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“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”, Gn 2.7.

Depois da evidência da proximidade entre o barro e a vida biológica, com provas da presença de “materiais típicos do barro que são fundamentais no processo inicial de formação biológica”, como a substância montmorillonite, efetiva na “formação de depósitos gordurosos e ajuda às células a compor o material genético chamado ARN (ácido ribonucleico), indispensável para a origem da vida” (Instituto Médico Howard Hughes e do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston, agência EFE/Science), chega outra prova.

‘Árvore genealógica revela novas idades para ‘Adão’ e ‘Eva’”

Conforme mostra divulgada pela revista Veja (goo.gl/aQxa6x ) “pesquisadores descobrem que os mais recentes ancestrais comuns a todos os homens e mulheres do planeta podem ter vivido na mesma época: ele entre 120.000 e 156.000 anos atrás, e ela, entre 99.000 e 148.000 anos”.

Quer dizer que todos os humanos herdaram sua base genética de um mesmo casal oriundo da África.

No resultado dessa pesquisa existem algumas discrepâncias com o relato bíblico – não dariam o braço a torcer por completo – como a questão do tempo; o casal bíblico, que não seria o mesmo; e, necessariamente, não formariam casal.

Segundo a pesquisa, “foram os últimos ancestrais a partir dos quais se pode traçar uma linha direta de descendência paterna ou materna até os nossos dias”.

Interessante que a pesquisa diminuiu o número de anos, trazendo os ‘pais de todos os humanos’ para mais próximos de nós (três vezes mais perto que antes), deixando um pouco de lado o ‘foguete datador’ dos bilhões de anos…

Mostrou-e também a questão da criação divina de macho e fêmea, sem intermediários, pois uma parte do DNA, o cromossomo Y, que determina o sexo masculino, é transmitida exclusivamente pelo pai.

“É ele que contém as informações sobre o ancestral paterno comum”, que a Bíblia denomina Adão, isto é, homem, humano, aquele que veio da terra, chamado pela pesquisa de Adão cromossomial-Y.

“A conclusão é de que todos os cromossomos Y foram herdados da mesma pessoa – o ancestral paterno comum”, o Adão cromossomial-Y, que permanece sentado “no topo da árvore” genealógica dos humanos, do jeitinho que nós cristãos e judeus pregamos há milhares de anos… nem tanto como o ‘foguete datador’ acusa!

O lado do DNA transmitido pela mãe – a Eva miticondrial – é um pedaço do genoma que não está no núcleo, “mas na mitocôndria da célula”.

Também mostrou que não existe a ideia determinante do que se pensava antes, quanto a discrepâncias de datas entre o homem e a mulher. “Nossa pesquisa mostra, no entanto, que essa discrepância não existe”, conforme afirmação do professor de Genética na Universidade de Stanford e um dos autores da pesquisa, Carlos Bustamonte.  

Como a Bíblia diz

“E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente”, Gn 2.7.

“Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”, Gn 2.21-24.

“Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez. Homem e mulher os criou; e os abençoou e chamou o seu nome Adão, no dia em que foram criados. E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete. E foram os dias de Adão, depois que gerou a Sete, oitocentos anos, e gerou filhos e filhas”, Gn 5.1-4

Linhagens

Os ramos genealógicos também são mostrados pela pesquisa do DNA humano a indicar, segundo pesquisadores, que “a configuração dos ramos ao longo do tempo se mostrou semelhante à distribuição das populações humanas”. Indicam que as linhagens saíram da África para a Ásia e Europa.

Geopolítica de hoje e a profecia de Noé

“E disse: Maldito seja Canaã; servo dos servos seja aos seus irmãos. E disse: Bendito seja o Senhor Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo. Alargue Deus a Jafé, e habite nas tendas de Sem, e seja-lhe Canaã por servo” (Gênesis 9.25-27).

A profecia de Noé, sobre os seus três filhos joga luz para os dias de hoje concernente aos povos. É justamente isso que se cumpre no mundo atual. Temos visivelmente o cumprimento dessa profecia.

De Canaã descenderam os africanos. Já no tempo dos patriarcas eles moravam naquela região, desde Israel (Canaã) que divisa a África da Ásia, até a África propriamente dita.

De Jafé descendem os jafetitas, os europeus. Eles detêm a supremacia econômica-política, com o MCE (união européia), e a maioria dos países mais ricos do mundo – o Grupo dos 7 ou Clube de Roma.

A promessa para Sem é religiosa. “Bendito seja o Deus de Sem”. Dos semitas, descendem as três maiores religiões do mundo – judaísmo, cristianismo e islamismo.

