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Posts Tagged ‘eleição’

O pastor e promotor de Justiça, Antônio Carlos Lorenzetti de Melo, membro da Cemadern (Rio Grande do Norte) foi eleito presidente da Comissão Eleitoral da CGADB. A Comissão vai coordenar a próxima eleição da CGADB em abril do próximo ano.

O relator é o pastor David Tavares Duarte, advogado e membro da diretoria da AD em Campo Grande e o representando a Região Norte, pastor Ronaldo Martins Barata, da Cimadb (Amazonas) é o vice.

Os demais membros, eleitos no dia 14 de março, em cumprimento ao Artigo 82, do Estatuto Social da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) são os seguintes:

Pastores João Oliveira de Souza da Cieapadergs (RS), Região Sul, titular; Lucas Monteiro Filho, suplente (Cimadb), Região Norte; Francisco Eurico da Silva, suplente (Conadepe), Região Nordeste; Davi Pereira de Araujo (suplente), Ciadescp, Região Sul; do Sudeste, Adelcy de Oliveira (titular), da Confrateres e Antonio Elias Rocha, (suplente), da Comaderj.

Do Centro-Oeste foram eleitos, além do relator David Tavares Duarte, da Comdems e Carlos Chaves de Castro, da mesma Convenção, como suplente.

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Durante o período de 16 a 19 de abril de 2013, Brasília receberá a Convenção Geral para a eleição de sua nova mesa diretora. Serão eleitos os novos membros da diretoria, como conselhos Fiscal e Administrativo (da editora CPAD) e demais conselhos. O tema versará sobre o Espírito Santo.

Nesta semana, ocorreu o sorteio dos delegados que representarão as convenções regionais durante o pleito eleitoral. Já em abril próximo, ocorrerá a reunião extraordinária em Maceió, sob o tema Excelência na Evangelização.

Mudança nos Estatutos

O assunto a ser discutido na próxima AGE, em Alagoas, será a mudança nos estatutos, conforme já publicamos.

Concernente à Tesouraria a intenção é criar a função específica do tesoureiro-adjunto. Com isso, a CGADB passaria a contar com um gestor financeiro, já que os pastores eleitos como tesoureiros, têm funções em suas igrejas, e nem sempre podem estar presente e dinamizar as atividades, que o setor exige.

Já quanto ao Credo, deve-se inserir nos itens já conhecidos do nosso Cremos, referências bíblicas que embasam a nossa postura concernente à resistência a desvios, a ponto de desvirtuar a natureza do ser humano.

Inserção e ampliação do Credo

Conforme proposta já antecipada do pastor e advogado David Tavares Duarte, da AD-Missões em Campo Grande (MS), alguns itens receberiam como complemento a explanação bíblica, com as devidas referências, a embasar a postura cristã.

Entre os mesmos, constam em sua proposta, a inserção do estabelecimento das estruturas, equilíbrio e perfeito funcionamento dos sistemas criados pela Palavra, e Jesus Cristo, o primado da Criação;

Que Deus criara o ser humano macho e fêmea, para o povoamento da Terra, por meio da relação sexual entre homem e mulher, pelo casamento entre os dois gêneros, constituindo abominação qualquer prática sexual entre seres do mesmo sexo (Gn 1.26-28; Lv 18.22-24; Dt 23.17-18 e 1Tm 1.10).

Também consta em sua proposta a referência indireta à Constituição, que trata da liberdade humana dada por Deus, e da manifestação outorgada por Ele ao homem.

Essa questão está patenteada no direito constitucional, especificado no artigo 5º da Constituição, garantindo a liberdade de culto e até o direito de proteção oficial para a garantia da realização do mesmo.

Contudo, como se tem visto, o texto da lei passou a ser questionado e perdeu a credibilidade, conforme consta no entendimento do domínio público, uma vez que o próprio legislador incluiu, no final do inciso VI, “na forma da lei”, a dar vazão para questionamentos: “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Diante da crescente Cristofobia, essa frase tem tornado questionável o texto todo. Os movimentos liberais crescem nos segmentos de decisões da sociedade, com adeptos sem nenhum constrangimento em mostrarem-se parciais, como se viu no último grande evento do STF: aprovação da união estável entre pessoas do mesmo gênero, algo que nem mesmo a natureza, seja animal ou humana, propõe.

Surgem novas interpretações, a forçar a legitimidade da minoria mesmo que isso custe o tratamento com desdém e descrédito à Lei maior do país, como na iniciativa do Supremo. Sem também demonstrar constrangimento em extrapolar suas funções, ao legislar, função precípua do Congresso, reduzido além da própria inoperância.

