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nicodemos-jesus-novo-nascimentoTexto base: João 3.3-8:

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito”.

I – Gerados

Por meio do Novo Nascimento em Cristo, o homem foi regenerado e torna-se filho de Deus, conforme João 1.1-12:

“No Princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no Princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da Luz, para que todos cressem por ele. Não era ele a luz, mas para que testificasse da Luz. Ali estava a Luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome”.

II – Salvos por revelação (eleição divina)

Todos os que receberam o Senhor Jesus por revelação divina (“Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos”, Mt 22.14 (Ef 1.5 e 1Ts 1.4) são especiais e mantem a diferença em função de terem sido gerados diretamente pelo Espírito, sem nenhuma interferência humana:

“Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”, Jo 1.13.

Sendo assim, não é difícil notar a diferença entre os filhos da Luz e os das Trevas (cf Ef 5.6-8), pois assumem postura, diante da sociedade, totalmente diferente com cidadania pautada pelo diferencial cristão.

Esta postura se registra na Epístola de Tiago 1.16-18:

“Não erreis, meus amados irmãos. Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas”.

Este texto remete para o objetivo da Carta toda, conhecida como exemplo de ‘paraenesis’, no grego indica ‘ensinamentos éticos arraigados em crenças e valores religiosos’.

“Não erreis” não é frase dirigida ao mundo, ao homem profano (em oposição ao sagrado), mas ao crente.

corrupcao1Nele não há espaço para ‘jeitinhos’ e formas humanas, corrupção de todas as formas e segmentos, como o desvio de verbas públicas, ostentação, presunção, orgulho etc.

Pretende a carta fazer com que o cristão assuma a postura de ‘influenciar e dirigir comportamentos e fundamentar ações dentro de uma compreensão de mundo e de sua ação-participação dentro dele’.

Tiago, irmão do Senhor e o líder da Igreja Primitiva, conforme vemos no Concílio (Convenção) de Atos 15, busca a mudança de comportamento de seus leitores e a principal atitude é a de condenar as más obras no que diz respeito tanto por meio de comissão quanto por omissão. Quando o crente também se omite, peca!

Porém, isto não quer dizer que o cristão sairá por aí fazendo justiça entre os homens ou por meio de homens, mas mostrar sua postura de condenação, de não aceitação de coisas erradas e ilícitas, ou ainda associar-se a tais pecados.

Na carta, Tiago mostra a diferença entre o sagrado e o profano*, a demonstrar que a obra do Senhor não tem condução de estruturas humanas, políticas, mas divina. Ele indica a existência de sabedoria animal (humana) e até a diabólica, mas que nada tem que ver com a sabedoria do Alto, isto é, a espiritual:

“Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz”, Tg 3.14-18.

Nisto tudo pode-se fica evidente que o cristão (literalmente seguidor de Cristo: de seus ensinos e tendo-o como Deus e único intercessor), mesmo enquanto restrito ao tabernáculo humano ou na carne, assume a natureza divina (2Pd 1.4), indicada pela semente da Palavra, a gerar um ser espiritual, com, inclusive, novo nome Ap 2.17; 3.12.

Assim sendo, o cristão não torna-se propriamente um super-homem, um herói** mas um homem fraco (no que diz respeito aos domínios da carne) e um novo ser fortalecido acima de matéria em Cristo, pois o espírito suplanta a matéria em tudo.

*Profano é tudo o que é secular e não sagrado, isto, consagrado ao Deus. **Herói – Deriva-se de Heros, semideus no grego e diz respeito a homem com poderes extraordinários, por meio de atos de guerra. Na Bíblia, temos uma ilustração bem próxima quando trata de Herodes, uma vez que também pode falar de homem de destaque público, que atrai para si a atenção. 

Os povos antigos acreditavam que muitos homens possuíam características divinas. Vemos isso na cultura grega, em especial. Mas também os líderes de muitos povos outorgavam para si tais títulos como os faraós e césares. Estes homens tentavam sempre apresentar em público como protagonistas de fatos mirabolantes e de atos divinos.

Essa tendência humana de buscar referência em um ser híbrido, meio homem-meio deus, sempre esteve presente na história da humanidade. Fatos extraordinários tendem a ser divinizados para que a busca possa satisfazer o ímpeto humano. Os próprios gregos admitiam que deuses geravam filhos entre humanos, como o caso de Apolo, que se apaixona por Medéia e outros do Panteão grego.