Dos filhos de Jafé saíram os colonizadores. Os europeus, especialmente por meio da Inglaterra e Portugal, colonizaram a África, repartindo-a como queriam e causando um grande transtorno às tribos, que até hoje lutam e são dominados, sofrendo com pestes, fome, degradação completa.

É um povo tomado de feitiçarias e adoração a ídolos. Chegam a oferecer seus filhos e a matar outros para serem oferecidos aos demônios, a exemplo do que faziam os cananeus. Muitas vezes Israel copiava seus pecados (2Rs 17.16-17 e 2Cr 33.1-6).

Dado a pecados de libação a deuses de vidas humanas, muitos povos foram exterminados da face da terra. A própria degradação moral os consumiu como os assírios, os maias e astecas, entre outros. O amor-livre na França quase os consumiu, pois não possuíam mais crianças, e ainda hoje procuram adotar crianças. O amor-livre quebra todas as barreiras morais, viabilizando o sexo entre qualquer pessoa, sem se importar com qualquer tipo de parentesco.

Fica claro dentro do quadro geopolítico do mundo de hoje o cumprimento da profecia de Noé (Mesquita, Antônio, Pontos Difíceis de Entender/CPAD, 2006).

Ainda como luz para o fato que descrevo, os cientistas falam de um período em que “a população sofreu um grande corte populacional, ao qual poucos indivíduos sobreviveram para transmitir seus genes… Mas também é possível que existam elementos da história humana que predispõe as linhagens a se sobreporem em determinados períodos”, diz o pesquisador Poznik (O grifo é meu).

O que ele diz, mesmo que não tenha essa pretensão, confirma tanto a questão do Dilúvio quanto a das três linhagens a partir de Noé, como as descrevo em meu livro Pontos Difíceis de Entender, inserido acima (sem atualização).

 

 Pr. Santana1Partiu para a Eternidade no último dia 22 (jun), às 10h, pastor Raimundo João de Santana, presidente de honra da Assembleia de Deus no Rio Grande do Norte, com matriz em Natal. Ele havia passado a presidência ao atual líder, pastor Martin, no dia 6 de janeiro de 2012. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte – domingo – no cemitério em Parnamirim (RN).

Estivemos com ele algumas vezes e somos testemunhas de sua vida piedosa. Em uma delas, gravamos e editamos sua entrevista em vídeo na série Obreiro Aprovado, lançada pela CPAD. Foi um homem admirável, equilibrado, respeitado, temente e piedoso.

Quando pastoreou a igreja em Caicó (RN), exerceu expressiva liderança espiritual o que ocasionou o crescimento do número de novos convertidos e templos. Sua notoriedade, por meio da atividade eclesiástica chegou a despertar o interesse político. Por diversas vezes foi convidado por políticos locais a se candidatar a prefeito da cidade. A todos os convites declinou educadamente porque sua missão sempre fora com o Senhor Jesus, pois fora chamado para ser pastor de ovelhas e não político, justificava.

Segundo ele, o homem chamado por Deus deve renunciar coisas caras, importantes em troca de outras a que se vê, apenas pela fé. Deus não recebe em sua obra, homens que estejam presos a quaisquer coisas que representem valores materiais. Quando o homem se dispõe a renunciar a tudo então se coloca dentro dos propósitos divinos.

Esses referenciais compõem os propósitos da vida de um homem que desde a sua juventude tem-se apresentado como escolhido do Senhor. Raimundo Santana separou-se do mundo para a realização de uma obra mais importante que qualquer outra atividade, em qualquer um dos diversos segmentos que a vida secular proporciona.

 Vida e ministério

Pastor Raimundo, nasceu no município de Nísia Floresta (RN), em 13 de dezembro de 1924, teve toda a sua história devotada à obra do Senhor. Consagrado a diácono em 1950, presbítero em 1953 e ao pastorado em 1962. Pastoreou igrejas em Santa Cruz, Caicó e Parnamirim.

Aos 20 anos de idade, contraiu núpcias com irmã Ivone Oliveira de Santana, no dia 29 de fevereiro de 1944. Dessa união nasceram as filhas Mirian Oliveira Santana, com o Senhor; Marli Oliveira de Santana Bezerra; Marlene Oliveira de Santana Souza e Marlúcia Oliveira de Santana Varela.

Raimundo Santana recebeu Jesus no dia 6 de junho de 1944, justamente no templo-central da AD em Natal, que anos mais tarde passou a ser o seu presidente. Na época, o líder era o saudoso pastor Eugênio Martins Pires.

No leito de dor, horas antes de ser recolhido a Glória, pastor Pires recomendou ao então presbítero Raimundo Santana:

– Tenha Cuidado com a Doutrina.

