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Posts Tagged ‘AGO’

Resultado final a ser proclamado hoje (12), às 10 horas
(atualizado em 13/04 às 01h09)

Presidente:
1) JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA (SP) – 9.003
2) SAMUEL CÂMARA (PA) – 7.407

1º Vice-presidente (Região Sul)
1) UBIRATAN BATISTA JOB (RS) – 8077
2) IVAL TEODORO DA SILVA (PR) – 7558

2º Vice-presidente (Região Centro-Oeste)
1) SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA (MT) – 7916
2) SÓSTENES APOLOS DA SILVA (DF) – 7505

3º Vice-Presidente (Região Norte)
1) GILBERTO MARQUES DE SOUZA (PA) – 6.995
2) JONATAS CÂMARA (AM) – 6.860
3) LEONARDO LUZ – 1.602

4º Vice-presidente (Região Nordeste)
1) JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS (AL) – 7.967
2) PEDRO ALDI DAMASCENO (MA) – 7385

5º Vice-presidente (Região Sudeste)
1) TEMOTEO RAMOS DE OLIVEIRA (RJ) – 8252
2) ELYEO PEREIRA (RJ) – 6.897

1º Secretário (Região Sul):
1) PERCI FONTOURA – 7.624
2) NILTON DOS SANTOS – 7.459

2º Secretário (Região Centro-Oeste)
1) ANTONIO DIONIZIO DA SILVA – 8.122
2) LUCAS ARAÚJO DE SOUZA – 6.999

3º Secretário (Região Norte)
1) PEDRO ABREU DE LIMA – 7.523
2) OTON MIRANDA DE ALENCAR – 7.222

4º Secretário (Região Nordeste)
1) ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS – 7.405
2) MANOEL MONTEIRO – 7.224

5º Secretário (Região Sudeste)
1) JONAS FRANCISCO DE PAULA – 6.883
2) ISAIAS LEMOS COIMBRA – 6.054
3) NILSON ALVES – 1.254

1º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) IVAN PEREIRA BASTOS – 7236
1) JOSIAS DE ALMEIDA SILVA – 7002
3) REGINALDO CARDOSO DOS SANTOS – 1492

2º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) ALVARO ALEN SANCHES – 7.868
2) NEHEMIAS GASPAR DE ARAÚJO – 7.674

Conselho Fiscal:

1ª Região (Região Sul):
1) JERÔNIMO DOS SANTOS – 8.202
2) JOSÉ POLINI – 7.243

2ª Região (Centro-Oeste):
1) GEOVANI NERES LEANDRO DA CRUZ – 7.977
2) RINALDO ALVES DOS SANTOS – 7.265

3ª Região (Norte):
1) JEDIEL LIMA – 7.161
2) JOEL HOLDER – 4.994
3) ISAMAR PESSOA RAMALHO – 2.595

4ª Região (Região Nordeste):
1) ANTONIO JOSÉ DIAS RIBEIRO – 7.935
2) ISRAEL ALVES FERREIRA – 7.232

5ª Região (Região Sudeste):
1) LUIZ CEZAR MARIANO SILVA – 6.278
2) EDSON EUGÊNIO VICENTE – 6.163
3) SAMUEL RODRIGUES – 1.986

22h03:  95% urnas apuradas

José Wellington: 8.407
Samuel Câmara: 7.097

20h58: Começou agora a contagem de votos para presidente.

20h45: Urnas abertas às 20h34 e as cédulas começaram a ser contadas e separadas de 50 em 50 para, em seguida começar a apuração para presidente.

20h34: Início da apuração: cédulas estão sendo retiradas das urnas.

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Dos 24 mil inscritos na 41ª Convenção Geral (CGADB), realizada em Brasília, desde 8, o total de presentes hoje – dia da eleição – não deve chegar a 17 mil, conforme previsões. Ontem a presença chegou a 14 mil.

Neste momento (17h), senhas estão sendo distribuídas aos que ainda permanecem nas poucas e pequenas filas. Várias seções, logo no início da tarde, já estavam vazias, mas com cerca de 50% de ausência.

O fato se repetiu em várias delas, em especial as de eleitores mais idosos.

As estruturas para o início da contagem dos votos já estão sendo preparadas, segundo o presidente da Comissão Eleitoral, pastor Antônio Carlos Lorenzetti, com a montagem de 126 meses para a recepção das urnas.

A conclusão da contagem final dos votos está prevista para até às 4h. Porém, a proclamação do novo presidente deverá ocorrer antes, por volta de 2 horas após o início da apuração.

