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ATUALIZADO: Depois de inúmeros contratempos e descumprimento de medida judicial, firmada por meio de acordo, agora qualquer pastor poderá entrar com ação contra a candidatura de Wellington Junior, por falta de desincompatibilização no momento adequado.

Pastor Wellington Junior, por ocasião do registro de seu nome, como candidato à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), não teria renunciado ao cargo de presidente do Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembleia de Deus (CPAD), por questões de incompatibilidade, conforme estabelece o Estatuto Social da CGADB, no parágrafo único do Art. 11º.

Membros da CGADB ressaltaram que nenhum periódico da CPAD publicou a notícia do licenciamento do presidente do Conselho de Administração da editora, passados mais de 3 meses do dito ‘licenciamento’ não foi noticiado uma única linha sobre o assunto, levando a crer que tudo não passou de uma manobra para burlar o impedimento estabelecido no estatuto social.

INFLUÊNCIA

Na verdade, a CPAD ‘ocupa’ a função própria da CGADB, com ações de representatividade acima daquela, por questões e de sua atividade e força financeira, que acaba por influenciar os rumos da denominação.

Também porque o cargo de presidente do Conselho Administrativo é o segundo mais almejado, justamente por oferecer status, muita influência e poder de domínio, depois da presidência da CGADB.

Dado a isto, é fácil entender que a presença de José Wellington Junior em sua presidência deverá, sem dúvida, direcionar o resultado da eleição, a ocorrer em abril.

AÇÃO PROVOCADA

A gota d’água para que essa ‘descoberta’ viesse à tona, foi o não cumprimento do acordo, feito na Justiça, para cessar a multa milionária a pastor José Wellington, como presidente da CGADB, por não cumprir a determinação da própria Justiça, de apresentar a lista de inscrições e pagamentos, dos membros, por ocasião da última eleição.

Essa lista deveria indicar a lisura ou o comprometimento da condução da eleição. Contudo, jamais ela foi apresentada.

AÇÃO JUDICIAL

Resta, agora, uma nova ação, a qualquer interessado, de impedir que algo semelhante ocorra, e a influência econômica seja a principal ferramenta da próxima eleição, em busca de  transparência na condução do processo.

Segundo o advogado Cláudio Dias, ‘por hora são somente impugnações. Vamos esperar a resposta da Comissão Eleitoral e, aí sim, dependendo da mesma, e aí sim poderão transformarem-se em ação judicial’.

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Artigo adaptado do Wall Street Jornal (Nina Adam e William Wilkes, 18/9/16)

Instalados sob a pele, implantes minúsculos podem substituir chaves, cartões de loja de negócios e dados médicos e muito mais. Os chips RFID sob a pele podem ser  programados para executar várias tarefas

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Pode se usar até vários desses implantes ou tags, embutidos no tecido gorduroso das mãos e braço. São tags usados para desbloquear não apenas a porta do apartamento, com um acena de mão, mas também escritório e portão. Outro armazena informações como o nome da empresa, detalhes de contato e ainda outro contém informações semelhantes para encontros não comerciais.

Os implantes podem ser ativados e verificados pelos leitores que usam tecnologia de identificação de rádio frequência, ou RFID. Incluem smartphones comuns e leitores já instalados em edifícios de escritórios para permitir a entrada com um cartão de identificação comum.

RÁPIDO E EFICAZ

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Não há dados abrangentes sobre quantas pessoas têm implantes RFID em seus corpos, mas os varejistas estimam o total de 30 mil a 50 mil pessoas no mundo.

O fato de que as etiquetas não podem ser perdidas é uma atração. Outra, dizem os usuários, é que as tags não operam sob seu próprio poder, mas sim são ativados quando são lidas por um scanner. Isso significa que eles nunca podem ser inutilizados por uma bateria morta como smartphones.

O QUE A BÍBLIA DIZ

‘Por causa dos sinais que lhe foi permitido realizar em nome da primeira besta, ela enganou os habitantes da terra. Ordenou-lhes que fizessem uma imagem em honra à besta que fora ferida pela espada e contudo revivera.

Foi-lhe dado poder para dar fôlego à imagem da primeira besta, de modo que ela podia falar e fazer que fossem mortos todos os que se recusassem a adorar a imagem.

Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, para que ninguém pudesse comprar nem vender, a não ser quem tivesse a marca, que é o nome da besta ou o número do seu nome.

Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é número de homem. Seu número é seiscentos e sessenta e seis’, Ap 13.14-18.

FORMA DE DOMÍNIO

A marca da Besta será uma forma de domínio sobre o ser humano, incluindo o mercado, isto é, ninguém poderá subsistir sem a marca, para fazer qualquer tipo de compra, incluindo as básicas.

BESTA

A Besta diz respeito a um sistema de Governo humano, mas com representação de cunho espiritual e em oposição ao SENHOR.

Dessa representação uma imagem/ídolo porta como centro de adoração (v15). Hoje temos clareza para entender isso. A cibernética mostra essa possibilidade, em que a mistura do barro ao ferro, cremos ser uma construção parabólica de Daniel:
‘Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro’, Dn 2.43.

ROBÔS MAIS INTELIGENTES

Segundo o físico britânico Stephen Hawking, da Universidade de Cambridge, afirma que as formas primitivas de inteligência criadas até agora por computadores foram um sucesso e mostraram-se úteis.

A voz dele, por exemplo, é em parte robótica, mas ele teme as consequências dos avanços. Os robôs podem superar os homens no futuro. Quando? Em menos de 100 anos, diz ele.

Os humanos, cuja evolução é lenta, seguindo o ritmo biológico, não teriam condições de competir com suas próprias criações.

Outros cientistas acreditam que, com a atual velocidade dos supercopmputadores, em três decadas, as máquinas vão chegar à inteligencia artificial. Computadores já derrotam campeões de xadrez

A MARCA DA BESTA

Os números 666 é a representação em numeros de um nome. Também pode representar a capacidade máxima humana: o número do homem é 6, ampliado na máxima da trindade humana.

Essa marca pode ser representada por meio de tatuagem, como as usadas para marcar escravos e ainda soldados.

Ainda na época dos escritos bíblicos do NT, devotos religiosos se tatuavam com seus ídolos-deuses protetores.

3Macabeus descreve a marca do deus Dionísio usada por Ptolomeu IV Filopátor (221-203aC). São formas colocadas em oposição pelo apóstolo Paulo, conforme Gálatas 6.17, pois os escravos eram tatuados com o nome de seu dono.1

1) Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.Thomas, Revelation 8-22, p. 181. Revista Chamada da Meia-noite  (jan/2004)

 

 

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Pastor Antonio Santana, ao lado da esposa, irmã Lourdes

Em assembleia geral extraodinária, pastor Jairo Santana foi empossado presidente da AD em Ribeirão Preto. Ele substituiu seu pai, pastor Antonio Santana, jubilado no mesmo dia (27jul). O nome de pastor Jairo só foi publicado ontem, no dia da posse, no final da tarde. À noite, no Grande Templo, à Avenida Eduardo Andrea Matarazzo, 3.820, na Via Norte, o nome foi oficializado.

Dirigida pelo presidente da Convenção dos Ministros das Assembleias de Deus no Triângulo Mineiro (Comadetrim), pastor Álvaro Além Sanches, a assembleia no grande templo, que por suas dimensões é usado somente para grandes eventos, recebeu membros da cidade, da região, de cidades do Estado e de outros Estados.

PASTOR JAIRO

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Pastor Jairo, 59 anos, é conhecido por sua simplicidade e, portanto, querido por todos. Era o segundo vice-presidente e pastoreava a igreja no Planalto Verde, bairro de Ribeirão Preto e uma das mais destacadas congregações. Sempre atuou secularmente para sobreviver, e somente nos últimos anos passou a dedicar-se mais à obra do SENHOR e ajudar seu pai. Sempre foi fiel e não carrega nada que possa causar-lhe impedimento de assumir tamanha honra.

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Sua esposa Rosana (foto acima) sempre foi bastante ativa na igreja, bem como os filhos: Gesiel é obreiro, graduado em Teologia pelo seminário Ibad; Josane, Gisele e Jéssica também estão presentes na efetiva cooperação à obra do SENHOR.

Pastor Jairo trabalhava anteriormente na Prefeitura de Ribeirão Preto e agora recebe a tarefa de substituir o pai, homem de atuação e história ministerial brilhante, decisivo e líder respeitado.

