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Mesa diretora da Convenção Geral das ADs reunida nesta terça, em São Paulo

Mesa diretora da Convenção Geral das ADs reunida nesta terça, em São Paulo

Hoje, em São Paulo, pastor Ival Teodoro, presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Paraná (Cieadep), da União dos Ministros das Assembleias de Deus da Região Sul (Umadersul) e líder da AD em São José dos Pinhais (PR), assumiu a vice-presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Com a mesa diretora, a reunião foi realizada em um hotel no Tatuapé, bairro da capital paulista, ao lado do Belenzinho.

A vaga estava em vacância desde a renúncia do pastor Ubiratan Batista Job, eleito em abril de 2013, que teve de sair, inclusive da igreja no Rio Grande do Sul, em julho, por problemas não condizentes com a doutrina da igreja. O segundo mais votado para a 1ª vice-presidência, pastor Ival foi então convocado para assumir a vaga, nesta terça-feira (20/9).

Pastor Pedro Damasceno

Pastor Pedro Damasceno

Pastor Ival é o segundo vice a assumir a diretoria. O primeiro foi pastor Pedro Aldi Damasceno, líder da AD em Viana, no Maranhão e presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no estado do Maranhão (Ceadema).

Fonte: Tiago Bertulino.

OVELHA
A questão da suposta necessidade de adequaçõesà realidade cultural das doutrinas básicas ou fundamentais da Igreja (cf At 2.42), mostra-se impensável e não convincente.
Diferente de toda regra básica de interpretação do texto bíblico, a relativização leva à abertura ou quebra de regras e, portanto, perda gradativa e continua de identidade.
No próprio seio cristão temos exemplos de instituições que, ao assumirem a suposta representatividade cristocêntrica, não a fez a contento, tornando-se um amontoado mítico e religioso, bem distante da piedade.
Relativismo é irmão da tolerância e estes representam a ruptura e destruição de paradigmas elementares à identidade.
Igreja, embora à semelhança de um clube, associação (de pessoas), tem perenidade que transpõe fôrmas, fórmulas e métodos de concepções humanas, por seu cunho espiritual. Este não se restringe à humanidade e sua temporaneidade, pois tem concepções eternas, isto é, sem travas relativas à matéria, tempo e respectivo espaço.

ÚNICO E SEM
CORPOS ESTRANHOS
Em sua convocação extraordinária, por seu Líder, o Cristo Eterno, na Parousia, não poderá haver discrepância na questão de adesão de membros ou filiados.
Como poderia haver regras e tratamentos diferenciados tratando-se de algo que extrapola o temporal?!
Não seria um Reino justo, mas injusto e imperfeito! O que diriam os cristãos primevos ao Líder maior?! Seriam reprováveis se ficassem indignados com o possível Relativismo ‘adotado’, pela forma seletiva para adoção de novos membros do mesmo Corpo?!

‘CULPA EM CARTÓRIO’
‘… todos os ensinamentos das Escrituras são claros e passíveis de compreensão, mas reconhecemos também que as pessoas muitas vezes (em virtude dos próprios defeitos) compreendem erroneamente o que está escrito com toda clareza na Bíblia.’ (Grudem, Wayne A. Teologia Sistemática/Wayne Grudem. – São Paulo: Vida Nova, 1990).

ARMADILHAS
E PERENIDADE BÍBLICA
‘Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.
Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
Não erreis, meus amados irmãos.
Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.
Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas’, Tg 1.14-18.

INFLUENCIAR E NÃO
SER INFLUENCIADO
Tiago é uma carta vista como exemplo de ensinamentos éticos, a partir de crenças e valores religiosos.
Seus escritos tem o objetivo de ocasionar formas de influenciar e dar direção a comportamentos,
e ainda estruturar ações dentro de uma compreensão de mundo e da própria participação pessoal de cada um dentro dos mecanismos humanos.
Esta proposta tem a clara intenção de mudar comportamento de seus leitores, condenando as obras más, seja por comissão ou por omissão.

PARTICULARIDADE
Imagine se cada grupo, país ou cultura interpretasse o texto bíblico de acordo com suas próprias realidades?!
Para a interpretação do texto bíblico existem regras, pois como preconiza apóstolo Pedro, ‘nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação’.
Sendo assim, ninguém pode interpretar a Bíblia conforme suas próprias conveniências, por sua forma particular de análise, tampouco por analogia científica ou por meio de ponto de vista antropológico.
Os desígnios de Deus no texto sagrado, não devem ser olvidados pelo homem, pela ousadia de adequa-lo a sua condição temporal e, portanto, de cada ciclo humano.
Isto tiraria da cena principal o Autor, para inserir o homem como coautor e, no mínimo, consultor periódico, desdenhando a Onisciência e inserindo o Criador na heresia propagada pelo Teísmo Aberto.

NUNCA O HOMEM ESTARÁ
À FRENTE DE DEUS
Como disse Goethe, ‘Continue avançando a cultura intelectual; progridam as ciências naturais sempre mais em extensão e profundidade; expanda-se o espírito humano tanto quanto queira; além da elevação e da cultura moral do cristianismo, como ele resplandece nos Evangelhos, é que não irão”.

Aos nobres pastores,
Coloco-me à disposição de companheiros para agendar cooperação, com o objetivo de buscar o crescimento e enlevo espiritual da Obra, por meio de palestras e Cursos, visando o aprimoramento de obreiros e cooperadores, como seguem:

Pr. Mesquita, Antônio
mesquita.jornalismo@gmail.com

Fones 17-98204.2499 (Tim) – 3524.4354 (Fixo)

CURSO TEOLÓGICO
ANÁLISE CIENTÍFICA PARA A PREPARAÇÃO
AO SANTO MINISTÉRIO E MAGISTÉRIO CRISTÃO

“Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério,
para edificação do Corpo de Cristo” (Efésios 4.12).

