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Posts Tagged ‘Jesus’

Não se sabe o dia nem a hora da Volta do Senhor, entretanto Jesus alertou a Igreja para que ficasse atenta aos sinais dos tempos. Embora presenciamos momentos dos “tempos difíceis” ou “selvagens”, fazemos parte de uma geração privilegiada. Estamos dentro de uma época de suma importância para a Igreja de Cristo. 

Os sinais são tantos que não mais alertamos para aquilo que acontece ao nosso redor, talvez dormindo o sono da incredulidade, desprevenidos como as cinco virgens loucas, que tinham lamparinas e azeite, mas não mantinham a reserva necessária para as bodas. Suas lâmpadas eram intermitentes. Nesta parábola, a Palavra alerta para o momento inesperado, quando o Noivo virá – “Ouve-se um grito: aí vem o noivo!”

 A Bíblia fala disso alertando que o Senhor virá na hora em que não estaríamos pensando, e ainda diz: “Porventura quando o Senhor vier achará fé na terra?”.  

Tentamos reproduzir alguma coisa, que segundo vemos, aproxima de toda essa realidade, com fortes sinais da brevidade da Volta do Senhor. Vemos isso nas declarações, matérias publicadas em jornais e revistas, opiniões e textos bíblicos. Tudo nos mostra que Cristo já volta. 

Quando se agravou a incidência de acontecimentos no mundo, que podiam ser catalogados como sinais dos últimos tempos, pregava-se muito sobre Volta do Senhor. Hoje as igrejas buscam a contextualização. Esta parece até palavra de ordem. A declaração, com o ímpeto da época, Jesus vem breve!, já não causa o mesmo efeito de outrora.

Temas-sinais do fim 

Os temas que refletem os últimos tempos se perdem de vista, especialmente se dermos uma olhadela para trás, há pouco mais de duas décadas, mais precisamente no início da década dos sessentas. Logo em seguida, implantou-se no mundo a Revolução Cultural, com os Beatles, os hyppies, o apogeu do rock, das drogas… Os filhos das gerações de 60 e 70 – a época dos hippies e beatles geraram os pais liberais de hoje. 

Os líderes mundiais perderam as rédeas, aliás, onde estão grandes nomes? O mundo clama por um líder, como tínhamos décadas atrás, não é mesmo? Um dos remanescentes na política brasileira, Mário Covas, é prova desse clamor. Milhares de pessoas foram prestar as últimas homenagens no velório do governador paulista. O homem tem necessidade de reverenciar ícones.      

Alguns temas chamam a minha atenção para a corrida de sinais:

1. Falência do sistema financeiro;

2. Globalização;

3. O homem já pede por um líder mundial – governo único (A Estátua de Nabucodonossor dá sinais de retorno);

4. A Figueira já brotou, em 5 de maio de 1948;

5. Degradação – Sodoma e Gomorra estariam desatualizadas hoje;

6. A tevê leva a degradação moral aos lares;

7. O homem se coisifica;

8. Terremotos – um sinal que já não tem tanto valor;

9. Catástrofes – furacões, tufões, vulcões, maremotos, enchentes, tempestades…

10. Superaquecimento – O mundo já registra mortes por causa do calor;

11. Espiritismo e satanismo avançam;

12. Explosão de conhecimento – A multiplicação da ciência;  

13. Fome em vários lugares… 

Troca de valores

“Árvores doentes: Remédio verde”. Este foi o título usado pelo jornal O Globo, 20/10/00, página 17/Rio (com foto), para noticiar o cuidado especial que uma árvore recebeu… “uma das frondosas árvores da Praia do Botafogo infectadas por fungos, bactérias ou cupins; e medicada por um técnico de Fundação Parques e Jardins da Prefeitura. O tratamento fitossanitário inclui o descascamento e a aplicação de remédios por dentro do caule”.

Determinadas leis rígidas protegem árvores e animais, mas o mesmo não tem acontecido com relação ao homem, numa flagrante inversão de valores. ONGs estão em todo o mundo atentas aos mais diferentes direitos da fauna e da flora. 

Por outro lado, existem uma forte tendência entre mulheres, que buscam a independência e tentam ser iguais ao homem (aqui grifo e enalteço a conscientização do valor da mulher). A família sofre conseqüência, especialmente a criança, que se torna agressiva. Nos Estados Unidos escolas e creches estão dando comprimidos para acalmar as crianças e amenizar a agressão entre elas.  

O consumismo arranca o homem do contentamento e o leva para o egoísmo e inquietação.A gana de estar em destaque faz com que o homem atravesse suas pre�prias barreiras e agrida o próximo, enquanto mulheres se transformam em mero produto e se coisifica. 