PASTOR SANTANA

Baiano da cidade de Baixada da Palmeira, de família extremamente católica romana, converteu-se ao cristianismo a partir da mudança na família de 14 filhos. Seu pai Eloy foi o primeiro a receber Jesus Cristo.

Pastor Santana tornou-se cristão aos 7 anos e foi batizado aos 12, em 12 de agosto de 1944. Casou-se com a mineira Lourdes, em 54. Irmã Lourdes conviveu com uma enérgica família de letônios, em Varpa-SP, região de Marília. Eram cristãos batistas que vieram para o Brasil, em fuga da perseguição comunista.

Ele trabalhou por 14 anos na indústria química Rhodia, em Santo André. Foi ordenado ao ministério sob a liderança de pastor Joaquim Marcelino, em Santo André, no ano de 1970. Transferido para assumir a AD em Franca, em 1975, depois, assumiu a AD em Ribeirão Preto.

Pertenceu à primeira Convenção das ADs em São Paulo, a Comadespe, a mais tardia do Brasil, fundada por pastores-líderes, dentre eles, João Alves Corrêa, José Ezequiel da Silva, Alfredo Reikdal, Joaquim Marcelino da Silva, Walter Brunelli, José Dutra de Moraes…, que solicitaram permissão para sua instalação ao pastor Cícero Canuto de Lima, resistente à criação.

Também foi membro da Confradespe, e em uma das assembleias nacionais da Convenção Geral das Assembleia de Deus no Brasil (CGADB) foi eleito primeiro-tesoureiro. Seu irmão, saudoso pastor Rodrigo Santana teve grande respeito no Nordeste e foi notável líder das ADs no Estado da Bahia, época em que todo o Estado viveu sob unificação.

De seus 84 anos, passou 32 anos na presidência da AD em Ribeirão. Sua dinâmica e visão de Reino proporcionaram à igreja crescimento ímpar. Tanto na cidade de Ribeirão, quanto em cidades mineiras, a igreja marcou presença na evengelização e construção de templos e, posteriomente, em inúmeras cidades do interior de São Paulo, com mais de 140 congregações.

GRANDE TEMPLO

Com ‘passos firmes’ e sob ‘a bênção do SENHOR’ que ‘enriquece e não acrescenta dores’, versículo que sempre citava, bem como a firmeza de seus passos, pastor Santana iniciou a construção do templo (foto abaixo) em 2003.

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Somente nas estruturas metálicas (foto acima) consumiram 350 toneladas de ferro, para cobrir 90 metros de diâmetro e agrupar 12 mil pessoas, sempre com as contas em dia e sem dívidas.

“Queremos realizar algo que venha glorificar ao Senhor”, disse pastor Santana, durante visita ao templo, em época de sua construção.

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Grande Templo da AD em Ribeirão Preto

 

 

 

 

 

 

 

 

CEU

Como introdução de meu comentário do livro de Gênesis, publico este artigo, como forma de ajudar na interpretação do primeiro livro das Sagradas Escrituras (e da Bíblia). Estes nomes referem-se ao Velho Testamento e é o nome dado pelos judeus; o segundo, a Bíblia, ao todo, Velha e Nova Aliança, preestabelecido pelos seguidores de Cristo.

Gênesis não somente fala, mas é o livro do Princípio de todas as coisas – o Começo, o Início. Sua narrativa segue uma estrutura de texto conforme cultura da época e, portanto, não pode ser analisado sob a ótica do homem pós-moderno. A escrita, a narração e sequência de fatos não seguem, necessariamente, a mesma ótica do homem contemporâneo.

Então não é passivo de crítica ou de ter suas teses ratificadas sob o prisma atual. É preciso conhecer e ter em mãos a licença da escrita literária e poética daquele momento, para, somente depois, tecer críticas e pensar em supostas doutrinas expostas nele.

Caso do apóstolo Paulo 

Sem sair dessa linha, temos o caso do apóstolo Paulo exposto em ao menos quatro narrativas diferentes. Para os críticos, teólogos liberais e céticos ou pessoas menos avisadas, o erro é um fato indiscutível, mas à luz da crítica histórica não há divergências senão o uso de estilo literário, de acordo com o interesse de quem discursava, considerando a quem o discurso fora endereçado.

