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Posts Tagged ‘Bíblia’

“Porque a nossa exortação não foi com engano, nem com imundície, nem com fraudulência, mas, como fomos aprovados de Deus para que o evangelho nos fosse confiado, assim falamos, não como para agradar aos homens, mas a Deus, que prova o nosso coração. Porque, como bem sabeis, nunca usamos de palavras lisonjeiras, nem houve um pretexto de avareza, Deus é testemunha. E não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados”, 1Ts 2.3-6.

Com população de aproximadamente 200 mil pessoas, Tessalônica era a maior cidade da província romana da Macedônia e capital da região. Por ela passava a via leste, a mais importante estrada romana – a Via Egnátia, que seguia de Roma ao Oriente. Isso tudo, mais o porto no Mar Egeu faziam da cidade um centro comercial próspero no domínio do Império Romano. Hoje é a cidade de Salonik, na Grécia Setentrional.

Caminho – primeiros cristãos

Nela havia um grande número de judeus, que provocavam a perseguição a Paulo (At 17.13), mas também foi por eles que o apóstolo iniciara a sua pregação quando esteve na cidade. Os judeus conheciam os seguidores de Cristo – os cristãos – como membros da ‘seita’ Caminho, conforme descreve Atos: “Persegui este Caminho até à morte, prendendo e metendo em prisões, tanto homens como mulheres”, At 22.4.

A Carta de Paulo aos Tessalonicenses é considerada a obra mais antiga do Novo Testamento. Como a Igreja ainda não possuía templos, que aparecem somente depois do ano 100, os crentes se reuniam em casas em assembleia, como ocorria em Tessalônica.

Paulo não arrisca, mas fala do que está em sua alma e exorta os crentes a serem seus imitadores (1.6-10), pois o Evangelho foi pregado sob a chancela do Espírito, isto é, com sinais – poder: “porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em pode, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amos de vós”, 1Ts 1.5.

O apóstolo estabelece forma especial que envolve a conversão a Cristo:

“1) o serviço de culto e obediência ao Deus vivo e verdadeiro, em vez de aos deuses falsos e mortos do paganismo e

2) a espera da chegada dos Céus do Filho de Deus que concretizará a salvação, livrando-nos da condenação no Juízo Final. “A menção da ressurreição de Jesus neste contexto, a primeira vez que aparece na literatura cristã subsistente, tem o propósito de mostrar-nos que podemos esperar que a pessoa histórica de Jesus venha dos céus como Filho de Deus – porque Deus o ressuscitou dos mortos.” (34-Comentário Bíblico, vol. 3, Evangelhos e Atos, Cartas e Apocalipse, 3ª. Edição, set-2001, Edições Loyola, São Paulo, 1999).

Aprovados e desclassificados

Preocupado em distanciar o espiritual do humano, ressaltando a mensagem como poderosa para a transformação de vidas, Paulo enfatiza essa diferença (1Ts 1.5), para deixá-la claro. Essa diferença se estabelece pela aprovação divina (dokimazo, aprovado, no grego – 1Ts 2.4).

Paulo deixa ressaltar a diferença entre os deuses mortos cultuados em Tessalônica e ainda eficiência da sua pregação, que também se distancia daquelas pregadas por pregadores e filósofos itinerantes, que buscavam fama, elogio, lucro e honras pessoais.

A questão da dependência da Igreja até que poderia ser exigida, segundo o próprio apóstolo – que pela primeira vez evoca o título de ‘enviado por Deus’ (apóstolo), conforme também 2Coríntios 12.11-12. Essa função caracterizada pela condição de testemunha da ressurreição de Cristo, isto é, somente os que viram Cristo ressurreto poderiam ser chamados apóstolo – mas ele prefere não ser pesado à Igreja (1Ts 2.6). Paulo atuava como fabricante de tendas (At 18.3).

Apóstolo do Senhor e dos homens

Ao contrário do que pensam hoje, o título de apóstolo indicava o transportador de mensagem – um tipo de enviado, a exemplo de funcionário de correio. Portanto, o valor estava na mensagem e não na pessoa. Esta poderia até ser morta, mas a mensagem deveria ser entregue ao destinatário a qualquer custo.

Embora a visão, que não passa de humana tão-somente, vislumbra posição semelhante a um executivo religioso, apóstolo não passava de servo, usado pelos seus senhores para transportar valores de um lado para outro.

Por isso Paulo mostra-se inserido como espetáculo ao mundo: “Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens”, 1Co 4.9.

