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“Doutra maneira, que farão os que se batizam pelos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?”, 1Co 15.29.

Neste versículo, o que o apóstolo dos Gentios, afinal, quer indicar?
Com certeza, é um dos textos bíblicos, que faz coro a outros de difícil explicação, e somente o que se encontra nas entrelinhas nem sempre satisfaz por completo.

Estudiosos e exegetas tem se debruçado nesse texto, sem, contudo, chegar à definição que satisfaça a todos. São cerca de 40 conclusões sobre a referida passagem, por diferentes estudiosos.

José Luiz Piñeiro, bacharel em Teologia e pós-graduado em Metodologia do Ensino Religioso religioso pela Universidade Regional/Blumenau-SC, fala de
J.W.Horsley, Newbery House Magazine (Junho de 1890), que alinhou nada menos que 36 diferentes explanações a respeito; todavia, a “maioria delas pouca atenção teve, e algumas poucas merecem séria atenção”.

REGISTRO DESSA HERESIA
Segundo pastor Samuel Guedes Correia, graduado em Teologia pelo Ibad, citando Lourenço Gonzal, ‘Assim Diz o Senhor’, além desse costume herético ter sido registrado no começo da Igreja, em que pessoas vivas eram batizadas em favor dos mortos – amigos ou parentes não batizados -, pensando os tais seriam salvos como que por procuração.

Samuel cita ainda Crisóstomo que explica como esse ritual era praticado em seu tempo: “Depois que um catecúmeno (alguém que ainda não fora batizado, mas que já estava preparado para o batismo) falecia, punham um homem vivo oculto debaixo de seu leito; então, aproximando-se do leito do morto, falavam com ele e indagavam se ele queria receber o batismo. Não dando ele resposta, o outro respondia em seu lugar. Assim batizavam ‘o vivo pelo morto.’” (O Novo Testamento Interpretado Versículo por Versículo, vol. 4, pág. 256, Russel Norman Champlin).

‘OS QUE SE BATIZAM’
Vejo luz nesse texto, quando faz indicação clara de quem são os tais batizandos: ‘os que SE batizam pelos (por) mortos’ (os que são batizados [tendo como referência testemunhal] os mortos).

Hering cita a preposição ‘hyper’, com o sentido de ‘em nome de’ ou ‘ao invés de’ (HERING, [ARRINGTON, F. L.; STRONSTAD, R. (Eds.) Comentário Bíblico Pentecostal: Novo Testamento. 1 ed., RJ: CPAD, 2003, p. 1054].

Fica então mais indicativo que tais batismos ocorreram envolvendo pessoas que ‘se batizavam’ por influência de quem já havia morrido, motivadas pelo testemunho de um crente já falecido, parente ou amigo.

Noto que meu entendimento está alinhado ao que poderia estar acontecendo em Corinto. A comunidade cristã teria se formado dentro da orientação comum de sepultar seus membros com memorial.

Consistia-se em uma sociedade que valorizava a inumação, formada de um grupo de voluntários que buscava a construção de epitáfio (tumular) de seus membros (Comentário Bíblico [Diane Bergant, CSA; Robert J. Karris, OPM, orgs], Vol. 3, 3 ed: set 2001, Ediçoes Loyola, São Paulo, 1999).

RESSURREIÇÃO:
CENTRO DO CONTEXTO
A indagação paulina lança para essa conclusão:
‘se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?’ Entendo que o apóstolo quer dizer o seguinte: ‘Se não há ressurreição, qual o valor desse batismo, tendo como força referencial o testemunho de crentes já mortos?’

Quanto ao possível rito na história da Igreja do SENHOR, não existe nenhum registro de tal fato. Não há tampouco como estruturar doutrina, pois só existe essa passagem e nada mais para dar suporte a uma possível forma doutrinal.

BATISMO COMO IMPRESCINDÍVEL
PARA A SALVAÇÃO
Também somente séculos depois de Paulo, após surgir o catolicismo romano é que surgiu a doutrina, de exclusividade católica romana, tornando o batismo como meio equivalente à salvação e, então, esse tipo de batismo, feito em nome de um morto, seria justificado.

Como ritual, esse sacramento destina-se aos fiéis romanos ‘para eles receberem a graça de Deus’.

Portanto, na doutrina do catolicismo romano, os sacramentos são imprescindíveis e se igualam ao valor sacrificial de Cristo para a salvação dos crentes por conferirem a graça de Deus, “o perdão dos pecados, a adoção de filhos de Deus, a conformação a Cristo Senhor e a pertença à Igreja”

Mesmo batizado ainda bebê, sem ter consciência ou decisão quanto ao fato, o ‘iniciado’ passa a ter sua salvação garantida.

SEM POSSIBILIDADE
Por fim, podemos mostrar a doutrina bíblica, a indicar que o pós-morte encerra toda e qualquer possibilidade de intercâmbio com a (os da) Terra.

Jesus mostrou essa doutrina quando trata do fato (e não parábola, como indica o título do texto – fora da canonicidade bíblica – de Lucas 16.19-31, com ênfase a partir do versículo 26: ‘E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá.
E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento.
Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam. Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite’, 26-31.

