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Esta notícia já era para eu ter publicado. Mas, confesso, não acreditei ser verdadeira. Deixei para comprovar a veracidade para, depois, publicar. Tanto que não se viu o destaque merecido na mídia.

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Para fortalecer o crédito e como ironia também, tomei ainda o texto do G1 (do grupo O Globo), distribuído pela France Press, sob o título: ‘Convenção Europeia dos Direitos Humanos não inclui casamento gay’ e o subtítulo: ‘Tribunal plurinacional rejeitou recurso interposto por casal austríaco. Corte considerou que não há consenso entre estados membros’.

Segundo o texto, a Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), a Corte de Estrasburgo, localizada na França e líder mundial dos Direitos Humanos, ‘não consagra o direito ao casamento homossexual’.

UNANIMIDADE

Foi a resposta emitida pelo tribunal, ao rejeitar ‘recurso apresentado por dois homossexuais austríacos que querem se unir em matrimônio’. Os 47 juízes (dos 47 países) foram unânimes em afirmar que não existe direito ao casamento homossexual.

Os dois homens, Horst Michael Schalk, 48 anos, e Johann Franz Kopf, 50, residentes em Viena, apresentaram recurso à corte. Os insistem na questão desde 2002, sem obterem sucesso sobre esse eventual casamento, em seu país. Eles apresentaram recursos até chegar à instituição plurinacional, que não lhes deu razão.

ARGUMENTO DA DISCRIMINAÇÃO

Em nova tentativa durante uma audiência, destacando a lei civil (de 1/1/2010), que não lhes permite a adoção, alegaram discriminação, mas também a corte não lhes deu razão.

Quanto ao princípio da não-discriminação, o Tribunal também acrescentou que não existe qualquer discriminação, já que “os Estados são livres de reservar o casamento apenas a casais heterossexuais.

FUNDAMENTAÇÃO

Para a sentença, considerou-se informações socioculturais, com base na ordem natural, senso comum, relatórios científicos e, claro, no direito positivo. Com referência principalmente e este último, a sentença baseou-se no artigo 12 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, equivalente aos artigos dos Tratados de Direitos Humanos, como no caso do 17 do Pacto de San José e nº 23, do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.

Na Resolução, o Tribunal decidiu que a noção de família não só contempla ‘o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher’, mas também que não devem ser impostas a governos a ‘obrigação de abrir o casamento a pessoas do mesmo sexo’.

Para destacar essa posição, o tribunal afirmou não haver ‘consenso entre os Estados membros do Conselho da Europa sobre o tema do casamento homossexual’.

 

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Editora CPAD da qual Wellington Junior é o presidente do Conselho Administrativo, segundo cargo mais disputado na CGADB

Com a ação de membros de CGADB, o juiz da comarca de Corumbá de Goiás, anulou a candidatura de José Wellington Junior à presidência da CGADB, e ainda afastou Antonio Lorenzetti da presidência da Comissão Eleitoral. Ele entendeu que Lorenzetti, como promotor de Justiça, não poderia ocupar a função, por suas atribuições.

Em seu despacho, o juiz justifica que ‘não foram observadas as determinações contidas no Edital de Convocação para a 43ª AGO da CGADB e o Edital Eleitoral”.

Conforme artigo 11 do Estatuto Social da CGABD, que preestabelece que ‘não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificavelmente da AGO e os diretores da CPAD’.

No parágrafo único está preestabelecido: Diretores da CPAD são impedidos de ocupar cargos aos órgãos da CGADB’.

FATOS

Em 17 de outubro de 2016, a Comissão Eleitoral, em ofício encaminhado a José Wellington Junior, o presidente Antonio Carlos Lorenzetti, avisa-o sobre a nulidade de sua candidatura. Ele cita o artigo acima e afirma: ‘Desse modo, vossa senhoria, está impedido de se candidatar-se a qualquer cargo da mesa diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação de vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta, ensejando o cancelamento imediato do registro’.

Por sua vez, o juiz também observa certa tentativa de acomodar a situação pela Comissão Eleitoral, quando diz: ‘Cumpre ressaltar que a Comissão Eleitoral ao admitir a candidatura de Pr. José Wellington Bezerra da Costa Junior à presidência da CGADB não atentou ao fato do mesmo não ter se desincompatibilizado do atual cargo que ocupa junto a CPAD.’

