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J W 2
Pr. Wellington Junior ao lado de seu mentor e pai, pr. José Wellington B. da Costa
Por meio de reforma de sentença,  o juiz Thomaz de Souza e Melo, do Rio de Janeiro, reconheceu como legal o último pleito da CGADB e homologou a posse da diretoria eleita.

A decisão ocorreu ontem, dia 28 e, portanto, reconhece José Wellington Junior como presidente.

Na decisão, ao mudar a anterior, o juiz diz ‘Reconhecer a validade do pleito realizado’ (dia 9 de abril) ‘autorizando a posse dos eleitos para os cargos da mesa diretora e conselho fiscal, de acordo com o cronograma estabelecido pela própria entidade’.

Pastor Samuel Câmara declarou que ainda não havia se reunido com advogados, mas que está em paz, ‘ante a decisão judicial’ e que haverá recurso da decisão.

OS FATOS

As acusações, que chegaram a cancelar a eleição, por determinação judicial, suspendendo os efeitos da eleição, vão desde inscritos ilegalmente, elementos estranhos, vícios, abusos, a desrespeito às normas, incluindo as dos próprios estatutos da entidade.

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Nestes dias de calor, provocado pela militância partidária da eleição da CGADB, convivemos muito com o que estabeleci no título: A paixão.

Digo isso porque ouvi e ouço muitas bobagens, falácias, verdadeiros pecados, resquícios da tentativa de desconstrução de uma pessoa. Em geral das que possam nos ameaçar com a sua sombra.

Pessoas fazem isso de forma impensada, mecânica, ‘na pilha’, sob indução ou por interesses cegantes, por meio de uma manobra de sublimação. Tudo isto sem preocupar-se com diretrizes que norteiam paradigmas do Reino, sob o fundamento do Amor (Leiamos 1Corintios 13).

Nos discursos destrutivos, promove-se um verdadeiro canibalismo eclesiástico, maléfico e irresponsável (redundância), por meio de ideologias próprias, a criar grupos exclusivos e supostamente mais puros ou santos.

Esse tipo de destruição de oponente, muito comum no mundo, em especial no setor político, tem como busca a consagração do ator principal, e elevação de seu interessado e autor. Com a estigmatização do oponente, essa estratégia pode matar, ao atingir a autoestima do outro.

Noto pessoas até, à primeira vista, sem essa maldade, embora tão fortemente influenciadas, que ficam cegas e agridem amigos, irmãos…, sem noção! Incendeiam florestas! Não comentam fatos, ocorrências, atitudes, filosofias, sistemas…, mas pessoas.

PRA QUEM EU DEVO TORCER?!

Essa torcida – uniformizada pelo discurso e condão de seita -, não percebe que os personagens são peças do mesmo jogo, ovelhas do mesmo aprisco e que buscam a mesma coisa. Falam sem conhecimento de causa, sob a influência de quem tem o poder da neurolinguística, da persuasão, como se estivessem hipnotizados.

Esse alguém com qualificações admiráveis, o que lhe dá credibilidade, por seu ponto de vista, é a outra face da mesma porta: Com mais ou menos brilho, mais ou menos rústica, com mais ou menos abertura…, mas só muda a face. Os batentes são os mesmos!

Porém, se notarmos bem, sem paixões, estamos todos dentro do mesmo barco, e o timão é a bandeira de todos. Mas não somos todos ‘coríntias’, embora devêssemos ser Fiéis. Perdoe-me, mesmo não tendo santo, time, equipe ou ídolo de estimação, o trocadilho é pertinente.

SEM PIRATARIA

Não se engane. Todos portam o mesmo e ameaçador cajado! Mas se o barco afundar todos afogaremos! Somente Um não nos deixará afogar: O Único Mestre, e temos de estar juntos a Sua mesa ou pereceremos!

