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J W 2
Pr. Wellington Junior ao lado de seu mentor e pai, pr. José Wellington B. da Costa
Por meio de reforma de sentença,  o juiz Thomaz de Souza e Melo, do Rio de Janeiro, reconheceu como legal o último pleito da CGADB e homologou a posse da diretoria eleita.

A decisão ocorreu ontem, dia 28 e, portanto, reconhece José Wellington Junior como presidente.

Na decisão, ao mudar a anterior, o juiz diz ‘Reconhecer a validade do pleito realizado’ (dia 9 de abril) ‘autorizando a posse dos eleitos para os cargos da mesa diretora e conselho fiscal, de acordo com o cronograma estabelecido pela própria entidade’.

Pastor Samuel Câmara declarou que ainda não havia se reunido com advogados, mas que está em paz, ‘ante a decisão judicial’ e que haverá recurso da decisão.

OS FATOS

As acusações, que chegaram a cancelar a eleição, por determinação judicial, suspendendo os efeitos da eleição, vão desde inscritos ilegalmente, elementos estranhos, vícios, abusos, a desrespeito às normas, incluindo as dos próprios estatutos da entidade.

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Editora CPAD da qual Wellington Junior é o presidente do Conselho Administrativo, segundo cargo mais disputado na CGADB

Com a ação de membros de CGADB, o juiz da comarca de Corumbá de Goiás, anulou a candidatura de José Wellington Junior à presidência da CGADB, e ainda afastou Antonio Lorenzetti da presidência da Comissão Eleitoral. Ele entendeu que Lorenzetti, como promotor de Justiça, não poderia ocupar a função, por suas atribuições.

Em seu despacho, o juiz justifica que ‘não foram observadas as determinações contidas no Edital de Convocação para a 43ª AGO da CGADB e o Edital Eleitoral”.

Conforme artigo 11 do Estatuto Social da CGABD, que preestabelece que ‘não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificavelmente da AGO e os diretores da CPAD’.

No parágrafo único está preestabelecido: Diretores da CPAD são impedidos de ocupar cargos aos órgãos da CGADB’.

FATOS

Em 17 de outubro de 2016, a Comissão Eleitoral, em ofício encaminhado a José Wellington Junior, o presidente Antonio Carlos Lorenzetti, avisa-o sobre a nulidade de sua candidatura. Ele cita o artigo acima e afirma: ‘Desse modo, vossa senhoria, está impedido de se candidatar-se a qualquer cargo da mesa diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação de vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta, ensejando o cancelamento imediato do registro’.

Por sua vez, o juiz também observa certa tentativa de acomodar a situação pela Comissão Eleitoral, quando diz: ‘Cumpre ressaltar que a Comissão Eleitoral ao admitir a candidatura de Pr. José Wellington Bezerra da Costa Junior à presidência da CGADB não atentou ao fato do mesmo não ter se desincompatibilizado do atual cargo que ocupa junto a CPAD.’

Por fim, observa que a pretensão do autor da ação é louvável, ‘pois busca junto ao Judiciário corrigir erro grave no Processo Eleitoral ao Cargo de Presidente da CGADB’ e que não resta dúvidas quanto à nulidade da candidatura.

MAQUEAMENTO

No dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral, José Wellington Junior envia ofício ao vice-presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, Kemuel Pinheiro Sotero e solicita ‘Licença do Cargo de Presidente do Conselho Administrativo da CPAD’.

Esta solicitação, embora não de forma de descompatibilização, como determina o Estatuto, é tardia e soa como tentativa de driblar a situação.

Foi feita no dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral; e, terceiro, porque é recorrente e tardia, pois embora datada de 18 de outubro, solicita “Licença” de ’02.08.16 a 10.04.2017’; terceiro, com o licenciamento José Wellington Junior permaneceria com o cargo garantido, sem a renúncia e ainda, permaneceu com vínculos, a ganhar o prestígio.

PESO DO CARGO

Esse cargo de presidente do Conselho Administrativo da CPAD, editora de abrangência nacional e internacional, é o segundo da CGADB mais desejado, perdendo somente para a Presidência da CGADB.