Cerca de uma hora após a montagem das estruturas para a contagem dos votos, iniciará a contagem e mais uma hora após, deve-se conhecer o novo presidente eleito, conforme informações de Lorenzetti.

Fotos: Antonio Araujo-Brasília

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Pastor Antônio Lorenzetti com seu ícone de presença – o chapéu Panamá

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Filas para a votação em frente de seções

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Acompanhe a eleição da CGADB:

17h35: Novo presidente da CGADB deve ser conhecido até as 20h. Acompanhe a apuração aqui no blog.

17h31: Daqui a pouco vamos postar mais informações sobre o término da votação.

16h42: “O uso excessivo de epônimos e a supersimplificação da história”. Leia aqui.

16h13: Várias seções já não tem mais filas de espera e registra até 50% de ausência.

Visitei as seções 88, 89, 90 e 95 que estão vazias, há mais de 1 hora. Nelas a presença chega em média a 50%.

Na 90ª dos 175 ministros, somente 90 votaram. Na 89, dos 222 cerca de 110 votaram.

A mesma média repetiu-se nas outras e o tempo médio usado foi de 4 minutos.

15h58: CGADB perdeu seu objetivo com tempo total limitado a discussões de gastos e custos e outros temas; nada de interesse à Igreja.

15h33: Esposa do diretor da CPAD teria um polpudo salário que chegaria a R$ 40 mil. Saiba mais.

15h14: Muitas seções já estão vazias e as que constatei – cerca de 6 – só receberam em média 50% dos eleitores.

15h06: Pastor Samuel Câmara tem computados 11 mil votos sem contar com dissidentes de convenções que votam fechadas em pastor José Wellington. Essa conta está bem enxuta.

14h43: Segundo minhas previsões a 41ª CGADB terá entre 17 e 19 mil eleitores dos 24.2 mil inscritos. Ganha quem receber entre 9 e 10 mil votos.

13h48: Muitos convencionais se mantém nas filas dado a lentidão dos votos.

13h37: Liminar derruba eleição do Conselho da CPAD e volta à determinação de eleição somente na sexta (12). Saiba mais.

13h03: Deputado Marco Feliciano (PSC/SP) chegou agora para votar. Está cercado de seguranças.

13h00: A previsão é de que o horário-limite (17h) ultrapasse dado a lentidão do processo.

12h37: Após votar o eleitor recebe um comprovante idêntico ao da eleição secular.

12h29: ´É um jornal´, disse um ministro após votar, referindo-se aos inúmeros nomes e dimensão da cédula.

12h00: As filas de votação não andam. Segundo um eleitor (já votou) não é possível votar com menos de 4 minutos.

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11h50: Pastor Antônio Carlos Lorenzetti, presidente da Comissão Eleitoral disse que seu chapéu – tipo Panamá – será ícone de sua aproximação e risco de prisão para quem for flagrado em fraude.

11h41: Com liminar que derruba a que pastor José Wellington conseguira pela manhã (dia 10), eleição do Conselho Administrativo da CPAD torna-se sem efeito.

10h39: Foram montados 90 guichês de atendimento com 35 ativos. As instalações e número de ministros, ônibus e outros veículos tornaram o parque pequeno..

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10h15: Gigantescas filas para retirada de crachá de acesso à votação ainda persistem. Crachá tem código de barras para acesso eletrônico em catracas.

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Com a nova liminar concedida hoje (10) em Manaus, reeleição de Wellington Junior, como presidente do Conselho Administrativo da CPAD, tornou-se sem efeito.

A eleição, conforme a primeira liminar (e não sentença, conforme publiquei erroneamente), deveria ocorrer na sexta, após a eleição da mesa diretora da CGADB. A eleição ocorreu à revelia mas, hoje, pela manhã, advogados de pastor José Wellington conseguiram liminar, com juiz de plantão, mantendo a eleição.

Mais tarde, a liminar foi restabelecida e tudo voltou como antes, conforme despacho abaixo:

Assim, ao constatar a presença dos requistos autorizadores para a concessão do efeito pretendido – fumaça do bom direito e perigo na demora -, defiro o pedido liminar, atribuindo efeito ativo ao presente recurso. Determino, ainda, e utilizando o poder de publicitação das decisões judiciais, além da urgência que a situação fática exige, que esta decisão vale como comunicação à quem de direito. Determino, também, à Secretaria do plantão que comunique esta decisão pelos meios processuais próprios, especialmente os eletrônicos, com a urgência necessária”.

