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Archive for maio \30\UTC 2011

Na Bíblia cristã, isto é, Pentecostal, são citados somente dois Arcanjos: Miguel e Gabriel. Miguel é o Arcanjo Guerreador e Gabriel, Mensageiro do Senhor. Este anunciou o nascimento de Jesus Cristo.

Arcanjo tem como prefixo arc, (arc-anjo) que significa principal, superior… São tidos como Príncipes do Senhor. Porém, a tradição católica apresenta mais um arcanjo, chamado Rafael com base em uma fonte apócrifa – o livro de Tobias.

ARCANJO MIGUEL

“Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda”, Jd 1.9. “Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia”, Dn 10.13. “E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos”, Ap 12.7.

ARCANJO GABRIEL

“E, respondendo o anjo, disse-lhe: Eu sou Gabriel, que assisto diante de Deus, e fui enviado a falar-te e dar-te estas alegres novas”, Lc 1.19. “Alegres novas” é o mesmo que Boas-Novas, que significa Evangelho ou Mensagem. “Estando eu, digo, ainda falando na oração, o homem Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio, voando rapidamente, e tocou-me, à hora do sacrifício da tarde”, Dn 9.21.

SENHOR COM VOZ DE ARCANJO

Uma das citações bíblicas, na Volta de Jesus, fala de sua voz, como de Arcanjo (Príncipe): “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro”, 1Ts 4.16.

RAFAEL – O SUPOSTO ARCANJO

Segundo a tradição católica romana, este Arcanjo teria como principal característica ajudar na cura dos doentes e, por isso, seria o guardião da saúde, incluindo a saúde espiritual. Mas, o tal arcanjo Rafael é de existência duvidosa, tanto por sua atuação – pois essa atividade não era própria no Antigo Testamento –, quanto por estar citado no Livro de Tobias, um apócrifo (livro não canônico, não reconhecido como inspirado).

Nem só a Igreja, mas também, e principalmente, os judeus não o consideram como inspirado, mas apócrifo (não autêntico). Os protestantes basearam o Velho Testamento no mesmo número e livros aceitos pelos judeus, seguindo apóstolo Paulo, que demonstra essa autoridade, em Romanos 3-1-2: “Qual é, pois, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda a maneira, porque, primeiramente, as palavras de Deus lhe foram confiadas”.

Tobias é um dos 13 livros apócrifos que, embora reconhecidos como não inspirado, também pela Igreja Católica Romana, está inserido em sua Bíblia (Velho Testamento).

Sua história também não convence: “Foi o Arcanjo enviado por Deus para curar a cegueira de Tobias e acompanhá-lo numa longa e perigosa viagem para conseguir uma esposa”.

Os arcanjos atuavam pró-Israel (nação) e nunca de forma individual, como no caso. Quando havia o envolvimento individual – Daniel e no nascimento do Senhor – havia o interesse tanto nacional quanto mundial.

Nos casos individuais, os anjos são capazes para tal e não necessitaria da intervenção de um Arcanjo. O trabalho dos anjos é atuar a favor dos salvos, com respeito à própria salvação: “E a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha destra, Até que ponha a teus inimigos por escabelo de teus pés? Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?”, Hb 1.13-14.

Não se vê essa atuação nem no Velho e tampouco no Novo Testamento. Nos casos de curas divinas, o que se tem é a interferência divina por meio de homens ungidos. No VT os profetas e sacerdotes eram homens usados para esse fim.

A CREDIBILIDADE DO ESTRANHO LIVRO

É fácil entender o porquê de o livro não ser reconhecido. A história é pitoresca, não menos fictícia, e não convence, até mesmo quanto ao motivo da cegueira de Tobias.

Ele dormia sob um ninho de andorinha, à beira de um muro em sua casa, e o pássaro, ao defecar, acertou os seus olhos, tornando-o completamente cego (Tb 2.11). Outras referências conclamam a não aceitação do livro como inspirado, haja vista sua história sair totalmente do foco bíblico.

O livro trata de um homem piedoso, mas teve seu filho degolado, era ridicularizado pelos vizinhos e levava corpos de mortos para sua casa, onde os escondia, após os recolher a cada dia das ruas, para depois sepultá-los. Era insultado e ridicularizado pelos chefes, parentes e amigos. Era esmoleiro e até sua mulher Ana o censurava duramente (12.22).