Objetivo do Curso
Este Curso de Teologia tem como objetivo principal oferecer base doutrinária e bíblica, com vistas à formação de obreiros, para o efetivo trabalho eclesiástico. Sua pretensão é facilitar o acesso ao Ministério e Magistério cristão, a partir do conhecimento teológico, como propulsão e indicação do aspirante ministerial.

FORMAÇÃO DE OBREIRO – MÓDULO BÁSICO (3 DISCIPLINAS)

Alinhamento entre
o discurso e a prática!
ÉTICA CRISTÃ (I)
A Bíblia, o interrelacionamento
entre cristãos e seu papel na sociedade…

Apresentação
Segundo Aurélio, ética é o “Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”; ou “Parte da filosofia que aborda os fundamentos da moral”, define a Grande Enciclopédia Lorousse Cultural.
No decorrer dos anos, ética passou a ser definida de acordo com a situação predominante, como ética política e médica. Logo após escrevermos este texto, deparamos com um artigo do médico e dramaturgo Pedro Bloch, publicado no jornal O Globo, à página 7 – Opinião, 16/12/99 – sob o título Reciclar o homem, dizendo algo semelhante. “O homem de hoje procura uma nova ética, que se adapte ao que é ou será ao que fez, faz ou fará”, escreve Bloch. Ele arrisca afirmando: “Apesar de tudo, apesar de erros e absurdos, o novo homem surgirá no Terceiro Milênio, quando aprenderá a converter o Eu em Nós, quando o pão nosso de cada dia será para todos”.
Temos aí a ética bíblica que é reconhecer ser somente Deus “Eu”, Aquele que É, Aquele que Existe em si próprio, o Eu Sou, enquanto o homem existe (ou subexiste) como parte da essência eterna. O que pode eternizar no (ou o) homem é o Eu Sou – pela partícula divina em nós. Então, passamos a ser somente em Deus. O homem não domina o eu, mas é dominado pelo Eu. O eu não é próprio do homem, porque este é mortal; se hoje eu sou, amanhã poderei estar sem a existência que caracteriza tal estado (passageiro), que não passa de uma mera expressão e não de fato concreto, persistente e constante. Até quando posso dizer eu sou, eu tenho, eu detenho, eu faço, eu posso, eu quero, eu estarei lá… É muita pretensão do simples mortal, mesmo porque se o eu for excluído a frase fica igualmente completa, e eticamente perfeita, neste último caso: “Estarei lá”.

LIDERANÇA ECLESIÁSTICA (II)
13 PASSOS
PARA DELIMITAR A LIDERANÇA

– SEUS LIMITES
– SUA IMPORTÂNCIA
– SUA NECESSIDADE

Apresentação
A Bíblia emite um ar de graça, com destaque aos que querem ser líderes ou supervisores, o equivalente a bispos. Ela diz: “Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”, 1Tm 3.1. Entretanto, o líder deve ser irrepreensível, o que no original quer dizer, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, em nota de rodapé: “que não se pode atingi-lo” (no grego anepilemptos).
Essa figura é patente em toda a Bíblia. A liderança está em toda parte. Sua presença é uma clara determinação divina, natural e não menos necessária, na seguinte ordem: o mestre lidera o discípulo, pois o Senhor mesmo diz que “Não é o discípulo mais (maior) que o mestre”, e “Basta ao discípulo ser como o seu mestre”, Mt 10.24-25. Se o discípulo deve ser semelhante ao mestre, não é menos verdade que aquele deve receber deste exemplo a seguir – os referenciais.
Ser liderado é manter-se em posição que pode soar comodista, visto que o liderado não tem a responsabilidade de gerir, mas apenas de cumprir aquilo que já foi planejado e preestabelecido por alguém. Este alguém é o cabeça pensante que se preocupa com o que se deve fazer; qual caminho seguir, com vistas aos resultados.

MANUAL DO ASPIRANTE AO MINISTÉRIO CRISTÃO (III)
– O Diácono
– O Introdutor
– Postura do Auxiliar

Guarda o teu pé, quando entrares na Casa do Senhor,
e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos,
pois não sabem que fazem mal (Ec 5.1).

Opinião
“É importante que essas informações cheguem o mais rápido possível às mãos de nossos obreiros. Esta obra constitui-se em uma ajuda ao nosso ministério”.

Catanduva, setembro de 1996

Pastor José Dutra de Moraes (em memória)

Índice
PARTE I
POSTURA PARA OS QUE QUEREM ATUAR NA IGREJA

PARTE 2
SUA POSTURA DETERMINARÁ A DIMENSÃO DE SUA ATUAÇÃO

PARTE 3
COMO RECEBER UM VISITANTE

PARTE 4
POSTURA PESSOAL DO DIÁCONO/INTRODUTOR

PARTE 5
A IGREJA – A CONDUÇÃO DO CULTO

PARTE 6
O DIRIGENTE DE CULTO
ORIENTAÇÕES BÁSICAS

PARTE 7
HINOS DA HARPA CRISTÃ
OS PREFERIDOS E MAIS CONHECIDOS

– O Diácono
– O Introdutor (Porteiro): Como receber um visitante
– Postura do Auxiliar e a importância de suas atividades
– O Culto e sua condução
– Hinos da HC (seleção para o culto)

