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Posts Tagged ‘Convenção Geral’

ATUALIZAÇÃO

3 de outubro, 17h – Segundo o advogado Cláudio Dias, ligado ao pastor Samuel Câmara, “a CGADB desistiu da exceção de competência (tentativa de deslocar o processo para ser julgado o processo no Rio de Janeiro) para conseguir a despachar com o juiz a revogação da liminar. Vamos recorrer (agravo de instrumento) para tentar restabelecer a liminar. Porém, independente disso há também uma liminar no Rio de Janeiro suspendendo os efeitos da AGE, ou seja, na prática nada muda”.

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Assembleia das Assembleias de Deus teve liminar cassada

A liminar concedida pela Justiça em Maceió, que suspendia os efeitos produzidos pelas decisões da 5ª AGO, bem como o seu registro em cartório, para sua validação, realizada naquela cidade, em abril, foi revogado. A decisão é do juiz Domingos de Araújo Lima Neto, da 9ª Vara Cível da Capital (Maceió) em 28 de setembro – Processo 0005411-73.2012.8.02.0001.

A ação foi proposta pelo presidente da Convenção Fraternal dos Ministros das Assembleias de Deus do Estado do Espírito Santo (Confrater), Ivan Pereira Bastos, por meio do advogado do pastor Samuel Câmara, Alberto Kenzo Kikuchi Junior.

Agora seguem os trâmites normais e a sequência da ação, com apresentação de provas para futura audiência de instrução, caso haja manifestação de interesse por uma das partes.

Segundo o grupo ligado ao pastor Samuel Câmara e que logrou êxito na liminar requerida, as aprovações na AGE não atenderam ao princípio básico da assembleia, que requer o quórum de dois terços dos presentes, conforme estabelece o próprio estatuto da entidade.

Dentro dessa argumentação, requereu-se, por meio da liminar “a revogação da decisão que determinou o impedimento do registro da 5ª Assembleia Geral Extraordinária, bem como que a ré se abstivesse de alterar o estatuto social e regimento interno nos pontos elencados no edital de convocação para a 5ª AGE, até ulterior decisão meritória”.

As mudanças propostas são a criação da figura do terceiro tesoureiro da CGADB; a inclusão do credo de argumentação bíblica sobre a postura cristã de seguir os padrões naturais humanos e bíblicos, da formação da família a partir do macho e fêmea (homem e mulher) e mudanças sem importância ou que crie atritos.

Argumentação

A Convenção Geral (CGADB) interpôs pedido de revogação da liminar, sob a alegação de prejuízos para a próxima eleição em abril de 2013, dando a entender que o não registro das ações da 5ª AGO, conforme determinava a liminar impede a sequência dos trâmites legais para a realização da eleição no próximo ano.

“Alega que as pretendidas modificações no estatuto da entidade se referem apenas à criação de um novo cargo de Tesoureiro e à alteração do Credo. Informa que as inscrições para os candidatos a cargos junto à Convenção Nacional vai até o dia 31 de outubro deste ano, para eleições que ocorrerão em abril de 2013” e da “… impossibilidade de registro da 5ª AGE, em decorrência da concessão da liminar, ocasionará um grave prejuízo aos pretendentes a concorrer ao referido cargo, em decorrência da iminência do fim do prazo de inscrições”.

Opinião

Segundo pastor Carlos Roberto Silva, diretor da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo e Outros (Comadespe) e que se antecipou à divulgação da decisão em seu blog, “a decisão judicial deixa claro que, faz-se necessário uma reavaliação no formato de verificação de quórum nas assembleias, bem como na apuração de votos, principalmente no quesito votação de matérias, e isso serve de exemplo também para as igrejas”.

A sentença

“Considerando que a parte ré desistiu do incidente de exceção de incompetência, passo a análise de seu pedido de reconsideração da decisão liminar, haja vista tratar-se de incompetência relativa, a qual somente pode ser declarada através de requerimento da parte.

