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Archive for outubro \26\-03:00 2017

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Por meio de honroso preito, a Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto, inaugurou monumento em homenagem aos heróis do 3º Batalhão de Caçadores da Força Pública de São Paulo, sediados no município, na época da Revolução de 32.

Com o monumento, a comunidade resgata a louvável história de sete soldados ribeirão-pretanos, que deram suas vidas durante a Revolução Constitucionalista de 1932, por meio dessa indicação de estrutura cultural de um povo – um monumento.

Autoridades civis e militares lotaram as dependências da Câmara, durante a sessão solene de Outorga à Polícia Militar do Estado de São Paulo, do título de Entidade Amiga de Ribeirão Preto. A PM paulista foi criada em 1831, com 130 homens (100 de infantaria e 30 de cavalaria), e hoje, 186 anos depois, conta com 86 mil homens.

Por meio da homenagem, ocorre a exaltação da cultura brasileira, especificamente dos paulistas, que lutaram contra o governo Getúlio Vargas, por tornar-se ditador, período que perdurou por 15 anos, governando sem ao menos uma constituição, o que também os paulistas exigiam.

Por meio dessa Revolução, com data comemorativa a 9 de julho, nasceu o movimento MMDC, em memória aos jovens heróis da Revolução, Martins, Miragaia, Dráuzio de Camargo.

Além da memória histórica, que constrói uma sociedade e suas raízes, indicadas por seus monumentos, a ação se enche de importância nesse momento em que o país tem suas memórias preteridas, desde o crescimento da influência de políticas de esquerdas.

Tanto que os alunos de hoje, pouco sabem das glórias de nossos bravos homens, tanto em São Paulo quanto nas revoluções em outros Estados, como também da gloriosa participação da Força Expedicionária Brasileira, a FEB, na Segunda Guerra Mundial, na Itália.

Além de vereadores, presididos por Rodrigo Simões, estiveram presentes o prefeito Duarte Nogueira Filho; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nivaldo César Restivo; o comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-3 Ribeirão Preto), o maior do interior, coronel Washington Luiz Gonçalves Pestana; o tenente-coronel de Infantaria Anibal Silva Batista, chefe da 5a Circunscrição de Serviço Militar; o presidente do Instituto dos Magistrados do Brasil, juiz Ricardo Braga Monte Serrat; o juiz federal Augusto Martinez Peres, dentre outras.

Também participaram da cerimônia, membros da Associação de PMs de Cristo, e capelães militares e civis, que servem junto à Polícia Militar paulista.

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PUBLICO CRENTE

Com o artigo intrigante Essa gente incômoda (Veja, 29/set/17), o jornalista J. R. Guzzo teria atacado os cristãos (evangélicos). Não pude escrever este artigo antes, mas insisti hoje, em função das inúmeras contradições na interpretação de seu texto, composto de sutilezas e ironias, imperceptíveis a muitos.

Em primeiro momento, em função das constantes perseguições e incompreensões sofridas pela igreja, por uma sociedade liberal, progressista e tão hedonista, portanto distante das bases cristãs, o artigo soou como intolerante.

Porém, busquei primeiro a identidade do jornalista e pude perceber que suas críticas não estão tão distantes dos conceitos judaicos-cristãos. Em novembro de 2012, Guzzo se viu envolvido em uma polêmica, em torno do artigo Parada gay, cabra e espinafre, também na Veja, cujo teor foi considerado homofóbico. Ele foi questionado por um militante gay da Câmara Federal, que o chama de imbecil. Aí é preciso analisar quem fala de quem!

Percebe-se então, que o seu discurso não indica o que em primeiro momento vê-se, sem uma análise mais debruçada sobre o texto. Se dissesse aquilo que muitos pensaram, o autor se mostraria incoerente, prática observada e detestável no meio jornalístico.

Em seu texto, ele assume o sujeito da crítica, mas a analisar a situação relativa ao crescimento dos Evangélicos e a reação do segmento social, que “se acha” dominadora e dona da razão. Sua conclusão mostra a realidade: O crescimento cristão incomoda muita gente! Ninguém ignora tudo isto.

Sua direção é perceptível no início de seu texto, quando ele diz que a dita elite, descrita por uma lista de adjetivos, tem a esquerda entronizada em seu meio. Também afirma que a mídia, sob forte influência da esquerda, não produz nada que diz respeito a evangélicos, sem alinhavar algo ruim e ameaçador.

No artigo temos o retrato da situação sociológica da posição dos cristãos evangélicos, diante de ricos, poderosos, e os chamados intelectuais, incomodados com o crescimento dessa Fé. Nesse antro representativo está a esquerda, o comunismo gramscismo-maquiavélico.

Toda essa tentativa de castração faz parte de uma suposta liberdade religiosa, enquanto a pluralidade faz-se presente entre os próprios cristãos evangélicos, a tornar-se um verdadeiro calcanhar de Aquiles à vida libertina desses intelectuais do fabianismo.

Agora, a crítica!

Por outro lado, admitimos que essa Boa-Notícia, o Evangelho do Reino, atrai muito mais os desesperançosos e envolve os pequenos, esquecidos, pobres e marginalizados pela sociedade. Esta realidade está de acordo com o texto dito pelo SENHOR: “Graças te dou, ó Pai, SENHOR do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25).

Também concordamos com o joio em meio ao trigo, sem que haja lei ou força, que o possa separá-lo conforme frisa o autor e antecipado por Jesus (Mt 13.36-43). Esse incômodo, representado pelos oportunistas de forma disfarçada ou abertamente, destros em simonia, já preconizados pela Palavra (“cuidando que a piedade seja causa de ganho”, 1Tm 6.5), é crítica universal entre nós cristãos, não é mesmo?!

Sei que pessoas do clero e leigos se apressaram em responder à suposta crítica, mas por força da pressão que incorremos a cada dia. O título do texto sugere isto, mas forma o gancho jornalístico, técnica para levar à leitura – e deu certo!

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