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Archive for 1 de julho de 2010

Reunidos no dia 30, no prédio da Convenção Geral (CGADB), em Vicente de Carvalho, Grande Rio, presidente e diretores de convenções regionais, mesa diretora da CGADB e advogados não chegaram a uma decisão final sobre alterações dos estatutos da CGADB.

Também se decidiu pela não realização da reunião extraordinária, que deveria ocorrer em Campo Grande (MS) no mês de setembro. O encontro passou para a AGO de 12 a 14 de abril de 2011, em Cuiabá.

Uma das principais alterações dos estatutos proposta visa o sistema de realização das novas eleições. Discute-se o grande número de interessados e a falta de locais apropriados para receber número tão expressivo, conforme se registrou nas duas últimas – mais de 10 mil pastores.

Então a Convenção Geral quer saber qual seria o sistema mais viável – se por delegados (os delegados eleitos representariam o interesse regional), votação regional (realizada em cada Estado) ou por Convenção regional.

Depois das primeiras discussões, os presidentes de convenções regionais deverão estudar as possibilidades para novamente se reunirem no Rio, nos dias 8 e 9 de setembro, em busca de definição, tanto da questão da eleição, quanto das alterações dos estatutos.

Na mesma data, todos trarão opiniões sobre as alterações necessárias aos estatutos, para fazer valer os limites regionais eclesiásticos. O que se discute é a forma de proibir a abertura de regionais de convenções em Estados fora dos limites da mesma, infiltrando-se em outras regiões eclesiásticas e, portanto, de domínio de outras regionais.

Como forma de proibir a famosa invasão, a nova redação seria a seguinte:

“É vedado a cada membro:

I- Implantar, manter igreja, direta ou indiretamente, fora da sua circunscrição estadual, onde já exista outra congênere dirigida ou presidida por membro da CGADB.

II- filiar-se a qualquer Convenção afiliada com sede fora da circunscrição de seu domicílio ou residência;”.

‘Nova Convenção’

A mudança mais abrangente e questionável, embora interessante e que deveria ter essa redação desde o seu princípio, é a de ampliar a abrangência da CGADB e passar a ser Convenção Geral das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Brasil (CGIEADB).

Em vez de limitar a questões ligadas a ministros (convenção de ministros), passaria a ter ‘domínio’ também sobre igrejas. Durante a reunião, alguns pastores questionaram o motivo das mudanças, uma vez que é só cumprir o atual estatuto, que já estabelece limites e proibições. Outros chegaram a questionar sobre as insistências de convencionais sobre dúvidas que pairam sobre a prestação de contas, renúncias e questões ligadas à CPAD, que ainda não tiveram respostas satisfatórias.

Houve ainda discussões inócuas, sob a inclusão nos estatutos de um padrão de usos e costumes.

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Pastor Oscar Moura, presidente da Cadeeso (ES), assumiu ontem a 1ª vice-presidência da Convenção Geral (CGADB), por meio de liminar. Ele passou a ocupar o lugar deixado pelo pastor Silas Malafaia, que renunciou ao cargo. 

A liminar foi protocolada no dia 29, às 9h48, na CGADB, que resolveu não contestar a decisão.

Na decisão a juíza Telmelita Guimarães Alves, da 3ª Vara Cível de Serra (ES), datada de 24 de junho, enfatiza que “determinou ‘a quebra de sigilo de voto dos ministros supra mencionados’ e ‘a recontagem com a exclusão dos votos de todos os votantes da Convenção Ciadseta, incluídos pela decisão… no total de 373…”.

“(…). Contudo, constata-se que, na eleição realizada, o pastor Silas Malafaia obteve 5.843 votos, enquanto Oscar Domingos de Moura obteve 5.539 (reais, sic), e que, como dito, a sentença determinou a exclusão dos 373 votantes, temos que, após a dedução deste quantitativo, o pastor Oscar Domingos de Moura ultrapassa o primeiro colocado em 69, razão pela qual faz jus à posse no cargo pretendido”.   

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Agora a prestação de contas da CPAD, que não foi apresentada na última AGO, durante a eleição da CGADB em Serra (ES), será feita por via judicial. O processo 00164998420108190202, distribuído ontem (30), na 4ª Vara Cível de Madureira, Grande Rio, solicita a prestação de contas da CGADB, o que inclui a CPAD.

Os autores representam expressivo número de pastores-membros da Convenção Geral e entendem que a prestação da CGADB não satisfaz e deve ser contestada e que omite dos convencionais informações importantes.

Dentre os questionamentos estão contratos, valores pagos sem comprovação aceitável, cheques devolvidos, acordos etc. No caso da CPAD o processo solicita contas do envio de dinheiro aos Estados Unidos, pagamento de parentes do diretor, que mantém contrato com a empresa, proibido por lei, dentre outros.

O prazo para a contestação é de 5 dias, a partir da citação. A prestação de contas deve ocorrer de “forma detalhada e em linguagem mercantil”, afirmam os autores.

Sete pastores são os autores e pertencem às convenções regionais de São Paulo (Confradesp), do Rio (Comaderj e Ceader), do Espírito Santo (Confrateres), do Amazonas (Ceadam), do Paraná e um juiz de Direito do Amapá (Cemiadap).

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