Compulsando com vagar os presentes autos observa-se que a decisão concessiva do pedido de liminar está impedido a realização de pleito eletivo no bojo da Convenção ré, tendo em vista que impossibilitou o registro da 5º Assembleia Geral Extraordinária, a qual alterou o estatuto interno da demandada, prevendo, entre outros pleitos, a criação de um novo cargo para Tesoureiro.

Os candidatos ao referido cargo estão impossibilitados de registrar sua candidatura ao novo cargo previsto, em decorrência do impedimento do registro da 5ª AGE, o que poderá gerar uma situação irreversível, gerando prejuízos, tendo em vista que o prazo para as inscrições da candidatura se finda no dia 31 de outubro.

Entendo que embora seja relevante a questão do quórum de 2/3 dos presentes para aprovar modificações no estatuto e regimento interno da demandada, estando o seu não atendimento demonstrado nos autos, não vislumbrei o requisito do perigo da demora, já que as eleições apenas irão ocorrer em abril de 2013.

Por outro lado, verifiquei que a concessão do pedido liminar acarreta prejuízos aos pretendentes do cargo ser criado, pois estão impedidos para se inscrever no mesmo, considerando ainda que o prazo de inscrição se esgota no dia 31 de outubro do corrente ano.

Assim, concluo que a concessão do pedido liminar reveste-se do caráter de irreversibilidade, pois caso a decisão seja modificada em sede de sentença não haverá como viabilizar as eleições para o referido cargo, portanto, necessário se faz a revogação da referida decisão liminar”.

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Na madrugada de ontem, advogados do pastor Samuel Câmara estavam a concluir a peça para o pedido de liminar com o propósito de cancelar a 5ª Assembleia Geral Ordinária da CGADB em Maceió (de 6 a 8 de junho). Embora sem nenhum assunto de relevância em termos eleitorais, pastor Samuel mede força por meio da presença maciça de maioria e quer ter voz, por meio do chamado voto de qualidade, por causa da alteração dos estatutos.

A discussão envolve as aprovações efetivadas, que exigem o quorum de dois terços dos presentes. Como tem maioria dos inscritos, entre membros de sua base e de aliados, com mil inscritos, segundo o próprio pastor Samuel, o quórum de aprovação não seria bastante, pois ainda conforme ele, dos 2,2 mil inscritos, menos de 2 mil compareceram e se ele tem mil, logo, o plenário não poderia ter os votos de dois terços para as respectivas aprovações sem ‘seus’ votos, uma vez que se manifestaram contra.

 

 Há dois anos da eleição,

pastores José Wellington

e Samuel Câmara  

sinalizam para uma disputa

de grande ímpeto

Os assuntos são, em tese, de interesse geral, pois não afetam em nada a questão eleitoral, senão a simples prova de ‘poder de fogo’. São temas neutros e dizem respeito à alteração do Credo cristão (assembleiano), com a inclusão dos parâmetros bíblicos referentes ao casamento entre macho e fêmea, conforme estabelece a Bíblia.

Dado a complexidade e para esgotar o assunto, uma comissão fora nomeada pelo presidente da CGADB, pastor José Wellington, para que não se proponha texto dúbio a ponto de oferecer brechas a oportunistas. Então, somente depois de exaurido, o assunto voltaria para ser aprovado em plenário, em outra ocasião.

A preocupação é a de não deixar vazar termos como casamento entre homem e mulher, tendo em vista a possibilidade de mudança de sexo, quando, a partir de então, a pessoa natural e biologicamente macho, poderá ser considerada mulher (e vice-versa), segundo a lei civil, embora realmente não o seja biologicamente.

O tema fora tirado de pauta e encaminhado à Comissão composta dos pastores Elinaldo Renovato, Claudionor de Andrade, Abiezer Apolinário, Jesiel Padilha e Enaldo Silva. Outro assunto foi a criação da figura do 3º tesoureiro, também aprovado.