Moisés – a Torá -, e Os Profetas fazem parte da divisão das Sagradas Escrituras, o Velho Testamento, restando Os Escritos (Históricos) em que os Poéticos estão inclusos.

Essa questão de possível ligação entre vivos e mortos é fechada, dentre outros textos, desde o VT, com Hebreus 9.27: ‘E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo’.

João Huss foi um nobre pensador e teólogo, influenciado por John Wycliffe. Nasceu em 1369 e morreu queimado vivo, pelo Igreja Católica Romana (Sacro Império Romano), em 6 de julho de 1415, aos 46 anos, a exemplo de outros reformadores cristãos e igualmente piedosos.

Sua pregação bíblico-cristocêntrica, contrariava interesses do Império Romano, transformado em Império Romano Sacro, após Constantino. Este foi o primeiro líder-maior da Igreja Católica, desde 338 e proclamado papa (o primeiro).

Huss influenciou João Calvino, John Wesley, Martinho Lutero.

Com domínio mundial, após assumir a sequência do Império Romano, batizado de Sacro Império, o catolicismo romano penalizava mantinha uma polícia clerical para caçar, prender e matar todo e qualquer acusado de contrariar as suas regras.

Embora verdadeira seita, a partir de Constantino, a Igreja romana detinha a palavra final.

Huss foi condenado em 1410, pelo Concílio romano de Constança e sentenciado à morte na fogueira.

Esse cristão morreu cantando ao SENHOR: ‘Jesus filho de Davi tem misericórdia de mim’.

HOMEM INTELECTUAL
Dentre suas obras, figura uma que entrou para a história literária checa e ainda produziu documento literário que introduziu o uso ‘de acentos na língua checa por modo a fazer corresponder cada som a um símbolo único'”.

Fato semelhante ocorreu com Lutero, em função de sua tradução da Bíblia do latim para
o alemão (Bíblia do Dr. Martinho Lutero, que mantenho uma cópia original em minha coleção).

PREGAÇÃO
Hus pregava o Sacerdócio Universal dos Crentes, no qual qualquer pessoa pode comunicar-se com Deus sem a mediação sacramental e eclesial, incluída nas 95 teses de Lutero.

PROFECIA
“Antes de ser queimado, Hus disse as seguintes palavras ao carrasco: ‘Vocês hoje estão queimando um ganso (Hus significa ganso na língua boêmia), mas dentro de um século, encontrar-se-ão com um cisne. E este cisne vocês não poderão queimar”‘.

CHEGA O CISNE!
Após 102 anos, essa profecia cumpriu-se em Martinho Lutero. Ele pregou suas 95 teses na porta da igreja católica romana em Wittenberg. O Cisne havia chegado.

Fonte consultada:
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Jan_Hus

Confesso que, antes de analisar com devoção a situação geral da relutância quanto à mulher no Obra do SENHOR, mantive-me resistente.

Mesmo os textos do apóstolo Paulo, visto por muitos críticos como machista, desmentido pelos seus próprios escritos, defendem a participação feminina na Causa divina, sem discriminação e sem alterar suas funções, como seu papel e suas características próprias da feminilidade, ainda como esposa e mãe e os demais aspectos ímpares da natureza do sexo feminino.

Paulo enfatiza, sem demonstrar nenhuma trava, a participação feminina no ministério cristão, nas mesmas proporções masculinas.

Isto quer dizer que o processo é o mesmo: a mulher deve passar pela mesma capacitação, desde a chamada pelo SENHOR e não ser privilegiada por atalhos e desprezíveis nomenclaturas.

Também quer dizer que não é um meio de fazer política ou média com o sexo oposto ou usar títulos como forma de adequação humana ou cala-boca.

PAULO É MACHISTA?

Apóstolo Paulo quer afirmar justamente o contrário.

Ele rompe com a Lei e se depara com quebras de paradigmas, pois a Igreja não iria sobreviver sob a Lei e sem outra diretriz, justamente por causa das não judias também.

Não deixa de realçar nuances, como também quebra de paradigmas da interpretação judaica, para os fins da atividade da mulher e as emprega na Causa do Mestre.

Ele prega muito bem isso em Romanos 12.9-10, quando os judeus querem supremacia sobre os gentios na igreja em Roma. Ele diz: amem-se como vocês fossem consanguineos, literalmente ‘como se tivessem saído do mesmo ventre’.

TEXTO COMO PRETEXTO

Se o texto usado para que a mulher seja tolhida é o seguinte: ‘A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio’, 1Tm 2.11-12, é só pretexto mesmo.

