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Archive for fevereiro \28\UTC 2009

Esposas têm novo prazo

Irmã Wanda Freire é líder da União de Esposas de Ministros da AD (Unemad)

Irmã Wanda Freire é líder da União de Esposas de Ministros da AD (Unemad)

ESPOSAS TÊM NOVO PRAZO
Mesa da CGADB amplia prazo de inscrição para até o dia 15

 

Esposas de ministros e presbíteros que ainda não se inscreveram e quiserem participar da próxima Convenção Geral – a 39ª CGADB, de 20 a 24 de abril, no Centro de Exposições em Carapina, Serra (ES) – têm prazo ampliado. As inscrições que terminaram no dia 20 de janeiro para os ministros-membros da CGADB, eram casadas com as das esposas, porém a mesa diretora da CGADB estabeleceu novo prazo que se estende até o dia 15 de março. Em reunião na CGADB, nos dias 26 e 27 (fev), a mesa definiu a nova data.

 

 

O valor é de R$ 50 sem direito a refeição e alojamento. Todas as esposas de obreiros presentes terão acesso a palestras em local diferente das dos ministros, em auditório próprio, nos mesmos horários (das 9 às 12 e das 14 às 17h).

 

 

Contato para inscrição ou mais informações poderão ser obtidas na CGADB pelos fones 21-3351.3054, 3351.3387, 3351.5256, ou na própria CGADB, à Avenida Vicente de Carvalho, 1.083 – Vicente de Carvalho – Rio de Janeiro (RJ).


Esta matéria poderá ser reproduzida com citação de fonte/crédito.
 

 

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 1,6 MIL PASTORES SOFREM AMEAÇA DE IMPEACHMENT

ANTÔNIO MESQUITA

 

O pedido de impugnação protocolada pela equipe de advogados do pastor Samuel Câmara, candidato à presidência da CGADB, na eleição a ser realizada no dia 23 de abril, em Vitória (ES), foi analisado pela Comissão Eleitoral. Membros da Comissão reuniram-se na sede da CGADB, nos dias 14 e 15/2 (sábado e domingo), e com independência, acataram o pedido. Pastor José Wellington, presidente da CGADB, já havia se antecipado a possíveis questionamentos que poderiam ocorrer durante o período, que antecede a eleição. Sua orientação sempre foi para que todo o processo eleitoral seja transparente, conforme preconiza os novos estatutos da Convenção Geral. Ele reafirmou isso, no mês passado, na capital paulista.

 

Na verdade, as atividades das eleições, dado o volume de inscrição nos últimos momentos, levaram os trabalhos de efetivação das mesmas até a madrugada do dia 23, em trabalho exaustivo. Foi então que todos aceitaram os termos em documento assinado por ambos os lados, em forma de ata, concordando que as inscrições contabilizadas até aquele momento, definitivamente seriam aceitas. Ficariam pendentes somente os ministros que, de posse de comprovante de pagamento efetivado até o dia 20 (jan), e que não tivesse o seu nome na lista, teria o caso analisado.

 

Agora, os ministros, em princípio impedidos de terem acesso às plenárias e, portanto, de exercerem o direito de voto, poderão ter o pedido de impeachment anulado caso provem que pagaram a inscrição antes do dia 21 de janeiro, ou seja, até o último prazo – dia 20, conforme orientação da Comissão Eleitoral da CGADB.

 

Cerca de 10% do total dos inscritos – 1.626 –sofreram a contestação. Os pastores que sofrem a ameaça de impeachment são das seguintes convenções:


897 – Confradesp (São Paulo)

120 – Confraderj (Rio de Janeiro)

100 – Comadespe (São Paulo)

74 – Comaderj (Rio de Janeiro)

50 – Comieadepa (Pará)

43 – Comadebg (Brasília e Goiás)

40 – Cadeeso (Espírito Santo)

36 – Comademg (Minas Gerais)

36 – Cemaderon (Rondônia)

36 – Ceader (Rio de Janeiro)

33 – Comadems (Mato Grosso do Sul)

28 – Comademat (Mato Grosso)

21 – Ceaderj (Rio de Janeiro)

19 – Confradece (Ceará)

18 – Cieadespel (São Paulo)

10 – Ciadescp (Santa Catarina)

9 – Cemeadap (Amapá)

9 – Cemades (Espírito Santo)

8 – Ciadseta (Tocantins)

7 – Cedader (Roraima)

5 – Confradeb/EUA (Estados Unidos)

4 – Ceimadac (Acre)

4 – Ceadeb (Bahia)

3 – Coneadese (Sergipe)

3 – Comadetrim (Minas Gerais)

2 – Cemadern (Rio Grande do Norte)

2 – Comoespo (São Paulo)

2 – (???)

