Feeds:
Posts
Comentários

DSCF5770

Homem de conhecimento imensurável, mas igualmente simples e humilde; em Los Angeles, durante Centenário das Assembleias de Deus

Doutor Stanley Monroe Horton, 98, partiu para a Eternidade, sábado (12/7/14), em Maranatha Village, Springfield, Missouri (EUA).

Pastor de humildade e simplicidade notórias, embora de conhecimento teológico imensurável, escreveu inúmeros livros, alguns traduzidos e oferecidos pela CPAD.

Filho de Myrle Maio Fisher-Harry Samuel Horton, doutor Horton nasceu a 6 de maio de 1916, em Huntington Park, Califórnia. Seus avós maternos Elmer Kirk Fisher e Clara Daisy Sanford participaram do avivamento histórico da Rua Azusa em 1906.

Como uma criança da Rua Azusa, onde marcou presença em 2006, no Centenário Azuza (foto), conforme o superintendente-Geral das Assembleias de Deus nos EUA, pastor George O. Wood, serviu como “ponte que liga o renascimento Azusa até os dias atuais”.

Currículo

Doutor Horton recebeu formação educacional no Los Angeles City College (1935); Universidade da Califórnia-Berkeley (1937); Gordon College (agora Gordon-Conwell Theological Seminary) (1944.); Universidade de Harvard (1945); e Central Baptist Theological Seminary (1959).

Ele foi distinguido Professor Emérito da Bíblia e Teologia das Assembleis de Deus Theological Seminary, onde lecionou de 1978 a 1991. Antes disso, atuou como presidente do Departamento Bíblia no Colégio Central da Bíblia de 1948 a 1978 e como professor no Instituto Bíblico Metropolitano de 1945 a 1948.

Escreveu para as Assembleias de Deus nos Estados Unidos as lições bíblicas do currículo da Escola Dominical Professor Adulto, por mais de 25 anos.

Em 1980, serviu como presidente da Sociedade de Estudos Pentecostais. Após sua aposentadoria do ensino, em 1991, ocupou o cargo de editor-geral do Pentecostal Textbook Series/Logion Press, em Springfield até 2000.

Pastor Horton tem sido reconhecido como o primeiro-ministro Pentecostal teólogo. Um renomado estudioso e escritor, continuou a viajar pelo mundo por 25 países, como professor, até os seus 92 anos de idade.

Foi o autor de dezenas de livros, muitos dos quais foram traduzidos em vários idiomas, capítulos de livros e manuais publicados e mais de 250 artigos e resenhas de livros.

Também foi listado no Quem é Quem em Religião e Outstanding Educadores da América. Seus escritos têm aparecido em publicações tão diversas como no The Encyclopedia Americana e no Dicionário de pentecostais e movimentos carismáticos.

Atuou ainda como presidente da Comissão Editorial para A Bíblia Período Integral-Life e de sua revisão 2003, intitulada Vida na Bíblia de Estudo Espírito. Traduções estrangeiras geralmente referem-se a esta obra como A Bíblia Fogo.

Seu livro, O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo (Gospel Publishing House, 1976), tem sido o texto definitivo sobre o assunto em universidades e seminários ao redor do mundo.

Doutor Horton serviu de tradutor oficial de 1 e 2Coríntios de grego koiné ao vernáculo judaico messiânico moderno, para a Árvore da Vida da Bíblia, compromisso feito em cooperação com o Projeto Bíblia Messiânica.

Opinião

Doutor Robert Cooley, estudante de Horton no Instituto Central da Bíblia em 1949 e, posteriormente, seu colega na faculdade, comentou sobre Horton:

“Ele modelou estudos bíblicos que estavam praticamente aplicados. Então, se você ler o adulto trimestral por vinte e cinco anos, você pode ver que o material da aula surgiu de uma compreensão acadêmica da Escritura, mas foi muito prático. Foi a mesma coisa com seus artigos e outros livros, uma compreensão técnica do texto bíblico, mas de maneira notável de traduzir isso em um corpo de teologia aplicada. Este é o significado da sua vida, pois mantinha ótima maneira de fazer isso. Foi capaz de ir de uma teologia exegética para uma teologia aplicada”.

Fervor e compromisso

Sua vida de serviço tem sido caracterizada por uma combinação única de fervor pentecostal, compromisso com a erudição bíblica e caráter semelhante ao de Cristo.