Apresentação
A Bíblia fala de ética e de boas maneiras
A Bíblia é um código de ética e de boas maneiras. Embora tenha passado por diversos povos, a enfrentar domínios diferentes, como grandes impérios
– egípcio, assírio, babilônico, persa, grego e romano –, ela mantém um único código, jamais laqueado por qualquer influência alheia à vontade suprema do Criador.
Sua postura ética é realçada pelo testemunho de vida de quem se propõe seguir seus sábios ensinos.
Às vezes, exigimos muito mais do que um obreiro pode dar de si, sem darmos as condições mínimas necessárias ou sem compreendermos os nossos limites – dos brasis. Com isso, deixam de apresentar um bom trabalho no que concerne à representação da igreja e do respectivo ministério ou oficialato.
As deficiências educacionais do país são antigas e vêm desde sua formação. Até hoje sofremos as consequências da falta dessa prioridade, que tem ocasionado sérias dificuldades sociais, atingindo a igreja enquanto organização, pois seus membros vieram do meio, com suas dificuldades.
Os mais esforçados e outros privilegiados são os que recebem a visão mais ampla, como uma grande bênção do Senhor. Por outro lado, o homem, a partir de sua conversão a Cristo, liberta-se de todos os laços, pelo conhecimento de Cristo.
A Igreja de Cristo rompe as barreiras, as deficiências de escolas, pois não pode prosseguir sob deficiências ou ficará estagnada.
“No bem dos justos exulta a cidade, e, perecendo os ímpios, há júbilo. Pela bênção dos sinceros se exulta a cidade, mas pela boca dos ímpios é derribada”, Pv 11.10-11. “E, como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também”, Lc 6.31.

OFICINA CULTURAL
O Texto e o Contexto

Método DOCE
 Desenvolver aptidão
 Orientar para a construção de texto
 Capacitar por meios eficazes
 Estimular a escrita através da apresentação de caminhos

TEMAS
01) MEIOS DE COMUNICAÇÃO
02) A ESCRITA
03) DAS ESTRADAS ÀS INFOVIAS
04) DA LINGUAGEM PARA A ESCRITA

05) CORPO DO TEXTO
06) ESBOÇO
07) ESCREVER – EXPOSIÇÃO LÓGICA
08) COMO PRODUZIR UM BOM TEXTO

09) INÍCIO
10) EMPREGO DE VERBOS
11) PERÍODOS CURTOS
12) PONTUAÇÃO

13) EXERCÍCIOS
14) SELECIONE AS PALAVRAS
15) USO DO DICIONÁRIO
16) GANCHO

17) CORPO
18) ABORDAGEM
19) O TEXTO PRECISA SER COERENTE
20) CAPA E TÍTULO

21) TEMPESTADE DE IDEIAS
22) CONSELHOS PRÁTICOS
23) ANÁLISE FINAL

DESENVOLVIMENTO E CRONOGRAMA
As aulas serão abordadas em 2 períodos, no decorrer do dia. O conteúdo será distribuído por módulos.
Enquanto as aulas serão ministradas, os alunos deverão acompanhá-las com anotações.

MÓDULOS
MÓDULO I
01) Apresentação
02) A Escrita
03) Das Estradas às Infovias
04) Da Linguagem para a Escrita

MÓDULO II
05) Corpo do Texto
06) Esboço
07) Escrever – Exposição Lógica
08) Como Produzir um bom Texto

MÓDULO III
09) Início
10) Emprego de Verbos
11) Períodos Curtos
12) Exercício

MÓDULO IV
13) Pontuação
14) Selecione as Palavras
15) Uso do Dicionário
16) Gancho

MÓDULO V
17) Corpo
18) Abordagem
19) O texto precisa ser coerente
20) Capa e Título

MÓDULO VI
21) Tempestade de Ideias
22) Conselhos Práticos
23) Correção: Análise do conteúdo produzido, discussão de estilos e definição de estratégia.

INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO
– AS SAGRADAS ESCRITURAS: O PENTATEUCO – A TORÁ

Gênesis:
– A Criação; O Dilúvio; Os Patriarcas; As 12 Tribos de Israel; Israel no Egito.
Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio
– História de Israel; Os Dez Mandamentos; A Lei; Os Estatutos; O Tabernáculo e seus Utensílios; Os Sacrifícios; As Festas.

HOMILÉTICA
Ciência da Comunicação em Púlpito, a arte de pregar, com vistas à Anunciação eficaz do Evangelho, por meio de métodos de formas e da preparação de Sermões. A prática dos dotes, acaba dando corpo e substância àquilo que desenvolvemos, levando-nos ao conceito final, no caso em questão, ao que chamamos de homilética, desenvolvida através da própria atividade.

TEOLOGIA SISTEMÁTICA
A palavra Teologia deriva-se de Theós, Deus no grego, o equivalente Elhoim no hebraico. Logia é estudo ou tratado, portanto é o estudo das coisas relacionadas a Deus.
Sistemática é sinônimo de sistematizar: “Agrupar em um corpo de doutrina: O apóstolo Paulo sistematizou o cristianismo”, conforme Dicionário Aurélio.
“A Teologia é como o alimento; é necessário, mas precisa ser temperado com sal e um bom azeite, depois cozido ao fogo. Com fogo alto cozinha depressa, mas pode queimar; se brando e constante demora mais, porém, fica bom e macio” (Chaim Mesquita – 10/4/2000).

OS DONS MINISTERIAIS E ESPIRITUAIS
Hoje, mais do que nunca, faz-se necessário reavaliar os dogmas do ministério cristão. Isso porque as inovações são assustadoras. Com elas somos testemunhas de mudanças de postura e visão bíblica deturpadas, que indicam transformações radicais entre o que a Bíblia afirma, a prática da Igreja Primitiva e o que estamos vivenciando. A integridade do ministério eclesiástico vai se esgotando pela ingerência de obreiros sem nenhuma experiência no ensino, pastoreio, liderança, mas acima de tudo, sem o dom para a determinada atividade, em especial, a de Mestre ou doutor na Palavra.
Dado a isso, os valores cristãos tendem a perder seus referenciais tão valorizados e não menos necessários à Igreja (o Corpo real de Cristo).

HERMENÊUTICA
O texto do apóstolo Paulo resume a necessidade da hermenêutica: “Como também o nosso irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição”, 2Pedro 3.15-16.
Todo pregador deve conhecer as regras da hermenêutica, a ciência de interpretação de textos. Embora a palavra tenha o mesmo significado – a tradução de hermenevein significa interpretar, no grego.