Um deles diz respeito a Hércules que, ainda bebê, teria estrangulado uma cobra em seu cesto-berço. Isso rendeu-lhe a fama de poder extraordinário e de semi-deus, como filho de Zeus (MESQUITA, Antônio, O Mundo das Palavras, Campo Grande (MS), Editora Néteser, 2012).

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Texto base: João 3.3-8:

“Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo. O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito”.

INTRODUÇÃO

Este vocábulo usado para tratar do Novo Nascimento do homem em Cristo, indica ser gerado novamente. A própria palavra indica isto: O prefixo RE, fala de repetição, nova ocorrência; GENE, diz respeito à genética, isto é, a mensagem no código genético a indicar a origem ou as características do indivíduo, conforme sua ascendência – seus pais; e o sufixo (final da palavra), completa a ideia, que o vocábulo carrega ou o período verbal.

Fosse o tempo do verbo o gerúndio, a indicar uma ação contínua e neste caso seria regenerando, diríamos que essa forma demonstra a santificação. Ela funciona de forma contínua, a cada dia, como diz Provérbios 4.18: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”. Este versículo indica a forma contínua da santificação.

I – NASCER DE NOVO

O nascer de novo é operado pelo Senhor, por meio do sopro do Espírito: “O sopro sopra onde quer”, do grego ‘pneuma pnei’ ou do latim ‘spiritus spirat’. Portanto, o nascimento em Cristo (RE-nascimento) é tão glorioso e não menos ‘misterioso quanto ao vento que sopra’.

O nascer da água e do espírito lança para a ideia da Grécia antiga, em que a água era matéria-prima de todos os elementos físicos, que constituem o mundo e o nosso corpo. Faz, portanto, alusão ao nascituro que surge da bolsa aquosa no ventre materno.

Tem-se a sombra no cego Bartimeu que, a partir do momento que passou a ver jogou a capa (de cego) fora e seguiu Jesus. Os que não enxergam a Salvação em Cristo – tão somente Nele e por Ele (cf 1Tm 2.4-6) – são os que têm os olhos cegados pelo Inimigo:

“Cegou-lhes os olhos, e endureceu-lhes o coração, A fim de que não vejam com os olhos, e compreendam no coração, E se convertam, E eu os cure”, Jo 12.40. 

II – OPERADO POR DEUS

O Novo Nascimento em Cristo não é algo em que o homem tem participação decisiva, pois é operado pelo próprio Deus. O homem é alvo da Graça (favor divino), conforme Efésios 2.8-9.

A ação divina para o Novo Nascimento está descrita também em João 1.12-13: 

“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”.

Não há ação humana, assim como ocorreu com Miriam (nome hebraico da mãe do Senhor). A conceição do Senhor Jesus foi por obra do Espírito:

“Disse-lhe, então, o anjo: Maria, não temas, porque achaste graça diante de Deus. E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai; e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim. E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus”, Lc 1.30-35.

Da mesma forma, a semente plantada em nós –

“Esta é, pois, a parábola: A semente é a Palavra de Deus” (Lc 8.11).

Gera a Vida no Espírito em nossa existência (humana), já a indicar a Eternidade em Cristo.

III – REDENÇÃO

No caso da Redenção, cf 1Tm 2.6, (de redimir, resgatar por determinado preço), fazemos parte ativa, pois na Redenção incluí-se a:

Conversão a indicar a mudança de rumo, de meta, caminho, a partir de nosso desejo, interesse. É sinônimo de arrependimento e “implica em ‘mudar de atitude, de procedimento, de parecer; voltar atrás em relação a compromisso assumido’. No grego é metanóia, que significa mudança completa de direção; meia-volta (MESQUITA, Antônio, O Mundo das Palavras, Campo Grande (MS), Editora Néteser, 2012).

Sobre tal discrepância entre o mundo, as coisas temporais e os fatos espirituais e eternos, Einstein disse: “Do mundo dos fatos não conduz nenhum caminho para o mundo dos valores, porque estes vêm de outra região”.

Santificação. Literalmente separado (do mundo). A santificação não diz respeito a somente coisas e fatos notada mente mundanos – sempre com a medida entre o sagrado e o profano –, mas inclui-se também elementos que vivem à sombra da Igreja e não correspondem à separação, como está escrito:

“Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu”, 2Ts 3.6. Leia também 1Coríntios 1.10.

