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Posts Tagged ‘profecias’

Se o homem não deixar de consumir combustíveis fósseis também não terá como minimizar as consequências da braveza dos mares que, de imediato destruirá várias cidades costeiras. E se o consumo deixar de acontecer agora, o homem ainda sofrerá os danos provocados à atmosfera pelo período de 30 a 50 anos, até que o gás já emitido seja dissipado. 

Com o atual retrato a previsão é de que a água deverá subir entre 4 e 5m de altura. Nos Estados Unidos as principais cidades a serem atingidas são Baltimore, Miami, Nova Orleans, Nova Iorque e até Washington, além de Londres, na Inglaterra. 

Nova Orleans sofreu com o Katrina, mas nada foi feito para minimizar novas catástrofes, segundo cientistas, que prevêem outros furacões

Nova Orleans sofreu com o Katrina, mas nada foi feito para minimizar novas catástrofes, segundo cientistas, que prevêem outros furacões

Além dessas, outras cidades costeiras do mundo sofrerão o mesmo efeito, devido às alterações do derretimento das calotas polares e de grandes geleiras. À medida que as calotas derretem aparecerão áreas escuras (antes gélidas e claras), onde o sol ganhará força de impacto, fenômeno chamado pelos cientistas de Efeito Feedback. 

Esse desaparecimento também indica que o homem presenciará mudanças na Terra. Mas, atualmente, já se registra o desaparecimento de geleiras em todo o mundo. Nas últimas 3 décadas, cerca de 25% das geleiras peruanas desapareceram. 

Esse registro ocasiona outro efeito nas regiões afetadas. As mudanças, por serem radicais, exigem alterações e respostas rápidas do homem na questão da sobrevivência. Os exemplos registrados até hoje mostram que a segunda parte não acontece.

Ao nível dos oceanos que aumentam junte-se o calor nos mares. No ano 2000, um acontecimento jamais visto deixou cientistas perplexos. Uma barreira de 11 mil metros quadrados de gelo desprendeu-se da calota da Antártida e em torno de 3 trilhões de toneladas de gelo seguiram mar adentro. 

Caso somente o gelo da Antártida e da Groelândia se derreta, o nível do mar aumentará até 9m, segundo previsão científica.  

Programa Grace 

A seriedade da situação fez com que a entidade científica de influência global, a Nasa, se unisse a outra agência alemã, para juntas construírem o Programa Grace, com o objetivo de ‘bisbilhotar’ os efeitos do degelo. O programa lançou os satélites Tom e Jerry, que há cinco anos medem as alterações gravitacionais ocasionadas pelo derretimento de gelo na Groelândia e na Antártida. Toda a água compactada em blocos de gelo ao derreter, ocasiona mais pressão por ocupar mais volume no espaço. 

Satélites monitoram os efeitos do degelo na pressão atmosférica

Satélites monitoram os efeitos do degelo na pressão atmosférica

Segundo cientistas o calor derrete entre 100 e 200 bilhões de toneladas de gelo por ano. 

Invasão de mares 

Em muitos lugares do mundo o mar é o responsável pela perda de terra seca em função ao aumento de seu nível. Em Bangladesh fazendeiros perderam áreas de plantação de arroz por causa da invasão de água salgada do mar. Além de causar sérios problemas sócio-econômicos, provocando a mudança de comportamento de animais e migrações em massa para países desenvolvidos, o risco da falta de água potável é outro grande problema a enfrentar. 

No Rio de Janeiro 

Em São João da Barra, no norte fluminense, uma maré alta destruiu um prédio de quatro andares, em 5 de abril de 2008. Nos últimos 35 anos, o mar avança a média de 3m a cada 12 meses. Mais de 200 casas já foram destruídas pelas ondas, desabrigando moradores. 

Segundo pesquisas do Departamento de Engenharia Cartográfica da Universidade do Estado de Rio de Janeiro (Uerj), nos últimos meses a erosão tem se acelerado, além do previsto e avançou 7m, o dobro da média anual, medida desde a década de 50. 