A televisão faz a cultura e modela a educação dos filhos, nivelando sempre por baixo, expondo o sexo e banalizando-o, enquanto o ridículo se expõe. Os próprios governos institucionalizam a liberdade sexual com a distribuição oficial de preservativos, sem dizer das seringas descartáveis para que se droguem, “com segurança”. 

Declarações sobre o fim do mundo 

Simultaneamente aos acontecimentos, o homem fala o que sente e já fala no fim do mundo. Isso não traduz nenhum tipo de sentimento religioso, mas de expressão natural daquilo que se tem ou se vê. 

Estima-se que 10 milhões de norte-americanos acham que a hora está próxima. 

Eu acho que o mundo vai acabar e espero que seja pela vontade de Deus, mas acho que a cada dia nos sobra menos tempo”, Caspar Weinberger, ex-secretário de Defesa dos EUA.

“Necessidade de cooperação no sentido de redirecionar nossos hábitos e costumes para que entremos no século 21 juntos como os pioneiros do no mundo”, professora Célia Regina Zaduski, presidente Nacional da FMPM.

É tempo de Teshuvá (arrependimento e reencontro). Neste caso arrebatamento significa livramento. Leia Lamentações de Jeremias 5. 

“Eis que venho sem demora, guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa” (o teu lugar). 

Este artigo poderá ser reproduzido por completo ou em partes, quando citada a fonte.

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Na última semana, o gerente de Produção da CPAD, Ruy Bergsten, já estava com o miolo do livro impresso e costurado, conforme se vê na foto de Solmar Garcia (Jornalismo da Casa).    

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A capa do livro em impressão e análise no sistema computadorizado da impressora Speedymaster da gráfica/CPAD, na semana passada.  

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A capa já impressa. Só restam o tratamento final, dobra, encadernação ao miolo e refile (aparo das pontas da capa e do miolo), tudo feito em uma única máquina, também na CPAD (Fotos: Solmar Garcia/Jornalismo-CPAD).

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ISABEL SACO
da Efe, em Genebra

Relatório apresentado nesta sexta-feira pela ONU (Organização das Nações Unidas) indica que a freqüência dos desastres naturais relacionados à mudança climática está aumentando. O documento compara a média atual com a média registrada entre os anos de 2000 e 2006.

Das 197 milhões de vítimas por desastres naturais, 164 milhões foram por inundações.

A Ásia foi o continente mais afetado pelas catástrofes naturais, sendo cenário de oito dos dez maiores desastres do ano passado –incluindo seis inundações.

As inundações foram os únicos desastres que aumentaram de maneira significativa, registrando-se 206 só no ano passado. Nos últimos sete anos a média foi de 172.

O país mais afetado por mortes foi Bangladesh, com mais de 5.000, seguido da Índia (1.103), Coréia do Norte (610), China (535) e Peru (519), segundo o relatório, que foi elaborado pelo Cred (Centro de Pesquisa da Epidemiologia dos Desastres), organismo que tem sede na Bélgica.

A região asiática concentrou 74% das mortes, seguida do continente americano, com 12% — afetado pelo terremoto que sacudiu o Peru em agosto do ano passado e pelas tempestades tropicais no Caribe –informou o diretor do Cred, Debarati Guha-Sapir.

O número de vítimas mortais, no entanto, foi menor em 2007 –16.517 mortos– diante da média de 73.931 registrada entre 2000 e 2006.

Os EUA, com 22 catástrofes naturais em 2007, foi o país mais afetado, seguido da China (20), Índia (18), Filipinas (16) e Indonésia (15).

O especialista afirmou que o impacto das mudanças climáticas na incidência de catástrofes naturais é provado pelo aumento de inundações, furacões e tempestades tropicais, claramente influenciadas pelo fenômeno planetário.

“A tendência atual é consistente com os prognósticos do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), e a Ásia e a África do Oeste já estão sofrendo inundações mais severas e seguidas”, comentou, ao se referir à equipe de cientistas que estudam o fenômeno por encomenda da ONU.

Guha-Sapir também disse que existe a possibilidade de doenças infecciosas –como dengue e leptospirose, transmitidas, respectivamente, por mosquitos e ratos– se expandirem nos próximos cinco anos, conforme aumenta a incidência das enchentes. De acordo com ele, é possível que estas doenças cheguem, inclusive, à Europa e aos EUA.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u364978.shtml

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01) As Pedras (de gelo) Anunciam o Fim

02) Superaquecimento e Catástrofes

03) Meio Ambiente: Qual a nossa Mordomia?