O apóstolo cita a posição dos aprisionados pelos impérios, como o Romano, levados pelos exércitos, que serviam de espetáculo na entrada triunfal dos generais e seu exército de volta e prêmio de conquista. Após o exército, em último lugar. desfilavam os cativos para dar festa – o espetáculo – aos cidadãos do império triunfante.

Mas o apóstolo não é poupado por usar métodos semelhantes aos dos pregadores itinerantes de novas idéias, mensagens e filosofias, que figuravam como camelôs da informação. Muitos destes eram charlatães e tentavam atrair interessados por suas mensagens mirabolantes e, portanto, chamados faroleiros. Eram pessoas que usavam o discurso para burlar, com mensagens sem conteúdo.

Essa crítica não era exclusividade dos pensadores de Atenas, mas pairava na mente da população. Daí a necessidade de Paulo buscar na graça (unção) a diferença de sua pregação, caracterizada então, como Boa-Nova (Evangelho).

Esperar, mas sem parar, até a Volta do Senhor

Ainda sobre a dependência – tornar-se um fardo financeiro –, o apóstolo Paulo nota que os tessalonicenses pararam de trabalhar e passaram a esperar a iminente Volta de Jesus (Parousia, Dia do Senhor – manifestação da glória de Cristo).

Aproveitadores ministravam ensinos perturbadores, entre eles a iminência do Dia de Cristo. Eram falsos mestres. Diziam que Jesus estava às portas e daí a necessidade de manterem-se inertes, mas Paulo ensina que a Igreja não deveria ouvi-los.

Deveriam voltar ao trabalho, pois o que não trabalha também não deve comer, dizia ao usar o seu próprio exemplo (2Ts 3.6-15). Alguns reagiam com grande medo ao ouvirem sobre a proximidade do Retorno de Cristo, abandonavam o trabalho e passavam a viver na dependência de outras famílias, como verdadeiro peso à comunidade cristã.

“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e pela nossa compaixão com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavras, quer por epístola, como de nós, como se o Dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma, vos engane”, 2Ts 2.1-3.

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Conforme publicação do jornal português Correio da Manhã, a Arca de Noé descrita em Gênesis, fora encontrada por historiadores chineses. Os mesmos garantem que o objeto de madeira, preso na montanha, a 4 mil metros de altitude, tem 99,9% de ser a Arca do Dilúvio.

Yang Ving Cing, um dos historiadores, afirmou que a Arca está protegida no Monte Ararat há cerca de 4,8 mil anos. Esta informação corresponde à data indicada pela Bíblia em Gênesis. A grande caixa, conforme texto original bíblico, com medidas estabelecidas pelo Criador a Noé, para que ele, sua família e mais um casal de cada animal se salvassem do Dilúvio, flutuou durante o período chuvoso até parar no Ararat, na fronteira com o Irã.

Descobriu-se que o grande barco tem vários compartimentos, que segundo os historiadores, seriam as divisões para acomodar os animais. Agora os chineses pretendem solicitar à Unesco a classificação do local como Patrimônio da Humanidade, conforme o jornal espanhol 20 Minutos, citado pelo periódico português.

Fonte: Isabel Chaves (Correio da Manhã), Portugal, 2/maio/2010

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Confesso que fiquei pasmo, estarrecido, estupefato e não menos triste, quando vi em plena televisão, no programa Movimento Pentecostal, pela Rede TV (dia 12), o diretor da Casa Publicadora das Assembleias de Deus, Ronaldo Rodrigues de Souza, batizando uma pessoa em águas, em igreja no Rio.

Ocorre que Ronaldo nunca fora consagrado a qualquer função ministerial por não ter recebido o batismo no Espírito Santo. Na doutrina pentecostal, em especial assembleiana, todo e qualquer obreiro para ser levado tanto ao ministério quanto ao oficialato da igreja, necessita, primeiramente, passar pela confirmação do Senhor, que se dá pelo batismo no Espírito Santo.

O batismo é uma ordenança conforme doutrina cristã

Desde os diáconos a Bíblia estabelece a escolha de irmãos ‘cheios do Espírito Santo’. “Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos… E os doze, convocando a multidão dos discípulos, disseram: Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas. Escolhei, pois, irmãos, dentre vós, sete varões de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, aos quais constituamos sobre este importante negócio… E este parecer contentou a toda a multidão, e elegeram Estevão, homem cheio do Espírito Santo, e Filipe, e Prócoro, e Nicanor, e Timão, e Pármenas, e Nicolau, prosélito de Antioquia; e os apresentaram ante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos. E crescia a palavra de Deus, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia à fé”, At 6.1-7 e ainda: “fui feito ministro, pelo dom da graça de Deus, que me foi dado segundo a operação de seu poder”, Ef 3.7

