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‘SE O SAL FOR INSÍPIDO, PARA NADA MAIS PRESTA’

Sinto-me triste, estapafúrdio e quase genuflexo, diante de pessoa que tanto gosto, a defender o indefensável. A se meter com partido notadamente nefasto, a fazer vistas grossas ao execrável, com passos largos e mente leniente, como se caminhasse em direção a um abismo, sem que ouça os gritos de alerta sobre o iminente perigo.

Parece trafegar esse lodaçal incólume, com a fechadura da mente fechada e a chave emperrada. Estou exausto de tanto mostrar-lhe a realidade do ponto de vista humano, intelectual, moral, ético e, até espiritual, mas parece-me que os gritos vão se perdendo e ele escuta, mas não ouve, não consegue processar o sentido das palavras, a concatenar as ideias elencadas.

Posta-se tal qual os companheiros do apóstolo Paulo, por ocasião e seu encontro com o SENHOR e sua subsequente cegueira, até que as escamas caíram-lhe dos olhos. Todos ouviram um barulho, mas somente o apóstolo ‘copiou’ a mensagem.

Fica claro que ainda hoje, o SENHOR fala por revelação, mas não a todos, a deixar outros caminhando como ‘automatus’, como querem.

Chegam à insolência da tentativa de provar o improvável, negar o fato, criar factóides, acusar de seus próprios crimes, negar a verdade, desdenhar o Sagrado, sem medir esforços para justificar os maus, por causa do fim preestabelecido.

Usam todos os ‘ismos’, em especial o Ativismo (empoderam); o Pluralismo (incluem tudo e todos, em um verdadeiro vale tudo); o Hedonismo (irrompem contra Deus, a Criação e à própria natureza, abominando a dualidade macho e fêmea, e criando dezenas de – outras – classificações); o Humanismo (o homem e não Deus em primeiro lugar); o Relativismo (excluem o Absoluto divino, como a Verdade etc); e ainda tentam o último engodo, o Vitimismo.

Mesmo sem pátria, empunham bandeira, cor e hino próprios. A religião é o próprio partido, uma verdadeira seita, com inclusive recolhimento de 10% de contribuição dos camaradas, a atuar com a máxima hipócrita de Judas, negando a oferta sagrada e ‘dando-a aos pobres’, dando a César o que é de Deus…

As leis são próprias, pois cuidam ‘em mudar os tempos, e a lei’ (cf Daniel 7.25), e criam outros seres humanos por leis, como imposição da quebra de gênero.

Enfim, se dão muito bem ‘com a grande desonra infligida para um julgamento público’, a ignomínia, e o execrável é o seu memorável deleite.

Portanto, não lhes seria difícil se misturarem com a multidão à moda Adélio, em busca de sua justiça esquizofrênica, e optar pelo ‘filho do pai’ errado (Bar’abás), desdenhando o Messias da Bíblia (oportuno né?!), o verdadeiro Bar Abbas – Filho do Pai.

Por que até religiosos, que se dizem fiéis – note que Adélio carrega também no nome ‘Bispo’ e ‘Oliveira’, essencialmente bíblicos – traem a razão e a lógica da Fé cristã?! Pela mesma razão dos companheiros de Paulo, pois somente a um grupo seletivo (escolhido) é dado saber os mistérios do Reino de Deus, enquanto outros, mesmo vendo ‘não percebam, ouçam, e não entendam’ (Mc 4.11-12; Lc 18.34).

Não existe comprometimento, alinhamento da Igreja ou de sua liderança, mas a opção (única), para impedir o pior. Bolsonaro pode não ser ‘o cara’; mas estamos diante do exercício da dualidade entre o melhor e o pior.

A Igreja sabe muito bem do que são capazes, pois já foi vítima dos mesmos em várias ocasiões, inclusive com o mesmo nome, como na Albânia, com o Partido dos Trabalhadores da Albânia, o Partia e Punës, que destroçou o país. Também na Europa, com a União Soviética, muitos pastores foram presos, torturados e mortos. Comunidades inteiras fugiram deixando tudo para trás. E não se esqueça, o partido de Hitler, que dominou durante exatos 14 anos, foi o PARTIDO nacional socialista DOS TRABALHADORES (o Nazi).