Em 2010 foi homenageado como um “Legado Líder”, aquele que exibe “fidelidade bíblica veraz de mandato duradouro, por seu alto nível de confiança, mas sem nenhuma aparência de arrogância ou soberba; que aceita a responsabilidade de seu ministério e mostra o amor incondicional para aqueles que ele serve. Por ser persistente, tem uma visão que inclui sempre paixão evangelística e que toma decisões que irão beneficiar a igreja.

Contra a discriminação, em especial étnica, dizia que a “As Escrituras deixam claro que somos todos um em Cristo, e nós precisamos uns dos outros”.

Sempre compromissado com o sentimento de que seguir Cristo significa ser um “discípulo ao longo da vida”, Horton continuou a servir a Igreja já aos 90 anos de idade, nas Assembleias de Deus, por meio da Comissão Doutrinal, constituindo-se como conselheiro para os participantes de doutorado AGTS.
Fonte:http://agts.edu/news/news_archives/2014_7horton.html?set=a.876491429032319.1073741856.495698537111612&type=1

Homem de conhecimento imensurável, mas igualmente simples e humilde; em Los Angeles, durante Centenário das Assembleias de Deus

Doutor Stanley Monroe Horton, 98, partiu para a Eternidade, sábado (12/7/14), em Maranatha Village, Springfield, Missouri (EUA).
Pastor de humildade e simplicidade notórias, embora de conhecimento teológico imensurável, escreveu inúmeros livros, alguns traduzidos e oferecidos pela CPAD.
Filho de Myrle Maio Fisher-Harry Samuel Horton, doutor Horton nasceu a 6 de maio de 1916, em Huntington Park, Califórnia. Seus avós maternos Elmer Kirk Fisher e Clara Daisy Sanford participaram do avivamento histórico da Rua Azusa em 1906.
Como uma criança da Rua Azusa, onde marcou presença em 2006, no Centenário Azuza (foto), conforme o superintendente-Geral das Assembleias de Deus nos EUA, pastor George O. Wood, serviu como “ponte que liga o renascimento Azusa até os dias atuais”.
Currículo
Doutor Horton recebeu formação educacional no Los Angeles City College (1935); Universidade da Califórnia-Berkeley (1937); Gordon College (agora Gordon-Conwell Theological Seminary) (1944.); Universidade de Harvard (1945); e Central Baptist Theological Seminary (1959).
Ele foi distinguido Professor Emérito da Bíblia e Teologia das Assembleis de Deus Theological Seminary, onde lecionou de 1978 a 1991. Antes disso, atuou como presidente do Departamento Bíblia no Colégio Central da Bíblia de 1948 a 1978 e como professor no Instituto Bíblico Metropolitano de 1945 a 1948.
Escreveu para as Assembleias de Deus nos Estados Unidos as lições bíblicas do currículo da Escola Dominical Professor Adulto, por mais de 25 anos.
Em 1980, serviu como presidente da Sociedade de Estudos Pentecostais. Após sua aposentadoria do ensino, em 1991, ocupou o cargo de editor-geral do Pentecostal Textbook Series/Logion Press, em Springfield até 2000.
Pastor Horton tem sido reconhecido como o primeiro-ministro Pentecostal teólogo. Um renomado estudioso e escritor, continuou a viajar pelo mundo por 25 países, como professor, até os seus 92 anos de idade.
Foi o autor de dezenas de livros, muitos dos quais foram traduzidos em vários idiomas, capítulos de livros e manuais publicados e mais de 250 artigos e resenhas de livros.
Também foi listado no Quem é Quem em Religião e Outstanding Educadores da América. Seus escritos têm aparecido em publicações tão diversas como no The Encyclopedia Americana e no Dicionário de pentecostais e movimentos carismáticos.
Atuou ainda como presidente da Comissão Editorial para A Bíblia Período Integral-Life e de sua revisão 2003, intitulada Vida na Bíblia de Estudo Espírito. Traduções estrangeiras geralmente referem-se a esta obra como A Bíblia Fogo.
Seu livro, O que a Bíblia diz sobre o Espírito Santo (Gospel Publishing House, 1976), tem sido o texto definitivo sobre o assunto em universidades e seminários ao redor do mundo.
Doutor Horton serviu de tradutor oficial de 1 e 2Coríntios de grego koiné ao vernáculo judaico messiânico moderno, para a Árvore da Vida da Bíblia, compromisso feito em cooperação com o Projeto Bíblia Messiânica.
Opinião