A Glória a nos envolver só se efetiva se conseguirmos viver em Corpo, ‘para que sejam um, como Nós Somos Um’ (…), para que sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a Mim…’ (Jo 17.22-23).

Penso que as duas bases seguintes nos identificam como CRISTÃOS, seguidores de Cristo:
– Negar a si mesmo, e
– Perdoar.
A primeira, difícil de fazer; a segunda, quase impossível de dizer!; são as chancelas de todo filho de Deus; sem atalhos!

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CGADB - Res SC e WJr

A eleição da CGADB ainda não acabou.  De fato e de direito nem começou, pois estava e permanece sob sentença judicial (sub judice).

Temos um resultado à margem da legalidade e, portanto, da Lei, sem efeito prático ou legal. A liminar que estabeceu o cancelamento da eleição permanece em pleno vigor.

Quando ela for julgada, creio que no bojo da própria ação – o seu núcleo agora é recorrente (o fato dizia respeito à eleição do dia 9) -, entendo que não terá em suas peças a eleição em si, que legal e juridicamente inexiste. Como se diz no meio, ‘O que não está nos autos, não está no mundo’.

Por outro lado, existiu deliberadas desobediências e obstruções à Justiça, agravadas pela execução da eleição:

1) As inscrições fraudulentas foram reinseridas e validadas;
2) O interventor nomeado pela Justiça foi impedido de acesso;
3) A eleição foi mantida, mesmo após cancelamento;
4) Os IPs reduzidos a 5, foram abertos, quase que pontualmente a 1.000! (?);

O segundo fato enumerado acima ocasionou o registro de Boletim de Ocorrência, e ciência ao juiz competente.

Enfim houve má fé e busca unilateral, à revelia, e peitou-se de forma notória a Justiça, como se estivessem acima de tudo e de todos.

PROBABILIDADES

1) A eleição deverá ser considerada nula, e outra convocada pela Justiça, com o devido interventor;

2) A participação de Wellington Júnior, que está sub judice, poderá ser questionada, pois é parte diretamente interessada tanto pessoalmente quanto da CGADB, e sua participação na questão da desobediência é óbvia;

3) Caso Wellington Júnior participe dessa possível eleição, a ser convocada pela Justiça, teríamos o seguinte quadro:
A) Cerca de 21 mil votos válidos, desta vez sem os 10.479 inaptos.
B) Caso todos votem (e não somente 74% como ocorreu), Wellington Júnior ganharia, pois Samuel Câmara teve 8 mil, menos da metade;
C) Mas, mantendo-se os mesmos percentuais ou a proximidade deles, chegando a cerca de 15 mil votos computados, Samuel Câmara venceria com seus 8.141, contra 7.455 de Wellington Júnior.

CANDIDATO PATROCINADO

Nota-se ainda que o patrocínio da CGADB à causa de Wellington Júnior, em meu ponto de vista é ilegal, pois ele não é e nem representa a mesma. Portanto, deveria responsabilizar-se por seus atos e não estar sob a tutela da instituição.

SECULARIZAÇÃO

Mesmo se desconsiderarmos o candidato concorrente direto, não há como, de boa fé e consciência limpa, sem considerar a ética e equidade cristãs, aceitar tal postura incongruente.

Por outro lado, embora fosse desnecessário evocar a dualidade entre o profano e o sagrado, e mostrar-se piegas, fica evidente esse clamor.

NADA DE FÉ, NADA DE GRAÇA…

Não há de se dizer em cristianismo, Biblia,  Fé, Oração etc, o que seria blasfêmia, se nem ao menos nos preocupamos em postarmos acima do terrenal, temporal, e nos revestirmos do celestial!

Não existe Céu Infernal nem tampouco Inferno Celestial; pé em duas canoas; o tão criticado por nós e famigerado Relativismo, e ainda a Contextualização, apetrechos da Teologia Liberal. Temos de seguir ao menos a Teleologia!

