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Posts Tagged ‘AGE’

Na madrugada de ontem, advogados do pastor Samuel Câmara estavam a concluir a peça para o pedido de liminar com o propósito de cancelar a 5ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB em Maceió (de 6 a 8 de junho). Embora sem nenhum assunto de relevância em termos eleitorais, pastor Samuel mede força por meio da presença maciça de maioria e quer ter voz, por meio do chamado voto de qualidade, por causa da alteração dos estatutos.

A discussão envolve as aprovações efetivadas, que exigem o quorum de dois terços dos presentes. Como tem maioria dos inscritos, entre membros de sua base e de aliados, com mil inscritos, segundo o próprio pastor Samuel, o quórum de aprovação não seria bastante, pois ainda conforme ele, dos 2,2 mil inscritos, menos de 2 mil compareceram e se ele tem mil, logo, o plenário não poderia ter os votos de dois terços para as respectivas aprovações sem ‘seus’ votos, uma vez que se manifestaram contra.

 

 Há dois anos da eleição,

pastores José Wellington

e Samuel Câmara  

sinalizam para uma disputa

de grande ímpeto

Os assuntos são, em tese, de interesse geral, pois não afetam em nada a questão eleitoral, senão a simples prova de ‘poder de fogo’. São temas neutros e dizem respeito à alteração do Credo cristão (assembleiano), com a inclusão dos parâmetros bíblicos referentes ao casamento entre macho e fêmea, conforme estabelece a Bíblia.

Dado a complexidade e para esgotar o assunto, uma comissão fora nomeada pelo presidente da CGADB, pastor José Wellington, para que não se proponha texto dúbio a ponto de oferecer brechas a oportunistas. Então, somente depois de exaurido, o assunto voltaria para ser aprovado em plenário, em outra ocasião.

A preocupação é a de não deixar vazar termos como casamento entre homem e mulher, tendo em vista a possibilidade de mudança de sexo, quando, a partir de então, a pessoa natural e biologicamente macho, poderá ser considerada mulher (e vice-versa), segundo a lei civil, embora realmente não o seja biologicamente.

O tema fora tirado de pauta e encaminhado à Comissão composta dos pastores Elinaldo Renovato, Claudionor de Andrade, Abiezer Apolinário, Jesiel Padilha e Enaldo Silva. Outro assunto foi a criação da figura do 3º tesoureiro, também aprovado.

Contudo, pastor Samuel, que incentivava seu grupo a reagir diante da aprovação, que para ele não indicava a maioria, não aceitou o resultado. Pastor Samuel disse que votaria com seu grupo por meio de assinaturas, para provar, em juízo, que a aprovação não teria os dois terços exigidos, uma vez que mil dos quase dois mil inscritos, não estariam de acordo.

À noite, em um dos hotéis de Maceió, a lista estava sendo preenchida para, em seguida, entrar em juízo com pedido de liminar para cancelamento da 5ª AGE. O advogado Cláudio Dias já havia adiantado que iria pedir anulação da assembleia.

Durante a reunião de ontem à tarde, houve muito desconforto entre homens tementes e que não viam nenhum propósito na realização dessa AGE, em função das notabilizadas intolerâncias, por meio de atitudes que depõem contra qualquer cristão e que se agravam quando se trata de ditos ministros do Evangelho.

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Com o fechamento das inscrições para a participação da Assembleia Geral Extraordinária, em Maceió, de 6 a 8 de junho, no último dia 30, já se tem a indicação do calor da próxima eleição, em abril de 2013.

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Centro de Eventos da Assembleia de Deus em Alagoas

Dos 2.923 inscritos, o maior número foi da Convenção do Amazonas, com 506 ministros, seguida da Convenção da Igreja em Belém, com 397 e da Confradesp, do Belenzinho, em São Paulo, com os mesmos números – 397. Depois seguem as de Alagoas, com 203; a Ceader (Rio), com 165; da Bahia (Ceadeb), com 101, Ciadseta-TO, com 99 e a do Pará, com 60.

As duas maiores inscrições vêm do Norte, com os irmãos-presidentes, pastores Jônatas Câmara (Amazonas) e Samuel Câmara, Belém (PA). As inscrições destas duas convenções chegam a um terço do total, isto é, 31% – 903 inscritos. Estes números indicam a demonstração de força e que pastor Samuel Câmara permanece na disputa pela presidência da CGADB.

