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“No princípio criou Deus os céus e a Terra” (Gn 1.1).

Este texto no hebraico é formado de sete palavras: “Beréshit bara Elohins ét hashamains veét haarès”. Ele deixa claro que o SENHOR é o Criador de todas as coisas e que “Nada do que se fez foi feito senão segundo a sua vontade”.

A simplicidade da revelação divina esbarra na complicação humana quando esta tenta desvendar o inescrutável. Cria-se caminhos que acabam destruídos pela própria inconsistência, como a cadeia de hominídeos. Peças chaves dessa fábula já caíram por terra. Foi o toque sutil na primeira peça, que acaba por desencadear a queda de todas as demais – o efeito dominó.

Para entendermos a origem de todas as coisas, podemos tomar como base peças que são criadas pelo homem, como as que são feitas de madeira. Ela teve como causa a própria árvore, embora passou a ter forma totalmente diferente, como uma mesa, por exemplo. A conclusão é que a mesa não passa de um efeito, enquanto a árvore/madeira figura como causa. Sem a madeira não haveria a mesa. A mesma ideia está no silogismo da Criação: Nós somos o efeito; Deus é a causa; logo, Deus é a Verdade.

Como diz Paulo em Romanos, 17.24,26: “O Deus que fez o mundo e tudo o que nele há, sendo SENHOR do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens… E de um só fez toda a geração dos homens, para habitar sobre a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados, e os limites da sua habitação”. Ainda o profeta messiânico Isaías diz: “Buscai no livro do SENHOR, e lede. Nenhuma destas coisas falhará, nem uma nem outra faltará; porque a minha própria boca o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará”, 34.16. A despeito de tudo isso a plena confiança no Criador é o bastante para crermos em suas obras, pois “Pela fé, entendemos que os mundos (universo), pela palavra de Deus, foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”, Hb 11.3

Cremos que o SENHOR estabeleceu as coisa pela ordenança de sua boca: “Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu”, Sl 33.9.

No processo do método do filósofo e matemático René Descartes (1596-1650), nascido a 31 de maio de 1596, em Turena (França), fundador da filosofia moderna, o cogito ergo sum (penso logo existo) é o resultado da dúvida metódica que alcança a verdades inquestionáveis. Assim, o “penso logo existo” é uma certeza inequívoca de onde parte todas as outras certezas. 

É a filosofia da causa e efeito que esclarece a penso logo existo e não o contrário. Assim, a ideia de Deus (Infinito, Todo-Poderoso) não poderia ser adquirida em nenhum lugar, pois de onde extrairíamos uma ideia como está se é tudo é limitado? Desta forma, Descarte acreditava, e provou com seu método, que se cogitamos um Ser com esses atributos é causa desde mesmo Ser.  

Narrativa da Criação

Embora o versículo 2 afirma que “a terra era sem forma e vazia…”, o que nos leva, às vezes, à ideia que existe uma grande separação entre os versículos 1 e 2, Isaías afirma: “Porque assim diz o SENHOR que tem criado os céus, o Deus que formou a terra, e a fez; ele a estabeleceu, não a criou vazia, mas a formou para que fosse habitada: Eu sou o SENHOR e não há outro”, 45.18 (o grifo é meu).

(…). Na verdade, a interpretação mais provável é de que está implícita entre os versos 1 e 2 a narrativa natural da Criação. Desde o primeiro versículo até o último está contida a Criação de todas as coisas, numa sequência natural e sem interrupção. No primeiro versículo está a

  1. A Criação do tempo (“no Princípio”);
  2. da energia (“criou Deus”);
  3. do espaço (“céus”);
  4. matéria (‘Terra”).

Seguimos acima a ordem sequencial do relato bíblico, mas a energia foi a primeira coisa a ser criada por Deus. E tudo fora criado para funcionar, manter-se e girar em torno do próprio Criador ou Dele depender. Ele é a própria fonte dessa energia, da Luz, do tempo… 

O versículo 2, indica a presença de uma poeira cósmica (“sem forma e vazia”). A Terra não tinha o formato que se nota depois (o globo terrestre). Os versículos 1 e 2 indicam a preparação do cenário da Criação. Já nos versos seguintes, até o quinto, após a criação da luz, temos o globo e a órbita terrestres.

