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Archive for 14 de julho de 2015

A sociedade relativista, por seus ‘intelectuais’, quer nos arrebatar do nosso eixo diretivo, para um sistema em que, paradigmas a ditar parâmetros éticos, sejam aviltados para algo totalmente novo, total e completamente fora de eixo.

Querem nos inserir à nova aldeia global, tendo como parte o incentivo da Fundação Ford, em que parâmetros naturais de comportamento ético, em especial os de origem judaico-cristãos sejam olvidados, incluindo todo tipo de dualidade bíblica e cartesiana, como retrato da sandice humana.

Recusam nossa recusa e não aceitam o que aceitamos!

Sua intolerância é, na verdade, não nos tolerar e nosso princípio de Verdade agride visceralmente sua mentira!

Embora fazem questão de desprezar o espiritual, transitam sob a alucinação de um ar de fumaça mítica, em estradas desprovidas de luz, sinais e indicações de rumos.

Seu caminho é uma linha reta e sem obstáculos, para fazer jus à filosofia anarquista do amor livre, protagonizado por Woodstok, retratado na promiscuidade, na pedofilia…, enfim, sem barreiras morais e éticas, como preconiza o amor-livre.

Neste, todos os freios éticos, morais e até da natureza humana, são desrespeitados para a relação sexual sem limites, seja com pai, mãe, filhos, parentes, maior ou menor etc.

Porém, a realidade é constituída de pare, olhe e escute! Estamos nessa; eles naquela!

Como se engalfinhar em um gosto pelo sem sal e sem açúcar; da exaltação à cafajestice; ao brega; à violência institucionalizada no espirrar de sangue, a alimentar o sentimento da mente humana dominante; do narcisismo contemporâneo e ‘disfarçado’ de selfee; do atualizado culto ao corpo da academia espartana, em oposição à do pensamento; do irracional amor ao animal e fragrante desdém às relações humanas!?

Depois correm atrás do rabo, por criar monstros dominados por psicoses, traumas e modelos seriais, como dita Kahlil Gibran: “Do sofrimento surgiram as almas mais fortes,as personalidades mais marcantes estão cobertas de cicatrizes”.

INTOLERÂNCIA

Tolerância no contexto lockeano, “era defendida no caso dos não conformistas religiosos. Nunca foi entendida, no entanto, para expressar – muito menos para sancionar – comportamentos moralmente questionáveis. Considere, no entanto, a evolução de um conceito. O que era uma virtude pública em seu estado anterior torna-se um vício se, quando cessa de se importar com a verdade, ignora o bem comum e desdenha os valores que sustentam uma comunidade. A cultura da ‘tolerância’ na qual hoje nos encontramos é uma cultura em que as pessoas não acreditam em nada, não tem um conceito claro do certo e do errado e são notadamente indiferentes a essa situação precária. Como resultado dessa transmutação, a ‘tolerância’ torna-se indistinguível de um relativismo intolerante. O desafio a ser enfrentado pelas pessoas de fé é aprender como purificar a tolerância para que permaneça uma virtude, sem sucumbir às forças centrípetas do relativismo e do espírito da era'” (J. Daryl Charles citado em A intolerância da tolerância, D.A. Carson, Editora Cultura Cristã).

‘Estamos’ criando novas deformações, a exemplo dos monstros (gigantes) de Gênesis 6, que transgrediram sua própria natureza e se corromperam. E passaram ‘a tomar’ mulheres para si, como se as dominassem, talvez sob encanto de sua valentia, pois tornaram-se famosos:

‘…e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram. (…) … estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama. E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. (…). E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito’, Gn 6.2,4-7.

Alguma semelhança com o mundo atual? Mesmo não sendo igual, essa semelhança também no leva ao passo seguinte: a destruição!

Embora entre os homens há um conluio, um acordo, sem cavalheiros, da sentença eterna não há como esquivar-se:

‘E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia;
Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.
E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades’, Jd 6-8.

Estes mesmos foram exemplarmente condenados pelo Criador e postos como exemplo ao mundo:

‘Porque, se Deus não perdoou aos anjos que pecaram, mas, havendo-os lançado no inferno, os entregou às cadeias da escuridão, ficando reservados para o juízo; e não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios; e condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente’, 2Pd 2.4-6.

Não embarco nessa! Estou no vivo Eu Sou e não simplesmente a passear pela efêmera existência humana. Não estou pertencente a esse mundo, pois sou Igreja, literalmente ‘tirados para fora’.

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