Por fim, observa que a pretensão do autor da ação é louvável, ‘pois busca junto ao Judiciário corrigir erro grave no Processo Eleitoral ao Cargo de Presidente da CGADB’ e que não resta dúvidas quanto à nulidade da candidatura.

MAQUEAMENTO

No dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral, José Wellington Junior envia ofício ao vice-presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, Kemuel Pinheiro Sotero e solicita ‘Licença do Cargo de Presidente do Conselho Administrativo da CPAD’.

Esta solicitação, embora não de forma de descompatibilização, como determina o Estatuto, é tardia e soa como tentativa de driblar a situação.

Foi feita no dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral; e, terceiro, porque é recorrente e tardia, pois embora datada de 18 de outubro, solicita “Licença” de ’02.08.16 a 10.04.2017’; terceiro, com o licenciamento José Wellington Junior permaneceria com o cargo garantido, sem a renúncia e ainda, permaneceu com vínculos, a ganhar o prestígio.

PESO DO CARGO

Esse cargo de presidente do Conselho Administrativo da CPAD, editora de abrangência nacional e internacional, é o segundo da CGADB mais desejado, perdendo somente para a Presidência da CGADB.

Com o domínio das atribuições, mesmo que extraoficial geral prestígio, decorrente das ações e influência da editora junto aos membros da CGADB, portanto eleitores.

TROPEÇO DA COMISSÃO ELEITORAL

Por sua vez, a Comissão Eleitoral não poderia ter acatado o registro da candidatura de José Wellington Junior. O ofício que alerta para a ausência de descompatibilização é posterior ao registro de candidatura, e colide com a exigência do próprio Edital Eleitoral, conforme seu artigo 15:

‘O REGISTRO de candidato inelegível ou que não atenta às condições de elegibilidade será indeferido, ainda que não tenha havido impugnação, sendo comunicado imediatamente ao interessado’ (o grifo é nosso).

DECISÃO

Diante de todos os fatos, que maculam o processo eleitoral e as provas de que está ‘eivado de vícios’, o autor Efraim Soares de Moura buscou corrigi-lo, por meio dessa ação.

Em sua decisão, o juiz determina a ”‘nulidade absoluta, ensejando cancelamento imediato do registro’, haja vista que descumpriu determinação contida no Edital mencionado…’”

O Evangelho chegou ao Brasil a partir dos huguenotes, depois da instalação da expedição de colonos franceses, sob o comando do vice-almirante francês Nicolau Durant de Villegagnon, em 10 de novembro de 1555. Instalou-se na Ilha de Serigipe, que depois recebeu o seu nome, local onde atualmente está o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Ele foi enviado ao Brasil, para fundar um domínio francês chamado França Antártica, com permissão do Rei Henrique II.

A ideia inicial era a construção de um refúgio aos perseguidos huguenotes. O vice-almirante escreve a Calvino e pediu o envio de obreiros-missionários para implantar uma obra cristã no Rio. O objetivo principal da solicitação a Calvino, era para manter a paz e segurança, uma vez que a primeira leva trazida por Villegagnon havia causado revolta e insubmissão, com acusações ao vice-almirante.

Calvino enviou 14 crentes, com dois pastores e um estudante de Teologia, que trabalharia como repórter-historiador. Dentre eles estavam Pierre Richier, 50 anos, ministro do Evangelho e doutor em Teologia,  Guilhaume Chartier, 30 anos, também ministro, e o estudante Jean de Lery. O grupo veio ao Brasil para estabelecer a igreja cristã. Com eles, além de 800 soldados, havia mais 200 artesãos.

Evangelho de Cristo no Brasil

1557 (7 de março) – Chegam ao Brasil os primeiros missionários cristãos, enviados por João Calvino e sob orientação dos pastores franceses Pierre Richier e Guillaume.

1557 (10 de março) – Primeiro culto nas Américas. Com a chegada da segunda expedição de colonos franceses, realizou-se o primeiro culto nas Américas, também na mesma ilha, dirigido pelo pastor Pierre Richier. Ele leu salmos 27.3-4, como base de seu sermão. Eles cantaram o Hino salmo 5.

1557 (21 de março) – Realizou-se a primeira Ceia do Senhor celebrada no domingo.

Perseguição

Depois da instalação dos enviados por Calvino, o Pai do Presbiterianismo, Villegagnon mudou de lado e passou a persegui-los. Muitos foram presos e outros fugiram. Todos foram declarados hereges – motivo de morte –, após terem se declarado cristãos por escrito, como fez Jean du Bourdel, e foram presos no forte da ilha no dia 8 de fevereiro de 1558. Outros colonos perseguidos fugiam em embarcações de índios, como Le Balleur, que conseguiu chegar a São Vicente (atual São Paulo).