Perseverança

“Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão”, Lc 13.24.

IV- ADOÇÃO

A Salvação em Cristo é operada por meio da adoção, conforme Efésios 1.4-7:

“Como também nos elegeu nele antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor; e nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor e glória da sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado, em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça”.

Na adoção não passamos a ser filhos adotivos, mas adotados, a demonstrar um processo concluído com filiação definitiva (cf Jo 1.11-12). Nela, a partir da semente gerada em nós (pela Palavra), passamos a fazer parte da família divina, em função da ‘linhagem genética divina’ e a assumir a própria natureza celestial, com a renúncia da humana e terrenal (2Pd 1.4 e Jo 17.21-23).

Pr. Edson Alves da SilvaPastor Edson Alves da Silva presidente da AD/Tradicional e de presidente de honra da Convenção Estadual da AD Tradicional do Amazonas (Ceadtam) em Manaus, partiu para a Eternidade hoje (16/8/13), aos 76 anos, em Natal (RN), onde nascera a 15 de abril de 1937.

Em 1974, pastor Edson foi enviado para Madagascar (África), como o primeiro missionário da Igreja Assembleia de Deus em Rio Grande do Norte. Lá plantou a Igreja do Senhor, juntos dos missionários Rosa-Virgínio Carvalho, em Antisirabe e Diego Suarez.

Naquele continente pastor Edson enfrentou batalhas espirituais, mas com oração e jejum obteve vitórias gloriosas.

Seus pais Antônio Alves da Silva e Maria do Carmo Rodrigues Silva (irmã Dadinha) com toda a família receberam Jesus no dia 19 de abril de 1946. A vizinha da família, Chiquinha Damásio, membro da Assembleia de Deus, levou toda a família aos pés de Jesus, depois de muita perseverança.

O então menino Edson, fora batizado nas águas em agosto de 1948 e a 13 de abril de 1947, Jesus batizou-o no Espírito Santo, na residência do casal Aline-Epitácio Rodrigues. Desde então, Edson passou a envolver-se com a obra do Senhor, começando pelo louvor, por meio da banda musical da igreja.

Seu amor pela causa do Mestre o levou a buscar conhecimento da Palavra, quando, então bacharelou-se fez em Teologia, pelo Ibad (turma 1967).

Quando regressou a Natal, adoeceu gravemente e chegou a ser desenganado por médicos. Porém, em uma noite, quando todos dormiam e ao sentir a aproximação da morte, o jovem Edson Alves levantou a mão e clamou: “Jesus, faz alguma coisa”! E Jesus fez! Curou-o instantaneamente.

Atou como auxiliar da Palavra em Natal e visitou quase todo o interior do Estado, ao lado do pastor João Batista da Silva, então pastor-presidente da AD no Estado. Ministrada estudos bíblicos e também chegou a ser regente do coral da AD/centra e ainda liderou a mocidade, ao lado do pastor Elinaldo Renovato.

Quando retornou ao Brasil, após ser enviado como missionário ao continente africano, casou-se com Zilda Viana, em 7 de maio de 1977. Juntos seguiram para Cayenne/Guiana Francesa, onde fundaram a Assembleia de Deus.

Nesta mesma época, o casal viajou por muitos lugares, passando em canoas em rios e enfrentando perigos de rios caudalosos. Chegou a visitar o interior do Amapá, inaugurando congregações, visitando os crentes, orando pelos enfermos e ensinando a Palavra.

Ao retornar ao Brasil em 1981, passou a liderar a AD em Currais Novos (RN). Mas em 1983, a convite do saudoso pastor Alcebíades Pereira de Vasconcelos, mudou-se para Manaus. Desde em maio de 1984 servia ao Senhor no Amazonas, onde teve dois filhos Josiel e Igor.

Em 2000 fundou e assumiu a presidência da Assembleia de Deus Tradicional em Manaus, atualmente com templo-central e mais 194 congregações em Manaus (Fonte: Site da AD Tradicional do Amazonas).

O mundo acordou do sonho. Digo com relação ao sentido ‘científico’ do sonho, do ponto da psicanálise freudiana, em que a realização dos desejos escondidos e jamais vivenciados pelo próprio indivíduo, se realiza: Sem cabresto, sem castração e sem nada de pudico.