Nos Estados Unidos 

A cada dia a água do mar invade 30cm de área da cidade de Luziânia (EUA) e grandes áreas de terra são consumidas pelo mar. Na mesma região, 13 ilhas desapareceram nos últimos 100 anos e a remanescente Ilha Robert já perdeu 8m de terra desde junho de 2008. 

No século passado, os Estados Unidos sofreram a ação devastadora provocada por 167 furacões. Os mais violentos foram o Vilma, Rita e o Katrina. 

O Projeto Argo, lançado para medir o estado físico dos oceanos, mostra por meio de 3 mil bóias distribuídas pelos oceanos, que o aquecimento ocorre com velocidade alarmante. 

E somente neste século, os cientistas prevêem a elevação do nível do mar entre 30 a 90cm. 

Cidades vulneráveis 

As cidades norte-americanas ameaçadas por furacões do nível 2 (como o Isabel), são Baltimore, Nova Orleans, Miami, Nova Iorque e até Washington. Londres não fica fora da lista. Elas são vulneráveis a furacões que podem provocar o aumento do nível do mar e inundações de 4 a 5m. 

Segundo previsões, os furacões continuarão e com maior incidência

Segundo previsões, os furacões continuarão e com maior incidência

Na Europa 

Em fevereiro de 1953, a força dos ventos e a maré alta destruíram diques na Holanda, desenvolvidos desde a Idade Média. O resultado foi desastroso, pois 300 fazendas e 3 mil casas foram destruídas e 1,8 mil pessoas morreram. Em 2007 o mar invadiu a capital da Finlândia. 

Destruição de efeito dominó 

Os pântanos, ao lado das ilhas, são acidentes geográficos que minimizam a ação de furacões, por desgastar por fricção, a velocidade do vento. Mas, também, ao lado das ilhas, segundo pesquisa, os pântanos estão desaparecendo.

O aumento da temperatura dos oceanos também ocasiona tempestades violentas. O oceano mais quentes e o aquecimento que provoca o degelo de calotas polares, causará destruição sem limites. 

Leia mais no livro Fronteira Final

Fonte: TV

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A crise que atingiu as finanças mundiais partiu da “quebradeira” nos EUA. A Bolsa norte-americana levou também outras ao poço, uma vez que o dólar ainda permanece como moeda mais forte do mundo.

Logo após os desdobramentos do resultado da falta de solidez de representações financeiras norte-americanas, com a crise do calote de imóveis financiados pelos bancos do país, sem o cuidado de obter garantias em troca, a caldo entornou. Tornou-se pior ainda a partir da recusa de injeção de 700 bilhões de dólares do Tesouro nacional, pelo Congresso norte-americano, forma de atenuar os efeitos colaterais. Interferências políticas, com vistas à eleição deste mês de outubro, quando o novo presidente deve ser eleito, incluindo manobras “fantásticas”, engendradas por mentes maquiavélicas, interferiram na “salvação” financeira. O pior de tudo isso é que o mundo todo começa a sentir os efeitos drásticos dessa amarração e algumas empresas já contabilizam perdas, não só as Bolsas.

Os “espirros” pelo mundo, a partir da contaminação do vírus estadunidense, se percebe em bancos na Islândia, Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Holanda e no próprio EUA.

 
Na verdade, todos os ecônomos estão cientes que não existe sustentação viável para que o sistema financeiro atual, que regula os mercados, o fluxo de capitais, a compra e a venda, agüente por muito tempo. Esse sistema está praticamente falido e clama por outro mais eficaz. Além disso, o próprio tempo e o avanço tecnológico pedem isso. Por exemplo, o sistema atual de troca e medida de valor, representado na moeda, é uma invenção de milhares de anos… Ela substituiu a simples troca de mercadorias – o boi pelos grãos, o cabrito pelo serviço, o alimento pela vestimenta… Com ela vieram os bancos, que absorveram os riscos de a pessoa guardar o seu tesouro debaixo do colchão. Porém, hoje, a sociedade conta com meios muito mais eficientes, além de digitais. Há muito tempo, o dinheiro plástico trafega paralelamente ao comum, ao lado do acionamento da riqueza simplesmente por meio da voz, de sinais digitais, que deixam para trás, séculos, esse sistema.