Doutor Robert Cooley, estudante de Horton no Instituto Central da Bíblia em 1949 e, posteriormente, seu colega na faculdade, comentou sobre Horton:
“Ele modelou estudos bíblicos que estavam praticamente aplicados. Então, se você ler o adulto trimestral por vinte e cinco anos, você pode ver que o material da aula surgiu de uma compreensão acadêmica da Escritura, mas foi muito prático. Foi a mesma coisa com seus artigos e outros livros, uma compreensão técnica do texto bíblico, mas de maneira notável de traduzir isso em um corpo de teologia aplicada. Este é o significado da sua vida, pois mantinha ótima maneira de fazer isso. Foi capaz de ir de uma teologia exegética para uma teologia aplicada”.
Fervor e compromisso
Sua vida de serviço tem sido caracterizada por uma combinação única de fervor pentecostal, compromisso com a erudição bíblica e caráter semelhante ao de Cristo.
Em 2010 foi homenageado como um “Legado Líder”, aquele que exibe “fidelidade bíblica veraz de mandato duradouro, por seu alto nível de confiança, mas sem nenhuma aparência de arrogância ou soberba; que aceita a responsabilidade de seu ministério e mostra o amor incondicional para aqueles que ele serve. Por ser persistente, tem uma visão que inclui sempre paixão evangelística e que toma decisões que irão beneficiar a igreja.
Contra a discriminação, em especial étnica, dizia que a “As Escrituras deixam claro que somos todos um em Cristo, e nós precisamos uns dos outros”.
Sempre compromissado com o sentimento de que seguir Cristo significa ser um “discípulo ao longo da vida”, Horton continuou a servir a Igreja já aos 90 anos de idade, nas Assembleias de Deus, por meio da Comissão Doutrinal, constituindo-se como conselheiro para os participantes de doutorado AGTS (Fonte: http://agts.edu/news/news_archives/2014_7horton.html?set=a.876491429032319.1073741856.495698537111612&type=1)

Imagem

A origem das celebrações juninas remonta aos antigos rituais pagãos. No Hemisfério Norte, o mês de junho é o período de solstício de verão. Nessa época, especialmente nos dias 21 a 24, egípcios, sumérios, romanos, bascos e celtas invocavam a fertilidade através de rituais a deuses.

Na mitologia romana, pagãos prestavam culto à deusa Juno, cujos festejos eram denominados junônias, adaptado no Brasil para junina. Os primeiros registros por aqui datam de 1603, pelo frade Vicente do Salvador, que ressaltou o fato de os índios aceitarem de bom grado o dia de “‘São João Batista’, por causa das fogueiras e capelas”.

DEUSES REDUZIDOS A SANTOS

Os historiadores registram que os rituais de colheita e fertilidade eram tão fortes na Idade Média que a Igreja Católica Romana resolveu aproveitar a festa, adaptando-a para seu calendário. Ela foi trazida ao Brasil pela colonização portuguesa. A quadrilha e o mastro são elementos do ritual pagão que permanecem até hoje.

Já o culto pirolátrico, próprio da festividade junina, teve início em Portugal, onde antigamente acreditava-se que o estrondo de bombas e rojões tinha a finalidade de espantar o Diabo e seus demônios na noite de “São João”.

Os fogos de artifício e as fogueiras são formas de culto da antiguidade, ovacionando as imagens. Mas, por trás delas estão os ídolos. Paulo afirma em 1Coríntios 10.19 que o ídolo não é nada, mas o que o venera, se oferece aos demônios e o cristão não pode se envolver com isso.

MALES

Além de conterem o elemento idolátrico, os fogos são perigosos e extremamente poluentes. “Um estudo feito por pesquisadores da Universidade Jawaharlal Nehru, em Nova Déli, Índia, mostrou que fogos de artifício disparados no país em uma festa nacional no ano passado liberaram grande quantidade de ozônio. Esse gás é tóxico e apenas beneficia a vida na alta atmosfera, onde reflete os raios ultravioleta do Sol. O trabalho está publicado na revista Nature”(Folha de São Paulo, Ciência, A6, 28/6/2001).

