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Pastor Samuel Câmara, após ser vencido em eleição controversa, desfilia-se da CGADB e forma a Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB)

Talvez seja o remédio necessário, embora amargo à própria denominação, pois mostra justamente o inverso daquilo que preconizou o SENHOR sobre a unidade, efetiva marca de Sua presença na Igreja (Jo 17.21-23) .

Às favas a afirmação do SENHOR ‘dei-lhes a glória que a Mim me deste’ (v22) e o ‘santifica-os’ (ser inteiramente ‘outro’)… A glória do homem mostra-se, nessas circunstâncias, mediática e mais atraente!

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Penso que era justamente isto que muitos almejavam. Este caminho é o prenúncio da instalação de um tipo adaptado de monarquia religiosa, com o risco de papismo e distorção do significado de Igreja e respectivos segmentos.

Pastor Samuel Câmara não foi o primeiro, mas segue Madureira, São Cristóvão, Santos, Silas Malafaia…, e não será o último.

Todo o trabalho dos pioneiros vai sendo jogado pelo ralo, sem constrangimentos, enquanto o ‘amar o inimigo’ se efetiva, mas na mesma base da prece de Alziro Zarur (Legião da Boa Vontade), que entendia que deveria, então, rezar pelo Diabo – o Inimigo!

Na versão contextualizada das Sagradas Letras, como fizeram outros, para adaptar a Bíblia as
suas condições, com versão própria, hoje, se puderem tiram-lhe a capa também e não dão um passo junto, pois o ‘Não temos ouro e prata, mas levanta e anda’, adaptou-se perfeitamente ao ‘Não temos o levanta e anda, mas temos o ouro e a prata’!

DIAS DE OBSCURIDADE

Os dias estão mais curtos – com 16h e não mais 24 -, pela elevação da pulsação da Terra, segundo Schumann, cientista alemão -, e podemos perceber claramente que, se ‘os dias não fossem abreviados nenhuma carne se salvaria’ (Mt 24.22).

Esse fato – e respectivas causas e efeitos – corroboram à profecia a apressar o grande o glorioso Dia!
Tem algo positivo nisso tudo!(?).

CARNE, SANGUE E MÚSCULOS

Um orgulho hercúleo e jogos de interesses pessoais sobrepõem ao singular fruto do Espírito, amor, paz, longanimidade, mansidão, temperança. Enquanto a pluralidade da carne e suas obras, como inimizade, porfias, emulações, ira (deusa), pelejas, dissensões, heresias (partidarismo), de Gálatas 5.19-22, combinado com 6.7, são preferidas e, aquele, preterido.

Os que estão na carne nem tentem comemorar, sob a afirmação: O ‘inimigo’ foi derrotado, pois, na verdade, o ‘Inimigo’ está sendo exaltado!

‘Nas coisas essenciais, UNIDADE. Nas coisas não essenciais, LIBERDADE. Em todas as coisas, CARIDADE’ (AMOR)
(Agostinho).

Com relutância, tristeza, choro e dor na alma, num antagonismo de alegria, pois ‘Tudo nos mostra que Cristo já Volta. Breve Jesus Voltará!’

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Por meio de honroso preito, a Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto, inaugurou monumento em homenagem aos heróis do 3º Batalhão de Caçadores da Força Pública de São Paulo, sediados no município, na época da Revolução de 32.

Com o monumento, a comunidade resgata a louvável história de sete soldados ribeirão-pretanos, que deram suas vidas durante a Revolução Constitucionalista de 1932, por meio dessa indicação de estrutura cultural de um povo – um monumento.

Autoridades civis e militares lotaram as dependências da Câmara, durante a sessão solene de Outorga à Polícia Militar do Estado de São Paulo, do título de Entidade Amiga de Ribeirão Preto. A PM paulista foi criada em 1831, com 130 homens (100 de infantaria e 30 de cavalaria), e hoje, 186 anos depois, conta com 86 mil homens.

Por meio da homenagem, ocorre a exaltação da cultura brasileira, especificamente dos paulistas, que lutaram contra o governo Getúlio Vargas, por tornar-se ditador, período que perdurou por 15 anos, governando sem ao menos uma constituição, o que também os paulistas exigiam.

Por meio dessa Revolução, com data comemorativa a 9 de julho, nasceu o movimento MMDC, em memória aos jovens heróis da Revolução, Martins, Miragaia, Dráuzio de Camargo.