Ainda que haja desacordo com Freud, é fácil perceber que existe em nós outro ‘eu’ latente no inconsciente a proteger recalques, marcado por traumas e complexos, a passear totalmente despido de pudor em sua representação onírica. Porém, Freud define o inconsciente justamente como intencionalidade.

Nele, nossas realizações oníricas refletem o anarquismo, em que a plena liberdade mantém lindes tênues com a libertinagem. Esse movimento do século 19 contraria toda imposição de autoridade ou força de governo e se encaixa na declaração de Guevara, que dizem ter sido o mentor da revolução cubana: ‘Se há governo sou contra’.

Do grego anarkhos, sem poder (governo), passou a ser usada para denominar ideologias, que contrariam todos os valores predominantes: social, político, militar e religioso e seus decorrentes como o Estado, leis, propriedade e a própria ordem.

Nisso tudo encaixa o sonho que vem ganhando força no imaginário humano, desde a queda do Absolutismo e ascensão do Relativismo, passando pelas passarelas do Woodstock e da Revolução Cultural até chegar hoje por seus filhos e netos.

Isto porque todos os sistemas dominantes e humanos falharam e falham ainda hoje, como verdadeiros estafetas pró inserção da nova (des)ordem mundial.

Não há esperança no homem. Ele está a deixar de ser (um) sujeito (às leis e normas), para manter-se somente como indivíduo (individualizado e autônomo), esgueirando-se da integridade humana.

As reações oníricas são confrontadas e transformam-se em intencionalidade quando existe momento propício: divã montado à meia-luz, melatonina em frenética produção…  nos tornamos sonâmbulos e abrimos o baú.

Mas, em vez do hormônio ocasionador do sono, produzido na baixa presença de iluminação, o mundo de hoje vive sob refletores a produzir muita adrenalina. A cada dia, recebemos do nosso metabolismo injeções hercúleas desse hormônio ruim, a partir daquilo que vemos, ouvimos e vivenciamos. É uma verdadeira droga a tirar a nossa racionalidade!

Retira-se a razão e injeta-se emoção! O homem de hoje, em vez de construir projetos e amar, é instigado a sonhar e a apaixonar-se. Toda a sua racionalidade passa de largo e isto ocorre até mesmo no meio eclesiástico, onde a obediência torna-se vexatória e a realidade obtusamente obscurecida do habemos papam!

Na Idade Média os sonhos foram mantidos adormecidos. A densa treva da obscuridade da época encaixou o homem de forma imperfeita perfeitamente no divã, embalado pela protetora da ‘santa’ ignorância. Agora, os sonhos trancados no baú do inconsciente entram em cena, por meio do humano que ninguém sabia existir.

Com a queda do absolutismo, em que os semelhantes sofriam abusos pelos excessos, partiu-se para o outro extremo: o excessivo relativismo. Consequentemente, o poder ficou podre, raquítico, doente, à beira da morte, absolutamente relativo.

Onde está o poder? Sumiu! Aproveitando-se de situação semelhante (não igual), mas igualmente vulnerável Hitler, com o poder de lar demolido, conseguiu elevar sua posição, ao explorar a culpa pela derrota da Alemanha na guerra, inserindo os judeus e minorias como bodes-expiatórios. Ele levou o poder popular às ruas e depois vestiu-se dele. Atualmente o homem vive à mercê de tal sagacidade.

Vivemos mais ou menos a ‘poesia’ A Invasão do Sagaz Homem fumaça, 2000, Planet Hemp, ‘O Sagaz Homem Fumaça’: ‘Aí, meu cumpadi, como já dizia o Samuca do patrulha na cidade: Quem não reage, rasteja. Eu tô de pé, pupilas dilatadas, chapado, mas eu sou sagaz”.

Onde está o poder? Em nenhum lugar e com ninguém! Se estivesse com alguém, no caso do Brasil, o povo não estaria na rua protestando e outros, aproveitando-se da ausência desse mesmo poder, a quebrar tudo!

Há um ‘poder’ de fato, mas não de direito, segundo conclusão da vox populi. Conclui-se que esse poder, em pleno século das luzes, do conhecimento globalizado, da mídia social, do nada fica encoberto, que não vale para si próprio, para a corja, para os amigos da corte, aos cartéis, aos camaradas e lobbys… não é poder, mas engodo…, pois o poder humano sem o demos, de democracia, é tirania.