1) Veja que Paulo está tratando da liturgia do culto e não de temas gerais;

2) Aquelas (mulheres) na Lei não tinham nenhuma participação e, portanto, nada de conhecimento ou interesse pelo mesmo, pois eram preteridas neste aspecto;

3) Por outro lado, em situação semelhante quanto ao conhecimento, ‘as mulheres de Corinto’, chamadas por esta frase depreciativa, por causa do alto índice de promiscuidade na cidade, muitas delas eram ex-sacerdotisas e até cortesãs – as prostitutas ‘chiques’ de cabeça rapada, outras que atuavam em outro tipo de escravidão, agora convertidas;

4) Havia a necessidade com a inserção de mulheres, desde o
Ministério de Jesus, recrudescendo com o próprio Paulo (vide Romanos 16, a partir do verso 1, com a diaconisa Febe), de ordenar essa participação na liturgia;

5) Nesse cenário, Paulo precisava dar corpo a essa participação;

6) Temos a possibilidade para a interpretação de ter havido muita indagação dessas mulheres aos maridos, durante o culto, para tomarem conhecimento (aprender) e Paulo fala para que perguntem aos maridos em casa; até hoje isso é feio, não é mesmo?!;

6) o que Paulo diz em termos de cabeça (não o marido, pois ele acabara de falar que Cristo é o Cabeça, até do varão), mas das cabeças das próprias mulheres se inseridas à liturgia, pois deveriam ter domínio da situação (domínio/cabeça/careca… e apresentação adequada e diferente da dos cultos pagãos etc;

7) Por fim, o texto clareia tudo ao usar ‘segal’, traduzido por ‘caladas’, pois esse termo não indica ‘silêncio completo’, porém em curtas situações…

8) temos ainda a intercação dos dois versículos, perdidos no
meio do texto e do contexto, de forma notória;

9) O Reducionismo do Sexo, como afirma Judson Santos, não faz parte desse contexto, desde a Criação, pois “a mulher de Adão, Eva, é descrita em termos opostos/desafiadores. Ela é uma ‘ajudante que é oposta a ele’. Até a palavra ajudante é uma tradução fraca. O uso de עֵזֶר (ezer) no Hebraico Bíblico expressa uma intervenção ativa em favor de outra pessoa, especialmente no contexto militar!”‘

VISÃO DE PAULO SOBRE A LEI

‘O insensatos gálatas! quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós?
Só quisera saber isto de vós: recebestes o Espírito pelas obras da lei ou pela pregação da fé?
Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?’, Gl 3.1-3.

Aos Gálatas Paulo está em debate com judaizastes, que insistem em impor a Lei a esse povo.

‘De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados.
Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio.
Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus.
Porque todos quantos fostes batizados em Cristo já vos revestistes de Cristo.
Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.
E, se sois de Cristo, então sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa’, Gl 3.24-39.

Mesa diretora da Convenção Geral das ADs reunida nesta terça, em São Paulo

Mesa diretora da Convenção Geral das ADs reunida nesta terça, em São Paulo

Hoje, em São Paulo, pastor Ival Teodoro, presidente da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Paraná (Cieadep), da União dos Ministros das Assembleias de Deus da Região Sul (Umadersul) e líder da AD em São José dos Pinhais (PR), assumiu a vice-presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB).

Com a mesa diretora, a reunião foi realizada em um hotel no Tatuapé, bairro da capital paulista, ao lado do Belenzinho.

A vaga estava em vacância desde a renúncia do pastor Ubiratan Batista Job, eleito em abril de 2013, que teve de sair, inclusive da igreja no Rio Grande do Sul, em julho, por problemas não condizentes com a doutrina da igreja. O segundo mais votado para a 1ª vice-presidência, pastor Ival foi então convocado para assumir a vaga, nesta terça-feira (20/9).

Pastor Pedro Damasceno

Pastor Pedro Damasceno

Pastor Ival é o segundo vice a assumir a diretoria. O primeiro foi pastor Pedro Aldi Damasceno, líder da AD em Viana, no Maranhão e presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no estado do Maranhão (Ceadema).

Fonte: Tiago Bertulino.

OVELHA
A questão da suposta necessidade de adequaçõesà realidade cultural das doutrinas básicas ou fundamentais da Igreja (cf At 2.42), mostra-se impensável e não convincente.
Diferente de toda regra básica de interpretação do texto bíblico, a relativização leva à abertura ou quebra de regras e, portanto, perda gradativa e continua de identidade.
No próprio seio cristão temos exemplos de instituições que, ao assumirem a suposta representatividade cristocêntrica, não a fez a contento, tornando-se um amontoado mítico e religioso, bem distante da piedade.
Relativismo é irmão da tolerância e estes representam a ruptura e destruição de paradigmas elementares à identidade.
Igreja, embora à semelhança de um clube, associação (de pessoas), tem perenidade que transpõe fôrmas, fórmulas e métodos de concepções humanas, por seu cunho espiritual. Este não se restringe à humanidade e sua temporaneidade, pois tem concepções eternas, isto é, sem travas relativas à matéria, tempo e respectivo espaço.

ÚNICO E SEM
CORPOS ESTRANHOS
Em sua convocação extraordinária, por seu Líder, o Cristo Eterno, na Parousia, não poderá haver discrepância na questão de adesão de membros ou filiados.
Como poderia haver regras e tratamentos diferenciados tratando-se de algo que extrapola o temporal?!
Não seria um Reino justo, mas injusto e imperfeito! O que diriam os cristãos primevos ao Líder maior?! Seriam reprováveis se ficassem indignados com o possível Relativismo ‘adotado’, pela forma seletiva para adoção de novos membros do mesmo Corpo?!