Contudo, pastor Samuel, que incentivava seu grupo a reagir diante da aprovação, que para ele não indicava a maioria, não aceitou o resultado. Pastor Samuel disse que votaria com seu grupo por meio de assinaturas, para provar, em juízo, que a aprovação não teria os dois terços exigidos, uma vez que mil dos quase dois mil inscritos, não estariam de acordo.

À noite, em um dos hotéis de Maceió, a lista estava sendo preenchida para, em seguida, entrar em juízo com pedido de liminar para cancelamento da 5ª AGE. O advogado Cláudio Dias já havia adiantado que iria pedir anulação da assembleia.

Durante a reunião de ontem à tarde, houve muito desconforto entre homens tementes e que não viam nenhum propósito na realização dessa AGE, em função das notabilizadas intolerâncias, por meio de atitudes que depõem contra qualquer cristão e que se agravam quando se trata de ditos ministros do Evangelho.

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Com o fechamento das inscrições para a participação da Assembleia Geral Extraordinária, em Maceió, de 6 a 8 de junho, no último dia 30, já se tem a indicação do calor da próxima eleição, em abril de 2013.

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Centro de Eventos da Assembleia de Deus em Alagoas

Dos 2.923 inscritos, o maior número foi da Convenção do Amazonas, com 506 ministros, seguida da Convenção da Igreja em Belém, com 397 e da Confradesp, do Belenzinho, em São Paulo, com os mesmos números – 397. Depois seguem as de Alagoas, com 203; a Ceader (Rio), com 165; da Bahia (Ceadeb), com 101, Ciadseta-TO, com 99 e a do Pará, com 60.

As duas maiores inscrições vêm do Norte, com os irmãos-presidentes, pastores Jônatas Câmara (Amazonas) e Samuel Câmara, Belém (PA). As inscrições destas duas convenções chegam a um terço do total, isto é, 31% – 903 inscritos. Estes números indicam a demonstração de força e que pastor Samuel Câmara permanece na disputa pela presidência da CGADB.

Por outro lado, outras duas leituras que se têm é a falta de interesse geral, em função de os assuntos a serem discutidos – mudanças no Estatuto Social e no Regimento Interno – não despertarem interesse e ainda por questões de distanciamento do calor político. Mesmo assim, o encontro servirá de demonstração de ânimos.

Também nota-se o baixo interesse e questões remanescentes de algumas lideranças de destaque no cenário da CGADB, como as somente três inscrições da Convenção do Mato Grosso (Comademat), presidida pelo pastor Sebastião Rodrigues; Santa Catarina, quatro; Paraíba (Ceadep), cinco; Comoespo (Ipiranga-SP), três; Cedader (Roraima), um, Comadeja (Japão), dois; Confradb-EUA, um.

Assuntos tranquilos

Segundo pastor Antonio Dionizio, membro da mesa diretora da CGADB a baixa procura dá-se em função de os assuntos pautados não serem de relevância. Para ele, o destaque fica por conta da criação da figura do terceiro tesoureiro, justamente para dinamizar o sistema e evitar vacância, como ocorrera recentemente com a renúncia do primeiro tesoureiro, pastor Antônio Santana.

“Os demais assuntos são de menor importância, pois a mudança nos estatutos e no regimento interno são adequações simples e que não alteram rumos”, ponderou pastor Dionizio.

Local

A AGE ocorre em junho, no Centro de Eventos da Assembleia de Deus em Maceió, presidida pelo pastor José “Neco” Antônio dos Santos. Conhecido como Castelo do Desfiladeiro, o local, bem amplo, está no Conjunto Napoleão Viana de Oliveira, próximo ao Aeroporto e distante de comércio ou outro tipo de mercado. Porém, é um empreendimento assembleiano admirável e que demonstra a liderança ministerial e a capacidade administrativa eclesial do bom alagoano e amigo, José Neco.