Com o domínio das atribuições, mesmo que extraoficial geral prestígio, decorrente das ações e influência da editora junto aos membros da CGADB, portanto eleitores.

TROPEÇO DA COMISSÃO ELEITORAL

Por sua vez, a Comissão Eleitoral não poderia ter acatado o registro da candidatura de José Wellington Junior. O ofício que alerta para a ausência de descompatibilização é posterior ao registro de candidatura, e colide com a exigência do próprio Edital Eleitoral, conforme seu artigo 15:

‘O REGISTRO de candidato inelegível ou que não atenta às condições de elegibilidade será indeferido, ainda que não tenha havido impugnação, sendo comunicado imediatamente ao interessado’ (o grifo é nosso).

DECISÃO

Diante de todos os fatos, que maculam o processo eleitoral e as provas de que está ‘eivado de vícios’, o autor Efraim Soares de Moura buscou corrigi-lo, por meio dessa ação.

Em sua decisão, o juiz determina a ”‘nulidade absoluta, ensejando cancelamento imediato do registro’, haja vista que descumpriu determinação contida no Edital mencionado…’”

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Dificuldade para equilibrar número de membros x local apropriado leva à democratização

Com a mudança nos estatutos, a próxima eleição da diretoria da Convenção Geral das Assembleias de Deus (CGADB), terá votos online.

De qualquer ponto do país ou do mundo, ministros-membros do maior concílio de pastores do Brasil poderão indicar por voto, via online, os candidatos escolhidos para ocuparem os cargos da mesa diretora. São o presidente, os vices, secretários e tesoureiros, representantes das cinco regiões do país, incluindo os membros dos conselhos Fiscal e Administrativo.

Mais de 2 mil pastores e evangelistas, considerados ministros, participaram da 7a. AGE, realizada no templo em finalização, no Belenzinho, na capital paulista, liderada pelo atual presidente da CGADB, pastor José Wellington da Costa.

Ontem (25), a proposta de consenso de ambas as partes foi aprovada. Pastor Antonio Manoel Gomes dos Santos (RJ), apresentou um substituto, retirado posteriormente, salientou pastor Emanuel Junior, por mensagem (abaixo). Porém, com o uso de algumas proposições pelas comissões Jurídica e Eleitoral, por fim houve unanimidade e aprovação pelo plenário.
Pastor Celso Brasil (AD/Fonseca-Tx, Niterói-RJ, enalteceu a participação de Cláudio Dias, ministro e advogado. “Sua participação foi fundamental”, e concluiu: “Terminou ontem com consenso. A eleição será através de sistema online e ficou exatamente conforme gostaríamos que fosse”.

 

MÃO-ÚNICA

Considerada um avanço, essa mudança solucionará um problema até então insolúvel, pois não existe meios e espaços próprios e adequados para abrigar o número de pastores interessados na eleição. O concílio assembleiano reúne mais de 30 mil ministros. Informações mais recentes dão conta de que o número de membros é mais de 50 mil.

Todos os que forem credenciados e estiverem em dia com sua anuidade junto à CGADB poderão votar pela internet. O acesso será pelo site e as instruções deverão publicadas posteriormente para orientar o acesso.

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Mesa diretora da Convenção Geral das ADs reunida nesta terça, em São Paulo

Mesa diretora da Convenção Geral das ADs reunida nesta terça, em São Paulo

Hoje, em São Paulo, pastor Ival Teodoro, presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Paraná (Cieadep), da União dos Ministros das Assembleias de Deus da Região Sul (Umadersul) e líder da AD em São José dos Pinhais (PR), assumiu a vice-presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Com a mesa diretora, a reunião foi realizada em um hotel no Tatuapé, bairro da capital paulista, ao lado do Belenzinho.

A vaga estava em vacância desde a renúncia do pastor Ubiratan Batista Job, eleito em abril de 2013, que teve de sair, inclusive da igreja no Rio Grande do Sul, em julho, por problemas não condizentes com a doutrina da igreja. O segundo mais votado para a 1ª vice-presidência, pastor Ival foi então convocado para assumir a vaga, nesta terça-feira (20/9).