Seis meses após receber Jesus, também no templo-central, pastor Santana foi batizado em águas. Dois anos depois, em uma vigília de oração, num dos bairros de Natal, recebeu o batismo no Espírito Santo.

Após trabalhar como auxiliar, em 9 de agosto de 1950, foi separado para o Diaconato; exatamente 3 anos após, ao Presbitério e em 29 de julho de 1962, foi ordenado ao ministério de Cristo.

Suas atividades eclesiásticas se estenderam pelos bairros de Rocas, Regomoleiro, Redinha, Mãe Luiza, Lagoa Seca, Nova Descoberta, Igapó e na Rua do Motor.

Cumprindo sua missão ministerial e eclesiástica no Rio Grande do Norte, em julho de 1960 foi enviado pela Convenção de Ministros da Assembléia de Deus do Estado (Cemadern) para trabalhar na região do Seridó, na cidade de Caicó, onde construiu vários templos, inclusive o templo-matriz, inaugurado em 1962.

No mesmo local, também fundou a Escola Primária da Assembleia de Deus e o Centro Social. Instalou naquela região, expressiva obra social, espiritual e eclesiástica na região. Mesmo após sua saída, os comentários ainda enfatizam as atividades desenvolvidas pró-Reino, durante os 11 anos passados ali.

 Com a trágica morte do pastor-presidente da Assembleia de Deus, no Rio Grande do Norte, João Gomes da Silva, vítima de acidente automobilístico, pastor Santana foi eleito, no ano seguinte, presidente da Ieadern, sob o cuidado de não fazer campanha para tal.

Marcas do ministério

Entre suas características está a de ser um homem pacífico e notavelmente piedoso. Por isso, quando nota a presença de alguém apressado, não hesita em dizer:

– Deixa de afogadilho!

Em 2008, durante as festividades dos 90 anos da AD no Estado, a Ieadern realizou na Praia do Forte, o maior batismo da história do Rio Grande do Norte, com 2,1 mil batizandos.

Todos quantos falam desse homem de Deus, sempre procuram as melhores construções como forma de enaltecer sua atuação na Igreja do Senhor. “Ele tem a unção de Deus”, alegam além de ser um homem zeloso.

Ressentido pelo assunto, mas infelizmente necessário, por achar oportuno e constituir-se tema relevante à Igreja do Senhor, publico o manifesto abaixo. Ele apela à unidade do Corpo de Cristo, sem as imposições do desejo exacerbado pelo poder temporal e não menos humano, que tanto mal tem causado à obra do Mestre.

Tudo tem ocorrido justamente em uma época em que a Igreja do Senhor deveria mostrar-se acima dessas questões tão terrenais e dar testemunho de sua busca maior. Deixa-se (mudei o verbo ‘deixamos’, pois não faço parte disso) um vácuo de representatividade como luz e sal da terra.

Há um flagrante desinteresse pelo Reino em favor do império humano, um péssimo testemunho ao mundo.

Também devemos lembrar que todo e qualquer concílio eclesiástico deve ser dirigido por homens tementes a Deus e não associados a entidades obscuras e tampouco por pretensos juristas, desejosos por demandas e nem um pouco preocupados com a unidade (Sl 133). Às favas a união preconizada pela Palavra!
   

Embora atrasado, por questões técnicas, divulgo o manifesto de convenções do sul do país, demonstrando preocupação com os rumos das ADs,a partir de ameaças indiretas de retaliações e poda a todo e qualquer que se ‘atreva’ a desafiar interesses pessoais, em detrimento ao Reino do Senhor. Isto é muito entristecedor!

Manifesto pela unidade da mesa diretora da CGADB

1) Desejamos que a CGADB continue se mantendo no espírito com o qual os pioneiros da Assembleia de Deus no Brasil fundaram-na. Todavia, há o perigo eminente de não sabermos conviver com as diferentes formas de pensar a obra do Senhor, dadas pela liberdade do Espírito Santo e mantidas pela multiforme graça do Senhor, elementos que marcam o movimento pentecostal no Brasil.

2) Conclamamos que os membros da CGADB em todo o território nacional e no exterior para orarem em favor da Mesa Diretora para que os membros da mesma não se precipitem em tomar medida disciplinar ou propor à AGO da CGADB o desligamento de membros seus, principalmente, no período pós-eleição para os cargos de composição da Mesa e do Conselho Fiscal.

Há o perigo iminente de que sejam desligados compulsória e injustamente membros da CGADB, que são pastores com uma história relevante de trabalho na obra do Senhor, somente pelo fato de os mesmos terem interpretado a vontade de Deus com um pensamento diferente daqueles esposados pela Mesa Diretora.

