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Os atuais 70 deputados federais cristãos ganharam o aumento de 17% do total dos 513 federais, que representam todos os Estados brasileiros. Com isso, a Frente Parlamentar Evangélica passa de 70 para 88. A FPE pretendia chegar a 30% de aumento.

Dos três maiores colégios eleitorais, São Paulo, o primeiro, elegeu 17; Rio, o terceiro, 14, seguidos do Paraná, com oito. São Paulo teve o primeiro e o terceiro mais votado, Celso Russomano, com mais de 1,5 milhão e pastor Marco Feliciano, com 398 mil votos.

Os destaques de outras candidaturas de cristãos (evangélicos) ficam por conta de Marina da Silva, membro e muito ativa na AD L-Sul, do Distrito Federal e do presbiteriano e ex-governador do Rio, Antony Garotinho, que perdeu a disputa para o Governo do Estado do Rio. Disputa o segundo turno, o senador Marcelo Crivella, membro da Universal e apoiador da reeleição do Governo federal petista.

Talvez Marina tenha pecado por sua insistência na aproximação de Lula, seu partido e buscas, juntando-se suas indefinições e demora de reação.

Conforme o quadro para 2015, os partidos com maior representatividade são de tendência de esquerda, como o PT-70; PMDB-66 (embora não seja, mas acompanha orientações do Governo petista); PSDB-54; PSD-37; seguidos do PP-36 e PR-34.

Os eleitos de cada Estado

Segue as listas dos cinco primeiros eleitos dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.

SÃO PAULO

Celso Russomano (PRB), apresentador de programa de tevê, Universal, o primeiro, com 1.524.561 votos.

Marco Feliciano (PSC), 398.087 votos, Catedral do Avivamento

Jorge Tadeu Mudalém (DEM), 178.771, eng. Civil, Internacional da Graça

Bruna Furlan (PSDB), 178.608, bel. em Direito, Congregação Cristã no Brasil

Jeferson Campos (PSD), 160.790, Quadrangular

Lista dos demais cristãos eleitos, fora de ordem de número de votos

- Paulo Freire (PR)

É pastor da AD em Campinas, ligada ao Belenzinho (Grande São Paulo), que tem como pastor José Wellington Bezerra da Costa, seu pai. É também presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Paulo Freire é ainda presidente do Conselho de Doutrina da CGABD, do de Política e ainda mantém liderança reconhecida entre seus pares-parlamentares e permanece até o próximo ano presidente da Frente Parlamentar Evangélica. Teve expressiva votação, com mais de 100 mil votos.

- Gilberto Nascimento (PSC) é advogado, delegado de Polícia e membro da Assembleia de Deus ligada ao Ministério Nacional (Madureira) e de bom acesso em todas elas, portanto, conhecido em todo o Estado de São Paulo.

- Edinho Araujo (PMDB), presbiteriano e natural de Santa Fé do Sul, foi deputado estadual por várias vezes por São José do Rio Preto, onde também foi prefeito. É presbiteriano.

José Olimpio (PP), empresário em membro da Igreja Mundial. Foi um dos seis mais votados, com 154,5 mil votos.

Eduardo Bolsonaro (PSC), escrivão da Polícia Federal, Batista

Antônio Bulhões (PRB), Universal

Marcelo Squasoni (PRB)

Roberto Alves (PRB), Universal

Roberto de Lucena (PV), O Brasil para Cristo

Vinicius Carvalho (PRB), advogado, Universal

Sérgio Reis (PRB), cantor sertanejo, Universal

Luis Lauro Filho, Igreja Nazareno de Campinas

RIO DE JANEIRO

Clarissa Garotinho (PR), 335.081 mil, jornalista, Metodista

Eduardo Cunha (PMDB), 232.708, empresário, Sara Nossa Terra

Sóstenes Cavalcante (PSD), 104.897, Assembleia Vitória em Cristo

Washington Reis (PMDB), 103.190, Nova Vida

Rosangela Gomes (PRB), 102.896, bel em Direito, Universal

Clarissa mostrou-se atuante como vereadora no Rio. É filha do ex-governador Garotinho, que se destacou por sua definição como cristão (evangélico).

Sóstenes Cavalcante foi missionário na Argentina com seu pai, enviados pela Assembleia de Deus carioca. De volta, destacou-se a partir de seu engajamento na campanha pela eleição do pastor Samuel Câmara à presidência da CGADB. Depois passou a assessorar pastor Silas Malafaia, de quem recebeu apoio.

Washington Reis foi membro da AD em Xerém (Pr. Lourival Machado), município do qual foi também prefeito, mas transferiu-se para a Igreja Nova Vida.

Arolde de Oliveira (PSD), membro da Igreja Batista e dono de uma das emissoras de rádio mais influentes no Rio, em especial entre cristãos, a 93FM e da gravadora MK. É pai da cantora Marina de Oliveira e sempre foi ligado ao Governo do Estado, atuando como secretário.

- Áureo (SD), empresário, Metodista

- Benedita da Silva (PT), presbiteriana e militante histórica do PT, foi senadora e governadora do Rio.

- Ezequiel Teixeira (SD), ex-assembleiano implantou a igreja-comunidade Projeto Vida Nova de Irajá, cognominada de ‘a Igreja com Cara de Leão’, bastante difundida no Grande Rio.