Todo esse interesse demonstrado nada tem que ver com a Igreja, edificação do Corpo de Cristo, mas com coisas fisicas, humanas, temporais e poder de barganha, a retratar o abismo que separa o Rico e o Lázaro!

OUTRA POSSIBILIDADE

Por fim, cito o desabafo de um colega: ‘Espera-se um advogado veementemente crédulo no Direito, mas, cá neste país, cuja prática do ‘jeitinho’ é brasileiro, e a corrupção legitimada no profano e no ‘sagrado’, titubear ou coxear, passa a ser tido como ‘cautela, prudência e caldo de galinha’.

A exemplo de teólogos, que na Idade Média discutiam a Bíblia batendo o charuto no cinzeiro, comemorar um vitória assim, com cerveja ou com guaraná não faz a menor diferença!

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CGADB Site

ATUALIZADA-2- Embora tenha publicado o texto como iniciativa que partira de decisão judicial, na verdade, a paralisação da eleição ocorreu por praticamente conclusão da mesma. Então, parece que foi uma estratégica, para dizer que a Justiça estava sendo levada a sério.

CGADB Eleitos

Nesta atualização, confirmamos o que escrevemos acima, com o resultado divulgado, incluindo os mais de 10 mil cancelados por fraude, e permissão de mil votos por IP, embora limitado pela Justiça a somente cinco.

Desta vez a iniciativa partiu da própria Comissão Eleitoral, e Jurídica da CGADB. Eles tentaram reverter a situação, no Rio, mas o juiz de plantão já era outro, que não quis alterar a ação do colega titular.

Em Brasília, a resposta também foi a mesma e, então, a decisão de cancelamento da eleição da mesa diretora e do Conselho Fiscal prevaleceu.

Depois de cerca de 23 mil votos, a eleição foi paralisada. Pode ser que os votos não foram muito favoráveis, pois não deixariam para buscar o recurso no final do pleito, supõe-se.

Por outro lado, por terem conhecimento do resultado da eleição, com 23.019 votos e 74,78% do total, tentarão derrubar a liminar, para proclamar o resultado, sem impedimentos e manter o resultado favorável. Até agora, o resultado está sendo privado dos membros da CGADB e mantido como privilégio de um grupo.

 

 

 

 

 

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ATUALIZADO- Por determinação da Justiça do Rio, a eleição da mesa diretora da CGADB foi cancelada.  Desde ontem, o interventor já havia sido impedido e registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia e comunicou o juiz de Careiro (MA), estabelecido pelo Superior Tribunal de Justiça como centro de todas as ações, como Foro competente.

Todas as determinações da Justiça foram descumpridas, inclusive a do cancelamento das 10.479 inscrições irregulares, após provas substanciais, embora tivessem conhecimento por meio de carta precatória de intimação, expedida por Careiro (MA), e mantida pelo juiz Thomas Souza, do Foro Regional de Madureira. A única liminar que ele não manteve foi a de exclusão do nome de Wellington Junior, que concorreria sob judice.

Até agora o interventor foi nomeado somente para gerir as questões, que dizem respeito à eleição – substituir a Comissão Eleitoral –, porém, uma intervenção geral não estaria descartada, tendo em vista o enfrentamento e jogo de braço diante das decisões judiciais.

Abaixo o despacho do juiz, cancelando a eleição, diante dos fatos.

CGABD - CANCELAMENTO

INSCRIÇÃO FRAUDULENTA

Uma das inscrições fraudulentas (fac simile abaixo) já teve o registro de voto. Trata-se do missionário Reginaldo de Deus Pereira, atualmente membro da Igreja AD em Rio Cumprido, Grande Rio, presidida pelo pastor Davi Nobre Rocha, que acaba de declarar a ilegalidade e colocar-se à disposição, para comprovação, junto do pastor inscrito à revelia.