“Não removas os limites antigos”

Sob o título A doutrina dos batismos, um dos pioneiros assembleianos Antonio Torres Galvão, escreve no Mensageiro da Paz (1a quinzena de janeiro de 1937, pág. 5) e ensina que “O batismo com o Espírito Santo e fogo (Mt 3.11, Mc 1.8, Lc 3.16 e Jo 1.33)… também chamado ‘o poder do alto’ (Lc 24.49) ‘a promessa do Pai’ (At 1.4), ‘o dom do Espírito Santo’ (At 2.38), ‘o dom de Deus’ (At 8.20) e ‘o selo da promessa’ (Ef 1.13), implica preparo para trabalho, correspondendo à unção com azeite, mencionada no Velho Testamento e ministrada aos que eram chamados ao ministério do Senhor”.

“O batismo com o Espírito Santo é ainda uma prova da ressurreição e glorificação do Senhor Jesus Cristo. Por isso é administrado pelo próprio Filho de Deus. As condições para se receber este batismo, encontramos nos capítulos 14, 15-16 do Evangelho segundo João (…) “…apesar de pertencer à esfera terrestre do Reino de Deus é, todavia, de caráter espiritual, visto que é administrado pelo próprio Senhor Jesus Cristo. O quarto faz parte da nossa disciplina e experiência, a fim de que sejamos aptos para toda a boa obra (2Tm 3.17)”.

Nunca se teve notícia, nem na história bíblica e muito menos na da assembleiana de um membro da igreja batizar outro. Será que os padrões assembleianos serão desprezados? Que o legado deixado por nossos pioneiros será jogado às traças? Isso é um verdadeiro absurdo e por isso não pude deixar de expressar-me, pois trata de ataque à base doutrinária e, sem ela, seríamos reduzidos ao Movimento G-12. Desde o princípio, a partir da escolha dos apóstolos, está patente o selo do Espírito: “…veio sobre eles o Espírito Santo e falavam em línguas…” (At 19.6) e ainda sobre a direção da escolha: “… pareceu bem ao Espírito Santo e a nós” (At 15.28).

Relapso

A quebra de paradigmas que representam o vigor da doutrina cristã reflete o relaxamento da nossa identidade e a perda de representação e respeito adquiridos ao longo desses 100 anos. A Assembleia de Deus no Brasil sempre recebeu o respeito pela representatividade, que ocorre pela preservação e proximidade da doutrina genuinamente cristã.

Sabedor das diretrizes doutrinárias bíblicas, Ronaldo fez questão de inserir sua imagem batizando uma pessoa em águas, uma vez que a palavra final de cada edição do programa (revisão final e aprovação de imagens) é dada por ele. A Bíblia é clara quanto ao desejo humano de possuir o espiritual à revelia: “O homem não pode receber coisa alguma, se lhe não for dada do céu” (Jo 3.27).

É o mesmo vento que aprova participação da Ceia do Senhor de pessoas não batizadas, de igrejas tidas como cristã, incluindo o catolicismo romano etc. Também de descaracterização do batismo nas águas, aceitando o pedobatismo e o de aspersão, dentre outras formas teológicas liberais. A Bíblia chama a atenção dessas tendências humanas: “e a unção, que vos recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nela permaneceis”, 1Jo2.27.

É a expressão do verdadeiro desprezo, tratamento com desdém das coisas sagradas. No memorial da Ceia do Senhor a Bíblia trata dos que não distinguem o corpo do Senhor, por não fazerem separação entre o sagrado e o comum, ordinário. O apóstolo Paulo ainda chama a atenção para a observação das ‘diretrizes básicas’ cristãs.

Inovação e novos modelos

Pastor Esequias Soares ensina que “Os fundadores de seitas costumam usar supostas revelações para enganar o povo”, como o G-12, justamente por estabelecer fundamentos em pensamentos humanos e não na Palavra de Deus. Somente a Bíblia é a fonte de autoridade na fé cristã (Is 8.20). Na filosofia da Igreja em Células “todos os crentes têm a unção e a capacidade para o ministério pastoral, assim, todos os crentes são pastores”, a partir de “princípios subjetivos”.

Esequias cita Valnice, notadamente “contra o atual sistema de governo da igreja, dizendo: ‘O modelo tradicional de igreja, centralizado em um pastor, um prédio e programas, já teve 17 séculos de atuação e deixou metade do mundo não evangelizado’. Mais adiante acrescenta’: ‘No modelo de Bogotá toda a estrutura visa, de fato, fazer de cada discípulo um ministro, um líder… (Valnice Milhomens, Op. ci., pp. 40-43).’”