Na Idade Média, Galileu foi ameaçado pela Igreja Católica Apostólica Romana porque dizia que a Terra era redonda. Sua tese contrariava a filosofia defendida pelo clero, que dizia ser a Terra em forma de uma mesa.

O desconhecimento bíblico ameaçava pessoas justamente pela ignorância, uma vez que a Bíblia já afirma, há mais de 700 anos antes de Jesus, a forma terrestre: “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra…”, Is 40.22.

Criar do nada

A palavra bara no hebraico significa “criar do nada” (infinitivo). Já no português, crear figura como expressão filosófica diferenciando o “criar do nada” do criar “do que já existe”, conforme Hubert Rhoden. Neste caso a tradução seria: “No princípio creou Deus os céus e a terra”.

Podemos tomar os termos criar e crear, no português, como sinônimos do hebraico ashah e bara. Então, Deus fez o mundo do nada (bara) e formou o homem do pó da terra – o boneco –, portanto, a partir da terra que já existia. Neste caso não foi do nada, mas da terra. A expressão para este caso seria ashah. Mas quando Deus assopra nas narinas do homem e este é feito alma vivente passa a ser do nada (bara ou creado).

Alguns acham que nesta explicação reside a teoria evolucionista. Isto é, o boneco teria evoluído e se transformado em homem (ser vivente). Acontece, porém, que não houve a mutação pretendida. Primeiro: enquanto boneco, barro, o homem não existia ou qualquer outra forma de vida. Era apenas terra, pó. Não houve evolução de seres. Não havia vida no boneco de barro. Era inanimado e assim permaneceu até que Deus assopra-lhe o vento da vida. Como dizia Einstein: “Deus não joga dados”.  

Também não houve progresso, como tentam alguns, para dar sustentação inicial à Teoria Evolucionista, entre as quais dizem que o homem aperfeiçoou a fala no decorrer do tempo. O homem foi feito alma vivente – um ser vivente, com Eva. Este nome significa “mãe de vida”.

O homem foi feito corpo, com todas as propriedades que temos hoje; alma (que compreende as emoções – sentimento, pensamento, entendimento e vontade) e espírito (o sopro da vida).

 “E foi a tarde e a manhã: o dia primeiro…”

Na luta para descobrir o fundamento do mundo – o que tem deixado cientistas intrigados –, a aproximação do relato bíblico acaba sendo facilmente perceptível.

A teoria do grupo de cientistas denominado Boomerang, que possui um sofisticado telescópio com o mesmo nome, estuda “o brilho emitido pela detonação que deu origem ao Universo… No início dos tempos, essa luz primordial era um farol cegante, mas só continua a cintilar no espaço extremamente esmaecida.”

Essa teoria aponta para a Bíblia. Ela diz que o Senhor criou uma grande luz: O Senhor disse: “Haja luz. E houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas”, Gn 1.3-4.

Embora denominada Dia, a luz criada pelo Senhor não é a mesma que temos hoje, irradiada pelo sol, pois este foi criado depois, no quarto dia.

(…). Enquanto alguns tentam convencer que o mundo foi formado em bilhões de anos, a Bíblia deixa claro que tudo ocorria logo após a fala divina. “E fez Deus a expansão, e fez separação entre águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão. E assim foi”, Gn 1.7.

(…). Mas a sequência criacionista, ocorre com grandes feitos a partir da Criação do cosmo. “No princípio criou Deus os céus e a terra”, Gn 1.1. Depois se registra a escuridão (v2) quando então o SENHOR diz: “Haja luz”. É uma segunda etapa (mesmo que sequencial ou não) da Criação. E assim vai até o sexto dia. Do primeiro ao quarto dia, o SENHOR cria o Cosmos (no grego ordem) ou põe o mundo em ordem:

1) A luz;

2) O firmamento;

3) a terra seca;

4) As luminares.

