Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘Senado’

Em sessão especial o Senado comemorou no último dia 20 (jun-11), a impressão da centésima milionésima Bíblia produzida pela Sociedade Bíblica do Brasil. A sessão, proposta pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), contou com a presença de representantes da entidade, entre os quais Adail Carvalho Sandoval, presidente; Rudi Zimmer, diretor-executivo; Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social e Celio Emerique, gerente-geral da Gráfica da Bíblia.

Cerca de 100 convidados acompanharam a cerimônia, presidida pelo senador José Wilson Santiago. “A nação inteira em pé deveria aplaudir essa conquista”, disse o senador Crivella em seu discurso. Já o senador Mozarildo Cavancanti deu seu testemunho sobre sua relação com o Livro Sagrado. Católico, quando começou a estudar Medicina, acabou por questionar o conteúdo da Bíblia e, ao concluir sua gradação, era agnóstico.

“Foi no contato com pacientes terminais, que sem explicação se recuperavam, que entendi que a Ciência e a Religião devem fazer as pazes. A Ciência é de Deus”, lembrou Cavalcanti, enfatizando que a sociedade será cada vez melhor se os princípios cristãos forem disseminados. “Esse número de 100 milhões de Bíblias deve servir de estímulo para que todos apóiem a obra da Sociedade Bíblica do Brasil, independente de sua denominação religiosa”, finalizou.

O presidente da SBB, Adail Carvalho Sandoval, lembrou o texto do profeta Isaías 40.8: “A erva seca, a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre”, para destacar a perenidade da mensagem bíblica: “A Bíblia rasgou séculos e chegou até nós. Ela não divide, aglutina. Nosso objetivo é que a Palavra de Deus seja espalhada em todo o mundo, que seja cada vez mais conhecida, amada e praticada, para que tenhamos uma sociedade mais justa e pacífica”.

O número de 100 milhões de Bíblias foi contabilizado desde 1995, quando a Gráfica da Bíblia, instalada na Sede Nacional da SBB, em Barueri (SP), foi inaugurada. Desde então, a unidade representou um verdadeiro divisor de águas na produção, encadernação e distribuição de literatura bíblica no Brasil. Hoje, constitui-se um dos maiores centros produtores de Bíblias do mundo.

A Bíblia símbolo dessa marca mundialmente inédita foi produzida no dia 26 de maio e ganhou edição comemorativa. É composta por duas traduções: a histórica Tradução Brasileira, de 1917, a primeira a ser feita totalmente no Brasil; e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, lançada no ano 2000 e pioneira ao trazer o conteúdo bíblico em uma linguagem mais simples e fácil de ser compreendida pela população brasileira.

A Gráfica da Bíblia

Criada para servir as igrejas cristãs no Brasil e no mundo, a Gráfica da Bíblia tem excelência reconhecida além das fronteiras nacionais, permitindo que a SBB exporte para mais de 100 países das Américas, África, Ásia e Europa. De suas instalações saem exemplares em português, espanhol, inglês, francês, árabe e até em ioruba, idioma falado em países africanos. Do total de Escrituras produzidas, 20% foram destinados à exportação.

Produzindo um exemplar da Bíblia a cada três segundos, anualmente, a Gráfica da Bíblia responde por uma produção média de 8,5 milhões de Bíblias. Por mês, são utilizadas 800 bobinas de papel que, se desenroladas, equivalem a 24 mil quilômetros. O papel consumido em um ano seria suficiente para dar 7,2 voltas na Terra.

A SBB A Sociedade Bíblica do Brasil é uma entidade sem fins lucrativos, de natureza filantrópica, assistencial, educativa e cultural. Sua finalidade é traduzir, produzir e distribuir a Bíblia, um bem de valor inestimável, que deve ser disponibilizado a todas as pessoas. Além disso, por seu caráter social, desenvolve programas com o objetivo de promover o desenvolvimento espiritual, ético e social da população brasileira.

Fundada em 1948, construiu sua trajetória com base na missão de “promover a difusão da Bíblia e sua mensagem como instrumento de transformação espiritual, de fortalecimento dos valores éticos e morais e de incentivo ao desenvolvimento humano, nos aspectos espiritual, educacional, cultural e social, em âmbito nacional”.

A SBB faz parte de uma fraternidade mundial criada no início do século 19 com o objetivo de facilitar o processo de tradução, produção e distribuição das Escrituras Sagradas por meio de estratégias de cooperação mútua. As SBU congregam 146 Sociedades Bíblicas, atuantes em mais de 200 países e territórios. Essas entidades são orientadas pela missão de promover a maior distribuição possível de Bíblias, numa linguagem que as pessoas possam compreender e a um preço que possam pagar.

Quer comentar o artigo? Clique aqui

Read Full Post »

Pastor Wellington sempre disse que política e igreja não se misturam, assim como água e óleo

A coluna Painel (Folha de S.Paulo) divulgou hoje que pastor José Wellington não aceitou ser candidato a suplente do ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, ao Senado. A notícia fora divulgado pela mesma coluna, no dia 24, informando sobre a dobradinha costurada pelo prefeito de São Paulo, Kassab.