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COMISSÃO ELEITORAL

Presidente e vice da Comissão Eleitoral, promotores de Justiça Antônio Lorenzete (RN), e Wilson Brandão (PA), respectivamente, ontem (sab,8abr), durante abertura do Processo Eleitoral (foto abaixo).
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Finalmente chegou-se a um final esperado pelos autores das ações, que requeriam o cumprimento dos Estatutos da CGADB, a transparência e lisura na eleição.

Amanhã, domingo, dia 9, todos os cerca de 20 mil inscritos, excluídos os irregulares, poderão eleger, com segurança e sem aparente ameaça de fraude, o novo presidente da CGADB.

Nessa eleição haverá a garantia de uma disputa justa, de acesso a direitos iguais, e de todas as demais garantias, tanto do ponto de vista do que determina a ética cristã, quanto à democracia humana.

Leiam as decisões finais determinadas ontem, após as 18h, pelo juízo de Madureira (RJ):

  • O STJ determinou a concentração de todas as 14 ações, distribuídas em várias comarcas brasileiras, no Foro de Madureira (RJ), sob a titularidade do juiz Thomaz Souza.
  • O mesmo juiz manteve as intervenções de bloqueios de contas judiciais.
  • Determinação de prisão da advogada da empresa contratada pela CGADB, para a votação via online, a Scytl, em caso de desobediência ou obstrução de Justiça.
  • Multas pecuniárias.
  • Cancelamentos das 10.479 inscrições. Irregulares.
  • Auditoria do sistema.
  • Nomeação do interventor judicial, advogado do Rio de Janeiro, Márcio José Oliveira da Costa, homônimo do secretário-executivo da CGADB. O interventor assumiu ontem todo o processo eleitoral.
  • Consequente afastamento da Comissão Eleitoral (de todos os seus membros), e não interferência da Comissão Jurídica.
  • Manteve Wellington Júnior como candidato à presidência da CGADB. Ele estava suspenso por liminar. Portanto, todas as liminares que o impedia de concorrer foram revogadas, até julgamento final da ação (sub judice). Todas as demais foram mantidas, conforme lista de 2 a 8.

Acesso para votação (obtenção de senha eletrônica), para posterior voto: http://www.eleicoescgadb.org.br

CGADB - despecho Mdureira

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Fotos do Google- Não se tem na história bíblica a sequência de sucesso de pai para filho.  As raras exceções fazem parte da Velha Aliança, que previa possessão da ‘Terra’ Prometida e preparação de um povo separado, para dele, nascer Jesus.

Estão nessa exceção, o plano divino dos Patriarcas. No caso dos reis, ou o pai desagradava ao SENHOR ou o filho. Entre os sacerdotes temos casos exemplares. O de mais destaque foi o de Eli. Seus filhos foram um desastre, literalmente.

A salvação foi Samuel, do hebraico  Shemu’el, literalmente ‘seu nome é Deus’ e ‘Deus ouve’. Foi um ex-aluno da escola de profetas da época – a mais destacada estava em Gilgal (2Rs 4) -, com o privilégio de morar com o homem de Deus.

Depois disso, registramos casos ímpares, como Davi e Salomão, mas com focos diferentes e um final infeliz do segundo rei de Israel.

Foi o início da introdução de deuses entre o povo. Em princípio, Salomão foi tido como a melhor solução. Entretanto, o próprio Salomão, sabiamente alerta: ‘Há caminhos que ao homem parecem direito’.

A escolha humana foi fatal: ‘Visto que não guardaste o nosso acordo e não obedeceste às minhas leis, tirarei o reino das tuas mãos e da tua família e dá-lo-ei a outro’ (1Rs 11).

