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O Evangelho chegou ao Brasil a partir dos huguenotes, depois da instalação da expedição de colonos franceses, sob o comando do vice-almirante francês Nicolau Durant de Villegagnon, em 10 de novembro de 1555. Instalou-se na Ilha de Serigipe, que depois recebeu o seu nome, local onde atualmente está o Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Ele foi enviado ao Brasil, para fundar um domínio francês chamado França Antártica, com permissão do Rei Henrique II.

A ideia inicial era a construção de um refúgio aos perseguidos huguenotes. O vice-almirante escreve a Calvino e pediu o envio de obreiros-missionários para implantar uma obra cristã no Rio. O objetivo principal da solicitação a Calvino, era para manter a paz e segurança, uma vez que a primeira leva trazida por Villegagnon havia causado revolta e insubmissão, com acusações ao vice-almirante.

Calvino enviou 14 crentes, com dois pastores e um estudante de Teologia, que trabalharia como repórter-historiador. Dentre eles estavam Pierre Richier, 50 anos, ministro do Evangelho e doutor em Teologia,  Guilhaume Chartier, 30 anos, também ministro, e o estudante Jean de Lery. O grupo veio ao Brasil para estabelecer a igreja cristã. Com eles, além de 800 soldados, havia mais 200 artesãos.

Evangelho de Cristo no Brasil

1557 (7 de março) – Chegam ao Brasil os primeiros missionários cristãos, enviados por João Calvino e sob orientação dos pastores franceses Pierre Richier e Guillaume.

1557 (10 de março) – Primeiro culto nas Américas. Com a chegada da segunda expedição de colonos franceses, realizou-se o primeiro culto nas Américas, também na mesma ilha, dirigido pelo pastor Pierre Richier. Ele leu salmos 27.3-4, como base de seu sermão. Eles cantaram o Hino salmo 5.

1557 (21 de março) – Realizou-se a primeira Ceia do Senhor celebrada no domingo.

Perseguição

Depois da instalação dos enviados por Calvino, o Pai do Presbiterianismo, Villegagnon mudou de lado e passou a persegui-los. Muitos foram presos e outros fugiram. Todos foram declarados hereges – motivo de morte –, após terem se declarado cristãos por escrito, como fez Jean du Bourdel, e foram presos no forte da ilha no dia 8 de fevereiro de 1558. Outros colonos perseguidos fugiam em embarcações de índios, como Le Balleur, que conseguiu chegar a São Vicente (atual São Paulo).

O navio francês Jacques, após aportar na Bahia de Guanabara, no dia 4 de janeiro de 1558, levou de volta os huguenotes, que fugiam da perseguição de Villegagnon. Este, embora francês, traiu seus compatriotas, por meio de acordo com a Coroa Portuguesa e catolicismo romano, que, por sua vez, temia perder o espaço religioso. Cinco dos huguenotes não puderam partir. Foram declarados espiões. Entre eles estava Jean le Balleur.

No dia 9, os quatro foram amarrados. Um deles, André la Fon, retratou-se e foi poupado. Os outros três, Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil e Pierre Bourdon foram estrangulados e lançados ao mar na Baía de Guanabara, no penhasco ao norte da ilha.

Perseguição aos cristãos

Como estratégia para expulsar os franceses, Portugal acabou fundando em 1565, por meio de Estácio de Sá, a cidade de São Sebastião (atual Rio de Janeiro), em 20 de janeiro de 1955 – daí o nome.

Além da expulsão dos franceses, Portugal, ligado ao catolicismo romano, estava preocupado com a implantação da Igreja cristã, por meio dos huguenotes, ocasionando a fundação do Rio.

Estácio de Sá morreu na luta em 1567 e seu tio Mem de Sá saiu da Bahia, para assumir o comando, enquanto Jacques le Balleur, que estava preso na Bahia, foi transportado para o Rio, onde fora morto.