Pastor Geremias Couto, ao falar de “possíveis distorções”, diz das chamadas “Igrejas Amigáveis (água com açúcar)”, com a ideia de que “a igreja precisa estar aberta ao novo, mas nem tudo que é novo é bom. Nem toda novidade tem legitimidade. É necessário pensar”, e sentencia: “Não é preciso mudar o modelo assembleiano, que tem funcionado no decorrer do tempo. Davi não sabia usar a armadura de Saul, mas sabia perfeitamente usar a funda, com eficiência que ia além da capacidade ou condições de vencer batalha que a armadura oferecia a Saul”.

“Ninguém toma para si essa honra, senão aquele que é chamado”.

Foto: Blog Missões aos Povos

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Somos do ponto de vista teológico resistente ao Liberalismo, de ideias progressistas que levam ao distanciamento das bases bíblicas e fortalecem o agnosticismo. A preocupação aumenta mais porque a História tem mostrado que as principais oposições à Palavra partem sempre de entre nós, dos de casa, pois os principais teólogos liberais e agnósticos são protestantes.

Resisti ao máximo para não tecer comentário sobre o assunto, que trata da edição da Bíblia de Estudo Dake, pela CPAD, por motivos fáceis de qualquer um compreender. Porém, dado à gravidade do fato, tendo em vista a época, o crescente Liberalismo e mais uma série de ismos, próprios do Final dos Tempos, não tive alternativa.

Na editora ouvi discussões sobre o assunto e ainda a manifestação de preocupação por pessoas do setor de edição, quando a publicação da citada Bíblia chegou a ser cogitada. O alerta dizia sobre as contradições expressas em seus comentários, notadamente heréticos. Embora tenha lados positivos, os negativos imperam e a torna imperfeita.

Relativismo

Por que a preocupação? Há riscos? Bem, é importante afirmar que a editora, após a publicação na internet das falhas na versão original, divulgou ter retirado tais agressões doutrinárias, da ´versão brasileira´. Portanto a nota autentica as afirmações divulgadas na web.

Por outro lado, existem os oportunistas para explorar a falha, mas isso não desmerece o fato em si, uma vez que se trata de arranhão à doutrina esboçada pelas Assembleias de Deus. Essa contradição teria sido suavizada se a editora tivesse, além da exclusão dos pontos heréticos, inserido na edição, nota de esclarecimento sobre os pontos controversos, pois a Bíblia diz que é “Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova” (Rm 14.22).

A grande questão é que estamos diante da hercúlea ameaça do Relativismo. Tudo agora, ao homem natural, é relativo. E esse é o grande mal. Após o Iluminismo, a razão passou a ameaçar a fé e o Século das Luzes quis enfrentar o “Pai da Luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação” (Tg 1.17). Desde então, a Verdade Eterna passou a ser vista como Relativa e não Absoluta, como permanece, e o Deus exposto nos comentários da Bíblia de Dake é relativo, pois é apresentado como homem.

Depois que o Ocidente assumiu filosofias orientais, a partir de Bruce Lee, hoje se prega o equilíbrio de forças (energias) positivas e negativas, o bem e o mal. Ensinam que o homem viverá bem e alcançará o zênite, se conseguir o equilíbrio, sem precisar divorciar-se de um dos lados. É o que a Nova Era chama de convergência para a harmonia. Para chegar ao Bem, a pessoa precisa também aceitar o Mal. É ainda a doutrinação da esquerda, em busca de um mundo bom para todos, sem distinção de sexo, sexualidade, etnia, religião, classe social…

O enfrentamento dos Cambistas

Jesus jamais aceitou esse tipo de troca (permuta, barganha, câmbio), conforme lemos na questão dos cambistas no Templo. O que eles fizeram era realmente algo promissor, pois os judeus não precisariam mais carregar animais pelas estradas poeirentas rumo ao sacrifício no Templo, em Jerusalém. O câmbio no próprio Templo, entre moeda e animais para o sacrifício, mostrou-se avançado para a época e humanamente ´tremendo’. Porém, o que se via era um mercado sedutor, que rendia muito aos sacerdotes. Estes, de olho no lucro, faziam vistas grossas quanto às exigências divinas de pureza dos animais, que passaram a constituir simples produtos lucrativos, enquanto a exigência do Consumador do sacrifício fora negligenciada.

Nunca de uma mesma fonte jorra água doce e salgada (cf Tg 3.11-12). Este é um argumento que usamos para refutar a doutrina espírita. Segundo ela, um mesmo espírito pode ser bom e mau, pois todos são desconhecidos. Mas a base da vida cristã firma-se na pureza e, portanto, reprime a mistura. Israel sofreu muito no deserto por causa da mistura ocasionada pelo “populacho”, que seguiu com eles, desde o Egito.