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O pastor e promotor de Justiça, Antônio Carlos Lorenzetti de Melo, membro da Cemadern (Rio Grande do Norte) foi eleito presidente da Comissão Eleitoral da CGADB. A Comissão vai coordenar a próxima eleição da CGADB em abril do próximo ano.

O relator é o pastor David Tavares Duarte, advogado e membro da diretoria da AD em Campo Grande e o representando a Região Norte, pastor Ronaldo Martins Barata, da Cimadb (Amazonas) é o vice.

Os demais membros, eleitos no dia 14 de março, em cumprimento ao Artigo 82, do Estatuto Social da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) são os seguintes:

Pastores João Oliveira de Souza da Cieapadergs (RS), Região Sul, titular; Lucas Monteiro Filho, suplente (Cimadb), Região Norte; Francisco Eurico da Silva, suplente (Conadepe), Região Nordeste; Davi Pereira de Araujo (suplente), Ciadescp, Região Sul; do Sudeste, Adelcy de Oliveira (titular), da Confrateres e Antonio Elias Rocha, (suplente), da Comaderj.

Do Centro-Oeste foram eleitos, além do relator David Tavares Duarte, da Comdems e Carlos Chaves de Castro, da mesma Convenção, como suplente.

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Convenção Geral realizada em Porto Alegre, a primeira a mostrar o grande número de ministros interessados

Dentre as propostas a serem discutidas está a mudança do credo, conforme convocação: “Proposta de reforma do Credo oficial das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Brasil, com a inclusão do mesmo no Estatuto Social da CGADB, com a sugestão de inclusão nos Estatutos das afiliadas, em razão da proteção constitucional prevista no artigo 5º, inciso VI, da Constituição Federal à liberdade de crença e de consciência, em razão de mudanças previstas na legislação, ora em apreciação pelos órgãos legislativos próprios”. O texto da Constituição federal diz o seguinte:

Art. 5º “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.

Conforme edital de convocação, a reunião deve ocorrer em Maceió, nos dias 6 a 8 de junho, no Centro de Eventos da AD, presidida pelo pastor José Antonio dos Santos. O objetivo é “apreciar e deliberar sobre a reforma do Estatuto Social e Regimento Interno”, conforme se estabelece na pauta, “sem a inclusão de qualquer outro assunto”.

Propostas

“Reforma do Estatuto formulado pela Comissão designada pela Mesa Diretora, que altera os artigos 8º, incisos II e IV, 15, § 6º, 37, inciso IV, 45, 84 e 86, inciso II, do Estatuto Social”; e “proposta de reforma do Regimento Interno, com a adequação do mesmo em razão das mudanças aprovadas no Estatuto Social”.

O que os artigos dizem?

Os artigos que estão em pauta de discussão tratam dos seguintes assuntos, conforme o Estatuto da CGADB:

Artigo 8º: Trata dos “deveres dos membros da CGADB”;

Inciso II: da obediência ao credo doutrinário das ADs;

Inciso IV: do pagamento da taxa integral de inscrição;

Artigo 15º: (Capítulo das Eleições). Fala de impedimentos previstos no artigo 11º (por medida disciplinar aplicada pela Convenção Geral; inadimplentes com a CGADB e CPAD, ausentes e diretores da CPAD), e que qualquer membro pode candidatar-se a qualquer cargo da Mesa ou do Conselho Fiscal, mediante requerimento até o último dia útil de outubro do ano antecedente à data das eleições;

Parágrafo 6º: Trata dos dois tesoureiros que devem ser da região da sede da CGADB, no caso Sudeste;

Artigo 37º: Trata da composição da Mesa: presidente, cinco vices, cinco secretários e dois tesoureiros;

Inciso IV: Trata dos tesoureiros;

Artigo 45º: Estabelece a competência dos tesoureiros e diz sobre a respectiva substituição em caso de impedimentos ou vacância;

Artigo 48º: Diz respeito às atribuições do secretário-adjunto;

Artigo 84º: Trata da Senami e sua diretoria;

Artigo 86º: Trata do fundo convencional, destinado a prover as despesas dos órgãos da Convenção Geral, a critério da Mesa Diretora, com repasse mensal de 3% da faturamento bruto da CPAD e ressarcimento de despesas de componentes dos órgãos de CGADB.