2 – Cadesgo (Goiás)

2 – Ceadema (Maranhão)

2 – (???)

1 – Cemelp (Européia de Língua Portuguesa)

1 – Comadep (Paraíba)

1 – Comeadec (Ceará)

1 – Conadepe (Pernambuco)

1 – Confrateres (Espírito Santo)

1 – Ceadep (Piauí)


Esvaziamento


Segundo informações ao blog de pastores-membros do grupo de apoio à candidatura do pastor Samuel Câmara, com essa possível eliminação, o candidato pretende esvaziar certa quantidade de apoiadores ao pastor José Wellington, e aproximar o seu número de apoiadores a uma quantidade que possa fazer frente ao atual presidente. Embora o pretenso impeachment atinja alguns membros do grupo de apoio ao pastor Samuel Câmara, e que, em tese, não votariam no pastor José Wellington, o número destes na lista é infinitamente menor.

 

Justiça, direito e bom senso

 

Em entrevista o pastor Antônio Carlos Lorenzetti, da Comissão Eleitoral da CGADB, falou do direito de defesa dos pastores impugnados e que poderão apresentar recibos para garantirem o direito de voto. Também indicou a mudança brusca sofrida pela CGADB a partir das mudanças impostas pelo novo estatuto e ainda o número excessivo de inscritos, além da própria adequação à nova realidade. Todas essas dificuldades foram somadas à despesas extras para atender ao pedido de impugnação, com viagens, hospedagem e alimentação de membros da Comissão e outros envolvidos. Pastor Lorenzetti disse ainda que até os TREs do Rio Grande do Norte e do Espírito Santo estão assustados com tamanha disputa e grau de interesse, além das disparidades.

 

ENTREVISTA

Leia entrevista com o pastor Lorenzetti, da Comissão Eleitoral da CGADB.

 

Pergunta: Qual foi o princípio que norteou a decisão do Conselho quanto ao recurso impetrado pelo pastor Samuel Câmara?

Pr. Lorenzetti: O recurso se baseia no princípio da submissão ao edital e à legalidade. A Comissão Eleitoral entendeu que os 1626 ministros impugnados deveriam ter o direito de saberem que estão sendo impugnados e o motivo. Isso se chama ampla defesa. Tratam-se de pessoas que têm uma história de vida na Assembléia de Deus e da própria CGADB, sendo boa parte de pastores-presidentes que estão sendo questionados de terem feito inscrições fora do prazo editalício ou de não terem pago as anuidades ou as inscrições.

 

Portanto, o princípio da proporcionalidade e da legalidade levou a comissão a dar o direito de defesa aos convencionais por meio das suas convenções para apresentarem seus recibos e demonstrarem sua legitimidade na participação da AGO.

 

Pergunta: Qual é o critério que será usado para a decisão final?

Pr. Lorenzetti: O da legalidade, mas não nos afastando do bom senso. No último dia de inscrições houve uma avalanche delas e tanto a secretaria quanto a tesouraria não tiveram tempo suficiente para concluírem os trabalhos de pré-inscrição e confirmação. O fato da impugnação alegar que foram feitas fora do prazo, o que ocorreu na maioria foi a imensidade de fax e documentos que ratificaram os pagamentos e isso não terminou dia 20, mas não tornou a inscrição inválida. No dia 14 de fevereiro, a Comissão validou inscrições de convenções de todo país que comprovaram por meio de documentos enviados após a publicação da lista, terem efetuado os depósitos a tempo. O edital diz “inscrição mediante pagamento” e muitos pastores entenderam que bastava o pagamento e apresentação do documento no dia da AGO para dela participar, desconhecendo a reforma do Estatuto quanto à formação de uma lista de inscritos que serviria para a formação do caderno de votação.

 

Não podemos transformar a lista de inscritos num motivo de depósito de irregularidades, pois não descartamos que tenha havido alguma inscrição fora do prazo, o que detectamos também dia 14 (fev) e indeferimos várias delas, de várias convenções. Doutro bordo, cabe a quem alega a prova da sua afirmação e não será três ou algumas inscrições fora de prazo que invalidarão todo processo eletivo.

 

A impugnação trouxe muitas despesas à CGADB, vez que o deslocamento de membros da comissão, hospedagem, alimentação sai do bolso dos convencionais. Se foi de má fé ou com intenção de travar o processo eleitoral caberá a quem alegar sua prova, mas, sem dúvida, atrasou e encareceu em muito a formação do caderno eleitoral e se não for possível a sua elaboração, quem sabe o impugnante poderá organizar sozinho a eleição no último dia ou trazer alguma revelação a respeito, entretanto, não será a Comissão responsável pela impossibilidade de 1.626 convencionais participarem da AGO.