Por outro lado, outras duas leituras que se têm é a falta de interesse geral, em função de os assuntos a serem discutidos – mudanças no Estatuto Social e no Regimento Interno – não despertarem interesse e ainda por questões de distanciamento do calor político. Mesmo assim, o encontro servirá de demonstração de ânimos.

Também nota-se o baixo interesse e questões remanescentes de algumas lideranças de destaque no cenário da CGADB, como as somente três inscrições da Convenção do Mato Grosso (Comademat), presidida pelo pastor Sebastião Rodrigues; Santa Catarina, quatro; Paraíba (Ceadep), cinco; Comoespo (Ipiranga-SP), três; Cedader (Roraima), um, Comadeja (Japão), dois; Confradb-EUA, um.

Assuntos tranquilos

Segundo pastor Antonio Dionizio, membro da mesa diretora da CGADB a baixa procura dá-se em função de os assuntos pautados não serem de relevância. Para ele, o destaque fica por conta da criação da figura do terceiro tesoureiro, justamente para dinamizar o sistema e evitar vacância, como ocorrera recentemente com a renúncia do primeiro tesoureiro, pastor Antônio Santana.

“Os demais assuntos são de menor importância, pois a mudança nos estatutos e no regimento interno são adequações simples e que não alteram rumos”, ponderou pastor Dionizio.

Local

A AGE ocorre em junho, no Centro de Eventos da Assembleia de Deus em Maceió, presidida pelo pastor José “Neco” Antônio dos Santos. Conhecido como Castelo do Desfiladeiro, o local, bem amplo, está no Conjunto Napoleão Viana de Oliveira, próximo ao Aeroporto e distante de comércio ou outro tipo de mercado. Porém, é um empreendimento assembleiano admirável e que demonstra a liderança ministerial e a capacidade administrativa eclesial do bom alagoano e amigo, José Neco.

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Durante o período de 16 a 19 de abril de 2013, Brasília receberá a Convenção Geral para a eleição de sua nova mesa diretora. Serão eleitos os novos membros da diretoria, como conselhos Fiscal e Administrativo (da editora CPAD) e demais conselhos. O tema versará sobre o Espírito Santo.

Nesta semana, ocorreu o sorteio dos delegados que representarão as convenções regionais durante o pleito eleitoral. Já em abril próximo, ocorrerá a reunião extraordinária em Maceió, sob o tema Excelência na Evangelização.

Mudança nos Estatutos

O assunto a ser discutido na próxima AGE, em Alagoas, será a mudança nos estatutos, conforme já publicamos.

Concernente à Tesouraria a intenção é criar a função específica do tesoureiro-adjunto. Com isso, a CGADB passaria a contar com um gestor financeiro, já que os pastores eleitos como tesoureiros, têm funções em suas igrejas, e nem sempre podem estar presente e dinamizar as atividades, que o setor exige.

Já quanto ao Credo, deve-se inserir nos itens já conhecidos do nosso Cremos, referências bíblicas que embasam a nossa postura concernente à resistência a desvios, a ponto de desvirtuar a natureza do ser humano.

Inserção e ampliação do Credo

Conforme proposta já antecipada do pastor e advogado David Tavares Duarte, da AD-Missões em Campo Grande (MS), alguns itens receberiam como complemento a explanação bíblica, com as devidas referências, a embasar a postura cristã.

Entre os mesmos, constam em sua proposta, a inserção do estabelecimento das estruturas, equilíbrio e perfeito funcionamento dos sistemas criados pela Palavra, e Jesus Cristo, o primado da Criação;

Que Deus criara o ser humano macho e fêmea, para o povoamento da Terra, por meio da relação sexual entre homem e mulher, pelo casamento entre os dois gêneros, constituindo abominação qualquer prática sexual entre seres do mesmo sexo (Gn 1.26-28; Lv 18.22-24; Dt 23.17-18 e 1Tm 1.10).

Também consta em sua proposta a referência indireta à Constituição, que trata da liberdade humana dada por Deus, e da manifestação outorgada por Ele ao homem.

Essa questão está patenteada no direito constitucional, especificado no artigo 5º da Constituição, garantindo a liberdade de culto e até o direito de proteção oficial para a garantia da realização do mesmo.

