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Posts Tagged ‘crise financeira’

 

 

A crise que atingiu as finanças mundiais partiu da “quebradeira” nos EUA. A Bolsa norte-americana levou também outras ao poço, uma vez que o dólar ainda permanece como moeda mais forte do mundo.

Logo após os desdobramentos do resultado da falta de solidez de representações financeiras norte-americanas, com a crise do calote de imóveis financiados pelos bancos do país, sem o cuidado de obter garantias em troca, a caldo entornou. Tornou-se pior ainda a partir da recusa de injeção de 700 bilhões de dólares do Tesouro nacional, pelo Congresso norte-americano, forma de atenuar os efeitos colaterais. Interferências políticas, com vistas à eleição deste mês de outubro, quando o novo presidente deve ser eleito, incluindo manobras “fantásticas”, engendradas por mentes maquiavélicas, interferiram na “salvação” financeira. O pior de tudo isso é que o mundo todo começa a sentir os efeitos drásticos dessa amarração e algumas empresas já contabilizam perdas, não só as Bolsas.

Os “espirros” pelo mundo, a partir da contaminação do vírus estadunidense, se percebe em bancos na Islândia, Bélgica, Alemanha, Inglaterra, Holanda e no próprio EUA.

 
Na verdade, todos os ecônomos estão cientes que não existe sustentação viável para que o sistema financeiro atual, que regula os mercados, o fluxo de capitais, a compra e a venda, agüente por muito tempo. Esse sistema está praticamente falido e clama por outro mais eficaz. Além disso, o próprio tempo e o avanço tecnológico pedem isso. Por exemplo, o sistema atual de troca e medida de valor, representado na moeda, é uma invenção de milhares de anos… Ela substituiu a simples troca de mercadorias – o boi pelos grãos, o cabrito pelo serviço, o alimento pela vestimenta… Com ela vieram os bancos, que absorveram os riscos de a pessoa guardar o seu tesouro debaixo do colchão. Porém, hoje, a sociedade conta com meios muito mais eficientes, além de digitais. Há muito tempo, o dinheiro plástico trafega paralelamente ao comum, ao lado do acionamento da riqueza simplesmente por meio da voz, de sinais digitais, que deixam para trás, séculos, esse sistema.

Junte-se a isso os apelos sociais de combate à miséria, para um mundo mais justo, a busca do equilíbrio sócio-econômico, os apelos do homem pós-moderno, a convergência em busca da harmonia…

 
O próprio sistema pede sua substituição, pois não consegue mais andar com suas próprias pernas, enquanto a sociedade não consegue ver seus anseios atendidos.

O que deve ocorrer? Bem, o mundo tem um palco montado e propício para receber um novo meio de governo e distribuição de suas riquezas. Os ricos não mais estão seguros de que permanecerão ricos para sempre. Os miseráveis – não mais tão ignorantes como antes, com acesso a todos os meios de conhecimento, após a invenção dos meios modernos de comunicação, intensificado pela globalização –, querem parte do bolo. Acumulado a tudo isso está a força política que leva o mundo (todo) rumo à social-democracia. E este regime político-administrativo busca o acesso de classes chamadas excluídas ao centro, para a participação efetiva da distribuição de riquezas produzidas pelo mundo. Observo aqui as sociais-demagogias, que usam o nome democracia como verdadeiro engodo.

Temos um circo armado. O que falta ainda?

A pessoa capaz de gerir o novo processo de mudança.

Como ela será inserido?

Simultaneamente ao apelo por um novo sistema de câmbio (barganha) percebe-se claramente que há outra crise paralela: a de ausência de líderes no mundo. E isso ocorre em todos os segmentos humanos, porém, o que mais atrai a atenção é o político. Os últimos foram vistos até a década dos anos oitentas, e, depois disso…

O mundo clama por um líder, tem sede, pede, necessita…

Por fim, recorremos à profecia bíblica, que trata desses dois momentos: O de um líder que irá governar o mundo, com poder legítimo concedido a ele por seus “pares”, e que o mesmo vai implantar um sistema de débito-crédito perfeito, do ponto de vista humano, a partir da viabilidade oferecida a partir do advento da informática: “E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número de seu nome”, Ap 13.16-17.

Perfeito, não?! Mas não se iluda. Ele não será a salvação e tampouco o Fim!

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