ESCATOLOGIA
Doutrina do Fim: das Últimas Coisas. Exige-se muito cuidado e prudência para estudar e buscar compreensão dos sinais dos últimos tempos. A Bíblia fala que as coisas reveladas são para nós e as não reveladas pertencem ao Senhor (Dt 29.29).. As coisas espirituais só podem ser discernidas ou compreendidas por pessoas espirituais. Deus preparou novidades, mas para os fiéis. “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”, 1Co 2.9. Leia também v12-14.
As questões espirituais constituem-se segredos de Deus, revelados somente aos que desfrutam de intimidade com Ele, como ocorreu com profeta Daniel (2.18-22,47; 6.13). Agostinho deu uma “boa” resposta a um aluno que queria saber o que Deus estava fazendo antes de criar o mundo:
– Fazendo o inferno para colocar pessoas que fazem perguntas como você!

DESVIOS E AMEAÇAS
Dentre os desvios verificados na conduta humana, alguns se avolumaram de tal forma a pressionar a Igreja, tentando fazê-la calar e absorve-los como algo natural e parte de sua própria evolução. Contudo, a natureza humana é pecadora e a evolução não se livra da parte pecaminosa que, ao contrário, ganha volume provocado pelo próprio efeito evolutivo.
Um dos desvios que acentuam o tempo é a Sexualidade. Ela acomoda uma série de outros, catapultados pela mídia, moda, música e artes, e cresce sem parar. E ainda passa despercebida como um enfeite que realça a beleza humana. Mas a verdade é que essa tumescência humana vai além de uma postura simples e ordinária.
Ao seu lado caminha, a passos largos, o Homossexualismo; toda sorte de Degradação moral; as Inovações; os Abusos; a Violência; as Drogas; o Aborto; a Falta de Modéstia; a influência da Nova Era e a Cosmovisão, dentre outras. São dificuldades enfrentadas que se desdobram em outras não menos ameaçadoras.

ESGOTAMENTO ESPIRITUAL
Neste curso vamos falar da condição do obreiro que chega ao estágio de esgotamento espiritual. Além de discutir tal situação, potencializada pelas circunstâncias em que a Igreja está inserida, na atual conjuntura da pós-modernidade, queremos mostrar saídas com base em exemplos bíblicos. Tomamos ainda a Palavra como fonte de encorajamento e graça (unção), para que o seguidor de Cristo, que porventura passe por essa situação, possa alcançar a misericórdia do Senhor e saltar da inércia para uma vida ativa e renovada.
Esgotamento é sinônimo de exaustão, extenuação – a debilidade, o enfraquecimento, a prostração. Desânimo, cansaço e questionamentos são os principais sinais dessa debilidade.

O MINISTRO E SEU RELACIONAMENTO
“E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão”, Hb 5.4.
Conforme pesquisa sobre as dificuldades do dia-a-dia de um ministro do Evangelho, temos um resultado não muito alentador. Contudo, o ministro deve ter consciência de sua luta contra a carne e não reclamar, além de assumir sua posição mesmo enfrentando tais adversidades, conforme lista abaixo: Isolamento social, Exigências acima de suas capacidades, Problemas financeiros, Pressões administrativas, Pressões psicológicas, Competição, Ansiedade, Estresse, Irritação, Falta de privacidade, Oposição à sua liderança, Problemas familiares.
É por isso que, segundo Hal Donaldson, “Pastorear seria o melhor emprego do mundo, se eu não tivesse de lidar com certos tipos de pessoas”, disse um pastor após ter passado por um dissabor.

PÓS-MODERNIDADE
Seus principais mentores, a partir da base filosófica, não escondem a busca pela construção de objetivos e repercussões de suas ações de tentativa de desconstrução de preceitos sócio-culturais, que tem como base o judaísmo e o cristianismo.Isto fica muito claro nas alterações das leis, do tempo, dos costumes e consequentemente da cultura, com o intuito de propor verdadeira reviravolta na postura humana.
Valores que fundamentam a vida – a verdade, caráter, moral e respeito mútuo; conceitos sobre o bem e mal, certo e errado, eternidade, justiça, juízo, morte; galardão e condenação eternos; a existência de um Ser Supremo; direitos à propriedade e individual, novas propostas políticas e outra visão quanto a líderes, para representar e gerir os mais diferentes segmentos sócio-econômico, bases da ética, das relações humanas e com o Criador –, passam pelo crivo da filosofia humanista, estabelecendo o homem como centro de todas as coisas.

NAÇÕES BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA
Conhecimento de regras básicas com enfoque nos principais pecados gramáticas cometidos através da forma coloquial de comunicação.

Solicitação de Matrícula
Curso: TEOLOGIA – ( ) Integral ( ) Parcial
Ano / Período: 2015 /__°. Trimestre
________________________________________
A sua solicitação de matrícula foi recebida – Sim ( )
As seguintes turmas compõem sua solicitação de matrícula (em ordem de prioridade):
Turma Disciplina Curso

TEOLOGIA

NOME COMPLETO:

Filiação (Pai e Mãe):

Data e Local de Nascimento (Cidade e Estado):

Estado Civil: Nome/Cônjuge:

Endereço (Rua, no., bairro, cidade e CEP):

Endereço virtual: Fones ( )

Profissão e Ocupação:

Escolaridade:

Escola três matérias de sua preferência:

Objetivo do Curso: ( ) Ampliar meus conhecimentos
( ) Servir melhor ao SENHOR
( ) Tornar-me obreiro(a)
( ) Pregar a Palavra/Evangelizar
( ) Alcançar o Ministério
( ) Ser missionário(a)
– Cadastro das Informações Pessoais preenchido.
Declaro estar ciente do número de horas-aulas necessário, para receber o Certificado de Conclusão do curso, com as respectivas informações de aproveitamento; que minha matrícula só será efetivada, mediante preenchimento completo deste formulário e devolvido.

