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Atualização- 31mar, 0h20 – Desta vez parece que o juiz bateu o martelo na mesa, e Wellington Junior não mais estaria na lista de candidatos à CGADB. Com o descumprimento de liminares, o juiz Levine Raja Gabaglia, da comarca de Corumbá (GO), endureceu e determinou o sequestro de bens e até condução coercitiva, frente às desobediências.

As determinações judiciais (facsímile abaixo), às vésperas da eleição da CGADB, no próximo dia 9, estabelecem:

1) Desentranhamento dos Autos em função de o documento de Procuração da parte ré não ser original e, consequentemente, sem validade jurídica. Como sequência dessa falha processual, o ato atinge todos os documentos juntados pela CGADB e Scytil Soluções de Segurança e Voto Eletrônico Ltda, tornando-os sem efeito jurídico.

2) Em ato contínuo, o juiz determinou que o Tribunal de Justiça de Goiás, tome conhecimento dos vícios processuais de legitimidade. A parte ré, no caso a CGDB e Scytil, conseguiram derrubar uma das sete liminares no TJ-GO. Com a informação, pretende-se anular tal ação desde sua origem, por contaminação de todo o material produzido.

3) O mesmo juiz determinou a intimação da CGADB, para que cumpra Integralmente a Determinação da Liminar no prazo de 24h. Fato: A empresa contratada para estabelecer o voto eletrônico online, a Scytil, não estaria acatando as determinações das sete liminares, expedidas nos Estados de Goiás, Pará e Amazonas, de retirar o nome de Wellington Junior da opção de voto, e eliminação das mais de 10 mil inscrições suspeitas de fraude.

4) A ordem judicial estabelece a pena de Sequestro de Bens, via online/Banco Central Judicialmente, no valor de R$ 400 mil.

5) Por fim, uma Carta Precatória ao oficial de Justiça, para agir junto à Scytil, junto à advogada da empresa ou representante, com o prazo de 2h, para que essa medida extrema seja cumprida.

6) Ainda em caso da resistência ao cumprimento da decisão liminar, o oficial de Justiça deverá Conduzir o respectivo responsável à Delegacia em ato de Prisão em Flagrante por Crime de Resistência de Cumprimento à Ordem Judicial, e de Desobediência, conforme CPB, artigos 329 e 330. Todas as ações deverão ser acompanhadas do advogado da parte autora, determina o magistrado.

7) Finalmente, o bloqueio judicial já teria sido efetuado, hoje (dia 30, por volta das 15h), pelo advogado da parte autora e, portanto, inviabilizando definitivamente o nome de Wellington Junior da lista de candidatos.

CGADB Sentença-1

SITE EM REVISÃO

CGADB SITE

Ontem por volta das 23h, o site da CGADB estava EM MANUTENÇÃO. Segunfo informações extraoficiais, o que motivou a ausência foi justamente a determinação da Justiça de exclusão das 10,4 mil inscrições irregulares, e ainda exclusão do nome de Wellington Junior, da lista de candidatos à eleição.

FARISEUS 1

Fariseus: Volumosa aparência religiosa a impressionar!

Todos os dias contrariamos a máxima da Carta de Tiago, que impõe-nos a grandeza de alterar rumos, por meio da capacidade de influenciar e mudar a postura pecaminosa humana, através de exemplos.

Um dos princípios mais simples é o de a Igreja seguir o seu curso, sem atropelar gerações: Jesus, ‘A’póstolos, pastores/mestres, bispos, missionários (enviados/’a’postolos), Pais da Igreja, …

Após os País da Igreja, ainda longe dos suntuosos templos, à moda pagã, em louvor aos seus deuses, tivemos a definição do cânon, até então com livros dispersos, mas, em seguida, a igreja teve o seu curso natural quebrado.

As gerações eclesiais, impostas de forma sábia, para a produção de novos lideres, sem o continuísmo da descoberta humana da escada rolante e, de forma mágica, fazer desaparecer os degraus, fincou pé na horizontalidade, culminado com a inauguração de um novo perfil, que inclui o viço, a abundância e luxuriante, o útil ao agradável.