Contudo, como se tem visto, o texto da lei passou a ser questionado e perdeu a credibilidade, conforme consta no entendimento do domínio público, uma vez que o próprio legislador incluiu, no final do inciso VI, “na forma da lei”, a dar vazão para questionamentos: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Diante da crescente Cristofobia, essa frase tem tornado questionável o texto todo. Os movimentos liberais crescem nos segmentos de decisões da sociedade, com adeptos sem nenhum constrangimento em mostrarem-se parciais, como se viu no último grande evento do STF: aprovação da união estável entre pessoas do mesmo gênero, algo que nem mesmo a natureza, seja animal ou humana, propõe.

Surgem novas interpretações, a forçar a legitimidade da minoria mesmo que isso custe o tratamento com desdém e descrédito à Lei maior do país, como na iniciativa do Supremo. Sem também demonstrar constrangimento em extrapolar suas funções, ao legislar, função precípua do Congresso, reduzido além da própria inoperância.

Eleição

Quanto à eleição, ao menos três nomes deverão concorrer à presidência da CGADB. Além de pastor José Wellington voltará a cena das disputas, pastor Samuel Câmara deve tentar novamente, em especial depois de seu crescimento na preferência do eleitorado cegeadebeano, conforme resultados nas duas últimas disputas.

Terceira Via Segundo idealizadores da chamada Terceira Via, pretende-se dar novo enfoque ao papel e atividade da CGADB, por meio do lançamento de nome capaz de agrupar seus ideários.

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Convenção Geral realizada em Porto Alegre, a primeira a mostrar o grande número de ministros interessados

Dentre as propostas a serem discutidas está a mudança do credo, conforme convocação: “Proposta de reforma do Credo oficial das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Brasil, com a inclusão do mesmo no Estatuto Social da CGADB, com a sugestão de inclusão nos Estatutos das afiliadas, em razão da proteção constitucional prevista no artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal à liberdade de crença e de consciência, em razão de mudanças previstas na legislação, ora em apreciação pelos órgãos legislativos próprios”. O texto da Constituição federal diz o seguinte:

Art. 5º “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Conforme edital de convocação, a reunião deve ocorrer em Maceió, nos dias 6 a 8 de junho, no Centro de Eventos da AD, presidida pelo pastor José Antonio dos Santos. O objetivo é “apreciar e deliberar sobre a reforma do Estatuto Social e Regimento Interno”, conforme se estabelece na pauta, “sem a inclusão de qualquer outro assunto”.

Propostas

“Reforma do Estatuto formulado pela Comissão designada pela Mesa Diretora, que altera os artigos 8º, incisos II e IV, 15, § 6º, 37, inciso IV, 45, 84 e 86, inciso II, do Estatuto Social”; e “proposta de reforma do Regimento Interno, com a adequação do mesmo em razão das mudanças aprovadas no Estatuto Social”.

O que os artigos dizem?

Os artigos que estão em pauta de discussão tratam dos seguintes assuntos, conforme o Estatuto da CGADB:

Artigo 8º: Trata dos “deveres dos membros da CGADB”;

Inciso II: da obediência ao credo doutrinário das ADs;

Inciso IV: do pagamento da taxa integral de inscrição;

Artigo 15º: (Capítulo das Eleições). Fala de impedimentos previstos no artigo 11º (por medida disciplinar aplicada pela Convenção Geral; inadimplentes com a CGADB e CPAD, ausentes e diretores da CPAD), e que qualquer membro pode candidatar-se a qualquer cargo da Mesa ou do Conselho Fiscal, mediante requerimento até o último dia útil de outubro do ano antecedente à data das eleições;

Parágrafo 6º: Trata dos dois tesoureiros que devem ser da região da sede da CGADB, no caso Sudeste;

Artigo 37º: Trata da composição da Mesa: presidente, cinco vices, cinco secretários e dois tesoureiros;

Inciso IV: Trata dos tesoureiros;

Artigo 45º: Estabelece a competência dos tesoureiros e diz sobre a respectiva substituição em caso de impedimentos ou vacância;

Artigo 48º: Diz respeito às atribuições do secretário-adjunto;

Artigo 84º: Trata da Senami e sua diretoria;

Artigo 86º: Trata do fundo convencional, destinado a prover as despesas dos órgãos da Convenção Geral, a critério da Mesa Diretora, com repasse mensal de 3% da faturamento bruto da CPAD e ressarcimento de despesas de componentes dos órgãos de CGADB.