 

Pergunta: O que os inscritos devem fazer? Cabe alguma iniciativa para tentar salvar o direito ao voto?

Pr. Lorenzetti: A princípio as Convenções deveriam remeter à Comissão Eleitoral os comprovantes de pagamentos das inscrições e anuidades dos seus dignos pastores. A Comissão Eleitoral não tem atribuição para auditar a tesouraria da CGADB em busca de documentos. Cabe a quem alega a prova da certeza. A boa fé se presume e a á fé se prova. Na colheita das defesas e apresentação de documentos juntamente com a comparação com os documentos apresentados pela CGADB formaremos nossa opinião com base nas provas e não em suposições ou insinuações que possam surgir.

 

Cabe aos convencionais também a busca do direito pelo Poder Judiciário. Há tempos que a Justiça vem sendo provocada por alguns convencionais e em último caso, tal recurso. Para tanto, a comissão eleitoral está procurando atender aos estatutos, regimento, edital e aos princípios constitucionais para no futuro, em busca de uma solução judicial demonstrar transparência.

 

Pergunta: A transparência da condução do pleito se concretiza a cada decisão. Dado a sua experiência secular na área, qual a importância desse equilíbrio?

Pr. Lorenzetti: O que falta na CGADB é uma adequação da estrutura ao novo regramento no tocante às eleições. Se houve qualquer problema interno é de natureza estrutural e não moral. Como em qualquer eleição, as pessoas elevam seus ânimos e nessa não está sendo diferente. Em tudo se busca um foco para transformar em ilegal, imoral, o que não é verdade. As pessoas são limitadas e mão de obra para organizar uma eleição não se encontra em qualquer esquina, motivo pelo qual a Comissão está levando em conta as limitações humanas e técnicas.

 

O TRE de Vitória, bem como o nosso no Rio Grande do Norte já se pronunciaram que nunca viram uma eleição não oficial tão disputada, com tantos cargos.

 

O desenho da parametrização das urnas não cabe na nossa estrutura. Desse modo, todo programa e parametrização será do TSE o que nos dá segurança quanto à legitimidade e transparência.

 

Quanto ao resto, contamos com a reserva que cada membro possui. Desde o início da reforma dos estatutos até este momento, o presidente da CGADB se manteve isento nas nossas decisões; não fez nenhuma exigência nem mesmo pedido. Isso nos dá tranquilidade, desse modo, as decisões da Comissão continuarão sendo tomadas sem ânimo pronto, sem pressa, desvestida de qualquer partidarismo, em busca da construção de um modelo que possa ser implementado aos poucos e que funcione.

 

*Pastor Antônio Mesquita é jornalista e presidente do Conselho de Comunicação e Imprensa da CGADB.


Esta matéria poderá ser reproduzida com citação de fonte/crédito.

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Convenção será no Pavilhão de Carapina na Serra (ES)

Convenção será no Pavilhão de Carapina na Serra, Grande Vitória (ES)

 

O número de ministros inscritos para a próxima CGADB, a ser realizada em abril, no Espírito Santo é de 16.736. O final de semana anterior ao prazo final (dia 20/1), e o início da semana (19 e 20) movimentaram a sede da Convenção Geral, em Vicente de Carvalho, na Vila da Penha, no Grande Rio. Números expressivos e pacotes de inscrições chegavam à sede assembleiana. Uma semana antes do prazo final, a quantidade de inscritos já chegava ao segundo recorde, com mais de 3 mil ministros. Na sexta-feira (16), o número já ultrapassa a casa dos 8 mil.

 

Não havia previsão para um número tão expressivo, o máximo esperado chegava até 15 mil ministros, número já bastante alto.

 

“Vitória do Espírito Santo”

O trocadilho entre o nome do Estado e da capital que sediam a próxima CGADB e a predominância da soberana vontade do Senhor, reflete o desejo de muitos homens de Deus, que oram para que a diretiva vontade divina prevaleça. 

 

Agora, a corrida segue para a Grande Vitória (Vitória, Vila Velha, Serra e Aribiri), onde haverá um verdadeiro “congestionamento” em função da presença maciça de ministros assembleianos de todo o Brasil. A primeira diz respeito à busca de vagas na rede hoteleira. Porém, alguns dizem que muitos vão optar por viajar para estarem no local somente no dia da votação. A verdade é que dado a dimensão assembleiana não haverá local que possa, a contento, hospedar tantos ministros de uma só vez. A próxima Assembléia Ordinária da CGADB deverá receber em torno de 50% do total de ministros inscritos na Convenção.