O navio francês Jacques, após aportar na Bahia de Guanabara, no dia 4 de janeiro de 1558, levou de volta os huguenotes, que fugiam da perseguição de Villegagnon. Este, embora francês, traiu seus compatriotas, por meio de acordo com a Coroa Portuguesa e catolicismo romano, que, por sua vez, temia perder o espaço religioso. Cinco dos huguenotes não puderam partir. Foram declarados espiões. Entre eles estava Jean le Balleur.

No dia 9, os quatro foram amarrados. Um deles, André la Fon, retratou-se e foi poupado. Os outros três, Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil e Pierre Bourdon foram estrangulados e lançados ao mar na Baía de Guanabara, no penhasco ao norte da ilha.

Perseguição aos cristãos

Como estratégia para expulsar os franceses, Portugal acabou fundando em 1565, por meio de Estácio de Sá, a cidade de São Sebastião (atual Rio de Janeiro), em 20 de janeiro de 1955 – daí o nome.

Além da expulsão dos franceses, Portugal, ligado ao catolicismo romano, estava preocupado com a implantação da Igreja cristã, por meio dos huguenotes, ocasionando a fundação do Rio.

Estácio de Sá morreu na luta em 1567 e seu tio Mem de Sá saiu da Bahia, para assumir o comando, enquanto Jacques le Balleur, que estava preso na Bahia, foi transportado para o Rio, onde fora morto.

Mem de Sá concluiu a expulsão dos franceses e enforcou Belleur, no Forte Colgny. A derrota dos franceses se deu em função da traição e perseguição de Villegagnon, fazendo com que muitos franceses fugissem, enfraquecendo o número de defensores da ilha

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Anchieta matou um cristão

Os huguenotes foram simultaneamente perseguidos pelo catoliscismo romano, por motivos obvios, por meio também de Anchieta. Em um dos casos, o carrasco, por não demonstrar muita habilidade com a atrocidade e deixar um cristão-huguenote em agonia, recebeu a interferência do padre Anchieta, que quis demostrar “como se mata um herege”. As informações da perseguição da Igreja Católica aos cristãos estão registradas na Biblioteca da Marinha, no Rio.

A mais cruel perseguição  aos cristãos (evangélicos) ocorreu durante a “santa” Inquisição. Somente na Noite de São Bartolomeu, mais de 100 mil crentes (chamados pejorativamente de huguenotes) foram mortos na França. Casos semelhantes aconteceram em várias partes do mundo.

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Não tenho credenciais institucionais para defender o presidente dos EUA. Toda a atenção deve ser dirigida ao nosso país, carente de planejamento e estruturas mínimas e perspectivas, portanto, longe de dar-nos know how para vislumbrar críticas com propriedade.

Porém, sinto-me arrastado para essa discussão, pois há muita história e frases fictícias, que teriam sido ditas por ele. Há um notável complô da mídia, quase totalmente progressista e ateísta, e sua capacidade subliminar, somadas a forças de interesses semelhantes. Usam toda a influência possível para desmerecer os ideários, o latente, do novo presidente norte-americano, o ‘Trombeta’ (Trump), por meio daquilo que está à mostra.

Das frases atribuídas a ele, nota-se a que trata da observação de uma das partes do corpo feminino, justamente a protuberância caudal, que os norte-americanos, diferentes de os brasileiros, não lhe dão a menor importância!

Há muita falácia, além daquilo que é real. Trump se revela não progressista e, portanto, contra avanços que agridem o ser humano, como a discriminalização do aborto e formas impostas, que vão goela-abaixo, caracterizadas como agressões à natureza humana, elevando desvios, por imposição, como no caso do endereço no website da Casa Branca, dedicado especialmente ao grupo LGBL.

Ignorância real!

Usa-se muito a ignorância, desviada de seu emprego comum, para figurá-la como medição entre progressistas e conservadores, embora seja empregada para medir ausência de conhecimento. Esta falha, preconizada pela Bíblia – ‘O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento’; outra versão diz: ‘foi feito escravo’ (Os 4.6) –, é justamente o que se usa para destruir bases elementares da manutenção e preservação humana. Por esta o homem procria, forma família, mantém a nação (costumes, cultura, língua, leis, constituição…), e a convivência sadia e divinamente imposta, para o bem-estar de ‘todos’, e a consequente preservação humana em todos os seus aspectos.

