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Archive for 16 de abril de 2014

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Comemoração da Páscoa judaica
 
A Igreja do SENHOR – o Corpo de Cristo – não observa a Páscoa. Ela é essencialmente judaica e, Jesus, ao comemora-la implantou a Ceia, pois não comeu ervas amargas com o cordeiro, pois Ele mesmo é o ‘Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo’.
 
Páscoa faz parte da Velha Aliança (de Moisés, da Lei) e sua comemoração envolve o sacrifício de cordeiro, para ser posteriormente comido, assado (jamais cozido), com ervas amargas.
 
O cordeiro deveria ter até um ano e ser totalmente limpo, solteiro (não carneiro), sem  nenhum defeito e completamente puro em todas as suas características.
 
Hoje, nem mesmo o judaísmo, religião do Pacto da Páscoa, observa-a como determina Moisés, pois o judaísmo é uma religião sem suas práticas fundamentais: sacrifícios no Templo, por seus sacerdotes, com uma série de formas, fórmulas e preceitos… Como nós poderíamos observá-la!?
 
CEIA
 
A Ceia é a Aliança do Novo Concerto – o Novo Testamento – efetuado por Cristo, o Cordeiro sacrificado pelo mundo. Portando, os seguidores de Cristo – os cristãos – não observam a Páscoa, umas das três e grandes festas anuais judaicas. 
 
Nossa grande festa, em que comemoramos a nossa libertação da carne, do mundo, da morte e da condenação eterna, por meio do Sacrifício de Cristo, que envolve seu nascimento, sua obra e ministério, seu sofrimento e holocausto (todo queimado, morto, oferecido), morte, ressurreição, ascensão e glorificação, é a Comunhão do Corpo – a Ceia, nosso triunfo Nele e esperança da Glória.
 
Se você é membro do Corpo (discipulado e batizado em águas, em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo, conforme Ordenança de Jesus, estabelecida à Grande Comissão, em Mateus 28 (a Ceia completa as ordenanças), e em comunhão plena, pode participar da Ceia em Cristo – a nossa Páscoa, conforme 1Coríntios 7.5-6: “Alimpai-vos pois do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento, porque Cristo, a nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com fermento velho…”. 

 

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