Não se trata aqui da suposta ação de envolvimento com determinado candidato, como já enfatizei, nem da perda do peso da crítica, por proximidade ou filiação político-partidária, mas de portar-se como sal e luz.

Neste caso, o sal deve evitar o apodrecimento da carne (humana) e arder nas feridas ou será considerado insípido, imprestável. Enquanto a luz serve para alumiar o caminho aos perdidos, vendados ou sob ilusão mediática.

Esses dois elementos, que simbolizam o crente, conforme parábola proposta pelo SENHOR, se encaixam perfeitamente na exortação do apóstolo Tiago, que escreve sobre a postura do cristão, a figurar como exemplo, para servir de referência, influenciando a sociedade de forma tão intensa, a ponto de mudar comportamentos.

Evitemos o apodrecimento social por meio de atitudes, sem cairmos no engodo de mensagem fabricadas em série, com o intuito de inibir a ação da Igreja.

Já alertava pastor Martin Luther King: ‘O que mais me incomoda não é a ação dos maus, mas o silêncio dos bons’ (contextualizado).

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ECCE HOMO

EVANGÉLICOS SERIAM OS VILÕES POR CALAREM UM PARTIDO CORRUPTOR?!

Temos ditos teólogos, que levantam a voz para a sutil defesa da bandeira vermelha, distantes do vermelho sacrifical de Cristo. Não medem esforço para críticas a pastores e evangélicos em geral, por declararem abertamente a preferência pelo militar da reserva, capitão Bolsonaro.

Nem todos são tanto Bolsonaro quanto opositores à quebra de paradigmas básicos, morais e éticos de uma sociedade, de uma nação, uma pátria.

DES-ALINHAMENTO?!

Falam de alinhamento a preceitos bíblicos-cristãos, sob crítica a princípios militares, a partir da repressão à tentativa de tomada do país pela guerrilha e imposição do regime comunista em 64.

Realçam as ditas torturas nos quartéis e presídios, na épica guerrilha encabeçada por jovens guerrilheiros, treinados em países comunistas, como em Cuba.

Eles investiam contra quartéis, assaltavam bancos, impunham o medo, por meio de atos terroristas, como as Farcs e tantas outras guerrilhas, como o Sendero Luminoso no Peru, onde pastores, igrejas e cristãos (evangélicos) foram presos, seguestrados, torturados e mortos. Ouvi testemunhos assustadores em Arequipa.

CAMINHOS ESCOLHIDOS

Houve, portanto, uma disputa de poder, por meio de guerra cruel e armada, com baixas nos dois lados. Os ataques foram contra as instituições, símbolos e estruturas nacionais.

‘Talvez o grito da crise da razão iluminista, que criou o conhecimento para eliminar pessoas’ (Hanna Arendt). Está contido na ideia de que o conhecimento pode ser técnico, mas o exercício do pensamento dá sentido ao próprio ser, o ego. Não posso ser absoluto, para fazer o que acho que está certo.

RESTABELECIMENTO DA ORDEM

Depois de vencer aos ataques, as Forças Armadas dominou a situação e assumiu o poder político-administrativo
do país – caminho óbvio -, até à
normalização democrática, para ceder à eleição presidencial direta.

Caso a guerrilha vencesse, seria seguida de perseguições e milhares de mortes pelo pelotão de fuzilamento, como ocorreu em Cuba – óbvio também.

Os perdedores não se deram por vencidos e, no poder, usaram-no para anistias com pomposas e infames reparações financeiras, pois ‘os valores são rapidamente trocados na experiência do totalitarismo’ (idem).
Não foram vítimas, mas parte de um dos lados de uma guerra armada.

O LIBERALISMO

Esses teólogos, por sua escolha de lado, a esquerda (socialismo, redundância para comunismo), justamente o regime repressor, tirano, ditador e cruel contra a Igreja, seus pregadores e missionários pelo mundo, com prisões, torturas e mortes, realçadas pela crueldade. Portanto são liberais, isto é, não crêem na atualidade das doutrinas básicas cristãs, descreditando sua autoridade e relatativizando tudo.

