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Archive for junho \29\UTC 2015

EXEMPLO DE PERDA DE LIBERDADES E PERSEGUIÇÃO IMPLACÁVEL NO CANADÁ

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Como novas tentativas do Governo Federal, por meio da presidente Dilma e de seu partido, o PT, está em discussão a inclusão no Plano Nacional de Educação (PNE), a ideologia de gêneros, com claro favorecimento ao homossexualismo e suas bandeiras, incluindo a nova classificação familiar.

A família deixaria de ser um núcleo composto de pai, mãe e filhos, para ser um sistema simplesmente de pessoas afetivas (como se aquela não tivesse afeto), sem se ater a presença ou não das figuras de pai e mãe.

Por ele o Estado ganha a ingerência de forma universalizada de incluir socialmente a orientação de gênero e sexual, como forma definitiva e única, ultrapassando o seu limite de ensino, seu papel principal.

Com ferramentas do Estado, auxiliado pelo policiamento de conselhos, para combater a discriminação, a identidade sexual seria construída a partir da escolha pessoal e não conforme determina a natureza humana (e a animal), os cromossomos e todas as demais estruturas, incluindo a divina.

Os prédios não teriam mais sanitários separados pela indicação de masculino e feminino. A escolha de uso seria livre de gênero e o menino, por exemplo, usaria o sanitário ou banheiro de menina, livremente e vice-versa.

A discussão que passou pelos planos municipais e estaduais, a partir do PNE, sancionado pela Lei 13.005, de 25/6/14, com vistas a destruição da natureza de gêneros – macho e fêmea – a prever a criminalizarão de toda e quaisquer manifestações contra o homossexualismo, impõe a desconstrução da identidade humana constituída de macho e fêmea, bem como a noção fundamental de família.

O plano estabelece metas da educação básica até a pós-graduação, para os próximos 10 anos, e previu ainda a elaboração por estados e municípios de seus próprios planos, prazo estinguido em 24/6/15.

Esse projeto tenta reintroduzir a ideologia de gênero no PNE e dá forças aos conselhos, que teriam a última palavra no sistema de ensino, além de policiar e penalizar opositores, como ocorre no Canadá.

Atualmente o plano está na Comissão de Educação da Câmara Federal, para ser votado em 4 de novembro.

O projeto muda de foco, sai da área do ensino, ao escorregar no item III, em que, após discorrer sobre “superação das desigualdades educacionais’, passa a dar ênfase à ‘igualdade racial, DE GÊNERO e de ORIENTAÇÃO SEXUAL’ (grifo nosso).

EXEMPLO CANADENSE

Após tradução, adaptamos o artigo de Dawn Stefanowicz, palestrante, internacionalmente reconhecido, membro da Comissão de Apreciação Instituto Internacional de Direitos da Criança, e autor do livro Out From Under: O Impacto da Homossexual, disponível em http://www.dawnstefanowicz.org.

Ele relata a situação canadense, como alerta, sobre liberdades perdidas, após a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2005.

Também cita exemplos de filhos de pais gays, que sofrem por questões de identidade pessoal, em função da pressão doméstica e consequente ostracismo.

Com base na desastrosa experiência canadense, ele alerta a sociedade norte-americana sobre a consequente e grave erosão à liberdade, a partir da aprovação que determina o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

LIÇÕES EXPOSTAS

No Canadá, as liberdades de expressão, de imprensa, religião e associação perderam influência e autonomia devido à pressão do governo.

Nenhum debate ou conversa sobre casamento, que não seja condizente pode existir legalmente no Canadá hoje. Por causa de restrições legais sobre a fala, se você disser ou escrever qualquer coisa considerado “homofóbico” (incluindo, por definição, qualquer coisa questionando o casamento do mesmo sexo), poderá enfrentar punição, rescisão do vínculo empregatício ou repressão por parte do governo.

A pessoa pode ser processada por discursar sobre o tema, sob o pretexto de disseminar “discurso de ódio”. São elementos que vão além do já descrito na proteção legal contra calúnia, difamação, ameaças e agressões que se aplicam igualmente a todos os cidadãos.

São ações políticas punitivas a partir de termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” e que estabelecem, portanto, proteções desiguais em lei, por meio do qual esse grupo recebe proteção legal e maior do que outros grupos.

A partir de exemplos ruins, a sociedade brasileira precisa entender que alguns ativistas de esquerda quer inaugurar o controle estatal sobre todas as instituições e liberdades.

Neste sistema, a autonomia pessoal e a liberdade de expressão tornam-se nada mais do que sonhos impossíveis, e as crianças se tornam mercantilizadas.

As crianças não são mercadorias que podem ser justificadamente cortadas a partir de sua filiação natural e comercializadas entre adultos não relacionados.