 

Dezoito nomes na urna

Outra preocupação diz respeito ao número de candidatos. São 18 nomes para serem votados: 13 da Mesa (presidente, cinco vices, cinco secretários e dois tesoureiros), mais cinco membros do Conselho Fiscal. A votação não será por chapa, mas por nomes individualmente para cada respectivo cargo. Os dois principais são os pastores José Wellington e Samuel Câmara, candidatos à presidência. Pastor Wellington é do Belenzinho (São Paulo), seguramente o maior ministério no Brasil, enquanto pastor Samuel é do Belém do Pará, igreja onde fora iniciada a obra assembleiana.

 

Urnas e filas

A votação será efetivada por urnas eletrônicas, sob a orientação do TRE. Cada urna pode contar com até 300 votantes, contudo o presidente da CGADB, pastor José Wellington informou que toda a equipe envolvida na eleição trabalha com esmero para que não haja transtornos. Cada fila deverá contar com cerca de 200 votantes e a previsão é de iniciar a votação por volta das 9h do dia 23, e terminar à tarde.

 

Processo com lisura

Segundo o promotor de Justiça e membro da Comissão Eleitoral da CGADB e da AD no Rio Grande do Norte, Antônio Carlos Lorenzetti de Mello, que atua na área eleitoral, suas expectativas era de “no máximo 12 mil inscritos”.

 

Para o especialista, a CGADB ainda deverá persistir na construção de meios para adaptar-se às novas regras para as eleições. Dificuldades só serão vencidas a partir da conscientização de todos. “O grave costume de deixar para o último dia causou um acúmulo de informações”, usadas para a alimentação e confirmação no sistema. E quanto aos impasses ele disse ter havido questionamentos, mas que, “ao final verificamos que houve total lisura”.

 

Quanto as suas expectativas, Lorenzetti enfatizou o principal motivo que dá corpo à CGADB e fez o apelo: “Além do trabalho que será avultado, espero que os convencionais que estiverem presentes não estejam lá somente por causa das eleições, mas pelo todo que será a AGO”, e ainda tranqüilizou os mais resistentes: “Com a utilização do programa do TRE as eleições serão seguras e confiáveis, relegando à Comissão Eleitoral e à CGADB a organização”.

 

Paz entre ministros e união entre as Assembléias de Deus

O presidente da Convenção Geral, pastor José Wellington, disse que espera uma reunião sob a Paz, virtude que sempre evidenciou a união entre as ADs. Também enfatizou a instalação de urnas eletrônicas por meio da TRE daquele Estado. O número de urnas, segundo pastor José Wellington também já foi ampliado, tendo em vista o número de inscritos. 

 

Diferente de todas as demais eleições, a próxima só contará com ministros-eleitores inscritos até o prazo preestabelecido. Conforme a Comissão Eleitoral, os convencionais que não tiveram seus nomes na lista de inscrição, não poderão votar, pois todos os nomes constarão na listagem do sistema do TRE, em função da exigência do uso de urnas eletrônicas. Não haverá como inserir um novo convencional em qualquer outra data, fora da prevista pelo Artigo 82 (pág 51) do Regimento Interno da CGADB. 

 

Inscritos por convenções regionais

CONFRADESP 3.059
CADEESO 1.396
COMADERJ 923
CIADSETA 911
CEADAM 807
COMIEADEPA 777
CEADEB 720
CEADER 697
COMADEMG 669
CEADDIF 644
CONFRADERJ 608
CIEADESPEL 506
COMADESPE 411
CIEADEP 344
COMADESMA 333
COMADEMAT 284
COMADEBG 268
CIADESCP 241
CIADSETA/PA-MT 222
CEMEADAP 219
COMADAL 211
COMADVARDO 194
CONFRATERES 155
CEIMADAC 154
CEMADERON 150
CEADEMA 143
CIEPADERGS 142
CEADERJ 139
COMADALPE 123
CADESGO 114
COMADEMS 114
COMEADEC 101
CEADEP 101
COMADETRIN 99
CEMADES 99
COMOESPO 95
CONFRADECE 94
COAMDEP 93
CIMADEC 80
COMEAD-CGPB 76
CEMADERN 46
COMADEPLAN 46
CONADEPE 36
CEDADER 22
CONFRADEB-EUA 12
CONEADESE 5
CEMELP 2

Foto: www.es.gov.br

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