Data: ___/___/____

______________________________
Assinatura do(a) Aluno(a)

‘Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém’, Mt 6.9-13.

Oração consiste no contato expontâneo, por meio do diálogo, entre o homem e Deus. Diferente de reza, pois está segue norma do monólogo e não expressa sentimento expontâneo e pessoal.

Como comunicação (com o Criador), para ser eficaz, deve ser estruturada com
1) Começo (Introdução);
2) Meio (Corpo, Pedido, Estrutura);
3) Fim (Conclusão).

Ela deve ser realizada em Nome de Jesus, conforme o próprio SENHOR ensinara (Jo 14.13-14,6);

Segundo a vontade divina (1Jo 5.14);

Tem auxílio do Espírito (Rm 8.26);

VIGIAR
Deve ser precedida pela vigilância: ‘Vigiai e orai’ (Mt 24.41). Vigiai (do grego gregoreo, indica ‘um imperativo presente e denota uma vigília constante no tempo atual’ (Bíblia de Estudo Pentecostal, comentário de rodapé).

ESTRUTURA

Embora a oração possa ser classificada de Súplica (Rogo, Deprecação); Intercessão; Ação (e não ações) de Graças, suas estruturas mantém-se.
Oração de Súplica, Clamor (krazo, gr) é um grito alto, associado a um grito de guerra.

JESUS NOS ENSINA

Primeira parte
ALINHAMENTO ESPIRITUAL
1) ‘Pai
2) Nosso,
3) que está nos Céus,
4) santificado
4) seja o teu Nome’.

DEUS É PAI
No tempo de Jesus, a definição de pai tinha abrangência muito maior e de mais importância.
Pai era o chefe do clã, como Abraão.

NOSSO
Meu e Seu e não somente mEU!
É desejo Dele que todos sejam salvos para que possa tornar-se Pai de todos, por direito em Cristo (Jo 1.11-12).

NOS CÉUS
Ele está acima de todos, incluindo a ideia de domínio, isto é, SENHOR de tudo e de todos.

SANTIFICADO
Ele é Santo, pois o seu Caráter, representado naquilo que Ele é ou representa, explícito em Seu Nome, é santo (Is 6.3).
Aliás, SENHOR, Aquele que detém o domínio de tudo, é o Seu Nome (Is 42.8).

VENHA O TEU REINO
Aqui conclui-se a primeira parte da oração, totalmente de cunho espiritual e a nossa opinião (doxologia) sobre Ele. Quem Ele é para nós.
Equivale dizer que o Reino divino deve estar dentro de cada crente e cada um dentro do Reino, completando a suprir todas as necessidades espirituais (Buscai primeiro o Reino de Deus… as demais ‘coisas’… Mt 6.33), com
SEJA FEITA A TUA VONTADE
TANTO NA TERRA COMO NO CÉU (Domínio tanto temporal e humano – na Terra -, quanto no campo espiritual – nos céus.
Se o Reino estiver em nós, teremos Paz em sua completude: Alegria, Esperança, Amor, Graça (como unção, poder), Saúde e prosperidade, isto é, a Salvação total e completa.

Segunda Parte
PROVISÃO HUMANA
5) o pão nosso
6) de cada dia
7) dá-nos hoje

Nossa preocupação deve se ater à provisão diária, sem inquietação (Mt 6.34).

8) Perdoa as nossas dívidas
9) assim como nós perdoamos
10) aos nossos devedores.
O perdão é algo de essência na vida do crente. Não há como ter equilíbrio espiritual sem perdoar. Veja Mateus 5.23-25. O perdão parte de quem foi magoado, atingido, denegrido… (Rm 15.1).
Sem essa de ‘liberar perdão’, pois é algo espírita que diz de alguém que estaria numa fase de encarnação, preso, à espera dessa liberação de perdão!

Terceira parte
LIVRAMENTO
11) E não nos induzas à tentação
12) mas livra-nos do mal’.
Somos tentados por nossas fraquezas e por artimanhas de cunho espirituais. Não temos nenhuma condição de vencer o Reino das Trevas. Precisamos de livramentos por Ele (Ef 6.13).

Quarta Parte
DOXOLOGIA

Glorificação final, a nossa confissão do domínio divino: manifestação da nossa opinião de que é o SENHOR para nós. Nossa plena confiança Nele!

13) porque teu é o Reino,
14) e o poder,
15) e a Glória,
16) para sempre. Amém!’

A oração não deve ser repetição escrita, como o Pai Nosso, pois seria reza (repetição), mas ter essa estrutura exposta, essas partes, com começo, meio e fim, estruturada, com início e final em enlevo espiritual, exaltação ao SENHOR.
Depois o espiritual e, por fim o pedido daquilo que é temporal.

Mais oração, mais poder; menos oração, menos poder!
Ore!

A sociedade relativista, por seus ‘intelectuais’, quer nos arrebatar do nosso eixo diretivo, para um sistema em que, paradigmas a ditar parâmetros éticos, sejam aviltados para algo totalmente novo, total e completamente fora de eixo.

Querem nos inserir à nova aldeia global, tendo como parte o incentivo da Fundação Ford, em que parâmetros naturais de comportamento ético, em especial os de origem judaico-cristãos sejam olvidados, incluindo todo tipo de dualidade bíblica e cartesiana, como retrato da sandice humana.

Recusam nossa recusa e não aceitam o que aceitamos!

Sua intolerância é, na verdade, não nos tolerar e nosso princípio de Verdade agride visceralmente sua mentira!

Embora fazem questão de desprezar o espiritual, transitam sob a alucinação de um ar de fumaça mítica, em estradas desprovidas de luz, sinais e indicações de rumos.

Seu caminho é uma linha reta e sem obstáculos, para fazer jus à filosofia anarquista do amor livre, protagonizado por Woodstok, retratado na promiscuidade, na pedofilia…, enfim, sem barreiras morais e éticas, como preconiza o amor-livre.