Os textos ‘divergentes’ e referentes ao apóstolo Paulo estão em:

1) Atos 9.7 e 22.7 – somente Saulo caiu por terra;

2) Atos 26.7 – no discurso a Agripa, Paulo fala que todos caíram;

3) Atos 9.7 – todos ficaram mudos, depois de ouvirem a voz, mas sem ver ninguém;

4) Atos 22.9 – todos viram a luz, mas não ouviram a voz.

As primeiras considerações (do meu livro Pontos Difíceis de Entender-CPAD).

A explicação para as aparentes divergências aparece na construção gramatical.

No caso de Atos 9.7 o grego liga-se ao genitivo – “Caso de declinação de certas línguas, que representa, por via de regra, complemento possessivo, limitativo, e algumas vezes circunstancial”.1

Em Atos 22.9, tem que ver com o acusativo.

Atos 22.9 fala em ouvir a voz e entender o que se diz, enquanto a outra forma indica ouvir o som da voz, sem entender o que se diz ou o sentido da declaração.

Gênero literário

Por outro lado, quando se lê as três narrativas da conversão de Paulo deve-se levar “em consideração a diferença metodológica de se fazer história da Antiguidade e a forma usada na Pós-moderna. Não podemos julgar a historiografia antiga a partir de pressupostos pós-modernos. Deve-se notar que desde Túcidides, no século 4 aC, era anotado o que seu herói podia ou até deveria ter falado, e não o que o ouviríamos dizer se seu discurso tivesse sido gravado2. O historiador se sentia livre para escolher a maneira de transmitir as fontes que possuía em mãos, de acordo com seus interesses teológicos e ideológicos. O próprio gênero literário conhecido como vitae (vida no latim), comum aos historiadores como Suêtônio, Fílon, Filóstrates, que escreveu a vida de Apolônio de Tiana, e que se parece muito com a estrutura literária dos escritos de Lucas, não se preocupa com os fatos em si, mas com o quê, segundo seu autor, deveria ser dito ou feito; tudo dentro de seus interesses e ideologias.

Conquanto, as diferenças entre os capítulos 9, 22 e 26 de Atos dos Apóstolos, escrito por Lucas, fazem parte do gênero literário e da maneira de relatar os discursos de qualquer historiador da época.

Portanto, o estilo literário usado por Lucas leva em conta a transmissão da mensagem, a considerar a circunstância do enunciado, conforme o objetivo de indicar o fato histórico (“limitativo e circunstancial”), isto é, a quem se fala e o que é interessante ou mais importante falar.

Por ele importa que o fato de interesse central seja mostrado e se deixa de lado outras informações que não somam àquilo que se pretende mostrar, de acordo com o que se julga essencial para o momento.

Ponto de vista

Na narrativa de Gênesis somos tentados a interpretar o texto à luz da cultura da nossa época. Sempre quando não consideramos as leis da hermenêutica e da exegese pecamos na interpretação.

Fato clássico está na interpretação do capítulo 1, entre os versos 1 e 2: “No Princípio criou Deus os Céus e a Terra. E a Terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas”.

Segundo a chamada Teoria de Gap (brecha, espaço ou buraco), o texto indica a ocorrência milhares de anos entre os dois versos. Isto daria espaço (brecha) para inserir a suposta destruição da primeira Criação, outra teoria chamada de Dilúvio de Satanás. Para isso tomam Isaías 14.12-23 e Ezequiel 28.11-19. Porém, não existe nenhuma condição oferecida pelas leis de interpretação, a ponto de chegarmos a tais conclusões.

O que temos nos primeiros versos de Gênesis 1 é a uma narrativa sequencial e lógica para a época, sem interrupção. Não seria inteligente, para mostrar a disparidade, interpretar uma obra literária de milhares de anos atrás, por meio de técnicas ou estilos atuais.

Entra nela, além de outros seres, outro homem – um tipo elo perdido –, que dizem ser o homem pré-adâmico, com existência compreendida entre a ‘primeira Criação’ e o ‘nosso’ Adão, que seria o segundo homem.

FONTES: 1) FERREIRA, Ebenézer Soares, Dificuldades Bíblicas e Outros Estudos, da União Brasileira de Escritores – Seção de Campos; Sociedade Brasileira de Romanistas; Academia Evangélica de Letras; The American Schols of Oriental Research – Casa Publicadora Batista (Edição do Autor, Campos, Rio de Janeiro, 1965); 2) ZUURMOND, R. Procurais o Jesus Histórico?, pág. 65.