Junte-se a isso os apelos sociais de combate à miséria, para um mundo mais justo, a busca do equilíbrio sócio-econômico, os apelos do homem pós-moderno, a convergência em busca da harmonia…

 
O próprio sistema pede sua substituição, pois não consegue mais andar com suas próprias pernas, enquanto a sociedade não consegue ver seus anseios atendidos.

O que deve ocorrer? Bem, o mundo tem um palco montado e propício para receber um novo meio de governo e distribuição de suas riquezas. Os ricos não mais estão seguros de que permanecerão ricos para sempre. Os miseráveis – não mais tão ignorantes como antes, com acesso a todos os meios de conhecimento, após a invenção dos meios modernos de comunicação, intensificado pela globalização –, querem parte do bolo. Acumulado a tudo isso está a força política que leva o mundo (todo) rumo à social-democracia. E este regime político-administrativo busca o acesso de classes chamadas excluídas ao centro, para a participação efetiva da distribuição de riquezas produzidas pelo mundo. Observo aqui as sociais-demagogias, que usam o nome democracia como verdadeiro engodo.

Temos um circo armado. O que falta ainda?

A pessoa capaz de gerir o novo processo de mudança.

Como ela será inserido?

Simultaneamente ao apelo por um novo sistema de câmbio (barganha) percebe-se claramente que há outra crise paralela: a de ausência de líderes no mundo. E isso ocorre em todos os segmentos humanos, porém, o que mais atrai a atenção é o político. Os últimos foram vistos até a década dos anos oitentas, e, depois disso…

O mundo clama por um líder, tem sede, pede, necessita…

Por fim, recorremos à profecia bíblica, que trata desses dois momentos: O de um líder que irá governar o mundo, com poder legítimo concedido a ele por seus “pares”, e que o mesmo vai implantar um sistema de débito-crédito perfeito, do ponto de vista humano, a partir da viabilidade oferecida a partir do advento da informática: “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número de seu nome”, Ap 13.16-17.

Perfeito, não?! Mas não se iluda. Ele não será a salvação e tampouco o Fim!

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capa_dengue1.jpg Doenças e pestes assustam o homem moderno. Há pouco tempo uma epidemia de gripe ameaçou a Rússia. Mulheres andavam de máscaras para evitar a doença. A supergripe assolou a Inglaterra, Estados Unidos e Israel. A Iugoslávia registrou pelo menos 130 mil casos (O Globo, 17/1/2000).

O mau da vaca louca (encefalopatia espongiforme bovina), apareceu na Inglaterra em 1986. Rebanhos inteiros foram sacrificados por conta da doença, causando grandes prejuízos em várias partes do mundo, em especial na Europa.

Os custos para a erradicação de doenças e pragas acabam afetando a economia. Os Estados Unidos, por exemplo, gastam US$ 100 bilhões por ano no diagnóstico e tratamento de câncer, segundo o médico José Aristodemo Pinotti (Folha de São Paulo, 14/1/2000).

Mas o crente tem um verdadeiro manual de uso do comprovado e eficiente escudo invisível – o salmo 91. Ele mostra como se bloqueia todas as setas atiradas contra a vida do servo do Senhor, funcionando como barreira.

É uma arma da qual precisamos para manter o equilíbrio espiritual, neste mundo em total descontrole. Nele vivenciamos sinais clássicos do fim dos tempos. O Senhor indicou, como sinal do fim, a ascendência de pragas.

Entretanto, a poderosa arma contra “potestades do ar” não discrimina o tipo de seta – se aguda, de ferro, ou de qualquer outro tipo de matéria. Mas de uma coisa sabemos, é arma de livramento eficaz – “mostrarei a minha salvação”. 

Ele coloca o crente escondido numa caverna, vista – pela fé – como uma abóbada. Era mais ou menos assim o mundo antes do Dilúvio. Esse invólucro – “…à sombra do Onipotente” –  protegia o homem de pestes. Com sua destruição, o homem passou a viver menos, após o Dilúvio.