- Francisco Floriano (PR)

- Marcos Soares (PR)

- Roberto Sales (PRB), administrador, Universal

- Cabo Cacioli (PSOL), Bombeiro Militar, Batista

- Altineu Cartes (PR), produtor agropecuarista, Assembleia de Deus

PARANÁ

Christiane Yared (PTN), 200.344, Catedral do Reino de Deus

Idekazu Takayama (PSC), 192.952, Assembleia de Deus

Delegado Francischini (SD), 169.569, delegado de Polícia Federal, Assembleia de Deus

Marcelo Belinati (PP), 132.817, médico, Assembleia de Deus

Sandro Alex (PPS), 116.909, empresário e advogado, Batista

Idekazu Takayama (PSC), 192.952, Assembleia de Deus, é ex-seminarista do Instituto Bíblico das Assembleia de Deus (Ibad)-Pindamonhangaba-SP, enviado pela AD em Curitiba (saudoso pastor José Pimentel), destacou-se como pregador em todo o Brasil. Depois de eleito deputado estadual, deixou o calor de suas prédicas para dedicar-se mais à vida parlamentar.

Toninho Wandscheer (PT), empresário imobiliário, Assembleia de Deus

MINAIS GERAIS

Weliton Prado (PT), 196.098, bel em Filosofia, Assembleia de Deus

George Hilton (PRB), 146.732, radialista, Universal

Stefano Aguiar (PSB), 144.163, administrador de Empresas, Qaudrangular

Leonardo Quintão (PMDB), 118.170, empresário, Presbiteriana

Lincoln Portela (PR), 98.834, radialista, Batista Nacional

ACRE

Alan Rick (PRB), jornalista, Assembleia de Deus

ALAGOAS

João Caldas (SD), empresário, Igreja da Graça

AMAPÁ

André Abdon (PRB), Assembleia de Deus

AMAZONAS

Silas Câmara (PSD), da Assembleia de Deus em Manaus e irmão do pastor Samuel Câmara, líder reconhecido no Brasil. Destacou-e com 166.281 votos e foi o segundo mais votado.

Hissa Abraão (PPS), empresária, Aliança Evangelizadora

André Abdom (PRB), empresário, Assembleia de Deus

BAHIA

Erivelton Santana (PSC), Assembleia de Deus

Irmão Lázaro (PSC), músico, Batista

Márcio Marinho (PRB), Universal

Sérgio Brito (PSB), empresário e servidor Público Federal, Batista

Tia Eron (PRB), Universal

CEARÁ

Ronaldo Martins (PRB), radialista e acadêmico em Direito, Universal

ESPÍRITO SANTO

Manato (SD), médico, Cristã Maranata

Sérgio Vidigal (PDT), médico, Batista

Max Filho (PSDB), servidor Público Federal, Presbiteriana da Glória

GOIÁS

Fábio Souza (PSDB), Fonte da Vida

João Campos (PSDB), delegado de Polícia, Assembleia de Deus

MARANHÃO

Cleber Verde (PSDB), professor-servidor Público Federal, Congregação Cristã No Brasil

Eliziane Gama (PPS), jornalista, Assembleia de Deus

MATO GROSSO

Victório Galli Filho (PSC), professor de Ensino Superior, Assembleia de Deus

Fábio Garcia (PSB), empresário, Sara Nossa Terra

MATO GROSSO DO SUL

Embora não tenha elegido nenhum cristão evangélico, conforme informações que temos, registramos a participação na disputa eleitoral do vereador Elizeu Dionizio que, pela primeira vez disputou eleição fora do município, após ser eleito vereador, com destaque, já em sua primeira disputa.

Com atuação eficaz e reconhecida na Câmara de Vereadores de Campo Grande, o jovem Elizeu promete obter carreira política brilhante, pois chegou a quase 40 mil votos. Elizeu é filho do pastor Antonio Dionizio, homem empreendedor, dinâmico e de evidente liderança nacional entre as Assembleias de Deus no Brasil, além de diretor da CGADB e presidente da ADM no Estado do Mato Grosso do Sul.

Já o médico Antônio Cruz, proprietário de um hospital em Campo Grande, chegou à suplência, com 34 mil votos.

PERNAMBUCO

Francisco Eurico (PSD). Reeleito o expressivo segundo lugar do Estado, com 233.797, pastor Eurico recebeu este nome como justa homenagem a um reconhecido missionário sueco, muito respeitado no Brasil, saúdo pastor Eurico Bergsten e que teve efetiva participação nos fundamentos doutrinários da AD pernambucana.

Eurico foi o segundo mais votado e tem representatividade reconhecida, conforme sua expressiva votação. Pastor Eurico, embora perseguido, a partir de uma suposta agressão verbal a apresentadora Xuxa (e que recebe críticas de sua postura, com relação a sua exposição. Ele é membro da AD em Recife e tem o apoio do pastor Ailton Alves.

- Anderson Ferreira (PR)

DISTRITO FEDERAL

Ronaldo Fonseca (PROS) Foi pastor da AD em Jaboticabal (SP) e é pastor da Assembleia de Deus em Taguatinga (DF) e membro da Comissão Política da CGADB.