Eleição

Quanto à eleição, ao menos três nomes deverão concorrer à presidência da CGADB. Além de pastor José Wellington voltará a cena das disputas, pastor Samuel Câmara deve tentar novamente, em especial depois de seu crescimento na preferência do eleitorado cegeadebeano, conforme resultados nas duas últimas disputas.

Terceira Via Segundo idealizadores da chamada Terceira Via, pretende-se dar novo enfoque ao papel e atividade da CGADB, por meio do lançamento de nome capaz de agrupar seus ideários.

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Pastor Gaby vence com 788 votos a mais e assume a AD em Curitiba

ATUALIZAÇÃO – 28, à 1h46 – Com a diferença de 788 votos, pastor Wagner Gaby venceu a eleição e assume a presidência da AD em Curitiba. Em torno de 9 mil membros, dos 33 mil, votaram. O pleito teve início pouco antes da 10h, após convocação do mínimo de eleitores – 1,8 mil, no templo-central.

Na votação do ministério da igreja, venceu pastor Douglas por 2 votos – 86 a 84. Daí, segundo alguns entendiam, os ministros indicariam esse nome à assembleia de membros para referendá-lo. Mas, a cláusula dos estatutos da igreja, que indicava essa forma, conforme entendimento de outros, dava dupla interpretação e, por isso, a decisão foi para o voto de todos os membros aptos ou em comunhão.

Um programa fora criado especialmente para a eleição, com os nomes de todos os membros – os quase 33 mil. Assim que o membro recebe o aval do mesário para o voto, seu nome é apagado do sistema, para que o mesmo não vote novamente, caso queira.

Todos tiveram à disposição 27 urnas, divididas entre 11 no púlpito, 10 entre a nave do templo e 6 nas galerias. Cerca de 220 pessoas trabalharam na eleição, das 9h45 às 17h, entre mesários, escrutinadores e outros grupos de apoio e acompanhamento.

Até as 13h havia grandes filas, mas no final da tarde, a votação estava tranquila e sem filas. A apuração foi bastante concorrida, mas ninguém podia entrar nem mesmo com celular, para não divulgar parciais. A  divulgação do resultado estava previsto para até 3h após o término da eleição.

ATUALIZAÇÃO

Do total de quase 33 mil membros, somente 8.257 participaram da eleição, ou seja, 25%. Destes, 47% votaram em pastor Gaby: 3.814 e 37% em pastor Douglas: 3.026 membros. 

A diferença do montante de votos entre o primeiro e o segundo colocados foi de pouco menos de 20%.

O culto de domingo – dia da votação – teve início às 19h, mas foi interrompido às 20h09, para anúncio do vencedor. Depois, às 21h30, a Ata da Assembleia foi lida a igreja, com o resultado da eleição e posse do novo presidente,  com aprovação por unamidade.

Os candidatos e seus votos

1) Pr. Wagner Tadeu dos Santos Gaby – 3.814 votos

2) Pr. Mirislan Douglas Scheffel – 3.026 votos

3) Pr. Hidekazu Takayama – 933 votos

4) Pr. Gessé Luiz Rosa – 411 votos.

 

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Com diferença de somente um voto do pastor Wagner Gaby, atual pastor em exercício, também candidato, pastor Douglas Scheffel venceria a eleição à presidência da igreja AD em Curitiba, se eleição tivesse ocorrido no sábado (dia 12).

Neste dia, ocorreu a primeira prévia entre os quatro candidatos ao cargo, que acontecerá no próximo dia 27, durante o dia todo. Em torno de 25 mil membros da igreja Assembleia de Deus em Curitiba estão aptos a votarem.

Pastor Douglas foi vice-presidente de pastor José Pimentel durante vários anos, é bem conhecido em toda a região eclesiástica, além de carismático. É pastor da congregação da AD no bairro Hauer em Curitiba. Por outro lado, pastor Gaby acompanhou pastor Pimentel nos últimos anos, como seu vice e ganhou a confiança da igreja.

Pastor Ival Teodoro, que seria também um dos candidatos foi impedido por não pertencer mais ao ministério local, pois é presidente da AD em São José dos Pinhais e atual presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembléia de Deus do Estado do Paraná (Cieadep).

Os outros dois candidatos, pastor e deputado federal Hidekazu Takayama ficou em terceiro, seguido pelo pastor Gessé Luiz Rosa da AD no bairro do Pinheirinho.