Com isto, a exigência moral, que exaltava a ética da Igreja, acima de toda sorte de imoralidade, prevaricação e sublimação, alinhou-se a níveis aceitáveis do próprio Império Romano.

Cada uma das duas partes cedeu um pouco. Os ‘deuses’ aceitaram incluir o Deus Único, sem mais perseguir seus seguidores; estes, representados pela proposta de Constantino, aceitou os deuses como também santos. A pluralidade de crença estava instalada, o primeiro sincretismo, nada tão rápido, como texto: O Diabo não tem pressa!

NOVOS PARÂMETROS

Esta mutação eclesial fez com que a igreja, no quarto século, recebesse em sua definição nominal, a inclusão,  além de católica (universal, mundial ou internacional), o batismo de Romana. Assinatura do pertencimento, advindo do casamento com o Império, símbolo clássico dos domínios humanos.

A Assembleia (de santos), a Igreja, literalmente ‘tirada para fora’, abre mão do Reino e é adotada pelo Império. Romana (pertencente a Roma), não foi um simples nome à tiracolo, mas a sua patente a partir daquele momento, de uma circunstância estrategicamente construída na obscuridade.

Desde então, a nova geração, após interrupção de seu curso normal, saiu do colegiado de pastores-bispos (pastores de pastores ou supervisores), para uma liderança central. As decisões passaram de colegiada para unilateral. O caminho da prevaricação estava aberto e a história seguinte, iria comprovar isto.

DO PEIXINHO À TEMÍVEL CRUZ!

Constantino já havia criado o seu marketing do sinal revelado da cruz: ‘Por este sinal vencerás!’ e, daí por diante, foi fácil impor-se como chefe supremo, como pontífice romano, titulo remanescente do Império.

Essa forma piegas e um tanto latina, do uso da in-capacidade da passionalidade, substituiu ainda o símbolo do Caminho, como a Igreja era conhecida, em seu estado novel. O peixe, ICTUS, no grego, a indicar nas iniciais, o perfeito acróstico: ‘Jesus Cristo o Filho de Deus e Salvador’, e ainda ligado à pesca (de pecadores), e do legado da Galiléia, perdera o seu lugar.

Era mais uma estratégia diabólica de destruição de rastros de identificação, como o Império fazia às civilizações dominadas. Agora, um símbolo perfeitamente identificado a Roma e não mais a Jerusalém, ocuparia a mensagem iconográfica cristã.

Ergue-se justamente o símbolo romano da pena de morte, a cruz, tão temida, a causar verdadeiro terror aos cristãos, pois muitos haviam sido mortos nela, como o próprio Mestre!

INDOLÊNCIA HUMANA

Contextualizo parte do desabafo de um colega, que também debruça na Palavra, inserindo-o abaixo.

A história secular do discurso mordaz se repete. Dado ‘a índole confortável de rebanho, recusamos tomar iniciativas efetivas de resultados. Não possuímos a verve resoluta da derrubada da Bastilha, quando essa deve vir a baixo.

O povo só se mobiliza em frente a ela, quando insuflado pelos próprios políticos que veem – desde aquele tempo – seus interesses e privilégios, indecentes e ilegítimos, serem ameaçados a se tornarem patrimônio exclusivo.

Essa manipulação das massas, que indolentemente’ optamos ser, leva-nos  às fileiras partidárias, tomada pela Bíblia como dissensões, e chancelamos nossas desapercebidas heresias, nomeando ‘nossos’ cardeais, verdadeiros chefes, não mais líderes distinguidos pela Piedade, como vimos em nossos pais na fé.

Parece que sofremos de labirintite espiritual, que rouba o equilíbrio, e nos faz pendular para um só lado, fora do centro, a nos remeter, como que hipnotizados, a dar ganho ao ímpeto da natureza pecaminosa humana.

SENTENÇA

‘Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus’, Mt 5.20

Fotos do Google- Não se tem na história bíblica a sequência de sucesso de pai para filho.  As raras exceções fazem parte da Velha Aliança, que previa possessão da ‘Terra’ Prometida e preparação de um povo separado, para dele, nascer Jesus.