Quando Satanás quis negociar com o Senhor chegou a usar a Bíblia (cf Lc 4.10), porém, o Senhor disse-lhe: Retro Satanás! Jamais Jesus quis conversa, construir comentários, trocar ideias, dividir espaço, procurar saber se porventura havia algo aproveitável etc… simplesmente estabeleceu: Para trás!

Diante de tais fatos é preciso deixar claro: Essa Bíblia tem heresias ou não? A confirmação deverá ser seguida da ética cristã, como na referência do livro Comentário Bíblico Pentecostal (CPAD), em que “a carta de Tiago foi reconhecida como um exemplo de ´paraenesis´ religiosa, isto é, de ensinamentos éticos arraigados – crenças e valores religiosos”.

Ainda segundo o livro, “O maior objetivo de Tiago era mudar o comportamento de seus leitores através da condenação das más obras (chamadas de ´pecados de comissão´ pelos teólogos mais recentes) e até a identificação da omissão de alguém quanto a realizar boas obras (4.17, mais tarde chamada de ´pecados de omissão´). Ele identifica a raiz do problema e considera esse comportamento como estando relacionado à ´sabedoria´… Faz um contraste entre a sabedoria que é ´terrena, animal e diabólica´ que leva a uma atividade pecaminosa, com a ´sabedoria que vem do alto´, que leva a um comportamento que lembra o que Paulo chama de ´fruto do espírito´… Se os crentes desejam conseguir viver de forma agradável a Deus, não só pelo que evitam fazer, mas também pelo realmente fazem, deverão ter essa sabedoria celestial ao invés de uma sabedoria terrena”.

Obras não canônicas

Temos ainda, dentro desse mesmo ponto de vista, as obras apócrifas (não canônicas) surgidas durante o período da Igreja Primitiva. Inúmeras delas continham boas informações, ensinos, mas eram contidas também de heresias. Este “pequeno tropeço” foi o bastante para que tais obras não fossem reconhecidas como inspiradas. Todas foram descartadas, proibidas e banidas do seio da Igreja. Esta foi a forma de preservar a Igreja de ensinos heréticos e de “pequenos” desvios, que hoje, possivelmente, seriam hercúleos.

Como editora de confissão religiosa, a CPAD deve submeter-se aos padrões da própria denominação. Ser vista como detentora de tal doutrina e portar-se como referência na oferta de produtos de ideário igual ou de semelhança assembleiana.

Raposinhas

Dentre os produtos que ressaltam tais referenciais figura o livro Cristianismo em Crise de Hank Hanegraaff, editado pela própria CPAD. O subtítulo do livro alerta: “Um câncer está devorando a Igreja de Cristo. Ele tem de ser extirpado”. No capítulo que trata sobre Bíblias, Hanegraaff chama a atenção para as Bíblias recheadas de heresias como a Tradução do Novo Mundo (New Word Translation, das Testemunhas de Jeová) e cita outras “de qualidade questionável, que não recomendamos, como… a Dake´s Annotated Reference Bible” (nome em inglês).

Hanegraaff diz ainda: “Talvez a pior coletânea de falsos ensinos seja a popular Dake´s Annotated Reference Bible. ´Deus… vai dum lugar para outro num corpo como o de todas as outras pessoas´, diz Dake. Ainda sobre Deus, Dake afirma que Ele é apenas um ´ser de tamanho ordinário. Ele usa roupas… como… descansa… habita numa mansão, numa cidade localizada num planeta material chamado Céu”.

Sobre Jesus “Logo na primeira página do Novo Testamento, Dake escreveu que Jesus `tornou-se o Cristo, ou seja, o Ungido, 30 anos depois de ter nascido de Maria`. Ora, qualquer pessoa que tenha cantado ou ouvido algum hino de Natal com fundamento bíblico está familiarizada com o trecho de Lucas 2.11, que diz: `Pois na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor”.

De volta ao curso

Embora lamentável, sabemos que medidas satisfatórias serão tomadas para eliminar tal discrepância. Isso deve ocorrer a partir da análise do Conselho de Doutrina e do de Apologética, liderados, respectivamente, pelos nobres pastores Paulo Freire e Esequias Soares, convocados pelo presidente da CGADB, pastor José Wellington, para análise crítica da obra.

