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Posts Tagged ‘espiritismo’

Por meio da própria ação norteada por espíritos, o médium de Goiás pode alegar que as mulheres não tiveram relações com ele propriamente, mas com as entidades incorporadas nele, mesmo com o atrativo da personalização do atendimento, que além do próprio ocultismo também é secreto.

Embora condenado pelo cristianismo, por meio de sua regra mor, a Bíblia, especificamente pelo SENHOR Jesus, esses espíritos são denominados por suas esferas de ação. Dentre eles está o conhecido no meio como Pomba-Gira, que atuaria no desvirtuamento sexual, chamado pela Bíblia como ‘outro sexo’, adultério, pedofilia, abusos, necrofilias etc.

Seriam os tais guias espirituais, ligando a pessoa, através de marca própria, a tal egrégora, um tipo de DNA espiritualista. Segundo gurus e magos, essa entidade absorve ou emitem energias. É mais ou menos como dita a física quântica teórica, em que a pessoa absorve energias ruins de falas, ambientes, músicas etc.

SOBRENATURAL ASSOMBRA

Fatos envolvendo o depoimento do espírita apontam claramente para o sobrenatural: Escrivão quebra o braço, o filtro (fio de extensão) explode e causa gritos de susto, medo e queima frigobar, enquanto computador altera comandos aleatoriamente. A oitiva teve de ser transferida para Goiânia. (www.noticiasgospel.com.br).

Dentro dessa mesma teoria, um criminoso, por seu advogado, alegou justamente essa orientação espiritual para suas mortes sequenciais, impiedosas e implacáveis (Tribunal de Juri/Catanduva-SP, assassinato de Marisônia, 1988).

EVOLUÇÃO DOS ESPÍRITOS

Com o francês Allan Kardec veio o que justificaria intervenções como as atuais. Ele criou a teoria do periscópio, a indicar que o corpo material possue elo com o espiritual ou alma (para o espiritismo é um só elemento – dicotomia).

Então, doenças e certas disfunções seriam impregnações deixadas de reencarnações passadas no tal periscópio.

FONTES EQUIVOCADAS

Além das controvérsias de Abadânia, médiuns famosos no Brasil tiveram mortes estranhas: Zé Arigó, Edvaldo de Oliveira, Oscar Wilde, Waldemar Golvin morreram de trágicos acidentes de automobilísticos; Carmine Mirabelli, de atropelamento; Edson Queiroz, assassinado a facadas; e Gilberto Arruda foi vítima de espancamento. Chico Xavier, que começou recebendo espírito de traquinagem, ‘também era homossexual’
(Revista Lada A, em matéria que envolve o médium Gasparetto).

INCONGRUÊNCIAS

Por sua autoridade, especificamente nas questões espirituais, as Sagradas Escrituras tratam do tema. Refuta a questão da divisão entre espíritos bons e ruins, na esfera das consultas, afirmando que de uma mesma fonte não pode jorrar água doce e salgada.

Também os que morrem não mais tem ligação com os vivos, conforme o SENHOR ensina na questão da morte do mendigo Lázaro e o homem rico (Lc 16.19-31), e que não teriam maior crédito que os Escritos Sagrados (v31).

O mesmo diz respeito à suposta aparição de Samuel (1Sm 28), não sustentada pelo exame cuidadoso e responsável da hermenêutica bíblica.

Em todos os casos, Jesus confronta tais espíritos expulsando-os, sem esboçar qualquer possibilidade de contato, consulta ou familiaridade.

Em toda a Sagrada Escritura há condenação para a necromância e qualquer outro tipo de acesso a espíritos, seja de mortos ou de decaídos. Fala sobre consulta a ‘espírito de feiticeira’ (1Sm 28.8), e o profeta messiânico Isaías (8.19) é contundente quanto à incoerência ao indagar: ‘A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?’, mostrando a coerência: ‘E não recorrerá um povo ao seu Deus?’ (Espírito).

Dentre todas as evidências cristãs, o maior e mais evidente está em 2Coríntios 11: ‘E não é maravilha porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz’. A passagem alcança os envolvidos: ‘… o fim dos quais será conforme as suas obras’ (v15)

CRISTÃOS IMUNES?

‘Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência’, 1Tm 4.1-2.

