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ATUALIZADO- Por determinação da Justiça do Rio, a eleição da mesa diretora da CGADB foi cancelada.  Desde ontem, o interventor já havia sido impedido e registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia e comunicou o juiz de Careiro (MA), estabelecido pelo Superior Tribunal de Justiça como centro de todas as ações, como Foro competente.

Todas as determinações da Justiça foram descumpridas, inclusive a do cancelamento das 10.479 inscrições irregulares, após provas substanciais, embora tivessem conhecimento por meio de carta precatória de intimação, expedida por Careiro (MA), e mantida pelo juiz Thomas Souza, do Foro Regional de Madureira. A única liminar que ele não manteve foi a de exclusão do nome de Wellington Junior, que concorreria sob judice.

Até agora o interventor foi nomeado somente para gerir as questões, que dizem respeito à eleição – substituir a Comissão Eleitoral –, porém, uma intervenção geral não estaria descartada, tendo em vista o enfrentamento e jogo de braço diante das decisões judiciais.

Abaixo o despacho do juiz, cancelando a eleição, diante dos fatos.

CGABD - CANCELAMENTO

INSCRIÇÃO FRAUDULENTA

Uma das inscrições fraudulentas (fac simile abaixo) já teve o registro de voto. Trata-se do missionário Reginaldo de Deus Pereira, atualmente membro da Igreja AD em Rio Cumprido, Grande Rio, presidida pelo pastor Davi Nobre Rocha, que acaba de declarar a ilegalidade e colocar-se à disposição, para comprovação, junto do pastor inscrito à revelia.

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COMISSÃO ELEITORAL

Presidente e vice da Comissão Eleitoral, promotores de Justiça Antônio Lorenzete (RN), e Wilson Brandão (PA), respectivamente, ontem (sab,8abr), durante abertura do Processo Eleitoral (foto abaixo).
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Finalmente chegou-se a um final esperado pelos autores das ações, que requeriam o cumprimento dos Estatutos da CGADB, a transparência e lisura na eleição.

Amanhã, domingo, dia 9, todos os cerca de 20 mil inscritos, excluídos os irregulares, poderão eleger, com segurança e sem aparente ameaça de fraude, o novo presidente da CGADB.

Nessa eleição haverá a garantia de uma disputa justa, de acesso a direitos iguais, e de todas as demais garantias, tanto do ponto de vista do que determina a ética cristã, quanto à democracia humana.

Leiam as decisões finais determinadas ontem, após as 18h, pelo juízo de Madureira (RJ):

  • O STJ determinou a concentração de todas as 14 ações, distribuídas em várias comarcas brasileiras, no Foro de Madureira (RJ), sob a titularidade do juiz Thomaz Souza.
  • O mesmo juiz manteve as intervenções de bloqueios de contas judiciais.
  • Determinação de prisão da advogada da empresa contratada pela CGADB, para a votação via online, a Scytl, em caso de desobediência ou obstrução de Justiça.
  • Multas pecuniárias.
  • Cancelamentos das 10.479 inscrições. Irregulares.
  • Auditoria do sistema.
  • Nomeação do interventor judicial, advogado do Rio de Janeiro, Márcio José Oliveira da Costa, homônimo do secretário-executivo da CGADB. O interventor assumiu ontem todo o processo eleitoral.
  • Consequente afastamento da Comissão Eleitoral (de todos os seus membros), e não interferência da Comissão Jurídica.
  • Manteve Wellington Júnior como candidato à presidência da CGADB. Ele estava suspenso por liminar. Portanto, todas as liminares que o impedia de concorrer foram revogadas, até julgamento final da ação (sub judice). Todas as demais foram mantidas, conforme lista de 2 a 8.