Pastor Pedro Damasceno

Pastor Pedro Damasceno

Pastor Ival é o segundo vice a assumir a diretoria. O primeiro foi pastor Pedro Aldi Damasceno, líder da AD em Viana, no Maranhão e presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no estado do Maranhão (Ceadema).

Fonte: Tiago Bertulino.

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Os eleitos da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), maior concílio cristão evangélico do Brasil, que ocorreu em Brasília, no Parque da Cidade Sara Kubitschek, de 8 a 12 de abril. No dia 11, das 8 às 17.  

Foram inscritos 24 mil ministros, cerca de 70% do total de membros da CGADB. Desse total, somente 70% compareceram, ou seja, 17 mil.

Os eleitos, suas respectivas regiões e convenção regional, bem como a chapa, seguem abaixo, com nomes iniciados pelo número correspondente à chapa: 1-pastor José Wellington e 2-pastor Samuel Câmara.

Da mesa diretora, somente pastor Jonas Francisco, eleito 5º secretário (Sudeste), estava ligado ao grupo 2. Já no conselho fiscal – que fiscalizará as contas tanto da CGADB quanto da CAPD, editora da denominação, pertencem ao grupo de Samuel Câmara.

PRESIDÊNCIA

José Wellington (Pres/Confradesp, São Paulo-SP)

Pastor José Wellington é o presidente que mais permanece na presidência da CGADB desde sua fundação, com 25 anos, desde 1988.

1º Vice-presidência (Sul)

1) Ubiratan Batista Job (Pres/Cieapadergs, Porto Alegre).

2º Vice-presidência (Centro-Oeste)

1) Sebastião Rodrigues de Souza (Pres/Comademat, Cuiabá).

3º Vice-presidência (Norte)

1) Gilberto Marques de Souza (Pres/Comieadepa,Ananindeua-Belém-PA)

4º Vice-presidência (Nordeste)

1) José Antonio dos Santos (Pres/Comadal, Maceió-AL)

5º Vice-presidência (Sudeste)

1) Temóteo Ramos de Oliveira (Pres/Confraderj, Benfica, Rio de Janeiro-RJ)

1º Secretário (Sul)

1)Perci Fontoura (Umuarama, Paraná)

2º Secretário (Centro-Oeste)

1) Antonio Dionizio da Silva (Pres/Comadems, Campo Grande-MS)

3º Secretário (Norte)

1) Pedro Abreu de Lima (Pres/Ceimadac, Rio Branco, Acre)

 4º Secretário (Nordeste)

1) Roberto José dos Santos (Pres/Comadalpe, Abreu e Lima, Recife)

5º Secretário (Sudeste)

2) Jonas Francisco de Paula (Pres/Comaderj, Paracambi-RJ)

1º Tesoureiro (Sudeste)

2) Ivan Pereira Bastos (Pres/Confrateres, Cariacica, Espírito Santo)

2º Tesoureiro (Sudeste)

2) Álvaro Alén Sanches (Pres/Comadetrim, Uberlândia-MG)

CONSELHO FISCAL

1ª Região (Sul)

2) Jerônimo dos Santos, pastor da AD em Cachoeirinha (RS) e membro do Conselho Consultivo da Cieapadersgs

2ª Região (Centro-Oeste)

2) Geovani Neres Leandro da Cruz, pastor da Assembleia de Deus Ágape, em Luziânia, Goiás

3ª Região (Norte)

2) Jediel Lima, Palmas-TO (Filho Pedro Lima, pres/Ciadseta-TO)

4ª Região (Nordeste)

2) Antonio José Dias Ribeiro, 2º vice-presidente da AD em Imperatriz (MA), presidida pelo pastor Raul Cavalcante

5ª Região (Sudeste)

2) Luiz Cezar Mariano Silva (Ceader, Duque de Caxias-RJ)

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Uma mega estrutura que em quase nada glorificou ao Senhor, senão à exaltação humana, viu-se na 41ª CGADB, em Brasília (8-12), conforme retratou em manchete o Mensageiro da Paz (9abr13): ‘Apoteose’, literalmente ‘elevar alguém ao status de divindade, endeusamento, em função de circunstância especial’.

O personalismo (artigo postado dia 13: O uso excessivo de epônimos e a supersimplificação da história) retrata muito bem o fato.