Estão nessa exceção, o plano divino dos Patriarcas. No caso dos reis, ou o pai desagradava ao SENHOR ou o filho. Entre os sacerdotes temos casos exemplares. O de mais destaque foi o de Eli. Seus filhos foram um desastre, literalmente.

A salvação foi Samuel, do hebraico  Shemu’el, literalmente ‘seu nome é Deus’ e ‘Deus ouve’. Foi um ex-aluno da escola de profetas da época – a mais destacada estava em Gilgal (2Rs 4) -, com o privilégio de morar com o homem de Deus.

Depois disso, registramos casos ímpares, como Davi e Salomão, mas com focos diferentes e um final infeliz do segundo rei de Israel.

Foi o início da introdução de deuses entre o povo. Em princípio, Salomão foi tido como a melhor solução. Entretanto, o próprio Salomão, sabiamente alerta: ‘Há caminhos que ao homem parecem direito’.

A escolha humana foi fatal: ‘Visto que não guardaste o nosso acordo e não obedeceste às minhas leis, tirarei o reino das tuas mãos e da tua família e dá-lo-ei a outro’ (1Rs 11).

No sistema eclesial, visto na própria história da Igreja, como dos pioneiros  das primeira, segunda e terceira levas das ADs, não existiu esse tipo de sequência, como um legado de família ou monárquico. Também não segue a herança levítica.
Embora um tanto desnorteado atualmente, o ministério cristão é formado por pessoas vocacionadas pelo SENHOR, chamadas não por valor, mas por amor; não por profissão, mas por vocação. Apóstolo Paulo demonstra gratidão a Deus por dar-lhe o ministério (‘pondo-me no ministério’), honra dada por Deus e não tomada ou outorgada pelo homem (Hb 4.5).
A REAL OPOSIÇÃO
Estamos às vésperas da eleição da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Dia 9 de abril, ocorrerá a escolha do novo líder do maior Concílio cristão do Brasil. Todos os candidatos tem perfil assembleiano e fazem parte praticamente de uma mesma época histórica.

Essa admissibilidade de rodízio de líderes é saudável, inteligente e boa, além de projetar novos aspirantes e igualar oportunidades. Ainda possibilita que a estrutura da Igreja funcione como projetada pelo SENHOR, resguardando as condições espirituais, equidade, brio e vida piedosa.

Por isto propus, há cerca de 10 anos, para a reforma dos estatutos da CGADB, a paridade com mandatos eletivos seculares, passando de dois para quatro anos, e somente uma reeleição.

Não obstante a proibição judicial de um dos candidatos, por abuso de poder de influência, José Wellington Junior, diante da presidência do Conselho Administrativo da CPAD, segundo cargo mais concorrido da CGADB, todos são capacitados.

Só pelo fato de expor-se a um público crítico, exigente e que pede lisura e caráter bem acima de média humana, já é ousadia.

PASTOR TARDIM

CICERO TARDIN

Não posso falar de pastor Cícero Tardim. Não o conheço o bastante para  tal. Penso ser um ótimo candidato, com o brio que a função exige. Jamais ouvi alguém falar algo que pudesse denegrir a sua imagem.

WELLINGTON JÚNIOR

Pastor Wellington Júnior, o filho que tem o voto decisivo da dedicada mãe de uma família exemplar e de sucesso, tem qualidades inquestionáveis.

Sempre à sombra da frondosa árvore do pai (foto abaixo), uma fortaleza implacável e reconhecida, Duéto, como é conhecido pela família e pelos mais íntimos, cresceu acima de todas as médias.

J W 2

Recebeu de seu pai e pastoreia uma das maiores ADs da Grande São Paulo, Guarulhos. É um dos líderes da Confradesp, além de estar acima de homens com histórico de vida, representação espiritual, experiência, testemunho e idade de bispos, verdadeiros presbíteros, pastor de pastores.

Teria todos os quisitos exigidos ao cargo. Wellington Júnior tem um hercúleo compromisso com o histórico de seu pai e a pressão desse grupo.