Em seguida, estabelece a vida com a criação dos animais e do homem – o Adam (o terroso) e Eva (mãe de vida).

A sequência de dias na Criação

O SENHOR é a própria fonte de toda a energia. E Ele fez tudo para sujeitar-se a Ele e sofrer sua influência. Portanto, a ordem dos acontecimentos não altera a grandeza da obra divina, mas somente aponta para a dependência do Criador, como Aquele que sustenta todas as coisas, conforme Hebreus 2.8: “Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que lhe não esteja sujeito. Mas, agora, ainda não vamos que todas as coisas lhe estejam sujeita”. A Bíblia informa: “Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos: ele é o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tendas para neles habitar”, Is 40.22.

O Sol e a Lua também foram criados depois do primeiro, segundo e terceiro dias. Como poderia isso ocorrer se o Sol e a Lua foram justamente criados para governar entre dia e noite? A resposta é idêntica. A luz não necessita de corpo celeste para fazer-se presente. Ela é energia, e Deus é a fonte de toda a energia.

A idade da Terra

“Desde a antiguidade fundaste a terra; e os céus são obras das tuas mãos” (Sl 102.25).

Segundo pesquisas em rochas encontradas na Groelândia, cientistas chegaram à conclusão de uma proposta de que a Terra teria entre 4,5 e 4,6 milhões de anos. Essa informação figura apenas como uma teoria, como a própria Teoria da Evolução – o mesmo que hipótese.

A realidade é que existem algumas informações científicas e reais, que não permitem essa idade tão extensa assim. Entretanto, tudo indica que é uma tentativa de arrumar tempo e encaixar a Teoria da Evolução, que precisa de muito tempo para justificar seus ciclos evolutivos.

Algumas informações científicas e comprovadas derrubam por terra essa pretensão. Uma delas diz respeito ao campo magnético que existe sobre a Terra. Essa força vem perdendo sua influência no decorrer do tempo, tanto que, se a Terra tivesse a idade defendida por evolucionistas, a força do campo magnético seria tão imensa – ou em 10 mil anos atrás –, que teria transformado a Terra em um plasma – gás rarefeito com elétrons e íons positivos livres, mas cuja carga espacial é nula.

Teses científicas

Cientista Kent Hovind, autor da série de vídeos Creation Science Evangelism, afirma, com 12 teses científicas, que o mundo não tem além de 6 mil anos, conforme a estrutura exposta na história bíblica.

Suas teses, publicadas pela revista Chamada da Meia Noite não só derrubam como mostram que a Teoria da Evolução não tem nenhum fundamento científico e figura tão-somente como uma religião.

1) Tese da População

Desde os primeiros registros, o aumento populacional do mundo se mantém estável. Se partirmos dos atuais 6 bilhões de habitantes, e fizermos os cálculos retroativos, chegaremos ao número de 4,4 mil anos. É justamente o tempo necessário para a respectiva multiplicação a partir dos oito sobreviventes do Dilúvio, até chegar aos atuais 6 bilhões. Mas se o homem já estivesse na Terra por milhões de anos, como procura provar algumas teorias, os números seriam outros. O número mínimo seria de 150 mil pessoas por quilômetro quadrado.

2) Tese dos planetas

Com os planetas perdem calor, se tivessem sido formados há milhões de anos, não mais possuiriam a temperatura interior atualmente conhecida pela Astronomia. O exemplo deixado pelo doutor Kent Hovind é que se deixarmos uma xícara de café parada durante o período de 400 anos, perderia todo o seu calor próprio.

3) Tese de Saturno

O planeta Saturno perde seus anéis, porque estes se afastam lentamente. Caso este planeta tivesse milhões de anos, o material que forma os anéis já teria se desagregado há muito tempo.