EXEMPLO DE GUERRILHA
E CRIMES NA BÍBLIA

Temos no Novo Testamento o registro de crime de guerrilha partidária, com escolha clara por um dos dois lados.

Trata da opção entre o Filho do Pai, Jesus Cristo e pelo também ‘filho do pai’, no aramaico, Bar-Abbas. ‘E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte’, Mc 15.7.

No julgamento de JC pelo governo romano da Província da Judeia, Pôncio Pilatos, o povo ignora o seu Messias e opta cegamente por Barrabás, natural de Yafo, sul da Judeia, provável membro do partido dos Zelotes. Também é identificado como salteador e/ou assassino.

Essa organização política atacava legiões do exército romano. Barrabás foi preso após um ataque desses, em Cafarnaum, em que um soldado fora morto, conforme o texto sagrado: ‘E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte’, Mc 15.7.

REINO E NÃO IMPÉRIO

Não obstante Israel ser uma nação teocrática, e o judaísmo até tomado como adjetivo pátrio, a Bíblia silencia quanto a ação exacerbada de Barrabás, e não o toma como herói. E olha que antes dele, os heróis Judeus Martelos, os Macabeus, fizeram o mesmo, por meio da tática de guerrilha.

Isso porque o SENHOR veio para anunciar o Reino de Deus – ‘o meu Reino não é deste mundo’ – e não um império, e mostrar que aquilo que tem viés espiritual precisa ser vencido por ação igualmente espiritual. Também condenar as obras do mal e a suposta justiça que Barrabás estaria buscando, associando-se à morte, por meio de uma atividade à margem da sociedade.

Considera-se ainda os romanos como corretivo usado por Deus para condenar o pecado nacional e provocar a conversão ou volta dos israelitas a Ele, mas ‘o príncipe deste século, cegou-lhes a visão’.

Os teólogos da época, toda a classe sacerdotal, com escribas, saduceus e fariseus, e raríssimas exceções, estavam tão secularizados, que também não conseguiram separar o profano do sagrado e tornaram-se partidários, provocando dissensões, heresias, a suscetibilidade e enfraquecimento da nação, levando o povo, como consequência, ao sofrimento extremo.

JUSTIÇA FRAUDADA

Então, a premissa equivocada deles, não poderia ser concluída com sucesso. O extremo chegou a tentar eliminar Aquele que parecia apoiar os dominadores de Roma, ‘parecia’, pois a sua realidade, embora sob realces quase inquestionáveis, nem sempre é a mesma divina, uma vez que coisas que enlouquecem, aprisionam a razão

Não havia como condenar Jesus, o Cristo, não obstante uma série de acusações mentirosas apresentadas, como verdadeiros fake news, pelos religiosos, de antemão, condenados pelo SENHOR. Porém, o vulgo, insuflado por sacerdotes e opositores à atualidade sagrada, ignorantemente, clamavam contra o Messias judeu.

Esse mesmo populacho, ignorante e sem as devidas informações, privilégios das classes sacerdotais, que os incitava, aceita o (falso) ‘filho do pai’ e rejeitam, por maioria absoluta, o verdadeiro Filho do Pai, o Ungido, Enviado, Cristo.

Faltou ao povo líderes para levá-lo ao conhecimento e escapar do vaticínio: ‘Eis que o meu povo está sendo arruinado porque lhe falta conhecimento da Palavra. Porquanto fostes negligentes no ensino…’, Os 4.6. Eles estavam justamente com ausência de orientação, aio, guia, como ovelhas sem pastor, sob uma pedagogia sem ‘pai’, equivocada e sem aprendizagem.

Hanna fala do holocausto hitleriano e alerta sobre a troca do obedecer pelo apoiar, como meio de antever a justificativa do ‘eu não sabia’.