Embora retire um pouco de sua autonomia e, portanto, o poder de decisão, seu nome é forte, não obstante estar judicialmente impedido de disputar a eleição.

SAMUEL CÂMARA

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Pastor Samuel Câmara é um dos candidatos. Já foi vice-presidente da CGADB, e disputou outras vezes com pastor José Wellington, pai de Wellington Júnior, há quase três décadas como presidente da entidade.

Samuel foi discípulo de homens de representação e liderança assembleiana de reconhecimento no cenário nacional.

Um deles é o saudoso mestre e honrado pastor Alcebíades Pereira Vasconcelos, destacado em todo o Norte; pastor-doutor João Kolenda Lemos, diretor-fundador da Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (Ibad). Não convivi com homem tão sábio, conhecedor da Palavra, mestre e piedoso; e pastor Firmino Gouveia, que o convidou para assumir a primeira igreja das Assembleias de Deus no Brasil, em Belém, no Pará.

Sem quebra de dúvida foi a segunda maior honra de pastor Samuel. A primeira, foi a de ter sido aceito pelo Ibad, como aluno, embora fosse menor de idade, aos 16 anos. Antes de voltar ao Norte, pastor Samuel foi convidado a ministrar no próprio seminário. Após formar-se em Pindamonhangaba, licenciou-se em Pedagogia, Filosofia e Direito.

Depois de voltar ao Amazonas, Samuel Câmara trabalhou com pastor Alcebíades e, posteriormente, recebeu a igreja em Manaus, do próprio pastor Vasconcelos.

Por fim, a convite de pastor Firmino da Anunciação Gouveia teve a honra de pastorear o Estado onde os pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren plantaram a Assembleia de Deus, em junho de 1911.

Obviamente que nada disto foi por acaso, mas a indicação de que o SENHOR sempre quis honrá-lo. A compreender isto, acima de interesses humanos, vaidade, de poder e de grupos, não sou eu quem vai enfrentar a suprema vontade divina por este nome: Shemu’El!

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) frustrou mais uma tentativa do candidato à presidência da CGADB, José Wellington Junior. Neste dia 17/3 (sexta-feira), foi negada liminar que derrubaria as liminares concedidas até então, dentre elas, a que impede sua participação como concorrente.

Portanto, as liminares e seus respectivos pedidos são mantidos, para a eleição do dia 9 de abril, daqui a 20 dias.
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O quadro se mantém: As 10 mil inscrições com indícios de irregularidades continuam canceladas; a eleição está mantida; a candidatura de Wellington Junior permanece anulada; seu nome excluído das opções, mantendo-se somente os nomes de Samuel Câmara (foto) e Tardim.

Deparei-me com a propaganda de uma bíblia, que tenta justificar a sua versão à sombra da Graça. Para isto, apelam para a tal chamada minorias, mas fica claro tratar-se de um título voltado a homossexuais.

O mesmo título teria ocasionado atrito com a Sociedade Bíblia do Brasil (SBB), que teria cedido a versão Almeida, mas, depois não mais cedera. Não existe Bíblia a premiar grupos, pois o SENHOR não é seletivo, mas inclui todos os que se arrependem de seus pecados, conforme preconiza Sua própria Palavra, e o deixam: ‘Quem confessa e deixa alcança misericórdia’ (Pv 28.13).

Na verdade é uma bíblia sem a Graça (unção); sem a Graça (favor divino), pois é desfavorável; mas cheia de graça (de gracejo, no sentido de desrespeito, insolência, zombaria, ofensiva…) e, portanto, irreverente. Um dos textos que trata sobre a Graça está em João 1.14, a indicar a manifestação divina em Cristo: ‘… e vimos a sua Glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de Graça e de Verdade’ (o grifo – maiúsculas -, é meu). Glória, Graça e Verdade não existem separadamente.

Seria uma Bíblia própria no que diz respeito ao seu tema central, claramente exclusivista e, por força da adaptação (e do tema, que a impele), adulterada!

biblia GRAÇA

GRAÇA NÃO ACOMODA PETULÂNCIA!