Mem de Sá concluiu a expulsão dos franceses e enforcou Belleur, no Forte Colgny. A derrota dos franceses se deu em função da traição e perseguição de Villegagnon, fazendo com que muitos franceses fugissem, enfraquecendo o número de defensores da ilha

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Anchieta matou um cristão

Os huguenotes foram simultaneamente perseguidos pelo catoliscismo romano, por motivos obvios, por meio também de Anchieta. Em um dos casos, o carrasco, por não demonstrar muita habilidade com a atrocidade e deixar um cristão-huguenote em agonia, recebeu a interferência do padre Anchieta, que quis demostrar “como se mata um herege”. As informações da perseguição da Igreja Católica aos cristãos estão registradas na Biblioteca da Marinha, no Rio.

A mais cruel perseguição  aos cristãos (evangélicos) ocorreu durante a “santa” Inquisição. Somente na Noite de São Bartolomeu, mais de 100 mil crentes (chamados pejorativamente de huguenotes) foram mortos na França. Casos semelhantes aconteceram em várias partes do mundo.

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Não tenho credenciais institucionais para defender o presidente dos EUA. Toda a atenção deve ser dirigida ao nosso país, carente de planejamento e estruturas mínimas e perspectivas, portanto, longe de dar-nos know how para vislumbrar críticas com propriedade.

Porém, sinto-me arrastado para essa discussão, pois há muita história e frases fictícias, que teriam sido ditas por ele. Há um notável complô da mídia, quase totalmente progressista e ateísta, e sua capacidade subliminar, somadas a forças de interesses semelhantes. Usam toda a influência possível para desmerecer os ideários, o latente, do novo presidente norte-americano, o ‘Trombeta’ (Trump), por meio daquilo que está à mostra.

Das frases atribuídas a ele, nota-se a que trata da observação de uma das partes do corpo feminino, justamente a protuberância caudal, que os norte-americanos, diferentes de os brasileiros, não lhe dão a menor importância!

Há muita falácia, além daquilo que é real. Trump se revela não progressista e, portanto, contra avanços que agridem o ser humano, como a discriminalização do aborto e formas impostas, que vão goela-abaixo, caracterizadas como agressões à natureza humana, elevando desvios, por imposição, como no caso do endereço no website da Casa Branca, dedicado especialmente ao grupo LGBL.

Ignorância real!

Usa-se muito a ignorância, desviada de seu emprego comum, para figurá-la como medição entre progressistas e conservadores, embora seja empregada para medir ausência de conhecimento. Esta falha, preconizada pela Bíblia – ‘O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento’; outra versão diz: ‘foi feito escravo’ (Os 4.6) –, é justamente o que se usa para destruir bases elementares da manutenção e preservação humana. Por esta o homem procria, forma família, mantém a nação (costumes, cultura, língua, leis, constituição…), e a convivência sadia e divinamente imposta, para o bem-estar de ‘todos’, e a consequente preservação humana em todos os seus aspectos.

‘A Voz do Povo!’

Obama estava bem focado ao que o mundo clama, em termos de quebra de paradigmas, incluindo os de cunho divinos. Ele foi usado para tentar conduzir o mundo a essa estrada poeirenta.

A questão é que nem Obama nem Trump são modelos, mas foram eleitos pela maior e mais exemplar democracia do mundo! Respostas ao pedido e reclamação de circunstâncias vividas pelo povo. Essa resposta faz parte da balança sazonal, que equilibra x desequilibra o mundo.

Obama, por exemplo, pode ser julgado pelo que fez e pelo não fez, ao contrário de Trump, que não tem do que ser julgado, quanto àquilo que prometera ou a que foi eleito!

O ex-presidente mentiu na questão do fim do presídio de Guantânamo; reconheceu o erro da retirada de soldados do Iraque, a possibilitar a evolução de terroristas muçulmanos para a criação de um Estado próprio; reviveu o aumento da guerra étnica, com discriminação a afro-descendentes…; além da agressão a costumes humanos, troféu para muitos.

A questão é que a maioria pró-Obama não consegue fundamentar a famigerada e enganosa frase ‘A voz do povo é a voz de Deus!’, pois a voz do Eterno não é emitida de baixo para cima, mas no sentido inverso. E mais, ‘o mundo jaz no maligno’ e tem como seu príncipe o Pai da Mentira.

