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Posts Tagged ‘Fernando Gabeira’

 

Os avanços do mundo estão numa velocidade tão elevada que, às vezes, somos engodados a fazer parte do sistema (mundo) sem nem mesmo perceber, quanto mais criticar. As coisas ocorrem de forma praticamente natural e são absorvidas como normais, ordinárias. Ao menos é o que se vê no dia-a-dia.

Com a degradação humana o homem recebe sinal verde para investir no egoísmo, enquanto, simultaneamente, destrói a Criação divina. O ser humano caminha rumo à autodestruição. Há queda da dignidade e da moralidade humanas. Os níveis referenciais são cada vez mais baixos e descem como ferro n’água, ou como uma explosão: espaço apertado, tempo resumido e rapidamente.

Na área política, por exemplo, os níveis estão tão baixos que, na melhor das hipóteses, é mais saudável nem mesmo se envolver. Os comentários dizem que as pessoas que ainda detém depósito de dignidade e nobreza, se afastam desse ambiente, com raras exceções, sobrando aos oportunistas a grande chance de se ajeitar e aproveitar a boquinha.

Por outro lado, temos pessoas metidas a cristãs, das mais diferentes, esdrúxulas, absurdas e apócrifas nomenclaturas, a usar o nome da Igreja e tirar “uma casquinha”, dar um brilhozinho no seu ego e posar em fotos ao lado de políticos.

Não são os mesmos políticos (os representantes das polis), o burgo-mestre, aquele que, por seu esforço e capacidade, deveria promover o bem-estar do cidadão, sem visar o benefício pessoal, mas pela arte de fazer por amor.

Os candidatos preteridos pelos filhos do Reino, dado à santidade (separação) imposta pela presença de Cristo, e rechaçados por suas práticas, filosofias, postura e testemunho, têm suas crises amenizadas e são azeitados pelos vidrinhos de óleo da unção, tão banalizado hoje, quem sabe para fazer com que os gorduchos pecadores se transformem em bagres ensaboados e assim passem pela “porta-estreita”. É de corar qualquer cristão.

Na maioria dos casos, de um lado, são líderes religiosos liberais e progressistas e, de outro, piegas, que se juntam ao espiritismo – em suas mais variadas práticas – e ao catolicismo romano, para transformarem-se em ecos da política.

Porém, a Igreja do Senhor foi estabelecida na Terra para ser Voz (que clama neste deserto projetado pelo homem, a partir da modernidade) e não eco.

Enquanto temos na Bíblia o exemplo de João Batista, que fez o caminho inverso: deixou de ser eco para ser uma voz, hoje temos justamente o sentido oposto.

Esses mesmos homens são zombados, preteridos e ridicularizados tanto por Deus quanto por homens com os quais tentam as negociatas, como se tem notícias nos mais diferentes municípios, envolvendo pessoas, que até ontem, eram tidas como homens de Deus. Hoje não passam de homens…

João Batista, por pertencer à linhagem sacerdotal, detinha o direito de acesso a todas as benesses inerentes ao cargo, como prestígio, privilégios, bem-estar pessoal, mas renunciou a tudo e preferiu ser voz em vez de um simples eco. Perdeu a cabeça literalmente. Mas hoje se “perde a cabeça”, com bobagens temporais.

O brilho dos holofotes cria celebridades (tão em voga hoje) e ilude a muitos. Então o ser vai para o espaço (eles diriam outra coisa) e que venha o ter. Estes mesmos pobres mortais não são mais nada, senão um bobalhão de terno e gravata (não confunda com capitão de fragata), que pensa poder enganar a Deus e a todo mundo.
 
 
 
Com quem você posaria?

No Rio temos um candidato que demonstrou ser notadamente contra os cristãos evangélicos, com registro de ação que comprova isso. Talvez por sua crença e religiosidade, tão distante do cristianismo. Quando sub-prefeito derrubou um templo evangélico em Jacarepaguá, que teria sido construído em área de risco, sem nem mesmo avisar: foi logo autorizando que a máquina destruísse tudo e do jeito que estava. Ruiu com a alvenaria, todas as instalações, inclusive bancada, púlpito e som. Foi a manifestação de sua ira contra cristãos. O prefeito permaneceu na sua inércia de sempre, e por suas crenças e práticas, apoiou e nem mesmo se explicou ou cedeu entrevista sobre o episódio.
 
Por outro lado, temos um candidato declaradamente contra os preceitos cristãos por suas práticas. Tem projeto que visa a liberação da maconha. Leia o que ele disse: “Em fevereiro do ano passado, em entrevista à revista Playboy, ao contrário do que disse no debate da Folha, o deputado Fernando Gabeira declarou: ‘eu defendo a legalização, estudo o assunto e, quando vou a Amsterdã, fumo. Lá você tem uma oferta maior’. Em certos momentos, exalta as qualidades da maconha: “A maconha não é uma planta, uma cultura. Só ela tem um museu em Amsterdã. A berinjela não tem, a abóbora não tem. Aqui no Brasil, os brancos fazem propaganda mostrando que quem fuma maconha fica abobado. Os guajajaras usavam para intensificar o trabalho na colheita, outros fumam para ampliar a consciência, outros fumam para relaxar, outros fumam porque estão de saco cheio”’, declarou.

Conforme O Globo online, “O projeto 1.069/1995, de autoria de Gabeira, que revoga os artigos 217 e 218 do Código Penal, está pronto para ser votado em plenário desde 2001. O artigo 217 já revogado em 2005 e trata da sedução de menor virgem de 14 a 18 anos. O 218, em vigor, diz que é crime corromper ou facilitar a corrupção de menor de 14 a 18 anos”. Segundo um jurista, citado pelo jornal, “O 218 trata de uma proteção da formação do caráter do adolescente”. “Outro projeto de Gabeira descriminaliza a prostituição e revoga os artigos 228, 229 e 231, Os dois primeiros trata do favorecimento da prostituição. O 231 diz ser crime ‘promover ou facilitar a entrada, no território nacional, de pessoa que venha exercer a prostituição ou a saída de pessoas para exercê-la no estrangeiro”.

O candidato defende a oficialização da profissão de prostituta (que o Ministério do Trabalho do atual Governo federal divulga como oficial em seu site, além de nomenclaturas absurdas, como garoto de programa etc).
 
Em São Paulo
A candidata à Prefeitura paulistana já perseguiu crentes e até chegou a fechar templo. Como liberal, é uma das precursoras da aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e liberação do aborto. Seu apoio ao Movimento Gay é gritante e durante sua administração alcançou o ápice.
 
Quanto ao outro candidato a crítica que pesa sobre ele é a acusação de ser homossexual. A candidata opositora produziu insinuações de que o mesmo, por não ter esposa e filhos (família), é homossexual, embora ele mesmo publicamente desmentiu ser.

Fora isso, o candidato publicou decreto proibindo a manifestação de evangélicos na Avenida Paulista e autorizou a do Movimento Gay.

Dos quatro temos clássicos exemplos de postura de preconceito e discriminação a cristãos.

Diante de tudo isso, o que fazer? Meu voto nenhum deles terá. E este é o meu grito: “O que me espanta não são os gritos dos Injustos, mas a omissão dos Justos” (Martin Luther King).

“Uns confiam em carros, e outros, em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor, nosso Deus”. Salva-nos, Senhor!”, Sl 20.7,9.

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