É uma história de pobreza extrema, sofrimento e ainda contém a doutrina espírita da justificação pelas obras. Embora o texto exalte a humildade de Tobias, mas em outro trecho ele reclama da situação, com um anjo: “Que alegria posso eu ter ainda? Estou nas trevas sem poder ver a luz do sol” (5.12).

Há também uma história estranha de uma mulher chamada Sara, dada a sete maridos e que um demônio de nome Asmodeu os matava (3.7). Por fim, aparece um anjo de nome Rafael (mas é citado com o anjo e não como Arcanjo): “e um santo anjo do Senhor, Rafael, foi enviado para curar Tobias e Sara, cujas preces tinham sido simultaneamente dirigidas ao Senhor”, 3.25.

Aparece ainda um anjo, que se apresenta como Azarias, filho do grande Ananias (5.18), guia de Tobias rumo à Média (império que se ligou ao Persa).

No Rio Tigre um grande peixe salta do rio para atacar Tobias e o anjo manda que Tobias mate o peixe e tome suas entranhas para serem usadas como remédio – o figado, o coração e o fel.

Não bastasse isso, tem mais espiritismo, pois quando quis saber sobre o poder de cura do coração do peixe, o anjo ensinou que sobre brasas a fumaça resultante do coração queimado expulsaria demônios (6). Depois o fígado do peixe também seria queimado para expulsar demônio de Sara, com quem Tobias deve casar-se, mesmo com medo do demônio que matava os seus maridos. Sara é chamada de donzela (virgem).

Embora Tobias é tido como curado por Rafael, fora Azarias que o ensinou como ser curado e não o curou propriamente. Mais uma vez, de forma estranha e longe dos preceitos bíblicos, Tobias é orientado a usar o fel do peixe, colocando-o sobre os olhos para ser curado.

ERROS DOUTRINÁRIOS

Esse livro é composto de lendas, tem o tal anjo Rafael como coadjuvante e ainda claras heresias:

– Intercessão por meio de oração dos mortos (12.12);

– Caridade e obras como meio de salvação (4.11-12; 12.9;

– Um anjo diz ser de linhagem humana (5.16-19);

– Formas místicas de curandeirismo (6.5; 11.8);

– O tal anjo Rafael é tido como arcanjo pela tradição da Igreja Católica Romana.

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As Sociedades Bíblicas Unidas (SBU), organização que congrega 147 Sociedades Bíblicas em todo o mundo, agora tem como presidente o doutor em Teologia Rudi Zimmer. Ele é diretor-executivo da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) e fora eleito por unanimidade.

Zimmer atua na SBB há 20 anos e também fora professor de seminário teológico. na SBB, foi eleito por unanimidade pela. O anúncio foi feito em 17 de maio, durante reunião da Diretoria Mundial, realizada na abadia de Missenden, Buckinghamshire, Inglaterra.

Zimmer recebe o reconhecimento de seu trabalho pela SBU

Criada em 1946, as SBU têm o objetivo de criar estratégias de cooperação mútua que facilitem o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar. Esse movimento pela difusão do Livro Sagrado teve início em 1804, com a fundação da Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, em Reading, Inglaterra.

Com MBA em Administração pela Fundação Instituto de Administração (FIA), o novo presidente fala fluentemente inglês, espanhol e alemão, além do português. Pastor luterano, Zimmer continua ensinando e orientando os estudos bíblicos em sua igreja local. “Deus colocou mais esse desafio em minha vida. Agradeço a todos pelo voto de confiança. Peço que intercedam por mim, para que eu consiga cumprir mais essa missão, contribuindo para que a Palavra de Deus alcance ainda mais corações mundo afora”, declara Rudi Zimmer.

Para ocupar a vice-presidência da Diretoria Mundial, foi escolhido o secretário-geral da Sociedade Bíblica do Líbano, Michael Bassous. Com doutorado em Administração e Liderança de Organizações, Bassous é membro do Comitê Executivo da Diretoria Mundial, entre outros cargos regionais e globais dentro da SBU.

A Sociedade Bíblica do Brasil é uma entidade sem fins lucrativos, de natureza filantrópica, assistencial, educativa e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, um bem de valor inestimável, que deve ser disponibilizado a todas as pessoas. Além disso, por seu caráter social, desenvolve programas com o objetivo de promover o desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira.