Lembramos-vos que isto configuraria retaliação, que é uma atitude anti-cristã e extremamente prejudicial à unidade da Assembleia de Deus no Brasil.

3) Anelamos que cada membro da CGADB respeite a doutrina apostólica acerca da unidade da Igreja do Senhor Jesus e neste sentido, trabalhe, promova e cultive-a, “assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros” (Rm 12.5), pois “assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo. Pois em um só corpo todos nós fomos batizados em um único Espírito” (1Co 12.12-13).

4) Alertamos a todos os membros da CGADB e colegiadamente a todos as Convenções Estaduais e/ou Regionais que a unidade da Igreja deve ser defendida pelo fato de que ela é uma arma espiritual em favor do Reino de Deus, principalmente, no momento histórico que vive nossa nação de laciamento dos valores morais e de ataque sistemático à família e comprometimento da liberdade de expressão da igreja contra o pecado.

Nesse sentido, a unidade é um elemento de proclamação tácita do Evangelho, visto que o nosso Senhor orou pela nossa unidade: “para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu em ti. Que eles também estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. Dei-lhes a glória que me deste, para que eles sejam um, assim como nós somos um, eu neles e tu em mim. Que eles sejam levados à plena unidade, para que o mundo saiba que tu me enviaste, e os amaste como igualmente me amaste”.

5) Rogamos, respeitosamente, a Mesa Diretora e o próprio presidente da CGADB, sua reverendíssima, pastor José Wellington Bezerra da Costa, como líder maior de nossa Assembleia de Deus no Brasil, que não se permita ser considerado incoerente com suas próprias palavras, pois o mesmo pediu a unidade de nossa denominação no país. Como a uma só família rogou aos ministros da Assembleia de Deus no Brasil, poucas horas depois de divulgados os números finais da votação que o reconduziu a Presidente da CGADB para o período de 2013/2017, quando questionado pelo site CPADNEWS: “Que mensagem o senhor deixa para os assembleianos de todo o país?” Respondeu enfaticamente: “Em primeiro lugar, dirijo-me aos obreiros da Assembleia de Deus: somos uma só família e recebemos uma só doutrina, um só Espírito Santo e cremos em um mesmo Deus, por isso mesmo devemos manter esta bênção que Deus tem derramado sobre o coração de todos os assembleianos…” (conforme acesso ao site cpadnews.com.br em 15 de maio de 2013, às 10h30min).

Assinam adiante os líderes da União dos Ministros das Assembleias de Deus da Região Sul (Umadersul) e os demais convencionais, membros da CGADB signatários deste manifesto, que participaram do 17º Encontro dos Lideres das Assembleias de Deus dos Estados do Sul (Elads), também o firmam em folhas apensas ao mesmo.

Presidente: Pr. Ival Teodoro da Silva (PR)

1º Vice-presidente: Pr. João Ceno Ohlweiler (SC)

2º Vice-presidente: Pr. Ubiratan Batista Job (RS)

(Absteve-se de assinar)

Nos próximos dias 6 e 7 (maio/13), haverá reunião da Comissão Eleitoral para analisar pedidos de recontagem de votos da eleição da última Convenção Geral realizada no dia 11 de abril, em Brasília. A Comissão Eleitoral, presidida pelo ministro do Evangelho e promotor de Justiça do Rio Grande do Norte, Carlos Lorenzeti, convocou seus pares para discutir a pauta, distribuída por ele, contida de pedido de recontagem por candidatos derrotados. Depois, também neste mês, nos dias 22 e 23, a mesa diretora deverá reunir-se em sua sede no Rio.

Deverá também estar presente o programador da CPAD, editora da CGADB, que preparou o sistema para o cômputo geral de votos, enquanto as teses expostas serão analisadas. Caso a recontagem seja aceita, será marcada outra reunião para processar a recontagem. A reunião não garante o deferimento, o que poderá ou não ocorrer. Em princípio, não há nada que possa figurar com realce para garantir a recontagem.

Pedidos

Todos os derrotados pertencem ao grupo de apoio ao pastor José Wellington, reeleito presidente:

Um deles é Isaías Coimbra, candidato à quinta secretaria. Os dois mais votados foram Jonas Francisco, de Paracambi, com 6.932 e o próprio Isaías Coimbra, Nova Iguaçu, Baixada Fluminense, com 6.141. Os dois do Rio são da Confraderj e Ceader, respectivamente. O terceiro foi o pastor Nilson Alves Filho, com cerca de 1,2 mil votos.

O outro nome da recontagem é Josias Silva, da AD-Cubatão, Baixada Santista (SP). Ele teve 7.002, mas foi suplantado por Ivan Pereira Bastos, da Confrateres-ES, com 7.236. O terceiro nome-candidato foi pastor Reginaldo Cardoso dos Santos, com 1.492 votos.