‘CULPA EM CARTÓRIO’
‘… todos os ensinamentos das Escrituras são claros e passíveis de compreensão, mas reconhecemos também que as pessoas muitas vezes (em virtude dos próprios defeitos) compreendem erroneamente o que está escrito com toda clareza na Bíblia.’ (Grudem, Wayne A. Teologia Sistemática/Wayne Grudem. – São Paulo: Vida Nova, 1990).

ARMADILHAS
E PERENIDADE BÍBLICA
‘Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.
Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
Não erreis, meus amados irmãos.
Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.
Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas’, Tg 1.14-18.

INFLUENCIAR E NÃO
SER INFLUENCIADO
Tiago é uma carta vista como exemplo de ensinamentos éticos, a partir de crenças e valores religiosos.
Seus escritos tem o objetivo de ocasionar formas de influenciar e dar direção a comportamentos,
e ainda estruturar ações dentro de uma compreensão de mundo e da própria participação pessoal de cada um dentro dos mecanismos humanos.
Esta proposta tem a clara intenção de mudar comportamento de seus leitores, condenando as obras más, seja por comissão ou por omissão.

PARTICULARIDADE
Imagine se cada grupo, país ou cultura interpretasse o texto bíblico de acordo com suas próprias realidades?!
Para a interpretação do texto bíblico existem regras, pois como preconiza apóstolo Pedro, ‘nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação’.
Sendo assim, ninguém pode interpretar a Bíblia conforme suas próprias conveniências, por sua forma particular de análise, tampouco por analogia científica ou por meio de ponto de vista antropológico.
Os desígnios de Deus no texto sagrado, não devem ser olvidados pelo homem, pela ousadia de adequa-lo a sua condição temporal e, portanto, de cada ciclo humano.
Isto tiraria da cena principal o Autor, para inserir o homem como coautor e, no mínimo, consultor periódico, desdenhando a Onisciência e inserindo o Criador na heresia propagada pelo Teísmo Aberto.

NUNCA O HOMEM ESTARÁ
À FRENTE DE DEUS
Como disse Goethe, ‘Continue avançando a cultura intelectual; progridam as ciências naturais sempre mais em extensão e profundidade; expanda-se o espírito humano tanto quanto queira; além da elevação e da cultura moral do cristianismo, como ele resplandece nos Evangelhos, é que não irão”.

Aos nobres pastores,
Coloco-me à disposição de companheiros para agendar cooperação, com o objetivo de buscar o crescimento e enlevo espiritual da Obra, por meio de palestras e Cursos, visando o aprimoramento de obreiros e cooperadores, como seguem:

Pr. Mesquita, Antônio
mesquita.jornalismo@gmail.com

Fones 17-98204.2499 (Tim) – 3524.4354 (Fixo)

CURSO TEOLÓGICO
ANÁLISE CIENTÍFICA PARA A PREPARAÇÃO
AO SANTO MINISTÉRIO E MAGISTÉRIO CRISTÃO

“Querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério,
para edificação do Corpo de Cristo” (Efésios 4.12).

Objetivo do Curso
Este Curso de Teologia tem como objetivo principal oferecer base doutrinária e bíblica, com vistas à formação de obreiros, para o efetivo trabalho eclesiástico. Sua pretensão é facilitar o acesso ao Ministério e Magistério cristão, a partir do conhecimento teológico, como propulsão e indicação do aspirante ministerial.

FORMAÇÃO DE OBREIRO – MÓDULO BÁSICO (3 DISCIPLINAS)

Alinhamento entre
o discurso e a prática!
ÉTICA CRISTÃ (I)
A Bíblia, o interrelacionamento
entre cristãos e seu papel na sociedade…

Apresentação
Segundo Aurélio, ética é o “Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto”; ou “Parte da filosofia que aborda os fundamentos da moral”, define a Grande Enciclopédia Lorousse Cultural.
No decorrer dos anos, ética passou a ser definida de acordo com a situação predominante, como ética política e médica. Logo após escrevermos este texto, deparamos com um artigo do médico e dramaturgo Pedro Bloch, publicado no jornal O Globo, à página 7 – Opinião, 16/12/99 – sob o título Reciclar o homem, dizendo algo semelhante. “O homem de hoje procura uma nova ética, que se adapte ao que é ou será ao que fez, faz ou fará”, escreve Bloch. Ele arrisca afirmando: “Apesar de tudo, apesar de erros e absurdos, o novo homem surgirá no Terceiro Milênio, quando aprenderá a converter o Eu em Nós, quando o pão nosso de cada dia será para todos”.
Temos aí a ética bíblica que é reconhecer ser somente Deus “Eu”, Aquele que É, Aquele que Existe em si próprio, o Eu Sou, enquanto o homem existe (ou subexiste) como parte da essência eterna. O que pode eternizar no (ou o) homem é o Eu Sou – pela partícula divina em nós. Então, passamos a ser somente em Deus. O homem não domina o eu, mas é dominado pelo Eu. O eu não é próprio do homem, porque este é mortal; se hoje eu sou, amanhã poderei estar sem a existência que caracteriza tal estado (passageiro), que não passa de uma mera expressão e não de fato concreto, persistente e constante. Até quando posso dizer eu sou, eu tenho, eu detenho, eu faço, eu posso, eu quero, eu estarei lá… É muita pretensão do simples mortal, mesmo porque se o eu for excluído a frase fica igualmente completa, e eticamente perfeita, neste último caso: “Estarei lá”.