Acesso para votação (obtenção de senha eletrônica), para posterior voto: http://www.eleicoescgadb.org.br

CGADB - despecho Mdureira

ATUALIZAÇÃO: Hoje (6abr), pela manhã, a empresa foi notificada e as 10.470 inscrições irregulares foram, novamente, retiradas permanecendo cerca de 20 mil inscritos aptos. O advogado Cláudio Dias esteve na empresa em Brasília, em companhia de um oficial de Justiça, com a ordem judicial de exclusão em 2 horas, sob pena de prisão. Segundo o advogado, a determinação judicial foi atendida.
Com o não cumprimento de determinações da Justiça, agora a orientação é prender culpados. A empresa responsável pelas inscrições e eleição online, retirou as mais de 10 mil irregulares, mas tornou a inserí-las, após a CGADB enviar novo banco de dados reabilitando-os.
Há um tratamento desdenhado e avacalhação às determinações. Também o nome de José Wellington Junior permanece como opção de voto, embora a Justiça tenha determinado a exclusão em duas liminares, ainda vigentes, uma de Manaus.

Porém, advogados dos autores das  ações estão atentos e acompanham tudo de perto. Já houve bloqueio de bens da  empresa e ameaça de prisão da administradora da empresa.

Novamente o juiz determimou a intimação da empresa, para a exclusão desses inscritos, sob pena de prisão. O prazo é de duas horas. Cerca de 20 mil inscritos são aptos ao voto.

DEPURAÇÃO FORÇADA

Com a aproximação da eleição da mesa diretora da CGADB, os andamentos estão sendo ‘purificados’ pela Justiça, por incrível que possa parecer.

Elementos estranhos, vícios, abusos, desrespeito às normas, incluindo as dos Estatutos da entidade, ausência da base de nossa conduta, a ética, estão sendo depurados.

Essa forma, embora totalmente secular faz-se necessária, pois a própria Palavra adverte: ‘Com o puro te mostras puro; mas com o perverso te mostras rígido’, 2Sm 22.27, e ainda: ‘O Senhor entra em juízo contra as autoridades e contra os líderes do seu povo’, Is 3.14.

Dentro do parâmetros biblicos a postura cristã, a começar pelos sacerdotes, é a seguinte: ‘Não farás injustiça no juízo; não farás acepção da pessoa do pobre, nem honrarás o poderoso; mas com justiça julgarás o teu próximo’, Lv 19.15.

FATOS

Percebeu-se que, além de todo domínio advindo do poder temporal humano, imposto pelas construções físicas e sua representatividade, há também o devaneio de manter-se com as rédeas nas mãos e refutar qualquer ameaça de perda do mesmo.

Ao concorrer à presidência da CGADB, condição legítima a todos os membos da entidade, alguns abusaram do abuso. Notou-se isso nos vicios do processo eleitoral da parte do que tonamos como situação.

Assim como Wellington Júnior, que permaneceu na presidência da editora, acumulando prestígio, e desigualando as condições; outros membros da mesma ‘chapa’ tomaram caminhos semelhantes.

Essa contaminação contamina todo o grupo e caso fosse por chapa, todos estariam inelegíveis. Mesmo com a votação individualizada, entendo que, por agir em grupo, o efeito também deveria ser o de cascata.

Descobriu-se que nem só Wellington Júnior está impedido, mas ainda Gilberto Marques, na condição de inegibiludade passiva, por não estar apto a votar. Igualmente, na mesma condição, está Perci Fontoura ‘e outros candidatos’, informa Gesiel Oliveira.

ELIMINADOS

Intimações e outras determinações judiciais estão sendo efetivadas e acompanhadas de advogados.

Segunda-feira passada, um oficial de Justiça esteve na matriz do Belenzinho, na Grande São Paulo, para  intimar José Wellington Junior, na primeira reunião do mês.