Finalmente sofreram as duras consequências de suas escolhas, empurrados até ao reduto montanhoso de Massada, onde foram massacrados pelos romanos, após destruição total de seu centro sagrado, o Templo de Jerusalém, a própria pátria, e serem desterrados. Nos encombros do monte no deserto da Judeia, hoje eles fazem o juramento:
– Massada, nunca mais!

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Povo disputa espaço para registrar captura de Lula gigante

Com a ‘anormalidade brasileira’ da prisão de um ex-presidente, aumentada por ser um notório líder de esquerda, o país tende a encontrar o caminho das normas, das regras, da normalidade.

Grupos soltaram fogos de artifício e comemoraram de forma ácida o fato. O homem que ascendeu como um rojão, desceu vergonhosamente como foguete!

ESPERANÇA DE BANCÁRIOS OU DE BANQUEIROS?

Ele tornou-se a esperança dos miseráveis, descamisados e dos sem-nada, dos injustiçados. Porém, ao seu lado juntaram-se também os visionários, que perceberam no metalúrgico Luís Inácio da Silva uma oportunidade única de chegar onde queriam. O terreno estava sulcado, fertilizado, preparado. Era só jogar a semente!

Lula subiu e as duas frentes lutaram para ganhar seus respectivos lauréis: Mais espaço, garantias, igualdade e justiça; mais poder, dinheiro, riquezas e glórias! O segundo venceu e arrastou Lula, em vez de ser arrastado por ele! Não foi por falta de tentativas: de calar a imprensa, censurar o Judiciário, desarmar as polícias, aparelhar o Estado, destruir bases, tidas como conservadoras…

Em vez de ganhar quem estava sentado no banco da praça, à espera de uma oportunidade, ganhou os que estavam fumando charuto cubano, sentados dentro do Banco na praça!

SEM CARRAPATICIDAS

Ninguém que sobe ao poder compromissado com ideologias e partidos poderá vencer seus comprometimentos e patrocinadores. A galinha dá o ovo, e a vaca o leite para a festa, mas depois vão querer comer o bêicon do porco!

LULA PROTAGONIZOU DUAS VIRADAS!

Se Lula foi a virada de um sistema política para outro, ao se eleger presidente do Brasil, essa prisão torna-se símbolo da virada de outro círculo ao país.

Lógico que sua prisão pode ser vista como injusta pelos seguidores daquele primeiro Lula, que não mais existe. Aquele era plebeu, este Lula preso é elite.

Ainda ‘injusta’ porque ficaram para trás Fernando Henrique Cardoso, José Sarney, Michel Temer, Aécio Neves, José Serra, Romero Jucá, Renan Calheiros, José Dirceu, Antonio Palocci… Permanecem presos o ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, o ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, e o troféu sexagenário Paulo Maluf. A maioria dos nomes acima são ligados a Lula, ao PT ou teve alguma ligação com os dois.

DAS BASES ECLESIAIS DA IGREJA CATÓLICA À QUEDA DOS DOIS

Por outro lado, Lula foi o mentor de todos. O ideário do PT-Lula era fazer do Brasil o que queriam Che Guevara e Fidel Castro, com respeito à América Latina, mas ‘foram traídos’ pelo fascínio do poder e detonaram Cuba.

Fizeram o mesmo os dois da Venezuela. Chaves abriu as portas para a podridão de Maduro. A história se repete dentro de uma sistemática, radical e falida ideologia. Na Albânia, o Partido do Trabalho da Albânia (Partia e Punes), também conhecido como Partido Comunista da Albânia, igualmente levou o país à miséria. Restava ainda o então recém-criado Fórum de São Paulo.

RELIGIÃO E POLÍTICA, A ESTRATÉGIA DE CONSTANTINO SE REPETE

Das bases eclesiais da Igreja Católica Romana, com a chamada Teologia da Libertação e preferência pelos pobres, nasce o PT em 1980, com filiação estrondosa, graças ao apoio da própria Igreja Católica Romana, conforme o escritor espanhol Luís Mir.