Em passos mágicos e não menos enganadores tais líderes desse ‘poder’ contemporâneo transitam bem e com sapatinhos de algodão pelos corredores dos monastérios da corrupção. São verdadeiros monstros, a perambular de dia, noite e ‘mensal(eiros)mente’… Entretanto, a ficha caiu e ‘o-gigante-acordou’!

Pergunta-se: Onde estão os gigantes gerados entre o povo, seja de qual for o segmento: Um Getúlio, Juscelino, Kennedh (política); um Frank Sinatra, Goethe (arte); um Pelé, Zatopek (esportes); um Thomas Edison, Dumont (inventores); cientistas tal qual Albert Einstein; um Agostinho, Lutero, John Bunyan, Savonarola… Não os temos mais, senão um fio de homens probos.

Por isso o mundo em plena crise está ávido por um líder e o Diabo o dará, até que o Criador (re)pareça com um molho de chaves e diga:

– “Cavalheiros, está na hora de fechar!”

e o caos volte ao cosmo e outro Princípio se estabeleça!

“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”, Gn 2.7.

Depois da evidência da proximidade entre o barro e a vida biológica, com provas da presença de “materiais típicos do barro que são fundamentais no processo inicial de formação biológica”, como a substância montmorillonite, efetiva na “formação de depósitos gordurosos e ajuda às células a compor o material genético chamado ARN (ácido ribonucleico), indispensável para a origem da vida” (Instituto Médico Howard Hughes e do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, agência EFE/Science), chega outra prova.

‘Árvore genealógica revela novas idades para ‘Adão’ e ‘Eva’”

Conforme mostra divulgada pela revista Veja (goo.gl/aQxa6x ) “pesquisadores descobrem que os mais recentes ancestrais comuns a todos os homens e mulheres do planeta podem ter vivido na mesma época: ele entre 120.000 e 156.000 anos atrás, e ela, entre 99.000 e 148.000 anos”.

Quer dizer que todos os humanos herdaram sua base genética de um mesmo casal oriundo da África.

No resultado dessa pesquisa existem algumas discrepâncias com o relato bíblico – não dariam o braço a torcer por completo – como a questão do tempo; o casal bíblico, que não seria o mesmo; e, necessariamente, não formariam casal.

Segundo a pesquisa, “foram os últimos ancestrais a partir dos quais se pode traçar uma linha direta de descendência paterna ou materna até os nossos dias”.

Interessante que a pesquisa diminuiu o número de anos, trazendo os ‘pais de todos os humanos’ para mais próximos de nós (três vezes mais perto que antes), deixando um pouco de lado o ‘foguete datador’ dos bilhões de anos…

Mostrou-e também a questão da criação divina de macho e fêmea, sem intermediários, pois uma parte do DNA, o cromossomo Y, que determina o sexo masculino, é transmitida exclusivamente pelo pai.

“É ele que contém as informações sobre o ancestral paterno comum”, que a Bíblia denomina Adão, isto é, homem, humano, aquele que veio da terra, chamado pela pesquisa de Adão cromossomial-Y.

“A conclusão é de que todos os cromossomos Y foram herdados da mesma pessoa – o ancestral paterno comum”, o Adão cromossomial-Y, que permanece sentado “no topo da árvore” genealógica dos humanos, do jeitinho que nós cristãos e judeus pregamos há milhares de anos… nem tanto como o ‘foguete datador’ acusa!

O lado do DNA transmitido pela mãe – a Eva miticondrial – é um pedaço do genoma que não está no núcleo, “mas na mitocôndria da célula”.

Também mostrou que não existe a ideia determinante do que se pensava antes, quanto a discrepâncias de datas entre o homem e a mulher. “Nossa pesquisa mostra, no entanto, que essa discrepância não existe”, conforme afirmação do professor de Genética na Universidade de Stanford e um dos autores da pesquisa, Carlos Bustamonte.  

Como a Bíblia diz

“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”, Gn 2.7.

“Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”, Gn 2.21-24.

“Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez. Homem e mulher os criou; e os abençoou e chamou o seu nome Adão, no dia em que foram criados. E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas”, Gn 5.1-4

Linhagens

Os ramos genealógicos também são mostrados pela pesquisa do DNA humano a indicar, segundo pesquisadores, que “a configuração dos ramos ao longo do tempo se mostrou semelhante à distribuição das populações humanas”. Indicam que as linhagens saíram da África para a Ásia e Europa.