No sistema eclesial, visto na própria história da Igreja, como dos pioneiros  das primeira, segunda e terceira levas das ADs, não existiu esse tipo de sequência, como um legado de família ou monárquico. Também não segue a herança levítica.
Embora um tanto desnorteado atualmente, o ministério cristão é formado por pessoas vocacionadas pelo SENHOR, chamadas não por valor, mas por amor; não por profissão, mas por vocação. Apóstolo Paulo demonstra gratidão a Deus por dar-lhe o ministério (‘pondo-me no ministério’), honra dada por Deus e não tomada ou outorgada pelo homem (Hb 4.5).
A REAL OPOSIÇÃO
Estamos às vésperas da eleição da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Dia 9 de abril, ocorrerá a escolha do novo líder do maior Concílio cristão do Brasil. Todos os candidatos tem perfil assembleiano e fazem parte praticamente de uma mesma época histórica.

Essa admissibilidade de rodízio de líderes é saudável, inteligente e boa, além de projetar novos aspirantes e igualar oportunidades. Ainda possibilita que a estrutura da Igreja funcione como projetada pelo SENHOR, resguardando as condições espirituais, equidade, brio e vida piedosa.

Por isto propus, há cerca de 10 anos, para a reforma dos estatutos da CGADB, a paridade com mandatos eletivos seculares, passando de dois para quatro anos, e somente uma reeleição.

Não obstante a proibição judicial de um dos candidatos, por abuso de poder de influência, José Wellington Junior, diante da presidência do Conselho Administrativo da CPAD, segundo cargo mais concorrido da CGADB, todos são capacitados.

Só pelo fato de expor-se a um público crítico, exigente e que pede lisura e caráter bem acima de média humana, já é ousadia.

PASTOR TARDIM

CICERO TARDIN

Não posso falar de pastor Cícero Tardim. Não o conheço o bastante para  tal. Penso ser um ótimo candidato, com o brio que a função exige. Jamais ouvi alguém falar algo que pudesse denegrir a sua imagem.

WELLINGTON JÚNIOR

Pastor Wellington Júnior, o filho que tem o voto decisivo da dedicada mãe de uma família exemplar e de sucesso, tem qualidades inquestionáveis.

Sempre à sombra da frondosa árvore do pai (foto abaixo), uma fortaleza implacável e reconhecida, Duéto, como é conhecido pela família e pelos mais íntimos, cresceu acima de todas as médias.

J W 2

Recebeu de seu pai e pastoreia uma das maiores ADs da Grande São Paulo, Guarulhos. É um dos líderes da Confradesp, além de estar acima de homens com histórico de vida, representação espiritual, experiência, testemunho e idade de bispos, verdadeiros presbíteros, pastor de pastores.

Teria todos os quisitos exigidos ao cargo. Wellington Júnior tem um hercúleo compromisso com o histórico de seu pai e a pressão desse grupo.

Embora retire um pouco de sua autonomia e, portanto, o poder de decisão, seu nome é forte, não obstante estar judicialmente impedido de disputar a eleição.

SAMUEL CÂMARA

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Pastor Samuel Câmara é um dos candidatos. Já foi vice-presidente da CGADB, e disputou outras vezes com pastor José Wellington, pai de Wellington Júnior, há quase três décadas como presidente da entidade.

Samuel foi discípulo de homens de representação e liderança assembleiana de reconhecimento no cenário nacional.

Um deles é o saudoso mestre e honrado pastor Alcebíades Pereira Vasconcelos, destacado em todo o Norte; pastor-doutor João Kolenda Lemos, diretor-fundador da Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (Ibad). Não convivi com homem tão sábio, conhecedor da Palavra, mestre e piedoso; e pastor Firmino Gouveia, que o convidou para assumir a primeira igreja das Assembleias de Deus no Brasil, em Belém, no Pará.

Sem quebra de dúvida foi a segunda maior honra de pastor Samuel. A primeira, foi a de ter sido aceito pelo Ibad, como aluno, embora fosse menor de idade, aos 16 anos. Antes de voltar ao Norte, pastor Samuel foi convidado a ministrar no próprio seminário. Após formar-se em Pindamonhangaba, licenciou-se em Pedagogia, Filosofia e Direito.