Programação e inscrições

Abertura dia 6, quarta-feira, às 19h e primeira sessão, dia 7, das 9h às 17h, com intervalo para almoço das 12h às 14h. A segunda e última sessão será realizada no dia seguinte, com a mesma programação e o encerramento poderá ser antecipado, caso os assuntos se esgotem antes do tempo final previsto.

As inscrições poderão ser realizadas a partir do dia 30 de março, até às 16 horas (horário bancário) do dia 30 de abril, somente pelo site da CGADB (www.cgadb.org.br), mediante pagamento da taxa irrestituível de R$ 100,00, através de boleto bancário disponibilizado no site.

Os inscritos terão direito a almoço e jantar no dia 7, e almoço no dia 8, sem custo adicional. A inscrição somente será efetivada após a comprovação pelo estabelecimento bancário. Somente poderão se inscrever os ministros que estiverem adimplentes com as suas anuidades.

A pesquisa para acompanhar a situação da inscrição deverá ser feita no próprio site da CGADB a partir de 72 horas (dia 4 de maio), após o encerramento das inscrições. Mais informações ou consultas poderão ser realizadas na sede social da CGADB, à Avenida Vicente de Carvalho, 1.083, Rio de Janeiro (RJ), ou pelos telefones 21-3351.3054, 3351.3387 e 3351.5256.

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Pastor José Wellington, presidente da CGADB, em nome da mesa diretora, divulga Nota de Esclarecimento, em que refuta as críticas dos pastores (clique aqui e aqui), que renunciaram a seus cargos como diretores, Silas Malafaia e Antônio Santana, 1º vice-presidente e 1º tesoureiro, respectivamente.

 

A MESA DIRETORA DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB tendo tomado conhecimento que circulam na internet as comunicações de renúncias dos 1º Vice-Presidente e 1º Tesoureiro, pastor Silas Lima Malafaia e pastor Antonio Silva Santana, respectivamente, nas quais os ilustres e eminentes servos de Deus expõem a esta Mesa Diretora as razões motivadoras de suas renúncias, por amor à verdade e para dirimir eventuais dúvidas quanto à integridade e lisura dos signatários na condução dos interesses sociais da nossa veneranda CGADB, esta cumprindo o seu dever espiritual, moral, estatutário e legal de defender a instituição e ao seu órgão diretivo na forma do estatuto social em vigor, vem ao público prestar os seguintes esclarecimentos, por amor a verdade e respeito às consciências daqueles que pugnam por uma conduta séria, honrada e espiritual, como convém a todos que servem na seara do Senhor Jesus:

1) Na notificação firmada pelo ilustre pastor Silas Lima Malafaia, foi comunicado a sua renúncia ao cargo de 1º vice-presidente da CGADB, eleito que foi na última Assembléia Geral Ordinária em Vitória-ES, em abril de 2009, como também o seu desligamento do quadro de membros.

Evidentemente que poderia ter ocorrido a renúncia sem o desligamento, pois a primeira não era dependente da segunda.

Os motivos apontados na precitada comunicação não são atuais, pois, como ele próprio diz, “Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes”.

Esta Mesa Diretora já se manifestou anteriormente por nota de esclarecimento similar a presente, publicada no “Mensageiro da Paz”, nº 1.490, de julho/2009, por ocasião de manifestação televisiva de outro convencional.

2) Conforme disposição contida no artigo 44, III, do estatuto social em vigor, o atendimento das exigências da precitada comissão especial a que se referiu o renunciante não era, como não é, de todo o órgão diretivo, mas do 1º tesoureiro, como a seguir transcrito:

Art. 44. Compete ao 1º Tesoureiro:

III – elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária;

Portanto, trata-se de competência legal individual específica, cabendo àquele que foi eleito para o cargo, ter consigo a consciência da atribuição que lhe é conferida pela norma estatutária;

3) Quanto à renúncia do 1º Tesoureiro, o honrado servo de Deus pastor Antonio Silva Santana, foi alegado, dentre outros motivos para a sua renúncia, que:

a) “só tomei posse em 29 de julho de 2009”;

b) “só a partir desta data é que fui tomando conhecimento da real situação fiscal e financeira da CGADB;

c) “a cada dia fica impossível o levantamento de toda a documentação contábil, fiscal e bancária, uma vez que não foi atendida à solicitação do Conselho Fiscal da CGADB lavrado em 12 de março de 2010 solicitando uma auditoria nas contas do mandato anterior a 2009”;

 