Outras medidas estão sendo elaboradas, sem torná-las públicas, por estratégia, e antecipação a possíveis tentativas de tumultuar o pleito

POSSIBILIDADES

Segundo o advogado Antônio Manoel  (Ceader-Rio), ‘a candidatura de Wellington Júnior está cassada enquanto as liminares do Amazonas não cairem. Ontem foi negado efeito suspensivo aos agravos e a oposição vai falar em contra razões. As liminares do Amazonas não caem antes das eleições’, ressaltou.

Ainda conforme dr. Antônio Manoel,  as liminares do Amazonas só serão resolvidas no TJ-AM depois das eleições. ‘Mesmo que haja qualquer mudança em Goiás, não alterará nada’, enfatizou.

CONCLUSÃO

Para não chegar a extremos, o SENHOR estabece o seguinte:
‘Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele; para que  não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão’, Mt 5.25.

Atualização- 31mar, 0h20 – Desta vez parece que o juiz bateu o martelo na mesa, e Wellington Junior não mais estaria na lista de candidatos à CGADB. Com o descumprimento de liminares, o juiz Levine Raja Gabaglia, da comarca de Corumbá (GO), endureceu e determinou o sequestro de bens e até condução coercitiva, frente às desobediências.

As determinações judiciais (facsímile abaixo), às vésperas da eleição da CGADB, no próximo dia 9, estabelecem:

1) Desentranhamento dos Autos em função de o documento de Procuração da parte ré não ser original e, consequentemente, sem validade jurídica. Como sequência dessa falha processual, o ato atinge todos os documentos juntados pela CGADB e Scytil Soluções de Segurança e Voto Eletrônico Ltda, tornando-os sem efeito jurídico.

2) Em ato contínuo, o juiz determinou que o Tribunal de Justiça de Goiás, tome conhecimento dos vícios processuais de legitimidade. A parte ré, no caso a CGDB e Scytil, conseguiram derrubar uma das sete liminares no TJ-GO. Com a informação, pretende-se anular tal ação desde sua origem, por contaminação de todo o material produzido.

3) O mesmo juiz determinou a intimação da CGADB, para que cumpra Integralmente a Determinação da Liminar no prazo de 24h. Fato: A empresa contratada para estabelecer o voto eletrônico online, a Scytil, não estaria acatando as determinações das sete liminares, expedidas nos Estados de Goiás, Pará e Amazonas, de retirar o nome de Wellington Junior da opção de voto, e eliminação das mais de 10 mil inscrições suspeitas de fraude.

4) A ordem judicial estabelece a pena de Sequestro de Bens, via online/Banco Central Judicialmente, no valor de R$ 400 mil.

5) Por fim, uma Carta Precatória ao oficial de Justiça, para agir junto à Scytil, junto à advogada da empresa ou representante, com o prazo de 2h, para que essa medida extrema seja cumprida.

6) Ainda em caso da resistência ao cumprimento da decisão liminar, o oficial de Justiça deverá Conduzir o respectivo responsável à Delegacia em ato de Prisão em Flagrante por Crime de Resistência de Cumprimento à Ordem Judicial, e de Desobediência, conforme CPB, artigos 329 e 330. Todas as ações deverão ser acompanhadas do advogado da parte autora, determina o magistrado.

7) Finalmente, o bloqueio judicial já teria sido efetuado, hoje (dia 30, por volta das 15h), pelo advogado da parte autora e, portanto, inviabilizando definitivamente o nome de Wellington Junior da lista de candidatos.

CGADB Sentença-1

SITE EM REVISÃO

CGADB SITE

Ontem por volta das 23h, o site da CGADB estava EM MANUTENÇÃO. Segunfo informações extraoficiais, o que motivou a ausência foi justamente a determinação da Justiça de exclusão das 10,4 mil inscrições irregulares, e ainda exclusão do nome de Wellington Junior, da lista de candidatos à eleição.

FARISEUS 1

Fariseus: Volumosa aparência religiosa a impressionar!

Todos os dias contrariamos a máxima da Carta de Tiago, que impõe-nos a grandeza de alterar rumos, por meio da capacidade de influenciar e mudar a postura pecaminosa humana, através de exemplos.