‘A Voz do Povo!’

Obama estava bem focado ao que o mundo clama, em termos de quebra de paradigmas, incluindo os de cunho divinos. Ele foi usado para tentar conduzir o mundo a essa estrada poeirenta.

A questão é que nem Obama nem Trump são modelos, mas foram eleitos pela maior e mais exemplar democracia do mundo! Respostas ao pedido e reclamação de circunstâncias vividas pelo povo. Essa resposta faz parte da balança sazonal, que equilibra x desequilibra o mundo.

Obama, por exemplo, pode ser julgado pelo que fez e pelo não fez, ao contrário de Trump, que não tem do que ser julgado, quanto àquilo que prometera ou a que foi eleito!

O ex-presidente mentiu na questão do fim do presídio de Guantânamo; reconheceu o erro da retirada de soldados do Iraque, a possibilitar a evolução de terroristas muçulmanos para a criação de um Estado próprio; reviveu o aumento da guerra étnica, com discriminação a afro-descendentes…; além da agressão a costumes humanos, troféu para muitos.

A questão é que a maioria pró-Obama não consegue fundamentar a famigerada e enganosa frase ‘A voz do povo é a voz de Deus!’, pois a voz do Eterno não é emitida de baixo para cima, mas no sentido inverso. E mais, ‘o mundo jaz no maligno’ e tem como seu príncipe o Pai da Mentira.

Visão sem-cera

Traços claros de prepotência, egocentrismo, narcisismo…, por suas características sociais avantajadas, desdenham o novo presidente norte-americano, a um círculo além das fronteiras comuns de rejeição costumeira. É a bênção transformada em maldição, justamente por causa do amor equivocado, raiz de todos os males. Com isso, evidencia a rejeição inicial de todos os radicais, como foi com Obama, em suas devidas proporções, também no início de mandato.

O que fica claro e o que está em jogo, não é propriamente a discussão do arquétipo de Trump, mas a demolição arquitetada daquilo que ele representa, em termos de filosofia político-humana.

Enquanto a atenção se foca nesse falastrão, o alvo vai além dessa figura, muitas vezes carregada de esteriótipo patético, exposto pela dificuldade de equilibrar a filosofia representada e o discurso. Nisto ele incorpora, de forma azeitada, a propaganda contrária, como boneco de pano, que se espeta além do tecido, atingindo órgãos internos, àquilo que não esta à vista daqueles que se deixam enfeitiçar pelo vodu dessa filosofia tão efêmera, e não menos sodomizada.

ATUALIZADO: Depois de inúmeros contratempos e descumprimento de medida judicial, firmada por meio de acordo, agora qualquer pastor poderá entrar com ação contra a candidatura de Wellington Junior, por falta de desincompatibilização no momento adequado.

Pastor Wellington Junior, por ocasião do registro de seu nome, como candidato à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), não teria renunciado ao cargo de presidente do Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembleia de Deus (CPAD), por questões de incompatibilidade, conforme estabelece o Estatuto Social da CGADB, no parágrafo único do Art. 11º.

Membros da CGADB ressaltaram que nenhum periódico da CPAD publicou a notícia do licenciamento do presidente do Conselho de Administração da editora, passados mais de 3 meses do dito ‘licenciamento’ não foi noticiado uma única linha sobre o assunto, levando a crer que tudo não passou de uma manobra para burlar o impedimento estabelecido no estatuto social.

INFLUÊNCIA

Na verdade, a CPAD ‘ocupa’ a função própria da CGADB, com ações de representatividade acima daquela, por questões e de sua atividade e força financeira, que acaba por influenciar os rumos da denominação.

Também porque o cargo de presidente do Conselho Administrativo é o segundo mais almejado, justamente por oferecer status, muita influência e poder de domínio, depois da presidência da CGADB.

Dado a isto, é fácil entender que a presença de José Wellington Junior em sua presidência deverá, sem dúvida, direcionar o resultado da eleição, a ocorrer em abril.

AÇÃO PROVOCADA

A gota d’água para que essa ‘descoberta’ viesse à tona, foi o não cumprimento do acordo, feito na Justiça, para cessar a multa milionária a pastor José Wellington, como presidente da CGADB, por não cumprir a determinação da própria Justiça, de apresentar a lista de inscrições e pagamentos, dos membros, por ocasião da última eleição.