Além da memória histórica, que constrói uma sociedade e suas raízes, indicadas por seus monumentos, a ação se enche de importância nesse momento em que o país tem suas memórias preteridas, desde o crescimento da influência de políticas de esquerdas.

Tanto que os alunos de hoje, pouco sabem das glórias de nossos bravos homens, tanto em São Paulo quanto nas revoluções em outros Estados, como também da gloriosa participação da Força Expedicionária Brasileira, a FEB, na Segunda Guerra Mundial, na Itália.

Além de vereadores, presididos por Rodrigo Simões, estiveram presentes o prefeito Duarte Nogueira Filho; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nivaldo César Restivo; o comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-3 Ribeirão Preto), o maior do interior, coronel Washington Luiz Gonçalves Pestana; o tenente-coronel de Infantaria Anibal Silva Batista, chefe da 5a Circunscrição de Serviço Militar; o presidente do Instituto dos Magistrados do Brasil, juiz Ricardo Braga Monte Serrat; o juiz federal Augusto Martinez Peres, dentre outras.

Também participaram da cerimônia, membros da Associação de PMs de Cristo, e capelães militares e civis, que servem junto à Polícia Militar paulista.

PUBLICO CRENTE

Com o artigo intrigante Essa gente incômoda (Veja, 29/set/17), o jornalista J. R. Guzzo teria atacado os cristãos (evangélicos). Não pude escrever este artigo antes, mas insisti hoje, em função das inúmeras contradições na interpretação de seu texto, composto de sutilezas e ironias, imperceptíveis a muitos.

Em primeiro momento, em função das constantes perseguições e incompreensões sofridas pela igreja, por uma sociedade liberal, progressista e tão hedonista, portanto distante das bases cristãs, o artigo soou como intolerante.

Porém, busquei primeiro a identidade do jornalista e pude perceber que suas críticas não estão tão distantes dos conceitos judaicos-cristãos. Em novembro de 2012, Guzzo se viu envolvido em uma polêmica, em torno do artigo Parada gay, cabra e espinafre, também na Veja, cujo teor foi considerado homofóbico. Ele foi questionado por um militante gay da Câmara Federal, que o chama de imbecil. Aí é preciso analisar quem fala de quem!

Percebe-se então, que o seu discurso não indica o que em primeiro momento vê-se, sem uma análise mais debruçada sobre o texto. Se dissesse aquilo que muitos pensaram, o autor se mostraria incoerente, prática observada e detestável no meio jornalístico.

Em seu texto, ele assume o sujeito da crítica, mas a analisar a situação relativa ao crescimento dos Evangélicos e a reação do segmento social, que “se acha” dominadora e dona da razão. Sua conclusão mostra a realidade: O crescimento cristão incomoda muita gente! Ninguém ignora tudo isto.

Sua direção é perceptível no início de seu texto, quando ele diz que a dita elite, descrita por uma lista de adjetivos, tem a esquerda entronizada em seu meio. Também afirma que a mídia, sob forte influência da esquerda, não produz nada que diz respeito a evangélicos, sem alinhavar algo ruim e ameaçador.

No artigo temos o retrato da situação sociológica da posição dos cristãos evangélicos, diante de ricos, poderosos, e os chamados intelectuais, incomodados com o crescimento dessa Fé. Nesse antro representativo está a esquerda, o comunismo gramscismo-maquiavélico.

Toda essa tentativa de castração faz parte de uma suposta liberdade religiosa, enquanto a pluralidade faz-se presente entre os próprios cristãos evangélicos, a tornar-se um verdadeiro calcanhar de Aquiles à vida libertina desses intelectuais do fabianismo.

Agora, a crítica!

Por outro lado, admitimos que essa Boa-Notícia, o Evangelho do Reino, atrai muito mais os desesperançosos e envolve os pequenos, esquecidos, pobres e marginalizados pela sociedade. Esta realidade está de acordo com o texto dito pelo SENHOR: “Graças te dou, ó Pai, SENHOR do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25).

Também concordamos com o joio em meio ao trigo, sem que haja lei ou força, que o possa separá-lo conforme frisa o autor e antecipado por Jesus (Mt 13.36-43). Esse incômodo, representado pelos oportunistas de forma disfarçada ou abertamente, destros em simonia, já preconizados pela Palavra (“cuidando que a piedade seja causa de ganho”, 1Tm 6.5), é crítica universal entre nós cristãos, não é mesmo?!