Podemos deduzir que a proteção explícita no salmo é total e completa – abrange o lado espiritual, mas também não deixa o físico descoberto – “Ele te livrará da peste perniciosa”. Isso se dá pela Verdade – que é a própria Palavra ou Verbo. Verbo (o Logos) é o centro da comunicação divina. Na comunicação humana é também o elemento principal duma oração, pois sem ele a oração não passa de uma frase, que nada diz.

O poder expresso no salmo também não se realiza sem a oração, e esta não se efetiva sem o Verbo. Então, no Verbo está a força do salmo. Não é tão-somente falar ou dizer que acredita.

Conhecimento não se traduz por gritos frenéticos de palavras de ordem, por inscrições explícitas, adesivos colados em veículos, ou porque falamos ser. É experiência, testemunho de vida, amizade com Deus. Aí sim, revestido pela força do Verbo, você o confessa e as coisas que nele estão escritas se realizam. 

Escudo dá-nos uma visão de amparo, proteção e defesa, mas pode ser ainda, segundo Aurélio, um tipo de “pêlo que recobre a epiderme das folhas de certas plantas”.

E é disso que precisamos justamente agora quando um insignificante inseto tem derrubado muita gente, levando alguns à morte, por meio de uma também insignificante seta. Trata-se do mosquito Aedes aegipty – o Mosquito da Dengue. Ele tem hábitos diurnos – pica durante o dia, mas o salmo diz: “não temerás seta que voe de dia”.

Nele vemos certa semelhança com a praga enviada pelo próprio Deus, aos homens que lutam contra Jerusalém, cidade que pode ser representada em metáfora como desígnios divinos. É uma praga para todos quantos se viram contra o Senhor: “… a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca”, Zc 14.12.

O Aedes é um mosquito que se reproduz como uma semente. O seu ovo pode suportar uma seca de mais de um ano, e, após, com a chuva, dar vida à larva. É realmente uma praga, coisa de sujeira, de Terceiro Mundo, mas não para perturbar cidadão do Céu.

Por isso, ela pode ser ferida pela Palavra do Senhor, a partir do crente: “e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”, 2Cr 7.14.  

Seja você também um Moisés (tirado das águas), sem dengo, e lute contra essa praga, eliminando-a de seu convívio. Se o homem tem a Ciência, nós temos o conhecimento do Deus que tem domínio sobre as pragas. “…pô-lo-ei num alto retiro, porque conheceu o meu nome”. Eli-el!

       

Este artigo poderá ser reproduzidos por completo ou em partes, quando citada a fonte.                      

         

*Foto: http://www.senac.br/dengue/imagens/capa_dengue.jpg 

 

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ISABEL SACO
da Efe, em Genebra

Relatório apresentado nesta sexta-feira pela ONU (Organização das Nações Unidas) indica que a freqüência dos desastres naturais relacionados à mudança climática está aumentando. O documento compara a média atual com a média registrada entre os anos de 2000 e 2006.

Das 197 milhões de vítimas por desastres naturais, 164 milhões foram por inundações.

A Ásia foi o continente mais afetado pelas catástrofes naturais, sendo cenário de oito dos dez maiores desastres do ano passado –incluindo seis inundações.

As inundações foram os únicos desastres que aumentaram de maneira significativa, registrando-se 206 só no ano passado. Nos últimos sete anos a média foi de 172.

O país mais afetado por mortes foi Bangladesh, com mais de 5.000, seguido da Índia (1.103), Coréia do Norte (610), China (535) e Peru (519), segundo o relatório, que foi elaborado pelo Cred (Centro de Pesquisa da Epidemiologia dos Desastres), organismo que tem sede na Bélgica.

A região asiática concentrou 74% das mortes, seguida do continente americano, com 12% — afetado pelo terremoto que sacudiu o Peru em agosto do ano passado e pelas tempestades tropicais no Caribe –informou o diretor do Cred, Debarati Guha-Sapir.

O número de vítimas mortais, no entanto, foi menor em 2007 –16.517 mortos– diante da média de 73.931 registrada entre 2000 e 2006.