Hoje Painel publicou o seguinte: “Fileira O primeiro suplente de Orestes Quércia (PMDB-SP) ao Senado será o vereador Antônio Goulart, do mesmo partido. Cotado para a vaga, o pastor José Wellington, presidente da Assembleia de Deus paulistana e também da convenção geral da igreja no Brasil, não topou, mas prometeu o engajamento dos evangélicos”.

Read Full Post »

A cara-de-pau dos homens “honrados”, que deveriam esboçar valores senis, é a mostra da pior das definições do vocábulo, indicativo para senador: decrépito – “coisa em ruína”. Causa-me asco ver a própria mídia divulgar como algo comum, os vergonhosos acordos, conchavos, negociatas políticas do toma-lá-dá-cá. Verdadeira novela para público romano pós-moderno. Epa! Nós não somos romanos, só latinos (com ene e não eme… Bom, mesmo que fosse, diz o ditado: “Cachorro que late não morde!). 

Enquanto isso o povo mantém o ‘equilíbrio’, como verdadeiros malabaristas, para aceitar tamanha imoralidade – se bem que está mais para palhaço da corte. O coronel Sarney, desde os militares no poder – odiados pela esquerda governista –, é o retrato do enguiço político, entrelaçado ao PT, à moda das serpentes do deus esculápio. Quem sabe eram cobras PíTons. Os objetivos das cobras se repetem: levar o povo à queda no paraíso chamado Brasil. 

Congresso Nacional (foto: ©Câmara dos Deputados)

Congresso Nacional (foto: ©Câmara dos Deputados)

O Mercante, opa, desculpe-me, o Mercadante, homem de quem se pensava possuir reservas de uma boa formação e referencial, acaba de escancarar que não é bem assim, e desdisse o que disse, na maior cara-lavada. Aí está o circo: o pão é o Bolsa Família, o César é Lula, com inclusive a semelhança de perseguir cristãos, ao atacar seus princípios basilares e éticos. 

Falando nisso, a dona Dilma, candidata ao Governo do PT deu piti. Ela mostrou a cara, àquela antiga, à La’marca guerrilha, e saiu aos gritos com o colega de Governo. Cheio de medo, o homem não quer mais voltar ao trabalho. 

Forças da serpente do mal 

Em entrevista a Boris Casoy (Passando a Limpo, SBT, 26/11/00), o então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, ao falar das empresas que rejeitam candidatos mais velhos, explicou que isso “tem a ver com a nossa cultura que é ruim”, e que as dificuldades do país são de ordem social ou moral, pois “a sociedade cansou da falta de ética”. O que é isso? Pergunta-se hoje… talvez é-ti-tica, jamais conceitos básicos de moral, do  bem e ao mal, que norteiam a conduta de um povo. 

FHC mostra ainda outra afirmação de Weber: O político lida com “forças demoníacas”, conforme definiam os primeiros cristãos que “sabiam muito bem que o mundo é governado pelos demônios e quem se dedica à política, ou seja, ao poder e força como um meio, faz um contrato com as potências diabólicas…” (Max Weber, A política como vocação?, citado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em seu livro A arte da política – a história que vi, Civilização Brasileira, 2006, RJ). 

Ruy Barbosa ainda fala 

“A falta de justiça, senhores senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. A sua grande vergonha diante do estrangeiro é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais. 

Rui Barbosa (foto: ABL)

Rui Barbosa (foto: ABL)

A injustiça, senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas. 

De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. (Discurso de Ruy Barbosa proferido em 1914 no Senado). 

Luz a Sal da Terra 

Como a Igreja reage diante dessa realidade? Alheia, passiva, inerte? Embora não dê para traçar paralelos entre tais circunstâncias e a ação dos profetas, quando condenam líderes de Israel, pois não somos uma nação judaica e tampouco semelhante a ela, podemos tomar exemplos de empregos de rejeição de obras das trevas. 

Porém, aos que querem obter força entre políticos, temos um exemplo bíblico, perfeitamente aplicável hoje: “…Herodes temia a João Batista, sabendo que era varão justo e santo; e guardava-o com segurança, e fazia muitas coisas, atendendo-o, e de boa vontade o ouvia” (Mc 6.20). 

Luz e sal da Terra 

Rev. Martin Luther King Jr.

Rev. Martin Luther King Jr.

A ação da Igreja com relação ao mundo é a de luz e sal. Luz inibe as trevas e o sal afasta o homem do apodrecimento moral, de tornar-se imprestável. Como dizia pastor Martin Luther King: “O que me preocupa não é o avanço dos fortes, mas o silêncio dos justos”. 

A preservação da candura da ética é marca inegociável da posição da Igreja do Senhor, conforme Romanos 13.12-14: “A noite é passada, e o dia é chegado. Rejeitemos pois as obras das trevas, e revistamo-nos das armas da luz. Andemos honestamente, como de dia, não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidade, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…”. 

Read Full Post »