LIDERANÇA ECLESIÁSTICA (II)
13 PASSOS
PARA DELIMITAR A LIDERANÇA

– SEUS LIMITES
– SUA IMPORTÂNCIA
– SUA NECESSIDADE

Apresentação
A Bíblia emite um ar de graça, com destaque aos que querem ser líderes ou supervisores, o equivalente a bispos. Ela diz: “Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”, 1Tm 3.1. Entretanto, o líder deve ser irrepreensível, o que no original quer dizer, segundo a Bíblia de Estudo Pentecostal, em nota de rodapé: “que não se pode atingi-lo” (no grego anepilemptos).
Essa figura é patente em toda a Bíblia. A liderança está em toda parte. Sua presença é uma clara determinação divina, natural e não menos necessária, na seguinte ordem: o mestre lidera o discípulo, pois o Senhor mesmo diz que “Não é o discípulo mais (maior) que o mestre”, e “Basta ao discípulo ser como o seu mestre”, Mt 10.24-25. Se o discípulo deve ser semelhante ao mestre, não é menos verdade que aquele deve receber deste exemplo a seguir – os referenciais.
Ser liderado é manter-se em posição que pode soar comodista, visto que o liderado não tem a responsabilidade de gerir, mas apenas de cumprir aquilo que já foi planejado e preestabelecido por alguém. Este alguém é o cabeça pensante que se preocupa com o que se deve fazer; qual caminho seguir, com vistas aos resultados.

MANUAL DO ASPIRANTE AO MINISTÉRIO CRISTÃO (III)
– O Diácono
– O Introdutor
– Postura do Auxiliar

Guarda o teu pé, quando entrares na Casa do Senhor,
e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos,
pois não sabem que fazem mal (Ec 5.1).

Opinião
“É importante que essas informações cheguem o mais rápido possível às mãos de nossos obreiros. Esta obra constitui-se em uma ajuda ao nosso ministério”.

Catanduva, setembro de 1996

Pastor José Dutra de Moraes (em memória)

Índice
PARTE I
POSTURA PARA OS QUE QUEREM ATUAR NA IGREJA

PARTE 2
SUA POSTURA DETERMINARÁ A DIMENSÃO DE SUA ATUAÇÃO

PARTE 3
COMO RECEBER UM VISITANTE

PARTE 4
POSTURA PESSOAL DO DIÁCONO/INTRODUTOR

PARTE 5
A IGREJA – A CONDUÇÃO DO CULTO

PARTE 6
O DIRIGENTE DE CULTO
ORIENTAÇÕES BÁSICAS

PARTE 7
HINOS DA HARPA CRISTÃ
OS PREFERIDOS E MAIS CONHECIDOS

– O Diácono
– O Introdutor (Porteiro): Como receber um visitante
– Postura do Auxiliar e a importância de suas atividades
– O Culto e sua condução
– Hinos da HC (seleção para o culto)

Apresentação
A Bíblia fala de ética e de boas maneiras
A Bíblia é um código de ética e de boas maneiras. Embora tenha passado por diversos povos, a enfrentar domínios diferentes, como grandes impérios
– egípcio, assírio, babilônico, persa, grego e romano –, ela mantém um único código, jamais laqueado por qualquer influência alheia à vontade suprema do Criador.
Sua postura ética é realçada pelo testemunho de vida de quem se propõe seguir seus sábios ensinos.
Às vezes, exigimos muito mais do que um obreiro pode dar de si, sem darmos as condições mínimas necessárias ou sem compreendermos os nossos limites – dos brasis. Com isso, deixam de apresentar um bom trabalho no que concerne à representação da igreja e do respectivo ministério ou oficialato.
As deficiências educacionais do país são antigas e vêm desde sua formação. Até hoje sofremos as consequências da falta dessa prioridade, que tem ocasionado sérias dificuldades sociais, atingindo a igreja enquanto organização, pois seus membros vieram do meio, com suas dificuldades.
Os mais esforçados e outros privilegiados são os que recebem a visão mais ampla, como uma grande bênção do Senhor. Por outro lado, o homem, a partir de sua conversão a Cristo, liberta-se de todos os laços, pelo conhecimento de Cristo.
A Igreja de Cristo rompe as barreiras, as deficiências de escolas, pois não pode prosseguir sob deficiências ou ficará estagnada.
“No bem dos justos exulta a cidade, e, perecendo os ímpios, há júbilo. Pela bênção dos sinceros se exulta a cidade, mas pela boca dos ímpios é derribada”, Pv 11.10-11. “E, como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira lhes fazei vós também”, Lc 6.31.