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Atualizado dia 21-dez, às 13h15 – Ao engrossar a fila dos apoiadores de Marina da Silva, membro da Assembleia de Deus no Plano Piloto em Brasília, os cristãos assumiram posição nesta eleição. Sem espaço na mídia tradicional buscaram recursos na web e descarregaram mensagens com troca de informação e apelos, que culminaram com o aumento surpreendente do percentual de Marina.

A mesma reação não se viu entre candidatos à Câmara Federal. No caso das ADs foram eleitos 20 federais e a bancada evangélica cresceu para, ao menos, 69 deputados (Veja lista na matéria acima). Já os estaduais somaram mais de 50 (abaixo)

Nomes que confundem

Excluímos da lista dos assembleianos Zé Vieira, que não pertence à AD, mas sua mulher. Retiramos ainda da lista de evangélicos Cleber Verde, que segundo a AD no Maranhão, não é crente. Outro nome que está confundindo muita gente é o homônimo de Neuton de Lima, filho do pastor Raimundo, da AD em Indaiatuba (SP). Neuton concorreu a uma vaga, mas não conseguiu se eleger. O seu homônimo é Newton Lima, do PT, e que nada tem que ver com cristãos (evangélicos).

No Rio, o ex-governador Garotinho puxou a fila como o mais votado, pelo PR, com mais de 600 mil votos e ainda elegeu sua filha Clarissa Garotinho a uma vaga na Assembleia Legislativa.

Vitor Paulo foi o 4º no Rio e Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias (Baixada Fluminense) e membro da AD em Xerém ficou em 9º. O Rio elegeu ainda Felipe Pereira.

Marcelo Crivela, membro da Igreja Universal do Reino de Deus foi eleito senador, em segundo lugar; no Espírito Santo, Magno Malta, da Igreja Batista, permaneceu no Senado.

Em São Paulo foram eleitos Edinho Araujo (PMDB-100 mil votos), ex-prefeito e Vaz de Lima (PSDB-170 mil votos), membros da Igreja Presbiteriana Independente em São José do Rio Preto (SP); pastor Paulo Freire (PR), líder da AD em Campinas e filho do pastor José Wellington, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil. Paulo Freire formou uma forte base, que o fez alcançar 161 mil votos. Pastor Roberto de Lucene, eleito por São Paulo, pertence à diretoria nacional da Igreja Pentecostal O Brasil para Cristo.

O pregador Marcos Feliciano, oriundo da AD em Orlândia, pertencente à Região Eclesiástica de Ribeirão Preto (SP), atualmente com igreja própria, recebeu 211 mil votos pelo PSC. Os outros eleitos foram missionário José Olímpio (PP-160 mil votos) e cantor Marcelo Aguiar, do PSC com 98 mil votos (todos federais).

SENADORES

Rio de Janeiro – Marcelo Crivela, da Igreja Universal do Reino de Deus.

Espírito Santo – Senador Magno Malta mantém-se.

Bahia –  Valter Pinheiro, membro da Igreja Batista em Salvador.

DEPUTADOS FEDERAIS

São Paulo – Marcos Feliciano; Roberto de Lucena; missionário José Olímpio; Marcelo Aguiar, da Igreja Renascer; Edinho Araujo e Vaz de Lima; Antônio Bulhões; Otoniel Lima; pastor Paulo Freire e Bruna Furlan (PSDB), filha do prefeito de Barueri, Grande São Paulo, Rubens Furlan. A tucana recebeu mais de 270 mil votos em São Paulo e foi a terceira candidata mais votada a deputada federal e a décima em todo o Brasil.

Rio – Garotinho, Washington Reis, Benedita Silva, Arolde de Oliveira, membro da Igreja Batista, Lilian Sá, Neilton Molin, Aureo, Andrea Zito,
Filipe Pereira.

Bahia – Erivelto Santana, filho do saudoso pastor Rodrigo Santana, reconhecido líder da AD baiana. Erivelto também é sobrinho do pastor Antônio Santana líder da Região Eclesiástica em Ribeirão Preto (SP). Os baianos elegeram também Márcio Marinho e Oziel Oliveira (PDT), da Igreja Batista em Barreiras.

Espírito Santo – Cantora Lauriete (PSC), esposa do não-reeleito Reginaldo, da AD capixaba; Suely Vidigal (PDT); Audifax (PSC) e Manato (PDT).

Pará –  Zequinha Marinho, da AD-Comieadepa;  pastor Josué Bengston, da Igreja Quadrangular.