Cremos que não existiu a intenção deliberada de trilhar por caminhos “estranhos” à doutrina bíblica e solapar o crédito construído nestes 100 anos. Entretanto, não acredito que a simples reedição da obra, o que a editora faz agora, seria o suficiente para corrigir os erros tanto da Bíblia quanto da iniciativa de editá-la. Isto porque valores humanos, temporais, financeiros e de terceiros, influenciadores de forma indireta, jamais poderão exceder aos eternos, pois são infinitamente menores e efêmeros.

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Já fora dito que “se o Diabo não existe tem alguém fazendo o seu papel e muito bem”. “Deus da Bíblia é má pessoa’, diz José Saramago”’, da France Presse, em Lisboa, 21/10/2009 – Folha

Caso o escritor português fosse realmente ateu, certamente diria:

– Sou ateu, graças a Deus!

Ora, assim como tantos outros, as agressões ao Criador não refletem a real crença dos ditos ateus; são indicações claras de amargas frustrações. E por que atacar justamente a Bíblia se ela não representa realidades?! É simples: o ateísmo tornou-se uma das mais célebres religiões do homem pós-moderno!

Lógico que, muito esperto, Saramago levantou a polêmica para estabelecer o marketing de seu livro. Essa foi também a notável estratégia percebida pelos católicos romanos, ao afirmaram ser uma “operação publicitária”.

É a primeira falha em seu caráter, uma vez que sua crítica tem alvo e lança para o interesse tão somente pessoal: “O escritor português José Saramago, prêmio Nobel de Literatura em 1998, voltou a criticar a Bíblia nesta quarta-feira, reavivando a polêmica levantada por seus comentários por ocasião do lançamento de seu novo livro, Caim“.

Em segundo, ele tenta destacar a Bíblia como livro exclusivo e não inclusivo, o eu não corresponde à realidade exposta e experimentada por sua validação pela criatura, pois “… o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza…” (1Ts 1.5).

Por certo, seu romance poderia ter outro personagem que não fosse bíblico, caso não houvesse tanta importância como ele tenta impingir. Estratégia de marketing?! Obvio! De português diríamos que ele se mostra bom professor, remetendo para “o aprendizado” lançado às ex-colônias que, no Brasil, sua atitude é identificada por malandragem. Sua súcia está acobertada pela fama.

Além de coexistir com o engano ele quer enganar a quem?

Depois, é importante saber que as Sagradas Escrituras não constituem livro para o uso exclusivo de grupos, nação ou tão somente para contemplar a cultura judaico-cristã. A Bíblia retrata o Criador e a criatura e, portanto, toda a humanidade.

Ao contrário do que fez, a Bíblia deveria ser elogiada por sua independência editorial, ao produzir comentários abertos de pessoas que tiveram práticas condenáveis. Por outro lado, ela ainda tem fim pedagógico. Todos os erros registrados foram expostos e tiveram duras penas, dentro do conceito da causa-efeito, conforme estabelece a Lei da Ceifa, expressa na Bíblia: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. O plantar é facultativo, mas o colher é obrigatório. E isso vale para todos os humanos e não somente para o cristianismo, como ele pretende mostrar.

Se o Livro Sagrado fosse exclusivo, ressalvando as questões existenciais não resolvidas e que levaram Saramago a ser tão ácido e opositor ao Criador – literalmente um diabo – o escritor teria razão. “Sou uma pessoa que gera anticorpos em muita gente, mas não ligo. Continuo fazendo meu trabalho”, diz.

Ocorre que o propósito da revelação bíblica é claro: Não faça igual para não ser punido.

Também porque Deus não trata ninguém com exclusividade. Ele está dirigindo-se às suas criaturas, sem distinção e independente de aceitá-lo ou não. Nisto, para Ele não existe barreiras étnicas, fronteiras de nações, condições sócio-econômicas ou políticas.

E mais: a liberdade da qual diz usufruir, emana da Graça divina, que estabeleceu o livre arbítrio ao homem (c/ref Gn 11.6): “Às vezes dizem que sou valente. Talvez seja valente porque hoje não há Inquisição. Se houvesse, talvez não teria escrito este livro. Me apóio na liberdade de expressão para poder escrever”.

Obs.: A Inquisição jamais pertencera à Igreja, senão do catolicismo romano e tampouco fora divina.

Por fim, podemos afirmar que a agradável e bela experiência que emana do entusiasmo (literalmente cheio de Deus), jamais poderia ser percebida por um tolo, pois a essência da vida não está na efêmera existência humana, mas na percepção real do Eterno. Os que não o sentirem hoje, sentirão o resultado da obstinação, conforme o próprio Livro Sagrado expressa.

As polêmicas do escritor português terão fim, porém, o Altíssimo permanecerá. Outros néscios virão e da mesma forma passarão, mas a Verdade divina permanecerá para sempre (c/ref Is 40.8 e Mt 24.35).