Programação e inscrições

Abertura dia 6, quarta-feira, às 19h e primeira sessão, dia 7, das 9h às 17h, com intervalo para almoço das 12h às 14h. A segunda e última sessão será realizada no dia seguinte, com a mesma programação e o encerramento poderá ser antecipado, caso os assuntos se esgotem antes do tempo final previsto.

As inscrições poderão ser realizadas a partir do dia 30 de março, até às 16 horas (horário bancário) do dia 30 de abril, somente pelo site da CGADB (www.cgadb.org.br), mediante pagamento da taxa irrestituível de R$ 100,00, através de boleto bancário disponibilizado no site.

Os inscritos terão direito a almoço e jantar no dia 7, e almoço no dia 8, sem custo adicional. A inscrição somente será efetivada após a comprovação pelo estabelecimento bancário. Somente poderão se inscrever os ministros que estiverem adimplentes com as suas anuidades.

A pesquisa para acompanhar a situação da inscrição deverá ser feita no próprio site da CGADB a partir de 72 horas (dia 4 de maio), após o encerramento das inscrições. Mais informações ou consultas poderão ser realizadas na sede social da CGADB, à Avenida Vicente de Carvalho, 1.083, Rio de Janeiro (RJ), ou pelos telefones 21-3351.3054, 3351.3387 e 3351.5256.

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O processo 00164998420108190202 da 4ª Vara Cível de Madureira, no Rio, foi extinto pela juíza Andréia Magalhães de Araújo, no dia 31 de março. O presidente da Comissão Jurídica da CGADB, pastor e advogado Abiezer Apolinário da Silva anunciou a “notícia de ter sido prolatada a sentença no processo de prestação de contas, pela qual ele foi extinto”.

A ação foi proposta por pastores-membros da Convenção Geral (Confradesp, Comaderj, Ceader, Confrateres, Ceadam, Cieadep e Cemiadap), no dia 30 de maio de 2010, por entenderem que a prestação de contas da CGADB, durante a AGO em Serra (ES), de 20 a 24 de abril de 2009, omitia dos convencionais informações determinantes das contas da CPAD.

Os autores exigiam que a prestação de contas fosse efetivada de “forma detalhada e em linguagem mercantil”. Eles questionavam contratos, valores pagos sem comprovação aceitável, cheques devolvidos, acordos etc e ainda da CPAD, contas do envio de dólares aos Estados Unidos, pagamentos e contratos.

Ação, análise e sentença

Os pastores “Eraldo Cavalcante Passos, Carlos Alberto de Faria Pereira, Martinho Lutero Monteiro, Enock Pessoa da Silva, Moisés de Melo Ambrosio, Elias Santana e Heraldo Nascimento da Costa ajuizaram ação de prestação de contas em face de Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil – CGADB, representada por José Wellington Bezerra da Costa. Alegam, em síntese, que são membros da ré, uma vez que são filiados à convenções integrantes da demandada. Aduzem que receberam ´graves denúncias relativas à gestão do Presidente da Ré´ e que notificaram extrajudicialmente a demandada e a CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBEIAS DE DEUS – CPAD, na intenção de que lhes fossem prestadas as contas da CGADB e DA CPAD, sem lograr êxito. Por fim, alegam que a administração da ré vem sendo alvo de ´atuação irregular na gestão da administração do patrimônio, das receitas e dos recursos da Ré´. Com a inicial vieram os documentos de fls. 19/102”.