4) Tese da poeira cósmica na Lua

Passados 10 mil anos, a poeira cósmica na Lua teria alcançado em torno de 3cm de espessura, contra os cerca de 1,5cm que os astronautas encontraram. Este é o exato número para o período de 6 mil anos.

5) Idade da Lua

Como a Lua se afasta lentamente da Terra, fosse ela muito velha, como se tenta provar, no seu início teria estado tão próxima da Terra, que teria provocado marés extremamente altas, o suficiente para afogar toda a vida terrestre, duas vezes por dia.

6) Tese dos cometas

Os cometas perdem massa contínua e constantemente, durante sua viagem pelo espaço. Qualquer um deles, que estivesse viajando pelo Universo por mais de 10 mil anos, já teria se desintegrado há muito tempo.

7) Tese do campo magnético

A cada período que passa, o campo magnético da Terra torna-se mais fraco. Caso a Terra fosse tão velha, de acordo com a velocidade de sua redução, hoje não haveria mais nenhum magnetismo no planeta.

8) Tese da rotação da Terra

Com o aumento de um milésimo de segundo por dia, a velocidade da rotação da Terra – com base nos cálculos dos anos impostos pelos evolucionistas –, chegaria a incrível rapidez que as forças centrífugas resultantes jogariam a Terra para fora de sua órbita.

9) Tese do petróleo

O petróleo no subsolo da Terra encontra-se sob enorme pressão. Mas as rochas petrolíferas são porosas. Se o petróleo se encontrasse ali há milhões de anos, a pressão teria desaparecido há muito tempo.

10) Tese dos vegetais

Os vegetais mais antigos existem na Terra, sequoias e recifes de corais, têm idade máxima de “apenas” 4,5 mil anos. Mas por que não há árvores mais velhas, se a Terra já existem há bilhões de anos?

11) Tese da salinidade nos mares

O teor de sal nos mares, atualmente de 3,8%, deveria ser muito mais elevado. Considerando a atual taxa de salinidade, pode-se calcular que o sal chegou aos mares há aproximadamente 6 mil anos.

12) Tese das estalactites

Estalactites em cavernas são usadas pelos evolucionistas como prova da idade avançada da Terra. No subterrâneo do Memorial de Lincoln, porém, existem estalactites que cresceram mais de um metro em menos de 100 anos.

Estalactite é formado por “Precipitado mineral, alongado, que se forma nos tetos das cavernas ou dos subterrâneos.”

A Lua

A Lua se afasta da Terra 3,8cm por ano. Se pudesse a teoria de milhões de anos ser verdadeira, a Lua teria afastado tanto da Terra que teria provocado marés altas e ou baixas, suficientes para destruir o mundo.

Pressão da Lua

A água dos oceanos afasta a Lua, por ocasionar uma pequena diferença do eixo entre a Terra e Lua – em linha reta – que se distorce em função da massa líquida, que acaba se mostrando fora do eixo e causando uma pequena diferença.

O cálculo aceitável sobre a idade da Terra varia entre 10 e 13 mil anos, com certeza menos de 120 mil anos, porque só se registrou até hoje duas supernovas, que correspondem a menos de 120 mil anos.

O cálculo apresentado pela Bíblia é de 6 mil anos, e, segundo os judeus, considerando o tempo a partir da Criação, conforme a Torá, são 5.760 anos (set/2005).

A Teoria da Evolução é inconsistente

Com a queda de algumas teorias, que serviram para construir, também derrubaram a Cadeia de hominídeos denominada homo sapiens. Provou-se que o Homem de Neardenthal, que faz parte dessa cadeia evolutiva, não passa de um mito, a partir da falsificação de um fóssil. Teria sido ossos de um ser humano com má formação óssea. O Homem de Nebraska foi “construído” a partir de um dente, além de fraudes com o uso da técnica de envelhecimento artificial.