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Empresário bem-sucedido na vida secular, pastor João Carlos Padilha de Siqueira, saudosa memória, fora convocado para a obra do Senhor e deixou tudo para servi-lo. Embora todos os filhos de pastor Carlos Padilha tenham espaço ministerial, João Carlos fora escolhido para suceder o pai, justamente por sua postura, com perfil de bom administrador e homem de decisões rápidas.

Casou-se novo e tomou o rumo empresarial, no que foi bem sucedido, mas acabou abandonando o mercado de gado, para trabalhar com ‘ovelhas’, do Reino de Deus.

Amigos que o acompanharam, disseram que tudo acontecia de forma rápida na vida desse homem. E ele mesmo reconhecia isso.

Seu ministério fora dividido em três etapas distintas, com pouca variação:

1) 7 anos em Pontal de Paranapanema;

2) 7 anos em Piedade;

3) 7 anos em Presidente Prudente (6,5 anos).

Apesar do apoio de seu pai, homem reconhecido e respeitado por sua postura e histórico ministerial, Carlos Padilha tinha vida própria. Um câncer terminou com sua existência humana, mas não tirou-lhe a promessa Eterna e suas marcas como ministro do Senhor.

Presença Celestial

No final, a família esteve reunida em vigília, para buscar resposta do Senhor por meio de um milagre. Todos se reuniram em seu quarto, onde oraram e cantaram ao Senhor, enquanto João Carlos somente mexia com as mãos, como se estivesse regendo, pois já não mais falava.

Um dos irmãos fez uma consagração de alguns dias ao Senhor, quando João Carlos disse-lhe:

– Já estou pronto!

Seu médico também teria falado com alguém da igreja, reconhecendo, de forma indireta, o poder da oração, como prolongamento de sua existência, e pediu para que a família parasse de orar.

O mesmo irmão que apresentou consagração ao Senhor, chegou a pensar, durante oração, em seu quarto:

– Desça Senhor neste lugar…

no que pastor João Carlos apontou e fez sinal, movendo as mãos, querendo indicar, segundo o irmão, a presença de anjos. No dia anterior, ele também chegou a arregalar os olhos e apontar!

Substituto

Após a morte do filho, pastor Carlos Padilha fora empossado e recebido em pé por toda a igreja. A região eclesiástica de Presidente Prudente chegou a ser cobiçada e até cogitou-se a posse e mudança de liderança, mas pastor Padilha, homem sério e de prestígio, antecipou-se a fatos e possíveis dissabores, ao reassumir a liderança. Sua decisão foi acatada e aplaudida por toda a igreja.

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Acho que o nobre amigo foi infeliz em sua tese e colocações (Centenário paralelo: uma afronta a Belém, Rui Raiol – www.ruiraiol.com.br ). As comparações, em especial com o catolicismo romano e sua romaria idolátrica é impertinente, bem como o uso de termos desconexos, expondo nossa Belém como centro de disputa e apelando como se a igreja dependesse desse enodoar.

Lamento chegarmos a patamares e níveis que evocam tanto desgrenhamento. Ainda que queiram dividir, tirar e escamotear a historicidade assembleiana e sua origem, buscariam, no mesmo grau de intensidade, subtrair a grandeza de um fato tão relevante e não menos glorioso.

Quando o irmão falou em ‘outro’ Círio, logo pensei em ‘nossos’ Círios: o Mello ou o Zibordi. Mas, para minha tristeza, não se tratava deles! De Nazaré?… De Nazaré é Jesus, irmão! Ou não seria? Pergunto a Filipe ou a Natanael?

Esse apelo soa-me como extremamente bairrista e coloca-se no mesmo nível do outro de desejo similar – não do Sul, mas do Sudeste -, além de ofuscar a história, que todos os de boa fé e mente, jamais trocarão por outra. Afinal, estamos defendendo a união ou a separação, pois a suposta forma díspar nunca existiu, senão agora!?

Quando Natanael retruca, desdenhando a capacidade de representação da nortista região da Galiléia, com a famosa indagação “Pode vir alguma coisa boa de Nazaré?” (Jo 1.46), estava, por tabela, atacando ao Senhor, renunciando suas raízes judaicas e se expondo como ignorante, pois o Senhor nascera em Belém de Judá.

Por isso, o Senhor responde à sua indagação, em outra parte, quando diz: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29).

De novo as acusações que colocam a região em similaridade, pecam pelo mesmo motivo, pois o cristão só escapa para uma grande Salvação se renunciar à ignorância e apelar para o conhecimento (de Deus).

