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Posts Tagged ‘motivos de renúncia’

Campo Grande (MS) foi escolhida para sediar a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que ocorrerá de 7 a 9 de setembro. A reunião vai definir a ocupação do cargo de 1º vice-presidente da CGADB, em vacância desde a renúncia do pastor Silas Malafaia, dia 17.

A extraordinária, marcada após reunião da mesa diretora, hoje na CGADB, vai definir se o cargo em vacância será ocupado e como – se haverá ou não nova eleição para o mesmo. Na mesma reunião, a mesa definiu a próxima Assembleia Geral Ordinária, marcada para abril do próximo ano, em Cuiabá.

Renúncia e motivos

“Minha renúncia ao cargo de vice-presidente e o meu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil devem-se ao fato de eu ter assumido, repentinamente, o pastorado da Igreja Assembleia de Deus Penha (RJ), que passou a denominar-se Assembléia de Deus Vitória em Cristo…”, declarou pastor Silas Malafaia, mas ainda ressaltou que “… tal decisão deve-se também a assuntos de ordem interna dos membros da CGADB”, conforme ‘notificação extrajudicial’ registrada em cartório e enviada ao presidente da instituição no dia 14.

No documento, pastor Silas diz que desde 2008 tem chamado a atenção para o “descalabro financeiro vigente na CGABB” e que formulou “diversas denúncias, as quais foram integralmente reafirmadas no Plenário da Convenção… no ano de 2009”.

Pastor Silas afirma também que, “…passados tantos anos, é com extremo pesar e o mais sincero desalento que, consternado, me vejo forçado a renunciar ao cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB e a formular meu pedido de desligamento da mesma”, e ainda, “Necessário se faz destacar que tão penosas atitudes têm como um dos motivos principais os desmandos administrativos, que fazem com que a CGABB tenha hoje seu nome ‘negativado’ junto aos órgãos de proteção ao crédito, padecendo até mesmo da suspensão de cheques para as contas bancárias da mesma e esteja, atualmente, com diversos tributos em aberto e não pagos…”, declara, ressaltando que “diversas e graves irregularidades, as quais depõem contra a CGABB e que não podem ser toleradas”.

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