“Cada novo golpe de pá nos rincões da África Oriental costuma exumar mais um candidato a fóssil revolucionário, sem falar na proverbial falta de consenso entre lumpers (os cientistas que enfatizam a unidade da linhagem hominídea e juntam vários espécimes numa espécie só) e splitters (os que acham que pequenas diferenças anatômicas já são o suficiente para criar uma nova espécie)”, escreve Reinaldo José Lopes.

Alguns cientistas têm apresentado argumentos científicos que derrubam as teorias da evolução como a dos ossos do homem e do macaco, do sangue, dos artelhos e tantas outras.

A Teoria da Evolução é, no mínimo, inconsistente. Em nenhum momento da História do mundo pôde-se ver um homem-meio-macaco ou um macaco-meio-homem, ou de qualquer outro animal sob semelhante mutação. Jamais a Ciência encontrou provas concretas que pudessem provar tal mutação. O que se tem até hoje não passa de especulação (MESQUITA, Antônio – Pontos Difíceis de Entender-CPAD, 1ª edição 2006, CPAD, Rio de Janeiro-RJ).

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Editora CPAD da qual Wellington Junior é o presidente do Conselho Administrativo, segundo cargo mais disputado na CGADB

Com a ação de membros de CGADB, o juiz da comarca de Corumbá de Goiás, anulou a candidatura de José Wellington Junior à presidência da CGADB, e ainda afastou Antonio Lorenzetti da presidência da Comissão Eleitoral. Ele entendeu que Lorenzetti, como promotor de Justiça, não poderia ocupar a função, por suas atribuições.

Em seu despacho, o juiz justifica que ‘não foram observadas as determinações contidas no Edital de Convocação para a 43ª AGO da CGADB e o Edital Eleitoral”.

Conforme artigo 11 do Estatuto Social da CGABD, que preestabelece que ‘não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificavelmente da AGO e os diretores da CPAD’.

No parágrafo único está preestabelecido: Diretores da CPAD são impedidos de ocupar cargos aos órgãos da CGADB’.

FATOS

Em 17 de outubro de 2016, a Comissão Eleitoral, em ofício encaminhado a José Wellington Junior, o presidente Antonio Carlos Lorenzetti, avisa-o sobre a nulidade de sua candidatura. Ele cita o artigo acima e afirma: ‘Desse modo, vossa senhoria, está impedido de se candidatar-se a qualquer cargo da mesa diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação de vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta, ensejando o cancelamento imediato do registro’.

Por sua vez, o juiz também observa certa tentativa de acomodar a situação pela Comissão Eleitoral, quando diz: ‘Cumpre ressaltar que a Comissão Eleitoral ao admitir a candidatura de Pr. José Wellington Bezerra da Costa Junior à presidência da CGADB não atentou ao fato do mesmo não ter se desincompatibilizado do atual cargo que ocupa junto a CPAD.’

Por fim, observa que a pretensão do autor da ação é louvável, ‘pois busca junto ao Judiciário corrigir erro grave no Processo Eleitoral ao Cargo de Presidente da CGADB’ e que não resta dúvidas quanto à nulidade da candidatura.

MAQUEAMENTO

No dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral, José Wellington Junior envia ofício ao vice-presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, Kemuel Pinheiro Sotero e solicita ‘Licença do Cargo de Presidente do Conselho Administrativo da CPAD’.

Esta solicitação, embora não de forma de descompatibilização, como determina o Estatuto, é tardia e soa como tentativa de driblar a situação.

Foi feita no dia seguinte ao ofício da Comissão Eleitoral; e, terceiro, porque é recorrente e tardia, pois embora datada de 18 de outubro, solicita “Licença” de ’02.08.16 a 10.04.2017’; terceiro, com o licenciamento José Wellington Junior permaneceria com o cargo garantido, sem a renúncia e ainda, permaneceu com vínculos, a ganhar o prestígio.

PESO DO CARGO

Esse cargo de presidente do Conselho Administrativo da CPAD, editora de abrangência nacional e internacional, é o segundo da CGADB mais desejado, perdendo somente para a Presidência da CGADB.