4) Confrontando-as, a Mesa Diretora esclarece:

a) o ilustre renunciante não tomou posse na data por ele alegada, pois, ela ocorreu juntamente com os demais eleitos no dia 25 de abril de 2009, conforme o termo por ele assinado, passando a ser de fato e de direito o 1º tesoureiro da CGADB a partir de então. Se o tesoureiro anterior não lhe repassou as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, o fato fica restrito aos dois e não a todo o órgão diretivo;

b) na condição de eleito e empossado, passou a ser de sua exclusiva competência solucionar as pendências existentes, podendo, inclusive, ter solicitado a cooperação do Conselho Fiscal para proceder aos levantamentos necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos, o que não aconteceu;

c) atendendo a solicitação do ilustre renunciante, a presidência autorizou-lhe contratar todos os funcionários necessários ao perfeito desempenho das tarefas da tesouraria, tendo ele contratado com vínculo empregatício apenas um assessor, que não residia na sede da CGADB, e substituído duas funcionárias para as tarefas subalternas;

d) na reunião da Mesa Diretora realizada em 12 de março de 2010, em cuja data o Conselho Fiscal apresentou o pedido de realização de auditoria referido pelo renunciante em sua notificação, foi decidido que uma comissão especial procederia todos os levantamentos necessários junto a Tesouraria, controladoria, prestadores de serviços, bancos, etc, para esclarecer os fatos e apontar as soluções adequadas, para que fossem atendidas as recomendações contidas no relatório da comissão especial da Assembléia Geral ordinária realizada em Vitória-ES.

Após os exaustivos trabalhos desenvolvidos pela precitada comissão especial, o qual contou com a participação pessoal do renunciante, foi elaborado um relatório apontando os fatos que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008, e as medidas corretivas necessárias ao atendimento das exigências legais;

e) no mesmo relatório, a comissão especial relata que muitos dos cheques emitidos pela CGADB e devolvidos pelas instituições bancárias sacadas, foram em razão de convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas emitidos, não terem sido honrados pelos emitentes, o que contribuiu para que os cheques emitidos para pagamentos com as receitas oriundas das anuidades e inscrições não terem sido cobertos;

f) a comissão especial também conseguiu, através do profissional que presta serviços na área de informática, unificar e uniformizar os dados utilizados pela Secretaria Geral e Tesouraria, resgatar as informações financeiras e documentação que permitissem a elaboração dos balanços acima referidos pelo contador, resgatar os cheques devolvidos que estavam em poder de terceiros e proceder as baixas junto aos bancos sacados com baixa nos órgãos de créditos, o que está contribuindo para normalização do funcionamento da tesouraria e controladoria da CGADB.

Resta claro, portanto, que as motivações para as renúncias, embora pareçam similares, são distintas, pois, enquanto o pastor Silas Lima Malafaia usou fatos já ultrapassados, abordados e decididos pela Assembléia Geral em Vitória-ES, o pastor Antonio Silva Santana não teve as iniciativas que lhe cabiam tomar para solucionar as dificuldades herdadas de gestões anteriores a sua, por ter assumido o cargo que traz consigo os encargos atribuídos pelo estatuto social, dentre outros, o de apresentar os relatórios financeiros e contábeis.

 Considerações Finais 

Para finalizar a presente NOTA, e ainda objetivando tratar a questão: “dificuldades financeiras” enfrentadas pela Convenção Geral, os esclarecimentos adicionais se fazem necessários:

A Convenção Geral, sendo uma associação de ministros do evangelho, não de igrejas, conta como únicas fontes de receitas as anuidades de seus membros, os repasses efetuados pela CPAD, e, por ocasião da Assembléia Geral, as taxas de inscrições.

É de amplo conhecimento que, na prática, grande maioria dos pastores cadastrados regulariza suas anuidades somente nos períodos que antecedem a Assembléia Geral.

Se anexarmos um extrato/planilha referente ao pagamento de anuidades, facilmente será constatado que o último aporte substancial foi no período que antecedeu a AGO em Vitória/ES, mês de abril/2009.

Trata-se de um hábito, pagar as anuidades somente às vésperas das Assembléias Gerais.

Todavia, a Convenção Geral, para dar o devido atendimento diário em sua sede nacional, no Rio de Janeiro-RJ, mantém um prédio de quatro (4) andares em funcionamento, com quadro de funcionários, Secretária Geral, Tesouraria, todos devidamente registrados e assalariados.