Não tenha dúvida!

Com José Saramago Deus é Deus; sem ele, Deus permanece Deus!

Pobre homem!

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Nos últimos tempos, aquilo que era privilégio de algumas regiões, do Velho Mundo e dos Estados Unidos, hoje grassa o mundo. Temos muitos avanços sociais, porém, convivemos com outras realidades incompreensíveis, com cara mais para a Idade Média, que propriamente o século 21. Ainda nos debatemos com governos tiranos, ditadores; a falta de higiene do povo, a brutalidade humana, o desrespeito entre as pessoas, ignorância, pequenez mental…

Dentre alguns disparates fui atraído por algumas matérias da revista Veja desta semana (22/julh), e não pude deixar de comentar.

Avanços?

“Em termos sociais e políticos, a Espanha é um país tão à esquerda quanto possível na civilização contemporânea. Gays podem se casar e adotar filhos, todos os ministros da Defesa do Governo Zapatera se declararam pacifistas (“Prefiro morrer a matar”, disse um) e no ano passado o Parlamento aprovou uma lei que confere alguns direitos fundamentais aos grandes símios, como chipanzés e gorilas” (Viva el toro, Panorama, Veja, 22/7/09), que comenta a “barbárie pura” das touradas, envolvendo homens embriagados, no espetáculo grotesco em que os touros são mortos brutalmente mortos, aos poucos e de forma desumana, em uma festa politicamente correta, quando alguns homens também morrem, no espetáculo da cultura espanhola.

Em função do cuidado que o Criador tem com os animais, com foco ao gado, está explícito na Bíblia, quando diz: “Não atarás a boca do boi, quando trilhar”, Dt 25.4.

Cachorrada

Na capa a mesma revista, tem a manchete do avanço de uma cultura tipicamente capitalista, consumista e exibicionista, portanto, não menos materialista “Eles venceram – Cães e gatos são tratados como filhos em milhões de lares brasileiros, que gastam com eles 9 bilhões de reais por ano”. Como diz a esposa de um diretor de empresa, “prefiro meus cachorros a filhos”. Um amigo que morou nos Estados Unidos disse-me que muitas mulheres separavam-se de seus maridos para adotarem cães como companheiros.

Segundo a revista, nos Estados Unidos e Europa os bichos já são considerados humanos – como membros da família – por 30% da população. Essa mesma doença era exposta pela mulher citada acima, que chegava a influenciar a insinuar que os cães também farão parte da Eternidade e desfrutarão dos Céus.

Toda a reação desequilibrada, mostrada pela revista mostra, quando afirma que os donos não sabem impor limites, reflete os efeitos de uma sociedade doentia, distante do Criador e que, portanto, ama mais a criatura que o Criador, conforme sentencia a Bíblia.

Cachorro desfila em evento anual de moda canina, em Bangkok, na Tailândia (Foto: abril.com)

Cachorro desfila em evento anual de moda canina, em Bangkok, na Tailândia (Foto: abril.com)

Cuidar dos animais é obrigação de todos

No livro Fronteira Final, escrevo sobre a natureza e a mordomia cristã. Algumas bandeiras naturalmente cristãs, portanto nossas, foram “transferidas” pelo secularismo, como fumar faz mal à saúde; sexo fora do casamento causa males, desajustes e transtornos; filantropia (assistência social); e o próprio cuidado com o meio ambiente.

“A primeira referência que trata da responsabilidade do homem com a natureza está em Gênesis. Ao homem foi dada a missão de lavrar (fazer uso), e de guardar (proteger), a Terra. A determinação divina indica a ação humana como mordomo e não como explorador negligente. Mordomo porque a Terra e tudo o que nela há é do Senhor. Ninguém é (ou pode ser) dono eterno de nada, muito menos da Terra ou de qualquer porção dela.”

Quando o Senhor estabelece a possessão de Canaã a Israel, “estabelece regras que visavam o descanso e reciclagem da terra (Lv 25). Os animais também deveriam ter o devido respeito dos moradores da terra, quisessem estes ter seus dias prolongados”.
Com isso, “O Senhor preocupou-se com detalhes que inclui o ser indefeso e frágil, presa fácil da maldade, como o filhote e a mãe-pássaro. Esta deveria receber o devido cuidado e carinho para continuidade da criação”. “Quando encontrares algum ninho de ave no caminho, em alguma árvore ou no chão, com passarinhos, ou ovos, e a mãe posta sobre os passarinhos ou sobre os ovos, não tomarás a mãe com os filhos; deixarás ir livremente a mãe e os filhos tomarás para ti; para que bem te vá, e para que prolongues os dias”, Dt 22.6-7.