Eleito na disputa passada, em Vitória, como 2º tesoureiro, Josias Silva assumiu a 1ª após renúncia do pastor Antônio Santana, da AD em Ribeirão Preto (SP), por alegar dificuldades de acesso a informações vitais e controle da Tesouraria da CGADB.

Em alguns momentos, Josias esteve à frente na contagem dos votos, aexemplo de outros casos, mas acabou suplantado.

O outro pedido procede do pastor Nehemias Gaspar de Araújo, de Minas Gerais, candidato a 2º tesoureiro. Ele conseguiu 7.674 votos, mas quem venceu foi o também mineiro de Uberlândia, Álvaro Além Sanches, com 7.868

Conselho Fiscal

Além desses, todos os candidatos ao Conselho Fiscal e que pedem recontagem são do grupo de pastor José Wellington. Após a eleição, a composição da mesa e do Conselho Fiscal foi a seguinte: Do presidente, os 5 vices e os 5 secretários, somente o 5º secretário Jonas Francisco, não pertencia ao grupo de pastor José Wellington.

Já no Conselho Fiscal, todos os eleitos pertencem ao grupo de apoio de Samuel Câmara.

Em função do grande número de cargos e respectivos candidatos, foram estabelecidas duas cédulas: uma composta de candidatos à mesa diretora (1) e outra com os do Conselho Fiscal e Tesouraria (2).

Fatos supostamente controversos

Alguns argumentos para a recontagem escondem o real motivo, o próprio recalque pela derrota e o revanchismo. Um deles é que, muitos mesários, dos dois lados, ao tomarem conhecimento do resultado do presidente eleito, ‘jogaram tudo pro alto’. Eles abandonaram suas funções e pastas de oficialização da contagem dos votos.

No fechamento da contagem, pastor Lorenzeti, que estava acompanhado de um grupo de obreiros da AD em Natal (RN), dentre eles um juiz de Direito, tiveram dificuldades, por causa da ausência de algumas pastas. Já beirava 6h (da madrugada) quando tudo fora resolvido.

Grupos se dividiram em busca de citadas pastas, pois sem as mesmas não seria possível ‘fechar a eleição’. Por fim, foram encontradas abandonadas em cantos do local, depois de muito tempo e dor-de-cabeça.

Outro motivo é que, em alguns casos, houve pequena diferença e também porque havia disputa acirrada num verdadeiro sobe-e-desce da dianteira na contagem, porém, não parece ser consistente. Por fim, existe o fato de candidato que, em todas as urnas teve um ou dois votos e em uma delas mais de 180!

Votos do Conselho Fiscal

1ª Região (Sul)

1) Jerônimo dos Santos, 8.202

2) José Polini (Paraná), 7.243

2ª Região (Centro-Oeste)

1) Geovani Neres Leandro da Cruz, 7.977

2) Rinaldo Alves dos Santos, 7.265

3ª Região (Norte)

1) Gediel lima, 7.161

2) Joel Holder, 4.994

3) Isamar Pessoa Ramalho, 2.595

4ª Região (Nordeste)

1) Antonio José Dias Ribeiro, 7.935

2) Israel Alves Ferreira, 7.232

5ª Região (Sudeste)

1) Luiz Cezar Mariano Silva, 6.278

2) Edson Eugênio Vicente, 6.163

3) Samuel Rodrigues, 1.986

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As tratativas sobre homossexualismo querem de forma imposta alterar a natureza dos seres, características dos gêneros, a fisiologia e a psique humana.

Tal perversão sempre existiu, porém, jamais foi tão maquiavélica. A partir da estratégia de apelo à linguagem do gênero cria-se o engodo, para levar a discussão, a partir de vocábulos, tirando do centro da discussão a própria característica do ser.

Sobre isto escreve o padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, em A linguagem de gênero – Uma perigosa terminologia que se está disseminando. Ele trata do livro do advogado argentino Jorge Scala El género como herramienta de poder sobre a perigosa e destrutiva “ideologia de gênero”.

Lodi fala dos termos cunhados pelo que ele chama de ‘cultura da morte’. São vocábulos bem assimilados por representantes de praticamente todos os segmentos sociais, mesmo os contrários a tal desvario ideológico e quase religioso.

De forma tanto inadvertida quanto inocente tomam desigualdade de gênero, homofobia, homossexualismo, homossexuais e heterossexuais, planejamento familiar, com vistas ao aborto, como linguagem de inclusão em seus discursos, nem sempre percebendo a artimanha.