Neste, todos os freios éticos, morais e até da natureza humana, são desrespeitados para a relação sexual sem limites, seja com pai, mãe, filhos, parentes, maior ou menor etc.

Porém, a realidade é constituída de pare, olhe e escute! Estamos nessa; eles naquela!

Como se engalfinhar em um gosto pelo sem sal e sem açúcar; da exaltação à cafajestice; ao brega; à violência institucionalizada no espirrar de sangue, a alimentar o sentimento da mente humana dominante; do narcisismo contemporâneo e ‘disfarçado’ de selfee; do atualizado culto ao corpo da academia espartana, em oposição à do pensamento; do irracional amor ao animal e fragrante desdém às relações humanas!?

Depois correm atrás do rabo, por criar monstros dominados por psicoses, traumas e modelos seriais, como dita Kahlil Gibran: “Do sofrimento surgiram as almas mais fortes,as personalidades mais marcantes estão cobertas de cicatrizes”.

INTOLERÂNCIA

Tolerância no contexto lockeano, “era defendida no caso dos não conformistas religiosos. Nunca foi entendida, no entanto, para expressar – muito menos para sancionar – comportamentos moralmente questionáveis. Considere, no entanto, a evolução de um conceito. O que era uma virtude pública em seu estado anterior torna-se um vício se, quando cessa de se importar com a verdade, ignora o bem comum e desdenha os valores que sustentam uma comunidade. A cultura da ‘tolerância’ na qual hoje nos encontramos é uma cultura em que as pessoas não acreditam em nada, não tem um conceito claro do certo e do errado e são notadamente indiferentes a essa situação precária. Como resultado dessa transmutação, a ‘tolerância’ torna-se indistinguível de um relativismo intolerante. O desafio a ser enfrentado pelas pessoas de fé é aprender como purificar a tolerância para que permaneça uma virtude, sem sucumbir às forças centrípetas do relativismo e do espírito da era'” (J. Daryl Charles citado em A intolerância da tolerância, D.A. Carson, Editora Cultura Cristã).

‘Estamos’ criando novas deformações, a exemplo dos monstros (gigantes) de Gênesis 6, que transgrediram sua própria natureza e se corromperam. E passaram ‘a tomar’ mulheres para si, como se as dominassem, talvez sob encanto de sua valentia, pois tornaram-se famosos:

‘…e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. (…) … estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. (…). E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito’, Gn 6.2,4-7.

Alguma semelhança com o mundo atual? Mesmo não sendo igual, essa semelhança também no leva ao passo seguinte: a destruição!

Embora entre os homens há um conluio, um acordo, sem cavalheiros, da sentença eterna não há como esquivar-se:

‘E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;
Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.
E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades’, Jd 6-8.

Estes mesmos foram exemplarmente condenados pelo Criador e postos como exemplo ao mundo:

‘Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; e condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente’, 2Pd 2.4-6.

Não embarco nessa! Estou no vivo Eu Sou e não simplesmente a passear pela efêmera existência humana. Não estou pertencente a esse mundo, pois sou Igreja, literalmente ‘tirados para fora’.

EXEMPLO DE PERDA DE LIBERDADES E PERSEGUIÇÃO IMPLACÁVEL NO CANADÁ

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Como novas tentativas do Governo Federal, por meio da presidente Dilma e de seu partido, o PT, está em discussão a inclusão no Plano Nacional de Educação (PNE), a ideologia de gêneros, com claro favorecimento ao homossexualismo e suas bandeiras, incluindo a nova classificação familiar.

A família deixaria de ser um núcleo composto de pai, mãe e filhos, para ser um sistema simplesmente de pessoas afetivas (como se aquela não tivesse afeto), sem se ater a presença ou não das figuras de pai e mãe.

Por ele o Estado ganha a ingerência de forma universalizada de incluir socialmente a orientação de gênero e sexual, como forma definitiva e única, ultrapassando o seu limite de ensino, seu papel principal.

Com ferramentas do Estado, auxiliado pelo policiamento de conselhos, para combater a discriminação, a identidade sexual seria construída a partir da escolha pessoal e não conforme determina a natureza humana (e a animal), os cromossomos e todas as demais estruturas, incluindo a divina.

Os prédios não teriam mais sanitários separados pela indicação de masculino e feminino. A escolha de uso seria livre de gênero e o menino, por exemplo, usaria o sanitário ou banheiro de menina, livremente e vice-versa.

A discussão que passou pelos planos municipais e estaduais, a partir do PNE, sancionado pela Lei 13.005, de 25/6/14, com vistas a destruição da natureza de gêneros – macho e fêmea – a prever a criminalizarão de toda e quaisquer manifestações contra o homossexualismo, impõe a desconstrução da identidade humana constituída de macho e fêmea, bem como a noção fundamental de família.

O plano estabelece metas da educação básica até a pós-graduação, para os próximos 10 anos, e previu ainda a elaboração por estados e municípios de seus próprios planos, prazo estinguido em 24/6/15.

Esse projeto tenta reintroduzir a ideologia de gênero no PNE e dá forças aos conselhos, que teriam a última palavra no sistema de ensino, além de policiar e penalizar opositores, como ocorre no Canadá.

Atualmente o plano está na Comissão de Educação da Câmara Federal, para ser votado em 4 de novembro.

O projeto muda de foco, sai da área do ensino, ao escorregar no item III, em que, após discorrer sobre “superação das desigualdades educacionais’, passa a dar ênfase à ‘igualdade racial, DE GÊNERO e de ORIENTAÇÃO SEXUAL’ (grifo nosso).

EXEMPLO CANADENSE

Após tradução, adaptamos o artigo de Dawn Stefanowicz, palestrante, internacionalmente reconhecido, membro da Comissão de Apreciação Instituto Internacional de Direitos da Criança, e autor do livro Out From Under: O Impacto da Homossexual, disponível em http://www.dawnstefanowicz.org.