Toda a infra-estrutura e custeio para a realização da Assembléia Geral são integralmente pagos pela CGADB. As três últimas RIO/2005 – SÃO PAULO/2007 – VITÓRIA/2009 – e, também as duas últimas Extraordinárias FLORIANÓPOLIS/SC e PORTO ALEGRE/RS, acarretaram para a CGADB despesas elevadíssimas, haja vista a logística para receber os pastores de todo o Brasil.

O número de participantes, cada vez maior, sendo: 4.000 no Rio; 10.000 em São Paulo, 17.000 em Vitória (2.500 em Florianópolis e 4.500 em Porto Alegre).

Todos nós sabemos o quanto custa promover e reunir, por prazo de uma semana, contingente de tal magnitude. Façam seus cálculos.

Analisem ainda, juntamente conosco, o seguinte:

Para dar cumprimento aos seus objetivos sociais a Convenção Geral, por intermédio da Mesa Diretora, realiza simpósios, seminários, reuniões, assembléia geral nas diversas regiões do País, ocasião em que os ocupantes de cargos em Conselhos/Comissões são convocados.

Todos exercem suas atribuições estatutárias sem qualquer remuneração, contando apenas com o reembolso de despesas relativas à hospedagem, alimentação e passagens aéreas.

É cada vez maior o número de reuniões dos órgãos diretivos da CGADB. Os membros residem nas mais longínquas cidades. Contabilizem.

Não é estranho, no âmbito da CGADB, a existência de parceiras de viagens e hospedagens em reuniões maiores, sendo natural que, tais empresas, na condição de prestadoras de serviços façam jus aos acréscimos legais em situação de demora no pagamento por serviços efetivamente prestados.

Enquanto outras associações de grande porte, sem identificarmos a sigla, exige de seus associados pagamentos mensais de R$ 90,00 (mensalidade: R$ 50,00 + Publicações/Boletins: R$ 45,00), nós pastores esperamos a cada dois anos para desembolsarmos R$ 120,00.

Lamentavelmente, inúmeros pagamentos de anuidades e inscrições para Assembléias Gerais, efetuados em cheques, não foram honrados.

Ora, senhores pastores, uma entidade que aufere receitas mais significativas somente por ocasião da Assembléia Geral, não dispondo de outros meios para alavancar recursos; uma entidade que direciona os valores das inscrições em Assembléias para custeio do evento; uma entidade que pacientemente aguarda os períodos pré-convencionais para “cobrar” seus associados; uma entidade que vê a cada ano, crescer o número de participantes em Assembléia Geral acarretando custos elevadíssimos, não é de se admirar, de causar espanto, surpresa, que tal entidade esteja padecendo dificuldades financeiras.

Com os argumentos fáticos ora expostos, o que pretendemos é afastar as qualificações de “DESMANDOS, DESCALABRO, CONIVÊNCIA”, referidas em uma das notificações supracitadas. Segundo o Dicionário Aurélio, da Língua Portuguesa, “DESMANDO: é ato ou efeito de desmandar. Desobediência. Excesso. Abuso. DESCALABRO: Grande dano ou perda. Ruína. DESMANDAR: Mandar o contrário de (o que se tinha mandado). Transgredir ordens.

Pedimos aos Pastores do Brasil, que analisem a vida pessoal e o ministério de cada um de nós, diretores da Convenção Geral; que reflitam sobre os vários anos de pastorado; que, avaliem que pesem os vários anos a serviço da Convenção Geral, sem qualquer apego material ou financeiro, sem qualquer remuneração, pois entendemos que o trabalho feito junto a nossa instituição também faz parte da chamada e da vocação ministerial; e, nos respondam, se por nossos feitos, merecemos ser “rotulados” com os adjetivos de desobedientes, transgressores de ordens, abusadores, causadores de dano, destruidores. Acreditamos que não.

Finalmente, a Mesa Diretora lamenta profundamente os afastamentos dos ilustres e honrados companheiros renunciantes, nada podendo fazer, em respeito aos mesmos, senão a de acatar as decisões pessoais de ambos, e adotar as providências estatutárias para as substituições, mediante a convocação de assembléia geral extraordinária para deliberar quanto às mesmas, e encaminhar ao Conselho Fiscal os balanços já elaborados para apreciação e parecer do Conselho Fiscal, e encaminhamento ao conhecimento de todos os membros da nossa CGADB.

