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Archive for 16 de setembro de 2015

OVELHA
A questão da suposta necessidade de adequaçõesà realidade cultural das doutrinas básicas ou fundamentais da Igreja (cf At 2.42), mostra-se impensável e não convincente.
Diferente de toda regra básica de interpretação do texto bíblico, a relativização leva à abertura ou quebra de regras e, portanto, perda gradativa e continua de identidade.
No próprio seio cristão temos exemplos de instituições que, ao assumirem a suposta representatividade cristocêntrica, não a fez a contento, tornando-se um amontoado mítico e religioso, bem distante da piedade.
Relativismo é irmão da tolerância e estes representam a ruptura e destruição de paradigmas elementares à identidade.
Igreja, embora à semelhança de um clube, associação (de pessoas), tem perenidade que transpõe fôrmas, fórmulas e métodos de concepções humanas, por seu cunho espiritual. Este não se restringe à humanidade e sua temporaneidade, pois tem concepções eternas, isto é, sem travas relativas à matéria, tempo e respectivo espaço.

ÚNICO E SEM
CORPOS ESTRANHOS
Em sua convocação extraordinária, por seu Líder, o Cristo Eterno, na Parousia, não poderá haver discrepância na questão de adesão de membros ou filiados.
Como poderia haver regras e tratamentos diferenciados tratando-se de algo que extrapola o temporal?!
Não seria um Reino justo, mas injusto e imperfeito! O que diriam os cristãos primevos ao Líder maior?! Seriam reprováveis se ficassem indignados com o possível Relativismo ‘adotado’, pela forma seletiva para adoção de novos membros do mesmo Corpo?!

‘CULPA EM CARTÓRIO’
‘… todos os ensinamentos das Escrituras são claros e passíveis de compreensão, mas reconhecemos também que as pessoas muitas vezes (em virtude dos próprios defeitos) compreendem erroneamente o que está escrito com toda clareza na Bíblia.’ (Grudem, Wayne A. Teologia Sistemática/Wayne Grudem. – São Paulo: Vida Nova, 1990).

ARMADILHAS
E PERENIDADE BÍBLICA
‘Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.
Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.
Não erreis, meus amados irmãos.
Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação.
Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas’, Tg 1.14-18.

INFLUENCIAR E NÃO
SER INFLUENCIADO
Tiago é uma carta vista como exemplo de ensinamentos éticos, a partir de crenças e valores religiosos.
Seus escritos tem o objetivo de ocasionar formas de influenciar e dar direção a comportamentos,
e ainda estruturar ações dentro de uma compreensão de mundo e da própria participação pessoal de cada um dentro dos mecanismos humanos.
Esta proposta tem a clara intenção de mudar comportamento de seus leitores, condenando as obras más, seja por comissão ou por omissão.

PARTICULARIDADE
Imagine se cada grupo, país ou cultura interpretasse o texto bíblico de acordo com suas próprias realidades?!
Para a interpretação do texto bíblico existem regras, pois como preconiza apóstolo Pedro, ‘nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação’.
Sendo assim, ninguém pode interpretar a Bíblia conforme suas próprias conveniências, por sua forma particular de análise, tampouco por analogia científica ou por meio de ponto de vista antropológico.
Os desígnios de Deus no texto sagrado, não devem ser olvidados pelo homem, pela ousadia de adequa-lo a sua condição temporal e, portanto, de cada ciclo humano.
Isto tiraria da cena principal o Autor, para inserir o homem como coautor e, no mínimo, consultor periódico, desdenhando a Onisciência e inserindo o Criador na heresia propagada pelo Teísmo Aberto.

NUNCA O HOMEM ESTARÁ
À FRENTE DE DEUS
Como disse Goethe, ‘Continue avançando a cultura intelectual; progridam as ciências naturais sempre mais em extensão e profundidade; expanda-se o espírito humano tanto quanto queira; além da elevação e da cultura moral do cristianismo, como ele resplandece nos Evangelhos, é que não irão”.

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