Geopolítica de hoje e a profecia de Noé

“E disse: Maldito seja Canaã; servo dos servos seja aos seus irmãos. E disse: Bendito seja o Senhor Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo. Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem, e seja-lhe Canaã por servo” (Gênesis 9.25-27).

A profecia de Noé, sobre os seus três filhos joga luz para os dias de hoje concernente aos povos. É justamente isso que se cumpre no mundo atual. Temos visivelmente o cumprimento dessa profecia.

De Canaã descenderam os africanos. Já no tempo dos patriarcas eles moravam naquela região, desde Israel (Canaã) que divisa a África da Ásia, até a África propriamente dita.

De Jafé descendem os jafetitas, os europeus. Eles detêm a supremacia econômica-política, com o MCE (união européia), e a maioria dos países mais ricos do mundo – o Grupo dos 7 ou Clube de Roma.

A promessa para Sem é religiosa. “Bendito seja o Deus de Sem”. Dos semitas, descendem as três maiores religiões do mundo – judaísmo, cristianismo e islamismo.

Dos filhos de Jafé saíram os colonizadores. Os europeus, especialmente por meio da Inglaterra e Portugal, colonizaram a África, repartindo-a como queriam e causando um grande transtorno às tribos, que até hoje lutam e são dominados, sofrendo com pestes, fome, degradação completa.

É um povo tomado de feitiçarias e adoração a ídolos. Chegam a oferecer seus filhos e a matar outros para serem oferecidos aos demônios, a exemplo do que faziam os cananeus. Muitas vezes Israel copiava seus pecados (2Rs 17.16-17 e 2Cr 33.1-6).

Dado a pecados de libação a deuses de vidas humanas, muitos povos foram exterminados da face da terra. A própria degradação moral os consumiu como os assírios, os maias e astecas, entre outros. O amor-livre na França quase os consumiu, pois não possuíam mais crianças, e ainda hoje procuram adotar crianças. O amor-livre quebra todas as barreiras morais, viabilizando o sexo entre qualquer pessoa, sem se importar com qualquer tipo de parentesco.

Fica claro dentro do quadro geopolítico do mundo de hoje o cumprimento da profecia de Noé (Mesquita, Antônio, Pontos Difíceis de Entender/CPAD, 2006).

Ainda como luz para o fato que descrevo, os cientistas falam de um período em que “a população sofreu um grande corte populacional, ao qual poucos indivíduos sobreviveram para transmitir seus genes… Mas também é possível que existam elementos da história humana que predispõe as linhagens a se sobreporem em determinados períodos”, diz o pesquisador Poznik (O grifo é meu).

O que ele diz, mesmo que não tenha essa pretensão, confirma tanto a questão do Dilúvio quanto a das três linhagens a partir de Noé, como as descrevo em meu livro Pontos Difíceis de Entender, inserido acima (sem atualização).

 

 Pr. Santana1Partiu para a Eternidade no último dia 22 (jun), às 10h, pastor Raimundo João de Santana, presidente de honra da Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte, com matriz em Natal. Ele havia passado a presidência ao atual líder, pastor Martin, no dia 6 de janeiro de 2012. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte – domingo – no cemitério em Parnamirim (RN).

Estivemos com ele algumas vezes e somos testemunhas de sua vida piedosa. Em uma delas, gravamos e editamos sua entrevista em vídeo na série Obreiro Aprovado, lançada pela CPAD. Foi um homem admirável, equilibrado, respeitado, temente e piedoso.

Quando pastoreou a igreja em Caicó (RN), exerceu expressiva liderança espiritual o que ocasionou o crescimento do número de novos convertidos e templos. Sua notoriedade, por meio da atividade eclesiástica chegou a despertar o interesse político. Por diversas vezes foi convidado por políticos locais a se candidatar a prefeito da cidade. A todos os convites declinou educadamente porque sua missão sempre fora com o Senhor Jesus, pois fora chamado para ser pastor de ovelhas e não político, justificava.

Segundo ele, o homem chamado por Deus deve renunciar coisas caras, importantes em troca de outras a que se vê, apenas pela fé. Deus não recebe em sua obra, homens que estejam presos a quaisquer coisas que representem valores materiais. Quando o homem se dispõe a renunciar a tudo então se coloca dentro dos propósitos divinos.