Desconstrução

Segundo Jorge Scala, o jogo de palavras dessa ideologia não é inocente, pois conforme a ‘ideologia de gênero’ não existe um homem natural nem uma mulher natural. O ser humano nasce sexualmente neutro. A sociedade é que constrói os papéis masculinos ou femininos e mesmo construído pode ser desconstruído. Penso ser alusão ao filósofo franco-judaico, Jacques Derridá.

Essa tentativa de desconstrução dos papéis e personalidade de cada gênero, bem definidos desde a conceição humana, ocorre desde o Éden.

Quando o Senhor disse ao homem, que se alterasse aquilo que Ele determinara, quanto ao conhecimento do bem e do mal, morreria, o Inimigo tentou desconstruir o que o Criador falara e alterar o rumo do humano. E conseguiu.

Com uma frase afirmativa, embora não verdadeira, a Serpente engodou a mulher, ao tentar desconstruir o que o Senhor dissera. O certamente não morrereis contrapôs o certamente morrerás! Mas o humano morreu!

Preterindo o principal

O jogo de palavras diz respeito à desconstrução dos gêneros. Enquanto a questão principal fica de fora, discute-se o próprio homossexualismo, adoção de crianças por pares homossexuais, profissionalização da prostituição, pedofilia e sua aceitação, igualdade de gênero, opção sexual, saúde sexual, distribuição de preservativos, cartilhas de orientação sexual (iniciação sexual precoce), homofobia, aborto…

Querem desconstruir todos os muros, as paredes divisórias e sabiamente delineadas pela Criação. 

Dentre o jogo de palavras, a perder de vista o foco principal, está à disparidade criada a partir da definição heterosexual (de heteros, no grego, diferente). Criou-se o termo como centro de discussão das demais anomalias sexuais, sem levar em conta a existência, de fato, de macho e fêmea, fora das anomalias.

Lodi toma Scala para mostrar o engodo do uso de palavras. O vocábulo inventado a partir do grego heteros, para patentear quem não é e que contrapõe ao homossexual, seria o mesmo que afirmar que alguém ‘não é leproso’ ou ‘não é diabético’, tomando as definições expressas por Lodi.

O termo serve para levar à discussão a outro campo, ardilosamente criado e cheio de munição para derrotar qualquer oposição, no terreno fértil e minado.

Ora, essa tentativa de manipulação mágica, não pode matar a verdade, a realidade, a natureza, a psique humana, a fisiologia… O próprio dicionário (Aurélio) afirma que natureza é a “Força ativa que estabeleceu e conserva a ordem natural de tudo quanto existe; Índole do indivíduo; temperamento, caráter; Espécie, qualidade; As partes genitais do homem ou da mulher (especialmente as do homem) – filosoficamente: Essência; O mundo visível, em oposição às idéias, sentimentos, emoções, etc.”

Se o homossexualismo agride a própria natureza dos seres, como não agrediria os próprios seres? Não há outro sentido de análise do humano. Até mesmo a antropologia não mostra outro caminho.

Mesmo que alterem as linguagens, atropelem as leis, ampliem-se as militâncias e a eclesiofobia, o macho vai continuar sendo macho e a fêmea, idem, tanto entre o humano quanto na natureza, como um todo, com exceção das anomalias.

Macho & fêmea

Na Criação o Senhor fez o Adão (Adam), no hebraico ish e depois a fêmea, Eva, literalmente ‘mãe de vida’, ishah. Os dois formam o humano – o homem. Só por eles há procriação. O próprio Criador diz: Enchei a terra!

A genitália de cada um é própria e completamente definida a partir de um design perfeito para o acasalamento (casal). Internamente, tais aparelhos são compostos de sistemas prontos para a produção, a partir da semente, do sêmen fecundante, e do orifício sexual feminino, com fim à ovulação, cada um por sua ordem e polaridade sexual.

Os dois sistemas não mantêm igualdade, mas são compostos de pólos diferentes e que, portanto, naturalmente, se atraem.

Ordem cromossômica

Também de forma resumida, tem-se outra informação preciosa, imposta pela própria natureza dos seres, e que chamarei de segundo ponto, justamente a parte fisiológica.

Após a conceição, o ser humano tem características quanto ao seu gênero já preestabelecidas. Ainda informe, o feto já se define como macho ou fêmea. Por meio do cromossomo X, sabe-se que o bebê é, e forma natural, científica, definitiva e concreta, mulher, feminina, fêmea.

No caso de macho, menino, masculino, a identidade cromossômica é XY. Tais especificidades não podem ser alteradas por vocábulos, leis, greves, militância, agressões… É macho ou fêmea (sem outro, terceiro ou pretenso sexo). Ou é fêmea (feminino) ou é macho (masculino).