A Contestação

“Contestação às fls. 10 8/124, instruída com os documentos de fls. 125/208, em que a parte ré alega, em preliminar, a impossibilidade jurídica do pedido, tendo em vista que ´exigem que ela preste contas para si mesma´ e a ilegitimidade ativa, sob o argumento de que as contas já foram prestadas para a Assembléia Geral, contando com a participação dos autores. No mérito, alega que a ação de prestação de contas não se presta a apurar ´eventual malversação de recursos e improbidade de seus administradores, inclusive o desvio de finalidade em benefício de terceiros´. Por fim, alega que os autores buscam desestabilizar a diretoria atual, uma vez que foram derrotados nas últimas eleições. Réplica apresentada às fls. 212/225”.

Análise da juíza

Na sentença a juíza diz o seguinte: “Inicialmente, afasto a preliminar suscitada pela parte ré de impossibilidade jurídica do pedido de prestação de contas, uma vez que o ordenamento jurídico não veda sua apreciação pelo Poder Judiciário. Verifica-se que na presente demanda os autores afirmam ser membros da parte ré, fato que não foi contestado pela demandada. Ao revés, a própria ré os reconhece como sendo membros de sua convenção. No entanto, deve ser acolhida a preliminar levantada para reconhecer que os autores não possuem legitimidade para propor a presente ação. A uma porque o destinatário das contas a serem prestadas pela parte ré é a Assembleia Geral, como se vê do disposto no artigo 32, I, do Estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, documento apresentado pelos próprios autores (fls. 53). A duas porquanto os membros de per si não são legitimados a exigir as contas da parte ré, mas somente a Assembleia Geral, o que não é o caso. Ademais, a indignação dos autores deve percorrer via distinta da ação de prestação de contas. Assim, verifica-se a carência acionária para a propositura desta demanda, tendo em vista a inexistência da legitimação para agir”.

Decisão

“Pelo exposto, JULGO EXTINTO O PROCESSO sem apreciação de mérito, nos termos do disposto no artigo 267, inciso VI, do CPC. Condeno os autores ao pagamento das custas processuais, taxa judiciária e honorários sucumbenciais, estes fixados em R$ 2.100,00 (dois mil e cem reais) a serem rateados entre os autores, em partes iguais. Transitada em julgado, dê-se baixa e arquivem-se. P.R.I. Rio de Janeiro, 31 de março de 2011. ANDRÉIA MAGALHÃES ARAÚJO, Juiz de Direito”.

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Reunidos no dia 30, no prédio da Convenção Geral (CGADB), em Vicente de Carvalho, Grande Rio, presidente e diretores de convenções regionais, mesa diretora da CGADB e advogados não chegaram a uma decisão final sobre alterações dos estatutos da CGADB.

Também se decidiu pela não realização da reunião extraordinária, que deveria ocorrer em Campo Grande (MS) no mês de setembro. O encontro passou para a AGO de 12 a 14 de abril de 2011, em Cuiabá.

Uma das principais alterações dos estatutos proposta visa o sistema de realização das novas eleições. Discute-se o grande número de interessados e a falta de locais apropriados para receber número tão expressivo, conforme se registrou nas duas últimas – mais de 10 mil pastores.

Então a Convenção Geral quer saber qual seria o sistema mais viável – se por delegados (os delegados eleitos representariam o interesse regional), votação regional (realizada em cada Estado) ou por Convenção regional.

Depois das primeiras discussões, os presidentes de convenções regionais deverão estudar as possibilidades para novamente se reunirem no Rio, nos dias 8 e 9 de setembro, em busca de definição, tanto da questão da eleição, quanto das alterações dos estatutos.

Na mesma data, todos trarão opiniões sobre as alterações necessárias aos estatutos, para fazer valer os limites regionais eclesiásticos. O que se discute é a forma de proibir a abertura de regionais de convenções em Estados fora dos limites da mesma, infiltrando-se em outras regiões eclesiásticas e, portanto, de domínio de outras regionais.

Como forma de proibir a famosa invasão, a nova redação seria a seguinte:

“É vedado a cada membro:

I- Implantar, manter igreja, direta ou indiretamente, fora da sua circunscrição estadual, onde já exista outra congênere dirigida ou presidida por membro da CGADB.