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Durante o período de 16 a 19 de abril de 2013, Brasília receberá a Convenção Geral para a eleição de sua nova mesa diretora. Serão eleitos os novos membros da diretoria, como conselhos Fiscal e Administrativo (da editora CPAD) e demais conselhos. O tema versará sobre o Espírito Santo.

Nesta semana, ocorreu o sorteio dos delegados que representarão as convenções regionais durante o pleito eleitoral. Já em abril próximo, ocorrerá a reunião extraordinária em Maceió, sob o tema Excelência na Evangelização.

Mudança nos Estatutos

O assunto a ser discutido na próxima AGE, em Alagoas, será a mudança nos estatutos, conforme já publicamos.

Concernente à Tesouraria a intenção é criar a função específica do tesoureiro-adjunto. Com isso, a CGADB passaria a contar com um gestor financeiro, já que os pastores eleitos como tesoureiros, têm funções em suas igrejas, e nem sempre podem estar presente e dinamizar as atividades, que o setor exige.

Já quanto ao Credo, deve-se inserir nos itens já conhecidos do nosso Cremos, referências bíblicas que embasam a nossa postura concernente à resistência a desvios, a ponto de desvirtuar a natureza do ser humano.

Inserção e ampliação do Credo

Conforme proposta já antecipada do pastor e advogado David Tavares Duarte, da AD-Missões em Campo Grande (MS), alguns itens receberiam como complemento a explanação bíblica, com as devidas referências, a embasar a postura cristã.

Entre os mesmos, constam em sua proposta, a inserção do estabelecimento das estruturas, equilíbrio e perfeito funcionamento dos sistemas criados pela Palavra, e Jesus Cristo, o primado da Criação;

Que Deus criara o ser humano macho e fêmea, para o povoamento da Terra, por meio da relação sexual entre homem e mulher, pelo casamento entre os dois gêneros, constituindo abominação qualquer prática sexual entre seres do mesmo sexo (Gn 1.26-28; Lv 18.22-24; Dt 23.17-18 e 1Tm 1.10).

Também consta em sua proposta a referência indireta à Constituição, que trata da liberdade humana dada por Deus, e da manifestação outorgada por Ele ao homem.

Essa questão está patenteada no direito constitucional, especificado no artigo 5º da Constituição, garantindo a liberdade de culto e até o direito de proteção oficial para a garantia da realização do mesmo.

Contudo, como se tem visto, o texto da lei passou a ser questionado e perdeu a credibilidade, conforme consta no entendimento do domínio público, uma vez que o próprio legislador incluiu, no final do inciso VI, “na forma da lei”, a dar vazão para questionamentos: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Diante da crescente Cristofobia, essa frase tem tornado questionável o texto todo. Os movimentos liberais crescem nos segmentos de decisões da sociedade, com adeptos sem nenhum constrangimento em mostrarem-se parciais, como se viu no último grande evento do STF: aprovação da união estável entre pessoas do mesmo gênero, algo que nem mesmo a natureza, seja animal ou humana, propõe.

Surgem novas interpretações, a forçar a legitimidade da minoria mesmo que isso custe o tratamento com desdém e descrédito à Lei maior do país, como na iniciativa do Supremo. Sem também demonstrar constrangimento em extrapolar suas funções, ao legislar, função precípua do Congresso, reduzido além da própria inoperância.

Eleição

Quanto à eleição, ao menos três nomes deverão concorrer à presidência da CGADB. Além de pastor José Wellington voltará a cena das disputas, pastor Samuel Câmara deve tentar novamente, em especial depois de seu crescimento na preferência do eleitorado cegeadebeano, conforme resultados nas duas últimas disputas.

Terceira Via Segundo idealizadores da chamada Terceira Via, pretende-se dar novo enfoque ao papel e atividade da CGADB, por meio do lançamento de nome capaz de agrupar seus ideários.

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Ministros no culto de abertura ontem à noite, no Grande Templo, em Cuiabá

Nem todos os casos de divórcio deverão ser acatados pelas Assembleias de Deus no Brasil. Pastores discutem o tema desde a manhã de hoje, no Grande Templo em Cuiabá, na 40ª AGO (de 12 a 14 de abril). A decisão proposta pela Comissão Especial sobre Divórcio, deverá ser apreciada pelos convencionais e a principal é acatar a separação somente em casos de infidelidade conjugal, conforme preceitua a Bíblia. A decisão vai abraçar também casos que envolvem ministros.