Base semelhante também foi criada pelo visionário e controverso Constantino. Após lutas ele alcançou a liderança do império romano e, posteriormente, da Igreja, por força de sua função, impondo tolerâncias a cristãos, convocações e liderança de concílios, nomeações de bispos, e ainda estabeleceu Roma como matriz de todas as igrejas, nascendo daí a denominação ‘Romana’, em oposição à natureza da Igreja, Jerusalém!

BASE SÓLIDA

Homens com ideários, seriedade e firmeza nas propostas do partido, como o católico praticante Plínio Arruda Sampaio abraçaram a proposta. Mas, a partir das denúncias de corruPTções (neologismo que criei pós denúncias), como o Mensalão, o partido enfrentou o esvaziamento de idealistas-fundadores, como o próprio Plínio Arruda, Heloísa Helena, Babá, Bicudo, Marina da Silva, Gabeira, Cristovam Buarque…

AVANÇOS QUE NÃO CHEGARAM A FECHAR O CÍRCULO

Alguma coisa foi feita em termos sociais? Lógico que sim! O acesso às universidades foi um salto monumental. A aceleração na construção de casas populares também. Tivemos ainda alguns marcos de progresso, mas com a ausência de gestão, aliada à gana por dinheiro fácil, patenteada pela corrupção estão apodrecendo. Foram bilhões jogados ao lixo, mas que deram start aos saqueadores do país.

Empresas públicas ampliaram a visão na questão de humanização, com salários melhorados e ganhos com assistência e serviços a funcionários. Porém, sempre com a ideia de aparelhamento, pois o PT empregou milhares no Governo federal, em todos os cantos e estatais. Parece-me que a busca principal era ganhar o poder, sem a parte seguinte do plano!

O TEMOR CONTINUA!

Agora, o vice do PT, Temer, que representa a mesma moeda, somente com mudança de lado, quer ‘aparelhar’ as estatais para entregar à administração privada, já sob encomenda, como ocorre na Caixa Federal, que está sendo aparelhada por ‘encomenda’ de pacote fechado a banqueiros. Vide a Previdência Social!

De tudo isto, a prisão de Lula soa ao sofrido povo, mesmo aos que não conseguem compreender o seu significado, como um troféu. E um ilhós da Operação Lava Jato, que em seus três anos, já repatriou mais de R$ 10 bilhões, efetivou cerca de 200 prisões, mais de 300 processos, e quase 100 condenações. O que ainda emperra esse progresso de limpeza moral e equidade, para o estrangulamento do colarinho branco é justamente quem deveria puxar a fila: O Supremo!

Seus ministros são colocados lá por meio de uma remanescente e arcaica parte do sistema de coronelismo, portanto sem a polidez exigida, dotados de bazófias, com raras exceções. São batráquios preparados a fio, justamente com a função precípua (até conforme o ordenamento jurídico) de depois retribuir os favores ao padrinho.

Mesmo adiante de tantas contrariedades, Moro praticou a equidade, cujo significado busca tratar cada indivíduo conforme sua natureza (do crime), a corporificar o eflúvio de novos tempos.

Equidade é um termo de uso relativamente novo, a partir da Constituição de 1988, das aberturas (para ideários de esquerda) e fechaduras (aos da denominada direita, do conservadorismo).

A partir de 88, o termo carrega a ideia que o Estado deve garantir o direito ou acesso igualitário a todos. Então, nota-se que as atuais circunstâncias fizeram jus à nova Constituição, em especial pela bravura do juiz Moro e procuradores federais, pois agora nem só os PPPs são presos, mas os de colarinhos brancos também, incluindo os PTs!

Aliás, o PT não deve reclamar, pois defende a misoginia, impõe a igualdade de gêneros e, se a prisão de Lula não é normal, estando fora da norma, da regra, e irregular, seria então um substantivo de dois gêneros: ‘anormal’.

CONTRA LULA OU PELO BRASIL?!

Ninguém deve comemorar a desgraça alheia, mas igualmente precisa manter a fechadura da razão aberta, sem se deixar enlouquecer pela emoção liberada pelos impulsos, tornando prisioneiro da irracionalidade, a perder princípios que nos oferecem dimensões da realidade, e ações repulsivas à momice.