Visão sem-cera

Traços claros de prepotência, egocentrismo, narcisismo…, por suas características sociais avantajadas, desdenham o novo presidente norte-americano, a um círculo além das fronteiras comuns de rejeição costumeira. É a bênção transformada em maldição, justamente por causa do amor equivocado, raiz de todos os males. Com isso, evidencia a rejeição inicial de todos os radicais, como foi com Obama, em suas devidas proporções, também no início de mandato.

O que fica claro e o que está em jogo, não é propriamente a discussão do arquétipo de Trump, mas a demolição arquitetada daquilo que ele representa, em termos de filosofia político-humana.

Enquanto a atenção se foca nesse falastrão, o alvo vai além dessa figura, muitas vezes carregada de esteriótipo patético, exposto pela dificuldade de equilibrar a filosofia representada e o discurso. Nisto ele incorpora, de forma azeitada, a propaganda contrária, como boneco de pano, que se espeta além do tecido, atingindo órgãos internos, àquilo que não esta à vista daqueles que se deixam enfeitiçar pelo vodu dessa filosofia tão efêmera, e não menos sodomizada.

ATUALIZADO: Depois de inúmeros contratempos e descumprimento de medida judicial, firmada por meio de acordo, agora qualquer pastor poderá entrar com ação contra a candidatura de Wellington Junior, por falta de desincompatibilização no momento adequado.

Pastor Wellington Junior, por ocasião do registro de seu nome, como candidato à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), não teria renunciado ao cargo de presidente do Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembleia de Deus (CPAD), por questões de incompatibilidade, conforme estabelece o Estatuto Social da CGADB, no parágrafo único do Art. 11º.

Membros da CGADB ressaltaram que nenhum periódico da CPAD publicou a notícia do licenciamento do presidente do Conselho de Administração da editora, passados mais de 3 meses do dito ‘licenciamento’ não foi noticiado uma única linha sobre o assunto, levando a crer que tudo não passou de uma manobra para burlar o impedimento estabelecido no estatuto social.

INFLUÊNCIA

Na verdade, a CPAD ‘ocupa’ a função própria da CGADB, com ações de representatividade acima daquela, por questões e de sua atividade e força financeira, que acaba por influenciar os rumos da denominação.

Também porque o cargo de presidente do Conselho Administrativo é o segundo mais almejado, justamente por oferecer status, muita influência e poder de domínio, depois da presidência da CGADB.

Dado a isto, é fácil entender que a presença de José Wellington Junior em sua presidência deverá, sem dúvida, direcionar o resultado da eleição, a ocorrer em abril.

AÇÃO PROVOCADA

A gota d’água para que essa ‘descoberta’ viesse à tona, foi o não cumprimento do acordo, feito na Justiça, para cessar a multa milionária a pastor José Wellington, como presidente da CGADB, por não cumprir a determinação da própria Justiça, de apresentar a lista de inscrições e pagamentos, dos membros, por ocasião da última eleição.

Essa lista deveria indicar a lisura ou o comprometimento da condução da eleição. Contudo, jamais ela foi apresentada.

AÇÃO JUDICIAL

Resta, agora, uma nova ação, a qualquer interessado, de impedir que algo semelhante ocorra, e a influência econômica seja a principal ferramenta da próxima eleição, em busca de  transparência na condução do processo.

Segundo o advogado Cláudio Dias, ‘por hora são somente impugnações. Vamos esperar a resposta da Comissão Eleitoral e, aí sim, dependendo da mesma, e aí sim poderão transformarem-se em ação judicial’.

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Artigo adaptado do Wall Street Jornal (Nina Adam e William Wilkes, 18/9/16)

Instalados sob a pele, implantes minúsculos podem substituir chaves, cartões de loja de negócios e dados médicos e muito mais. Os chips RFID sob a pele podem ser  programados para executar várias tarefas

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Pode se usar até vários desses implantes ou tags, embutidos no tecido gorduroso das mãos e braço. São tags usados para desbloquear não apenas a porta do apartamento, com um acena de mão, mas também escritório e portão. Outro armazena informações como o nome da empresa, detalhes de contato e ainda outro contém informações semelhantes para encontros não comerciais.