O artigo 1º do ante-projeto de resolução, apresentado pela Comissão, diz que “A CGADB só reconhece o divórcio no âmbito ministerial de seus membros, nos casos de infidelidade conjugal, previstos na Bíblia Sagrada e expressos em Mateus 5.31-32 e 19.9”. Também diz que as convenções regionais deverão esgotar todas as possibilidades de reconciliação.

O segundo ponto mais polêmico diz respeito à união estável. “A CGADB não reconhece, no âmbito ministerial de seus membros, a situação de união estável”, pois entende que, além das implicações bíblicas, que proíbe tal forma, a Constituição brasileira, em seu artigo 226, estabelece que a união estável é prevista somente para casais, isto é, homem e mulher.

No caso do divórcio, a Comissão orienta a não se discutir o divórcio sob a ótica legal, pois para isso existem as leis seculares, mas sob o ponto de vista bíblico.

Parte-se da premissa de que o casamento é indissolúvel, pois “o que ajuntou Deus não separe o homem”, conforme Gênesis 2.18,24. O caso expresso na Bíblia diz respeito ao término da união, em função da infidelidade conjugal de um dos cônjuges.

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Pastor José Wellington, presidente da CGADB, em nome da mesa diretora, divulga Nota de Esclarecimento, em que refuta as críticas dos pastores (clique aqui e aqui), que renunciaram a seus cargos como diretores, Silas Malafaia e Antônio Santana, 1º vice-presidente e 1º tesoureiro, respectivamente.

 

A MESA DIRETORA DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB tendo tomado conhecimento que circulam na internet as comunicações de renúncias dos 1º Vice-Presidente e 1º Tesoureiro, pastor Silas Lima Malafaia e pastor Antonio Silva Santana, respectivamente, nas quais os ilustres e eminentes servos de Deus expõem a esta Mesa Diretora as razões motivadoras de suas renúncias, por amor à verdade e para dirimir eventuais dúvidas quanto à integridade e lisura dos signatários na condução dos interesses sociais da nossa veneranda CGADB, esta cumprindo o seu dever espiritual, moral, estatutário e legal de defender a instituição e ao seu órgão diretivo na forma do estatuto social em vigor, vem ao público prestar os seguintes esclarecimentos, por amor a verdade e respeito às consciências daqueles que pugnam por uma conduta séria, honrada e espiritual, como convém a todos que servem na seara do Senhor Jesus:

1) Na notificação firmada pelo ilustre pastor Silas Lima Malafaia, foi comunicado a sua renúncia ao cargo de 1º vice-presidente da CGADB, eleito que foi na última Assembléia Geral Ordinária em Vitória-ES, em abril de 2009, como também o seu desligamento do quadro de membros.

Evidentemente que poderia ter ocorrido a renúncia sem o desligamento, pois a primeira não era dependente da segunda.

Os motivos apontados na precitada comunicação não são atuais, pois, como ele próprio diz, “Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes”.

Esta Mesa Diretora já se manifestou anteriormente por nota de esclarecimento similar a presente, publicada no “Mensageiro da Paz”, nº 1.490, de julho/2009, por ocasião de manifestação televisiva de outro convencional.

2) Conforme disposição contida no artigo 44, III, do estatuto social em vigor, o atendimento das exigências da precitada comissão especial a que se referiu o renunciante não era, como não é, de todo o órgão diretivo, mas do 1º tesoureiro, como a seguir transcrito:

Art. 44. Compete ao 1º Tesoureiro:

III – elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária;

Portanto, trata-se de competência legal individual específica, cabendo àquele que foi eleito para o cargo, ter consigo a consciência da atribuição que lhe é conferida pela norma estatutária;

3) Quanto à renúncia do 1º Tesoureiro, o honrado servo de Deus pastor Antonio Silva Santana, foi alegado, dentre outros motivos para a sua renúncia, que:

a) “só tomei posse em 29 de julho de 2009”;

b) “só a partir desta data é que fui tomando conhecimento da real situação fiscal e financeira da CGADB;

c) “a cada dia fica impossível o levantamento de toda a documentação contábil, fiscal e bancária, uma vez que não foi atendida à solicitação do Conselho Fiscal da CGADB lavrado em 12 de março de 2010 solicitando uma auditoria nas contas do mandato anterior a 2009”;

 