Concluo com o que o sábio ‘presidente’ de Israel dissera, há cerca de 3 mil anos: ‘Quando o governo é formado de homens justos e honestos o povo vive feliz, mas quando os líderes de uma nação são maus e desonestos o povo chora de tristeza’, Pv 29.3.

Aqui não é o Céu para queremos a perfeição, nem por isto precisa ser o Inferno! Equilíbrio é o melhor caminho. Como os extremos não constituem as melhores escolhas, resta-nos saber como e onde está o centro!

Pastor Samuel Câmara, após ser vencido em eleição controversa, desfilia-se da CGADB e forma a Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB)

Talvez seja o remédio necessário, embora amargo à própria denominação, pois mostra justamente o inverso daquilo que preconizou o SENHOR sobre a unidade, efetiva marca de Sua presença na Igreja (Jo 17.21-23) .

Às favas a afirmação do SENHOR ‘dei-lhes a glória que a Mim me deste’ (v22) e o ‘santifica-os’ (ser inteiramente ‘outro’)… A glória do homem mostra-se, nessas circunstâncias, mediática e mais atraente!

TRAGÉDIA ANUNCIADA

Penso que era justamente isto que muitos almejavam. Este caminho é o prenúncio da instalação de um tipo adaptado de monarquia religiosa, com o risco de papismo e distorção do significado de Igreja e respectivos segmentos.

Pastor Samuel Câmara não foi o primeiro, mas segue Madureira, São Cristóvão, Santos, Silas Malafaia…, e não será o último.

Todo o trabalho dos pioneiros vai sendo jogado pelo ralo, sem constrangimentos, enquanto o ‘amar o inimigo’ se efetiva, mas na mesma base da prece de Alziro Zarur (Legião da Boa Vontade), que entendia que deveria, então, rezar pelo Diabo – o Inimigo!

Na versão contextualizada das Sagradas Letras, como fizeram outros, para adaptar a Bíblia as
suas condições, com versão própria, hoje, se puderem tiram-lhe a capa também e não dão um passo junto, pois o ‘Não temos ouro e prata, mas levanta e anda’, adaptou-se perfeitamente ao ‘Não temos o levanta e anda, mas temos o ouro e a prata’!

DIAS DE OBSCURIDADE

Os dias estão mais curtos – com 16h e não mais 24 -, pela elevação da pulsação da Terra, segundo Schumann, cientista alemão -, e podemos perceber claramente que, se ‘os dias não fossem abreviados nenhuma carne se salvaria’ (Mt 24.22).

Esse fato – e respectivas causas e efeitos – corroboram à profecia a apressar o grande o glorioso Dia!
Tem algo positivo nisso tudo!(?).

CARNE, SANGUE E MÚSCULOS

Um orgulho hercúleo e jogos de interesses pessoais sobrepõem ao singular fruto do Espírito, amor, paz, longanimidade, mansidão, temperança. Enquanto a pluralidade da carne e suas obras, como inimizade, porfias, emulações, ira (deusa), pelejas, dissensões, heresias (partidarismo), de Gálatas 5.19-22, combinado com 6.7, são preferidas e, aquele, preterido.

Os que estão na carne nem tentem comemorar, sob a afirmação: O ‘inimigo’ foi derrotado, pois, na verdade, o ‘Inimigo’ está sendo exaltado!

‘Nas coisas essenciais, UNIDADE. Nas coisas não essenciais, LIBERDADE. Em todas as coisas, CARIDADE’ (AMOR)
(Agostinho).

Com relutância, tristeza, choro e dor na alma, num antagonismo de alegria, pois ‘Tudo nos mostra que Cristo já Volta. Breve Jesus Voltará!’

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Por meio de honroso preito, a Câmara de Vereadores de Ribeirão Preto, inaugurou monumento em homenagem aos heróis do 3º Batalhão de Caçadores da Força Pública de São Paulo, sediados no município, na época da Revolução de 32.

Com o monumento, a comunidade resgata a louvável história de sete soldados ribeirão-pretanos, que deram suas vidas durante a Revolução Constitucionalista de 1932, por meio dessa indicação de estrutura cultural de um povo – um monumento.