Os EUA, com 22 catástrofes naturais em 2007, foi o país mais afetado, seguido da China (20), Índia (18), Filipinas (16) e Indonésia (15).

O especialista afirmou que o impacto das mudanças climáticas na incidência de catástrofes naturais é provado pelo aumento de inundações, furacões e tempestades tropicais, claramente influenciadas pelo fenômeno planetário.

“A tendência atual é consistente com os prognósticos do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), e a Ásia e a África do Oeste já estão sofrendo inundações mais severas e seguidas”, comentou, ao se referir à equipe de cientistas que estudam o fenômeno por encomenda da ONU.

Guha-Sapir também disse que existe a possibilidade de doenças infecciosas –como dengue e leptospirose, transmitidas, respectivamente, por mosquitos e ratos– se expandirem nos próximos cinco anos, conforme aumenta a incidência das enchentes. De acordo com ele, é possível que estas doenças cheguem, inclusive, à Europa e aos EUA.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u364978.shtml

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Depois de deparar-me com tanta informação na mídia, sobre um único assunto, fiquei perturbado. Há quase 30 anos, coleciono recortes de jornais e revistas. São informações gerais sobre mudanças na natureza, no comportamento humano, nos avanços científicos, nas reações religiosos com significado avanço de heresias, ausência de líderes – em todos os setores sociais. Esta falta leva o mundo para um único sentimento em busca de um líder mundial.

Diante de todos esses fatos verifica-se a incapacidade humana para resolver crises, como a moral, sócio-econômica e financeira do mundo, o avanço da social-democracia, com a queda do famigerado comunismo, as novas pragas e doenças, o aumento da fome e a falta de perspectivas.

Agora, confesso fiquei surpreso. Pela primeira vez percebeu-se que o mundo todo dobrou-se diante do perigo, dos riscos. A verdade é que a doença anunciada há tanto tempo, levou o enfermo globo terrestre ao pedido de tratamento intensivo, ou então, morrerá.

É oficial: o mundo está nas últimas. Existe ainda uma sobrevida, mas não por muito tempo. Sobre isso todos já sabíamos, mas é sempre bom ter uma luz piscando: isso vai nos fazer lembrar da veracidade da Palavra e ainda mostrar que se não pregarmos o Evangelho – a mensagem do Reino – as pedras clamarão. E olha que já faz algum tempo que as pedras estão falando! Será que emudecemos? Ou é porque não estamos conseguindo processar os sinais por sua tão marcante intensidade e abrangência. A mídia em todo o mundo publicou matéria em tom de alerta, com base no relatório da ONU sobre a ameaça de degelo polar. O meio ambiente está enfermo e coloca o mundo na UTI.

Nunca se viu algo tão amedrontador, desde 1850, quando a medição da temperatura da Terra passou a ser medida de maneira mais confiável. A elevação nos últimos anos acelerou com o aumento de 0,13ºC por cada década. A concentração de CO² na atmosfera, a partir do século 18, com a Revolução Industrial, quase duplicou e passou de 220 partes por milhão (ppm) para 383.

O que mais assusta é que a segunda parte do relatório denominado AR4, apresentado em abril/2007, indica que o Sol “leva a culpa” por somente 7% do aquecimento…

Partimos para uma luta que revigora os mesmos motivos que provocaram a perseguição à Igreja Primitiva, conforme o registro de Atos 16.19-22: “… prenderam Paulo e Silas, e os levaram à praça, à presença dos magistrados. E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens sendo judeus, perturbaram a nossa cidade. E nos expõem costumes que não nos é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos. E a multidão se levantou unida contra eles”. Segundo o escritor norte-americano Ralph Waldo Emerson, “O mundo tenta castigar os que não se conformam”.

De tudo isso, podemos chegar, com certeza, a uma conclusão: Não se vê mais pregações sobre a Volta de Jesus, como se via antes, não é mesmo? Mas há 53 referências na Bíblia que descrevem a Volta de Jesus e suas bênçãos (James K. Bridges-AD/EUA, Pentecostes dez/2001). A Bíblia segue alertando:

“Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.44). “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor”, Mt 24.42, mas “quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo”, Mt 24.33.

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