Sei que pessoas do clero e leigos se apressaram em responder à suposta crítica, mas por força da pressão que incorremos a cada dia. O título do texto sugere isto, mas forma o gancho jornalístico, técnica para levar à leitura – e deu certo!

Douglas clay

Doug (Douglas) E. Clay foi eleito superintendente-geral das Assembleias de Deus dos Estados Unidos. Ele foi eleito nesta quarta-feira (10/8/17), e substitui pastor George O. Wood, que ocupou o cargo por 10 anos. Wood retirou o seu nome da disputa.

Wood pediu aos eleitores do Conselho Geral em Anaheim que não o considerassem mais para o cargo.

“Foi um maravilhoso privilégio servir 24 anos”, declarou Wood, que atuou 14 anos como secretário-geral, antes de sua eleição como superintendente-geral.

Wood usou um microfone para dizer que acreditava que o Espírito Santo o levava a se afastar.

Em seguida, os cinco outros membros da Liderança Executiva, incluindo o então tesoureiro-geral Douglas Clay, abraçaram Wood, enquanto a multidão aplaudia. Clay, aos 56 anos, é o membro mais novo eleito.

Wood serviu como superintendente-geral desde o Conselho Geral em Indianápolis-EUA em 2007. Ele substituiu Thomas Trask, que optou por renunciar ao meio do seu mandato.

CONQUISTAS

Sob a liderança de Wood como superintendente-geral, registrou-se novas iniciativas, incluindo a AG Trust, que arrecadou mais de US$ 23 milhões para plantação e revitalização de igrejas, bolsas de estudo e múltiplas iniciativas e novos recursos.

Também instalou-se a Rede de Multiplicação da Igreja, levando a 3.307 novas igrejas, durante a última década. Mais de 25% das igrejas na AG foram iniciadas durante o mandato de Wood.

Wood também foi um defensor das liberdades religiosas. Como advogado, ele conseguiu conquistas valorosas relacionadas à defesa das liberdades religiosas e a ataques contra a Igreja, ao longo de seu mandato.

RECONHECIMENTO

“Nunca vou chegar aos seus pés”, disse Clay, dirigindo-se a Wood, “mas tomarei como base que você e outros criaram”.

Como tesoureiro-geral, Clay inicialmente preencheu o espaço deixado por James K. Bridges, que renunciou em 2008, após 15 anos no cargo.

Anteriormente atuou como presbítero-executivo da região dos Grandes Lagos, superintendente da Rede do Ministério de Ohio de 2004 a 2008, diretor Nacional de Jovens (1995-97) e diretor Juvenil de Ohio (1989-95).

Também foi pastor-sênior do Calvary Assembly of God em Toledo, Ohio, de 1997 a 2004.

TATUAGEM presos

Alguns exemplos de tatuagens e suas mensagens/significados entre presidiários

Existe uma única passagem direta na Bíblia acerca da  tatuagem. Está em Levítico 19.28: ‘Não fareis tatuagem em vós’.

A primeira parte do versículo trata do rito de luto. Entre os pagãos consistia em incisões e cortes pelo corpo, a constituir manifestação violenta e sentimento de dor. Indicava o desespero diante da morte do parente do morto (21.5 e Dt 14.1).

Apóstolo Paulo faz essa referência de forma indireta e exorta os cristãos a não serem ‘ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não tem esperança’, 1Ts 4.13.

Embora possa parecer que a tatuagem diz respeito à primeira parte do versículo e restrita ao rito de luto, a tradução do hebraico (abaixo) deixa claro existir duas e distintas proibições:

‘Não dareis arranhão em vossa carne por um ser. Não colocareis sobre vós nem inscrição nem tatuagem’.

Dentro do mesmo tema, o texto se estende a outra circunstância totalmente nova, mas semelhante quanto a ação de marcar o corpo, não obstante ser outro caso. Os povos vizinhos de Israel marcavam a pele com os nomes ou símbolos de seus deuses (Dt 14.2).

Cristãos não seguem a Lei. Ela foi dada a Israel com especificidades e propósito, para o nascimento do Messias, mas nem tudo da Lei foi ab-rogado, como, por exemplo, os Mandamentos.

