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Archive for 1 de janeiro de 2017

ATUALIZADO: Depois de inúmeros contratempos e descumprimento de medida judicial, firmada por meio de acordo, agora qualquer pastor poderá entrar com ação contra a candidatura de Wellington Junior, por falta de desincompatibilização no momento adequado.

Pastor Wellington Junior, por ocasião do registro de seu nome, como candidato à presidência da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), não teria renunciado ao cargo de presidente do Conselho Administrativo da Casa Publicadora das Assembleia de Deus (CPAD), por questões de incompatibilidade, conforme estabelece o Estatuto Social da CGADB, no parágrafo único do Art. 11º.

Membros da CGADB ressaltaram que nenhum periódico da CPAD publicou a notícia do licenciamento do presidente do Conselho de Administração da editora, passados mais de 3 meses do dito ‘licenciamento’ não foi noticiado uma única linha sobre o assunto, levando a crer que tudo não passou de uma manobra para burlar o impedimento estabelecido no estatuto social.

INFLUÊNCIA

Na verdade, a CPAD ‘ocupa’ a função própria da CGADB, com ações de representatividade acima daquela, por questões e de sua atividade e força financeira, que acaba por influenciar os rumos da denominação.

Também porque o cargo de presidente do Conselho Administrativo é o segundo mais almejado, justamente por oferecer status, muita influência e poder de domínio, depois da presidência da CGADB.

Dado a isto, é fácil entender que a presença de José Wellington Junior em sua presidência deverá, sem dúvida, direcionar o resultado da eleição, a ocorrer em abril.

AÇÃO PROVOCADA

A gota d’água para que essa ‘descoberta’ viesse à tona, foi o não cumprimento do acordo, feito na Justiça, para cessar a multa milionária a pastor José Wellington, como presidente da CGADB, por não cumprir a determinação da própria Justiça, de apresentar a lista de inscrições e pagamentos, dos membros, por ocasião da última eleição.

Essa lista deveria indicar a lisura ou o comprometimento da condução da eleição. Contudo, jamais ela foi apresentada.

AÇÃO JUDICIAL

Resta, agora, uma nova ação, a qualquer interessado, de impedir que algo semelhante ocorra, e a influência econômica seja a principal ferramenta da próxima eleição, em busca de  transparência na condução do processo.

Segundo o advogado Cláudio Dias, ‘por hora são somente impugnações. Vamos esperar a resposta da Comissão Eleitoral e, aí sim, dependendo da mesma, e aí sim poderão transformarem-se em ação judicial’.

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