O realce dessa verdadeira ‘murta’ só é possível em esferas notadamente terrenais. No caso da Igreja, ela é, acima de tudo, gloriosa o tempo todo e em todo lugar, invulgar. Unida pelo Cristo e ignorada pelo Natanael humano, do verso 46 e glorificado no Natanael espiritual do verso 51 (Jo 1). Ele era um simples cobrador de impostos debaixo da figueira (v48), e um ‘grande’ Zaqueu convertido acima dela.

Ninguém implantará a visão perfeita (teleios, daí telescópio = para ver ao longe) na mente humana. Especialmente por intermédio de bisturis de frases apelativas ou por meio de infelizes colocações, senão pelo encontro com o Cristo Vivo. Foi o que ocorrera com os dois Natanaéis sob a sombra de figueiras, fora do calor, causador de verdadeiras miragens e não de visão do Reino.

Os olhos bons enxergam o Reino, porém, a simples visão humana não consegue ver senão o Império. Aquele é alcançado pelo amor, este é tomado pela força.

O que a população profana poderia fazer em relação ao sagrado? Se é que a temos como tal; se não sabe distinguir entre o santo e o profano?! Não sabe discernir o Corpo do Senhor e daí o distanciamento, a falta de liga, de aproximação, de união, de comunhão, de corpo único, “perfeitos em unidade” (Jo 17.23)!

Nem São Paulo nem São Pedro (é Paulo e Pedro!); nem Belém de Judá nem Belém do Pará…; mas Jesus e Jerusalém Celestial!

Agora, se você puder pegar um baixinho (na crença e postura) e colocá-lo em cima da figueira é possível que ele consiga ver Jesus. Este seria um ato de glória! Mas tentar afundá-lo ainda mais, empurrando-o para as profundezas do Hades, você poderá, no máximo, mostrar a ele o Céu infernal que ele busca ou confundi-lo com um Inferno celestial.

Esta não é a Missão da Fé Apostólica!

 

QUESTIONAMENTO

Gostei das suas ponderações. Concordo com a analogia do Cirio não era a analogia mais coerente para a igreja, mas é a festa religiosa mais forte e que dava para comparar, ou seja, se outras pessoas celebrassem um Círio sem os paraenses e sem a “Nazinha”… como se sentiria o povo paraense?

Não há problema em antecipara as comemorações, mas não poderiam deixar de convidar a igreja de Belém ara participar, esse é o x da questão.

Claro que a data deveria ser comemorada por todos e em todos os lugares. Não estou falando que só Belém poderia comemorar, ao contrário assim como todos podem e devem comemorar o centenário! De forma redundante falando Belém também tem este direito e jamais poderia ser deixada de fora numa questão dessa.

Certo é que a Igreja de Belém estará nas comemorações do Centenário promovida pela CGADB e o contrário nós não sabemos ainda?

Dr. Cláudio Dias

 

RESPOSTA

Olá meu caro,

No que diz respeito às manobras políticas e de interesse pessoal, o que macula a honra da própria igreja assembleiana, em especial no que diz respeito à tentativa de desviar a atenção que Belém do Pará deveria ter, assino embaixo, conforme escrevi.

Mas nós não somos católicos romanos, agremiação religiosa que tanto  perseguiu a Igreja… O que tem que ver essa comparação, essa festa e esse povo? Nenhuma! Comparações são parábolas (lançar paralelamente).

Acho que o antecipar das comemorações reflete problema sim. Isso deveria ser efetivado com a anuência e participação efetiva da igreja em Belém. A igreja foi aviltada sim. Mesmo que haja relação ríspida entre pastores José Wellington e Samuel Câmara, os membros da igreja não devem ser introduzidos a essa vergonhosa atitude de unilateralidade.

A Igreja em Belém não deveria ser propriamente convidada, mas ser parte efetiva das comemorações, o ponto principal, a iniciativa, o ápice!

Sem distinção de local, a comemoração fora das terras paraenses tira a nobreza da expressão do significado do Centenário da Assembleia de Deus, pois foi o Senhor quem escolhera o Pará e não homens. E se Ele escolhera, seja qual for o pretexto, quem é o homem para mudar tal marco!?

Infelizmente isso está ocorrendo e macula a comemoração do Centenário, pois este marco é de TODA a igreja assembleiana e não somente de um grupo.

