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Posts Tagged ‘apocalipse’

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Na última semana, o gerente de Produção da CPAD, Ruy Bergsten, já estava com o miolo do livro impresso e costurado, conforme se vê na foto de Solmar Garcia (Jornalismo da Casa).    

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A capa do livro em impressão e análise no sistema computadorizado da impressora Speedymaster da gráfica/CPAD, na semana passada.  

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A capa já impressa. Só restam o tratamento final, dobra, encadernação ao miolo e refile (aparo das pontas da capa e do miolo), tudo feito em uma única máquina, também na CPAD (Fotos: Solmar Garcia/Jornalismo-CPAD).

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Homem reza em meio a escombros das casas destruäas pelo Sidr, em Bangladesh
da Folha Online

As catástrofes em 2007 ligadas ao clima, como inundações, secas, tempestades e ondas de calor, fizeram mais vítimas principalmente na Ásia, de acordo com um relatório publicado nesta sexta-feira por um centro de pesquisas colaborador da ONU.

As inundações, que representaram a grande maioria das catástrofes climáticas, mataram 8.382 pessoas em 2007, ou seja, muito mais que a média dos sete anos precedentes (5.407 mortes), segundo o Centro de Pesquisa sobre Epidemiologia dos Desastres (Cred, na sigla em inglês) da Universidade católica de Louvain (Bélgica).

As catástrofes naturais em geral –climáticas, mas também terremotos, etc– fizeram no total 16.517 mortes no ano passado, menos que em 2006 (21.342 mortes). O número de pessoas atingidas, em contrapartida, aumentou consideravelmente, sendo quase 200 milhões contra 135 milhões em 2006, de acordo com o estudo anual do Cred.

Sobre este total, a grande maioria (164 milhões) foi vítima de inundações, sendo metade na China durante as cheias dos meses de junho e julho, afirmou a diretora do Cred, Debarati Guha-Sapir. Entre 2000 e 2006, cerca de 95 milhões de pessoas foram atingidas por inundações.

Sem citar os efeitos da mudança climática, Guha-Sapir assinalou que os fenômenos meteorológicos matam cada vez mais: as tempestades provocaram 5.970 mortes no ano passado contra 3.127 em média desde o início da década.

Este aumento de vítimas parece também estar ligado ao crescimento sem planejamento nos grandes países emergentes da Ásia.

“Está diretamente relacionado com as políticas de desenvolvimento ou com a ausência delas”, declarou a diretora do centro. No futuro, “a China e a Índia vão certamente sofrer um aumento” das inundações, acrescentou.

No ano passado, as dez catástrofes mais mortíferas estavam ligadas ao clima, exceto uma –o tremor de terra de agosto no Peru (519 mortes).

Bangladesh sofreu as duas catástrofes mais graves, com o ciclone Sidr em novembro (4.234 mortes) e as inundações do verão (1.110 mortes).

A Ásia, portanto, foi de longe a área mais atingida pelas catástrofes. O continente sofreu oito dos dez acontecimentos mais graves, sendo os outros dois no Peru e na Hungria, que foi vítima de uma onda de calor que matou 500 pessoas.

Os Estados Unidos sofreram o maior número de catástrofes naturais (22), na frente da China (20) e da Índia (18).

Com France Presse

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u365009.shtml

*Foto: Air Abdullah/Efe (extraída do FolhaOnline)

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ISABEL SACO
da Efe, em Genebra

Relatório apresentado nesta sexta-feira pela ONU (Organização das Nações Unidas) indica que a freqüência dos desastres naturais relacionados à mudança climática está aumentando. O documento compara a média atual com a média registrada entre os anos de 2000 e 2006.

Das 197 milhões de vítimas por desastres naturais, 164 milhões foram por inundações.

A Ásia foi o continente mais afetado pelas catástrofes naturais, sendo cenário de oito dos dez maiores desastres do ano passado –incluindo seis inundações.