04) Nova Era – A Construção Sobre Areia

05) Explosão de Conhecimento – O Avanço Tecnológico

06) Falência do Sistema Financeiro

07) Globalização – O Aparecimento do Último Império

08) Pós-modernidade: O Apocalipse do Mundo Atual

09) A Besta e o Controle por um Líder Universal

10) Profecia de Oséias: O Grande e Terrível Dia do Senhor!

12) Fidelidade da Palavra

13) Revelação às Igrejas da Ásia

14) Plano Divino – O Futuro e o Arrebatamento

15) O Alerta dos Pólos

16) Assim como o Planeta, Mudamos muito Também

17) Penúltima Página

18) Última Página

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O livro Fronteira Final já teve o oquei final no Setor de Arte da CPAD e foi para a gravação para, em seguida, ser impresso, tanto a capa (em cores) quanto o miolo. Temos muitas ilustrações para melhorar ainda mais a compreensão dos textos. No capítulo em que tratamos sobre as igrejas (As Sete Igrejas da Ásia), inserimos um quadro para cada igreja, com indicação de suas características, falhas e aprovações, bem como a localização e retrato da cidade, que dá o nome àquela igreja.

O livro tem ainda, no final de cada capítulo, o tópico Aplicação, justamente uma reflexão sobre o assunto.

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Depois de deparar-me com tanta informação na mídia, sobre um único assunto, fiquei perturbado. Há quase 30 anos, coleciono recortes de jornais e revistas. São informações gerais sobre mudanças na natureza, no comportamento humano, nos avanços científicos, nas reações religiosos com significado avanço de heresias, ausência de líderes – em todos os setores sociais. Esta falta leva o mundo para um único sentimento em busca de um líder mundial.

Diante de todos esses fatos verifica-se a incapacidade humana para resolver crises, como a moral, sócio-econômica e financeira do mundo, o avanço da social-democracia, com a queda do famigerado comunismo, as novas pragas e doenças, o aumento da fome e a falta de perspectivas.

Agora, confesso fiquei surpreso. Pela primeira vez percebeu-se que o mundo todo dobrou-se diante do perigo, dos riscos. A verdade é que a doença anunciada há tanto tempo, levou o enfermo globo terrestre ao pedido de tratamento intensivo, ou então, morrerá.

É oficial: o mundo está nas últimas. Existe ainda uma sobrevida, mas não por muito tempo. Sobre isso todos já sabíamos, mas é sempre bom ter uma luz piscando: isso vai nos fazer lembrar da veracidade da Palavra e ainda mostrar que se não pregarmos o Evangelho – a mensagem do Reino – as pedras clamarão. E olha que já faz algum tempo que as pedras estão falando! Será que emudecemos? Ou é porque não estamos conseguindo processar os sinais por sua tão marcante intensidade e abrangência. A mídia em todo o mundo publicou matéria em tom de alerta, com base no relatório da ONU sobre a ameaça de degelo polar. O meio ambiente está enfermo e coloca o mundo na UTI.

Nunca se viu algo tão amedrontador, desde 1850, quando a medição da temperatura da Terra passou a ser medida de maneira mais confiável. A elevação nos últimos anos acelerou com o aumento de 0,13ºC por cada década. A concentração de CO² na atmosfera, a partir do século 18, com a Revolução Industrial, quase duplicou e passou de 220 partes por milhão (ppm) para 383.

O que mais assusta é que a segunda parte do relatório denominado AR4, apresentado em abril/2007, indica que o Sol “leva a culpa” por somente 7% do aquecimento…

Partimos para uma luta que revigora os mesmos motivos que provocaram a perseguição à Igreja Primitiva, conforme o registro de Atos 16.19-22: “… prenderam Paulo e Silas, e os levaram à praça, à presença dos magistrados. E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens sendo judeus, perturbaram a nossa cidade. E nos expõem costumes que não nos é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos. E a multidão se levantou unida contra eles”. Segundo o escritor norte-americano Ralph Waldo Emerson, “O mundo tenta castigar os que não se conformam”.

De tudo isso, podemos chegar, com certeza, a uma conclusão: Não se vê mais pregações sobre a Volta de Jesus, como se via antes, não é mesmo? Mas há 53 referências na Bíblia que descrevem a Volta de Jesus e suas bênçãos (James K. Bridges-AD/EUA, Pentecostes dez/2001). A Bíblia segue alertando:

“Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.44). “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor”, Mt 24.42, mas “quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo”, Mt 24.33.

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