No Brasil, o uso de fogos de artifício aumenta consideravelmente em junho e julho, em virtude das comemorações dos romanistas a seus santos protetores. Muitas pessoas têm sido mutiladas pelo manuseio do produto, enquanto balões têm causado inúmeros incêndios. A prática dos balões, tão comum nessa época, se vincula à ideia de que, se este subir sem nenhum problema, o desejo de que quem os soltam será atendido. Caso não suba, seria azar.

SINCRETISMO

Em várias regiões do país, com ênfase no Nordeste, religiões como o candomblé homenageiam os orixás, misturando suas práticas ao ritual católico romano, com a ocorrência do o sincretismo. Não é raro ver nessas festas rodas de pagode, música funk, barracas de comida e bebidas variadas. Na Bahia, a festa de Santo Antônio é confundida com a de Ogum, um ídolo guerreiro da cultura afro-brasileira. Contudo, em especial neste Estado, o catolicismo romano mistura-se com a Umbanda e Candomblé, religiões espíritas, sem nenhum constrangimento.

Alguns grupos evangélicos, desavisados, participam dessas festas populares. Outros vão além e, sob alegação de arrecadar fundos, organizam suas próprias festas, `santificando-as`a repetir o que o pecado do catolicismo romano na Idade Média. Há ainda quem argumente que é melhor ter uma festa junina nas dependências da igreja do que permitir os novos convertidos participarem dela fora. “Isso é muito perigoso, porque a igreja começa a imitar o mundo”, rebate o apologista Paulo Romeiro.

Já o apologista Natanael Rinaldi alerta que a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, pode levar ao envolvimento com práticas herdadas do paganismo, como denunciou apóstolo Paulo: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios”, 1Co 10.20.

Comer as iguarias características dessas festas pagãs, tais como milho cozido e pipoca, não é problema, desde que não sejam aquelas oferecidas aos “santos-ídolos”, com objetivo religioso e participativo. Porém, quando oferecidas aos santos-deuses católicos romanos tornam-se sacrifício a ídolos, condenado pelo cristianismo.

PROFANO X SAGRADO

Quando não separamos o sagrado do profano de forma consciente, conforme Paulo ensina em 1Coríntios: “Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus e não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do SENHOR e o cálice dos demônios: não podeis ser participantes da mesa do SENHOR e da mesa dos demônios” (1Co 1.20-21), pecamos.

Apóstolo dos gentios, portanto, com autoridade para falar dos cultos idolátricos, próprios dos povos não judeus, embora reconheça que tais ídolos venerados não são nada, alerta que a permanência do convertido a Cristo na prática de comer comida oferecida aos mesmos, torna-o contaminado (1Co 8.7) e o SENHOR fala, na oração de Mateus 6, dos costumes próprios de festas juninas com suas rezas (repetições): “…não useis de vãs repetições, como os gentios” (Mt 6.7).

 

Prosseguindo o estudo – do culto de Ensino da ADM/Catanduva – sobre o novo ser em Cristo, a partir de Romanos 8, analisamos os Frutos (observe o plural) da Carne ou Obras da Carne, em oposição ao Fruto do Espírito (no singular)
 
Tomamos Gálatas 5 para tal análise. Todas as obras, sem exceção, são caracteristicamente ausentes de ética.
 
Inicia-se com ciúmes (zelos, gr). Embora zelo tenha, como referência principal o cuidado, o primor com respeito ao cuidado, e que, portanto, pode refletir traços de virtude (2Co 1.11-12), ao ser fomentado pelo egoísmo, acaba por abominar tudo o que o outro consegue, desfruta ou alcança.
 
Ao ser movido pelo pecado, transforma-se em ambição egoísta, de mercenário e desagua na tentativa de divisão no Corpo de Cristo (1Co 1.11-12).
 
FACÇÕES 
 
Outra reação tão comum entre nós mortais, cria grupos, as facções, a partir de heresias (haireseis, gr), com o surgimento de falsos mestres, que, com suas regras (doutrinas), estabelecem dentro do grupo majoritário seus partidos.
 
Seus detentores apresentam, em geral, como religiosos, em algumas circunstâncias de forma excessiva, porém ausentes da piedade.
 
As seitas judaicas, como a dos fariseus, retratam bem essa forma de religiosidade, bem como a anterior.
 
INVEJA
 
Inveja deriva-se de phthonos (grego) e tem significado essencialmente maligno. Retrata a mesquinhez humana, por recentir-se de todo empreendimento vigoroso alheio. Por apresentar-se no plural indica postura constante, sem freios.
 