Que o Senhor providencie meios para que aquilo que Ele mesmo escrevera não seja aviltado, menosprezado, escarnecido.

O Pará deveria ser o principal assunto das comemorações, sem nenhum esforço e tocado com muito respeito, fraternidade e união cristã, pois foi ele o escolhido para que os reflexos de tudo isso, mostrado na grandeza assembleiana hoje, fosse efetivado.

Centenário sem Pará fica capenga! Seria o mesmo que tomar tacacá sem tucupi.

Estão simplesmente querendo esvaziar a Visão dada por Deus aos pioneiros.

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Passou para a Eternidade ontem (5-5-11), pastor José Deusdeth Farias, presidente da Assembleia de Deus, Ministério Templo-Central, em Fortaleza. Ele assumira a liderança da igreja há exatamente um ano, após a morte do pastor Bastos (Sebastião Mendes Pereira), no dia 2 de junho de 2010, aos 89 anos de idade.

Seu sepultamento ocorrerá hoje (sexta-feira, 6/5/11), a partir do Templo-central (Fonte: Blog da Convenção regional, Cimadec).

Pastor Deusdeth era um dos vices do pastor Bastos e, após a morte deste, assumiu a presidência da igreja, enquanto pastor Maurino Pinheiro do Nascimento passou a presidir a Convenção regional (Cimadec). As duas eram presididas por pastor Bastos.

Na foto, pastor Deusdeth, o primeiro sentado, aparece ao lado dos pastores Pedrinho e Bastos

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ATUALIZAÇÕES

COMENTÁRIOS SOBRE O FATO

Recebi críticas do texto abaixo de irmãos que atuam na área jurídica. Agradeço pelas palavras e bondade expostos nos comentários e publico suas exposições.

Desembargador-aposentado Gerson Arraes

“Nada a acrescentar, meu irmão e pastor Antonio Mesquita. Perfeita a sua colocação, a qual, endosso em gênero, número e grau. Parabéns pela lucidez”.

Aproveito e tomo parte do texto do desembargador-pastor Arraes, e exponho abaixo parte do seu comentário:

“… na sessão plenária o STF deve decidir se é ou não constitucional o reconhecimento da união homoafetiva como entidade familiar. Em discussão, o parágrafo 3º do artigo 226 da Constituição, segundo o qual, “para efeito de proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar”. Há uma clara tendência de desatender a Constituição, criando maior instabilidade no estado de direito. Essa ação representa uma manobra para burlar a decisão democrática. Não podendo criar uma nova lei por falta de votos, setores do governo usam o STF como foro particular para reinterpretar a legislação vigente.

Sendo assim: 1. O STF, ao que parece, se obrigará a ir além de sua função de interpretar a Constituição para legislar através de jurisprudencia substituindo, assim, a função do Congresso Nacional. (…). Como cidadãos precisamos exigir o restabelecimento da ordem. O texto constitucional definitivamente não se aplica à conjunção homossexual. Está além da alçada do STF definir a conjunção homossexual como família”.

Dr. Cláudio Dias

“Na questão fico com o advogado da CNBB, onde expôs que o STF não pode alterar o texto Constitucional, no muito interpretá-lo, mas tal interpretação não pode ser dada contra a literalidade da lei. Reconhecer a união estável entre os homossexuais só poderia ser feito através de uma emenda constitucional.

Em tempo, lamento que não tenhamos tido uma entidade evangélica como “Amicus curia” (amigos da corte), a exemplo do que fez a CNBB e as várias entidades que representaram o interesse dos homossexuais e afins”.

Dr. Antônio Ferreira Filho

“Indiscutivelmente, o Ministro esqueceu-se de que é interprete da lei, e não legislador. E como legislador, também se esqueceu que quem faz a lei é a maioria da Casa Legislativa, e perdeu-se ainda mais, ao não perceber que o produto final, demanda da opinião e negociação entre os muitos legisladores. Ele como um bom falante, deu bom dia a cavalo (expressão mineira) e inventou quando deveria interpretar. Além disso escreveu muito pouco sem a ninguém convencer, foram idéias curtas, dissonantes, desestruturadas. Em nada e nunca equivalem a uma opinião de um Ministro de um Supremo Federal.
Fez-me lembrar as advertência do Magno dos Causídicos.
 
