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Posts Tagged ‘Divórcio’

Ministros reunidos na Convenção Geral decidiram sobre divórcio e união estável

Divórcio para ministros do Evangelho, membros da CGADB só poderá ocorrer em caso de infidelidade conjugal. E dessa forma, o mesmo poderá contrair núpcias novamente.

“O ministro vítima de infidelidade conjugal… poderá contrair novas núpcias, respeitados os princípios bíblicos, que norteiam a união conjugal”, conforme estabeleceu o Senhor, em Mateus 5.31-32 e 19.9 (“Também foi dito: Qualquer que deixar sua mulher, dê-lhe carta de desquite. Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de prostituição, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério”; “Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério”). Porém, cada caso deve ser definido pelas convenções regionais, dentro dos termos acima aprovados.

Esta decisão deverá regularizar a situação de ministros na situação. No caso de divórcio provocado por iniciativa da esposa, com base em 1Coríntios 7.15 (“Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz”), o ministro poderá permanecer ou não na função ministerial, a depender da convenção regional, da qual é filiado, mas com todo o direito de defesa, com condições de recorrer à mesa diretora da CGADB.

O artigo 3º permaneceu intacto: a “CGADB não reconhece, no âmbito da vida ministerial de seus membros, a situação de união estável”.

Quanto ao pastor, membro da CGADB, “que acolher ministro divorciado, sem a observância do disposto na presente Resolução, será responsabilizado disciplinarmente, no âmbito desta Convenção Geral”.

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Ministros no culto de abertura ontem à noite, no Grande Templo, em Cuiabá

Nem todos os casos de divórcio deverão ser acatados pelas Assembleias de Deus no Brasil. Pastores discutem o tema desde a manhã de hoje, no Grande Templo em Cuiabá, na 40ª AGO (de 12 a 14 de abril). A decisão proposta pela Comissão Especial sobre Divórcio, deverá ser apreciada pelos convencionais e a principal é acatar a separação somente em casos de infidelidade conjugal, conforme preceitua a Bíblia. A decisão vai abraçar também casos que envolvem ministros.

O artigo 1º do ante-projeto de resolução, apresentado pela Comissão, diz que “A CGADB só reconhece o divórcio no âmbito ministerial de seus membros, nos casos de infidelidade conjugal, previstos na Bíblia Sagrada e expressos em Mateus 5.31-32 e 19.9”. Também diz que as convenções regionais deverão esgotar todas as possibilidades de reconciliação.

O segundo ponto mais polêmico diz respeito à união estável. “A CGADB não reconhece, no âmbito ministerial de seus membros, a situação de união estável”, pois entende que, além das implicações bíblicas, que proíbe tal forma, a Constituição brasileira, em seu artigo 226, estabelece que a união estável é prevista somente para casais, isto é, homem e mulher.

No caso do divórcio, a Comissão orienta a não se discutir o divórcio sob a ótica legal, pois para isso existem as leis seculares, mas sob o ponto de vista bíblico.

Parte-se da premissa de que o casamento é indissolúvel, pois “o que ajuntou Deus não separe o homem”, conforme Gênesis 2.18,24. O caso expresso na Bíblia diz respeito ao término da união, em função da infidelidade conjugal de um dos cônjuges.

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