Ele relata a situação canadense, como alerta, sobre liberdades perdidas, após a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2005.

Também cita exemplos de filhos de pais gays, que sofrem por questões de identidade pessoal, em função da pressão doméstica e consequente ostracismo.

Com base na desastrosa experiência canadense, ele alerta a sociedade norte-americana sobre a consequente e grave erosão à liberdade, a partir da aprovação que determina o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

LIÇÕES EXPOSTAS

No Canadá, as liberdades de expressão, de imprensa, religião e associação perderam influência e autonomia devido à pressão do governo.

Nenhum debate ou conversa sobre casamento, que não seja condizente pode existir legalmente no Canadá hoje. Por causa de restrições legais sobre a fala, se você disser ou escrever qualquer coisa considerado “homofóbico” (incluindo, por definição, qualquer coisa questionando o casamento do mesmo sexo), poderá enfrentar punição, rescisão do vínculo empregatício ou repressão por parte do governo.

A pessoa pode ser processada por discursar sobre o tema, sob o pretexto de disseminar “discurso de ódio”. São elementos que vão além do já descrito na proteção legal contra calúnia, difamação, ameaças e agressões que se aplicam igualmente a todos os cidadãos.

São ações políticas punitivas a partir de termos “orientação sexual” e “identidade de gênero” e que estabelecem, portanto, proteções desiguais em lei, por meio do qual esse grupo recebe proteção legal e maior do que outros grupos.

A partir de exemplos ruins, a sociedade brasileira precisa entender que alguns ativistas de esquerda quer inaugurar o controle estatal sobre todas as instituições e liberdades.

Neste sistema, a autonomia pessoal e a liberdade de expressão tornam-se nada mais do que sonhos impossíveis, e as crianças se tornam mercantilizadas.

As crianças não são mercadorias que podem ser justificadamente cortadas a partir de sua filiação natural e comercializadas entre adultos não relacionados.

As crianças de famílias do mesmo sexo, muitas vezes, negam sua dor ao fingir que não sentem a perda de um pai biológico, pois é pressionado a falar positivamente devido à política que cercam as famílias gays.

No entanto, quando as crianças perdem um dos seus pais biológicos por causa de morte, divórcio, adoção ou tecnologia de reprodução artificial, eles experimentam um vazio doloroso.

O ESTADO COMO
ÁRBITRO FINAL

Diante do impasse e em busca de aprovação, é dito que “permitir o acesso de casais do mesmo sexo à designação de casamento não vai privar ninguém de quaisquer direitos”. Isto é uma mentira.

Quando o casamento do mesmo sexo foi legalizado no Canadá em 2005, o sistema parental foi imediatamente redefinido.

A Lei do casamento gay do Canadá, incluiu um dispositivo para apagar o termo “pai natural” e substituí-lo através da placa com “mãe legal” de gênero neutro em lei federal.

Agora todas as crianças só têm “pais legais”, conforme definido pelo Estado. Ao apagar legalmente a paternidade biológica, desta forma, o Estado ignora o direito das crianças: a sua imutável, e desejo intrínseco de saber e de ser criado pelos próprios pais biológicos.

Mães e pais produzem dádivas originais e complementares às suas crianças. Ao contrário do que a lógica do casamento do mesmo sexo, o sexo dos pais importa para o desenvolvimento saudável das crianças.

Sabemos, por exemplo, que a maioria dos homens encarcerados não têm seus pais em casa. Pais, por sua natureza de identidade segura, incutem direção, fornecem disciplina, limites e as aventuras de tirar o risco, e definir exemplos ao longo da vida para as crianças.

Mas os pais não podem criar os filhos no útero ou dar à luz a bebês e amamentar. As mães nutrem as crianças de forma única e benéfica, que não podem ser aplicadas pelos pais.

Não é preciso ser um cientista para saber que homens e mulheres são anatomicamente, biologicamente, fisiológica, psicológica, hormonal, e neurologicamente diferentes uns dos outros.

Estas diferenças únicas proporcionam benefícios ao longo da vida para as crianças, que não podem ser aplicadas por pais do mesmo sexo “legais” e substituir papéis de gênero diferentes ou a tentativa de substituir o modelo masculino ou feminino em falta na casa.

Com efeito, o casamento do mesmo sexo não só priva a criança de seus próprios direitos à filiação natural, como dá ao Estado o poder de substituir a autonomia dos pais biológicos, o que significa que os direitos dos pais são usurpado pelo governo.

TRIBUNAIS DE ÓDIO

No Canadá é considerado discriminatório dizer que o casamento é entre um homem e uma mulher ou que cada criança deve saber e ser educada por seus pais biológicos casados. Não é apenas politicamente incorreto, mas você poderá sofrer penalizaríeis e ter de pagar multar e obrigado a receber treinamento de sensibilidade.

Qualquer um que se achar ofendido por algo que tenha dito ou escrito pode fazer uma reclamação para as Comissões e Tribunais de Direitos Humanos.

Com poder de polícia, estas organizações penalizam os cidadãos por qualquer expressão considerada em oposição a determinados comportamentos sexuais ou grupos protegidos identificados sob a “orientação sexual”.

É preciso apenas uma queixa contra para uma pessoa ser levada perante o tribunal, sob o custo de multas e honorários.

Ainda as comissões têm o poder de entrar em residências privadas e remover todos os itens pertinentes para as suas investigações, a verificação de discurso de ódio.

O autor que apresentar a reclamação tem seus honorários legais completamente pagos pelo governo. Não é assim com o réu. Mesmo que o réu seja considerado inocente, não poderá recuperar seus custos legais. Se ele for considerado culpado, pagará multas à pessoa que gerou a reclamação.

Se as suas crenças, valores e opiniões políticas são diferentes das do Estado, o cidadão correrá o risco de perder a sua licença profissional, emprego ou negócio, e até mesmo seus filhos.