Esses referenciais compõem os propósitos da vida de um homem que desde a sua juventude tem-se apresentado como escolhido do Senhor. Raimundo Santana separou-se do mundo para a realização de uma obra mais importante que qualquer outra atividade, em qualquer um dos diversos segmentos que a vida secular proporciona.

 Vida e ministério

Pastor Raimundo, nasceu no município de Nísia Floresta (RN), em 13 de dezembro de 1924, teve toda a sua história devotada à obra do Senhor. Consagrado a diácono em 1950, presbítero em 1953 e ao pastorado em 1962. Pastoreou igrejas em Santa Cruz, Caicó e Parnamirim.

Aos 20 anos de idade, contraiu núpcias com irmã Ivone Oliveira de Santana, no dia 29 de fevereiro de 1944. Dessa união nasceram as filhas Mirian Oliveira Santana, com o Senhor; Marli Oliveira de Santana Bezerra; Marlene Oliveira de Santana Souza e Marlúcia Oliveira de Santana Varela.

Raimundo Santana recebeu Jesus no dia 6 de junho de 1944, justamente no templo-central da AD em Natal, que anos mais tarde passou a ser o seu presidente. Na época, o líder era o saudoso pastor Eugênio Martins Pires.

No leito de dor, horas antes de ser recolhido a Glória, pastor Pires recomendou ao então presbítero Raimundo Santana:

– Tenha Cuidado com a Doutrina.

Seis meses após receber Jesus, também no templo-central, pastor Santana foi batizado em águas. Dois anos depois, em uma vigília de oração, num dos bairros de Natal, recebeu o batismo no Espírito Santo.

Após trabalhar como auxiliar, em 9 de agosto de 1950, foi separado para o Diaconato; exatamente 3 anos após, ao Presbitério e em 29 de julho de 1962, foi ordenado ao ministério de Cristo.

Suas atividades eclesiásticas se estenderam pelos bairros de Rocas, Regomoleiro, Redinha, Mãe Luiza, Lagoa Seca, Nova Descoberta, Igapó e na Rua do Motor.

Cumprindo sua missão ministerial e eclesiástica no Rio Grande do Norte, em julho de 1960 foi enviado pela Convenção de Ministros da Assembléia de Deus do Estado (Cemadern) para trabalhar na região do Seridó, na cidade de Caicó, onde construiu vários templos, inclusive o templo-matriz, inaugurado em 1962.

No mesmo local, também fundou a Escola Primária da Assembleia de Deus e o Centro Social. Instalou naquela região, expressiva obra social, espiritual e eclesiástica na região. Mesmo após sua saída, os comentários ainda enfatizam as atividades desenvolvidas pró-Reino, durante os 11 anos passados ali.

 Com a trágica morte do pastor-presidente da Assembleia de Deus, no Rio Grande do Norte, João Gomes da Silva, vítima de acidente automobilístico, pastor Santana foi eleito, no ano seguinte, presidente da Ieadern, sob o cuidado de não fazer campanha para tal.

Marcas do ministério

Entre suas características está a de ser um homem pacífico e notavelmente piedoso. Por isso, quando nota a presença de alguém apressado, não hesita em dizer:

– Deixa de afogadilho!

Em 2008, durante as festividades dos 90 anos da AD no Estado, a Ieadern realizou na Praia do Forte, o maior batismo da história do Rio Grande do Norte, com 2,1 mil batizandos.

Todos quantos falam desse homem de Deus, sempre procuram as melhores construções como forma de enaltecer sua atuação na Igreja do Senhor. “Ele tem a unção de Deus”, alegam além de ser um homem zeloso.

Ressentido pelo assunto, mas infelizmente necessário, por achar oportuno e constituir-se tema relevante à Igreja do Senhor, publico o manifesto abaixo. Ele apela à unidade do Corpo de Cristo, sem as imposições do desejo exacerbado pelo poder temporal e não menos humano, que tanto mal tem causado à obra do Mestre.

Tudo tem ocorrido justamente em uma época em que a Igreja do Senhor deveria mostrar-se acima dessas questões tão terrenais e dar testemunho de sua busca maior. Deixa-se (mudei o verbo ‘deixamos’, pois não faço parte disso) um vácuo de representatividade como luz e sal da terra.

Há um flagrante desinteresse pelo Reino em favor do império humano, um péssimo testemunho ao mundo.