Natureza

Por fim, como terceiro ponto de definição do humano, quanto ao sexo, temos a própria natureza. Não se tem notícia de qualquer elo histórico de macho que não seja macho e fêmea que não o seja também. Até mamão define-se bem!

Na sociologia, na antropologia, ciências recentes, mesmo com todas as tentativas de manipulação, como na questão das ‘criação por disciplina’ dos novos conceitos de família, não se pode determinar a alteração da natureza.

Na psicologia

Também a pisque carrega a gene sexual. Existem características e reações, analisadas pela psicologia, em especial a psicanálise, próprias e bem delineadas de meninas e de meninas, inclusive no que se diz respeito a traumas.

Segundo conceitos psicológicos, toda criança em condições normais e usuais, permanece sexualmente normal. Porém, se orientada por sedutores poderá ser atraída por perversões.

A questão da existência de gêneros – masculino e feminino – à criança é algo normal, comum e aceito sem nenhuma barreira, pois esse não é o objeto de sua investigação, senão de onde veio.

Complexo de Édipo

O Complexo de Édipo, proposto por Freud e assimilado por Carl Jung (Complexo de Electra), ocorre justamente pela diferença de sexos, na chamada segunda infância, quando a criança fixa sua atenção na pessoa de sexo oposto.

Ele é universal e compreende todos os seres humanos. “Uma vez que o ser humano não pode ser concebido sem um pai ou uma mãe (…). Na identificação positiva, o menino identifica-se com o pai e a menina com a mãe” (Complexo de Édipo, Wilkipédia).

O mesmo espírito

Sobre essa desconstrução, conforme Derridá (1962), com a tentativa de desmontagem dos elementos da escrita, por interditar certas condutas, antecipa-se Daniel, mais de 500 anos antes de Cristo, ao tratar indicar características do Anticristo: “Não terá respeito aos deuses de seus pais, nem ao amor das mulheres, sobre tudo se engrandecerá” (11.27).

Os eleitos da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), maior concílio cristão evangélico do Brasil, que ocorreu em Brasília, no Parque da Cidade Sara Kubitschek, de 8 a 12 de abril. No dia 11, das 8 às 17.  

Foram inscritos 24 mil ministros, cerca de 70% do total de membros da CGADB. Desse total, somente 70% compareceram, ou seja, 17 mil.

Os eleitos, suas respectivas regiões e convenção regional, bem como a chapa, seguem abaixo, com nomes iniciados pelo número correspondente à chapa: 1-pastor José Wellington e 2-pastor Samuel Câmara.

Da mesa diretora, somente pastor Jonas Francisco, eleito 5º secretário (Sudeste), estava ligado ao grupo 2. Já no conselho fiscal – que fiscalizará as contas tanto da CGADB quanto da CAPD, editora da denominação, pertencem ao grupo de Samuel Câmara.

PRESIDÊNCIA

José Wellington (Pres/Confradesp, São Paulo-SP)

Pastor José Wellington é o presidente que mais permanece na presidência da CGADB desde sua fundação, com 25 anos, desde 1988.

1º Vice-presidência (Sul)

1) Ubiratan Batista Job (Pres/Cieapadergs, Porto Alegre).

2º Vice-presidência (Centro-Oeste)

1) Sebastião Rodrigues de Souza (Pres/Comademat, Cuiabá).

3º Vice-presidência (Norte)

1) Gilberto Marques de Souza (Pres/Comieadepa,Ananindeua-Belém-PA)

4º Vice-presidência (Nordeste)

1) José Antonio dos Santos (Pres/Comadal, Maceió-AL)

5º Vice-presidência (Sudeste)

1) Temóteo Ramos de Oliveira (Pres/Confraderj, Benfica, Rio de Janeiro-RJ)

1º Secretário (Sul)

1)Perci Fontoura (Umuarama, Paraná)

2º Secretário (Centro-Oeste)

1) Antonio Dionizio da Silva (Pres/Comadems, Campo Grande-MS)

3º Secretário (Norte)

1) Pedro Abreu de Lima (Pres/Ceimadac, Rio Branco, Acre)

 4º Secretário (Nordeste)

1) Roberto José dos Santos (Pres/Comadalpe, Abreu e Lima, Recife)

5º Secretário (Sudeste)

2) Jonas Francisco de Paula (Pres/Comaderj, Paracambi-RJ)

1º Tesoureiro (Sudeste)

2) Ivan Pereira Bastos (Pres/Confrateres, Cariacica, Espírito Santo)

2º Tesoureiro (Sudeste)

2) Álvaro Alén Sanches (Pres/Comadetrim, Uberlândia-MG)