OFICINA CULTURAL
O Texto e o Contexto

Método DOCE
 Desenvolver aptidão
 Orientar para a construção de texto
 Capacitar por meios eficazes
 Estimular a escrita através da apresentação de caminhos

TEMAS
01) MEIOS DE COMUNICAÇÃO
02) A ESCRITA
03) DAS ESTRADAS ÀS INFOVIAS
04) DA LINGUAGEM PARA A ESCRITA

05) CORPO DO TEXTO
06) ESBOÇO
07) ESCREVER – EXPOSIÇÃO LÓGICA
08) COMO PRODUZIR UM BOM TEXTO

09) INÍCIO
10) EMPREGO DE VERBOS
11) PERÍODOS CURTOS
12) PONTUAÇÃO

13) EXERCÍCIOS
14) SELECIONE AS PALAVRAS
15) USO DO DICIONÁRIO
16) GANCHO

17) CORPO
18) ABORDAGEM
19) O TEXTO PRECISA SER COERENTE
20) CAPA E TÍTULO

21) TEMPESTADE DE IDEIAS
22) CONSELHOS PRÁTICOS
23) ANÁLISE FINAL

DESENVOLVIMENTO E CRONOGRAMA
As aulas serão abordadas em 2 períodos, no decorrer do dia. O conteúdo será distribuído por módulos.
Enquanto as aulas serão ministradas, os alunos deverão acompanhá-las com anotações.

MÓDULOS
MÓDULO I
01) Apresentação
02) A Escrita
03) Das Estradas às Infovias
04) Da Linguagem para a Escrita

MÓDULO II
05) Corpo do Texto
06) Esboço
07) Escrever – Exposição Lógica
08) Como Produzir um bom Texto

MÓDULO III
09) Início
10) Emprego de Verbos
11) Períodos Curtos
12) Exercício

MÓDULO IV
13) Pontuação
14) Selecione as Palavras
15) Uso do Dicionário
16) Gancho

MÓDULO V
17) Corpo
18) Abordagem
19) O texto precisa ser coerente
20) Capa e Título

MÓDULO VI
21) Tempestade de Ideias
22) Conselhos Práticos
23) Correção: Análise do conteúdo produzido, discussão de estilos e definição de estratégia.

INTRODUÇÃO AO ANTIGO TESTAMENTO
– AS SAGRADAS ESCRITURAS: O PENTATEUCO – A TORÁ

Gênesis:
– A Criação; O Dilúvio; Os Patriarcas; As 12 Tribos de Israel; Israel no Egito.
Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio
– História de Israel; Os Dez Mandamentos; A Lei; Os Estatutos; O Tabernáculo e seus Utensílios; Os Sacrifícios; As Festas.

HOMILÉTICA
Ciência da Comunicação em Púlpito, a arte de pregar, com vistas à Anunciação eficaz do Evangelho, por meio de métodos de formas e da preparação de Sermões. A prática dos dotes, acaba dando corpo e substância àquilo que desenvolvemos, levando-nos ao conceito final, no caso em questão, ao que chamamos de homilética, desenvolvida através da própria atividade.

TEOLOGIA SISTEMÁTICA
A palavra Teologia deriva-se de Theós, Deus no grego, o equivalente Elhoim no hebraico. Logia é estudo ou tratado, portanto é o estudo das coisas relacionadas a Deus.
Sistemática é sinônimo de sistematizar: “Agrupar em um corpo de doutrina: O apóstolo Paulo sistematizou o cristianismo”, conforme Dicionário Aurélio.
“A Teologia é como o alimento; é necessário, mas precisa ser temperado com sal e um bom azeite, depois cozido ao fogo. Com fogo alto cozinha depressa, mas pode queimar; se brando e constante demora mais, porém, fica bom e macio” (Chaim Mesquita – 10/4/2000).

OS DONS MINISTERIAIS E ESPIRITUAIS
Hoje, mais do que nunca, faz-se necessário reavaliar os dogmas do ministério cristão. Isso porque as inovações são assustadoras. Com elas somos testemunhas de mudanças de postura e visão bíblica deturpadas, que indicam transformações radicais entre o que a Bíblia afirma, a prática da Igreja Primitiva e o que estamos vivenciando. A integridade do ministério eclesiástico vai se esgotando pela ingerência de obreiros sem nenhuma experiência no ensino, pastoreio, liderança, mas acima de tudo, sem o dom para a determinada atividade, em especial, a de Mestre ou doutor na Palavra.
Dado a isso, os valores cristãos tendem a perder seus referenciais tão valorizados e não menos necessários à Igreja (o Corpo real de Cristo).

HERMENÊUTICA
O texto do apóstolo Paulo resume a necessidade da hermenêutica: “Como também o nosso irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição”, 2Pedro 3.15-16.
Todo pregador deve conhecer as regras da hermenêutica, a ciência de interpretação de textos. Embora a palavra tenha o mesmo significado – a tradução de hermenevein significa interpretar, no grego.