Os implantes podem ser ativados e verificados pelos leitores que usam tecnologia de identificação de rádio frequência, ou RFID. Incluem smartphones comuns e leitores já instalados em edifícios de escritórios para permitir a entrada com um cartão de identificação comum.

RÁPIDO E EFICAZ

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Não há dados abrangentes sobre quantas pessoas têm implantes RFID em seus corpos, mas os varejistas estimam o total de 30 mil a 50 mil pessoas no mundo.

O fato de que as etiquetas não podem ser perdidas é uma atração. Outra, dizem os usuários, é que as tags não operam sob seu próprio poder, mas sim são ativados quando são lidas por um scanner. Isso significa que eles nunca podem ser inutilizados por uma bateria morta como smartphones.

O QUE A BÍBLIA DIZ

‘Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar em nome da primeira besta, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera.

Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis’, Ap 13.14-18.

FORMA DE DOMÍNIO

A marca da Besta será uma forma de domínio sobre o ser humano, incluindo o mercado, isto é, ninguém poderá subsistir sem a marca, para fazer qualquer tipo de compra, incluindo as básicas.

BESTA

A Besta diz respeito a um sistema de Governo humano, mas com representação de cunho espiritual e em oposição ao SENHOR.

Dessa representação uma imagem/ídolo porta como centro de adoração (v15). Hoje temos clareza para entender isso. A cibernética mostra essa possibilidade, em que a mistura do barro ao ferro, cremos ser uma construção parabólica de Daniel:
‘Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro’, Dn 2.43.

ROBÔS MAIS INTELIGENTES

Segundo o físico britânico Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, afirma que as formas primitivas de inteligência criadas até agora por computadores foram um sucesso e mostraram-se úteis.

A voz dele, por exemplo, é em parte robótica, mas ele teme as consequências dos avanços. Os robôs podem superar os homens no futuro. Quando? Em menos de 100 anos, diz ele.

Os humanos, cuja evolução é lenta, seguindo o ritmo biológico, não teriam condições de competir com suas próprias criações.

Outros cientistas acreditam que, com a atual velocidade dos supercopmputadores, em três decadas, as máquinas vão chegar à inteligencia artificial. Computadores já derrotam campeões de xadrez

A MARCA DA BESTA

Os números 666 é a representação em numeros de um nome. Também pode representar a capacidade máxima humana: o número do homem é 6, ampliado na máxima da trindade humana.

Essa marca pode ser representada por meio de tatuagem, como as usadas para marcar escravos e ainda soldados.

Ainda na época dos escritos bíblicos do NT, devotos religiosos se tatuavam com seus ídolos-deuses protetores.

3Macabeus descreve a marca do deus Dionísio usada por Ptolomeu IV Filopátor (221-203aC). São formas colocadas em oposição pelo apóstolo Paulo, conforme Gálatas 6.17, pois os escravos eram tatuados com o nome de seu dono.1

1) Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.Thomas, Revelation 8-22, p. 181. Revista Chamada da Meia-noite  (jan/2004)

 

 

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Pastor Antonio Santana, ao lado da esposa, irmã Lourdes

Em assembleia geral extraodinária, pastor Jairo Santana foi empossado presidente da AD em Ribeirão Preto. Ele substituiu seu pai, pastor Antonio Santana, jubilado no mesmo dia (27jul). O nome de pastor Jairo só foi publicado ontem, no dia da posse, no final da tarde. À noite, no Grande Templo, à Avenida Eduardo Andrea Matarazzo, 3.820, na Via Norte, o nome foi oficializado.

Dirigida pelo presidente da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Triângulo Mineiro (Comadetrim), pastor Álvaro Além Sanches, a assembleia no grande templo, que por suas dimensões é usado somente para grandes eventos, recebeu membros da cidade, da região, de cidades do Estado e de outros Estados.