APOSTOLOS

A primeira menção de batismo, após João Batista, é o de Jesus (Mt 3). A pregação de João alcançava moradores de Jerusalém, Judéia e redondezas do Jordão (v5), mas também, com a formação de discípulos, a tendência foi óbvia: expansão desse batismo para outras regiões, pois os discípulos de João também batizavam.

Seu batismo alcançava desde a população de judeus em geral, os leigos, quanto a líderes religiosos (v7).

Percebe-se que esse mesmo batismo foi praticado pelos discípulos de Jesus e absorvido pelo novo rito instituído  por Jesus (Mt 28; At 1.5s; Rm 6.4s).

A menção indireta, mas a indicar a possibilidade de os discípulos terem sido batizados está em João 4.1-2.

Este é o caminho natural de todo discipulado. Torna-se discípulo e, depois, forma outros, usando o mesmo processo pelo qual foi submetido.

Também em 3.22 temos a menção dos discípulos batizando, portanto a sugerir que eles passaram determinado tempo batizando na Judéia.

Também não fica claro o tipo de batismo, mas parece indicar à semelhança do de João.

 Exemplo que envolveu apóstolo Paulo

Apóstolo Paulo, inserido como um dos 12 e como Apóstolo dos Gentios foi batizado por Ananias (At 9.18) e reforça a ideia do batismo dos demais.

Há ainda a defesa de que os discípulos foram batizados pelo SENHOR no Cenáculo, por meio do Espírito  Santo. Há um paralelo entre o acesso à unção do Espírito Santo e a capacitação discipular por meio do batismo.

Quando apóstolo Paulo depara com  discípulos em Efésios, que não conheciam o Espírito Santo, após saber que eram  batizados por João, os rebatiza (único rebatismo mencionado) em nome de Jesus e, então, eles foram cheios do Espírito Santo.

Outra menção que argumenta a possibilidade de os apóstolos terem sido batizados está no fato descrito pelo texto do discurso entre Jesus e João, segundo Crisóstomo: ‘Eu sou o que o que deve ser batizado por ti’, e que, então, depois de ser batizado, o SENHOR o batizado também. Este fato está descrito em livro apócrifo.

Concluindo podemos afirmar que há indicação indireta de batismo dos discípulos, porém, não existem provas diretas, pois não temos menção nos Evangelhos do batismo em águas dos apóstolos, embora fique subentendido terem sido batizados.

TEXTO BÍBLICO

‘Não tenha medo do que você está prestes a sofrer.

Saibam que o diabo lançará alguns de vocês na prisão para prová-los,

e vocês sofrerão perseguição durante dez dias.

Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida’, Ap 2.10 (NVI).

INTRODUÇÃO

Temos atualmente grande desvirtuamento dos desígnios da Igreja do SENHOR, por meio de ações inovadoras (não renovadoras) de igrejas-instituições. São quebra de paradigmas a mudar conceitos e a exigir postura não alinhada às doutrinas de essência bíblica, preestabelecidas pelos apóstolos (cf Atos 2.42). É o verdadeiro não ao ‘perseverar na doutrina’, isto é, persistir, ser constante, permanecer ou conservar-se.

Alterações das bases, a afetar a doutrina – a base da Igreja -, ocasionam modismos. Estes evoluíram a partir do século 20, em especial com a consciência praticamente universal da busca pela prosperidade. Desde a Era Industrial, quando se passou a fabricar produtos em séries, o apelo pelo TER, ofuscou a busca pelo SER.

Não se importa mais em ser verdadeiro, honesto, ético e de caráter, mas ter algo como forma de troca (de prestígio, fama…). A celebridade deixou de ser importante, para dar lugar a simples famosos, não necessariamente célebres.

Muitos entram em grande impasse ao não conseguir seguir, alcançar o resultado satisfatório desse apelo e tornam-se cristãos doentes, mesmo dentro das igrejas. São pessoas que não conseguem participar de forma racional, e muito menos espiritual, do culto. São muitas vezes espiritualistas, mas não espirituais!