ESCATOLOGIA
Doutrina do Fim: das Últimas Coisas. Exige-se muito cuidado e prudência para estudar e buscar compreensão dos sinais dos últimos tempos. A Bíblia fala que as coisas reveladas são para nós e as não reveladas pertencem ao Senhor (Dt 29.29).. As coisas espirituais só podem ser discernidas ou compreendidas por pessoas espirituais. Deus preparou novidades, mas para os fiéis. “As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam”, 1Co 2.9. Leia também v12-14.
As questões espirituais constituem-se segredos de Deus, revelados somente aos que desfrutam de intimidade com Ele, como ocorreu com profeta Daniel (2.18-22,47; 6.13). Agostinho deu uma “boa” resposta a um aluno que queria saber o que Deus estava fazendo antes de criar o mundo:
– Fazendo o inferno para colocar pessoas que fazem perguntas como você!

DESVIOS E AMEAÇAS
Dentre os desvios verificados na conduta humana, alguns se avolumaram de tal forma a pressionar a Igreja, tentando fazê-la calar e absorve-los como algo natural e parte de sua própria evolução. Contudo, a natureza humana é pecadora e a evolução não se livra da parte pecaminosa que, ao contrário, ganha volume provocado pelo próprio efeito evolutivo.
Um dos desvios que acentuam o tempo é a Sexualidade. Ela acomoda uma série de outros, catapultados pela mídia, moda, música e artes, e cresce sem parar. E ainda passa despercebida como um enfeite que realça a beleza humana. Mas a verdade é que essa tumescência humana vai além de uma postura simples e ordinária.
Ao seu lado caminha, a passos largos, o Homossexualismo; toda sorte de Degradação moral; as Inovações; os Abusos; a Violência; as Drogas; o Aborto; a Falta de Modéstia; a influência da Nova Era e a Cosmovisão, dentre outras. São dificuldades enfrentadas que se desdobram em outras não menos ameaçadoras.

ESGOTAMENTO ESPIRITUAL
Neste curso vamos falar da condição do obreiro que chega ao estágio de esgotamento espiritual. Além de discutir tal situação, potencializada pelas circunstâncias em que a Igreja está inserida, na atual conjuntura da pós-modernidade, queremos mostrar saídas com base em exemplos bíblicos. Tomamos ainda a Palavra como fonte de encorajamento e graça (unção), para que o seguidor de Cristo, que porventura passe por essa situação, possa alcançar a misericórdia do Senhor e saltar da inércia para uma vida ativa e renovada.
Esgotamento é sinônimo de exaustão, extenuação – a debilidade, o enfraquecimento, a prostração. Desânimo, cansaço e questionamentos são os principais sinais dessa debilidade.

O MINISTRO E SEU RELACIONAMENTO
“E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão”, Hb 5.4.
Conforme pesquisa sobre as dificuldades do dia-a-dia de um ministro do Evangelho, temos um resultado não muito alentador. Contudo, o ministro deve ter consciência de sua luta contra a carne e não reclamar, além de assumir sua posição mesmo enfrentando tais adversidades, conforme lista abaixo: Isolamento social, Exigências acima de suas capacidades, Problemas financeiros, Pressões administrativas, Pressões psicológicas, Competição, Ansiedade, Estresse, Irritação, Falta de privacidade, Oposição à sua liderança, Problemas familiares.
É por isso que, segundo Hal Donaldson, “Pastorear seria o melhor emprego do mundo, se eu não tivesse de lidar com certos tipos de pessoas”, disse um pastor após ter passado por um dissabor.

PÓS-MODERNIDADE
Seus principais mentores, a partir da base filosófica, não escondem a busca pela construção de objetivos e repercussões de suas ações de tentativa de desconstrução de preceitos sócio-culturais, que tem como base o judaísmo e o cristianismo.Isto fica muito claro nas alterações das leis, do tempo, dos costumes e consequentemente da cultura, com o intuito de propor verdadeira reviravolta na postura humana.
Valores que fundamentam a vida – a verdade, caráter, moral e respeito mútuo; conceitos sobre o bem e mal, certo e errado, eternidade, justiça, juízo, morte; galardão e condenação eternos; a existência de um Ser Supremo; direitos à propriedade e individual, novas propostas políticas e outra visão quanto a líderes, para representar e gerir os mais diferentes segmentos sócio-econômico, bases da ética, das relações humanas e com o Criador –, passam pelo crivo da filosofia humanista, estabelecendo o homem como centro de todas as coisas.

NAÇÕES BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA
Conhecimento de regras básicas com enfoque nos principais pecados gramáticas cometidos através da forma coloquial de comunicação.

Solicitação de Matrícula
Curso: TEOLOGIA – ( ) Integral ( ) Parcial
Ano / Período: 2015 /__°. Trimestre
________________________________________
A sua solicitação de matrícula foi recebida – Sim ( )
As seguintes turmas compõem sua solicitação de matrícula (em ordem de prioridade):
Turma Disciplina Curso

TEOLOGIA

NOME COMPLETO:

Filiação (Pai e Mãe):

Data e Local de Nascimento (Cidade e Estado):

Estado Civil: Nome/Cônjuge:

Endereço (Rua, no., bairro, cidade e CEP):

Endereço virtual: Fones ( )

Profissão e Ocupação:

Escolaridade:

Escola três matérias de sua preferência:

Objetivo do Curso: ( ) Ampliar meus conhecimentos
( ) Servir melhor ao SENHOR
( ) Tornar-me obreiro(a)
( ) Pregar a Palavra/Evangelizar
( ) Alcançar o Ministério
( ) Ser missionário(a)
– Cadastro das Informações Pessoais preenchido.
Declaro estar ciente do número de horas-aulas necessário, para receber o Certificado de Conclusão do curso, com as respectivas informações de aproveitamento; que minha matrícula só será efetivada, mediante preenchimento completo deste formulário e devolvido.