Depois de voltar ao Amazonas, Samuel Câmara trabalhou com pastor Alcebíades e, posteriormente, recebeu a igreja em Manaus, do próprio pastor Vasconcelos.

Por fim, a convite de pastor Firmino da Anunciação Gouveia teve a honra de pastorear o Estado onde os pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren plantaram a Assembleia de Deus, em junho de 1911.

Obviamente que nada disto foi por acaso, mas a indicação de que o SENHOR sempre quis honrá-lo. A compreender isto, acima de interesses humanos, vaidade, de poder e de grupos, não sou eu quem vai enfrentar a suprema vontade divina por este nome: Shemu’El!

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) frustrou mais uma tentativa do candidato à presidência da CGADB, José Wellington Junior. Neste dia 17/3 (sexta-feira), foi negada liminar que derrubaria as liminares concedidas até então, dentre elas, a que impede sua participação como concorrente.

Portanto, as liminares e seus respectivos pedidos são mantidos, para a eleição do dia 9 de abril, daqui a 20 dias.
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O quadro se mantém: As 10 mil inscrições com indícios de irregularidades continuam canceladas; a eleição está mantida; a candidatura de Wellington Junior permanece anulada; seu nome excluído das opções, mantendo-se somente os nomes de Samuel Câmara (foto) e Tardim.

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Das liminares concedidas pela Justiça sobre a eleição na Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), nenhuma delas fora derrubada. Para sintetizar a situação, tomo o resumo do pastor Carlos Roberto da Silva, e incluo outras informações.

Todas as liminares concedidas, totalizando sete, estão em pleno vigor, sem que nenhuma tenha sido derrubada. A primeira delas, da Comarca de Corumbá (GO), foi contestada, mas o juiz não acatou a tese e vai julgar o mérito nas peças do processo. Isso deve levar muito tempo e, com certeza, ultrapassará a data da eleição.

As ações judiciais, com liminares concedidas, são as seguintes:

1/2) Corumbá de Goiás (GO);
3) Careiro (AM);
4) Carauari (AM);
5) Juruá (AM);
6) Manaus (AM);
7) Peixe Boi (PA).

Elas reportam-se sobre
1) Afastamento do presidente e vice-presidente da Comissão Eleitoral;

2) Cassação da candidatura à presidência da CGADB, do candidato Wellington Júnior, por não descompatibilizar-se do cargo de presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, conforme preestabelecido no artigo 11, do Estatuto Social da própria CGADB;

3) Cancelamento de 10.479 inscrições por irregularidades. Algumas dizem respeito a mortos, dentre eles, nos anos de 2006, 2011, 2012, 2016, e de pessoas que foram inscritas de forma oculta e sem o conhecimento do membro inscrito, como Sergio Amaral Gonçalves, com quem falei, no final de semana passado, em Macaé-RJ.

A ideia comum, segundo alguns, seria usar depois um ráquer, para votar por todos os inscritos irregulares. Porém, agora, por determinação também da Justiça, somente 5 eleitores poderão votar em cada computador, determinado pelo IP (identificação da máquina).

4) Manutenção da eleição conforme convocação;

5) Ainda o juiz de Corumbá de Goiás, incluiu na ação a empresa espanhola Scytl Soluções de Segurança e Voto Eletrônico, contratada pela CGADB, e determinou o pleno andamento ao processo eleitoral;

6) Exclusão do nome de José Wellington Júnior da disputa. Seu nome não deve estar na opção (não constar na cédula).

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Permanecem candidatos Samuel Câmara, na foto com sua esposa, a sempre simpática e amável irmã Rebeka, e Cícero Tardim

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Editora CPAD da qual Wellington Junior é o presidente do Conselho Administrativo, segundo cargo mais disputado na CGADB

Com a ação de membros de CGADB, o juiz da comarca de Corumbá de Goiás, anulou a candidatura de José Wellington Junior à presidência da CGADB, e ainda afastou Antonio Lorenzetti da presidência da Comissão Eleitoral. Ele entendeu que Lorenzetti, como promotor de Justiça, não poderia ocupar a função, por suas atribuições.