Autoridades civis e militares lotaram as dependências da Câmara, durante a sessão solene de Outorga à Polícia Militar do Estado de São Paulo, do título de Entidade Amiga de Ribeirão Preto. A PM paulista foi criada em 1831, com 130 homens (100 de infantaria e 30 de cavalaria), e hoje, 186 anos depois, conta com 86 mil homens.

Por meio da homenagem, ocorre a exaltação da cultura brasileira, especificamente dos paulistas, que lutaram contra o governo Getúlio Vargas, por tornar-se ditador, período que perdurou por 15 anos, governando sem ao menos uma constituição, o que também os paulistas exigiam.

Por meio dessa Revolução, com data comemorativa a 9 de julho, nasceu o movimento MMDC, em memória aos jovens heróis da Revolução, Martins, Miragaia, Dráuzio de Camargo.

Além da memória histórica, que constrói uma sociedade e suas raízes, indicadas por seus monumentos, a ação se enche de importância nesse momento em que o país tem suas memórias preteridas, desde o crescimento da influência de políticas de esquerdas.

Tanto que os alunos de hoje, pouco sabem das glórias de nossos bravos homens, tanto em São Paulo quanto nas revoluções em outros Estados, como também da gloriosa participação da Força Expedicionária Brasileira, a FEB, na Segunda Guerra Mundial, na Itália.

Além de vereadores, presididos por Rodrigo Simões, estiveram presentes o prefeito Duarte Nogueira Filho; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nivaldo César Restivo; o comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-3 Ribeirão Preto), o maior do interior, coronel Washington Luiz Gonçalves Pestana; o tenente-coronel de Infantaria Anibal Silva Batista, chefe da 5a Circunscrição de Serviço Militar; o presidente do Instituto dos Magistrados do Brasil, juiz Ricardo Braga Monte Serrat; o juiz federal Augusto Martinez Peres, dentre outras.

Também participaram da cerimônia, membros da Associação de PMs de Cristo, e capelães militares e civis, que servem junto à Polícia Militar paulista.

PUBLICO CRENTE

Com o artigo intrigante Essa gente incômoda (Veja, 29/set/17), o jornalista J. R. Guzzo teria atacado os cristãos (evangélicos). Não pude escrever este artigo antes, mas insisti hoje, em função das inúmeras contradições na interpretação de seu texto, composto de sutilezas e ironias, imperceptíveis a muitos.

Em primeiro momento, em função das constantes perseguições e incompreensões sofridas pela igreja, por uma sociedade liberal, progressista e tão hedonista, portanto distante das bases cristãs, o artigo soou como intolerante.

Porém, busquei primeiro a identidade do jornalista e pude perceber que suas críticas não estão tão distantes dos conceitos judaicos-cristãos. Em novembro de 2012, Guzzo se viu envolvido em uma polêmica, em torno do artigo Parada gay, cabra e espinafre, também na Veja, cujo teor foi considerado homofóbico. Ele foi questionado por um militante gay da Câmara Federal, que o chama de imbecil. Aí é preciso analisar quem fala de quem!

Percebe-se então, que o seu discurso não indica o que em primeiro momento vê-se, sem uma análise mais debruçada sobre o texto. Se dissesse aquilo que muitos pensaram, o autor se mostraria incoerente, prática observada e detestável no meio jornalístico.

Em seu texto, ele assume o sujeito da crítica, mas a analisar a situação relativa ao crescimento dos Evangélicos e a reação do segmento social, que “se acha” dominadora e dona da razão. Sua conclusão mostra a realidade: O crescimento cristão incomoda muita gente! Ninguém ignora tudo isto.

Sua direção é perceptível no início de seu texto, quando ele diz que a dita elite, descrita por uma lista de adjetivos, tem a esquerda entronizada em seu meio. Também afirma que a mídia, sob forte influência da esquerda, não produz nada que diz respeito a evangélicos, sem alinhavar algo ruim e ameaçador.