Tudo isso pôde ser visto em Brasília, com tentáculos estendidos por diversos locais, tanto internamente quanto fora do parque. Outdoors, vídeos na rede interna de tevê do aeroporto e placas em ‘vê’ invertido, à imitação da política secular. Naquele momento, não dava para perceber a diferença entre o sagrado e o profano.

Com o sagrado em baixa, o profano deu um show de marketing e de muito dinheiro empregado, desassociado à simplicidade do Evangelho de Cristo.

Valores temporais e efêmeros

Ao ver toda a parafernália erguida e o volume extraordinário investido, mais de uma dezena de milhão empregado, sem quebra de dúvida, um pastor piedoso e visivelmente angustiado com o registro, não teve dúvida:

– Dê-me todo esse dinheiro e farei um estardalhaço na seara do Inimigo!

Pior! Não há esperança de serem demovidos desse sentimento, a retratar 1Coríntios 11.19. A arrogância é característica dos que promovem heresias, fábulas e engenhos humanos. As heresias (haireseis, no grego) são difundidas por partidários dentro da igreja. Estes pregam dissensão (divisão), em colisão com os aprovados ou convertidos.

Vimos um show de marketing, com vistas ao temporal, inclusive com atitudes grotescas, bárbaras e, portanto, reprováveis.

Toda essa capacidade de manipulação de opinião e de assimetria ideológica, por força das ações epônimas, deveria ser canalizada pró-Reino e mudar a glória humana em glória divina!

Vimos pessoas preparadas, mas não prontas para o Reino (cf Rm 1.15), que não se assemelham ao apóstolo Paulo, modelo a ser seguido, imitado.

Interessante que, ao defender o seu apostolado, Paulo diz que é colocado como último da fila e espetáculo ao mundo: “Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens”, 1Co 4.9.

O apóstolo retrata a posição dos aprisionados pelos impérios, como o Romano, levados pelos exércitos para prestar o espetáculo na entrada triunfal dos generais e seu exército, de volta, com o prêmio da conquista. Após o exército, em último lugar, seguiam os cativos a oferecer festa – o espetáculo – aos cidadãos do império triunfante, que os agrediam e atiravam-lhe pedras.

Esperança de mudança

Causou-me ainda mais asco, a incapacidade de fazer alguma coisa que pudesse mudar essa fotografia. Senti-me impotente e ridicularizado, fora do contexto e desprezível, por não fazer parte desse lado cruel e profano.

Este sentimento cresceu ainda mais quando chamei atenção de um sujeito da família de um dos candidatos, por causa de escândalo causado por sua deprimente ação. Recebi como resposta um brado agressivo e não menos animalesco, a reclamar votos.

Inocentemente pensei que minha intervenção levaria o sujeito a refletir sobre seus atos, que, naquele momento, assemelhou-o a um verdadeiro ser irracional.

Des-comunhão

Presenciamos a ausência da koinonia (comunhão), base da indicação da presença do Corpo e a imitação do pior contexto de Corinto, conforme análise paulina: “Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior. Porque antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio. E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós”, 1Co 11.17-19.

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Com o resultado da eleição da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), alguns indicativos podem ser vistos, além dos próprios números. O prometido apoio dos dois grupos não teve 100% em Brasília. Isto traiu a confiança na vitória, em especial do pastor Samuel Câmara, obviamente.

Sua base perfazia o total de pouco mais de 11 mil, enquanto do pastor José Wellington anunciava 14 mil. As contas não batem, pois os inscritos não passavam de 24,2 mil, porém, aproximam. Nas minhas contas, mais realistas, considerando o grupo de apoio de pastor Samuel, totalizei 7.970 votos, isto é, dos 11 mil, os que realmente estariam presentes para dar o seu voto.

Menos 30%

Ocorre que, não obstante as inscrições serem reais, a presença deixou a desejar. A desistência aumentou de 25% na última eleição em Vitória, para os 30% atuais. Dos 24,2 mil compareceram somente 17 mil e, desses, 328 não compareceram às urnas, baixando o número para 16,6 mil votaram. Com isto, o índice de votantes desceu ainda mais, menos 31%.