São crentes que, diante da pergunta:

– O que aconteceu ou o que está havendo?, simplesmente dizem:

– Acho que… ou

– Como você está?, alguém indagará, no que ele dirá:

– Vou ‘ino’ (hino da Harpa, do Cantor Cristão, Nacional…) ou

– Vou levando, isto é, deixa a vida me levar!

Levando decepções, surpresas desagradáveis,… como se estivesse sob o ímpeto de uma enxurrada.

Para as mais diferentes perguntas:

– Como está em casa, no trabalho, no casamento ou no namoro, nas finanças, na firmeza da Fé?…, a resposta é sempre a mesma! Sem nenhuma convicção, sinal de conversão real, de experiência com Cristo ou de reações próprias de cultos oferecidos por meio da razão (cf Rm 12.1-2).

PASTOR DE OVELHAS

CONTRASTE COM O NOVO HOMEM

São claras as definições bíblicas para a re-gene-ração humana, ou seja, gerado novamente, com nova genética (origem).

Essa trans-forma-ção, ainda conforme Romanos 12.2, a indicar: transportado para outra fôrma, por meio de nova origem, é implacável. No versículo 10, do mesmo capítulo (‘Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros’), apóstolo Paulo tenta eliminar o problema existente da Igreja romana, por causa da disputa entre judeus e gentios.

Os judeus, de volta a Roma, após terem sido expulsos pelo imperador, queriam dominar a igreja. Então Paulo enfatiza que o amor fraterno (de philia) entre os cristãos deveria eliminar fronteiras, etnias, classes sociais e cidadanias temporais. O original afirma que os cristãos deveriam amar como se fossem gerados pelo mesmo ventre, a mesma mãe, isto é, consanguíneos.

Quando entendemos isto, obviamente sob o uso da razão, torna-se fácil seguir em frente: ‘Quando alguém está unido com Cristo, é uma nova pessoa; acabou-se o que é velho, e o que é novo já veio’, 2Co 5.17 (TLH).

Temos ainda o versículo em João, que trata da origem dos que são gerados novamente, não por meio da conjunção carnal, da semente (sêmen) humana, mas pela Palavra (Lc 8.11), a semente divina: ‘Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus’, 1.13 (RC).

Portanto, quando o SENHOR se manifesta e arma a sua tenda, faz a sua morada entre nós (‘habitou entre nós’, Jo 1.14), tem-se a ideia do costume oriental de receber uma visita em casa e torná-la honrada e protegida, sem que alguém possa tocá-la, importuná-la.

Vemos este costume em Salmo 133, onde a honra ao hóspede nota-se pelo azeite sobre a cabeça. Também quando Ló recebe os anjos (Gn 19.1-8) e oferece suas filhas, em troca de não ser desonrado, por meio de incapacidade de ser bom anfitrião e dar total segurança a seus hóspedes.

Decisões para a Vida!

Mas para tal, é preciso tomar decisões definitivas a ponto de deixar o passado para trás, conforme Filipenses 3.10-16,20-21: ‘Para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à sua morte; para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dos mortos. Não que já tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Pelo que todos quantos já somos perfeitos sintamos isto mesmo; e, se sentis alguma coisa doutra maneira, também Deus vo-lo revelará. Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra, e sintamos o mesmo… Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas’. Esta foi à postura de Rute, a moabita, com relação a sua sogra Noemi: ‘o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus’ (Rt 1.16-19).

Aos Gálatas, o apóstolo dos Gentios mostra claramente a necessidade de transformação de criatura a filho, ao usar, em parábola, a história de Abraão, a envolver os filhos da esposa Sara e da escrava Agar: ‘… e modo algum, o filho da escrava herdará com o filho da livre’ (Gl 4.30).

PROVA: GRANDE MOMENTO!

Quando o SENHOR antecipa à igreja o teste da prova, em algumas traduções sob o vocábulo ‘tentados’ (Ap 2.10), indica prova da lealdade do crente e, por fim, saber de sua opinião (doxologia, de doxa, glória; mais logia, palavra), isto é, a sua opinião dita, falada, declarada, descrita… sobre Deus.

O SENHOR nos leva ao deserto, tendo em vista que o velho homem não aguenta deserto. Somente o novo é levado à prova, pois não se põe remendo novo em tecido velho, lembra-se?! (Ef 4.24).