CONSELHO FISCAL

1ª Região (Sul)

2) Jerônimo dos Santos, pastor da AD em Cachoeirinha (RS) e membro do Conselho Consultivo da Cieapadersgs

2ª Região (Centro-Oeste)

2) Geovani Neres Leandro da Cruz, pastor da Assembleia de Deus Ágape, em Luziânia, Goiás

3ª Região (Norte)

2) Jediel Lima, Palmas-TO (Filho Pedro Lima, pres/Ciadseta-TO)

4ª Região (Nordeste)

2) Antonio José Dias Ribeiro, 2º vice-presidente da AD em Imperatriz (MA), presidida pelo pastor Raul Cavalcante

5ª Região (Sudeste)

2) Luiz Cezar Mariano Silva (Ceader, Duque de Caxias-RJ)

Uma mega estrutura que em quase nada glorificou ao Senhor, senão à exaltação humana, viu-se na 41ª CGADB, em Brasília (8-12), conforme retratou em manchete o Mensageiro da Paz (9abr13): ‘Apoteose’, literalmente ‘elevar alguém ao status de divindade, endeusamento, em função de circunstância especial’.

O personalismo (artigo postado dia 13: O uso excessivo de epônimos e a supersimplificação da história) retrata muito bem o fato.

Tudo isso pôde ser visto em Brasília, com tentáculos estendidos por diversos locais, tanto internamente quanto fora do parque. Outdoors, vídeos na rede interna de tevê do aeroporto e placas em ‘vê’ invertido, à imitação da política secular. Naquele momento, não dava para perceber a diferença entre o sagrado e o profano.

Com o sagrado em baixa, o profano deu um show de marketing e de muito dinheiro empregado, desassociado à simplicidade do Evangelho de Cristo.

Valores temporais e efêmeros

Ao ver toda a parafernália erguida e o volume extraordinário investido, mais de uma dezena de milhão empregado, sem quebra de dúvida, um pastor piedoso e visivelmente angustiado com o registro, não teve dúvida:

– Dê-me todo esse dinheiro e farei um estardalhaço na seara do Inimigo!

Pior! Não há esperança de serem demovidos desse sentimento, a retratar 1Coríntios 11.19. A arrogância é característica dos que promovem heresias, fábulas e engenhos humanos. As heresias (haireseis, no grego) são difundidas por partidários dentro da igreja. Estes pregam dissensão (divisão), em colisão com os aprovados ou convertidos.

Vimos um show de marketing, com vistas ao temporal, inclusive com atitudes grotescas, bárbaras e, portanto, reprováveis.

Toda essa capacidade de manipulação de opinião e de assimetria ideológica, por força das ações epônimas, deveria ser canalizada pró-Reino e mudar a glória humana em glória divina!

Vimos pessoas preparadas, mas não prontas para o Reino (cf Rm 1.15), que não se assemelham ao apóstolo Paulo, modelo a ser seguido, imitado.

Interessante que, ao defender o seu apostolado, Paulo diz que é colocado como último da fila e espetáculo ao mundo: “Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens”, 1Co 4.9.

O apóstolo retrata a posição dos aprisionados pelos impérios, como o Romano, levados pelos exércitos para prestar o espetáculo na entrada triunfal dos generais e seu exército, de volta, com o prêmio da conquista. Após o exército, em último lugar, seguiam os cativos a oferecer festa – o espetáculo – aos cidadãos do império triunfante, que os agrediam e atiravam-lhe pedras.

Esperança de mudança

Causou-me ainda mais asco, a incapacidade de fazer alguma coisa que pudesse mudar essa fotografia. Senti-me impotente e ridicularizado, fora do contexto e desprezível, por não fazer parte desse lado cruel e profano.

Este sentimento cresceu ainda mais quando chamei atenção de um sujeito da família de um dos candidatos, por causa de escândalo causado por sua deprimente ação. Recebi como resposta um brado agressivo e não menos animalesco, a reclamar votos.

Inocentemente pensei que minha intervenção levaria o sujeito a refletir sobre seus atos, que, naquele momento, assemelhou-o a um verdadeiro ser irracional.

Des-comunhão

Presenciamos a ausência da koinonia (comunhão), base da indicação da presença do Corpo e a imitação do pior contexto de Corinto, conforme análise paulina: “Nisto, porém, que vou dizer-vos não vos louvo; porquanto vos ajuntais, não para melhor, senão para pior. Porque antes de tudo ouço que, quando vos ajuntais na igreja, há entre vós dissensões; e em parte o creio. E até importa que haja entre vós heresias, para que os que são sinceros se manifestem entre vós”, 1Co 11.17-19.

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