As crianças de famílias do mesmo sexo, muitas vezes, negam sua dor ao fingir que não sentem a perda de um pai biológico, pois é pressionado a falar positivamente devido à política que cercam as famílias gays.

No entanto, quando as crianças perdem um dos seus pais biológicos por causa de morte, divórcio, adoção ou tecnologia de reprodução artificial, eles experimentam um vazio doloroso.

O ESTADO COMO
ÁRBITRO FINAL

Diante do impasse e em busca de aprovação, é dito que “permitir o acesso de casais do mesmo sexo à designação de casamento não vai privar ninguém de quaisquer direitos”. Isto é uma mentira.

Quando o casamento do mesmo sexo foi legalizado no Canadá em 2005, o sistema parental foi imediatamente redefinido.

A Lei do casamento gay do Canadá, incluiu um dispositivo para apagar o termo “pai natural” e substituí-lo através da placa com “mãe legal” de gênero neutro em lei federal.

Agora todas as crianças só têm “pais legais”, conforme definido pelo Estado. Ao apagar legalmente a paternidade biológica, desta forma, o Estado ignora o direito das crianças: a sua imutável, e desejo intrínseco de saber e de ser criado pelos próprios pais biológicos.

Mães e pais produzem dádivas originais e complementares às suas crianças. Ao contrário do que a lógica do casamento do mesmo sexo, o sexo dos pais importa para o desenvolvimento saudável das crianças.

Sabemos, por exemplo, que a maioria dos homens encarcerados não têm seus pais em casa. Pais, por sua natureza de identidade segura, incutem direção, fornecem disciplina, limites e as aventuras de tirar o risco, e definir exemplos ao longo da vida para as crianças.

Mas os pais não podem criar os filhos no útero ou dar à luz a bebês e amamentar. As mães nutrem as crianças de forma única e benéfica, que não podem ser aplicadas pelos pais.

Não é preciso ser um cientista para saber que homens e mulheres são anatomicamente, biologicamente, fisiológica, psicológica, hormonal, e neurologicamente diferentes uns dos outros.

Estas diferenças únicas proporcionam benefícios ao longo da vida para as crianças, que não podem ser aplicadas por pais do mesmo sexo “legais” e substituir papéis de gênero diferentes ou a tentativa de substituir o modelo masculino ou feminino em falta na casa.

Com efeito, o casamento do mesmo sexo não só priva a criança de seus próprios direitos à filiação natural, como dá ao Estado o poder de substituir a autonomia dos pais biológicos, o que significa que os direitos dos pais são usurpado pelo governo.

TRIBUNAIS DE ÓDIO

No Canadá é considerado discriminatório dizer que o casamento é entre um homem e uma mulher ou que cada criança deve saber e ser educada por seus pais biológicos casados. Não é apenas politicamente incorreto, mas você poderá sofrer penalizaríeis e ter de pagar multar e obrigado a receber treinamento de sensibilidade.

Qualquer um que se achar ofendido por algo que tenha dito ou escrito pode fazer uma reclamação para as Comissões e Tribunais de Direitos Humanos.

Com poder de polícia, estas organizações penalizam os cidadãos por qualquer expressão considerada em oposição a determinados comportamentos sexuais ou grupos protegidos identificados sob a “orientação sexual”.

É preciso apenas uma queixa contra para uma pessoa ser levada perante o tribunal, sob o custo de multas e honorários.

Ainda as comissões têm o poder de entrar em residências privadas e remover todos os itens pertinentes para as suas investigações, a verificação de discurso de ódio.

O autor que apresentar a reclamação tem seus honorários legais completamente pagos pelo governo. Não é assim com o réu. Mesmo que o réu seja considerado inocente, não poderá recuperar seus custos legais. Se ele for considerado culpado, pagará multas à pessoa que gerou a reclamação.

Se as suas crenças, valores e opiniões políticas são diferentes das do Estado, o cidadão correrá o risco de perder a sua licença profissional, emprego ou negócio, e até mesmo seus filhos.

Os pais devem contar com a interferência do Estado quando se tratar de valores morais, parentalidade e educação, e não apenas na escola. O Estado terá acesso em sua casa para supervisionar você, como pai, para julgar a sua aptidão. E se o Estado não gostar do que você está ensinando a seus filhos, irá tentar tirá-los de sua casa.

Os professores não poderão fazer comentários em suas redes sociais, escrever cartas aos editores, publicar debater ou votar de acordo com sua própria consciência em seu próprio tempo. Eles podem ser disciplinado ou perder qualquer chance de ministrar aulas. Podem ainda, por capricho, ser encaminhado a presença de um burocrata, para receber aulas de reeducação ou treinamento de sensibilidade até que seja demovido de pensamentos politicamente incorretos.

Quando o casamento entre pessoas mesmo sexo foi criado no Canadá, a linguagem neutra em termos de gênero tornou-se juridicamente obrigatória.