PASTOR JAIRO

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Pastor Jairo, 59 anos, é conhecido por sua simplicidade e, portanto, querido por todos. Era o segundo vice-presidente e pastoreava a igreja no Planalto Verde, bairro de Ribeirão Preto e uma das mais destacadas congregações. Sempre atuou secularmente para sobreviver, e somente nos últimos anos passou a dedicar-se mais à obra do SENHOR e ajudar seu pai. Sempre foi fiel e não carrega nada que possa causar-lhe impedimento de assumir tamanha honra.

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Sua esposa Rosana (foto acima) sempre foi bastante ativa na igreja, bem como os filhos: Gesiel é obreiro, graduado em Teologia pelo seminário Ibad; Josane, Gisele e Jéssica também estão presentes na efetiva cooperação à obra do SENHOR.

Pastor Jairo trabalhava anteriormente na Prefeitura de Ribeirão Preto e agora recebe a tarefa de substituir o pai, homem de atuação e história ministerial brilhante, decisivo e líder respeitado.

PASTOR SANTANA

Baiano da cidade de Baixada da Palmeira, de família extremamente católica romana, converteu-se ao cristianismo a partir da mudança na família de 14 filhos. Seu pai Eloy foi o primeiro a receber Jesus Cristo.

Pastor Santana tornou-se cristão aos 7 anos e foi batizado aos 12, em 12 de agosto de 1944. Casou-se com a mineira Lourdes, em 54. Irmã Lourdes conviveu com uma enérgica família de letônios, em Varpa-SP, região de Marília. Eram cristãos batistas que vieram para o Brasil, em fuga da perseguição comunista.

Ele trabalhou por 14 anos na indústria química Rhodia, em Santo André. Foi ordenado ao ministério sob a liderança de pastor Joaquim Marcelino, em Santo André, no ano de 1970. Transferido para assumir a AD em Franca, em 1975, depois, assumiu a AD em Ribeirão Preto.

Pertenceu à primeira Convenção das ADs em São Paulo, a Comadespe, a mais tardia do Brasil, fundada por pastores-líderes, dentre eles, João Alves Corrêa, José Ezequiel da Silva, Alfredo Reikdal, Joaquim Marcelino da Silva, Walter Brunelli, José Dutra de Moraes…, que solicitaram permissão para sua instalação ao pastor Cícero Canuto de Lima, resistente à criação.

Também foi membro da Confradespe, e em uma das assembleias nacionais da Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) foi eleito primeiro-tesoureiro. Seu irmão, saudoso pastor Rodrigo Santana teve grande respeito no Nordeste e foi notável líder das ADs no Estado da Bahia, época em que todo o Estado viveu sob unificação.

De seus 84 anos, passou 32 anos na presidência da AD em Ribeirão. Sua dinâmica e visão de Reino proporcionaram à igreja crescimento ímpar. Tanto na cidade de Ribeirão, quanto em cidades mineiras, a igreja marcou presença na evengelização e construção de templos e, posteriomente, em inúmeras cidades do interior de São Paulo, com mais de 140 congregações.

GRANDE TEMPLO

Com ‘passos firmes’ e sob ‘a bênção do SENHOR’ que ‘enriquece e não acrescenta dores’, versículo que sempre citava, bem como a firmeza de seus passos, pastor Santana iniciou a construção do templo (foto abaixo) em 2003.

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Somente nas estruturas metálicas (foto acima) consumiram 350 toneladas de ferro, para cobrir 90 metros de diâmetro e agrupar 12 mil pessoas, sempre com as contas em dia e sem dívidas.

“Queremos realizar algo que venha glorificar ao Senhor”, disse pastor Santana, durante visita ao templo, em época de sua construção.

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Grande Templo da AD em Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

CEU

Como introdução de meu comentário do livro de Gênesis, publico este artigo, como forma de ajudar na interpretação do primeiro livro das Sagradas Escrituras (e da Bíblia). Estes nomes referem-se ao Velho Testamento e é o nome dado pelos judeus; o segundo, a Bíblia, ao todo, Velha e Nova Aliança, preestabelecido pelos seguidores de Cristo.