Também porque o velho homem está tipificado na mistura que subiu do Egito, para o deserto com Israel, denominada de ‘populacho’, justamente os que instigaram à rebeldia e ao pecado e, por consequência, à morte! Aqueles insuflaram o povo. A Palavra manda a não se insuflar com a bebida por causa da contenda, mas se insuflar (encher de vento) do Espírito!, o Sopro divino (Ef 5.18).

O objetivo do Deserto

‘E se lembrarás de todo o caminho pelo qual o SENHOR, teu Deus, te guiou no deserto…, para te humilhar, para te tentar (provar), para saber o que estava no teu coração, se guardarias os meus mandamentos ou não’ e ‘… para te humilhar, e para te provar, e para, no fim, TE FAZER BEM’, Dt 8.2,16 (grifo meu)

Note a grandeza da prova divina, ao conduzir o crente ao deserto (a condução é feita pela ‘Viação Espírito Santo’ (‘e foi Jesus conduzido pelo Espírito ao deserto’, Lc 4.1). O SENHOR o prova para saber o que está em sua alma (coração): Pensamento, Entendimento, Sentimento, Vontade: as Emoções, e a sua opinião sobre Ele. Você sairá do deserto exaltando-O?!).

Mesa farta no deserto!

Quando o salmos diz que ‘nada’ nos faltará, sob o domínio do Pastor, indica a presença também das dificuldades, embates, provas, lutas… Por isso, há referência de passagem pelo Vale da Morte, porém ‘Tu estás comigo’.

Nessa luta ferrenha do deserto, registra-se a bênção. Nele ocorre a mesa farta, nobre e gloriosa, na presença do(s) Inimigo(s), conforme Salmo 23. É lá também que a cabeça é ungida, e é lá ainda que aprendemos a ser ovelhas do Pastor, o SENHOR: dono, proprietário, dominador, pois a ovelha não tem garras e tampouco dentes caninos para caçar, pois todos os dias Ele leva-nos a ‘pastos verdejantes e a águas tranquilas’.

Após o teste, Ele coloca ‘uma porta aberta, e ninguém a pode fechar’; pois, mesmo ‘tendo pouca força, guardaste a minha Palavra e não negaste o meu Nome’, carta à Igreja Triunfante e vencedora, a Filadelphia, a Igreja do amor fraternal (philia) e, como creio, a Igreja do Arrebatamento!

CONCLUSÃO

Creia no milagre do deserto, pois a bênção não virá por completo antes dele! Antes de provar quem somos realmente ou a nossa convicção, por meio da opinião sobre Ele, para que ao crente liberal (generoso, pródigo), ‘ser-vos dado, boa medida, recalcada, sacudida e transbordante’ (Lc 6.38).

Boa medida é uma quantidade generosa;

recalcar é calçar novamente o conteúdo de uma saca de grãos, ou fazer pressão ao para abrir mais espaço e poder inserir o máximo de grãos;

sacudir é agitar com força em diversos sentidos, com a mesma intenção: abrir mais espaço para caber mais; e

transbordante é ter em excesso, repleto, a ponto de entornar (como diz o carioca), derramar (como diz o paulista); mais que o necessário.

Nesta experiência você vai descobrir que o SENHOR é poderoso (shaday) para fazer muito mais além do que podemos imaginar (Ef 3.20-21).

CEADER Pr Hoário

Embora em número reduzido, a considerar o seu rol de membros, a Ceader se reuniu nos dias 10,11 e 12, na AD em Cordovil (Grande Rio), liderada pelo pastor Francisco José da Silva.Sob a presidência do pastor Alberto Serafim de Souza, parte dos 6 mil ministros da primeira Convenção de Ministros das ADs no Estado do Rio, a Ceader, esteve presente e ouviu pregações e discussão de assuntos pertinentes.

PRELETORES

No sábado, dia mais intenso, pregou a Palavra pastor José Wellington Junior, de Belenzinho, São Paulo. Ele exortou os ministros a partir do diálogo entre Jesus e apóstolo Pedro, com base em Mateus 16.13-19. Nos devocionais de quinta e sexta, pregou pastor Roberto José, presidente da AD em Abreu e Lima, Recife.

Na sexta-feira, cheio de Graça e autoridade, também pregou pastor Adilson Faria, presidente da AD em Mutuá, São Gonçalo-RJ. Todos os dias, à noite, pastor Eduardo Lopes, também de Belenzinho, pregou.

