessa fotografia é a necessidade de o homem recorrer a um personagem heroico. O espírito humano busca adorar a alguma coisa, caso não encontre Deus, pois tem necessidade de adoração, dentro da máxima bíblica: “Para a alma faminta todo amargo é doce”.

Tal condicionamento se realiza na forma epônima e se esquiva do valor histórico, construído pelo tempo e espaço – por outros também – até o momento.

Segundo o romancista russo Leon Tolstói “a história é movida por forças que estão além do controle das pessoas” – Tolstói, L. (1942). War and Peace (Trad. L. Maude e A. Maude). Nova Iorque: Simon and Schuster.

Tolstói afirma também que `assim como os grandes homens, como Napoleão, eram na verdade meros agentes de causas históricas maiores que eles mesmos`.

Há ainda a busca pela desconstrução de evidências históricas em detrimento a elementos que ameaçam ofuscar a biografia do elemento epônimo (personalismo).

Visão bíblica

Um grande exemplo bíblico é João Batista que fugiu do personalismo com a prodigiosa declaração: “Convém que Ele cresça e eu diminua!”

Essa tendência ao culto ao personalismo ameaça as estruturas doutrinais da Igreja, com homens sendo elevados a deuses. A influência do hedonismo é fato, mas à luz da Palavra “O servo não é maior do que o seu Senhor” (Jo 15).

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Resultado final a ser proclamado hoje (12), às 10 horas
(atualizado em 13/04 às 01h09)

Presidente:
1) JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA (SP) – 9.003
2) SAMUEL CÂMARA (PA) – 7.407

1º Vice-presidente (Região Sul)
1) UBIRATAN BATISTA JOB (RS) – 8077
2) IVAL TEODORO DA SILVA (PR) – 7558

2º Vice-presidente (Região Centro-Oeste)
1) SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA (MT) – 7916
2) SÓSTENES APOLOS DA SILVA (DF) – 7505

3º Vice-Presidente (Região Norte)
1) GILBERTO MARQUES DE SOUZA (PA) – 6.995
2) JONATAS CÂMARA (AM) – 6.860
3) LEONARDO LUZ – 1.602

4º Vice-presidente (Região Nordeste)
1) JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS (AL) – 7.967
2) PEDRO ALDI DAMASCENO (MA) – 7385

5º Vice-presidente (Região Sudeste)
1) TEMOTEO RAMOS DE OLIVEIRA (RJ) – 8252
2) ELYEO PEREIRA (RJ) – 6.897

1º Secretário (Região Sul):
1) PERCI FONTOURA – 7.624
2) NILTON DOS SANTOS – 7.459

2º Secretário (Região Centro-Oeste)
1) ANTONIO DIONIZIO DA SILVA – 8.122
2) LUCAS ARAÚJO DE SOUZA – 6.999

3º Secretário (Região Norte)
1) PEDRO ABREU DE LIMA – 7.523
2) OTON MIRANDA DE ALENCAR – 7.222

4º Secretário (Região Nordeste)
1) ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS – 7.405
2) MANOEL MONTEIRO – 7.224

5º Secretário (Região Sudeste)
1) JONAS FRANCISCO DE PAULA – 6.883
2) ISAIAS LEMOS COIMBRA – 6.054
3) NILSON ALVES – 1.254

1º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) IVAN PEREIRA BASTOS – 7236
1) JOSIAS DE ALMEIDA SILVA – 7002
3) REGINALDO CARDOSO DOS SANTOS – 1492

2º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) ALVARO ALEN SANCHES – 7.868
2) NEHEMIAS GASPAR DE ARAÚJO – 7.674

Conselho Fiscal:

1ª Região (Região Sul):
1) JERÔNIMO DOS SANTOS – 8.202
2) JOSÉ POLINI – 7.243

2ª Região (Centro-Oeste):
1) GEOVANI NERES LEANDRO DA CRUZ – 7.977
2) RINALDO ALVES DOS SANTOS – 7.265

3ª Região (Norte):
1) JEDIEL LIMA – 7.161
2) JOEL HOLDER – 4.994
3) ISAMAR PESSOA RAMALHO – 2.595

4ª Região (Região Nordeste):
1) ANTONIO JOSÉ DIAS RIBEIRO – 7.935
2) ISRAEL ALVES FERREIRA – 7.232

5ª Região (Região Sudeste):
1) LUIZ CEZAR MARIANO SILVA – 6.278
2) EDSON EUGÊNIO VICENTE – 6.163
3) SAMUEL RODRIGUES – 1.986

22h03:  95% urnas apuradas

José Wellington: 8.407
Samuel Câmara: 7.097

20h58: Começou agora a contagem de votos para presidente.

20h45: Urnas abertas às 20h34 e as cédulas começaram a ser contadas e separadas de 50 em 50 para, em seguida começar a apuração para presidente.

20h34: Início da apuração: cédulas estão sendo retiradas das urnas.

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Do total de 24 mil inscritos para a 41a Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), em Brasília, desde o dia 8 e com término amanhã (12), chegou a 17.075.

Ontem a presença chegou a 14 mil, portanto o `bate-e-volta`levou mais 3 mil somente hoje. Muitos ministros foram à CGADB somente para votar e, em seguida, voltaram para seus Estados.

Com esses números,  sabe-se que quem receber acima de  8.538 votos será eleito presidente da CGADB.

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