II- filiar-se a qualquer Convenção afiliada com sede fora da circunscrição de seu domicílio ou residência;”.

‘Nova Convenção’

A mudança mais abrangente e questionável, embora interessante e que deveria ter essa redação desde o seu princípio, é a de ampliar a abrangência da CGADB e passar a ser Convenção Geral das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Brasil (CGIEADB).

Em vez de limitar a questões ligadas a ministros (convenção de ministros), passaria a ter ‘domínio’ também sobre igrejas. Durante a reunião, alguns pastores questionaram o motivo das mudanças, uma vez que é só cumprir o atual estatuto, que já estabelece limites e proibições. Outros chegaram a questionar sobre as insistências de convencionais sobre dúvidas que pairam sobre a prestação de contas, renúncias e questões ligadas à CPAD, que ainda não tiveram respostas satisfatórias.

Houve ainda discussões inócuas, sob a inclusão nos estatutos de um padrão de usos e costumes.

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A renúncia do pastor Antônio Silva Santana, líder da AD em Ribeirão Preto (SP), ao cargo de 1º tesoureiro da CGADB fora anunciada ontem, no Blog do Pastor Robson Aguiar. Fui avisado por um colega, mas esperei para confirmar com pastor Santana.

Pastor Santana (à direita) ao lado do pastor Wellington, após eleição da CGADB em Serra

A pessoa dissera que nesta semana, ele já havia colocado o cargo à disposição do presidente da CGADB, de forma verbal, mas pastor Wellington teria resistido e solicitado para que ele permanecesse.

Ainda não consegui o contato, mas a confirmação vem ainda do pastor Sostenes Cavalcante, ligado ao grupo do pastor Samuel Câmara. Segundo ele, pastor Santana entrega oficialmente o cargo na segunda-feira, 31.

Pastor Santana e pastor Silas Malafaia, que também renunciou no último dia 15, foram os dois únicos eleitos ligados ao grupo ligado ao pastor Samuel Câmara, na última Convenção Geral realizada em Serra, Grande Vitória (ES), em abril de 2009.

Líder de uma grande região eclesiástica, com matriz em Ribeirão Preto e um enorme templo, pastor Santana, homem sério e respeitado, deparou-se com inúmeros empecilhos. Possivelmente, foram os principais motivos que o levaram à renúncia.

AGE e eleição de outro vice

Por outro lado, a realização da extraordinária (AGE) em Campo Grande (MS), em setembro, deverá indicar reviravoltas e dança de cadeiras, para que a primeira-vice-presidência seja ocupada.

Conforme informação extra-oficial, a ideia é provocar nova eleição para preencher o cargo de 1º vice-presidente e não propriamente conduzir o segundo colocado da última eleição.

Heróis

No mundo temporal, o campo político pinga fogo, provoca calorosas, apaixonantes e apimentadas disputas, dá sabor e enche os olhos, e provoca até ‘queima de arquivos’, como enfoca pastor Carlos Roberto Silva (Point Rhema – vale a pena ler), enquanto o pró-Reino… “Porque é mister (necessário) que venham escândalos…” (Mt 18.7).

Porém, deve-se ter em mente que é sempre mais inteligente e seguro (quanto ao eterno), ser candidato à ‘voz no deserto’, que propriamente a um eco heróico, temporal e atraente tal qual a uma linda flor, que não demora a murchar, secar e cair.

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Conheça os pastores que estarão concorrendo a cargos na Mesa Diretora e no Conselho Fiscal da CGADB para o quadriênio 2009-2013 nas eleições que ocorrerão no dia 23 de abril de 2009 em Serra, Grande Vitória (ES), por ocasião da 39ª AGO da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil. 