PARÁ

Julia Marinho (PSC)

Josué Bengston (PTB), Quadrangular

PIAUÍ

Rejane Dias (PT)

RIO GRANDE DO SUL

Carlos Gomes (PRB)

Onyx Lorensoni (DEM), Luterana

Ronaldo Nogueira (PTB), Assembleia de Deus

RIO GRANDE DO NORTE

Antônio Jácome (PMDB) é médico, foi vice-governador do Estado e é  membro da Assembleia de Deus em Natal.

RONDÔNIA

Marcos Rogério (PDT), Assembleia de Deus

Nilton Capixaba (PTB), Assembleia de Deus

RORAIMA

Carlos Andrade (PHS)

Johnathan de Jesus (PRB), Universal

SANTA CATARINA

Geovana de Sá (PSDB)

SERGIPE

Laércio Oliveira (SD)

Pastor Jony (PRB)

TOCANTINS

César Halum (PRB).

Leitura: Busca por mudança 

Com a evolução da presença de evangélicos, em oposição ao aumento substancial da abstenção do eleitor, e ainda considerando o distanciamento de membros do partido governista entre os cristãos (evangélicos), tem-se a seguinte leitura: engrossamento da lista dos que querem mudança.

Tudo isso diz respeito à atuação necessária para conter sistemas políticos liberais e progressistas, com notória tendência anarquista, sem nem mesmo escamotear a agressiva tentativa de desconstrução de bases sociais, como a família e de preceitos morais.

As propostas dessas filosofias humanistas – o homem em primeiro lugar – são buscadas como verdadeira obsessão e os cristãos não podem atuar de forma omissa ou passiva, sob o risco do pecado de comissão e omissão. Todos devem atuar com altruísmo, para irradiar luz aos homens.

Some-se a essa arquitetura de mente milenar e não menos tinhosa, a queda de toda e qualquer postura ética, em especial de tudo que procede do dualismo bem e mal, certo e errado (e de todo dualismo), com a clara busca pela destruição de limites elementares para a convivência boa, saudável e respeitosa entre os homens.

Correção e informação

Obs: Caso você tenha informações de outros evangélicos que não constam na lista acima, ou notar alguma informação desencontrada envie-nos, por favor, por meio do email: mesquita.jornalismo@gmail.com

 O mesmo vale para governador-cristão eleito.

No mundo das propostas políticas, construir curral ou benefícios direcionados a grupos específicos em detrimento a outros, embora seja prática comum, não é menos condenável. Política (de polis, cidade), é a arte de cuidar dos interesses públicos com vistas ao bem-estar do povo como um todo, com abnegação.

Em cada propositura deve haver um viés de benefício a englobar o todo. Fora disso, cria-se ‘feudos’ e intrigas em oposição ao objetivo principal e sistema próprio de ditadores, além de hermético.

Também a inserção de efemérides e coisas semelhantes, com propositura nas casas de leis indicam o quanto estamos mal representados, com ausência de criatividade, nobreza e a enaltecer a pobreza de espírito, sem a distinção que o cargo público reclama.

Combate a propostas degradantes

Por outro lado, o cristão em todas as suas atividades, incluindo a política deve ter sua vida pautada pela ética. Esta tem como busca a provocação do convívio ideal, por meio da construção de ambiente propício para tal.

Então, não deve também pecar por comissão ou omissão, como pressupõe a carta de Tiago, verdadeiro tratado de postura, a ponto de influenciar a sociedade, por meio de conduta exemplar: “Ele nos gerou pela Palavra da Verdade, para que fossemos como primícias das suas criaturas” (1.18).

Esta mesma postura foi reivindicada pelo pastor norte-americano Luther King, quando fala, em outras palavras, da indiferença dos que conseguem perceber a ação dos maus, mas se mantem em silêncio e nada fazem: o pecado da omissão.

Buscar o progresso nada tem que ver com a ação de progressistas, com filosofias que abominam a distinção entre o bem e o mal, o certo e o errado, à moda anarquista, com vistas a atender os intentos de um grupo, adeptos da abjeção humana.

Usam ferramentas com o notável objetivo de, como na imposição de cartilhas, antecipar a promiscuidade e promover o hedonismo. Neste caso, o silêncio é sinônimo de omissão.

Todo representante do povo, em especial o político, deve postar-se como jardineiro a preservar o jardim das pragas, como preconizou o saudoso educador Rubem Alves.

As questões dos desejos de grupos, como no caso do avanço do homossexualismo, não devem ser objeto de imposição e a não aceitação, como em qualquer outra postura humana, constitui-se direito pétreo, como determina todo sistema democrático.

E neste e em outros casos, deve-se atentar para a discussão de ideias, filosofias e não de pessoas, sem que haja ativismo, inclusive religioso, algo condenável.

Todos devem entender os princípios da natureza, do caráter, da ética e da conduta humana, inclusive nas questões de gênero (Gn 1.27; 2.24; 5.1-2; Rm 1.18-32 e Jo 8.32,44), mas não ignorar a liberdade de cada um e a preservar o livre arbítrio preestabelecido pelo próprio Criador.

Não é possível construir no mundo um Céu, pois assim teríamos um Céu-infernal!, mas podemos buscar o bem-estar da maioria, a partir de uma ética experimentada, aprovada e reconhecida, como no caso da recuperação de vidas que as igrejas promovem. Somente nisso, a participação é imensa e sem a intervenção política.