MINHAS VIVÊNCIAS

Na Teologia não só estudamos a História da Igreja, mas também as religiões. Pondo-a em prática, por meio das experiências diárias e empoderações aprendemos a teleologia.

CAMPO FÉRTIL

De pais católicos romanos vivi toda a mística religiosa do sincretismo entre a igreja católica e o espiritismo. Meu pai lia Allan Kardec, e cheguei a frequentar centro espírita com minha mãe, antes de sua conversão cristã, por conta de traquinagens de espírito em minha casa.

Depois de certo tempo, um de meus irmãos passou a frequentar centro espírita, tipo umbanda. De vez em quando, minha casa virava um centro de horror dantesco. Esse pobre irmão era submetido a cenas humilhantes e não menos horripilantes por incorporações.

Sem saber o que fazer e por ignorância, a única saída era chamar um certo ‘guru’ do segmento, que passava a torturá-lo com as místicas palmas-de-são-jorge, como se o espírito estivesse sendo subjugado. Esse mesmo espírito dizia, por meu saudoso irmão, que ele era o seu cavalo.

Meu irmão teve uma existência tribulosa. Enveredou-se no mundo das drogas e acabou morrendo de forma trágica. Pouco pudemos fazer por ele. Naquela época, ainda éramos neófitos na Fé cristã.

CHARLATANISMO

Quando atuei em um dos maiores jornais do interior, acompanhei um caso de cirurgia espiritual. Embora fosse cristão, meu editor se dizia ateu, e o diretor de Redação espírita tive a liberdade de escrever o que realmente vi.

Havia testemunhado um caso típico de charlatanismo, ao menos naquelas circunstâncias. O ‘operado’ gemia de dor, sob o risco desinforme da unha da médium. Nos intervalos do risco assimétrico nas costas, em direção à coluna vertebral e os gemidos de desespero, ela passava água oxigenada que, misturada ao sangue, formava um líquido de cor assemelhada a pus, justamente a ‘deixa’ para ela vaticinar: Olha como a infecção está saindo!

SEM FRONTEIRAS

Expulsão de espíritos sempre foi uma prática comum na Igreja, antes mesmo de sua fundação por Cristo.

Em uma delas que participei, a pobre mulher carregava uma agulha espetada ao corpo: era para furar os olhos e não mais ver o espírito amedrontador, que se apresentava a ela, tipo gnomo, cabelos espetados, um verdadeiro monstrinho! Foi de arrepiar. Ele foi expulso e, caso não fosse a levaria a furar os próprios olhos.

Décadas depois estive na África do Sul. Pude visitar uma mulher com o missionário local. Ela havia sido liberta de possessão. Falei com ela e a descrição do espírito era a mesma da mulher do interior de São Paulo.

FAKE OU VERDADEIRO?!

Existem sim ações por intervenções espirituais, pois o espírito trafega acima da matéria, mas existem linhas tênues entre o que é sabotagem humana, ação da própria mente, como por sugestionamento, ação realmente espiritual e, por fim, o domicílio: Se o Espírito do Altíssimo ou o Espírito que caiu do Alto!?

DISTINÇÃO

Para determinar o certo ou errado, antes é preciso conhecer e experimentar o verdadeiro.

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Na edição da revista Época (ed. 615 de 1/3/10), que teve como tema de capa o espiritismo com destaque ao falecido médium Chico Xavier, fomos entrevistado, como presidente do Conselho de Comunicação das Assembleias de Deus, quando enfatizamos a posição bíblica, que condena toda e qualquer forma espírita.

A matéria deixou transparecer a busca por audiência do recém-lançado filme de Chico Xavier, visto pela crítica como verdadeiro fiasco. A reportagem, como se vê na matéria, não foi imparcial e buscou conteúdo na tentativa de elevar as obras do médium mineiro.

De esquisito a herói!?

De forma imparcial, outra revista, já fora de circulação, entrevistou Chico Xavier e mostrou, na época, alguns pontos controversos. O menino órfão, criado por sua tia, vivia sob castigos, forma usada para repreensão de suas posturas estranhas e traquinagens. Assustado com a postura do menino, sua tia o levou a um padre. Ela dizia que o menino tinha demônios. Para exorcizar o menino, o religioso receitou a penitência: rezar mil ave-marias com uma pedra na cabeça. Mas, quando o menino passava das novecentas, um espírito brincalhão o fazia errar e, por isso, tinha de voltar à contagem do zero. Daí para os contatos com o mundo dos espíritos foi um pulo.