Os pais devem contar com a interferência do Estado quando se tratar de valores morais, parentalidade e educação, e não apenas na escola. O Estado terá acesso em sua casa para supervisionar você, como pai, para julgar a sua aptidão. E se o Estado não gostar do que você está ensinando a seus filhos, irá tentar tirá-los de sua casa.

Os professores não poderão fazer comentários em suas redes sociais, escrever cartas aos editores, publicar debater ou votar de acordo com sua própria consciência em seu próprio tempo. Eles podem ser disciplinado ou perder qualquer chance de ministrar aulas. Podem ainda, por capricho, ser encaminhado a presença de um burocrata, para receber aulas de reeducação ou treinamento de sensibilidade até que seja demovido de pensamentos politicamente incorretos.

Quando o casamento entre pessoas mesmo sexo foi criado no Canadá, a linguagem neutra em termos de gênero tornou-se juridicamente obrigatória.

Passou a ser discriminatória um ser humano assumir ser homem ou mulher ou heterossexual.

Assim, para ser inclusivo, a linguagem especial não-específica de gênero está sendo usada na mídia, pelo governo, em locais de trabalho, e especialmente nas escolas, para evitar parecerem ignorantes, homofóbico ou discriminatório.

Um currículo especial passou a ser usado para ensinar o aluno a usar a linguagem de gênero neutro adequada. Sem o conhecimento de muitos pais, o uso de termos de gênero para descrever marido e mulher, pai e mãe, o Dia das Mães e Dia dos Pais, e “ele” e “ela” está sendo constantemente erradicado em escolas canadenses.

AUTONOMIA SEXUAL x DIREITOS E CIDADANIA

A Carta Canadense de Direitos e Liberdades garante, como direitos garantidos do cidadão canadense: (1) a liberdade de consciência e de religião; (2) liberdade de pensamento, crença, opinião e expressão, incluindo a liberdade de imprensa e outros meios de comunicação; (3) liberdade de reunião pacífica; e (4) a liberdade de associação, estas liberdades foram reduzidas com a legalização do casamento do mesmo sexo.

A Liberdade de reunião e falar livremente sobre o casamento homem-mulher, família, sexualidade passou a ser restrita.

A maioria das comunidades de fé tornou-se “politicamente correta” para evitar multas e perda de direitos legais.

A Mídia canadense também passou a ser restringida. Se for veiculado qualquer coisa considerada discriminatória, licenças de radiodifusão pode ser revogada, e “órgãos de direitos humanos” podem cobrar multas e restringir transmissões futuras.

Um exemplo de discurso legalmente restringido a respeito da homossexualidade no Canadá envolve o caso de Bill Whatcott. Ele foi preso por incitação ao ódio em abril de 2014, após distribuir panfletos que criticavam a homossexualidade.

Livros, DVDs e outros materiais também podem ser confiscados se o conteúdo desses materiais forem considerados “odiosos”.

Com a aprovação dessa lei, significa que não importa em que você acredita, o governo estará livre para regular o seu discurso, sua escrita, as suas associações, e se você poderá ou não expressar sua consciência.

Depois de outros exemplos de tentativa de corrigir erros e rumos, o líder da Igreja Católica Apostólica Romana, papa Francisco, anunciou a aprovação do divórcio.

Nada poderia comentar se a fonte de tal informação fosse tão somente Igreja Católica Apostólica Romana, pois é uma religião como qualquer outra. Mas, quando esta tenta incluir-se também como igreja cristã, leva-nos a possíveis comentários.

Muita coisa já se alterou nas estruturas doutrinais romanas: Leitura bíblica, antes visceralmente proibida; queda da absurda infabilidade papal; imitação dos louvores cristãos e formas de culto (evangélicos) são algumas das mudanças.

Porém, a permanência em sua base doutrinária do louvor e adoração a imagens, ídolos, contrariando as Sagradas Escrituras, mostra-se abominável: ‘Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados’ (gentios, leia-se pagãos) e ‘Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Porque vós sois o templo do Deus vivente, como Deus disse: Neles habitarei, e entre eles andarei; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. Por isso saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; E não toqueis nada imundo, E eu vos receberei; E eu serei para vós Pai, E vós sereis para mim filhos e filhas, Diz o Senhor Todo-Poderoso’, 2Co 12.2; 6.14-18.

DIVÓRCIO

O próprio SENHOR Jesus falou do divórcio, estabelecido por Moisés, embora com crítica ao rompimento dos princípios da natureza humana, desde a Criação.

Ele enfatiza e ratifica a natureza humana preestabelecida por Deus e seus respectivos e únicos gêneros ao fazer a crítica

‘Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la? Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério’, Mt 19.4-9.

ORDINÁRIO

Embora bastante vulgarizado, a contemplar um dos sinais fatídicos do Fim dos Tempos: ‘E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca’ (Mt 24.37-38) – casavam e davam-se em casamento: casavam, descasavam e casavam novamente -, o divórcio faz parte do egoísmo e maldade humanos.

MOTIVOS POSSÍVEIS

Fica claro a possibilidade do divórcio motivado por traição, deixando o cônjuge pecador fora da possibilidade de novo casamento, portanto, sob condições.

Apóstolo Paulo também ratifica o mesmo, incluindo a punição, mas no caso de o cônjuge ser abandonado, em especial pelo não crente (infiel e não filho de Deus), fica livre para novo enlace:

‘Se, porém, se apartar, que fique sem casar, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher. Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz’, 1Co 7.11,15.

JUSTIFICATIVAS

As justificativas para adotar sistemas que nada tem que ver com as regras cristãs, em especial pelo catolicismo romano, são as tradições.

Nele, as tradições recebem autoridade acima da determinação bíblico-cristã, conforme alertado pela própria Palavra:

‘E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição’ e
‘Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos país’, Mc 7.9 e 1Pd 1.18.

Por essas e outras atitudes de religiosidade, que andam na contramão da piedade (cristã), o SENHOR também dissera: ‘Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus’, Mt 22.29.