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Veja trata de questões internas das ADs no Brasil

Tratadas com destaque, as renúncias dos pastores Silas Malafaia (RJ) e Antônio Santana (SP), respectivamente, 1º vice-presidente e 1º tesoureiro da Convenção Geral (CGADB), foram publicadas na coluna Radar, da Veja, que chegou ontem às bancas.

Era justamente isso que se temia. Além dos movimentos internos em busca de Justiça, com arregimentação de documentos comprobatórios de irregularidades, a partir da administração da CPAD, a notícia começa a vazar para a mídia secular.

Dentre os documentos levantados está a suspeita de envio irregular de dólares para o exterior, pela CPAD, por meio do doleiro Toninho Barcelona, envolvido no Mensalão. Na época, ao quebrar o sigilo bancário do doleiro, a Polícia Federal teria descoberto a fraude e chegou a `visitar` a Casa. Houve um grande corre-corre.

Deu na Veja

Com atenção ao pastor Silas Malafaia, que quer congregar até mil igrejas, o texto diz: “O televangelista Silas Malafaia está sedento. Sua meta é implantar, nos próximos cinco anos, 1 000 templos pelo Brasil afora. Hoje, ele comanda 97 igrejas. O plano só será possível porque o pastor deixou, há duas semanas, a vice-presidência da Convenção-Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que congrega 60% dos pastores da denominação. Malafaia saiu afirmando que a direção se tornara um “caso de polícia”. Na semana passada, o tesoureiro fez o mesmo, dizendo haver “tremendas irregularidades”. Se as acusações forem comprovadas, será um ganho duplo para Malafaia: ele ficará livre dos problemas e também das amarras que a organização impõe à criação de templos em áreas de outros pastores”.

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Campo Grande (MS) foi escolhida para sediar a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que ocorrerá de 7 a 9 de setembro. A reunião vai definir a ocupação do cargo de 1º vice-presidente da CGADB, em vacância desde a renúncia do pastor Silas Malafaia, dia 17.

A extraordinária, marcada após reunião da mesa diretora, hoje na CGADB, vai definir se o cargo em vacância será ocupado e como – se haverá ou não nova eleição para o mesmo. Na mesma reunião, a mesa definiu a próxima Assembleia Geral Ordinária, marcada para abril do próximo ano, em Cuiabá.

Renúncia e motivos

“Minha renúncia ao cargo de vice-presidente e o meu desligamento da Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil devem-se ao fato de eu ter assumido, repentinamente, o pastorado da Igreja Assembleia de Deus Penha (RJ), que passou a denominar-se Assembléia de Deus Vitória em Cristo…”, declarou pastor Silas Malafaia, mas ainda ressaltou que “… tal decisão deve-se também a assuntos de ordem interna dos membros da CGADB”, conforme ‘notificação extrajudicial’ registrada em cartório e enviada ao presidente da instituição no dia 14.

No documento, pastor Silas diz que desde 2008 tem chamado a atenção para o “descalabro financeiro vigente na CGABB” e que formulou “diversas denúncias, as quais foram integralmente reafirmadas no Plenário da Convenção… no ano de 2009”.

Pastor Silas afirma também que, “…passados tantos anos, é com extremo pesar e o mais sincero desalento que, consternado, me vejo forçado a renunciar ao cargo de Primeiro Vice-Presidente da CGADB e a formular meu pedido de desligamento da mesma”, e ainda, “Necessário se faz destacar que tão penosas atitudes têm como um dos motivos principais os desmandos administrativos, que fazem com que a CGABB tenha hoje seu nome ‘negativado’ junto aos órgãos de proteção ao crédito, padecendo até mesmo da suspensão de cheques para as contas bancárias da mesma e esteja, atualmente, com diversos tributos em aberto e não pagos…”, declara, ressaltando que “diversas e graves irregularidades, as quais depõem contra a CGABB e que não podem ser toleradas”.

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