A revista Época dedicou 9 páginas, sempre com vistas à elevação da doutrina espírita e pouco espaço para a defesa da fé cristã. Embora apropria-se de preceitos cristãos, como assinala a revista, o espiritismo nada tem que ver com o cristianismo, pois a Bíblia o condena desde o Velho Testamento.

Não há como nascer frutos bons e ruins de uma mesma árvore e tampouco uma fonte não tem como jorrar água doce e salgada, ensina a Palavra (cf Tg 3.11-12). Como saber se o espírito brincalhão, como o próprio médium definiu, possuía boas ou más referências?!

Condenação pelo Senhor

Não há como conciliar. O Senhor sempre proibira a consulta a mortos, com pena de morte para quem o fizesse. “Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador… nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos: pois todo aquele que faz tal cousa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus as lança fora de diante de ti”, Dt 18.10-12.

O rei Saul foi rejeitado pelo Senhor por consultar uma espírita, após ele mesmo ter expulsado todos os que praticavam qualquer forma de mediunidade (1Sm 28). Saul suicidou-se. Leia ainda Isaías 47.9-13.

No Novo Testamento o próprio Senhor condena o espiritismo quando trata do fato ocorrido entre o Rico e Lázaro. Ele afirma que não há como alguém voltar da morte e manter contato com a família (Lc 16.19-31). Expulsão de demônios – espíritos caídos – de pessoas possuídas (Lc 8.26-39), dentre outras passagens, também indicam condenação.

Por fim, Hebreus 9.27 diz que após a morte segue-se o juízo. Todos os textos bíblicos mostram que não há tratamento, progresso e qualquer tipo de alinhamento entre mortos e vivos.

Até a Igreja Católica Romana, que pratica o sincretismo – o ecumenismo com os espíritas – como se vê na Bahia, com sua doutrina purificadora após a morte, por meio do limbo e purgatório, onde pecadores se livram de pecados remanescentes, condena o espiritismo. Também na matéria a revista Época mostra que o próprio filho do médium chegou a duvidar do pai.

Mesmo com afirmações semelhantes às que ora expomos, o editor pinçou parte da declaração e só inseriu o seguinte: “O pastor Antonio Mesquita, presidente do Conselho de Comunicação da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil diz que os evangélicos condenam o espiritismo. ‘Evitamos falar sobre o assunto para que todos possam viver em paz, mas várias passagens na Bíblia mostram que a comunicação entre os homens e os mortos não é possível”’ (Época, pág. 90, 1º de março de 2010).

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Não se sabe o dia nem a hora da Volta do Senhor, entretanto Jesus alertou a Igreja para que ficasse atenta aos sinais dos tempos. Embora presenciamos momentos dos “tempos difíceis” ou “selvagens”, fazemos parte de uma geração privilegiada. Estamos dentro de uma época de suma importância para a Igreja de Cristo. 

Os sinais são tantos que não mais alertamos para aquilo que acontece ao nosso redor, talvez dormindo o sono da incredulidade, desprevenidos como as cinco virgens loucas, que tinham lamparinas e azeite, mas não mantinham a reserva necessária para as bodas. Suas lâmpadas eram intermitentes. Nesta parábola, a Palavra alerta para o momento inesperado, quando o Noivo virá – “Ouve-se um grito: aí vem o noivo!”

 A Bíblia fala disso alertando que o Senhor virá na hora em que não estaríamos pensando, e ainda diz: “Porventura quando o Senhor vier achará fé na terra?”.  

Tentamos reproduzir alguma coisa, que segundo vemos, aproxima de toda essa realidade, com fortes sinais da brevidade da Volta do Senhor. Vemos isso nas declarações, matérias publicadas em jornais e revistas, opiniões e textos bíblicos. Tudo nos mostra que Cristo já volta. 

Quando se agravou a incidência de acontecimentos no mundo, que podiam ser catalogados como sinais dos últimos tempos, pregava-se muito sobre Volta do Senhor. Hoje as igrejas buscam a contextualização. Esta parece até palavra de ordem. A declaração, com o ímpeto da época, Jesus vem breve!, já não causa o mesmo efeito de outrora.

