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Posts Tagged ‘perdão’

Nestes dias de calor, provocado pela militância partidária da eleição da CGADB, convivemos muito com o que estabeleci no título: A paixão.

Digo isso porque ouvi e ouço muitas bobagens, falácias, verdadeiros pecados, resquícios da tentativa de desconstrução de uma pessoa. Em geral das que possam nos ameaçar com a sua sombra.

Pessoas fazem isso de forma impensada, mecânica, ‘na pilha’, sob indução ou por interesses cegantes, por meio de uma manobra de sublimação. Tudo isto sem preocupar-se com diretrizes que norteiam paradigmas do Reino, sob o fundamento do Amor (Leiamos 1Corintios 13).

Nos discursos destrutivos, promove-se um verdadeiro canibalismo eclesiástico, maléfico e irresponsável (redundância), por meio de ideologias próprias, a criar grupos exclusivos e supostamente mais puros ou santos.

Esse tipo de destruição de oponente, muito comum no mundo, em especial no setor político, tem como busca a consagração do ator principal, e elevação de seu interessado e autor. Com a estigmatização do oponente, essa estratégia pode matar, ao atingir a autoestima do outro.

Noto pessoas até, à primeira vista, sem essa maldade, embora tão fortemente influenciadas, que ficam cegas e agridem amigos, irmãos…, sem noção! Incendeiam florestas! Não comentam fatos, ocorrências, atitudes, filosofias, sistemas…, mas pessoas.

PRA QUEM EU DEVO TORCER?!

Essa torcida – uniformizada pelo discurso e condão de seita -, não percebe que os personagens são peças do mesmo jogo, ovelhas do mesmo aprisco e que buscam a mesma coisa. Falam sem conhecimento de causa, sob a influência de quem tem o poder da neurolinguística, da persuasão, como se estivessem hipnotizados.

Esse alguém com qualificações admiráveis, o que lhe dá credibilidade, por seu ponto de vista, é a outra face da mesma porta: Com mais ou menos brilho, mais ou menos rústica, com mais ou menos abertura…, mas só muda a face. Os batentes são os mesmos!

Porém, se notarmos bem, sem paixões, estamos todos dentro do mesmo barco, e o timão é a bandeira de todos. Mas não somos todos ‘coríntias’, embora devêssemos ser Fiéis. Perdoe-me, mesmo não tendo santo, time, equipe ou ídolo de estimação, o trocadilho é pertinente.

SEM PIRATARIA

Não se engane. Todos portam o mesmo e ameaçador cajado! Mas se o barco afundar todos afogaremos! Somente Um não nos deixará afogar: O Único Mestre, e temos de estar juntos a Sua mesa ou pereceremos!

A Glória a nos envolver só se efetiva se conseguirmos viver em Corpo, ‘para que sejam um, como Nós Somos Um’ (…), para que sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a Mim…’ (Jo 17.22-23).

Penso que as duas bases seguintes nos identificam como CRISTÃOS, seguidores de Cristo:
– Negar a si mesmo, e
– Perdoar.
A primeira, difícil de fazer; a segunda, quase impossível de dizer!; são as chancelas de todo filho de Deus; sem atalhos!

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