Na certeza de terem sido os esclarecimentos necessários, permanecemos orando a Deus para que as suas bênçãos continuem sendo derramadas nas vidas e ministérios dos ilustres servos de Deus renunciantes, ao tempo que manifestamos sincera gratidão pelo empenho de ambos para o progresso de nossa instituição.  

Natal, RN, 5 de junho de 2010

Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa

Presidente”

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Campo Grande (MS) foi escolhida para sediar a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que ocorrerá de 7 a 9 de setembro. A reunião vai definir a ocupação do cargo de 1º vice-presidente da CGADB, em vacância desde a renúncia do pastor Silas Malafaia, dia 17.

A extraordinária, marcada após reunião da mesa diretora, hoje na CGADB, vai definir se o cargo em vacância será ocupado e como – se haverá ou não nova eleição para o mesmo. Na mesma reunião, a mesa definiu a próxima Assembleia Geral Ordinária, marcada para abril do próximo ano, em Cuiabá.

Renúncia e motivos

“Minha renúncia ao cargo de vice-presidente e o meu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil devem-se ao fato de eu ter assumido, repentinamente, o pastorado da Igreja Assembleia de Deus Penha (RJ), que passou a denominar-se Assembléia de Deus Vitória em Cristo…”, declarou pastor Silas Malafaia, mas ainda ressaltou que “… tal decisão deve-se também a assuntos de ordem interna dos membros da CGADB”, conforme ‘notificação extrajudicial’ registrada em cartório e enviada ao presidente da instituição no dia 14.

No documento, pastor Silas diz que desde 2008 tem chamado a atenção para o “descalabro financeiro vigente na CGABB” e que formulou “diversas denúncias, as quais foram integralmente reafirmadas no Plenário da Convenção… no ano de 2009”.

Pastor Silas afirma também que, “…passados tantos anos, é com extremo pesar e o mais sincero desalento que, consternado, me vejo forçado a renunciar ao cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB e a formular meu pedido de desligamento da mesma”, e ainda, “Necessário se faz destacar que tão penosas atitudes têm como um dos motivos principais os desmandos administrativos, que fazem com que a CGABB tenha hoje seu nome ‘negativado’ junto aos órgãos de proteção ao crédito, padecendo até mesmo da suspensão de cheques para as contas bancárias da mesma e esteja, atualmente, com diversos tributos em aberto e não pagos…”, declara, ressaltando que “diversas e graves irregularidades, as quais depõem contra a CGABB e que não podem ser toleradas”.

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Mudança de Cultura

 

Pr. Cyro Mello, secretário-Adjunto da CGADB

 

A Mesa Diretora da CGADB tomou uma decisão muito feliz (como todas as demais), ao incentivar a antecipação das inscrições. Essa iniciativa começou a partir da 4ª AGE, em Porto Alegre, como o nobre companheiro pode muito bem lembrar. Como se tratava de uma mudança de cultura, essa transição precisou ser planejada. Em Porto Alegre, ainda foi possível fazer inscrições no primeiro dia da AGE, mas a partir desta 39ª AGO, o último dia foi 20 de janeiro (com exceções aos ministros residentes da cidade do Rio de Janeiro).

 

É claro que não foi uma mudança cultural tão simples, porque foram exatamente 174 dias, um pouco menos de 6 meses, em que as inscrições estiveram abertas. De 1 de agosto/2008 até 20 de janeiro/2009! Para as próximas AGOs e AGEs, certamente não haverá aquela velha “agonia” de se deixar tudo para os últimos 30 minutos, do último dia de inscrição. Como estamos praticamente no início do nosso segundo centenário é razoável pensar que não sofreremos mais essa tal “agonia”. As intermináveis filas e as “pastas” insuficientes são fatos do passado. Eu creio nisto! O maior beneficiado sempre será o próprio ministro.

 

O total de inscritos ultrapassa a casa dos 17 mil. Isto representa 50% do número de ministros ativos (entre missionários e ministros jubilados), aproximadamente! Sem dúvida, antes de iniciar a primeira seção, o presidente já terá o total exato de inscritos, como reza o Artigo 7º do nosso Regimento Interno. Quando escrevi este texto, a Comissão Jurídica ainda se debatia entre processos, impugnações, liminares e contestações, diante de seus algozes. Desde 1930 que uma Comissão com esta nomenclatura não atua tão intensamente. Se bem que essas pechas de “impugnação”, e “liminar” não existiam nessa época. Os viventes desses idos afirmam com a face e a mão direita levantada aos céus, que os primeiros onze versículos da primeira carta do Apóstolo Paulo (com a maiúscula) eram lidos, entendidos e praticados pelos pioneiros. Tempo bom aquele!