Amazonas – Silas Câmara, membro da AD no Amazonas e irmão do pastor Samuel Câmara, líder da AD no Pará, onde começou as ADs no Brasil (reeleito).

Amapá – Fátima Pelaes, da Assembleia de Deus em Macapá.

Acre – Antônia Lúcia Câmara, cunhada do pastor Samuel Câmara e esposa do também deputado federal Silas Câmara (AM), fora eleita deputada federal.

Paraná – Pastor Hidekazu Takayama;  delegado Francisquini, da AD em Curitiba (pastor Pimentel); e  o médico André Zacharow, diretor do Hospital Evangélico de Curitiba, da Igreja Batista.

Pernambuco – Francisco Eurico, pastor na Assembleia de Deus (líder pastor Ailton Alves) e  Anderson Ferreira.

Minas Gerais – Gilmar Machado, da Igreja Batista em Uberlândia.

Alagoas – O candidato da igreja de Alagoas ao Congresso, Chamariz, ficou como suplente.
 

Sergipe – Pastor Eleno.

Goiás – João Campos.

Rondônia – Nilton Capichaba.

Distrito Federal – Ronaldo Fonseca, pastor da AD em Taguatinga Norte e membro do Conselho Político da CGADB.

Santa Catarina – Jovino Cardoso (DEM) ficou como suplente. Jovino é presbítero da Assembleia de Deus em Blumenau.

 DEPUTADOS ESTADUAIS

Amazonas – Wanderley Dallas (PMDB) e Francisco Souza (PSC), os dois da AD em Manaus.

Pará – Raimundo Santos (PR), da AD em Belém, liderada pelo pastor Samuel Câmara, Pio X (PDT), da AD (Comiadepa) e  Martinho Carmona (PMDB), da Igreja Quadrangular; pastor Divino (PRB).

Amapá – Moisés Souza (PSC), da Igreja Batista em Macapá.

Bahia – Pastor José de Arimatéia (PRB), Márcio Marinho (PRB). A AD elegeu os deputados pastor Isidoro (PSB), pastor Ubaldino e irmã Angela (PSC). A Universal elegeu os pastores Sildevam Nobrega e Marcio Marinho (PRB).

Espírito Santo – Vandinho Leite, membro da Igreja Batista e reeleito; Élcio Álvares (DEM) e Gildevan (PV).

Paraná – Mara Lima, (PSDB) cantora da AD; pastor Edson Praczyck (PRB); Gilson de Souza (PSB).

Santa Catarina – Ismael dos Santos (DEM) é membro da AD e filho do respeitado líder estadual, pastor Nirton Santos; e Kennedy Nunnes (PP), membro da Assembleia de Deus em Joinville. Kennedy é membro do conjunto Dedos de Davi.
 
Rio Grande do Norte – Pastor assembleiano Antonio Jácome (PMN) foi
reeleito em primeiro lugar, com 54.743 votos. Jácome já foi vice-governador; Gilson Moura (PV).

São Paulo – Pastor Carlos Cézar (PSC); pastor José Bittencourt (PDT); pastor Adilson Rossi (PSC), da AD-Belenzinho; pastor Dilmo dos Santos (PV), da AD-Madureira; Carlos Bezerra Jr (PSDB); André Soares, filho do pastor e líder da Igreja Internacional da Graça, R.R. Soares.

Rio – Samuel Malafaia (PR), da AD em Jacarepaguá (Grande Rio) e irmão do pastor Silas Malafaia; Clarissa Garotinho (PR), vereadora e eleita deputada; Edino Fonseca (PR) é pastor da AD-Madureira; Edson Albertassi (PMDB); e Fabio Silva (PR); Sabino (PSC); Waguinho (PRTB).

Goiás – Daniel Messac, da AD-Madureira em Vila Nova; Luiz Carlos do Carmo (PMDB), da AD em Campinas e Fábio Souza (PSDB), da Igreja Fonte da Vida.

Alagoas – Jota Cavalcante (PDT), filho do pastor José Neco Antônio dos Santos, líder da AD no Estado (reeleito).

Pernambuco – Pastor Cleiton Collins (PSC); e presbítero Adalto (PSB).

Acre – Pastor Helder da Silva Paiva (PR), da AD em Rio Branco e pastor Denilson (PSC).

Minas Gerais – João Leite (PSDB); pastor Antonio Genaro (PSC), da Igreja do Evangelho Quadrangular; Wanderley Miranda (PMDB); Antonio Carlos Arantes (PRB); e pastor Carlos Henrique (PRB), da Igreja Universal.