Consideremos ainda o princípio, a origem, objetivos e significados, para chegarmos à aceitação, proibição ou não de incisões de marcas no corpo humano, e se convém ou não (1Co 6.12).

MOTIVAÇÃO

A tatuagem tem vários significados e motivações. Pode indicar autoafirmação, demonstração de independência, pertencimento, membro de facção e/ou de grupos criminosos, presos e suas respectivas áreas de atuação, e ainda rebeldia.

Pode ainda apontar timidez, encobrir falhas, desejo de ser notado, distinção, N.A. (Necessidade de Aparecer), sentido de ser único e/ou exclusivo, ‘poder’…

CORPO SEPARADO (DOS DEMAIS)

Mesmo sem fazer alusão direta ao tema, a Bíblia incentiva o cristão a manter o corpo como santo:  ‘Apresente o seu corpo como sacrifício vivo, santo e aceitável a Deus’, em um culto capitaneado pela razão (Rm 12.1). Santo, além da indicação comum, com a noção  de ‘separado’ (para uma atividade específica), no hebraico significa ‘inteiramente outro’ (kadoshi).

Com o princípio de ‘marcar, manchar’, e a ideia de alterar a natureza, para moldar ou destacar-se, por meio da modificação do corpo, a tatuagem também foi condenada pelo catolicismo romano, com forte perseguição na Idade Média.

MODISMO, PERSONALISMO OU FALTA DE PERSONALIDADE?!

Destacada no presente século, por artistas e jogadores de futebol, as tatuagens só eram usadas, até o século passado, portanto há poucas décadas, para indicar marginais.

Eram exclusivas de presídios, a indicar o tipo de crime praticado: Tráfico (três pontos a formar um triângulo); Furto (quadrado formado por quatro pontos); Estupro (dois pontos horizontais na mão, entre o polegar e indicador); Matador de policial (caveira com punhal cravado); Proteção, violentado ou estuprador (Sra. Aparecida); Homossexual (pinta no rosto, São Sebastião ou borboleta, que ainda indica fuga ou liberdade)…

MENSAGEM

Tatuagem é um ícone, um meio de comunicação, assim como a fala e a escrita, sempre com uma mensagem implícita de caráter/personalidade, revelação e/ou de suposta libertação de traumas…, mas sempre a revelar alguma coisa ou o por quê.

Os astecas, dentre outros povos místicos usavam carrancas, para espantar e expulsar males. Animais podiam indicar poder. Fatos misticos podiam estar em árvores e flores, sol, lua, olho (de Orus)…, como no antigo Egito, com seus símbolos místicos e figuras de seus deuses gravadas.

Nesse meio existe muita tradição religiosa de cunho espírita, portanto, a indicar entidades e tradições  espirituais, com principados e potestades.

ARREPENDIMENTO
Em geral, a tatuagem é buscada durante a adolescência ou em fase etária próxima. É momento de buscas e demonstrações de independência, autoestima etc. Porém, é de domínio geral que, essa fase não é permanente, mas passageira e de arrependimentos do que se fez e não se fez.

Então, é bom lembrar que a tatuagem é  permanente e não contempla o arrependimento de uma figura que se tornará cansativa, não mais ligada a pessoa, do que não mais estará em voga, fora de moda etc.

Também deve-se ponderar quanto a gravação de foto de namorada, nomes e figuras, que poderão sofrer apelo de  alterações com o decorrer do tempo. Ainda poderá ficar fora do design do corpo, com mais ou menos volume (peso); pele envelhecida, com ou sem rugas, a alterar o visual com o passar do tempo.

Já convivi com pessoa que daria tudo para retirar tatuagens por causa da discriminação, em especial na hora de buscar um emprego, por exemplo. Neste caso, existe uma saída: a remoção da mesma. Mas o custo da cirurgia plástica é alto e causa dor. Existem informações de pessoas que se arrependem depois de velhas.

PESQUISA x MOTIVAÇÃO

Entre aqueles que possuem uma tatuagem, a maioria afirma não ter se arrependido de fazê-la (86%) e três em cada dez dizem que ter uma tatuagem os faz sentir mais sexys (30%), rebeldes (25%), saudáveis (9%), inteligentes (8%) e, finalmente, mais atléticos (5%) (The Harris Poll, 2012).