A cada viciado, promíscuo, alcoólatra, desregrado, desajustado, marginal etc, que a Igreja tira das ruas, a sociedade deixa de gastar bilhões em hospitais e demais órgãos públicos. Em centenas de lugares onde o Estado não chega, inclusive nos grandes centros, a Igreja preenche também essa ausência com suas atividades sociais.

Nossas bandeiras, muitas delas alinhadas pelos governos, como Fumar faz mal à saúde; Sexo promíscuo causa doenças e consequências drásticas; Assistência social, a partir da filantropia e não de esmolas – filosofia de cunho protestante, pois a esmola escraviza; Preservação do meio ambiente (Dt 22.6-7); Educação (busca pelo conhecimento), como alerta profeta Oséias: “Meu povo será transformado em escravo se faltar-lhe conhecimento” (adaptação minha), Salomão: “ensina a criança”, Moisés (Dt 6.7) e Colossences 2.2, constituem-se provas irrefutáveis de meios eficazes.

Os candidatos

Não se pode ignorar o crescimento cristão-evangélico. E dado a isto, também não se pode fazer vistas grossas às inúmeras tentativas dos últimos governos de impor cerceamento à liberdade, tão medieval quanto o collegia do Império Romano, regulamentação rígida das atividades de todo tipo de grupos e associações, em especial à noite.

Mas temos avanços sócio-econômicos advindos do fato do avanço cristão. A nação tem sido abençoada em resposta à oração do povo cristão, que não cessa de clamar aos Céus e de oferecer mudanças eficazes no que diz respeito à melhoria da conduta social de cada cidadão convertido ao cristianismo.

Também o cristão-evangélico deve e pode, como em qualquer outro segmento, participar da vida pública, com restrição somente a ministro, pastor. Só amenizo minhas restrições ao ministro que renuncia ao ministério recebido, caso seja dom divino (cf Hb 5.4).

Não há nada na Terra que possa oferecer peso de barganha ao ministério cristão, enquanto dom divino. Não existe nada mais nobre e digno que ser constituído (por Deus) embaixador dos Céus entre os homens. Nada se iguala a tal nobreza, pois somos chamados e atraídos pelo amor e não por valores.

Em alguns casos somos envergonhados pelo péssimo desempenho e falta de propostas concretas, tornando a participação pífia e totalmente inócua.

No caso de Marina, sua postura é correta em não demonstrar o desejo de privilegiar uma parte da sociedade tão somente, no caso de cristãos em detrimento a outros. Não se deve candidatar-se para representar um grupo, mas a sociedade. A diferença se dará pela influência positiva, como resultado da postura piedosa.

Ela se completará através do preparo e, por consequência, pela postura de estadista, na ética, nas propostas claras, reais, concretas e assimiláveis a todos os segmentos, no asco pela corrupção, na correção de rumos e coibição de todo aviltamento ao povo.

Ela já se mostra como verdadeira cidadã e com posturas testemunháveis por meio de sua participação e assiduidade na AD no Distrito Federal.

Os demais têm suas respectivas representatividades, ideologias, mas, como dissemos, precisamos de exemplos a nossas crianças e jovens. Eles necessitam enxergar bons referencias, em especial hoje, com a corrida exacerbada da degradação humana, em todos os segmentos sociais.

A presidente Dilma (presidenta não existe na língua portuguesa) acabou de declarar na ONU que o Ocidente age de forma islafóbica e demonstrou de forma indireta seu apoio ao terrorismo islã, justamente pessoas que matam sem sentimento e de forma selvagem, bárbara, em especial cristãos.

Os péssimos exemplos e a falta de meios punitivos estão sendo irradiados de cima para baixo, formando um círculo indestrutível de corrução humana. E quando a terra se corrompe a violência se instala (cf Gn 6). O verbo escamotear é tão decorrente que estamos prontos para o abissínio.

O homem em destaque deve ser possuído de caráter exemplar. Ele torna-se público (para todos) e, portanto, deve ser tomado como influenciador de forma positiva, obviamente. Ulysses Guimarães dizia que não é aconselhável a um homem público ser fotografado com um copo de bebida alcoólica. Ele não era cristão (evangélico), mas revestiu-se da importância que o cargo público conferia-lhe.

Exemplo a ser seguido é como a sociedade reage diante dos que estão em evidência e não considerar tal realidade é mostrar-se irresponsável.

Cada um, em caso de vitória, imporá filosofias que expressarão suas posturas tanto pessoal quanto política, pois, a mim, não há como uma pessoa manter duas representatividades: mostrar-se como cidadão e, em outro momento, como político! Como disse Molly Ivins, “Sua conduta é apenas uma expressão formal de como você trata as pessoas”.

Envolvimento de igrejas

As igrejas, enquanto Corpo de Cristo não devem misturar Bíblia e política, a ponto de envolverem-se em campanhas. Usar seus púlpitos ou franqueá-los para esse fim não é e nunca foi o objetivo da Igreja do SENHOR, senão o de anunciar o Reino de Deus ao mundo e não o Reino do Mundo aos de Deus.

Um dos discursos decorados é a citação tanto de José (do Egito) quanto de Daniel. Mas, não levam em conta que os dois não eram ministros, mas apenas jovens, com missão especial e com objetivos bem definidos e circunstanciais.

Eles não foram políticos como conhecemos hoje, nem antes e tampouco depois da situação em que se encontraram por providência divina. Eles deram direção a impérios, por força da representação divina direta, numa clara forma de exaltação, portanto, como exceções e não regra.

