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(Parte de comentários que inseri em meu livro Pontos Difíceis de Entender/CPAD, que trata de Criação/Evolução; provas científicas que corroboram com o que a Bíblia afirma; traduções e significados; e outros temas apologéticos).

 

Origem e “validade” do Carbono 14

A datação de fósseis é feita pelo carbono 14 a partir da quantidade desse material radioativo no fóssil. A atmosfera produz por ano 9,9kg de carbono 14. Portanto é um elemento muito raro no universo. A medida do tempo é feita por meio da quantidade de carbono que resta, ou encontrada, no material pesquisado. Por ser radioativo ele se desintegra. Quanto mais tempo, menos carbono 14. 

O material mais antigo que pode conter a presença de carbono 14 é o diamante, com data sugerida de 58 mil anos. 

Nenhum fóssil com milhões de anos teria qualquer possibilidade de conter carbono 14. Além disso, evolucionistas afirmam a mesma quantidade de carbono 14 em existências que teriam ocorrido entre 60 e 345 milhões de anos, como se a existência fosse simultânea. Como provar a mesma intensidade da presença de carbono 14 em épocas tão distantes? 

“Portanto, ele tem uma meia vida. Meia vida é o tempo que seria necessário para que metade de uma quantidade inicial se desintegrasse. Por exemplo, quanto tempo demoraria para que metade a de um quilo de carbono-14 se desintegrasse? Resposta 5730 anos. Esta é a meia vida do carbono-14. Quando se data um fóssil utilizando-se a técnica do carbono-14, compara-se a proporção de carbono-14 / carbono-12 encontrada no fóssil com o percentual moderno encontrado na atmosfera hoje. Hoje, para cada um trilhão de átomos de carbono, um é carbono-14. Por ser uma proporção tão pequena, pode-se ver que a quantidade de carbono-14 encontrada num ser vivo não é muito grande e sendo que a meia vida é de apenas 5730 anos, não demoraria muito para que todo o carbono-14 contido num fóssil se desintegrasse. Utilizando-se estes valores numéricos, tecnicamente não se encontraria nenhum resíduo de carbono-14 em nenhum material orgânico fossilizado que tivesse verdadeiramente mais de 250.000 anos. Aqui são apresentados os resultado dos estudos feitos pela equipe do Dr. John R, Baumgardner (Los Alamos Laboratory), baseados em 90 amostras do período fanerozóico deste o período pré-cambriano (600.000.000 anos) até o cenozóico (2.000.000 anos) produzindo resultados muito importantes: Nas amostras não biológicas consideradas do período previamente datado como sendo pré-cambriano foi encontrado carbono-14. Como já foi visto nenhuma amostra com mais de 250.000 anos deveria conter carbono-14 devido à proporção atual de carbono-14 / carbono-12 na atmosfera atual.  

Conclusão óbvia é que as amostras consideradas do pré-cambriano não têm os 600.000.000 de anos que haviam sido atribuídos a elas. A datação utilizada anteriormente (na maioria (Urânio-Túrio, U/TH)) estava totalmente equivocada”. (do físico, doutor Adalto J. B. Lourenço).

Foto: http://www.scb.org.br

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