Data: ___/___/____

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Assinatura do(a) Aluno(a)

‘Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;
E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém’, Mt 6.9-13.

Oração consiste no contato expontâneo, por meio do diálogo, entre o homem e Deus. Diferente de reza, pois está segue norma do monólogo e não expressa sentimento expontâneo e pessoal.

Como comunicação (com o Criador), para ser eficaz, deve ser estruturada com
1) Começo (Introdução);
2) Meio (Corpo, Pedido, Estrutura);
3) Fim (Conclusão).

Ela deve ser realizada em Nome de Jesus, conforme o próprio SENHOR ensinara (Jo 14.13-14,6);

Segundo a vontade divina (1Jo 5.14);

Tem auxílio do Espírito (Rm 8.26);

VIGIAR
Deve ser precedida pela vigilância: ‘Vigiai e orai’ (Mt 24.41). Vigiai (do grego gregoreo, indica ‘um imperativo presente e denota uma vigília constante no tempo atual’ (Bíblia de Estudo Pentecostal, comentário de rodapé).

ESTRUTURA

Embora a oração possa ser classificada de Súplica (Rogo, Deprecação); Intercessão; Ação (e não ações) de Graças, suas estruturas mantém-se.
Oração de Súplica, Clamor (krazo, gr) é um grito alto, associado a um grito de guerra.

JESUS NOS ENSINA

Primeira parte
ALINHAMENTO ESPIRITUAL
1) ‘Pai
2) Nosso,
3) que está nos Céus,
4) santificado
4) seja o teu Nome’.

DEUS É PAI
No tempo de Jesus, a definição de pai tinha abrangência muito maior e de mais importância.
Pai era o chefe do clã, como Abraão.

NOSSO
Meu e Seu e não somente mEU!
É desejo Dele que todos sejam salvos para que possa tornar-se Pai de todos, por direito em Cristo (Jo 1.11-12).

NOS CÉUS
Ele está acima de todos, incluindo a ideia de domínio, isto é, SENHOR de tudo e de todos.

SANTIFICADO
Ele é Santo, pois o seu Caráter, representado naquilo que Ele é ou representa, explícito em Seu Nome, é santo (Is 6.3).
Aliás, SENHOR, Aquele que detém o domínio de tudo, é o Seu Nome (Is 42.8).

VENHA O TEU REINO
Aqui conclui-se a primeira parte da oração, totalmente de cunho espiritual e a nossa opinião (doxologia) sobre Ele. Quem Ele é para nós.
Equivale dizer que o Reino divino deve estar dentro de cada crente e cada um dentro do Reino, completando a suprir todas as necessidades espirituais (Buscai primeiro o Reino de Deus… as demais ‘coisas’… Mt 6.33), com
SEJA FEITA A TUA VONTADE
TANTO NA TERRA COMO NO CÉU (Domínio tanto temporal e humano – na Terra -, quanto no campo espiritual – nos céus.
Se o Reino estiver em nós, teremos Paz em sua completude: Alegria, Esperança, Amor, Graça (como unção, poder), Saúde e prosperidade, isto é, a Salvação total e completa.

Segunda Parte
PROVISÃO HUMANA
5) o pão nosso
6) de cada dia
7) dá-nos hoje

Nossa preocupação deve se ater à provisão diária, sem inquietação (Mt 6.34).

8) Perdoa as nossas dívidas
9) assim como nós perdoamos
10) aos nossos devedores.
O perdão é algo de essência na vida do crente. Não há como ter equilíbrio espiritual sem perdoar. Veja Mateus 5.23-25. O perdão parte de quem foi magoado, atingido, denegrido… (Rm 15.1).
Sem essa de ‘liberar perdão’, pois é algo espírita que diz de alguém que estaria numa fase de encarnação, preso, à espera dessa liberação de perdão!

Terceira parte
LIVRAMENTO
11) E não nos induzas à tentação
12) mas livra-nos do mal’.
Somos tentados por nossas fraquezas e por artimanhas de cunho espirituais. Não temos nenhuma condição de vencer o Reino das Trevas. Precisamos de livramentos por Ele (Ef 6.13).

Quarta Parte
DOXOLOGIA

Glorificação final, a nossa confissão do domínio divino: manifestação da nossa opinião de que é o SENHOR para nós. Nossa plena confiança Nele!

13) porque teu é o Reino,
14) e o poder,
15) e a Glória,
16) para sempre. Amém!’

A oração não deve ser repetição escrita, como o Pai Nosso, pois seria reza (repetição), mas ter essa estrutura exposta, essas partes, com começo, meio e fim, estruturada, com início e final em enlevo espiritual, exaltação ao SENHOR.
Depois o espiritual e, por fim o pedido daquilo que é temporal.

Mais oração, mais poder; menos oração, menos poder!
Ore!