Entre os que não se tatuam, as opiniões são as seguintes: ‘Pelo menos dois em cada cinco dizem que as pessoas com tatuagens são menos atraentes (45%) ou sexys (39%). Um quarto diz que as pessoas com tatuagens são menos inteligentes (27%), possuem menor grau de saúde (25%) e de espiritualidade (25%). E, para finalizar, metade das pessoas sem uma tatuagem afirma sentir as pessoas com tatuagens como sendo mais rebeldes (50%) (The Harris Poll, 2012)’.

TATUAGEM monstro

Em geral as tatuagens são regidas, com fins específicos, pelas forças ocultistas. Estas são conhecidas por líderes desse meio como egrégoras. Esta definição derivada do grego significa ‘velar, vigiar’, a contemplar força espiritual formada pela soma de energias mentais e emocionais, como resultado da junção ou ajuntamento de duas ou mais pessoas.

Neste caso, cada tatuagem tem a orientação de guias espirituais e respectivo significado, ligando a pessoa, através da marca, a tal egrégora, por um DNA espiritualista, como forma de absorver energias, afirmam seus gurus e magos.

Algumas tatuagens tem a função própria de atrair entidades espirituais, sob influência do mundo astral, com propósitos específicos. No mundo espiritual há regências por autoridades, sob domínios de principados, como no caso do divino (leia Daniel 10.2-6,13-21). O SENHOR rege a todos, como ‘Deus dos espíritos’ (Nm 16.22).

Essa dominação aponta para o risco de mostrar-se fora de autoridade espiritual, apontando ao apelo de necessária consulta antes de se tomar decisões duvidosas, para não por-se sob outros domínios (leia Romanos 13.1-2 e Hebreus 13.7; 13.17).

De igual forma existem ícones de guias espirituais na umbamba, candomblé, e outros segmentos espiritualistas, alguns destacados por seriados e por  pessoas famosas, provenientes da Índia, dos celtas, vikings, filosofias espiritualistas orientais…

CASOS DE PÂNICO

Existem casos de pânico sofrido em função de figuras tatuadas no corpo, com registros dessa aflição, provocada pela Síndrome do Pânico. A pessoa sente-se perseguida pela própria figura tatuada em seu corpo ou por alguma coisa não identificada, e entra em aflitivo desespero.

FOCO BÍBLICO

Na Bíblia o direcionamento é direto e o texto, que trata da tatuagem ou marcas no corpo, é distinto do contexto imediatamente anterior, que fala do suplício funeral.

TRADUÇÕES

As traduções não são unânimes em termos de igualdade frasal, mas sempre com a mesma indicação, a lançar luz sobre o texto, mais clara que outra.

‘Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. EU SOU o SENHOR’ (grifo meu). João Ferreira de Almeida, ERC, SBB, 1969.

Na Bíblia de Jerusalém (Nova edição, revista, Paulus): ‘Não fareis incisões no corpo por algum morto e não fareis nenhuma tatuagem’. EU SOU Ihvweh’ (grifo meu).

No hebraico, maior autoridade de tradução, as duas sentenças estão separados por frases distintas e ponto-final – Chouraque, André 1917. Titulo: Ele Clama… (Levítico). IV. Serie. -: A primeira diz de cortes, incisões ou arranhões; a segunda sobre ‘inscrição’ e ‘tatuagem’ (Lv 19.28).

DECISÃO

Tatuagem, a exemplo de tantos outros modismos, não tem apoio nos referencias cristãos, senão negativo. Não soma e é, no mínimo, uma atitude duvidosa do ponto de vista de sua aprovação, além de risco nas questões de relacionamento psicossocial.

Entretanto, como cada um dará conta de si mesmo, por sermos dotados de inteligência, poder de decisão, e fiscalizados pela própria consciência (leia Romanos 2.11-15), naquilo em que não há regras determinantes, no ponto de vista pessoal, torna-se iniciativa de foro íntimo. Tenho dito!

J W 2
Pr. Wellington Junior ao lado de seu mentor e pai, pr. José Wellington B. da Costa
Por meio de reforma de sentença,  o juiz Thomaz de Souza e Melo, do Rio de Janeiro, reconheceu como legal o último pleito da CGADB e homologou a posse da diretoria eleita.

A decisão ocorreu ontem, dia 28 e, portanto, reconhece José Wellington Junior como presidente.