Com o domínio das atribuições, mesmo que extraoficial geral prestígio, decorrente das ações e influência da editora junto aos membros da CGADB, portanto eleitores.

TROPEÇO DA COMISSÃO ELEITORAL

Por sua vez, a Comissão Eleitoral não poderia ter acatado o registro da candidatura de José Wellington Junior. O ofício que alerta para a ausência de descompatibilização é posterior ao registro de candidatura, e colide com a exigência do próprio Edital Eleitoral, conforme seu artigo 15:

‘O REGISTRO de candidato inelegível ou que não atenta às condições de elegibilidade será indeferido, ainda que não tenha havido impugnação, sendo comunicado imediatamente ao interessado’ (o grifo é nosso).

DECISÃO

Diante de todos os fatos, que maculam o processo eleitoral e as provas de que está ‘eivado de vícios’, o autor Efraim Soares de Moura buscou corrigi-lo, por meio dessa ação.

Em sua decisão, o juiz determina a ”‘nulidade absoluta, ensejando cancelamento imediato do registro’, haja vista que descumpriu determinação contida no Edital mencionado…’”

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Resultado final a ser proclamado hoje (12), às 10 horas
(atualizado em 13/04 às 01h09)

Presidente:
1) JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA (SP) – 9.003
2) SAMUEL CÂMARA (PA) – 7.407

1º Vice-presidente (Região Sul)
1) UBIRATAN BATISTA JOB (RS) – 8077
2) IVAL TEODORO DA SILVA (PR) – 7558

2º Vice-presidente (Região Centro-Oeste)
1) SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA (MT) – 7916
2) SÓSTENES APOLOS DA SILVA (DF) – 7505

3º Vice-Presidente (Região Norte)
1) GILBERTO MARQUES DE SOUZA (PA) – 6.995
2) JONATAS CÂMARA (AM) – 6.860
3) LEONARDO LUZ – 1.602

4º Vice-presidente (Região Nordeste)
1) JOSÉ ANTONIO DOS SANTOS (AL) – 7.967
2) PEDRO ALDI DAMASCENO (MA) – 7385

5º Vice-presidente (Região Sudeste)
1) TEMOTEO RAMOS DE OLIVEIRA (RJ) – 8252
2) ELYEO PEREIRA (RJ) – 6.897

1º Secretário (Região Sul):
1) PERCI FONTOURA – 7.624
2) NILTON DOS SANTOS – 7.459

2º Secretário (Região Centro-Oeste)
1) ANTONIO DIONIZIO DA SILVA – 8.122
2) LUCAS ARAÚJO DE SOUZA – 6.999

3º Secretário (Região Norte)
1) PEDRO ABREU DE LIMA – 7.523
2) OTON MIRANDA DE ALENCAR – 7.222

4º Secretário (Região Nordeste)
1) ROBERTO JOSÉ DOS SANTOS – 7.405
2) MANOEL MONTEIRO – 7.224

5º Secretário (Região Sudeste)
1) JONAS FRANCISCO DE PAULA – 6.883
2) ISAIAS LEMOS COIMBRA – 6.054
3) NILSON ALVES – 1.254

1º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) IVAN PEREIRA BASTOS – 7236
1) JOSIAS DE ALMEIDA SILVA – 7002
3) REGINALDO CARDOSO DOS SANTOS – 1492

2º Tesoureiro (Região Sudeste):
1) ALVARO ALEN SANCHES – 7.868
2) NEHEMIAS GASPAR DE ARAÚJO – 7.674

Conselho Fiscal:

1ª Região (Região Sul):
1) JERÔNIMO DOS SANTOS – 8.202
2) JOSÉ POLINI – 7.243

2ª Região (Centro-Oeste):
1) GEOVANI NERES LEANDRO DA CRUZ – 7.977
2) RINALDO ALVES DOS SANTOS – 7.265