Também devemos lembrar que todo e qualquer concílio eclesiástico deve ser dirigido por homens tementes a Deus e não associados a entidades obscuras e tampouco por pretensos juristas, desejosos por demandas e nem um pouco preocupados com a unidade (Sl 133). Às favas a união preconizada pela Palavra!
   

Embora atrasado, por questões técnicas, divulgo o manifesto de convenções do sul do país, demonstrando preocupação com os rumos das ADs,a partir de ameaças indiretas de retaliações e poda a todo e qualquer que se ‘atreva’ a desafiar interesses pessoais, em detrimento ao Reino do Senhor. Isto é muito entristecedor!

Manifesto pela unidade da mesa diretora da CGADB

1) Desejamos que a CGADB continue se mantendo no espírito com o qual os pioneiros da Assembleia de Deus no Brasil fundaram-na. Todavia, há o perigo eminente de não sabermos conviver com as diferentes formas de pensar a obra do Senhor, dadas pela liberdade do Espírito Santo e mantidas pela multiforme graça do Senhor, elementos que marcam o movimento pentecostal no Brasil.

2) Conclamamos que os membros da CGADB em todo o território nacional e no exterior para orarem em favor da Mesa Diretora para que os membros da mesma não se precipitem em tomar medida disciplinar ou propor à AGO da CGADB o desligamento de membros seus, principalmente, no período pós-eleição para os cargos de composição da Mesa e do Conselho Fiscal.

Há o perigo iminente de que sejam desligados compulsória e injustamente membros da CGADB, que são pastores com uma história relevante de trabalho na obra do Senhor, somente pelo fato de os mesmos terem interpretado a vontade de Deus com um pensamento diferente daqueles esposados pela Mesa Diretora.

Lembramos-vos que isto configuraria retaliação, que é uma atitude anti-cristã e extremamente prejudicial à unidade da Assembleia de Deus no Brasil.

3) Anelamos que cada membro da CGADB respeite a doutrina apostólica acerca da unidade da Igreja do Senhor Jesus e neste sentido, trabalhe, promova e cultive-a, “assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros” (Rm 12.5), pois “assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito” (1Co 12.12-13).

4) Alertamos a todos os membros da CGADB e colegiadamente a todos as Convenções Estaduais e/ou Regionais que a unidade da Igreja deve ser defendida pelo fato de que ela é uma arma espiritual em favor do Reino de Deus, principalmente, no momento histórico que vive nossa nação de laciamento dos valores morais e de ataque sistemático à família e comprometimento da liberdade de expressão da igreja contra o pecado.

Nesse sentido, a unidade é um elemento de proclamação tácita do Evangelho, visto que o nosso Senhor orou pela nossa unidade: “para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um, eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste”.

5) Rogamos, respeitosamente, a Mesa Diretora e o próprio presidente da CGADB, sua reverendíssima, pastor José Wellington Bezerra da Costa, como líder maior de nossa Assembleia de Deus no Brasil, que não se permita ser considerado incoerente com suas próprias palavras, pois o mesmo pediu a unidade de nossa denominação no país. Como a uma só família rogou aos ministros da Assembleia de Deus no Brasil, poucas horas depois de divulgados os números finais da votação que o reconduziu a Presidente da CGADB para o período de 2013/2017, quando questionado pelo site CPADNEWS: “Que mensagem o senhor deixa para os assembleianos de todo o país?” Respondeu enfaticamente: “Em primeiro lugar, dirijo-me aos obreiros da Assembleia de Deus: somos uma só família e recebemos uma só doutrina, um só Espírito Santo e cremos em um mesmo Deus, por isso mesmo devemos manter esta bênção que Deus tem derramado sobre o coração de todos os assembleianos…” (conforme acesso ao site cpadnews.com.br em 15 de maio de 2013, às 10h30min).

Assinam adiante os líderes da União dos Ministros das Assembleias de Deus da Região Sul (Umadersul) e os demais convencionais, membros da CGADB signatários deste manifesto, que participaram do 17º Encontro dos Lideres das Assembleias de Deus dos Estados do Sul (Elads), também o firmam em folhas apensas ao mesmo.

Presidente: Pr. Ival Teodoro da Silva (PR)

1º Vice-presidente: Pr. João Ceno Ohlweiler (SC)

2º Vice-presidente: Pr. Ubiratan Batista Job (RS)

(Absteve-se de assinar)

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