Como igreja devemos pregar o Evangelho de Cristo e, por ele, combater todos os tipos de pecados: promiscuidade, mentira, incluindo as meias-verdades e jeitinhos, desmandos, descasos, violência, corrupção etc, por meio do ensino da Palavra, mas de forma neutra.

Além de o SENHOR Jesus e suas críticas ao sistema da época, incluindo o religioso, protagonizadas pela célebre “dai a César o que é de César e a Deus o que é Dele”, temos João Batista, que não aceitou alinhar-se ao Governo de então e ainda o denominou víbora.

Obter maior conhecimento possível dos candidatos, como sua postura, vida e propostas, deve compor a pauta de discussão até a eleição, como qualquer cidadão deve fazer.

A inserção de assuntos seculares ou profanos, em oposição ao sagrado, deve ocorrer para orientação, quando necessário, considerando o foro íntimo, a partir da ideia espetada na frase de Albert Einstein: “O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer”, porém, sem conduzir consciências ou impor candidatos.

Como pastor, somos condutores, mas cada ovelha tem sua própria característica, a ser usada para o bem do Corpo, sem ser tolhida, com vistas ao brilho de egos.

Não obstante a identificação parabólica de ovelha x curral, nenhum cristão deve ser mantido em currais eleitorais. Caso seja, com certeza, a logística é da astúcia de alcateias e não de pastores.

Como produtos do meio – não somos constituídos nação de natureza cristã (protestante e ou evangélica), trabalhamos com ferramentas que devem ser lapidadas a cada dia.

Para se ter ideia da imposição de novas posturas, o país cultua um dia dedicado à mentira e o medo, a partir do trauma, plantado pelas cantigas culturais do boi-da-cara-preta, do bicho-papão…, prontos para abocanharem a indefesa criança, ainda por formar-se como cidadã! estão sempre em voga.

Deixar-se fluir, depois de escapar desses bloqueios não é tarefa fácil (bloquear, no hebraico, tem que ver com Satã, demônio). É desse eleitorado – a massa – que falamos.

Diferencial

Com certeza o voto evangélico terá peso preponderante nas eleições, tanto estadual quanto federal. Isso é importante para que o país tenha equilíbrio e seja o bem e o mal, o certo e errado, parte que deveria destacar-se na ética humana, pois o que temos hoje é uma avalanche de propostas para eliminar tais barreiras e aprovação de formas promíscuas de corar Sodoma e Gomorra.

Lamentamos a dificuldade que ainda se tem em termos de acesso às informações dos candidatos, quanto às suas posturas, pessoalidades e ideologias com rara exceção, daquilo que podem representar de bom ou ruim.

Tudo isso, em função das questões que remontam o sistema medieval e do coronelismo, vistas através da exploração da ignorância, que o sistema político e religioso, de mãos dadas, impôs ao país, para satisfazer suas tiranias e vantagens. Não é o que vemos ainda hoje?

Em sua orientação, para que não sejamos engodados, Jesus disse: Vigiai (esteja atento), primeiro e, depois, orai!

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Homem de conhecimento imensurável, mas igualmente simples e humilde; em Los Angeles, durante Centenário das Assembleias de Deus

Doutor Stanley Monroe Horton, 98, partiu para a Eternidade, sábado (12/7/14), em Maranatha Village, Springfield, Missouri (EUA).

Pastor de humildade e simplicidade notórias, embora de conhecimento teológico imensurável, escreveu inúmeros livros, alguns traduzidos e oferecidos pela CPAD.

Filho de Myrle Maio Fisher-Harry Samuel Horton, doutor Horton nasceu a 6 de maio de 1916, em Huntington Park, Califórnia. Seus avós maternos Elmer Kirk Fisher e Clara Daisy Sanford participaram do avivamento histórico da Rua Azusa em 1906.

Como uma criança da Rua Azusa, onde marcou presença em 2006, no Centenário Azuza (foto), conforme o superintendente-Geral das Assembleias de Deus nos EUA, pastor George O. Wood, serviu como “ponte que liga o renascimento Azusa até os dias atuais”.

Currículo

Doutor Horton recebeu formação educacional no Los Angeles City College (1935); Universidade da Califórnia-Berkeley (1937); Gordon College (agora Gordon-Conwell Theological Seminary) (1944.); Universidade de Harvard (1945); e Central Baptist Theological Seminary (1959).

Ele foi distinguido Professor Emérito da Bíblia e Teologia das Assembleis de Deus Theological Seminary, onde lecionou de 1978 a 1991. Antes disso, atuou como presidente do Departamento Bíblia no Colégio Central da Bíblia de 1948 a 1978 e como professor no Instituto Bíblico Metropolitano de 1945 a 1948.

Escreveu para as Assembleias de Deus nos Estados Unidos as lições bíblicas do currículo da Escola Dominical Professor Adulto, por mais de 25 anos.

Em 1980, serviu como presidente da Sociedade de Estudos Pentecostais. Após sua aposentadoria do ensino, em 1991, ocupou o cargo de editor-geral do Pentecostal Textbook Series/Logion Press, em Springfield até 2000.

Pastor Horton tem sido reconhecido como o primeiro-ministro Pentecostal teólogo. Um renomado estudioso e escritor, continuou a viajar pelo mundo por 25 países, como professor, até os seus 92 anos de idade.