3ª Região (Norte):
1) JEDIEL LIMA – 7.161
2) JOEL HOLDER – 4.994
3) ISAMAR PESSOA RAMALHO – 2.595

4ª Região (Região Nordeste):
1) ANTONIO JOSÉ DIAS RIBEIRO – 7.935
2) ISRAEL ALVES FERREIRA – 7.232

5ª Região (Região Sudeste):
1) LUIZ CEZAR MARIANO SILVA – 6.278
2) EDSON EUGÊNIO VICENTE – 6.163
3) SAMUEL RODRIGUES – 1.986

22h03:  95% urnas apuradas

José Wellington: 8.407
Samuel Câmara: 7.097

20h58: Começou agora a contagem de votos para presidente.

20h45: Urnas abertas às 20h34 e as cédulas começaram a ser contadas e separadas de 50 em 50 para, em seguida começar a apuração para presidente.

20h34: Início da apuração: cédulas estão sendo retiradas das urnas.

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Dos 24 mil inscritos na 41ª Convenção Geral (CGADB), realizada em Brasília, desde 8, o total de presentes hoje – dia da eleição – não deve chegar a 17 mil, conforme previsões. Ontem a presença chegou a 14 mil.

Neste momento (17h), senhas estão sendo distribuídas aos que ainda permanecem nas poucas e pequenas filas. Várias seções, logo no início da tarde, já estavam vazias, mas com cerca de 50% de ausência.

O fato se repetiu em várias delas, em especial as de eleitores mais idosos.

As estruturas para o início da contagem dos votos já estão sendo preparadas, segundo o presidente da Comissão Eleitoral, pastor Antônio Carlos Lorenzetti, com a montagem de 126 meses para a recepção das urnas.

A conclusão da contagem final dos votos está prevista para até às 4h. Porém, a proclamação do novo presidente deverá ocorrer antes, por volta de 2 horas após o início da apuração.

Cerca de uma hora após a montagem das estruturas para a contagem dos votos, iniciará a contagem e mais uma hora após, deve-se conhecer o novo presidente eleito, conforme informações de Lorenzetti.

Fotos: Antonio Araujo-Brasília

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Pastor Antônio Lorenzetti com seu ícone de presença – o chapéu Panamá

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Filas para a votação em frente de seções

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Com a nova liminar concedida hoje (10) em Manaus, reeleição de Wellington Junior, como presidente do Conselho Administrativo da CPAD, tornou-se sem efeito.

A eleição, conforme a primeira liminar (e não sentença, conforme publiquei erroneamente), deveria ocorrer na sexta, após a eleição da mesa diretora da CGADB. A eleição ocorreu à revelia mas, hoje, pela manhã, advogados de pastor José Wellington conseguiram liminar, com juiz de plantão, mantendo a eleição.

Mais tarde, a liminar foi restabelecida e tudo voltou como antes, conforme despacho abaixo:

Assim, ao constatar a presença dos requistos autorizadores para a concessão do efeito pretendido – fumaça do bom direito e perigo na demora -, defiro o pedido liminar, atribuindo efeito ativo ao presente recurso. Determino, ainda, e utilizando o poder de publicitação das decisões judiciais, além da urgência que a situação fática exige, que esta decisão vale como comunicação à quem de direito. Determino, também, à Secretaria do plantão que comunique esta decisão pelos meios processuais próprios, especialmente os eletrônicos, com a urgência necessária”.

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Ministros presentes em Brasília na 41a CGADB

Durante a plenária de hoje (10), convencionais solicitaram detalhes na prestação de contas da CPAD, editora assembleiana e mantida pela CGADB, com a denúncia de que Carla Ribas teria um polpudo salário que chegaria a R$ 40 mil.

Segundo pastor Zildo José dos Santos (Comaderj), ao tomar conhecimento dos valores exorbitantes percebidos por Carla Ribas, esposa de Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor-executivo da Casa e apresentadora do Programa Movimento Pentecostal, quis saber detalhes.