EMBRIAGUÊS
 
Embriaguês e orgia indicam modelo de existência tendo como ponto de partida o hedonismo e estilos de vida próprios dos povos sem vivência com Deus.
 
A premiar outros pecados, apóstolo Paulo acrescenta: ‘coisas semelhantes’ e destaca o vocábulo ‘antes’, para indicar claramente o que descreve em Romanos 8.1.
 
Depois, ainda, em texto menor, falaremos da classificação, da segmentação de tais pecados.

Imagem

Os embates do dia a dia devem ser encarados primeiramente crendo na afirmação do título do Salmo 23: ‘O SENHOR é o meu PASTOR’.

Nele, “diante dos inimigos”, que podem estar representados nas lutas, você poderá estar próximo à porta que, ao abri-la, deparará com um banquete. Porém, também nele, a sua esperança independe de o caminho ser turbulento ou verdejante.

Ainda que esteja cercado de morte, em um tenebroso vale, com mil de um lado e dez mil de outro, siga em frente e sem medo, porque a mesa está posta.

Caminhe como quem conhece mais o Pastor do Salmo que propriamente o Salmo do Pastor.

Quando ministrei curso sobre Dons Espirituais na revista Manual do Obreiro (CPAD), escrevi o seguinte: “Hoje, mais do que nunca, faz-se necessário reavaliar os dogmas do ministério cristão. Isso porque as inovações são assustadoras. Com elas somos testemunhas de mudanças de postura e visão bíblica deturpadas, que indicam transformações radicais entre o que afirma a Bíblia, a prática da Igreja Primitiva e o que estamos vivenciando.

A integridade do ministério eclesiástico vai se esgotando pela ingerência de obreiros sem nenhuma experiência no ensino, pastoreio, liderança, mas acima de tudo, sem o dom para a determinada atividade, em especial, a de Mestre ou doutor na Palavra”. 

Soma-se a isto, a eliminação ou indefinição deliberada, para adequação às ‘nossas’ realidades dos ministeriais ministérios, como no caso do de Profeta e com mais amenidade, o de Evangelista.

Existe uma tendência clara, patenteada por pessoas de interesse secundários, de buscar à adequação da Igreja do SENHOR, a normas aceitáveis para a grande maioria, em benefício, por exemplo, ao avanço mercadológico. Para isto vale tudo.

Cessacionismo 2

Assim como alguns defendem a ideia do emprego dos dons espirituais e do batismo no Espírito Santo somente à Igreja Primitiva – o Cessacionismo –, temos também outros sapientes que defendem o mesmo com respeito ao dom ministerial de Profeta, estabelecido pelo SENHOR, conforme doutrinas essenciais e pétreas, em 1Coríntios 12.28 e Efésios 4.11.

Hoje não se tem em conta o valor e a consequente busca dos dons de apóstolo (missionário), profeta e evangelista. Por isso, de igual modo, temos a Igreja com tantos problemas e dificuldade, pois o SENHOR sempre estabelece o perfeito. Como diz o profeta: Deus fez o homem perfeito, mas ele buscou muitas invenções.

Se somente o homem não interferir no que o SENHOR preestabelecera não haverá problemas, do contrário… Se o SENHOR nomeou os dons ministeriais: Apóstolo, Profeta, Evangelista, Pastor e Doutor não fora para que o homem deliberasse o que deveria ou não permanecer com o decorrer do tempo!

Apóstolo

No início da relação dos dons ministeriais, o texto estabelece (somente) ‘uns’ e lança luz à exclusividade dos Doze Apóstolos, enquanto únicos: “E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos…”, 1Co 12.28.

Veja que o dom ministerial de Apóstolo ‘primeiramente’ consiste em os 12, base doutrinária da Igreja e depois, como missionário: que ou quem é enviado para além fronteira, língua ou cultura, característica básica para Missões. Portanto, apóstolo ainda permanece como dom ministerial. Estes são enviados pela Igreja.

Fica claro que a capacitação divina aos 12 Apóstolos excede a mediocridade humana, pois os mesmos andaram com Cristo, receberam seu ensino e batismo, viram a sua crucificação e posterior ressurreição (1Co 15.5), e ainda assumiram o “Ide” ouvido do próprio Cristo (Mt 28.16-20). Estes foram enviados à Igreja.