EQUIDADE

Houve tensão no sábado, quando tentou-se distinguir, sem rodeios e com mais intensidade um dos dois conhecidos candidatos à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que tem mais de 50 mil filiados.

Vários convencionais questionaram, com indignação, tal ação, por entenderem que o concílio deve agir com equilíbrio, isenção e sem parcialidade, por representar todos e não somente um grupo.

Isto ocorreu em função de o pastor Samuel Câmara não ter sido recebido pela mesa diretora, onde postava-se o outro candidato, pastor José Wellington, e, por fim, ainda, um jovem pastor apresentou uma moção de apoio a José Wellington Junior, que representava seu pai, por motivo de doença.

Samuelo Camara

Pastor Samuel Câmara (foto), acompanhado de seu filho, pastor Philipe Câmara, que haviam chegado de São Paulo, especialmente para prestigiarem o encontro, passou por tal constrangimento sem emitir qualquer opinião de juízo e manteve-se calado.

Entretanto, após a manifestação de indignação por considerável número de membros, pastor e advogado Antonio Manoel, autor da proposta que produziu o consenso a AGE da CGADB, realizada recentemente em São Paulo, instou a direção ao equilíbrio.

Ele apelou aos objetivos e postura históricos da Ceader e enfatizou pontos determinantes de ações cristãs, indicando que, como manda a boa e piedosa conduta do concilio, os dois deveriam ser convidados para receberem oração dos convencionais, de forma imparcial, a considerar a vontade soberana divina, acima de interesses de grupos.

Isto soou bem a todos e, então, pastor Samuel, convidado à frente, ajoelhou-se e recebeu oração dos convencionais-colegas e posterior menção de apoio. Pastor Wellington Junior havia se retirado.

NOVOS MINISTROS

No mesmo dia, 71 ministros foram consagrados ao SENHOR. Segundo a Secretaria Examinadora de Candidatos ao Santo Ministério (Secam), nove foram reprovados.

HOMENAGEM

PLACA SC

Pastor Samuel Câmara prestou homenagem à Ceader, por meio de uma Placa Comemorativa aos 105 Anos das Assembleias de Deus, em nome da Primeira Igreja Assembleia de Deus e Museu Nacional das Assembleias de Deus, no Belém do Para. Pastor Philipe fez a entrega.

Durante a consagração, pastor Horácio da Silva Junior, que deu nome à turma de novos ministros foi homenageado. Presidente de extensa região eclesiástica, pastor Horácio atua como verdadeiro bispo, um presbítero (ancião), pastor de pastores, com 223 igrejas, 147 ministros, 411 presbíteros, 463 diáconos e mais de mil cooperadores.

Bastante emocionado, ao lado da esposa, de suas três filhas e do filho, agradeceu e observou: “A minha preocupação no momento não é outra senão a iminente Volta de Jesus. Ele vai voltar em breve e precisamos estar preparados”.

ESQUERDOPATAS

Estiveram presentes ministros do Rio e de vários outros Estados, o deputado estadual Samuel Malafaia, irmão do pastor Silas Malafaia, o federal Ezequiel Teixeira, de origem assembleiana e fundador da Igreja Vida Nova e o senador Marcelo Crivela, da Igreja Universal.

Os dois deputados falaram de seus embates e investidas de esquerdopatas, defensores do homossexualismo e outras formas de promiscuidade, que tentam impor, a qualquer custo, o homossexualismo e outras libertinagens em escolas de crianças, órgãos públicos e em entidades.

Pastor Samuel disse que a Assembleia Legislativa fluminense aprovou projeto de sua autoria, que institui e oficializa o Dia dos Pais. Isto para que as escolas comemorem oficialmente o dia, em oposição ao movimento à militância homossexual, que busca proibir o uso das definições próprias da natureza humana, a indicarem a presença de pais e mães e impor o Dia do Cuidador, fato já comprovado por ele, em escola do Rio.

O ex-secretário de Governo do Rio, pastor Ezequiel Teixeira, falou da festa de gastança de dinheiro público em festas promovidas por movimentos homossexuais e que, mesmo quebrado e com salários de servidores atrasados, o Governo Pezão gastou em 2015, com esse tipo de festança, 9 milhões.