No artigo temos o retrato da situação sociológica da posição dos cristãos evangélicos, diante de ricos, poderosos, e os chamados intelectuais, incomodados com o crescimento dessa Fé. Nesse antro representativo está a esquerda, o comunismo gramscismo-maquiavélico.

Toda essa tentativa de castração faz parte de uma suposta liberdade religiosa, enquanto a pluralidade faz-se presente entre os próprios cristãos evangélicos, a tornar-se um verdadeiro calcanhar de Aquiles à vida libertina desses intelectuais do fabianismo.

Agora, a crítica!

Por outro lado, admitimos que essa Boa-Notícia, o Evangelho do Reino, atrai muito mais os desesperançosos e envolve os pequenos, esquecidos, pobres e marginalizados pela sociedade. Esta realidade está de acordo com o texto dito pelo SENHOR: “Graças te dou, ó Pai, SENHOR do céu e da terra, que ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Mt 11.25).

Também concordamos com o joio em meio ao trigo, sem que haja lei ou força, que o possa separá-lo conforme frisa o autor e antecipado por Jesus (Mt 13.36-43). Esse incômodo, representado pelos oportunistas de forma disfarçada ou abertamente, destros em simonia, já preconizados pela Palavra (“cuidando que a piedade seja causa de ganho”, 1Tm 6.5), é crítica universal entre nós cristãos, não é mesmo?!

Sei que pessoas do clero e leigos se apressaram em responder à suposta crítica, mas por força da pressão que incorremos a cada dia. O título do texto sugere isto, mas forma o gancho jornalístico, técnica para levar à leitura – e deu certo!

Douglas clay

Doug (Douglas) E. Clay foi eleito superintendente-geral das Assembleias de Deus dos Estados Unidos. Ele foi eleito nesta quarta-feira (10/8/17), e substitui pastor George O. Wood, que ocupou o cargo por 10 anos. Wood retirou o seu nome da disputa.

Wood pediu aos eleitores do Conselho Geral em Anaheim que não o considerassem mais para o cargo.

“Foi um maravilhoso privilégio servir 24 anos”, declarou Wood, que atuou 14 anos como secretário-geral, antes de sua eleição como superintendente-geral.

Wood usou um microfone para dizer que acreditava que o Espírito Santo o levava a se afastar.

Em seguida, os cinco outros membros da Liderança Executiva, incluindo o então tesoureiro-geral Douglas Clay, abraçaram Wood, enquanto a multidão aplaudia. Clay, aos 56 anos, é o membro mais novo eleito.

Wood serviu como superintendente-geral desde o Conselho Geral em Indianápolis-EUA em 2007. Ele substituiu Thomas Trask, que optou por renunciar ao meio do seu mandato.

CONQUISTAS

Sob a liderança de Wood como superintendente-geral, registrou-se novas iniciativas, incluindo a AG Trust, que arrecadou mais de US$ 23 milhões para plantação e revitalização de igrejas, bolsas de estudo e múltiplas iniciativas e novos recursos.

Também instalou-se a Rede de Multiplicação da Igreja, levando a 3.307 novas igrejas, durante a última década. Mais de 25% das igrejas na AG foram iniciadas durante o mandato de Wood.

Wood também foi um defensor das liberdades religiosas. Como advogado, ele conseguiu conquistas valorosas relacionadas à defesa das liberdades religiosas e a ataques contra a Igreja, ao longo de seu mandato.

RECONHECIMENTO

“Nunca vou chegar aos seus pés”, disse Clay, dirigindo-se a Wood, “mas tomarei como base que você e outros criaram”.

Como tesoureiro-geral, Clay inicialmente preencheu o espaço deixado por James K. Bridges, que renunciou em 2008, após 15 anos no cargo.

Anteriormente atuou como presbítero-executivo da região dos Grandes Lagos, superintendente da Rede do Ministério de Ohio de 2004 a 2008, diretor Nacional de Jovens (1995-97) e diretor Juvenil de Ohio (1989-95).

Também foi pastor-sênior do Calvary Assembly of God em Toledo, Ohio, de 1997 a 2004.