“O escritor curto em idéias e fatos será, naturalmente, um autor de idéias curtas, assim como de um sujeito de escasso miolo na cachola, de uma cabeça de coco velado, não se poderá esperar senão breves análises e chochas tolices”.“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto” (Rui Barbosa).
 

Todos os objetivos preestabelecidos pelo PT e seu governo sobre as questões com vistas à queda de preceitos sociais conservadores, referendados pelos bons costumes e cultura judaico-cristã estão em discussão no STF. Embora tenha se comprometido a não apoiar iniciativas desse tipo, a presidente Dilma deu as caras com o pedido da Procuradoria Geral da União, com a ADI 4277 e ADPF 132.

Os dois processos que estão sendo julgados pelo Supremo Tribunal Federal e figuram como forma de favorecer homossexuais em detrimento à própria Lei federal, pois o artigo 226 de Constituição diz: “A família, a base da sociedade, tem especial proteção do Estado” e em seu §3º: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.

Como relator, o ministro Ayres Britto, vice-presidente do STF, apresentou a sua tese hoje (4 de maio), em que tentou descaracterizar o conceito tradicional, sabido e conhecido de família.

Antes dele, o advogado da CNBB, Hugo José Sarubbi, sustentou a tese da discussão em cima do artigo 226 de Constituição, seguido do advogado Ralph Anzolin, membro do Diretório petista em Niterói (RJ), também para defender a família, como base social, estabelecida e praticada até hoje no Brasil.

Falou desse suposto avanço buscado e que o Brasil figura em 88º lugar no ranking da Educação, entre 127 países pesquisados pela Unesco e em 72º em corrupção, enquanto busca ser o primeiro em questões homossexuais.

Disse ainda que a presidente Dilma, embora tenha prometido não apoiar tal iniciativa, buscou-o por meio da Procuradoria da União e não através de um plebiscito, por saber que não passaria, pois “o povo não quer”.  Também alertou que há de se buscar a vontade da maioria e respeitar a minoria e não o inverso.

Britto falou da mais elementar diferenciação entre as duas espécies do ser humano – macho e fêmea – e, em seguida, misturou a questão do direito de igualdade entre os dois gêneros, com a constituição de família e casamento, quando falou de similitude e preconceito, usando o termo bíblico, mas sem citá-la, ao comparar o conceito antecipado (preconceito), a uma espécie de “trave no olho”.

Chegou ao absurdo quando afirmou que a Constituição não preceitua sobre as funções sexuais das pessoas e que, por isso tem no silêncio a “autorização” a tudo, como portas abertas para se fazer o que cada um bem entender. Como pode o ministro afirmar que a ausência de lei é sinônimo de licitude?!

O que dizer dos costumes não necessariamente leis, sem estarem preestabelecidos em lei, em determinados países, como não urinar na rua, por exemplo; não adentrar a área de residência, mesmo sem muros e cercas, nos Estados Unidos etc? Seria mais ou menos estabelecer ao corpo, por meio de diretrizes ou lembretes diários, as necessidades fisiológicas do corpo! Coisas inócuas e estúpidas a considerar o homem como ser social, racional e inteligente.

Notadamente, percebe-se que sua tese do silêncio, pode ser empregada na questão da própria natureza humana, pois sua anatomia dispensa qualquer preâmbulo. Notório na própria definição do ministro, quando ele toca na questão dos aparelhos genitais e de suas funções mecânicas, para atender às necessidades fisiológicas de cada um. Nem sempre a ausência de lei indica ser determinada conduta não-arbitrária.

Contraditório, o ministro deixou de perceber que aparelhos genitais e suas funções mecânicas (como ele mesmo disse) são provas suficientes para validar a finalidade de cada um. Sua interpolação ocorre de acordo com a natureza humana, pela junção entre órgãos diferentes e com funções discrepantes também, no que tange os seus objetivos, de acordo com cada gênero!

Por fim, ele indicou, de forma indireta, a imposição da ONU de tratamento jurídico igualitário para uniformização, com vistas à Globalização, quando citou o Parlamento Europeu.

Para descaracterizar a família, como se tem no domínio social, Ayres Britto transformou a família em simples ambiente fraternal, deixando de lado o significado ortodoxo e jurídico, construindo uma lacuna de forma intencional para sustentar a sua tese.