As inundações foram os únicos desastres que aumentaram de maneira significativa, registrando-se 206 só no ano passado. Nos últimos sete anos a média foi de 172.

O país mais afetado por mortes foi Bangladesh, com mais de 5.000, seguido da Índia (1.103), Coréia do Norte (610), China (535) e Peru (519), segundo o relatório, que foi elaborado pelo Cred (Centro de Pesquisa da Epidemiologia dos Desastres), organismo que tem sede na Bélgica.

A região asiática concentrou 74% das mortes, seguida do continente americano, com 12% — afetado pelo terremoto que sacudiu o Peru em agosto do ano passado e pelas tempestades tropicais no Caribe –informou o diretor do Cred, Debarati Guha-Sapir.

O número de vítimas mortais, no entanto, foi menor em 2007 –16.517 mortos– diante da média de 73.931 registrada entre 2000 e 2006.

Os EUA, com 22 catástrofes naturais em 2007, foi o país mais afetado, seguido da China (20), Índia (18), Filipinas (16) e Indonésia (15).

O especialista afirmou que o impacto das mudanças climáticas na incidência de catástrofes naturais é provado pelo aumento de inundações, furacões e tempestades tropicais, claramente influenciadas pelo fenômeno planetário.

“A tendência atual é consistente com os prognósticos do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), e a Ásia e a África do Oeste já estão sofrendo inundações mais severas e seguidas”, comentou, ao se referir à equipe de cientistas que estudam o fenômeno por encomenda da ONU.

Guha-Sapir também disse que existe a possibilidade de doenças infecciosas –como dengue e leptospirose, transmitidas, respectivamente, por mosquitos e ratos– se expandirem nos próximos cinco anos, conforme aumenta a incidência das enchentes. De acordo com ele, é possível que estas doenças cheguem, inclusive, à Europa e aos EUA.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u364978.shtml

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01) As Pedras (de gelo) Anunciam o Fim

02) Superaquecimento e Catástrofes

03) Meio Ambiente: Qual a nossa Mordomia?

04) Nova Era – A Construção Sobre Areia

05) Explosão de Conhecimento – O Avanço Tecnológico

06) Falência do Sistema Financeiro

07) Globalização – O Aparecimento do Último Império

08) Pós-modernidade: O Apocalipse do Mundo Atual

09) A Besta e o Controle por um Líder Universal

10) Profecia de Oséias: O Grande e Terrível Dia do Senhor!

12) Fidelidade da Palavra

13) Revelação às Igrejas da Ásia

14) Plano Divino – O Futuro e o Arrebatamento

15) O Alerta dos Pólos

16) Assim como o Planeta, Mudamos muito Também

17) Penúltima Página

18) Última Página

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Nos últimos 25 anos, o degelo da calota polar da Groenlândia duplicou, segundo o Centro Nacional de Pesquisa Científica da França (CNRS), abr/2007. “De 1979 a 2005, a superfície afetada pelo degelo na Groenlândia aumentou 42% e a temperatura média da estação estival aumentou 2,4 graus centígrados”.

 

Enquanto isso, o aumento da temperatura média da superfície da Terra, ocasionará a elevação global do nível dos oceanos de cerca de 0,09 a 0,88cm entre os anos de 1990 e 2100, conforme previsão do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da (ONU) e da Organização Mundial de Meteorologia (OMM).

Dos 38 milhões de quilômetros cúbicos de gelo concentrado no planeta, em terra firme, 32 milhões de quilômetros cúbicos estão na Antártida. Se todo esse gelo derreter, transformará em 33 milhões de quilômetros cúbicos de água. Todo esse volume de água varreria em torno de 5 milhões de quilômetros quadrados de terra, localizados nas proximidades oceânicas do mundo.

 

Na última reunião do mundo da ONU, sobre mudança climática, envolvendo 190 países, em Bali, na Indonésia, em dezembro (2007), não houve muito progresso. O documento estabelece a meta de redução entre 25% e 40% da emissão de gases até 2020.