Um dos princípios mais simples é o de a Igreja seguir o seu curso, sem atropelar gerações: Jesus, ‘A’póstolos, pastores/mestres, bispos, missionários (enviados/’a’postolos), Pais da Igreja, …

Após os País da Igreja, ainda longe dos suntuosos templos, à moda pagã, em louvor aos seus deuses, tivemos a definição do cânon, até então com livros dispersos, mas, em seguida, a igreja teve o seu curso natural quebrado.

As gerações eclesiais, impostas de forma sábia, para a produção de novos lideres, sem o continuísmo da descoberta humana da escada rolante e, de forma mágica, fazer desaparecer os degraus, fincou pé na horizontalidade, culminado com a inauguração de um novo perfil, que inclui o viço, a abundância e luxuriante, o útil ao agradável.

Com isto, a exigência moral, que exaltava a ética da Igreja, acima de toda sorte de imoralidade, prevaricação e sublimação, alinhou-se a níveis aceitáveis do próprio Império Romano.

Cada uma das duas partes cedeu um pouco. Os ‘deuses’ aceitaram incluir o Deus Único, sem mais perseguir seus seguidores; estes, representados pela proposta de Constantino, aceitou os deuses como também santos. A pluralidade de crença estava instalada, o primeiro sincretismo, nada tão rápido, como texto: O Diabo não tem pressa!

NOVOS PARÂMETROS

Esta mutação eclesial fez com que a igreja, no quarto século, recebesse em sua definição nominal, a inclusão,  além de católica (universal, mundial ou internacional), o batismo de Romana. Assinatura do pertencimento, advindo do casamento com o Império, símbolo clássico dos domínios humanos.

A Assembleia (de santos), a Igreja, literalmente ‘tirada para fora’, abre mão do Reino e é adotada pelo Império. Romana (pertencente a Roma), não foi um simples nome à tiracolo, mas a sua patente a partir daquele momento, de uma circunstância estrategicamente construída na obscuridade.

Desde então, a nova geração, após interrupção de seu curso normal, saiu do colegiado de pastores-bispos (pastores de pastores ou supervisores), para uma liderança central. As decisões passaram de colegiada para unilateral. O caminho da prevaricação estava aberto e a história seguinte, iria comprovar isto.

DO PEIXINHO À TEMÍVEL CRUZ!

Constantino já havia criado o seu marketing do sinal revelado da cruz: ‘Por este sinal vencerás!’ e, daí por diante, foi fácil impor-se como chefe supremo, como pontífice romano, titulo remanescente do Império.

Essa forma piegas e um tanto latina, do uso da in-capacidade da passionalidade, substituiu ainda o símbolo do Caminho, como a Igreja era conhecida, em seu estado novel. O peixe, ICTUS, no grego, a indicar nas iniciais, o perfeito acróstico: ‘Jesus Cristo o Filho de Deus e Salvador’, e ainda ligado à pesca (de pecadores), e do legado da Galiléia, perdera o seu lugar.

Era mais uma estratégia diabólica de destruição de rastros de identificação, como o Império fazia às civilizações dominadas. Agora, um símbolo perfeitamente identificado a Roma e não mais a Jerusalém, ocuparia a mensagem iconográfica cristã.

Ergue-se justamente o símbolo romano da pena de morte, a cruz, tão temida, a causar verdadeiro terror aos cristãos, pois muitos haviam sido mortos nela, como o próprio Mestre!

INDOLÊNCIA HUMANA

Contextualizo parte do desabafo de um colega, que também debruça na Palavra, inserindo-o abaixo.

A história secular do discurso mordaz se repete. Dado ‘a índole confortável de rebanho, recusamos tomar iniciativas efetivas de resultados. Não possuímos a verve resoluta da derrubada da Bastilha, quando essa deve vir a baixo.