Cachorros educados, homens mal educados

O pior é notar a orientação de adestradores de cães, que indicam primeiramente aos donos a educação, para depois educar os animais. É a receita para não ter que arcar com causas semelhantes às dos filhos: animais neuróticos!

Mas isso não é tudo, pois existe um fundo de verdade. Pessoas violentas e que não tratam seus animais com equilíbrio, influenciam os próprios bichos. Se por um lado, o Juízo Problemático dos espanhóis, é assustador, ao incluir os macacos em pé de igualdade aos homens, o jornalista Marcelo Marthe, insere na matéria da Veja, a apologia do filósofo australiano Peter Singer. Ele “defende a igualdade plena de direitos entre homens e animais”. Segundo a revista, a dificuldade de Singer perceber a superioridade humana sobre os animais “uma forma de discriminação tão insustentável quanto o racismo” (se bem que racismo, deriva-se de raça e quem a detém são, somente, animais, pois o homem é um ser único e não deriva-se de raças, mas de etnias).

Vemos pessoas beijando bocas de cachorros, bichos que não guardam nenhum conceito de higiene, que lambem órgãos seus e de outros, desguarnecidos de qualquer proteção, senão tomados por milhares de bactérias, dentre outras ações imundas, enquanto crianças são preteridas, como na filosofia da mulher do diretor. Por outro lado, creches públicas, lares e casas de menores estão lotados de crianças à espera de adoção, e que poderiam ser educadas, receber amor e carinho humanos, com muito menos investimento.

Vale observar que sempre gostei e já criei várias espécies de animais. Atualmente criamos dois cachorros – um de grande porte e outro pequeno. Minha esposa é que mais cuida dos dois, como indica a pesquisa da revista Veja, com 66% às mulheres, porém, fico preocupado quando viajamos e deixamos os bichos a sós em casa, embora com todos os cuidados preestabelecidos.

Transformação humana

“Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem do homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis”, Rm 1.18-23 (Meio Ambiente: Qual é a nossa mordomia?, do livro Fronteira Final/CPAD, Antônio Mesquita).

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O lançamento da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) é super interessante porque reúne informações abrangentes, que auxiliam os leitores no entendimento das Sagradas Escrituras. O Manual Bíblico SBB, publicação sem tendência doutrinária, foi criada para ser usada com a Bíblia em qualquer versão ou tradução. O diferencial deste livro é a junção em uma só obra de valiosas informações que antes só podiam ser encontradas em vários livros e de diversas referências.
 
O Manual analisa cada livro bíblico parte por parte e oferece resumos e anotações. Ilustrações, mapas e diagramas – todos em cores – esclarecem o significado do texto bíblico e permite que interesses específicos sejam investigados em detalhe.

Lançamento reúne informações que auxiliam os leitores no entendimento das Sagradas Escrituras

Lançamento reúne informações que auxiliam os leitores no entendimento das Sagradas Escrituras

Dividido em quatro seções
1) Introdução à Bíblia – Começando a estudar a Bíblia; A Bíblia no seu contexto; Entendendo a Bíblia; Transmitindo a história; A Bíblia hoje; 2) O Antigo Testamento – Os Cinco Livros; a História de Israel; Poesia e Sabedoria; Os profetas; 3) O Novo Testamento – Os Evangelhos e Atos; As Epístolas; 4) Auxílio Rápido – O guia de consulta rápida é um diretório da Bíblia e do material contido no livro. Ele aponta os principais personagens, lugares, acontecimentos e ensinamentos bíblicos.
 
A riqueza do conteúdo da obra não pára por aí. Ela contém ainda: Guia da Bíblia de 680 páginas, dividido em seções, com anotações explicativas sobre palavras-chave e questões de significado e interpretação; 126 artigos de especialistas sobre o contexto e o uso da Bíblia, além de assuntos de interesse especial; mais de 700 fotografias e ilustrações coloridas, retratando com vivacidade o mundo dos personagens e acontecimentos bíblicos; 68 mapas colocados em pontos fundamentais, com localizações e outros detalhes necessários ao estudo do texto, 20 quadros e diagramas, apresentando informações históricas e contextuais de forma visual e prática.
 
Identificação
O Manual Bíblico SBB é uma verdadeira edição acadêmica em papel cuchê, no formato de 16 x 24,5cm, 816 páginas, em quatro cores e belas fotos de páginas duplas, de capa dura e ilustrada, a R$ 59,90. Informações pelo 0800-727-8888.

Eu gostei da obra e a recomendo.

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