Gênesis não somente fala, mas é o livro do Princípio de todas as coisas – o Começo, o Início. Sua narrativa segue uma estrutura de texto conforme cultura da época e, portanto, não pode ser analisado sob a ótica do homem pós-moderno. A escrita, a narração e sequência de fatos não seguem, necessariamente, a mesma ótica do homem contemporâneo.

Então não é passivo de crítica ou de ter suas teses ratificadas sob o prisma atual. É preciso conhecer e ter em mãos a licença da escrita literária e poética daquele momento, para, somente depois, tecer críticas e pensar em supostas doutrinas expostas nele.

Caso do apóstolo Paulo 

Sem sair dessa linha, temos o caso do apóstolo Paulo exposto em ao menos quatro narrativas diferentes. Para os críticos, teólogos liberais e céticos ou pessoas menos avisadas, o erro é um fato indiscutível, mas à luz da crítica histórica não há divergências senão o uso de estilo literário, de acordo com o interesse de quem discursava, considerando a quem o discurso fora endereçado.

Os textos ‘divergentes’ e referentes ao apóstolo Paulo estão em:

1) Atos 9.7 e 22.7 – somente Saulo caiu por terra;

2) Atos 26.7 – no discurso a Agripa, Paulo fala que todos caíram;

3) Atos 9.7 – todos ficaram mudos, depois de ouvirem a voz, mas sem ver ninguém;

4) Atos 22.9 – todos viram a luz, mas não ouviram a voz.

As primeiras considerações (do meu livro Pontos Difíceis de Entender-CPAD).

A explicação para as aparentes divergências aparece na construção gramatical.

No caso de Atos 9.7 o grego liga-se ao genitivo – “Caso de declinação de certas línguas, que representa, por via de regra, complemento possessivo, limitativo, e algumas vezes circunstancial”.1

Em Atos 22.9, tem que ver com o acusativo.

Atos 22.9 fala em ouvir a voz e entender o que se diz, enquanto a outra forma indica ouvir o som da voz, sem entender o que se diz ou o sentido da declaração.

Gênero literário

Por outro lado, quando se lê as três narrativas da conversão de Paulo deve-se levar “em consideração a diferença metodológica de se fazer história da Antiguidade e a forma usada na Pós-moderna. Não podemos julgar a historiografia antiga a partir de pressupostos pós-modernos. Deve-se notar que desde Túcidides, no século 4 aC, era anotado o que seu herói podia ou até deveria ter falado, e não o que o ouviríamos dizer se seu discurso tivesse sido gravado2. O historiador se sentia livre para escolher a maneira de transmitir as fontes que possuía em mãos, de acordo com seus interesses teológicos e ideológicos. O próprio gênero literário conhecido como vitae (vida no latim), comum aos historiadores como Suêtônio, Fílon, Filóstrates, que escreveu a vida de Apolônio de Tiana, e que se parece muito com a estrutura literária dos escritos de Lucas, não se preocupa com os fatos em si, mas com o quê, segundo seu autor, deveria ser dito ou feito; tudo dentro de seus interesses e ideologias.

Conquanto, as diferenças entre os capítulos 9, 22 e 26 de Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas, fazem parte do gênero literário e da maneira de relatar os discursos de qualquer historiador da época.

Portanto, o estilo literário usado por Lucas leva em conta a transmissão da mensagem, a considerar a circunstância do enunciado, conforme o objetivo de indicar o fato histórico (“limitativo e circunstancial”), isto é, a quem se fala e o que é interessante ou mais importante falar.

Por ele importa que o fato de interesse central seja mostrado e se deixa de lado outras informações que não somam àquilo que se pretende mostrar, de acordo com o que se julga essencial para o momento.

Ponto de vista

Na narrativa de Gênesis somos tentados a interpretar o texto à luz da cultura da nossa época. Sempre quando não consideramos as leis da hermenêutica e da exegese pecamos na interpretação.