Na decisão, ao mudar a anterior, o juiz diz ‘Reconhecer a validade do pleito realizado’ (dia 9 de abril) ‘autorizando a posse dos eleitos para os cargos da mesa diretora e conselho fiscal, de acordo com o cronograma estabelecido pela própria entidade’.

Pastor Samuel Câmara declarou que ainda não havia se reunido com advogados, mas que está em paz, ‘ante a decisão judicial’ e que haverá recurso da decisão.

OS FATOS

As acusações, que chegaram a cancelar a eleição, por determinação judicial, suspendendo os efeitos da eleição, vão desde inscritos ilegalmente, elementos estranhos, vícios, abusos, a desrespeito às normas, incluindo as dos próprios estatutos da entidade.

CEIA DO SENHOR

Para comemorar a passagem (por cima) da escravidão do Egito, rumo à Terra Prometida (Canaã), os judeus comemoraram, pela primeira vez, a Páscoa (Ex 12 e 13).

Foi o pacto da (Velha) Aliança com Deus e Moisés, no Monte Sinai. Então, em todo o mês de Nisã, também conhecido por Abibe, entre março e abril de nosso calendário, a festa exclusivamente judaica, é comemorada. O Redentor é o próprio Deus.

Este mês marca o início do ano aos israelitas (‘será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dia meses do ano’, Ex 12.2), como símbolo de nova vida ou ano novo religioso, diferente do civil, que começa em setembro.

BASES DA PÁSCOA

É composta de um cordeiro – diferente do carneiro, pois aquele é solteiro, puro, este não -, de até um ano. O animal é sacrificado ao SENHOR e sua carne comida entre a família. Caso seja uma família pequena, menos de com oito, o número poderá ser completado com vizinho.

Este mesmo cordeiro teria de ser limpo, sem manchas no pêlo, sem nenhum vestígio de imperfeição ou doença. Era minuciosamente examinado pelo sacerdote judaico. O dia escolhido é o 14o. A festa é de 7 dias (Ex 13.6).

Toda degustação, sem que nada pudesse estar cru, deveria ser feita com ervas amargas. Estas para lembrar os dias amargos da escravidão no Egito. O tempo, desde a ida do escravo José, que durou 400 anos.

NOSSA ‘PÁSCOA’

Diante da Páscoa judaica, o SENHOR Jesus instituiu a Ceia do SENHOR, mas não a Páscoa. Ele instalou a Ceia como símbolo da Nova Aliança no seu sangue: O Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo’ (Jo 1.29 e Hb 12.24).

Neste pacto do Novo Testamento, o SENHOR come com os discípulos pão, símbolo do Seu corpo, a substituir a carne do cordeiro, e toma o suco da vide, como símbolo de Seu sangue. ‘Este é o NOVO Testamento no meu sangue’, 1Co 11.25. Neste, o Cordeiro é Jesus, o Monte é o Calvário, o Redentor é Cristo!

Como se nota, os elementos são representativos e não literais, obviamente, pois o próprio SENHOR o come e o toma, dizendo: ‘Isto” é o meu corpo'” (Mt 26.28) e não ‘Este’.

Após participarem da Ceia, o SENHOR e os discípulos cantam hinos (26.30), compostos dos salmos 113 a 118. Hino deriva-se do hebraico hallel, também raiz de Haleluia (Aleluia), Louvor ao SENHOR.

Apóstolo Paulo ao estabelecer a Ceia (Eucaristia) como parte da doutrina cristã (1Co 11.23-28), combate ajuntamento à moda pascal, com muita comilança (v17-22; 33-34).

CRISTO, A NOSSA PÁSCOA

ELE  ‘é mediador dum melhor concerto, que está confirmado em melhores promessas’ (Hb 8.6),  e então, é tirado ‘o primeiro, para estabelecer o segundo’ (10.9), ‘E por isto é Mediador dum novo Testamento, para que, intervindo a morte para a remissão das transgressões que havia debaixo do primeiro testamento , os chamados tecebam a promessa da herança eterna’, Hb 9.15.

Conclui-se que a nossa Páscoa, literalmente Passagem da escravidão do mundo, para s Eternidade, é Cristo:  A Ceia é a nossa Páscoa e a maior festa cristã (1Co 5.7), e não mais fazemos mais festas com fermento velho (1Co 5.6).