Passou a ser discriminatória um ser humano assumir ser homem ou mulher ou heterossexual.

Assim, para ser inclusivo, a linguagem especial não-específica de gênero está sendo usada na mídia, pelo governo, em locais de trabalho, e especialmente nas escolas, para evitar parecerem ignorantes, homofóbico ou discriminatório.

Um currículo especial passou a ser usado para ensinar o aluno a usar a linguagem de gênero neutro adequada. Sem o conhecimento de muitos pais, o uso de termos de gênero para descrever marido e mulher, pai e mãe, o Dia das Mães e Dia dos Pais, e “ele” e “ela” está sendo constantemente erradicado em escolas canadenses.

AUTONOMIA SEXUAL x DIREITOS E CIDADANIA

A Carta Canadense de Direitos e Liberdades garante, como direitos garantidos do cidadão canadense: (1) a liberdade de consciência e de religião; (2) liberdade de pensamento, crença, opinião e expressão, incluindo a liberdade de imprensa e outros meios de comunicação; (3) liberdade de reunião pacífica; e (4) a liberdade de associação, estas liberdades foram reduzidas com a legalização do casamento do mesmo sexo.

A Liberdade de reunião e falar livremente sobre o casamento homem-mulher, família, sexualidade passou a ser restrita.

A maioria das comunidades de fé tornou-se “politicamente correta” para evitar multas e perda de direitos legais.

A Mídia canadense também passou a ser restringida. Se for veiculado qualquer coisa considerada discriminatória, licenças de radiodifusão pode ser revogada, e “órgãos de direitos humanos” podem cobrar multas e restringir transmissões futuras.

Um exemplo de discurso legalmente restringido a respeito da homossexualidade no Canadá envolve o caso de Bill Whatcott. Ele foi preso por incitação ao ódio em abril de 2014, após distribuir panfletos que criticavam a homossexualidade.

Livros, DVDs e outros materiais também podem ser confiscados se o conteúdo desses materiais forem considerados “odiosos”.

Com a aprovação dessa lei, significa que não importa em que você acredita, o governo estará livre para regular o seu discurso, sua escrita, as suas associações, e se você poderá ou não expressar sua consciência.

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Depois de outros exemplos de tentativa de corrigir erros e rumos, o líder da Igreja Católica Apostólica Romana, papa Francisco, anunciou a aprovação do divórcio.

Nada poderia comentar se a fonte de tal informação fosse tão somente Igreja Católica Apostólica Romana, pois é uma religião como qualquer outra. Mas, quando esta tenta incluir-se também como igreja cristã, leva-nos a possíveis comentários.

Muita coisa já se alterou nas estruturas doutrinais romanas: Leitura bíblica, antes visceralmente proibida; queda da absurda infabilidade papal; imitação dos louvores cristãos e formas de culto (evangélicos) são algumas das mudanças.

Porém, a permanência em sua base doutrinária do louvor e adoração a imagens, ídolos, contrariando as Sagradas Escrituras, mostra-se abominável: ‘Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados’ (gentios, leia-se pagãos) e ‘Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso’, 2Co 12.2; 6.14-18.

DIVÓRCIO

O próprio SENHOR Jesus falou do divórcio, estabelecido por Moisés, embora com crítica ao rompimento dos princípios da natureza humana, desde a Criação.

Ele enfatiza e ratifica a natureza humana preestabelecida por Deus e seus respectivos e únicos gêneros ao fazer a crítica

‘Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério’, Mt 19.4-9.

ORDINÁRIO

Embora bastante vulgarizado, a contemplar um dos sinais fatídicos do Fim dos Tempos: ‘E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca’ (Mt 24.37-38) – casavam e davam-se em casamento: casavam, descasavam e casavam novamente -, o divórcio faz parte do egoísmo e maldade humanos.

MOTIVOS POSSÍVEIS

Fica claro a possibilidade do divórcio motivado por traição, deixando o cônjuge pecador fora da possibilidade de novo casamento, portanto, sob condições.

Apóstolo Paulo também ratifica o mesmo, incluindo a punição, mas no caso de o cônjuge ser abandonado, em especial pelo não crente (infiel e não filho de Deus), fica livre para novo enlace:

‘Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz’, 1Co 7.11,15.

JUSTIFICATIVAS

As justificativas para adotar sistemas que nada tem que ver com as regras cristãs, em especial pelo catolicismo romano, são as tradições.

Nele, as tradições recebem autoridade acima da determinação bíblico-cristã, conforme alertado pela própria Palavra:

‘E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição’ e
‘Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos país’, Mc 7.9 e 1Pd 1.18.

Por essas e outras atitudes de religiosidade, que andam na contramão da piedade (cristã), o SENHOR também dissera: ‘Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus’, Mt 22.29.

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