Essa lista deveria indicar a lisura ou o comprometimento da condução da eleição. Contudo, jamais ela foi apresentada.

AÇÃO JUDICIAL

Resta, agora, uma nova ação, a qualquer interessado, de impedir que algo semelhante ocorra, e a influência econômica seja a principal ferramenta da próxima eleição, em busca de  transparência na condução do processo.

Segundo o advogado Cláudio Dias, ‘por hora são somente impugnações. Vamos esperar a resposta da Comissão Eleitoral e, aí sim, dependendo da mesma, e aí sim poderão transformarem-se em ação judicial’.

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Artigo adaptado do Wall Street Jornal (Nina Adam e William Wilkes, 18/9/16)

Instalados sob a pele, implantes minúsculos podem substituir chaves, cartões de loja de negócios e dados médicos e muito mais. Os chips RFID sob a pele podem ser  programados para executar várias tarefas

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Pode se usar até vários desses implantes ou tags, embutidos no tecido gorduroso das mãos e braço. São tags usados para desbloquear não apenas a porta do apartamento, com um acena de mão, mas também escritório e portão. Outro armazena informações como o nome da empresa, detalhes de contato e ainda outro contém informações semelhantes para encontros não comerciais.

Os implantes podem ser ativados e verificados pelos leitores que usam tecnologia de identificação de rádio frequência, ou RFID. Incluem smartphones comuns e leitores já instalados em edifícios de escritórios para permitir a entrada com um cartão de identificação comum.

RÁPIDO E EFICAZ

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Não há dados abrangentes sobre quantas pessoas têm implantes RFID em seus corpos, mas os varejistas estimam o total de 30 mil a 50 mil pessoas no mundo.

O fato de que as etiquetas não podem ser perdidas é uma atração. Outra, dizem os usuários, é que as tags não operam sob seu próprio poder, mas sim são ativados quando são lidas por um scanner. Isso significa que eles nunca podem ser inutilizados por uma bateria morta como smartphones.

O QUE A BÍBLIA DIZ

‘Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar em nome da primeira besta, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera.

Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis’, Ap 13.14-18.

FORMA DE DOMÍNIO

A marca da Besta será uma forma de domínio sobre o ser humano, incluindo o mercado, isto é, ninguém poderá subsistir sem a marca, para fazer qualquer tipo de compra, incluindo as básicas.

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A Besta diz respeito a um sistema de Governo humano, mas com representação de cunho espiritual e em oposição ao SENHOR.

Dessa representação uma imagem/ídolo porta como centro de adoração (v15). Hoje temos clareza para entender isso. A cibernética mostra essa possibilidade, em que a mistura do barro ao ferro, cremos ser uma construção parabólica de Daniel:
‘Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro’, Dn 2.43.

ROBÔS MAIS INTELIGENTES

Segundo o físico britânico Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, afirma que as formas primitivas de inteligência criadas até agora por computadores foram um sucesso e mostraram-se úteis.

A voz dele, por exemplo, é em parte robótica, mas ele teme as consequências dos avanços. Os robôs podem superar os homens no futuro. Quando? Em menos de 100 anos, diz ele.

Os humanos, cuja evolução é lenta, seguindo o ritmo biológico, não teriam condições de competir com suas próprias criações.

Outros cientistas acreditam que, com a atual velocidade dos supercopmputadores, em três decadas, as máquinas vão chegar à inteligencia artificial. Computadores já derrotam campeões de xadrez

A MARCA DA BESTA

Os números 666 é a representação em numeros de um nome. Também pode representar a capacidade máxima humana: o número do homem é 6, ampliado na máxima da trindade humana.

Essa marca pode ser representada por meio de tatuagem, como as usadas para marcar escravos e ainda soldados.

Ainda na época dos escritos bíblicos do NT, devotos religiosos se tatuavam com seus ídolos-deuses protetores.

3Macabeus descreve a marca do deus Dionísio usada por Ptolomeu IV Filopátor (221-203aC). São formas colocadas em oposição pelo apóstolo Paulo, conforme Gálatas 6.17, pois os escravos eram tatuados com o nome de seu dono.1

1) Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.Thomas, Revelation 8-22, p. 181. Revista Chamada da Meia-noite  (jan/2004)

 

 

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Pastor Antonio Santana, ao lado da esposa, irmã Lourdes

Em assembleia geral extraodinária, pastor Jairo Santana foi empossado presidente da AD em Ribeirão Preto. Ele substituiu seu pai, pastor Antonio Santana, jubilado no mesmo dia (27jul). O nome de pastor Jairo só foi publicado ontem, no dia da posse, no final da tarde. À noite, no Grande Templo, à Avenida Eduardo Andrea Matarazzo, 3.820, na Via Norte, o nome foi oficializado.

