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Posts Tagged ‘Conamad’

A campanha encetada por blogueiros do Brasil, pró-união das comemorações do centenário das Assembleias de Deus é louvável. Realmente, todos podem (e devem) comemorar juntos. Primeiro, porque é momento de demonstração de humildade. Quando mais crescemos ‘menores’ ficamos, pois “convém que Ele cresça” e nós… diminuamos. Foi o que disse João Batista ao ‘comemorar’ a revelação do Messias.

Humildade deriva-se de húmus, terra, barro, de onde viemos e, portanto, em nós mesmos não há nada de glória. Se concordarmos que o crescimento das Assembleias de Deus não se deve à ação humana, mas ao Espírito Santo do Altíssimo, é imprescindível movermos em direção à perfeita vontade divina.

Não existe verticalidade sem a horizontalidade. Não dá para amar ao Senhor sem antes amar ao próximo. Este é o 11º Mandamento estabelecido pelo Senhor Jesus: “Um novo mandamento vos dou…”.

A união para a comemoração do Centenário das Assembleias de Deus não chega nem mesmo perto do apelo à re(união) das igrejas assembleianas. Está longe disso, mas conclama a todos a comer o pão juntos, daí a etimologia de companhia (com panis). Se não comunhão, ao menos juntos.

Esse pretenso ato, embora simples, assim como a própria revelação divina ao homem, tem significado que jorra para a Vida Eterna. E este momento, ao contrário do que se espera, é ímpar para a demonstração de abandono do orgulho e das particularidades instransponíveis.

Construir pontes

Pontes são meios usados para fuga ou ligação. Dependendo do objetivo não seria tão fácil, sei disso. Há de se transpor barreiras, fazer vista grossa e ainda conviver com a habilidade dos que gostam de glamour, exposição às luzes dos flashes e holofotes, que vivem no limite de celeste, agarrados aos títulos eclesiais, às bizarrices e preitos para dar lustro a capa generalesca. Não cheiram a ovelhas, mas encantam (no sentido literal da palavra), pelo exalar de perfumes, que deixam narizes empinados de sectários.

Há um forte e irresistível desejo de permitir que o ego brilhe, a exemplo de um sorriso forçado, para mostrar a estrelinha, pelo refletir da luz no dente de ouro, marca registrada do Triunfalismo, da Confissão Positiva e da Teologia da Prosperidade, hoje em todos os meios e lugares, em suas mais diferentes formas.

Amorfas entre o bem e o mal, a riqueza temporal e a eternidade espiritual, essas almas indecisas, vivem num céu infernal em busca de um inferno celestial. Porém, onde esse tipão não está presente? Ele está camuflado nos lugares mais elementares possíveis. De forma mimética se misturam facilmente e nem sempre são desmascarados. São pessoas que não medem esforços para chegar onde planejam. Como possuidores de transtorno bipolar, senão esquizofrênicos, traçam o caminho, passam por cima de tudo e de todos, até que cheguem onde planejaram astutamente.

Marca registrada

Gostar de exposição já é quase sinete. A queda por política no meio assembleiano expôs-nos ao vexame da barganha. Só não nos torna curral eleitoral, em detrimento à definição parabólica e bíblica de aprisco de ovelha, porque o membro do Corpo (de Cristo) não se dá a isso. Esse entrave, talvez o maior, deve cair primeiro.

Mesmo diante de todas essas possibilidades (e realidades), o cristão deve renunciar às luzes humanas, temporais e muitas vezes mundanas, se quiser ser luz do mundo e sal da terra e conservar o que ainda resta. Se o sal não é tão puro, seja a luz, ao menos, de maior eficiência.

Fica evidente que o mais difícil nisso tudo é cumprir o mistério da semente, exposto na Palavra, para mostrar a necessidade de desintegração humana e integralização ao espiritual. Se o homem não deixar de ser egoísta e egocêntrico não pode se desintegrar, despir-se do temporal e tornar-se espiritual.

Por fim, temos o (único) caminho a seguir, conforme estabeleceu o Senhor em sua oração pela Igreja, incluindo-nos. “Para que todos sejam um… que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste… Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como tens amado a mim”, Jo 17.21,23 (o grifo é nosso).

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Pastor José Wellington recebe o colega e presidente da Conamad, pastor Manoel Ferreira

Pastor José Wellington recebe o colega e presidente da Conamad, pastor Manoel Ferreira

 

 

Durante a posse da nova mesa diretora da CGADB, no dia 24, pastor Manoel Ferreira, esteve presente para cumprimentar pastor José Wellington, presidente reeleito da Convenção Geral. Pastor Manoel Ferreira, também deputado federal, esteve acompanhado de seus filhos, pastores Samuel Ferreira, pastor da Assembléia de Deus no Brás, na capital paulista e pastor Abner Ferreira, líder da AD em Madureira, Grande Rio.

 

Ao receber o colega e dar-lhe a oportunidade para falar aos presentes, pastor José Wellington brincou:

– Não sei se o chamo de pastor, bispo, apóstolo ou deputado federal…

 

O líder da co-irmã, que esteve ligada à Convenção Geral até o ano de 1988, quando houve a ruptura, surgindo então a Convenção Nacional das Assembléias de Deus no Brasil – Ministério Madureira, leu um versículo bíblico, saudou a todos e parabenizou a nova mesa diretora eleita, em especial a seu colega de ministério, pastor José Wellington.

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