O povo só se mobiliza em frente a ela, quando insuflado pelos próprios políticos que veem – desde aquele tempo – seus interesses e privilégios, indecentes e ilegítimos, serem ameaçados a se tornarem patrimônio exclusivo.

Essa manipulação das massas, que indolentemente’ optamos ser, leva-nos  às fileiras partidárias, tomada pela Bíblia como dissensões, e chancelamos nossas desapercebidas heresias, nomeando ‘nossos’ cardeais, verdadeiros chefes, não mais líderes distinguidos pela Piedade, como vimos em nossos pais na fé.

Parece que sofremos de labirintite espiritual, que rouba o equilíbrio, e nos faz pendular para um só lado, fora do centro, a nos remeter, como que hipnotizados, a dar ganho ao ímpeto da natureza pecaminosa humana.

SENTENÇA

‘Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus’, Mt 5.20

Fotos do Google- Não se tem na história bíblica a sequência de sucesso de pai para filho.  As raras exceções fazem parte da Velha Aliança, que previa possessão da ‘Terra’ Prometida e preparação de um povo separado, para dele, nascer Jesus.

Estão nessa exceção, o plano divino dos Patriarcas. No caso dos reis, ou o pai desagradava ao SENHOR ou o filho. Entre os sacerdotes temos casos exemplares. O de mais destaque foi o de Eli. Seus filhos foram um desastre, literalmente.

A salvação foi Samuel, do hebraico  Shemu’el, literalmente ‘seu nome é Deus’ e ‘Deus ouve’. Foi um ex-aluno da escola de profetas da época – a mais destacada estava em Gilgal (2Rs 4) -, com o privilégio de morar com o homem de Deus.

Depois disso, registramos casos ímpares, como Davi e Salomão, mas com focos diferentes e um final infeliz do segundo rei de Israel.

Foi o início da introdução de deuses entre o povo. Em princípio, Salomão foi tido como a melhor solução. Entretanto, o próprio Salomão, sabiamente alerta: ‘Há caminhos que ao homem parecem direito’.

A escolha humana foi fatal: ‘Visto que não guardaste o nosso acordo e não obedeceste às minhas leis, tirarei o reino das tuas mãos e da tua família e dá-lo-ei a outro’ (1Rs 11).

No sistema eclesial, visto na própria história da Igreja, como dos pioneiros  das primeira, segunda e terceira levas das ADs, não existiu esse tipo de sequência, como um legado de família ou monárquico. Também não segue a herança levítica.
Embora um tanto desnorteado atualmente, o ministério cristão é formado por pessoas vocacionadas pelo SENHOR, chamadas não por valor, mas por amor; não por profissão, mas por vocação. Apóstolo Paulo demonstra gratidão a Deus por dar-lhe o ministério (‘pondo-me no ministério’), honra dada por Deus e não tomada ou outorgada pelo homem (Hb 4.5).
A REAL OPOSIÇÃO
Estamos às vésperas da eleição da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Dia 9 de abril, ocorrerá a escolha do novo líder do maior Concílio cristão do Brasil. Todos os candidatos tem perfil assembleiano e fazem parte praticamente de uma mesma época histórica.

Essa admissibilidade de rodízio de líderes é saudável, inteligente e boa, além de projetar novos aspirantes e igualar oportunidades. Ainda possibilita que a estrutura da Igreja funcione como projetada pelo SENHOR, resguardando as condições espirituais, equidade, brio e vida piedosa.

Por isto propus, há cerca de 10 anos, para a reforma dos estatutos da CGADB, a paridade com mandatos eletivos seculares, passando de dois para quatro anos, e somente uma reeleição.

Não obstante a proibição judicial de um dos candidatos, por abuso de poder de influência, José Wellington Junior, diante da presidência do Conselho Administrativo da CPAD, segundo cargo mais concorrido da CGADB, todos são capacitados.

Só pelo fato de expor-se a um público crítico, exigente e que pede lisura e caráter bem acima de média humana, já é ousadia.