Foi o autor de dezenas de livros, muitos dos quais foram traduzidos em vários idiomas, capítulos de livros e manuais publicados e mais de 250 artigos e resenhas de livros.

Também foi listado no Quem é Quem em Religião e Outstanding Educadores da América. Seus escritos têm aparecido em publicações tão diversas como no The Encyclopedia Americana e no Dicionário de pentecostais e movimentos carismáticos.

Atuou ainda como presidente da Comissão Editorial para A Bíblia Período Integral-Life e de sua revisão 2003, intitulada Vida na Bíblia de Estudo Espírito. Traduções estrangeiras geralmente referem-se a esta obra como A Bíblia Fogo.

Seu livro, O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo (Gospel Publishing House, 1976), tem sido o texto definitivo sobre o assunto em universidades e seminários ao redor do mundo.

Doutor Horton serviu de tradutor oficial de 1 e 2Coríntios de grego koiné ao vernáculo judaico messiânico moderno, para a Árvore da Vida da Bíblia, compromisso feito em cooperação com o Projeto Bíblia Messiânica.

Opinião

Doutor Robert Cooley, estudante de Horton no Instituto Central da Bíblia em 1949 e, posteriormente, seu colega na faculdade, comentou sobre Horton:

“Ele modelou estudos bíblicos que estavam praticamente aplicados. Então, se você ler o adulto trimestral por vinte e cinco anos, você pode ver que o material da aula surgiu de uma compreensão acadêmica da Escritura, mas foi muito prático. Foi a mesma coisa com seus artigos e outros livros, uma compreensão técnica do texto bíblico, mas de maneira notável de traduzir isso em um corpo de teologia aplicada. Este é o significado da sua vida, pois mantinha ótima maneira de fazer isso. Foi capaz de ir de uma teologia exegética para uma teologia aplicada”.

Fervor e compromisso

Sua vida de serviço tem sido caracterizada por uma combinação única de fervor pentecostal, compromisso com a erudição bíblica e caráter semelhante ao de Cristo.

Em 2010 foi homenageado como um “Legado Líder”, aquele que exibe “fidelidade bíblica veraz de mandato duradouro, por seu alto nível de confiança, mas sem nenhuma aparência de arrogância ou soberba; que aceita a responsabilidade de seu ministério e mostra o amor incondicional para aqueles que ele serve. Por ser persistente, tem uma visão que inclui sempre paixão evangelística e que toma decisões que irão beneficiar a igreja.

Contra a discriminação, em especial étnica, dizia que a “As Escrituras deixam claro que somos todos um em Cristo, e nós precisamos uns dos outros”.

Sempre compromissado com o sentimento de que seguir Cristo significa ser um “discípulo ao longo da vida”, Horton continuou a servir a Igreja já aos 90 anos de idade, nas Assembleias de Deus, por meio da Comissão Doutrinal, constituindo-se como conselheiro para os participantes de doutorado AGTS.
Fonte:http://agts.edu/news/news_archives/2014_7horton.html?set=a.876491429032319.1073741856.495698537111612&type=1

Homem de conhecimento imensurável, mas igualmente simples e humilde; em Los Angeles, durante Centenário das Assembleias de Deus

Doutor Stanley Monroe Horton, 98, partiu para a Eternidade, sábado (12/7/14), em Maranatha Village, Springfield, Missouri (EUA).
Pastor de humildade e simplicidade notórias, embora de conhecimento teológico imensurável, escreveu inúmeros livros, alguns traduzidos e oferecidos pela CPAD.
Filho de Myrle Maio Fisher-Harry Samuel Horton, doutor Horton nasceu a 6 de maio de 1916, em Huntington Park, Califórnia. Seus avós maternos Elmer Kirk Fisher e Clara Daisy Sanford participaram do avivamento histórico da Rua Azusa em 1906.
Como uma criança da Rua Azusa, onde marcou presença em 2006, no Centenário Azuza (foto), conforme o superintendente-Geral das Assembleias de Deus nos EUA, pastor George O. Wood, serviu como “ponte que liga o renascimento Azusa até os dias atuais”.
Currículo
Doutor Horton recebeu formação educacional no Los Angeles City College (1935); Universidade da Califórnia-Berkeley (1937); Gordon College (agora Gordon-Conwell Theological Seminary) (1944.); Universidade de Harvard (1945); e Central Baptist Theological Seminary (1959).
Ele foi distinguido Professor Emérito da Bíblia e Teologia das Assembleis de Deus Theological Seminary, onde lecionou de 1978 a 1991. Antes disso, atuou como presidente do Departamento Bíblia no Colégio Central da Bíblia de 1948 a 1978 e como professor no Instituto Bíblico Metropolitano de 1945 a 1948.
Escreveu para as Assembleias de Deus nos Estados Unidos as lições bíblicas do currículo da Escola Dominical Professor Adulto, por mais de 25 anos.
Em 1980, serviu como presidente da Sociedade de Estudos Pentecostais. Após sua aposentadoria do ensino, em 1991, ocupou o cargo de editor-geral do Pentecostal Textbook Series/Logion Press, em Springfield até 2000.
Pastor Horton tem sido reconhecido como o primeiro-ministro Pentecostal teólogo. Um renomado estudioso e escritor, continuou a viajar pelo mundo por 25 países, como professor, até os seus 92 anos de idade.
Foi o autor de dezenas de livros, muitos dos quais foram traduzidos em vários idiomas, capítulos de livros e manuais publicados e mais de 250 artigos e resenhas de livros.
Também foi listado no Quem é Quem em Religião e Outstanding Educadores da América. Seus escritos têm aparecido em publicações tão diversas como no The Encyclopedia Americana e no Dicionário de pentecostais e movimentos carismáticos.
Atuou ainda como presidente da Comissão Editorial para A Bíblia Período Integral-Life e de sua revisão 2003, intitulada Vida na Bíblia de Estudo Espírito. Traduções estrangeiras geralmente referem-se a esta obra como A Bíblia Fogo.
Seu livro, O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo (Gospel Publishing House, 1976), tem sido o texto definitivo sobre o assunto em universidades e seminários ao redor do mundo.
Doutor Horton serviu de tradutor oficial de 1 e 2Coríntios de grego koiné ao vernáculo judaico messiânico moderno, para a Árvore da Vida da Bíblia, compromisso feito em cooperação com o Projeto Bíblia Messiânica.
Opinião