Dirigida pelo presidente da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Triângulo Mineiro (Comadetrim), pastor Álvaro Além Sanches, a assembleia no grande templo, que por suas dimensões é usado somente para grandes eventos, recebeu membros da cidade, da região, de cidades do Estado e de outros Estados.

PASTOR JAIRO

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Pastor Jairo, 59 anos, é conhecido por sua simplicidade e, portanto, querido por todos. Era o segundo vice-presidente e pastoreava a igreja no Planalto Verde, bairro de Ribeirão Preto e uma das mais destacadas congregações. Sempre atuou secularmente para sobreviver, e somente nos últimos anos passou a dedicar-se mais à obra do SENHOR e ajudar seu pai. Sempre foi fiel e não carrega nada que possa causar-lhe impedimento de assumir tamanha honra.

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Sua esposa Rosana (foto acima) sempre foi bastante ativa na igreja, bem como os filhos: Gesiel é obreiro, graduado em Teologia pelo seminário Ibad; Josane, Gisele e Jéssica também estão presentes na efetiva cooperação à obra do SENHOR.

Pastor Jairo trabalhava anteriormente na Prefeitura de Ribeirão Preto e agora recebe a tarefa de substituir o pai, homem de atuação e história ministerial brilhante, decisivo e líder respeitado.

PASTOR SANTANA

Baiano da cidade de Baixada da Palmeira, de família extremamente católica romana, converteu-se ao cristianismo a partir da mudança na família de 14 filhos. Seu pai Eloy foi o primeiro a receber Jesus Cristo.

Pastor Santana tornou-se cristão aos 7 anos e foi batizado aos 12, em 12 de agosto de 1944. Casou-se com a mineira Lourdes, em 54. Irmã Lourdes conviveu com uma enérgica família de letônios, em Varpa-SP, região de Marília. Eram cristãos batistas que vieram para o Brasil, em fuga da perseguição comunista.

Ele trabalhou por 14 anos na indústria química Rhodia, em Santo André. Foi ordenado ao ministério sob a liderança de pastor Joaquim Marcelino, em Santo André, no ano de 1970. Transferido para assumir a AD em Franca, em 1975, depois, assumiu a AD em Ribeirão Preto.

Pertenceu à primeira Convenção das ADs em São Paulo, a Comadespe, a mais tardia do Brasil, fundada por pastores-líderes, dentre eles, João Alves Corrêa, José Ezequiel da Silva, Alfredo Reikdal, Joaquim Marcelino da Silva, Walter Brunelli, José Dutra de Moraes…, que solicitaram permissão para sua instalação ao pastor Cícero Canuto de Lima, resistente à criação.

Também foi membro da Confradespe, e em uma das assembleias nacionais da Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) foi eleito primeiro-tesoureiro. Seu irmão, saudoso pastor Rodrigo Santana teve grande respeito no Nordeste e foi notável líder das ADs no Estado da Bahia, época em que todo o Estado viveu sob unificação.

De seus 84 anos, passou 32 anos na presidência da AD em Ribeirão. Sua dinâmica e visão de Reino proporcionaram à igreja crescimento ímpar. Tanto na cidade de Ribeirão, quanto em cidades mineiras, a igreja marcou presença na evengelização e construção de templos e, posteriomente, em inúmeras cidades do interior de São Paulo, com mais de 140 congregações.

GRANDE TEMPLO

Com ‘passos firmes’ e sob ‘a bênção do SENHOR’ que ‘enriquece e não acrescenta dores’, versículo que sempre citava, bem como a firmeza de seus passos, pastor Santana iniciou a construção do templo (foto abaixo) em 2003.

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Somente nas estruturas metálicas (foto acima) consumiram 350 toneladas de ferro, para cobrir 90 metros de diâmetro e agrupar 12 mil pessoas, sempre com as contas em dia e sem dívidas.

“Queremos realizar algo que venha glorificar ao Senhor”, disse pastor Santana, durante visita ao templo, em época de sua construção.

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Grande Templo da AD em Ribeirão Preto