Fonte: Mensageiro da Paz (CPAD) * Ano 78 * nº 1.482 * 8 de novembro de 2008  http://www.cpad.com.br/cpad/down/MENSAGEIRO%20ESPECIAL.pdf

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Reunião da Convenção Geral aprova tudo conforme convocação

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    A reunião da Assembléia Geral Extraordinária (AGE), realizada na PUC em Porto Alegre, terminou na quinta-feira (28), por volta das 13h, após a leitura da ata que descreveu todo o texto modificado, apresentado e votado pelos convencionais. A aprovação foi facilitada pela análise e discussão da comissão composta de representantes das partes interessadas. Houve inicialmente resistência do grupo opositor, com reações que prometiam tumultuar a reunião. Mas, para coibir tal iniciativa – uma vez que havia a informação, por profecia, de que o Inimigo tinha a intenção de provocar um grande escândalo entre os pastores, o que seria facilmente propalado pela mídia secular –, pastor José Wellington estabeleceu a discussão fora de plenário por meio de uma comissão e os poucos pontos divergentes foram eliminados com o consenso entre advogados convencionais.

Peculiaridades  

  As alterações de estatutos anteriores jamais foram concluídas em uma única reunião. Esta reunião manteve ainda outro indicador: desde 2003 a CGADB mantém o recorde de uma reunião por ano.

Fim das revisões

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    A partir de então a aprovação feita de artigo por artigo, totalizando 119, 61 parágrafos e mais de uma centena de pontos e subdivisões, foi efetivada sem dificuldades e em ambiente cordial. Na quinta-feira, muitos convencionais, que faziam parte de caravanas, já haviam viajado esvaziando o plenário.

Mandato passa para 4 anos

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  A ampliação da do mandato eletivo de dois para quatro anos, com o direito de uma única reeleição foi o mais evidenciado. Nele ficou estabelecido, que as novas regras serão empregadas a partir da eleição do próximo ano – em abril de 2009.

Próxima Convenção em Cuiabá

 

  A da próxima Convenção Geral (Assembléia Geral Ordinária) deverá ser realizada em Cuiabá. 

Rádio Web

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   Durante a reunião a CPAD montou uma estrutura com vários estandes, dentre eles um especial para os seus produtos. Um longo corredor agrupou estandes de segmentos da editora e da CGADB. Um dos estandes da CPAD recebeu a instalação de uma emissora de rádio para transmitir material, de forma experimental, para o Rio, onde estão sendo montados dois estúdios – de gravação e produção para a Rede de Rádio Web CPAD. A Rede CPAD de Rádio será inaugurada no próximo dia 13 de março, quando se comemora aniversário da editora.     

Grade de programação para todos

    A partir de então a rede vai oferecer a todas as emissoras ligadas às ADs sua programação ou parte dela. Os interessados poderão acessar a grade de programação, via internet, por meio de uma senha, recebida no cadastramento. A primeira emissora da Rede AD Brasil, da Fundação Nacional de Comunicação (Funec), 96.1 FM, instalada em João Pessoa (PB), ligada à CGADB, também veiculará parte dessa programação.

Seminários de Comunicação

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  Todas as regiões do país poderão receber a ministração do Curso de Comunicação, oferecido pelo Conselho de Comunicação da CGADB. Segundo o seu presidente, pastor Antônio Mesquita, os líderes interessados poderão entrar em contato com a Secretaria Geral da CGADB, por meio de seu secretário Cyro Mello, ou por meio do próprio presidente e solicitar o Seminário em sua igreja.    

Conteúdo

  O curso constituirá de orientação de postura diante de entrevistas, em especial na tevê, estruturas de mídia, o avanço da mídia web, estilo de linguagem, a estrutura de uma notícia e artigo, como começar um texto, e apologia dos preceitos cristãos evangélicos na mídia secular. Serão apresentados meios de acesso à média secular de cada região e também a representação regional para mobilizar a igreja e dar respostas a ataques à fé cristã ou a posturas que a agridam, como a degradação moral exposta nos próprios órgãos de informação (acesso: mesquita.jornalismo@gmail.com)  

A cobertura completa da AGE você poderá ler no Mensageiro da Paz de abril.

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