Doutor Robert Cooley, estudante de Horton no Instituto Central da Bíblia em 1949 e, posteriormente, seu colega na faculdade, comentou sobre Horton:
“Ele modelou estudos bíblicos que estavam praticamente aplicados. Então, se você ler o adulto trimestral por vinte e cinco anos, você pode ver que o material da aula surgiu de uma compreensão acadêmica da Escritura, mas foi muito prático. Foi a mesma coisa com seus artigos e outros livros, uma compreensão técnica do texto bíblico, mas de maneira notável de traduzir isso em um corpo de teologia aplicada. Este é o significado da sua vida, pois mantinha ótima maneira de fazer isso. Foi capaz de ir de uma teologia exegética para uma teologia aplicada”.
Fervor e compromisso
Sua vida de serviço tem sido caracterizada por uma combinação única de fervor pentecostal, compromisso com a erudição bíblica e caráter semelhante ao de Cristo.
Em 2010 foi homenageado como um “Legado Líder”, aquele que exibe “fidelidade bíblica veraz de mandato duradouro, por seu alto nível de confiança, mas sem nenhuma aparência de arrogância ou soberba; que aceita a responsabilidade de seu ministério e mostra o amor incondicional para aqueles que ele serve. Por ser persistente, tem uma visão que inclui sempre paixão evangelística e que toma decisões que irão beneficiar a igreja.
Contra a discriminação, em especial étnica, dizia que a “As Escrituras deixam claro que somos todos um em Cristo, e nós precisamos uns dos outros”.
Sempre compromissado com o sentimento de que seguir Cristo significa ser um “discípulo ao longo da vida”, Horton continuou a servir a Igreja já aos 90 anos de idade, nas Assembleias de Deus, por meio da Comissão Doutrinal, constituindo-se como conselheiro para os participantes de doutorado AGTS (Fonte: http://agts.edu/news/news_archives/2014_7horton.html?set=a.876491429032319.1073741856.495698537111612&type=1)

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A origem das celebrações juninas remonta aos antigos rituais pagãos. No Hemisfério Norte, o mês de junho é o período de solstício de verão. Nessa época, especialmente nos dias 21 a 24, egípcios, sumérios, romanos, bascos e celtas invocavam a fertilidade através de rituais a deuses.

Na mitologia romana, pagãos prestavam culto à deusa Juno, cujos festejos eram denominados junônias, adaptado no Brasil para junina. Os primeiros registros por aqui datam de 1603, pelo frade Vicente do Salvador, que ressaltou o fato de os índios aceitarem de bom grado o dia de “‘São João Batista’, por causa das fogueiras e capelas”.

DEUSES REDUZIDOS A SANTOS

Os historiadores registram que os rituais de colheita e fertilidade eram tão fortes na Idade Média que a Igreja Católica Romana resolveu aproveitar a festa, adaptando-a para seu calendário. Ela foi trazida ao Brasil pela colonização portuguesa. A quadrilha e o mastro são elementos do ritual pagão que permanecem até hoje.

Já o culto pirolátrico, próprio da festividade junina, teve início em Portugal, onde antigamente acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha a finalidade de espantar o Diabo e seus demônios na noite de “São João”.

Os fogos de artifício e as fogueiras são formas de culto da antiguidade, ovacionando as imagens. Mas, por trás delas estão os ídolos. Paulo afirma em 1Coríntios 10.19 que o ídolo não é nada, mas o que o venera, se oferece aos demônios e o cristão não pode se envolver com isso.

MALES

Além de conterem o elemento idolátrico, os fogos são perigosos e extremamente poluentes. “Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Jawaharlal Nehru, em Nova Déli, Índia, mostrou que fogos de artifício disparados no país em uma festa nacional no ano passado liberaram grande quantidade de ozônio. Esse gás é tóxico e apenas beneficia a vida na alta atmosfera, onde reflete os raios ultravioleta do Sol. O trabalho está publicado na revista Nature”(Folha de São Paulo, Ciência, A6, 28/6/2001).

No Brasil, o uso de fogos de artifício aumenta consideravelmente em junho e julho, em virtude das comemorações dos romanistas a seus santos protetores. Muitas pessoas têm sido mutiladas pelo manuseio do produto, enquanto balões têm causado inúmeros incêndios. A prática dos balões, tão comum nessa época, se vincula à ideia de que, se este subir sem nenhum problema, o desejo de que quem os soltam será atendido. Caso não suba, seria azar.