Paraíba – Edmilson Soares (PSB).

Rondônia – Saulo (PDT).

Roraima – Marcelo Natanael (PRB); Ângela Águida (PSC).

Sergipe – Pastor Antônio (PSC).

Tocantis – Pastor Eli Dias Borges, da AD-Madureira em Palmas (TO) foi reeleito e exercerá o seu 3º mandato. Pastor Pedro Lima, da AD (Ciadseta), não foi eleito.

Outros

Se você notar a ausência de nomes de eleitos e  quiser colaborar, para que essa publicação seja ratificada, favor enviar-me nome completo, igreja  e referências: mesquita.jornalismo@gmail.com

Agradecemos

Agradecemos pela colaboração dos colegas pastores Jayjairo Castelo (ES), Levy Conde, Sóstenes Cavalcante, Carlos Roberto; do meu filho Cristian, verdadeiro escriba; doutor Cláudio Dias; Spurgeon; Adilson Santos (Jornal Evangélico-SP); Roberta; o cientista político Jailson Gomes; Jean Pierre de Souza (SC); Samuel Junior (BA),  que permitiram que atualização das informações fosse efetivada.

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A renúncia do pastor Antônio Silva Santana, líder da AD em Ribeirão Preto (SP), ao cargo de 1º tesoureiro da CGADB fora anunciada ontem, no Blog do Pastor Robson Aguiar. Fui avisado por um colega, mas esperei para confirmar com pastor Santana.

Pastor Santana (à direita) ao lado do pastor Wellington, após eleição da CGADB em Serra

A pessoa dissera que nesta semana, ele já havia colocado o cargo à disposição do presidente da CGADB, de forma verbal, mas pastor Wellington teria resistido e solicitado para que ele permanecesse.

Ainda não consegui o contato, mas a confirmação vem ainda do pastor Sostenes Cavalcante, ligado ao grupo do pastor Samuel Câmara. Segundo ele, pastor Santana entrega oficialmente o cargo na segunda-feira, 31.

Pastor Santana e pastor Silas Malafaia, que também renunciou no último dia 15, foram os dois únicos eleitos ligados ao grupo ligado ao pastor Samuel Câmara, na última Convenção Geral realizada em Serra, Grande Vitória (ES), em abril de 2009.

Líder de uma grande região eclesiástica, com matriz em Ribeirão Preto e um enorme templo, pastor Santana, homem sério e respeitado, deparou-se com inúmeros empecilhos. Possivelmente, foram os principais motivos que o levaram à renúncia.

AGE e eleição de outro vice

Por outro lado, a realização da extraordinária (AGE) em Campo Grande (MS), em setembro, deverá indicar reviravoltas e dança de cadeiras, para que a primeira-vice-presidência seja ocupada.

Conforme informação extra-oficial, a ideia é provocar nova eleição para preencher o cargo de 1º vice-presidente e não propriamente conduzir o segundo colocado da última eleição.

Heróis

No mundo temporal, o campo político pinga fogo, provoca calorosas, apaixonantes e apimentadas disputas, dá sabor e enche os olhos, e provoca até ‘queima de arquivos’, como enfoca pastor Carlos Roberto Silva (Point Rhema – vale a pena ler), enquanto o pró-Reino… “Porque é mister (necessário) que venham escândalos…” (Mt 18.7).

Porém, deve-se ter em mente que é sempre mais inteligente e seguro (quanto ao eterno), ser candidato à ‘voz no deserto’, que propriamente a um eco heróico, temporal e atraente tal qual a uma linda flor, que não demora a murchar, secar e cair.

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Embora tivesse plena convicção quanto ao resultado da eleição, antes mesmo do pleito ocorrer, por alguns motivos não tive a ousadia de antecipar-me às eleições. No que diz respeito à crença e vida espiritual, queria que a plena vontade permissiva e diretiva do Senhor, ocorresse.

 

Quanto as minhas opiniões, elas foram assunto em minha casa, com a família, e com um ou dois amigos. Penso que era algo a não ser divulgado, falado, revelado, mas tão somente uma questão de pessoalidade. Estou publicando em função da proximidade entre meus cálculos (que deixei anotado em minha agenda), e o resultado. Penso que outras pessoas fizeram algo semelhante.