Fato clássico está na interpretação do capítulo 1, entre os versos 1 e 2: “No Princípio criou Deus os Céus e a Terra. E a Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”.

Segundo a chamada Teoria de Gap (brecha, espaço ou buraco), o texto indica a ocorrência milhares de anos entre os dois versos. Isto daria espaço (brecha) para inserir a suposta destruição da primeira Criação, outra teoria chamada de Dilúvio de Satanás. Para isso tomam Isaías 14.12-23 e Ezequiel 28.11-19. Porém, não existe nenhuma condição oferecida pelas leis de interpretação, a ponto de chegarmos a tais conclusões.

O que temos nos primeiros versos de Gênesis 1 é a uma narrativa sequencial e lógica para a época, sem interrupção. Não seria inteligente, para mostrar a disparidade, interpretar uma obra literária de milhares de anos atrás, por meio de técnicas ou estilos atuais.

Entra nela, além de outros seres, outro homem – um tipo elo perdido –, que dizem ser o homem pré-adâmico, com existência compreendida entre a ‘primeira Criação’ e o ‘nosso’ Adão, que seria o segundo homem.

FONTES: 1) FERREIRA, Ebenézer Soares, Dificuldades Bíblicas e Outros Estudos, da União Brasileira de Escritores – Seção de Campos; Sociedade Brasileira de Romanistas; Academia Evangélica de Letras; The American Schols of Oriental Research – Casa Publicadora Batista (Edição do Autor, Campos, Rio de Janeiro, 1965); 2) ZUURMOND, R. Procurais o Jesus Histórico?, pág. 65.

APOSTOLOS

A primeira menção de batismo, após João Batista, é o de Jesus (Mt 3). A pregação de João alcançava moradores de Jerusalém, Judéia e redondezas do Jordão (v5), mas também, com a formação de discípulos, a tendência foi óbvia: expansão desse batismo para outras regiões, pois os discípulos de João também batizavam.

Seu batismo alcançava desde a população de judeus em geral, os leigos, quanto a líderes religiosos (v7).

Percebe-se que esse mesmo batismo foi praticado pelos discípulos de Jesus e absorvido pelo novo rito instituído  por Jesus (Mt 28; At 1.5s; Rm 6.4s).

A menção indireta, mas a indicar a possibilidade de os discípulos terem sido batizados está em João 4.1-2.

Este é o caminho natural de todo discipulado. Torna-se discípulo e, depois, forma outros, usando o mesmo processo pelo qual foi submetido.

Também em 3.22 temos a menção dos discípulos batizando, portanto a sugerir que eles passaram determinado tempo batizando na Judéia.

Também não fica claro o tipo de batismo, mas parece indicar à semelhança do de João.

 Exemplo que envolveu apóstolo Paulo

Apóstolo Paulo, inserido como um dos 12 e como Apóstolo dos Gentios foi batizado por Ananias (At 9.18) e reforça a ideia do batismo dos demais.

Há ainda a defesa de que os discípulos foram batizados pelo SENHOR no Cenáculo, por meio do Espírito  Santo. Há um paralelo entre o acesso à unção do Espírito Santo e a capacitação discipular por meio do batismo.

Quando apóstolo Paulo depara com  discípulos em Efésios, que não conheciam o Espírito Santo, após saber que eram  batizados por João, os rebatiza (único rebatismo mencionado) em nome de Jesus e, então, eles foram cheios do Espírito Santo.

Outra menção que argumenta a possibilidade de os apóstolos terem sido batizados está no fato descrito pelo texto do discurso entre Jesus e João, segundo Crisóstomo: ‘Eu sou o que o que deve ser batizado por ti’, e que, então, depois de ser batizado, o SENHOR o batizado também. Este fato está descrito em livro apócrifo.

Concluindo podemos afirmar que há indicação indireta de batismo dos discípulos, porém, não existem provas diretas, pois não temos menção nos Evangelhos do batismo em águas dos apóstolos, embora fique subentendido terem sido batizados.