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Posts Tagged ‘ignorância’

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Não tenho credenciais institucionais para defender o presidente dos EUA. Toda a atenção deve ser dirigida ao nosso país, carente de planejamento e estruturas mínimas e perspectivas, portanto, longe de dar-nos know how para vislumbrar críticas com propriedade.

Porém, sinto-me arrastado para essa discussão, pois há muita história e frases fictícias, que teriam sido ditas por ele. Há um notável complô da mídia, quase totalmente progressista e ateísta, e sua capacidade subliminar, somadas a forças de interesses semelhantes. Usam toda a influência possível para desmerecer os ideários, o latente, do novo presidente norte-americano, o ‘Trombeta’ (Trump), por meio daquilo que está à mostra.

Das frases atribuídas a ele, nota-se a que trata da observação de uma das partes do corpo feminino, justamente a protuberância caudal, que os norte-americanos, diferentes de os brasileiros, não lhe dão a menor importância!

Há muita falácia, além daquilo que é real. Trump se revela não progressista e, portanto, contra avanços que agridem o ser humano, como a discriminalização do aborto e formas impostas, que vão goela-abaixo, caracterizadas como agressões à natureza humana, elevando desvios, por imposição, como no caso do endereço no website da Casa Branca, dedicado especialmente ao grupo LGBL.

Ignorância real!

Usa-se muito a ignorância, desviada de seu emprego comum, para figurá-la como medição entre progressistas e conservadores, embora seja empregada para medir ausência de conhecimento. Esta falha, preconizada pela Bíblia – ‘O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento’; outra versão diz: ‘foi feito escravo’ (Os 4.6) –, é justamente o que se usa para destruir bases elementares da manutenção e preservação humana. Por esta o homem procria, forma família, mantém a nação (costumes, cultura, língua, leis, constituição…), e a convivência sadia e divinamente imposta, para o bem-estar de ‘todos’, e a consequente preservação humana em todos os seus aspectos.

‘A Voz do Povo!’

Obama estava bem focado ao que o mundo clama, em termos de quebra de paradigmas, incluindo os de cunho divinos. Ele foi usado para tentar conduzir o mundo a essa estrada poeirenta.

A questão é que nem Obama nem Trump são modelos, mas foram eleitos pela maior e mais exemplar democracia do mundo! Respostas ao pedido e reclamação de circunstâncias vividas pelo povo. Essa resposta faz parte da balança sazonal, que equilibra x desequilibra o mundo.

Obama, por exemplo, pode ser julgado pelo que fez e pelo não fez, ao contrário de Trump, que não tem do que ser julgado, quanto àquilo que prometera ou a que foi eleito!

O ex-presidente mentiu na questão do fim do presídio de Guantânamo; reconheceu o erro da retirada de soldados do Iraque, a possibilitar a evolução de terroristas muçulmanos para a criação de um Estado próprio; reviveu o aumento da guerra étnica, com discriminação a afro-descendentes…; além da agressão a costumes humanos, troféu para muitos.

A questão é que a maioria pró-Obama não consegue fundamentar a famigerada e enganosa frase ‘A voz do povo é a voz de Deus!’, pois a voz do Eterno não é emitida de baixo para cima, mas no sentido inverso. E mais, ‘o mundo jaz no maligno’ e tem como seu príncipe o Pai da Mentira.

Visão sem-cera

Traços claros de prepotência, egocentrismo, narcisismo…, por suas características sociais avantajadas, desdenham o novo presidente norte-americano, a um círculo além das fronteiras comuns de rejeição costumeira. É a bênção transformada em maldição, justamente por causa do amor equivocado, raiz de todos os males. Com isso, evidencia a rejeição inicial de todos os radicais, como foi com Obama, em suas devidas proporções, também no início de mandato.

O que fica claro e o que está em jogo, não é propriamente a discussão do arquétipo de Trump, mas a demolição arquitetada daquilo que ele representa, em termos de filosofia político-humana.

Enquanto a atenção se foca nesse falastrão, o alvo vai além dessa figura, muitas vezes carregada de esteriótipo patético, exposto pela dificuldade de equilibrar a filosofia representada e o discurso. Nisto ele incorpora, de forma azeitada, a propaganda contrária, como boneco de pano, que se espeta além do tecido, atingindo órgãos internos, àquilo que não esta à vista daqueles que se deixam enfeitiçar pelo vodu dessa filosofia tão efêmera, e não menos sodomizada.

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O mundo acordou do sonho. Digo com relação ao sentido ‘científico’ do sonho, do ponto da psicanálise freudiana, em que a realização dos desejos escondidos e jamais vivenciados pelo próprio indivíduo, se realiza: Sem cabresto, sem castração e sem nada de pudico.

Ainda que haja desacordo com Freud, é fácil perceber que existe em nós outro ‘eu’ latente no inconsciente a proteger recalques, marcado por traumas e complexos, a passear totalmente despido de pudor em sua representação onírica. Porém, Freud define o inconsciente justamente como intencionalidade.