 

Não sabemos quando teremos outra Assembléia tão concorrida. Quem sabe meus netos estejam aqui para testemunhar. Talvez as próximas eleições sejam regidas por outro sistema menos oneroso. A propósito, não é por acaso que estamos completando nosso primeiro centenário.

 

 O local escolhido para realização do evento é o Centro de Exposições de Carapina, cidade de Serra, na Grande Vitória, Espírito Santo. O convencional dispõe de espaço suficiente para votar com adequado conforto. Para esse fim a Comissão Eleitoral tem envidado todos os esforços para proporcionar uma votação tranquila, dentro dos princípios que regem nossa conduta cristã, quais sejam, a legalidade, o direito e a boa ordem.   

 

Abertura

 

A abertura do evento será no dia 20, às 19 horas, no próprio local das plenárias. O preletor da noite de abertura será o presidente da Convenção Geral, pastor José Wellington Bezerra da Costa e os preletores dos devocionais serão os pastores Hidekazu Takayama (PR), José do Prado Veiga (SP), Daniel Silva (AL), Pedro Aldi Damasceno (MA), Genildo Simplício (SP), Josué Brandão (BA), José Antonio dos Santos (AL) e Gilvan Rodrigues (PB).

 

As esposas dos ministros terão palestras específicas, sob a coordenação da irmã Wanda Freire Costa, que preside a União das Esposas de ministros das Assembléias de Deus (Unemad). O local das palestras será um plenário separado, especialmente preparado para esse fim.

 

Temário

 

O temário desta AGO, conforme consta no Edital de Convocação e publicado no Mensageiro da Paz, órgão oficial da CGADB, será o seguinte:

 

1) Posicionamento da CGADB quanto à nulidade ou anulabilidade do casamento, união estável e concubinato, e a revisão do posicionamento acerca do divórcio. 

 

2) Ênfase aos princípios pentecostais, face à celebração do Centenário das Assembléias de Deus.

 

3) Perigos que ameaçam as Assembléias de Deus no Brasil:

    a) Mornidão;

    b) Modismos neo-pentecostais;

    c) Remoção dos marcos antigos;

    d) Omissão dos valores eclesiásticos.

 

4) Julgamento de recursos contra decisões da Comissão Eleitoral, conforme disposto no artigo 32 do Estatuto Social e artigo 58 do Regimento Interno.

 

5) Apreciar e deliberar sobre relatórios da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal, relativos ao período do mandato, conforme disposto no artigo 8º – III, do Regimento Interno.

 

6) Eleição e posse da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal.

 

Horário

 

Todas as normas reguladoras do processo eleitoral estão estabelecidas nos artigos 39 ao 127 do Regimento Interno. Cada sessão da Assembléia Geral funcionará no período das 9 às 12h e das 14 às 17h.

 

Para maior viabilidade dos trabalhos a Mesa Diretora pretende fazer uma única seção a cada dia (É claro, com espaço para almoço!)

 

De acordo com o disposto no artigo 17 do Estatuto Social, poderão votar pelo sistema eletrônico oficial ou manual, somente os convencionais presentes e, evidentemente, inscritos para esta Assembléia Geral.

 

A sessão destinada à realização da eleição funcionará a partir das 8h, do dia 23 de abril, ininterruptamente, até a conclusão dos trabalhos de apuração e a totalização dos votos. A proclamação do resultado pela Comissão Eleitoral e a posse dos eleitos ocorrerão no mesmo dia.

 

Cada convencional deverá estar atento para o fato de que a finalização do recebimento dos votos ocorrerá às 17h, somente sendo admitido votar após esse horário, o associado que já estiver na respectiva seção eleitoral, mediante recebimento de senha e entregue à mesa sua credencial ou documento de identificação.

 

Esperamos que, uma vez mais, a bondade do Todo-Poderoso seja derramada em nossos corações, por Cristo Jesus, “de quem somos e servimos” (At 27.23). Finalizo com as palavras de Samuel, ao afirmar em Mispa, depois da flagrante derrota dos filisteus diante do povo de Deus: “Até aqui nos ajudou o Senhor” (1Sm 8-12)!

 

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