SINCRETISMO

Em várias regiões do país, com ênfase no Nordeste, religiões como o candomblé homenageiam os orixás, misturando suas práticas ao ritual católico romano, com a ocorrência do o sincretismo. Não é raro ver nessas festas rodas de pagode, música funk, barracas de comida e bebidas variadas. Na Bahia, a festa de Santo Antônio é confundida com a de Ogum, um ídolo guerreiro da cultura afro-brasileira. Contudo, em especial neste Estado, o catolicismo romano mistura-se com a Umbanda e Candomblé, religiões espíritas, sem nenhum constrangimento.

Alguns grupos evangélicos, desavisados, participam dessas festas populares. Outros vão além e, sob alegação de arrecadar fundos, organizam suas próprias festas, `santificando-as`a repetir o que o pecado do catolicismo romano na Idade Média. Há ainda quem argumente que é melhor ter uma festa junina nas dependências da igreja do que permitir os novos convertidos participarem dela fora. “Isso é muito perigoso, porque a igreja começa a imitar o mundo”, rebate o apologista Paulo Romeiro.

Já o apologista Natanael Rinaldi alerta que a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, pode levar ao envolvimento com práticas herdadas do paganismo, como denunciou apóstolo Paulo: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”, 1Co 10.20.

Comer as iguarias características dessas festas pagãs, tais como milho cozido e pipoca, não é problema, desde que não sejam aquelas oferecidas aos “santos-ídolos”, com objetivo religioso e participativo. Porém, quando oferecidas aos santos-deuses católicos romanos tornam-se sacrifício a ídolos, condenado pelo cristianismo.

PROFANO X SAGRADO

Quando não separamos o sagrado do profano de forma consciente, conforme Paulo ensina em 1Coríntios: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus e não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do SENHOR e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do SENHOR e da mesa dos demônios” (1Co 1.20-21), pecamos.

Apóstolo dos gentios, portanto, com autoridade para falar dos cultos idolátricos, próprios dos povos não judeus, embora reconheça que tais ídolos venerados não são nada, alerta que a permanência do convertido a Cristo na prática de comer comida oferecida aos mesmos, torna-o contaminado (1Co 8.7) e o SENHOR fala, na oração de Mateus 6, dos costumes próprios de festas juninas com suas rezas (repetições): “…não useis de vãs repetições, como os gentios” (Mt 6.7).

 

Prosseguindo o estudo – do culto de Ensino da ADM/Catanduva – sobre o novo ser em Cristo, a partir de Romanos 8, analisamos os Frutos (observe o plural) da Carne ou Obras da Carne, em oposição ao Fruto do Espírito (no singular)
 
Tomamos Gálatas 5 para tal análise. Todas as obras, sem exceção, são caracteristicamente ausentes de ética.
 
Inicia-se com ciúmes (zelos, gr). Embora zelo tenha, como referência principal o cuidado, o primor com respeito ao cuidado, e que, portanto, pode refletir traços de virtude (2Co 1.11-12), ao ser fomentado pelo egoísmo, acaba por abominar tudo o que o outro consegue, desfruta ou alcança.
 
Ao ser movido pelo pecado, transforma-se em ambição egoísta, de mercenário e desagua na tentativa de divisão no Corpo de Cristo (1Co 1.11-12).
 
FACÇÕES 
 
Outra reação tão comum entre nós mortais, cria grupos, as facções, a partir de heresias (haireseis, gr), com o surgimento de falsos mestres, que, com suas regras (doutrinas), estabelecem dentro do grupo majoritário seus partidos.
 
Seus detentores apresentam, em geral, como religiosos, em algumas circunstâncias de forma excessiva, porém ausentes da piedade.
 
As seitas judaicas, como a dos fariseus, retratam bem essa forma de religiosidade, bem como a anterior.
 
INVEJA
 
Inveja deriva-se de phthonos (grego) e tem significado essencialmente maligno. Retrata a mesquinhez humana, por recentir-se de todo empreendimento vigoroso alheio. Por apresentar-se no plural indica postura constante, sem freios.
 
EMBRIAGUÊS
 
Embriaguês e orgia indicam modelo de existência tendo como ponto de partida o hedonismo e estilos de vida próprios dos povos sem vivência com Deus.
 
A premiar outros pecados, apóstolo Paulo acrescenta: ‘coisas semelhantes’ e destaca o vocábulo ‘antes’, para indicar claramente o que descreve em Romanos 8.1.
 
Depois, ainda, em texto menor, falaremos da classificação, da segmentação de tais pecados.

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Os embates do dia a dia devem ser encarados primeiramente crendo na afirmação do título do Salmo 23: ‘O SENHOR é o meu PASTOR’.

Nele, “diante dos inimigos”, que podem estar representados nas lutas, você poderá estar próximo à porta que, ao abri-la, deparará com um banquete. Porém, também nele, a sua esperança independe de o caminho ser turbulento ou verdejante.

Ainda que esteja cercado de morte, em um tenebroso vale, com mil de um lado e dez mil de outro, siga em frente e sem medo, porque a mesa está posta.

Caminhe como quem conhece mais o Pastor do Salmo que propriamente o Salmo do Pastor.

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