 

A lógica é simples: após ter acesso às inscrições por convenções regionais, publicadas em meu blog, fiz algumas contas e cheguei a um resultado surpreendente. Somei os números dos que apoiariam pastor José Wellington e dos que seriam pró-pastor Samuel Câmara. Incluí como pró-pastor Samuel votos/convenções que, a meu ver, figuravam como dúvidas quanto ao lado escolhido; e do total pró-pastor José Wellington extraí 20%.

 

Dos dois resultados finais pastor José Wellington permaneceu com exatamente

780 votos a mais.

O resultado oficial da eleição dera a ele

756 votos a mais.

 

Portas abertas

 

Dias antes da eleição, tive um sonho que mostrava pastor José Wellington dirigindo um veículo bem antigo, que seria parte do acervo dos pioneiros assembleianos – semelhante às peças que inserimos no Memorial da CPAD.

 

Ele subia uma rua pouco íngreme e parou pouco antes do local onde deveria entrar, para conversar com um irmão. Eu estava postado à porta do local. Era um casario com portas grandes, altas e de duas folhas. Havia uma rampa que dava acesso à porta, pois a casa ficava cerca de metro acima do nível da rua. Ele alinhou o veículo à frente da casa, para ganhar impulso e subir a rampa, avançou e entrou.

 

Notícia antecipada

 

Por minha convicção (também algo pessoal), no dia 22, à noite, compus o texto que seria a notícia do resultado da eleição do dia posterior (23), para posta-lo em meu blog, assim que a informação fosse confirmada, conforme segue:

 

Pastor Wellington vence as eleições da CGADB mais uma vez

 

Mais uma vez pastor José Wellington Bezerra da Costa venceu as eleições durante a realização da 39ª. Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), realizada em Carapina, Serra (ES). Com número recorde de participantes (16,6 mil ministros inscritos), a Convenção foi exaustivamente disputada. (…).

 

A disputa exigiu uma estrutura gigantesca e profissionalização do sistema de captação dos votos. A CGADB contou com a participação e orientação do TRE do Espírito Santo e a votação foi realizada em urnas eletrônicas. Pastor José Wellington deve permanecer na presidência até abril de 2013, quando terá nova eleição. Em 2011 as Assembléias de Deus no Brasil completam 100 anos.

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Dos 16 mil inscritos, Convenção Geral credencia 11 mil ministros e aprova contas da CGADB

 

Dos 16.616 inscritos na 39ª Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil (CGADB), 11.386 se cadastraram no evento até a tarde de hoje (22). Amanhã, dia 23, espera-se outros 3 mil para a eleição que ocorrerá a partir das 8h. As contas da CGADB, depois de análise por uma comissão nomeada pelo presidente, foram aprovadas em plenário. Pastor Wellington Junior foi reeleito presidente do Conselho da CPAD.

 

 

Mais de 11 mil pastores já cadastraram para eleição

Mais de 11 mil pastores já cadastraram para eleição

 

 

Evangelização

 

Pela manhã, pastor Raul Cavalcanti, de Imperatriz (MA), conclamou a todos à evangelização e investimento em missões. Ele sugeriu que a CGADB invista em um programa de evangelização e ainda no investimento pelas igrejas, por meio da Escola Dominical e pela ação pessoal de cada ministro. Ele levou à reflexão quando mostrou números e a possibilidade de crescimento.

 

Divórcio

 

Houve discussão sobre o tema divórcio, mas o assunto, muito complexo, ainda dependerá de novas avaliações, a partir do Conselho Jurídico.

 

Igreja Católica Romana oficializada

 

Discutiu-se ainda a questão do acordo assinado entre o presidente Lula e o Vaticano, no mês de novembro. Pastor Pedro Ribeiro, deputado federal (CE), alertou a todos sobre os privilégios que a Igreja Católica Romana receberia a partir da aprovação do acordo pelo Congresso. O país voltaria a práticas da época do Império, quando o romanismo era oficial e tinha todas as suas atividades financiadas pelo Governo.

 

Apresentação de cada candidato

 

No final da plenária os dois candidatos apresentaram os seus discursos e, depois, todos receberam orientação do presidente da Comissão Eleitoral, pastor Wagner Gaby sobre o funcionamento do sistema eleitoral.

 

Conselho Administrativo

 

Ainda no início da noite, antes da eleição do Conselho Administrativo, que ocorreu simultaneamente ao culto, pastor Antônio Carlos Lorenzetti falou sobre o funcionamento das urnas.

 

Os ministros inscritos que ainda não chegaram e, portanto, não se cadastraram, terão a tolerância de até às 17h. A eleição começa pela manhã e vai até o final do dia.

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