4) Confrontando-as, a Mesa Diretora esclarece:

a) o ilustre renunciante não tomou posse na data por ele alegada, pois, ela ocorreu juntamente com os demais eleitos no dia 25 de abril de 2009, conforme o termo por ele assinado, passando a ser de fato e de direito o 1º tesoureiro da CGADB a partir de então. Se o tesoureiro anterior não lhe repassou as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, o fato fica restrito aos dois e não a todo o órgão diretivo;

b) na condição de eleito e empossado, passou a ser de sua exclusiva competência solucionar as pendências existentes, podendo, inclusive, ter solicitado a cooperação do Conselho Fiscal para proceder aos levantamentos necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos, o que não aconteceu;

c) atendendo a solicitação do ilustre renunciante, a presidência autorizou-lhe contratar todos os funcionários necessários ao perfeito desempenho das tarefas da tesouraria, tendo ele contratado com vínculo empregatício apenas um assessor, que não residia na sede da CGADB, e substituído duas funcionárias para as tarefas subalternas;

d) na reunião da Mesa Diretora realizada em 12 de março de 2010, em cuja data o Conselho Fiscal apresentou o pedido de realização de auditoria referido pelo renunciante em sua notificação, foi decidido que uma comissão especial procederia todos os levantamentos necessários junto a Tesouraria, controladoria, prestadores de serviços, bancos, etc, para esclarecer os fatos e apontar as soluções adequadas, para que fossem atendidas as recomendações contidas no relatório da comissão especial da Assembléia Geral ordinária realizada em Vitória-ES.

Após os exaustivos trabalhos desenvolvidos pela precitada comissão especial, o qual contou com a participação pessoal do renunciante, foi elaborado um relatório apontando os fatos que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008, e as medidas corretivas necessárias ao atendimento das exigências legais;

e) no mesmo relatório, a comissão especial relata que muitos dos cheques emitidos pela CGADB e devolvidos pelas instituições bancárias sacadas, foram em razão de convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas emitidos, não terem sido honrados pelos emitentes, o que contribuiu para que os cheques emitidos para pagamentos com as receitas oriundas das anuidades e inscrições não terem sido cobertos;

f) a comissão especial também conseguiu, através do profissional que presta serviços na área de informática, unificar e uniformizar os dados utilizados pela Secretaria Geral e Tesouraria, resgatar as informações financeiras e documentação que permitissem a elaboração dos balanços acima referidos pelo contador, resgatar os cheques devolvidos que estavam em poder de terceiros e proceder as baixas junto aos bancos sacados com baixa nos órgãos de créditos, o que está contribuindo para normalização do funcionamento da tesouraria e controladoria da CGADB.

Resta claro, portanto, que as motivações para as renúncias, embora pareçam similares, são distintas, pois, enquanto o pastor Silas Lima Malafaia usou fatos já ultrapassados, abordados e decididos pela Assembléia Geral em Vitória-ES, o pastor Antonio Silva Santana não teve as iniciativas que lhe cabiam tomar para solucionar as dificuldades herdadas de gestões anteriores a sua, por ter assumido o cargo que traz consigo os encargos atribuídos pelo estatuto social, dentre outros, o de apresentar os relatórios financeiros e contábeis.

 Considerações Finais 

Para finalizar a presente NOTA, e ainda objetivando tratar a questão: “dificuldades financeiras” enfrentadas pela Convenção Geral, os esclarecimentos adicionais se fazem necessários:

A Convenção Geral, sendo uma associação de ministros do evangelho, não de igrejas, conta como únicas fontes de receitas as anuidades de seus membros, os repasses efetuados pela CPAD, e, por ocasião da Assembléia Geral, as taxas de inscrições.

É de amplo conhecimento que, na prática, grande maioria dos pastores cadastrados regulariza suas anuidades somente nos períodos que antecedem a Assembléia Geral.

Se anexarmos um extrato/planilha referente ao pagamento de anuidades, facilmente será constatado que o último aporte substancial foi no período que antecedeu a AGO em Vitória/ES, mês de abril/2009.

Trata-se de um hábito, pagar as anuidades somente às vésperas das Assembléias Gerais.

Todavia, a Convenção Geral, para dar o devido atendimento diário em sua sede nacional, no Rio de Janeiro-RJ, mantém um prédio de quatro (4) andares em funcionamento, com quadro de funcionários, Secretária Geral, Tesouraria, todos devidamente registrados e assalariados.

Toda a infra-estrutura e custeio para a realização da Assembléia Geral são integralmente pagos pela CGADB. As três últimas RIO/2005 – SÃO PAULO/2007 – VITÓRIA/2009 – e, também as duas últimas Extraordinárias FLORIANÓPOLIS/SC e PORTO ALEGRE/RS, acarretaram para a CGADB despesas elevadíssimas, haja vista a logística para receber os pastores de todo o Brasil.