Com a definição da palavra, do grego apostello (enviado), temos outros constantes de uma lista estabelecida na Bíblia, “possuidores de dons notavelmente espirituais, com uma profunda experiência pessoal, resultando no poder de estabelecerem ou fundarem igrejas e proverem adequada liderança espiritual para o povo de Deus”, declara Donald Gee, citado por Fernando Martinez, que afirma: “Na acepção mais lata (e não como título oficial), o Novo Testamento designa certos dirigentes cristãos de apóstolos, como Barnabé (At 13.3; 14.4,14 e 1Co 9.5-6), Tiago irmão do Senhor (Gl 1.19), Silas (1Ts 2.7), Júnia e Andrónico (Rm 16.7). São os denominados apóstolos (embaixadores) das igrejas (2Co 8.23) ou missionários.

Tomando-se como exemplo um determinado período da História Eclesiástica, costuma-se mencionar, entre muitos outros apóstolos das igrejas, homens como João Wesley, Carlos Finney, Guilherme Carey, Dwinght Moody, Hudson Taylor, Jorge Muller e outros.

O fato de não termos missionários (apóstolos=enviados) à altura da nobreza do dom, como raras exceções, como já tivemos na lide assembleiana, tais como Daniel Berg, Gunnar Vingren, J. P. Kolenda, Nels Nelson, Eurico Bergsten, Doris Lemos, Orlando Boyer…, e doutores como João Kolenda Lemos e Samuel Nyström, dentre outros, não descredencia o dom de missionário, enviado (por Deus).

Semelhança da atualidade do dom

Com importância semelhante, podemos dizer o mesmo com respeito a Profetas, dado à Igreja como dom ministerial e também dom espiritual. Este de forma esporádica, impetuosa e às vezes, momentânea; o primeiro como ministério, a caminhar ao lado do pastor, líder ou governo (kibernesis, gr.), que denota o piloto de uma nau.

Esse dom ministerial diz respeito a pessoas dotadas de qualidades de mediar e receber diretamente a revelação divina, como diz: “Certamente o SENHOR Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas”, Am 3.7.

Isto não mudou! Ninguém detém o poder ou direito de adequar os Céus a sua circunstância, convicções ou bem-estar! O que mudou concernente à revelação, à evangelização, ao governo, ao enviado e ao ensino (doutor)?!

Profeta não é dom estabelecido para se alterar, mudar, excluir… “Qual seria a importância de apóstolos e profetas atualmente? De forma quase universal, comentaristas têm concordado que apóstolos e profetas eram ministérios especiais do primeiro século, que subsequentemente foram extintos e substituídos pelas palavras apostólicas e proféticas do cânone do Novo Testamento”. 

Esta ideia é analisada e criticada por Jack Deere, em Surprised by the Power of the Spirit (241-51), com base na restauração dos dons, a partir do século 20, depois da chamada época ‘das densas trevas’, concernente à história da Igreja (Comentário Bíblico Pentecostal, 2003, 1ª Edição, Rio de Janeiro, CPAD).  

Evangelista

Também figura entre a ruptura doutrinária o dom ministerial de Evangelista. É o ministro com características próprias de desbravador e eloquência na pregação da Palavra. É acima de tudo despojado e tem como equipamentos dons espirituais, como o de milagres e de curar.

Sempre foram pessoas ungidas por Deus, a partir do dom ministerial a pregarem com unção, a partir de forte desejo, desenvoltura, graça e assessoradas por sinais e maravilhas, para a eficiente anunciação das Boas-Novas do Reino e a condução de muitos aos pés de Cristo.

É diferente da Comissão universal de todos os crentes, constituídos testemunhas de Cristo. O ministro-evangelista recebe o dom ministerial. O exemplo notável, além do apóstolo Paulo, é o de Felipe, em Atos 8.

Evangelista é plantador de igrejas e diferente do missionário (enviado, apóstolo) ele não tem a missão do pastoreio, mas o anunciador de Boas-Novas, com características ímpares, no que diz respeito à vitalidade e sucesso em seu empreendimento ministerial.

Ele tem características locais, regionais, nacionais e não permanece por meio tempo na igreja-local, pois seu desejo é sempre de implantar novas frentes, sem a intenção de pastorear ou de ministrar ensinos sistemáticos e doutrinários.

Já o missionário, embora com características semelhantes, é enviado ao mundo (outros países), mas para evangelizar, plantar igreja, pastoreá-la e dar-lhe todas as estruturas das doutrinas cristãs.