Ao necessitar do favor divino, Sua Graça, o homem deve despir-se de seu orgulho, prepotência, petulância e pretensa destreza, para humildemente (de humus, terra), buscar que o SENHOR seja-lhe favorável.

Então, a Graça é construção de Cima para baixo. Não diz respeito, obviamente, à construção de um propiciatório (sê propício, favorável) exclusivo e pontual, por meio da desconstrução (destruir para reconstruir), de forma a tentar asfaltar um caminho para Deus vir ao homem!

Neste caso, a graça estaria no homem e não NELE. Por isto, digo, com base nessa inversão pensada, que essa graça, não passa de gracejo.

Imagine se cada anomalia, transtorno, variação, ideologia ou doutrinação humanos, minoria ou maioria, inventassem uma bíblia!? Isto fica claro nessa bíblia, que destrói o sentido original, para construir novas ideais e, então, ser favorável, por uma graça própria, o homossexualismo.

TENTATIVA POR MEIO DA DESCONTRUÇÃO

Levítico 18.22 que afirma

‘Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação’ (KJV), foi reescrito eliminando a condenação, e ficou assim:

‘Não te deitarás com a humanidade como se fosse mulher no templo de Maloque; isso é uma abominação’.

Esta mudança de texto e do sentido sabido e indicado no conjunto (texto e contexto) é ainda condenada pela própria Bíblia, de forma profética, pois havia na ciência divina, a previsão desse fato, conforme Apocalipse 22.18-19:

‘Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro’.

Humanidade não é o mesmo que homem, no sentido do gênero, isto é, macho. É o sentido abrangente, incluindo macho e fêmea, isto é o ser humano, o homem.

Por outro lado, os homossexuais tentam minimizar os textos que condenam o homossexualismo, pois afirmam que a condenação diz respeito à exposição homossexual como parte do culto pagão. Com esta construção, chegam à conclusão que nada diz respeito à prática em si, dentre outras afirmações inócuas.

CONTER A PALAVRA

Porquanto essa bíblia contém (tem) a Palavra, bem diferente de estar contida, a indicar o que ‘está inserido, compreendido ou encerrado no interior de;’ ‘que está totalmente dentro…’; Que não passa de certos limites’.

Um dos termos mais importantes da bíblia é graça. Não há um conceito mais central para a vida de um Cristão do que a graça. Não merecemos graça, mas não podemos viver sem ela. Nossas falhas são apagadas, nossos corações são amaciados apenas através da Graça Divina. Qual é a forma original em hebraico de expressar isso?

A PALAVRA ORIGINAL PARA GRAÇA

No hebraico, a palavra para graça é chesed. Ela aparece na Bíblia desde Gênesis 19.19, quando Ló agradece aos anjos do SENHOR pela visita e aviso da destruição Sodoma e Gomorra, tomadas pelo homossexualismo:

‘…teu servo tem achado graça aos teus olhos’. A graça que os anjos demonstraram é chesed. ‘Graça significa bondade, compaixão sem expectativa de recompensa’, na visão judaica. Chesed é uma palavra muito rica e aparece centenas de vezes na Bíblia. Chesed é o amor gratuito e inesperado conferido por Deus aos seres humanos, sem particularidades.

Das liminares concedidas pela Justiça sobre a eleição na Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), nenhuma delas fora derrubada. Para sintetizar a situação, tomo o resumo do pastor Carlos Roberto da Silva, e incluo outras informações.

Todas as liminares concedidas, totalizando sete, estão em pleno vigor, sem que nenhuma tenha sido derrubada. A primeira delas, da Comarca de Corumbá (GO), foi contestada, mas o juiz não acatou a tese e vai julgar o mérito nas peças do processo. Isso deve levar muito tempo e, com certeza, ultrapassará a data da eleição.

As ações judiciais, com liminares concedidas, são as seguintes:

1/2) Corumbá de Goiás (GO);
3) Careiro (AM);
4) Carauari (AM);
5) Juruá (AM);
6) Manaus (AM);
7) Peixe Boi (PA).