O número de participantes, cada vez maior, sendo: 4.000 no Rio; 10.000 em São Paulo, 17.000 em Vitória (2.500 em Florianópolis e 4.500 em Porto Alegre).

Todos nós sabemos o quanto custa promover e reunir, por prazo de uma semana, contingente de tal magnitude. Façam seus cálculos.

Analisem ainda, juntamente conosco, o seguinte:

Para dar cumprimento aos seus objetivos sociais a Convenção Geral, por intermédio da Mesa Diretora, realiza simpósios, seminários, reuniões, assembléia geral nas diversas regiões do País, ocasião em que os ocupantes de cargos em Conselhos/Comissões são convocados.

Todos exercem suas atribuições estatutárias sem qualquer remuneração, contando apenas com o reembolso de despesas relativas à hospedagem, alimentação e passagens aéreas.

É cada vez maior o número de reuniões dos órgãos diretivos da CGADB. Os membros residem nas mais longínquas cidades. Contabilizem.

Não é estranho, no âmbito da CGADB, a existência de parceiras de viagens e hospedagens em reuniões maiores, sendo natural que, tais empresas, na condição de prestadoras de serviços façam jus aos acréscimos legais em situação de demora no pagamento por serviços efetivamente prestados.

Enquanto outras associações de grande porte, sem identificarmos a sigla, exige de seus associados pagamentos mensais de R$ 90,00 (mensalidade: R$ 50,00 + Publicações/Boletins: R$ 45,00), nós pastores esperamos a cada dois anos para desembolsarmos R$ 120,00.

Lamentavelmente, inúmeros pagamentos de anuidades e inscrições para Assembléias Gerais, efetuados em cheques, não foram honrados.

Ora, senhores pastores, uma entidade que aufere receitas mais significativas somente por ocasião da Assembléia Geral, não dispondo de outros meios para alavancar recursos; uma entidade que direciona os valores das inscrições em Assembléias para custeio do evento; uma entidade que pacientemente aguarda os períodos pré-convencionais para “cobrar” seus associados; uma entidade que vê a cada ano, crescer o número de participantes em Assembléia Geral acarretando custos elevadíssimos, não é de se admirar, de causar espanto, surpresa, que tal entidade esteja padecendo dificuldades financeiras.

Com os argumentos fáticos ora expostos, o que pretendemos é afastar as qualificações de “DESMANDOS, DESCALABRO, CONIVÊNCIA”, referidas em uma das notificações supracitadas. Segundo o Dicionário Aurélio, da Língua Portuguesa, “DESMANDO: é ato ou efeito de desmandar. Desobediência. Excesso. Abuso. DESCALABRO: Grande dano ou perda. Ruína. DESMANDAR: Mandar o contrário de (o que se tinha mandado). Transgredir ordens.

Pedimos aos Pastores do Brasil, que analisem a vida pessoal e o ministério de cada um de nós, diretores da Convenção Geral; que reflitam sobre os vários anos de pastorado; que, avaliem que pesem os vários anos a serviço da Convenção Geral, sem qualquer apego material ou financeiro, sem qualquer remuneração, pois entendemos que o trabalho feito junto a nossa instituição também faz parte da chamada e da vocação ministerial; e, nos respondam, se por nossos feitos, merecemos ser “rotulados” com os adjetivos de desobedientes, transgressores de ordens, abusadores, causadores de dano, destruidores. Acreditamos que não.

Finalmente, a Mesa Diretora lamenta profundamente os afastamentos dos ilustres e honrados companheiros renunciantes, nada podendo fazer, em respeito aos mesmos, senão a de acatar as decisões pessoais de ambos, e adotar as providências estatutárias para as substituições, mediante a convocação de assembléia geral extraordinária para deliberar quanto às mesmas, e encaminhar ao Conselho Fiscal os balanços já elaborados para apreciação e parecer do Conselho Fiscal, e encaminhamento ao conhecimento de todos os membros da nossa CGADB.

Na certeza de terem sido os esclarecimentos necessários, permanecemos orando a Deus para que as suas bênçãos continuem sendo derramadas nas vidas e ministérios dos ilustres servos de Deus renunciantes, ao tempo que manifestamos sincera gratidão pelo empenho de ambos para o progresso de nossa instituição.  

Natal, RN, 5 de junho de 2010

Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa

Presidente”

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