Porém, atualmente, não se tem a definição clara desse ministério e, na maioria das vezes, é usado tão somente como trampolim, no contexto de outra doutrina meramente humana de passagem de um ministério ao outro: de evangelista a pastor.

Alguns líderes assembleianos, da segunda leva de pioneiros, já criticavam tal prática de efeito-escada para se chegar ao ministério pastoral, pois não existe gradação de importância e supostos valores, elencados por ideia de grandeza humana: de maior ou menor.

No ministério cristão o pastor não é maior que o evangelista e tampouco o diácono deve ser elevado ao outro patamar, pois diz respeito ao dom outorgado por Deus e não a prêmio de reconhecimento humano (Rm 12.7-8 e 1Co 12.7). 

Canibalismo ministerial

Edificados “sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas” (Ef 2.20), os santos da Igreja, não podem, enquanto Corpo, sofrer o canibalismo teológico, imposto pela visão humana! Ora, um corpo não é retratado em sua essência sem uma perna, órgão básico para o equilíbrio e inserção enquanto humano, em sua completude.

Os ministérios são outorgados por Deus para que o homem cumpra os desígnios divinos na Terra e para a Sua glória. Então os ministérios são distribuídos a cada um conforme os preceitos divinos – os charimatas –, jamais pela logiken (lógica humana)

O homem diz: Não tem mais tal ministério! Mas será que o SENHOR diz isto também?! Será que Ele segue então a orientação humana e cessa a dádiva de tal dom ministerial?! Todas as igrejas têm doutores, bons pastores e governos e não precisam de orientação de ministros profetas? Penso que não!, pois “essas manifestações do Espírito por meio dos dons têm como objetivo a edificação e santificação da igreja, conforme comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal (CPAD).

Note o que Paulo fala sobre a diversidade de dons e, obviamente o seu emprego: “se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou o que exorte, use essa dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado, o que exercita misericórdia, com alegria”, Rm 12.7-8.

Quando a Igreja faz concessões a questões ou adaptações à contemporaneidade humana, sofre consequências e tende a perder sua real identidade, em especial como Luz e Sal da terra.

Temos visto, por tais deficiências expostas, a ingerência de homens seculares, não dotados de dons ou consagrados ao SENHOR, de forma política, tomar decisões pela Igreja do SENHOR, maculando o sagrado e a tomar para si honras.

Dons pontuais

O que queremos deixar claro é que foi o próprio Cristo quem “deu dons aos homens”, v8. Não é o homem que proporciona ou estabelece os dons ministeriais, pois “Ele mesmo deu uns para

1) apóstolos, e outros para

2) profetas, e outros para

3) evangelistas, e outros para

4) pastores e

5) doutores

querendo o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério, para edificação do Corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, a varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo, para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que, com astúcia, enganam fraudulosamente”, Ef 4.11-15.

A sequência dos ministérios na Igreja, conforme relação do apóstolo Paulo, em Efésios 4, é crescente, até chegar a doutor, para o “aperfeiçoamento”, que no grego, tem o sentido de “corrigir osso quebrado”.

Quando Paulo fala da distribuição de dons ministeriais em Efésios, diz ‘“E ele mesmo (autos, um pronome enfático) deu uns para apóstolos, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores’ como líderes competentes para sua Igreja (4.10).

Paulo faz distinção entre os dons da graça concedidos pelo Espírito aos crentes individualmente e aquelas cinco categorias de pessoas competentes escolhidas pelo próprio Senhor ‘para proclamar a Palavra e liderar’ (Lincoln) sua Igreja universalmente”’. Comentário Bíblico Pentecostal (CPAD).

Profetas: Vocação e consagração ministerial

Profetas são mencionados juntos dos apóstolos (Ef 2.20; 3.5 e 4.11) e constituídos de pessoas dotadas do dom de receber diretamente dos Céus a revelação divina e dar suporte para as ações e definições dos pastores.

“E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão, chamado Níger, e Lúcio cirineu, e Manaém, que fora criado por Herodes o tetrarca, e Saulo”, At 13.1. “para o que fui constituído pregador, e apóstolo, e doutor dos gentios”, 2Tm 1.11, e “os profetas e mestres demonstravam a seriedade nas orações jejuando (cf At 14.23).