Um dos conselheiros da editora tentou justificar o disparate, ao afirmar que a esposa do diretor não tem vínculo empregatício com a Casa, mas sim um contrato com uma empresa terceirizada. Segundo informações seguras, seria a Ribas & Ribas, da qual Carla é sócia-proprietária.

Houve grande movimentação na tentativa de justificar a não apresentação de detalhes do relatório, mas, segundo convencionais, não se busca propriamente detalhes, porém explicações do fato questionado. O valor percebido por Carla Ribas ultrapassa a salário de presidente de multinacionais.

Discrepâncias no Relatório Financeiro da Casa

Um dos convencionais apresentou as discrepâncias no relatório. Em 2 anos (2011-2012), gastou-se R$ 5,3 milhões, com a média de R$ 250 mil por mês, em despesas administrativas (página 48).

Tais custos dizem respeito à manutenção, aluguel, viagens, hospedagens e conferências.

No mesmo período, o repasse do Fundo Convencional, para manutenção das atividades da CGADB, foi de R$ 4,2 milhões, bem menor que os gastos administrativos.

Mais intrigante ainda foi o crescimento gigantesco no ano seguinte a 2011, saltando de R$ 19 milhões para R$ 33 milhões em 2012 (página 53). Questiona-se o aumento de R$ 14 milhões e ainda às vésperas de eleição.

Investimento em Missões

Por outro lado, o investimento em Missões, por meio da Escola de Missões das Assembleias de Deus (Emad), foi de somente R$ 294 mil, durante o biênio.

Liminar e o Conselho Administrativo

Advogados de pastor José Wellington conseguiram liminar que garante a eleição antecipada do Conselho Administrativo da Casa, que reconduziu Wellington Junior, filho de pastor José Wellington à presidência.

Mas a manutenção da eleição, ocorrida ontem e que deveria ser realizada somente na sexta (12), após a eleição da mesa diretora da CGADB, garantida por sentença, foi concedida por juiz de plantão.

Porém, segundo Cláudio Dias, advogado de pastor Samuel Câmara, ainda hoje (10), a liminar será derrubada por meio de ação no Tribunal de Justiça de Manaus.

Nome negativado da CGADB

Ainda durante relatório das contas da CGADB, o contador Josuel Batista garantiu que a entidade está em dia com seus credores, com exceção de financiamentos, com pagamentos a vencer.

Por outro lado, pastor Cláudio Dias apresentou documentos que indicam o inverso. A convenção está no Serasa com os seguintes valores irrisórios, a considerar sua receita: R$ 2.200,27 (14 fev) e três valores de R$ 69,90 cada de datas diferentes.

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Pastor Wellington Junior foi reeleito presidente do Conselho Administrativo da CPAD, segundo cargo mais cobiçado da CGADB. Depois da eleição, ocorrida na tarde de ontem (9), mesmo com sentença contrária, pastor Samuel disse que não vai revidar e seguirá em frente na disputa.

Por outro lado, os advogados de pastor José Wellington vão tentar derrubar a sentença no Tribunal de Justiça, mas, enquanto isso não acontece, a CGADB incorre na multa de R$ 50 mil diários impostos pela Justiça em função do não cumprimento da sentença.

Ainda segundo os advogados de Samuel Câmara, com o fato que estabelece a eleição do Conselho somente após a eleição de 11 (abr), eles poderiam pedir a prisão do atual presidente. Porém, não o farão para não torná-lo vítima. “Não vamos cair nessa”, mas seguiremos o caminho da justiça.

Caso a diretoria do Conselho da Casa eleita hoje (por presidente de convenções regionais) seja homologada pelo plenário amanhã (10), a multa se elevará a milhões, pois será computada por convencional.

Samuel Câmara disse que caso ganhe, vai propor a eleição do Conselho como determinou a Justiça, ao acatar sua reivindicação, com realização somente após a eleição da mesa diretora, portanto na sexta (12).

O que se nota até aqui é que as estratégias adotadas indicam a expectativa de cada candidato a respeito do resultado.

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