Mesmo assim, o tempo preestabelecido – das 8 às 17h – não foi suficiente. Às 17h, muitos ainda permaneciam em filas, quando receberam senhas. As urnas foram abertas às 20h34, mas a contagem dos votos demorou ainda mais. Fiquei até o final da contagem e da emissão do relatório final (de mídia, sozinho), próximo das 5h30 da madrugada do dia 12.

Depois de considerar a desistência da eleição anterior, fiz a previsão de presença: 17 mil. Na pior hipótese, entre 16 e 19 mil. Cheguei perto dos números reais.

Outros números

A previsão do grupo de pastor José Wellington, no dia anterior à eleição, segundo o ministro Joabe (Maceió) era bem realista: 8 mil para José Wellington e 6 mil para Samuel Câmara. A diferença em percentual permaneceu praticamente a mesma, somente os números finais mudaram: 9 mil a 7,4 mil.

Parece que os números se alteraram no dia 11 – da eleição –, pois até o dia 10, os indicavam 14 mil presentes. Pastor Samuel mantinha 5 mil instalados em suas gigantescas tendas armados no local.

Resultados e os mais votados

Os números-resultados revelam alguns segredos. Pastor José Wellington recebeu 55% dos votos e, somente 751 a mais que pastor Temóteo Ramos, 5º vice; 801 a mais que pastor Jerônimo dos Santos, Conselho Fiscal (Sul); e 881 acima da votação recebida pelo pastor Antonio Dionizio (2º secretário-Centro Oeste), os três mais votados.

Eles formaram o grupo do vice, secretário e conselheiro mais votado e teve mais votos que pastor Samuel Câmara: 7.407 contra 8.252, 8.202 e 8.122, respectivamente.

Brancos e nulos: 26.7 mil

Os brancos e nulos também realçam as contas. Foram 21.218 brancos e 5.493 nulos, totalizando 26.7 mil. Os números foram multiplicados pela disputa de 41 nomes a 18 cargos.

A representatividade do Nordeste contou com dois nomes fortes: José Neco-Alagoas e Pedro Damasceno-Maranhão e, por isso, creio, teve um índice alto de abstinência: 1.117 brancos e 268 nulos.

Com a maior diferença (8.252 de pastor Temóteo contra 6.897 de pastor Eliel), os dois do Rio (Confraderj e Ceader), registraram 1.396 brancos e 310 nulos.

Os brancos somados para a 5ª secretária foram de 2.065, com três candidatos e disputa entre Jonas Francisco (6.932) e Isaías Coimbra (6.141), os dois do Rio, Confraderj e Ceader, respectivamente.

Na disputa pelo cargo de conselheiro-Sudeste (Luiz Mariano-Ceader-RJ e vencedor-6.278; Edson Vicente-6.163; e Samuel Rodrigues-Ciadspel-SP- 1.986) os votos em branco chegaram a 1.675 e nulos 349. Um número a menos (1.676), foram os brancos para 4º secretário.

Composição da mesa diretora

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As dezenas de seções eleitorais com cédulas que levavam até 4 minutos para conclusão do voto

Embora tenha vencido a presidência, pastor José Wellington não levou todos os principais cargos. Interessante que os eleitores votaram em duas cédulas-urnas: 1: presidente (1), vices (5) e secretários (5). Na cédula-urna 2: 1º e 2º tesoureiros (entre 5 candidatos); e 5 conselheiros (entre 12 candidatos).

A cédula 1 foi vencida, inteiramente, pelo grupo de pastor José Wellington; a cédula 2, foi vendida por membros do grupo do pastor Samuel Câmara, também completamente. Todos estes juraram fidelidade, isto é, de não mudar de posição e não aderir à política de pastor José Wellington, em documento assinado por todos.

Auditoria de contas

Com essa posição, eles pretendem analisar possíveis falhas discutidas em plenário, concernentes às contas da CGADB-CPAD. Para que não haja imposição ‘partidárias’, emoção acima da razão e ainda para não postergar e assumir culpas por omissão, segundo um dos tesoureiros-eleitos, deverão contratar uma empresa de auditoria independente para análise das contas.

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