*Imagem extraída do sítio http://www.metsul.com

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O livro Fronteira Final já teve o oquei final no Setor de Arte da CPAD e foi para a gravação para, em seguida, ser impresso, tanto a capa (em cores) quanto o miolo. Temos muitas ilustrações para melhorar ainda mais a compreensão dos textos. No capítulo em que tratamos sobre as igrejas (As Sete Igrejas da Ásia), inserimos um quadro para cada igreja, com indicação de suas características, falhas e aprovações, bem como a localização e retrato da cidade, que dá o nome àquela igreja.

O livro tem ainda, no final de cada capítulo, o tópico Aplicação, justamente uma reflexão sobre o assunto.

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Depois de deparar-me com tanta informação na mídia, sobre um único assunto, fiquei perturbado. Há quase 30 anos, coleciono recortes de jornais e revistas. São informações gerais sobre mudanças na natureza, no comportamento humano, nos avanços científicos, nas reações religiosos com significado avanço de heresias, ausência de líderes – em todos os setores sociais. Esta falta leva o mundo para um único sentimento em busca de um líder mundial.

Diante de todos esses fatos verifica-se a incapacidade humana para resolver crises, como a moral, sócio-econômica e financeira do mundo, o avanço da social-democracia, com a queda do famigerado comunismo, as novas pragas e doenças, o aumento da fome e a falta de perspectivas.

Agora, confesso fiquei surpreso. Pela primeira vez percebeu-se que o mundo todo dobrou-se diante do perigo, dos riscos. A verdade é que a doença anunciada há tanto tempo, levou o enfermo globo terrestre ao pedido de tratamento intensivo, ou então, morrerá.

É oficial: o mundo está nas últimas. Existe ainda uma sobrevida, mas não por muito tempo. Sobre isso todos já sabíamos, mas é sempre bom ter uma luz piscando: isso vai nos fazer lembrar da veracidade da Palavra e ainda mostrar que se não pregarmos o Evangelho – a mensagem do Reino – as pedras clamarão. E olha que já faz algum tempo que as pedras estão falando! Será que emudecemos? Ou é porque não estamos conseguindo processar os sinais por sua tão marcante intensidade e abrangência. A mídia em todo o mundo publicou matéria em tom de alerta, com base no relatório da ONU sobre a ameaça de degelo polar. O meio ambiente está enfermo e coloca o mundo na UTI.

Nunca se viu algo tão amedrontador, desde 1850, quando a medição da temperatura da Terra passou a ser medida de maneira mais confiável. A elevação nos últimos anos acelerou com o aumento de 0,13ºC por cada década. A concentração de CO² na atmosfera, a partir do século 18, com a Revolução Industrial, quase duplicou e passou de 220 partes por milhão (ppm) para 383.

O que mais assusta é que a segunda parte do relatório denominado AR4, apresentado em abril/2007, indica que o Sol “leva a culpa” por somente 7% do aquecimento…

Partimos para uma luta que revigora os mesmos motivos que provocaram a perseguição à Igreja Primitiva, conforme o registro de Atos 16.19-22: “… prenderam Paulo e Silas, e os levaram à praça, à presença dos magistrados. E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens sendo judeus, perturbaram a nossa cidade. E nos expõem costumes que não nos é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos. E a multidão se levantou unida contra eles”. Segundo o escritor norte-americano Ralph Waldo Emerson, “O mundo tenta castigar os que não se conformam”.

De tudo isso, podemos chegar, com certeza, a uma conclusão: Não se vê mais pregações sobre a Volta de Jesus, como se via antes, não é mesmo? Mas há 53 referências na Bíblia que descrevem a Volta de Jesus e suas bênçãos (James K. Bridges-AD/EUA, Pentecostes dez/2001). A Bíblia segue alertando:

“Por isso, estai vós apercebidos também, porque o Filho do Homem há de vir à hora em que não penseis” (Mt 24.44). “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor”, Mt 24.42, mas “quando virdes todas essas coisas, sabei que Ele está próximo”, Mt 24.33.

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