PASTOR TARDIM

CICERO TARDIN

Não posso falar de pastor Cícero Tardim. Não o conheço o bastante para  tal. Penso ser um ótimo candidato, com o brio que a função exige. Jamais ouvi alguém falar algo que pudesse denegrir a sua imagem.

WELLINGTON JÚNIOR

Pastor Wellington Júnior, o filho que tem o voto decisivo da dedicada mãe de uma família exemplar e de sucesso, tem qualidades inquestionáveis.

Sempre à sombra da frondosa árvore do pai (foto abaixo), uma fortaleza implacável e reconhecida, Duéto, como é conhecido pela família e pelos mais íntimos, cresceu acima de todas as médias.

J W 2

Recebeu de seu pai e pastoreia uma das maiores ADs da Grande São Paulo, Guarulhos. É um dos líderes da Confradesp, além de estar acima de homens com histórico de vida, representação espiritual, experiência, testemunho e idade de bispos, verdadeiros presbíteros, pastor de pastores.

Teria todos os quisitos exigidos ao cargo. Wellington Júnior tem um hercúleo compromisso com o histórico de seu pai e a pressão desse grupo.

Embora retire um pouco de sua autonomia e, portanto, o poder de decisão, seu nome é forte, não obstante estar judicialmente impedido de disputar a eleição.

SAMUEL CÂMARA

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Pastor Samuel Câmara é um dos candidatos. Já foi vice-presidente da CGADB, e disputou outras vezes com pastor José Wellington, pai de Wellington Júnior, há quase três décadas como presidente da entidade.

Samuel foi discípulo de homens de representação e liderança assembleiana de reconhecimento no cenário nacional.

Um deles é o saudoso mestre e honrado pastor Alcebíades Pereira Vasconcelos, destacado em todo o Norte; pastor-doutor João Kolenda Lemos, diretor-fundador da Instituto Bíblico das Assembleias de Deus (Ibad). Não convivi com homem tão sábio, conhecedor da Palavra, mestre e piedoso; e pastor Firmino Gouveia, que o convidou para assumir a primeira igreja das Assembleias de Deus no Brasil, em Belém, no Pará.

Sem quebra de dúvida foi a segunda maior honra de pastor Samuel. A primeira, foi a de ter sido aceito pelo Ibad, como aluno, embora fosse menor de idade, aos 16 anos. Antes de voltar ao Norte, pastor Samuel foi convidado a ministrar no próprio seminário. Após formar-se em Pindamonhangaba, licenciou-se em Pedagogia, Filosofia e Direito.

Depois de voltar ao Amazonas, Samuel Câmara trabalhou com pastor Alcebíades e, posteriormente, recebeu a igreja em Manaus, do próprio pastor Vasconcelos.

Por fim, a convite de pastor Firmino da Anunciação Gouveia teve a honra de pastorear o Estado onde os pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren plantaram a Assembleia de Deus, em junho de 1911.

Obviamente que nada disto foi por acaso, mas a indicação de que o SENHOR sempre quis honrá-lo. A compreender isto, acima de interesses humanos, vaidade, de poder e de grupos, não sou eu quem vai enfrentar a suprema vontade divina por este nome: Shemu’El!

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) frustrou mais uma tentativa do candidato à presidência da CGADB, José Wellington Junior. Neste dia 17/3 (sexta-feira), foi negada liminar que derrubaria as liminares concedidas até então, dentre elas, a que impede sua participação como concorrente.

Portanto, as liminares e seus respectivos pedidos são mantidos, para a eleição do dia 9 de abril, daqui a 20 dias.
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O quadro se mantém: As 10 mil inscrições com indícios de irregularidades continuam canceladas; a eleição está mantida; a candidatura de Wellington Junior permanece anulada; seu nome excluído das opções, mantendo-se somente os nomes de Samuel Câmara (foto) e Tardim.