Nele, nossas realizações oníricas refletem o anarquismo, em que a plena liberdade mantém lindes tênues com a libertinagem. Esse movimento do século 19 contraria toda imposição de autoridade ou força de governo e se encaixa na declaração de Guevara, que dizem ter sido o mentor da revolução cubana: ‘Se há governo sou contra’.

Do grego anarkhos, sem poder (governo), passou a ser usada para denominar ideologias, que contrariam todos os valores predominantes: social, político, militar e religioso e seus decorrentes como o Estado, leis, propriedade e a própria ordem.

Nisso tudo encaixa o sonho que vem ganhando força no imaginário humano, desde a queda do Absolutismo e ascensão do Relativismo, passando pelas passarelas do Woodstock e da Revolução Cultural até chegar hoje por seus filhos e netos.

Isto porque todos os sistemas dominantes e humanos falharam e falham ainda hoje, como verdadeiros estafetas pró inserção da nova (des)ordem mundial.

Não há esperança no homem. Ele está a deixar de ser (um) sujeito (às leis e normas), para manter-se somente como indivíduo (individualizado e autônomo), esgueirando-se da integridade humana.

As reações oníricas são confrontadas e transformam-se em intencionalidade quando existe momento propício: divã montado à meia-luz, melatonina em frenética produção…  nos tornamos sonâmbulos e abrimos o baú.

Mas, em vez do hormônio ocasionador do sono, produzido na baixa presença de iluminação, o mundo de hoje vive sob refletores a produzir muita adrenalina. A cada dia, recebemos do nosso metabolismo injeções hercúleas desse hormônio ruim, a partir daquilo que vemos, ouvimos e vivenciamos. É uma verdadeira droga a tirar a nossa racionalidade!

Retira-se a razão e injeta-se emoção! O homem de hoje, em vez de construir projetos e amar, é instigado a sonhar e a apaixonar-se. Toda a sua racionalidade passa de largo e isto ocorre até mesmo no meio eclesiástico, onde a obediência torna-se vexatória e a realidade obtusamente obscurecida do habemos papam!

Na Idade Média os sonhos foram mantidos adormecidos. A densa treva da obscuridade da época encaixou o homem de forma imperfeita perfeitamente no divã, embalado pela protetora da ‘santa’ ignorância. Agora, os sonhos trancados no baú do inconsciente entram em cena, por meio do humano que ninguém sabia existir.

Com a queda do absolutismo, em que os semelhantes sofriam abusos pelos excessos, partiu-se para o outro extremo: o excessivo relativismo. Consequentemente, o poder ficou podre, raquítico, doente, à beira da morte, absolutamente relativo.

Onde está o poder? Sumiu! Aproveitando-se de situação semelhante (não igual), mas igualmente vulnerável Hitler, com o poder de lar demolido, conseguiu elevar sua posição, ao explorar a culpa pela derrota da Alemanha na guerra, inserindo os judeus e minorias como bodes-expiatórios. Ele levou o poder popular às ruas e depois vestiu-se dele. Atualmente o homem vive à mercê de tal sagacidade.

Vivemos mais ou menos a ‘poesia’ A Invasão do Sagaz Homem fumaça, 2000, Planet Hemp, ‘O Sagaz Homem Fumaça’: ‘Aí, meu cumpadi, como já dizia o Samuca do patrulha na cidade: Quem não reage, rasteja. Eu tô de pé, pupilas dilatadas, chapado, mas eu sou sagaz”.

Onde está o poder? Em nenhum lugar e com ninguém! Se estivesse com alguém, no caso do Brasil, o povo não estaria na rua protestando e outros, aproveitando-se da ausência desse mesmo poder, a quebrar tudo!

Há um ‘poder’ de fato, mas não de direito, segundo conclusão da vox populi. Conclui-se que esse poder, em pleno século das luzes, do conhecimento globalizado, da mídia social, do nada fica encoberto, que não vale para si próprio, para a corja, para os amigos da corte, aos cartéis, aos camaradas e lobbys… não é poder, mas engodo…, pois o poder humano sem o demos, de democracia, é tirania.

Em passos mágicos e não menos enganadores tais líderes desse ‘poder’ contemporâneo transitam bem e com sapatinhos de algodão pelos corredores dos monastérios da corrupção. São verdadeiros monstros, a perambular de dia, noite e ‘mensal(eiros)mente’… Entretanto, a ficha caiu e ‘o-gigante-acordou’!

Pergunta-se: Onde estão os gigantes gerados entre o povo, seja de qual for o segmento: Um Getúlio, Juscelino, Kennedh (política); um Frank Sinatra, Goethe (arte); um Pelé, Zatopek (esportes); um Thomas Edison, Dumont (inventores); cientistas tal qual Albert Einstein; um Agostinho, Lutero, John Bunyan, Savonarola… Não os temos mais, senão um fio de homens probos.

Por isso o mundo em plena crise está ávido por um líder e o Diabo o dará, até que o Criador (re)pareça com um molho de chaves e diga:

– “Cavalheiros, está na hora de fechar!”

e o caos volte ao cosmo e outro Princípio se estabeleça!

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