Elas reportam-se sobre
1) Afastamento do presidente e vice-presidente da Comissão Eleitoral;

2) Cassação da candidatura à presidência da CGADB, do candidato Wellington Júnior, por não descompatibilizar-se do cargo de presidente do Conselho Administrativo da editora CPAD, conforme preestabelecido no artigo 11, do Estatuto Social da própria CGADB;

3) Cancelamento de 10.479 inscrições por irregularidades. Algumas dizem respeito a mortos, dentre eles, nos anos de 2006, 2011, 2012, 2016, e de pessoas que foram inscritas de forma oculta e sem o conhecimento do membro inscrito, como Sergio Amaral Gonçalves, com quem falei, no final de semana passado, em Macaé-RJ.

A ideia comum, segundo alguns, seria usar depois um ráquer, para votar por todos os inscritos irregulares. Porém, agora, por determinação também da Justiça, somente 5 eleitores poderão votar em cada computador, determinado pelo IP (identificação da máquina).

4) Manutenção da eleição conforme convocação;

5) Ainda o juiz de Corumbá de Goiás, incluiu na ação a empresa espanhola Scytl Soluções de Segurança e Voto Eletrônico, contratada pela CGADB, e determinou o pleno andamento ao processo eleitoral;

6) Exclusão do nome de José Wellington Júnior da disputa. Seu nome não deve estar na opção (não constar na cédula).

Samuel-Camara

Permanecem candidatos Samuel Câmara, na foto com sua esposa, a sempre simpática e amável irmã Rebeka, e Cícero Tardim

Esta notícia já era para eu ter publicado. Mas, confesso, não acreditei ser verdadeira. Deixei para comprovar a veracidade para, depois, publicar. Tanto que não se viu o destaque merecido na mídia.

corte-europeia

Para fortalecer o crédito e como ironia também, tomei ainda o texto do G1 (do grupo O Globo), distribuído pela France Press, sob o título: ‘Convenção Europeia dos Direitos Humanos não inclui casamento gay’ e o subtítulo: ‘Tribunal plurinacional rejeitou recurso interposto por casal austríaco. Corte considerou que não há consenso entre estados membros’.

Segundo o texto, a Convenção Europeia dos Direitos Humanos (CEDH), a Corte de Estrasburgo, localizada na França e líder mundial dos Direitos Humanos, ‘não consagra o direito ao casamento homossexual’.

UNANIMIDADE

Foi a resposta emitida pelo tribunal, ao rejeitar ‘recurso apresentado por dois homossexuais austríacos que querem se unir em matrimônio’. Os 47 juízes (dos 47 países) foram unânimes em afirmar que não existe direito ao casamento homossexual.

Os dois homens, Horst Michael Schalk, 48 anos, e Johann Franz Kopf, 50, residentes em Viena, apresentaram recurso à corte. Os insistem na questão desde 2002, sem obterem sucesso sobre esse eventual casamento, em seu país. Eles apresentaram recursos até chegar à instituição plurinacional, que não lhes deu razão.

ARGUMENTO DA DISCRIMINAÇÃO

Em nova tentativa durante uma audiência, destacando a lei civil (de 1/1/2010), que não lhes permite a adoção, alegaram discriminação, mas também a corte não lhes deu razão.

Quanto ao princípio da não-discriminação, o Tribunal também acrescentou que não existe qualquer discriminação, já que “os Estados são livres de reservar o casamento apenas a casais heterossexuais.

FUNDAMENTAÇÃO

Para a sentença, considerou-se informações socioculturais, com base na ordem natural, senso comum, relatórios científicos e, claro, no direito positivo. Com referência principalmente e este último, a sentença baseou-se no artigo 12 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos, equivalente aos artigos dos Tratados de Direitos Humanos, como no caso do 17 do Pacto de San José e nº 23, do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos.

Na Resolução, o Tribunal decidiu que a noção de família não só contempla ‘o conceito tradicional de casamento, ou seja, a união de um homem e uma mulher’, mas também que não devem ser impostas a governos a ‘obrigação de abrir o casamento a pessoas do mesmo sexo’.

Para destacar essa posição, o tribunal afirmou não haver ‘consenso entre os Estados membros do Conselho da Europa sobre o tema do casamento homossexual’.