Temas-sinais do fim 

Os temas que refletem os últimos tempos se perdem de vista, especialmente se dermos uma olhadela para trás, há pouco mais de duas décadas, mais precisamente no início da década dos sessentas. Logo em seguida, implantou-se no mundo a Revolução Cultural, com os Beatles, os hyppies, o apogeu do rock, das drogas… Os filhos das gerações de 60 e 70 – a época dos hippies e beatles geraram os pais liberais de hoje. 

Os líderes mundiais perderam as rédeas, aliás, onde estão grandes nomes? O mundo clama por um líder, como tínhamos décadas atrás, não é mesmo? Um dos remanescentes na política brasileira, Mário Covas, é prova desse clamor. Milhares de pessoas foram prestar as últimas homenagens no velório do governador paulista. O homem tem necessidade de reverenciar ícones.      

Alguns temas chamam a minha atenção para a corrida de sinais:

1. Falência do sistema financeiro;

2. Globalização;

3. O homem já pede por um líder mundial – governo único (A Estátua de Nabucodonossor dá sinais de retorno);

4. A Figueira já brotou, em 5 de maio de 1948;

5. Degradação – Sodoma e Gomorra estariam desatualizadas hoje;

6. A tevê leva a degradação moral aos lares;

7. O homem se coisifica;

8. Terremotos – um sinal que já não tem tanto valor;

9. Catástrofes – furacões, tufões, vulcões, maremotos, enchentes, tempestades…

10. Superaquecimento – O mundo já registra mortes por causa do calor;

11. Espiritismo e satanismo avançam;

12. Explosão de conhecimento – A multiplicação da ciência;  

13. Fome em vários lugares… 

Troca de valores

“Árvores doentes: Remédio verde”. Este foi o título usado pelo jornal O Globo, 20/10/00, página 17/Rio (com foto), para noticiar o cuidado especial que uma árvore recebeu… “uma das frondosas árvores da Praia do Botafogo infectadas por fungos, bactérias ou cupins; e medicada por um técnico de Fundação Parques e Jardins da Prefeitura. O tratamento fitossanitário inclui o descascamento e a aplicação de remédios por dentro do caule”.

Determinadas leis rígidas protegem árvores e animais, mas o mesmo não tem acontecido com relação ao homem, numa flagrante inversão de valores. ONGs estão em todo o mundo atentas aos mais diferentes direitos da fauna e da flora. 

Por outro lado, existem uma forte tendência entre mulheres, que buscam a independência e tentam ser iguais ao homem (aqui grifo e enalteço a conscientização do valor da mulher). A família sofre conseqüência, especialmente a criança, que se torna agressiva. Nos Estados Unidos escolas e creches estão dando comprimidos para acalmar as crianças e amenizar a agressão entre elas.  

O consumismo arranca o homem do contentamento e o leva para o egoísmo e inquietação.A gana de estar em destaque faz com que o homem atravesse suas pre�prias barreiras e agrida o próximo, enquanto mulheres se transformam em mero produto e se coisifica. 

A televisão faz a cultura e modela a educação dos filhos, nivelando sempre por baixo, expondo o sexo e banalizando-o, enquanto o ridículo se expõe. Os próprios governos institucionalizam a liberdade sexual com a distribuição oficial de preservativos, sem dizer das seringas descartáveis para que se droguem, “com segurança”. 

Declarações sobre o fim do mundo 

Simultaneamente aos acontecimentos, o homem fala o que sente e já fala no fim do mundo. Isso não traduz nenhum tipo de sentimento religioso, mas de expressão natural daquilo que se tem ou se vê. 

Estima-se que 10 milhões de norte-americanos acham que a hora está próxima. 

Eu acho que o mundo vai acabar e espero que seja pela vontade de Deus, mas acho que a cada dia nos sobra menos tempo”, Caspar Weinberger, ex-secretário de Defesa dos EUA.

“Necessidade de cooperação no sentido de redirecionar nossos hábitos e costumes para que entremos no século 21 juntos como os pioneiros do no mundo”, professora Célia Regina Zaduski, presidente Nacional da FMPM.

É tempo de Teshuvá (arrependimento e reencontro). Neste caso arrebatamento significa livramento. Leia Lamentações de Jeremias 5. 

“Eis que venho sem demora, guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa” (o teu lugar). 

Este artigo poderá ser reproduzido por completo ou em partes, quando citada a fonte.

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