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Estudo sobre vacinas de DNA contra a dengue desenvolvido pelo Laboratório de Biotecnologia e Fisiologia de Infecções Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC\Fiocruz) acaba de ganhar o Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS de 2011, na categoria tese de doutorado. O “Oscar da Saúde” – como é chamado pelo Governo Federal – foi o primeiro prêmio científico do IOC em 2012. O trabalho é de autoria de Adriana Azevedo e foi desenvolvido durante a Pós-graduação Stricto sensu em Biologia Celular e Molecular, sob a orientação da pesquisadora Ada Alves.

 

Na foto, da esquerda para a direita, Ada Alves e Adriana Azevedo que criaram a vacina contra a dengue com eficácia de 100%

A entrega do prêmio ocorreu nesta segunda-feira (16), em Brasília, durante a abertura do Encontro com a Comunidade Científica 2012. Na ocasião, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou a importância da iniciativa no contexto das diretrizes políticas na área de pesquisa em saúde. “O país tem as mentes e os meios para produzir e até mesmo exportar conhecimento na área de saúde, e, por isso, precisamos prestigiar nossos pesquisadores”, declarou.

A tese, intitulada ‘Desenvolvimento de vacinas de DNA contra o vírus da dengue baseadas na proteína do envelope viral’, foi escolhida dentre 98 concorrentes. Dois enfoques orientam o projeto. O primeiro é o desenvolvimento de duas vacinas de DNA contra a dengue, batizadas de pE1D2 e de pE2D2. O segundo consiste na combinação da pE1D2 com uma estratégia vacinal diferente: o vírus quimérico febre amarela/dengue, desenvolvido pelo grupo do pesquisador Ricardo Galler, de Bio-Manguinhos. “A pE1D2 se mostrou bem protetora, mas quando combinamos as duas estratégias tivemos 100% de proteção nos ensaios pré-clínicos e uma resposta imunológica mais rápida. É uma metodologia inovadora e criada aqui na Fiocruz, com pedido de patente já depositado no Brasil e no exterior”, explicou Adriana.

De acordo com a orientadora e chefe do laboratório responsável, Ada Alves, o prêmio é uma ótima notícia. “Adriana vem se dedicando a esse estudo promissor por muito tempo e é importante que pesquisadores sejam reconhecidos e recompensados pelo seu esforço. Isso inspira mais interesse e mais dedicação”, disse. As pesquisadoras estimam que, até o final do ano, os testes em primatas sejam iniciados.

Fonte: Isadora Marinho, 19/4/2012, Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz. 

http://www.fiocruz.br/ioc/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1426&sid=32

Adriana é membro da AD em Fonseca

A mineira Adriana é membro da Assembleia de Deus em Fonseca, Niterói, liderada pelo pastor Celso Brasil. Crente fiel e amiga, é esposa do não menos inteligente, farmacêutico Flávio, grande amigo. São crentes participativos na obra do Senhor, com os quais tivemos a oportunidade de conviver.

Manifestamos nossa alegria e gratidão ao Senhor tanto pela descoberta quanto pela Adriana e sua orientadora. Parabéns!

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Nos últimos 25 anos, o degelo da calota polar da Groenlândia duplicou, segundo o Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS), abr/2007. “De 1979 a 2005, a superfície afetada pelo degelo na Groenlândia aumentou 42% e a temperatura média da estação estival aumentou 2,4 graus centígrados”.

 

Enquanto isso, o aumento da temperatura média da superfície da Terra, ocasionará a elevação global do nível dos oceanos de cerca de 0,09 a 0,88cm entre os anos de 1990 e 2100, conforme previsão do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da (ONU) e da Organização Mundial de Meteorologia (OMM).

Dos 38 milhões de quilômetros cúbicos de gelo concentrado no planeta, em terra firme, 32 milhões de quilômetros cúbicos estão na Antártida. Se todo esse gelo derreter, transformará em 33 milhões de quilômetros cúbicos de água. Todo esse volume de água varreria em torno de 5 milhões de quilômetros quadrados de terra, localizados nas proximidades oceânicas do mundo.

 

Na última reunião do mundo da ONU, sobre mudança climática, envolvendo 190 países, em Bali, na Indonésia, em dezembro (2007), não houve muito progresso. O documento estabelece a meta de redução entre 25% e 40% da emissão de gases até 2020.

*Imagem extraída do sítio http://www.metsul.com

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