Família desde a Antiguidade

Mas no “direito romano clássico a ‘família natural’ cresce de importância – esta família é baseada no casamento e no vínculo de sangue. A família natural é o agrupamento constituído apenas dos cônjuges e de seus filhos. A família natural tem por base o casamento e as relações jurídicas dele resultantes, entre os cônjuges, e pais e filhos”’ (ALVES, José Carlos Moreira. Direito Romano. Rio de Janeiro: Forense, 1977. II vol. n. 282).

Quando apóstolo Paulo em Romanos 12.9-10, “O amor seja não fingido… Amai-vos cordialmente uns ao outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”, enfatiza o amor fraternal, cordial (amor de irmãos) – o amor filadelfia, que para os não cristãos gregos era o amor entre irmãos – vem de filostogoi, plural e filostorgo (no amor fraterno). Ao pé da letra Paulo afirma: “No amor fraterno amem como se fossem irmãos de sangue, como se saíssem do mesmo ventre”.

Embora tenha falado que não se deve usar a letra da Constituição para matar a própria Constituição, parece-me que ele se limitou a fazer isso, e a partir ‘da exaustão normativa’ e brigas de bandeiras, o ministro partiu do pressuposto de situações criadas, práticas e nomenclaturas novas para forçar tal aprovação.

Citou Chico Xavier, médium homossexual e desprezou a tradição, para impor algo totalmente novo, como se a sociedade fosse traída por algo totalmente fora de sua mente coletiva, quanto à definição de casamento e formação de família, ao fugir do que ele mesmo chamou de “dualidade básica” do homem e mulher.

Segundo Victor Hugo, “Toda a doutrina social que visa destruir a família é má, e para mais inaplicável. Quando se decompõe uma sociedade, o que se acha como resíduo final não é o indivíduo mas sim a família”. Platão afirmava: “Tenho irmãos, pai, mas não tenho mãe. Quem não tem mãe, não tem família”.

Provérbio chinês diz: “Cem homens podem formar um acampamento, mas é preciso uma mulher para se fazer um lar” e o Código Civil, no seu artigo 1622, estabelece de forma clara: “Ninguém pode ser adotado por duas pessoas, salvo se forem marido e mulher, ou se viverem em união estável” (Art. 1622).

O STF volta a discutir o tema hoje (5 de maio) e depois votam. Os trabalhos de ontem terminaram com a leitura do voto favorável do relator, ministro Ayres Britto

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Ao receber email do pastor Silas Malafaia, dando conta da votação no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre família e relação homoafetiva, hoje (4 de maio), escrevi um resumo sobre o assunto. Em seguida, enviei o texto aos ministros, a partir dos endereços enviados pelo pastor Sostenes Cavalcante, assessor de Silas Malafaia.

A questão da liberdade humana faz parte do mais ‘sagrado’ direito, mas a contrariar a própria natureza, traspassa o bom senso e o equilíbrio do ser enquanto racional. A física e a biologia humanas não oferecem o mínimo de estruturas, meios e condições para que o conceito de família se concretize na relação homoafetiva.

Conceito de pai e mãe, par gerador de seres consanguíneos – isto é, nascidos do ventre -, e de compleição composta de todos os ítens necessários para a formação social humana, sempre foi aceito e mantido e, com isso, manteve-se o equilíbrio social.

Todas as sociedades que adotaram relacionamentos homossexual, ainda que encobertos pelo poder e pela filosofia, como os romanos e os gregos sucumbiram, pois não existem fundamentos e nenhuma possibilidade de sustentação para tal.

Mesmo que haja o reconhecimento de direito, pela aproximação associativa, não há como se estabelecer família a partir da união de pessoas do mesmo sexo.

O homem quando tem sua compleição distanciada da natureza, torna-se em um outro elemento, não contemplado tanto pela natureza do próprio ser quanto pelos conceitos adotados pelas sociedades em toda a história humana.

Os cromossomos masculinos e femininos são diferentes, a compleição, a estrutura física e biológica…, enfim, existe uma perfeição na relação homem x mulher, macho e fêmea, e alterar os rumos da própria natureza humana, é uma arte que nem mesmo o divino Criador estabelecera!

Tal proposta só poderia existir a partir do pressuposto da formação de seres-deuses, isto é, extra-humanos.

Daí a sábia e racional indicação da Contituição federal que, em seu artigo 226, indica a composição de família, a partir da união entre macho e fêmea:

“A família, a base da sociedade, tem especial proteção do Estado.

§3º. Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.

 

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