Em seu despacho, o juiz justifica que ‘não foram observadas as determinações contidas no Edital de Convocação para a 43ª AGO da CGADB e o Edital Eleitoral”.

Conforme artigo 11 do Estatuto Social da CGABD, que preestabelece que ‘não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificavelmente da AGO e os diretores da CPAD’.

No parágrafo único está preestabelecido: Diretores da CPAD são impedidos de ocupar cargos aos órgãos da CGADB’.

FATOS

Em 17 de outubro de 2016, a Comissão Eleitoral, em ofício encaminhado a José Wellington Junior, o presidente Antonio Carlos Lorenzetti, avisa-o sobre a nulidade de sua candidatura. Ele cita o artigo acima e afirma: ‘Desse modo, vossa senhoria, está impedido de se candidatar-se a qualquer cargo da mesa diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação de vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta, ensejando o cancelamento imediato do registro’.

Por sua vez, o juiz também observa certa tentativa de acomodar a situação pela Comissão Eleitoral, quando diz: ‘Cumpre ressaltar que a Comissão Eleitoral ao admitir a candidatura de Pr. José Wellington Bezerra da Costa Junior à presidência da CGADB não atentou ao fato do mesmo não ter se desincompatibilizado do atual cargo que ocupa junto a CPAD.’

Por fim, observa que a pretensão do autor da ação é louvável, ‘pois busca junto ao Judiciário corrigir erro grave no Processo Eleitoral ao Cargo de Presidente da CGADB’ e que não resta dúvidas quanto à nulidade da candidatura.

MAQUEAMENTO

No dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral, José Wellington Junior envia ofício ao vice-presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, Kemuel Pinheiro Sotero e solicita ‘Licença do Cargo de Presidente do Conselho Administrativo da CPAD’.

Esta solicitação, embora não de forma de descompatibilização, como determina o Estatuto, é tardia e soa como tentativa de driblar a situação.

Foi feita no dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral; e, terceiro, porque é recorrente e tardia, pois embora datada de 18 de outubro, solicita “Licença” de ’02.08.16 a 10.04.2017’; terceiro, com o licenciamento José Wellington Junior permaneceria com o cargo garantido, sem a renúncia e ainda, permaneceu com vínculos, a ganhar o prestígio.

PESO DO CARGO

Esse cargo de presidente do Conselho Administrativo da CPAD, editora de abrangência nacional e internacional, é o segundo da CGADB mais desejado, perdendo somente para a Presidência da CGADB.

Com o domínio das atribuições, mesmo que extraoficial geral prestígio, decorrente das ações e influência da editora junto aos membros da CGADB, portanto eleitores.

TROPEÇO DA COMISSÃO ELEITORAL

Por sua vez, a Comissão Eleitoral não poderia ter acatado o registro da candidatura de José Wellington Junior. O ofício que alerta para a ausência de descompatibilização é posterior ao registro de candidatura, e colide com a exigência do próprio Edital Eleitoral, conforme seu artigo 15:

‘O REGISTRO de candidato inelegível ou que não atenta às condições de elegibilidade será indeferido, ainda que não tenha havido impugnação, sendo comunicado imediatamente ao interessado’ (o grifo é nosso).

DECISÃO

Diante de todos os fatos, que maculam o processo eleitoral e as provas de que está ‘eivado de vícios’, o autor Efraim Soares de Moura buscou corrigi-lo, por meio dessa ação.

Em sua decisão, o juiz determina a ”‘nulidade absoluta, ensejando cancelamento imediato do registro’, haja vista que descumpriu determinação contida no Edital mencionado…’”

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