Essa vocação está no próprio trabalho, potencializado pela autoridade espiritual e, portanto, o ministro Profeta, é oficializado não pela imposição de mãos, mas pela natureza de sua atividade vocacional.

Funções definidas

Ao usar a preposição para (“…deu uns para…”) a Bíblia denota objetivo bem definido. Encerra uma ideia de direção, destino, fim, objetivo; condições para se fazer alguma coisa, finalidade. É por isso que há diversidade de dons, pois cada um tem sua finalidade para edificação do Corpo de Cristo. Edificação remete para a ideia de “Aperfeiçoamento moral ou religioso; esclarecimento, informação, instrução”. Por isso a Bíblia informa que “há diversidade de dons” e “há diversidade de ministérios”, 1Co 14.4-5. 

Sob o tema Porque Grande é o Santo de Israel no meio de vós, com base em Isaías 12.6, a AD em Fonseca (Teixeira de Freitas), Niterói, presidida pelo pastor Celso Brasil, comemorou os seus 19 anos.

Imagem

Igreja manteve-se sob a Graça durante culto do dia 3, sábado

Durante o evento, de 30 de abril a 4 de maio (14), houve manifestação da Graça divina e novas experiências com o SENHOR, visitação e divulgação da abrangente Obra, por meios da AD/Fonseca-Teixeira de Freitas.

A igreja, que conhecemos bem, pois durante uma década fomos auxiliar do amigo e pastor Celso e atuamos como vice-presidente. A visão, dinâmica e empreendedorismo de pastor Celso Brasil corroborou para a expansão do Reino de Deus em várias regiões de Niterói, de assistência humanitária, por meio da ONG PAS e do investimento em Missões, em vários países.

A atividade do PAS figura como exemplo de amor ao próximo. Centenas de crianças e adolescentes, com suas respectivas famílias, em geral de comunidades, tem sido beneficiadas e com muitos testemunhos de transformações tanto social quanto espiritual.

Durante as festividades ocorreram batismo em um dos sítios-núcleos de atendimento do PAS, consagração, Ceia do SENHOR e consagração de obreiros.

CONVIDADOS

Houve a participação efetiva de congregações, espalhadas por Niterói e em outros municípios do Estado, como Cachoeiras de Macacu, onde também pastoreamos. Tivemos o privilégio de encontrar-me com  irmãos-amigos e cooperadores da Obra do Mestre.

Imagem

Irmãos-obreiros da AD/Cachoeiras de Macacu, com a família do evangelista Valdir (esposa Rita e filho Elon-Renata) 

Também participaram a Orquestra Sinfônica Ruth Doris Lemos, da própria igreja, pastores Paulo Carvalho, presidente da AD em Niterói-centro e Ezequiel Matos, da AD/Pantanal, Duque de Caxias, coordenador da Convenção Evangélica das Assembleias de Deus no Estado do Rio de Janeiro e Outros (Ceader), Região Niterói-São Gonçalo e secretário, respectivamente.

Ao visitar o pastor Celso, no sábado, dia 3, fomos gentilmente convidados a pregar a Palavra aos irmãos. Foi uma dádiva do SENHOR poder visitar o amigo e estar com vários irmãos e irmãs dos quais matamos a saudade, embora muitos não chegamos a ver.

DIRETOR DA TRANSPETRO NA AD

No domingo pela manhã, o diretor Financeiro da Transpetro, Rubens Teixeira, que realiza admirável e responsável gestão na estatal, acompanhado de seu irmão, Paulo Teixeira, também palestrante de reconhecimento nacional, falaram sobre empreendimento sob o ponto de vista da Palavra.

PRESIDÊNCIA DA CEADER

Imagem

Pr. Celso Brasil, liderança e ministérios reconhecidos

Celso Brasil, por sua ascendência ministerial, tem seu nome como principal candidato à próxima eleição à presidência da Ceader e conta com o nosso apoio e disposição para atuar em sua campanha.

Hoje pastor Celso figura como ministro ideal, por sua experiência, seriedade e compromisso com os Céus, como feliz meio de reconduzir a Ceader à união mantida nas administrações de pastores Marinaldo Rodrigues e Eliel Pereira, dentre outros discípulos do inesquecível pastor Moisés da Fonseca.

Pastor Celso tem seu nome lançado por amigos, que reconhecem sua representatividade e também conta com o apoio declarado de várias lideranças da AD fluminense.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 60 outros seguidores